26 de março de 2012 | nenhum comentário »

IPEVS participa da Coletiva à Imprensa – Devolução de BHC e Agrotóxicos Obsoletos na região de Cornélio Procópio

O governo estadual paranaense começa a resolver um problema ambiental histórico, referente a agrotóxicos deixados em propriedades rurais a décadas. O Projeto de Devolução do BHC e Agrotóxicos Obsoletos envolve Governo do Paraná, Seab, Emater, Iap, Ocepar, Faep, Senar, inpEV e Instituto das Águas do Paraná,

Por ser o primeiro município da região de Cornélio Procópio a abrigar o projeto, representantes de diversas entidades estiveram em Assaí na manhã de sexta-feira, 23/03, durante reunião no auditório da Secretaria Municipal de Assistência Social.

Segundo Maurílio Soares Gomes da EMATER “A região de Cornélio Procópio, integrando 23 municípios, realiza esta atividade de coletiva a imprensa para dar conhecimento a sociedade do destino a 70,9 toneladas de BHC e 19,8 toneladas de agrotóxicos obsoletos, existentes e cadastrados por 165 agricultores, na 1ª fase ocorrida e regulamentada pela lei estadual 16.082-2009.”

Com o Projeto de Devolução do BHC e Agrotóxicos, o governo paranaense tenta resolver um passivo ambiental que se arrasta há vários anos. Em 2001 o Estado havia feito um levantamento para mensurar o dano, no entanto o passo mais significativo vem acontecer somente agora, apesar da proibição da utilização do BHC ainda em 1985.

O IPEVS se fez presente nesta coletiva por meio de seu presidente, o Médico Veterinário Rafael Haddad. Segundo ele, é importante que os colegas veterinários e zootecnistas que trabalham na área rural conheçam os riscos que o BHC e demais agrotóxicos obsoletos oferecem a saúde dos rebanhos e dos seres humanos, e orientem os proprietários rurais na correta destinação destes produtos. Rafael Haddad relatou ainda o fato do produto se acumular ao longo da cadeia alimentar e permanecer no meio ambiente por muitas décadas, fato este que pode gerar ocorrências de intoxicações de animais em áreas onde esses produtos não foram corretamente armazenados.

Med. Vet. Dr. Rafael Haddad, presidente do IPEVS e delegado regional do CRMV-PR em Cornélio Procópio e Med. Vet. Dr. Luciano José Fidelis, chefe da vigilância sanitária em Assaí - PR. Foto: IPEVS

Fonte: Ascom IPEVS com informações da Delegacia Regional do CRMV de Cornélio Procópio






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IPEVS participa da Coletiva à Imprensa – Devolução de BHC e Agrotóxicos Obsoletos na região de Cornélio Procópio

O governo estadual paranaense começa a resolver um problema ambiental histórico, referente a agrotóxicos deixados em propriedades rurais a décadas. O Projeto de Devolução do BHC e Agrotóxicos Obsoletos envolve Governo do Paraná, Seab, Emater, Iap, Ocepar, Faep, Senar, inpEV e Instituto das Águas do Paraná,

Por ser o primeiro município da região de Cornélio Procópio a abrigar o projeto, representantes de diversas entidades estiveram em Assaí na manhã de sexta-feira, 23/03, durante reunião no auditório da Secretaria Municipal de Assistência Social.

Segundo Maurílio Soares Gomes da EMATER “A região de Cornélio Procópio, integrando 23 municípios, realiza esta atividade de coletiva a imprensa para dar conhecimento a sociedade do destino a 70,9 toneladas de BHC e 19,8 toneladas de agrotóxicos obsoletos, existentes e cadastrados por 165 agricultores, na 1ª fase ocorrida e regulamentada pela lei estadual 16.082-2009.”

Com o Projeto de Devolução do BHC e Agrotóxicos, o governo paranaense tenta resolver um passivo ambiental que se arrasta há vários anos. Em 2001 o Estado havia feito um levantamento para mensurar o dano, no entanto o passo mais significativo vem acontecer somente agora, apesar da proibição da utilização do BHC ainda em 1985.

O IPEVS se fez presente nesta coletiva por meio de seu presidente, o Médico Veterinário Rafael Haddad. Segundo ele, é importante que os colegas veterinários e zootecnistas que trabalham na área rural conheçam os riscos que o BHC e demais agrotóxicos obsoletos oferecem a saúde dos rebanhos e dos seres humanos, e orientem os proprietários rurais na correta destinação destes produtos. Rafael Haddad relatou ainda o fato do produto se acumular ao longo da cadeia alimentar e permanecer no meio ambiente por muitas décadas, fato este que pode gerar ocorrências de intoxicações de animais em áreas onde esses produtos não foram corretamente armazenados.

Med. Vet. Dr. Rafael Haddad, presidente do IPEVS e delegado regional do CRMV-PR em Cornélio Procópio e Med. Vet. Dr. Luciano José Fidelis, chefe da vigilância sanitária em Assaí - PR. Foto: IPEVS

Fonte: Ascom IPEVS com informações da Delegacia Regional do CRMV de Cornélio Procópio