20 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Brasil tem 16 locais candidatos à lista de geoparques da Unesco

Formação de rocha escarpada em Langkawi, na Malásia

Formação de rocha escarpada em Langkawi, na Malásia(Foto:Silvio Cioffi-mai.1998/Folhapress)

O geoparque Bodoquena-Pantanal, no Mato Grosso do Sul, e a região do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais, fazem parte dos 16 novos lugares que almejam integrar a Rede Mundial de Geoparques.

As candidaturas são examinadas pela Mesa da Rede Mundial de Geoparques Nacionais durante a Conferência de Geoparques Europeus, realizada entre esta sexta-feira e domingo (16 a 18 de setembro), na Noruega.

A informação foi divulgada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

“Os lugares que aspiram à denominação [na lista mundial] de geoparques devem possuir um patrimônio geológico de importância, uma sólida estrutura de gestão e uma estratégia de desenvolvimento econômico baseado em um turismo sustentável”, afirmou a agência da ONU com sede em Paris.

Junto às candidaturas brasileiras, outros parques também desejam fazer parte desse grupo, como a Serra Norte de Sevilha e o parque Villuercas Ibores Jara, na Espanha; os Alpes Cárnicos, na Áustria; Hong Kong e Tianzhu Shan, na China; Bauges e Chablais, na França; entre outros.

Criada em 2004 sob os cuidados da Unesco, a Rede Mundial de Geoparques Nacionais possui até o momento 78 lugares, de 26 países diferentes.

A Rede Mundial traz lugares como a ilha de Langkawi, onde se pode observar a formação rochosa mais antiga da Malásia; a floresta petrificada da ilha de Lesbos, na Grécia, e as crateras vulcânicas de Vulkaneifel, na Alemanha.

 

Fonte: Da EFE






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Brasil tem 16 locais candidatos à lista de geoparques da Unesco

Formação de rocha escarpada em Langkawi, na Malásia

Formação de rocha escarpada em Langkawi, na Malásia(Foto:Silvio Cioffi-mai.1998/Folhapress)

O geoparque Bodoquena-Pantanal, no Mato Grosso do Sul, e a região do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais, fazem parte dos 16 novos lugares que almejam integrar a Rede Mundial de Geoparques.

As candidaturas são examinadas pela Mesa da Rede Mundial de Geoparques Nacionais durante a Conferência de Geoparques Europeus, realizada entre esta sexta-feira e domingo (16 a 18 de setembro), na Noruega.

A informação foi divulgada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

“Os lugares que aspiram à denominação [na lista mundial] de geoparques devem possuir um patrimônio geológico de importância, uma sólida estrutura de gestão e uma estratégia de desenvolvimento econômico baseado em um turismo sustentável”, afirmou a agência da ONU com sede em Paris.

Junto às candidaturas brasileiras, outros parques também desejam fazer parte desse grupo, como a Serra Norte de Sevilha e o parque Villuercas Ibores Jara, na Espanha; os Alpes Cárnicos, na Áustria; Hong Kong e Tianzhu Shan, na China; Bauges e Chablais, na França; entre outros.

Criada em 2004 sob os cuidados da Unesco, a Rede Mundial de Geoparques Nacionais possui até o momento 78 lugares, de 26 países diferentes.

A Rede Mundial traz lugares como a ilha de Langkawi, onde se pode observar a formação rochosa mais antiga da Malásia; a floresta petrificada da ilha de Lesbos, na Grécia, e as crateras vulcânicas de Vulkaneifel, na Alemanha.

 

Fonte: Da EFE