17 de março de 2011 | nenhum comentário »

Embrapa ameaça extinguir núcleo de gestão territorial e usuários protestam

Empresários do agronegócio e políticos criticam paralisação das atividades da unidade de Gestão Territorial Estratégica em Campinas.

Usuários dos serviços do núcleo de Gestão Territorial Estratégica (GTE), área de excelência da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em Campinas, reagiram à denúncia da extinção da unidade, publicada na edição de ontem do ‘Estado’. De acordo com o artigo, desde que assumiu o Centro de Monitoramento por Satélite, no fim de 2009, a atual direção vinha paralisando a prestação de serviços aos Ministérios da Agricultura, do Planejamento, aos órgãos da Presidência da República e às organizações da sociedade. O desmonte culminou com a destituição do então supervisor do GTE, Claudio Spadotto, e de sua equipe, na semana passada.

 

Um dos setores mais afetados é o do agronegócio, que usava os estudos do GTE para dimensionar as reservas florestais e áreas de agricultura e pecuária. Para a Associação Brasileira do Agronegócio de Ribeirão Preto, a equipe técnica do GTE produziu dois estudos de gestão territorial, um deles enfocando a região de Ribeirão Preto, o outro, a região nordeste do Estado. A assessoria da presidente Monika Bergamaschi disse que seria lamentável a paralisação do serviço.

 

O empresário do setor sucroalcooleiro Maurílio Biagi Filho, conselheiro da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), considerou um “desserviço para o agronegócio” o fim do núcleo de pesquisa e inovação da Embrapa em Campinas.

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O GTE também vinha abastecendo com informações estratégicas a outros setores, como o da segurança. “É lamentável porque eles vinham fazendo um trabalho sério, com base científica, num setor em que geralmente falta serenidade.” Os mapas produzidos com detalhes de até 50 cm foram usados na operação militar que resultou na ocupação do Complexo do Alemão, no Rio. O centro apoiou o Exército nas ações de paz no Haiti e na proteção das fronteiras. Também tinha se transformado em parceiro do governo nos vários níveis de gestão. A Casa Civil da Presidência usava a tecnologia para monitorar, via satélite, as mais de 400 obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no País.

 

Entre os projetos paralisados, estão levantamentos que ajudariam 60 cidades do interior paulista a planejar o crescimento urbano e até a retirar moradores de áreas de risco. Apenas em Campinas, com o uso de satélites, o GTE identificou 17 áreas inundáveis, permitindo que a prefeitura planejasse intervenções de baixo custo. O prefeito Hélio Santos (PDT) considerou lamentável a paralisação do serviço. Quando o banco de dados do GTE foi retirado do site, no mês passado, Santos enviou ofício ao ministro da Agricultura, Wagner Rossi, pedindo a recolocação e foi atendido.

 

Elogios

O deputado Aldo Rebelo(PCdoB-SP) disse que vai conversar com o ministro Wagner Rossi sobre a paralisação dos serviços do núcleo do GTE de Campinas. Ele usou os mapas para subsidiar a elaboração da proposta do novo Código Florestal e disse que o serviço tem sido elogiado por todos que o utilizam. “Uso também para pautar os trabalhos da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, por isso sei que esse trabalho é importante e essencial.”

 

Ouvido pelo Estado, o diretor do Centro de Monitoramento da Embrapa-Campinas, Mateus Batistella, negou que tenha desativado o GTE. Segundo ele, algumas mudanças fazem parte de uma grande reestruturação da Embrapa nas 45 unidades de pesquisa espalhadas pelo País. Battistella disse que o GTE nunca foi um setor, núcleo ou área definida no regimento do órgão. “É um laboratório que faz parte do núcleo de pesquisa e desenvolvimento e está sendo ampliado e fortalecido, inclusive com a contratação de pesquisadores.” Segundo ele, os serviços continuarão a ser prestados normalmente.

 

Spadotto contestou a versão do atual dirigente: “O que foi dito por ele (Batistella), numa

reunião formal, foi que o GTE deixaria de existir”. O ex-dirigente, que entrou com ação contra o atual por assédio moral, não acredita que os usuários serão atendidos nas demandas mais específicas.

 

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, foi procurado pela reportagem, mas não tinha dado retorno até o início da noite.

(O Estado de São Paulo)


31 de maio de 2010 | nenhum comentário »

Florestas ganham mapa em 3D

Tecnologia que faz sucesso no cinema ajudará a rastrear desmatamento e queimadas

Moda no cinema, o 3D extrapolou as telonas e chegou à Amazônia. A tecnologia será testada no monitoramento da floresta a partir da semana que vem. À frente da experiência está a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que, com o novo modelo, desenvolvido dos EUA, espera conseguir informações inéditas sobre a composição da mata, suas redes de drenagem e a atividade humana na região.

A tecnologia tridimensional já é aplicada em florestas temperadas dos EUA e Canadá. Para chegar ao Brasil, o sistema sofreu adaptações que propiciassem a penetração das imagens em matas mais densas. Isso porque, ao contrário do monitoramento por satélite, usado atualmente na Amazônia, a resolução em 3D consegue atravessar a cobertura vegetal e enxergar qualquer objeto a até 15 centímetros do solo.

- Vamos usar um equipamento aerotransportado, com um pulsor de laser acoplado a um GPS – explica Marcus Vinicio Neves d’Oliveira, pesquisador do Laboratório Virtual da Embrapa nos EUA, onde o novo monitoramento foi desenvolvido. – Esta máquina atua com frequência de 100 mil a 200 mil pulsos por segundo. A cada pulso emitido, ela retorna com até oito informações de três coordenadas: latitude, longitude e altitude.

A precisão do escaneamento permite aos pesquisadores selecionar pontos e, no sistema, simular a região sem árvores. A técnica é útil para o planejamento de manejos de solo.

Outra atividade humana que pode ser extensivamente vigiada é o desmatamento, em boa parte ainda oculto pela copa de árvores maiores.

- Como é possível rastrear qualquer coisa a 15 centímetros do solo, conseguimos identificar o corte ilegal de árvores – revela d’Oliveira.

Além do que foi derrubado, o 3D mede a riqueza da vegetação resistente ao avanço humano. O levantamento tridimensional proporciona ainda o cálculo da biomassa da floresta. Ou seja, o volume de madeira de árvores e os estoques de carbono.

- São parâmetros avaliados separadamente em cada árvore, que podem ser úteis para traçar políticas públicas – ressalta o pesquisador.

A vocação multiuso do levantamento alcança até a paleontologia. A equipe responsável pelo 3D avalia se uma das prioridades do levantamento será detectar, sob a cobertura vegetal, a eventual existência de geoglifos ainda desconhecidos.

Os geoglifos são figuras desenhadas nas rochas por povos antigos, supostamente demarcando terras sagradas. No Brasil, algumas imagens já foram encontradas no Acre, justamente o estado eleito para os primeiros monitoramentos tridimensionais.

A tecnologia 3D foi a responsável pela descoberta da cidade maia de Caracol, no atual Belize.

Projeto pode chegar à Mata Atlântica

O levantamento 3D começa na segunda-feira. A fase aérea, feita com apoio do Serviço Florestal Americano (USDA), dura poucas horas. O trabalho de campo, no entanto, é mais longo – sua conclusão está marcada para o fim de julho. Três áreas foram escolhidas para o início do projeto, totalizando mil hectares.

- Por enquanto, o preço do rastreamento ainda é caro demais: custa 65 dólares por hectare – admite d’Oliveira. – Nos EUA, monitorar a mesma área exige apenas US$ 2. Mas a tendência é que o preço caia conforme a técnica se popularize por aqui e chegue a territórios maiores.

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O USDA também vai atuar na análise dos arquivos gerados, etapa que será cumprida nos EUA até outubro. A Embrapa publicará um balanço sobre a atividade no fim do ano. O julgamento sobre o desempenho das ferramentas vai determinar se o 3D será adotado. A partir daí, seu uso pode ser expandido para o resto da Amazônia e outras regiões do país, inclusive a Mata Atlântica, cujo dia é celebrado hoje.

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(Renato Grandelle)

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(O Globo, 27/5)

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8 de maio de 2009 | nenhum comentário »

Paraná têm novos mapas de solos

As unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Florestas e Embrapa Solos – e o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) apresentaram na quinta-feira (7) um novo mapa geral dos solos do Paraná. Os 21 mapas regionais, em CD, e um livro descritivo foram lançados durante a 1ª Reunião Paranaense de Ciência do Solo, em Pato Branco.

Segundo o pesquisador da área de solos do Iapar Gonçalo Signorelli de Farias, os trabalhos de levantamento e classificação dos solos do Paraná começaram em 1966, na extinta Comissão de Estudos dos Recursos Naturais Renováveis, entidade pública mantida pelos governos federal e estadual. Esses estudos geraram sete mapas regionais na escala 1:300.000, entre 1970 e 1979, e um mapa geral na escala 1:600.000, publicado em 1984, que se esgotaram ao longo dos anos devido a intensa procura pelos usuários. “Os mapas têm que ser alterados devido à evolução na classificação do solo.”

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Essas novas edições atualizam a nomenclatura usada nos mapas para identificar os solos, de acordo com o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, adotado oficialmente pelo país em 1999.

A novidade este ano é que está sendo oferecido um número maior de mapas regionais com escalas mais detalhadas. Os mapas de solos servem para o planejamento do uso e ocupação das terras, tanto para agricultura e pecuária quanto para preservação ambiental, manejo de bacias hidrográficas e uso urbanos. Os mapas vão também facilitar a identificação da grande variedade de solos em determinadas regiões do Paraná, solos frágeis, férteis e estáveis. “As pessoas têm que entender e classificar a terra onde vivem, onde plantam, isso é a base da vida”, ressalta o pesquisador.

Todo o material estará disponível até o final do mês na Embrapa Florestas, em Colombo (PR) e na Solos, no Rio de Janeiro, e na sede do Iapar, em Curitiba. A rede de ensino pública do estado, bibliotecas e instituições de extensão rural vão receber os mapas gratuitamente. (Fonte: Lucia Nórcio/ Agência Brasil)

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Embrapa ameaça extinguir núcleo de gestão territorial e usuários protestam

Empresários do agronegócio e políticos criticam paralisação das atividades da unidade de Gestão Territorial Estratégica em Campinas.

Usuários dos serviços do núcleo de Gestão Territorial Estratégica (GTE), área de excelência da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em Campinas, reagiram à denúncia da extinção da unidade, publicada na edição de ontem do ‘Estado’. De acordo com o artigo, desde que assumiu o Centro de Monitoramento por Satélite, no fim de 2009, a atual direção vinha paralisando a prestação de serviços aos Ministérios da Agricultura, do Planejamento, aos órgãos da Presidência da República e às organizações da sociedade. O desmonte culminou com a destituição do então supervisor do GTE, Claudio Spadotto, e de sua equipe, na semana passada.

 

Um dos setores mais afetados é o do agronegócio, que usava os estudos do GTE para dimensionar as reservas florestais e áreas de agricultura e pecuária. Para a Associação Brasileira do Agronegócio de Ribeirão Preto, a equipe técnica do GTE produziu dois estudos de gestão territorial, um deles enfocando a região de Ribeirão Preto, o outro, a região nordeste do Estado. A assessoria da presidente Monika Bergamaschi disse que seria lamentável a paralisação do serviço.

 

O empresário do setor sucroalcooleiro Maurílio Biagi Filho, conselheiro da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), considerou um “desserviço para o agronegócio” o fim do núcleo de pesquisa e inovação da Embrapa em Campinas.

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O GTE também vinha abastecendo com informações estratégicas a outros setores, como o da segurança. “É lamentável porque eles vinham fazendo um trabalho sério, com base científica, num setor em que geralmente falta serenidade.” Os mapas produzidos com detalhes de até 50 cm foram usados na operação militar que resultou na ocupação do Complexo do Alemão, no Rio. O centro apoiou o Exército nas ações de paz no Haiti e na proteção das fronteiras. Também tinha se transformado em parceiro do governo nos vários níveis de gestão. A Casa Civil da Presidência usava a tecnologia para monitorar, via satélite, as mais de 400 obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no País.

 

Entre os projetos paralisados, estão levantamentos que ajudariam 60 cidades do interior paulista a planejar o crescimento urbano e até a retirar moradores de áreas de risco. Apenas em Campinas, com o uso de satélites, o GTE identificou 17 áreas inundáveis, permitindo que a prefeitura planejasse intervenções de baixo custo. O prefeito Hélio Santos (PDT) considerou lamentável a paralisação do serviço. Quando o banco de dados do GTE foi retirado do site, no mês passado, Santos enviou ofício ao ministro da Agricultura, Wagner Rossi, pedindo a recolocação e foi atendido.

 

Elogios

O deputado Aldo Rebelo(PCdoB-SP) disse que vai conversar com o ministro Wagner Rossi sobre a paralisação dos serviços do núcleo do GTE de Campinas. Ele usou os mapas para subsidiar a elaboração da proposta do novo Código Florestal e disse que o serviço tem sido elogiado por todos que o utilizam. “Uso também para pautar os trabalhos da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, por isso sei que esse trabalho é importante e essencial.”

 

Ouvido pelo Estado, o diretor do Centro de Monitoramento da Embrapa-Campinas, Mateus Batistella, negou que tenha desativado o GTE. Segundo ele, algumas mudanças fazem parte de uma grande reestruturação da Embrapa nas 45 unidades de pesquisa espalhadas pelo País. Battistella disse que o GTE nunca foi um setor, núcleo ou área definida no regimento do órgão. “É um laboratório que faz parte do núcleo de pesquisa e desenvolvimento e está sendo ampliado e fortalecido, inclusive com a contratação de pesquisadores.” Segundo ele, os serviços continuarão a ser prestados normalmente.

 

Spadotto contestou a versão do atual dirigente: “O que foi dito por ele (Batistella), numa

reunião formal, foi que o GTE deixaria de existir”. O ex-dirigente, que entrou com ação contra o atual por assédio moral, não acredita que os usuários serão atendidos nas demandas mais específicas.

 

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, foi procurado pela reportagem, mas não tinha dado retorno até o início da noite.

(O Estado de São Paulo)


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Florestas ganham mapa em 3D

Tecnologia que faz sucesso no cinema ajudará a rastrear desmatamento e queimadas

Moda no cinema, o 3D extrapolou as telonas e chegou à Amazônia. A tecnologia será testada no monitoramento da floresta a partir da semana que vem. À frente da experiência está a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que, com o novo modelo, desenvolvido dos EUA, espera conseguir informações inéditas sobre a composição da mata, suas redes de drenagem e a atividade humana na região.

A tecnologia tridimensional já é aplicada em florestas temperadas dos EUA e Canadá. Para chegar ao Brasil, o sistema sofreu adaptações que propiciassem a penetração das imagens em matas mais densas. Isso porque, ao contrário do monitoramento por satélite, usado atualmente na Amazônia, a resolução em 3D consegue atravessar a cobertura vegetal e enxergar qualquer objeto a até 15 centímetros do solo.

- Vamos usar um equipamento aerotransportado, com um pulsor de laser acoplado a um GPS – explica Marcus Vinicio Neves d’Oliveira, pesquisador do Laboratório Virtual da Embrapa nos EUA, onde o novo monitoramento foi desenvolvido. – Esta máquina atua com frequência de 100 mil a 200 mil pulsos por segundo. A cada pulso emitido, ela retorna com até oito informações de três coordenadas: latitude, longitude e altitude.

A precisão do escaneamento permite aos pesquisadores selecionar pontos e, no sistema, simular a região sem árvores. A técnica é útil para o planejamento de manejos de solo.

Outra atividade humana que pode ser extensivamente vigiada é o desmatamento, em boa parte ainda oculto pela copa de árvores maiores.

- Como é possível rastrear qualquer coisa a 15 centímetros do solo, conseguimos identificar o corte ilegal de árvores – revela d’Oliveira.

Além do que foi derrubado, o 3D mede a riqueza da vegetação resistente ao avanço humano. O levantamento tridimensional proporciona ainda o cálculo da biomassa da floresta. Ou seja, o volume de madeira de árvores e os estoques de carbono.

- São parâmetros avaliados separadamente em cada árvore, que podem ser úteis para traçar políticas públicas – ressalta o pesquisador.

A vocação multiuso do levantamento alcança até a paleontologia. A equipe responsável pelo 3D avalia se uma das prioridades do levantamento será detectar, sob a cobertura vegetal, a eventual existência de geoglifos ainda desconhecidos.

Os geoglifos são figuras desenhadas nas rochas por povos antigos, supostamente demarcando terras sagradas. No Brasil, algumas imagens já foram encontradas no Acre, justamente o estado eleito para os primeiros monitoramentos tridimensionais.

A tecnologia 3D foi a responsável pela descoberta da cidade maia de Caracol, no atual Belize.

Projeto pode chegar à Mata Atlântica

O levantamento 3D começa na segunda-feira. A fase aérea, feita com apoio do Serviço Florestal Americano (USDA), dura poucas horas. O trabalho de campo, no entanto, é mais longo – sua conclusão está marcada para o fim de julho. Três áreas foram escolhidas para o início do projeto, totalizando mil hectares.

- Por enquanto, o preço do rastreamento ainda é caro demais: custa 65 dólares por hectare – admite d’Oliveira. – Nos EUA, monitorar a mesma área exige apenas US$ 2. Mas a tendência é que o preço caia conforme a técnica se popularize por aqui e chegue a territórios maiores.

the usual suspects movies

O USDA também vai atuar na análise dos arquivos gerados, etapa que será cumprida nos EUA até outubro. A Embrapa publicará um balanço sobre a atividade no fim do ano. O julgamento sobre o desempenho das ferramentas vai determinar se o 3D será adotado. A partir daí, seu uso pode ser expandido para o resto da Amazônia e outras regiões do país, inclusive a Mata Atlântica, cujo dia é celebrado hoje.

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Paraná têm novos mapas de solos

As unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Florestas e Embrapa Solos – e o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) apresentaram na quinta-feira (7) um novo mapa geral dos solos do Paraná. Os 21 mapas regionais, em CD, e um livro descritivo foram lançados durante a 1ª Reunião Paranaense de Ciência do Solo, em Pato Branco.

Segundo o pesquisador da área de solos do Iapar Gonçalo Signorelli de Farias, os trabalhos de levantamento e classificação dos solos do Paraná começaram em 1966, na extinta Comissão de Estudos dos Recursos Naturais Renováveis, entidade pública mantida pelos governos federal e estadual. Esses estudos geraram sete mapas regionais na escala 1:300.000, entre 1970 e 1979, e um mapa geral na escala 1:600.000, publicado em 1984, que se esgotaram ao longo dos anos devido a intensa procura pelos usuários. “Os mapas têm que ser alterados devido à evolução na classificação do solo.”

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Essas novas edições atualizam a nomenclatura usada nos mapas para identificar os solos, de acordo com o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, adotado oficialmente pelo país em 1999.

A novidade este ano é que está sendo oferecido um número maior de mapas regionais com escalas mais detalhadas. Os mapas de solos servem para o planejamento do uso e ocupação das terras, tanto para agricultura e pecuária quanto para preservação ambiental, manejo de bacias hidrográficas e uso urbanos. Os mapas vão também facilitar a identificação da grande variedade de solos em determinadas regiões do Paraná, solos frágeis, férteis e estáveis. “As pessoas têm que entender e classificar a terra onde vivem, onde plantam, isso é a base da vida”, ressalta o pesquisador.

Todo o material estará disponível até o final do mês na Embrapa Florestas, em Colombo (PR) e na Solos, no Rio de Janeiro, e na sede do Iapar, em Curitiba. A rede de ensino pública do estado, bibliotecas e instituições de extensão rural vão receber os mapas gratuitamente. (Fonte: Lucia Nórcio/ Agência Brasil)

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