20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

ONG Peta pede que encantadores de serpentes usem répteis falsos na Índia

Festival hindu que começa semana que vem registra maus tratos a animais.
Desrespeito a serpentes é crime no país desde 1972, mas prática continua.

A organização internacional de proteção aos animais Peta (sigla para Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais) pediu nesta sexta-feira (20) que os encantadores de serpentes na Índia usem répteis de mentira em suas atuações durante um festival que começará na semana que vem.

Em comunicado, a organização não governamental (ONG) denunciou que as serpentes costumam ser maltratadas no festival hindu Naag Panchami, feito em homenagem à espécie e celebrado em vários pontos do país.

“Não há lugar em uma sociedade civilizada para arrancar os dentes das serpentes ou costurar suas bocas”, criticou o coordenador da Peta na Índia, Chani Singh.

Segundo a organização, os encantadores também obrigam frequentemente os répteis a beberem leite, o que provoca desidratação e às vezes leva os animais à morte semanas depois. Além disso, as glândulas que contêm o veneno das serpentes são perfuradas com uma agulha quente.

A Peta fez um pedido à instituição que representa os encantadores na Índia para que sejam usados répteis falsos. “Não caçamos serpentes nem organizamos o festival. Somos contra a crueldade”, disse à Agência Efe o porta-voz da instituição, Sandeep Mukherjee.

O porta-voz acrescentou que os encantadores de serpentes “não têm outra maneira de ganhar a vida” e pediu que o governo ajude a categoria, composta de milhares de pessoas.

Desde 1972, é crime na Índia capturar, maltratar ou matar serpentes, embora a legislação do país não tenha sido respeitada nos últimos anos e seja possível encontrar encantadores em diversos lugares.

Fonte: Globo Natureza


23 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Ursos são presos em fazenda chinesa para a retirada da bile

Imagens divulgadas nesta quarta-feira mostram um grupo de ursos negros preso em uma fazenda de Hui’an, no sudoeste da China. Os animais são mantidos em cativeiro para a coleta da bile pela empresa Guizhentang, uma tradicional companhia de medicamentos chinesa.

A bile do urso é muito usada pela milenar medicina chinesa para tratar de problemas no fígado, infecções nos olhos, febre e outros sintomas, embora sua eficácia seja contestada. Ativistas criticam o procedimento, que segundo eles é extremamente doloroso para os animais.

Diversas entidades ligadas à proteção dos ursos trabalham para o fechamento das fazendas, que mantém os animais em pequenas jaulas improvisadas. O material coletado tem grande demanda na China, no Japão e na Coreia, mas atualmente, segundo ativistas, já existem substitutos naturais e sintéticos.

Imagens mostram uma fazenda na China onde os ursos são mantidos em cativeiro para a retirada da bile. Foto: AFP

Imagens mostram uma fazenda na China onde os ursos são mantidos em cativeiro para a retirada da bile Foto: AFP

Com informações das agências AFP e AP.


28 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Plantações de palmeiras na Indonésia ameaçam orangotangos

Habitat natural dos animais está sendo destruído para dar lugar a cultivo das árvores.

A bebê orangotango de 8 meses Elaine é uma entre tantos animais que estão sendo ameaçados pelo avanço do cultivo de palmeiras em áreas que outrora abrigavam florestas naIndonésia.

Muitos dos orangotangos continuam vivendo em regiões em que há um grande número de plantações de palmeiras, usadas para extração de óleo de dendê, mas estão sujeitos a diversos atos de violência. Click e veja o vídeo: http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&t=video&r=1&p=/portuguese/meta/dps/2011/12/emp/111227_orangotangos_indonesia_bg.emp.xml

Ambientalistas contam que muitos animais sofrem espancamentos e são mortos por funcionários de empresas locais de plantações de palmeiras.

Um trabalhador rural disse à BBC que colegas seus são pagos para afugentar os animais da região em que o cultivo se dá, já que as companhias consideram os orangotangos uma ameaça às suas plantações.

Orangotanto Elaine (Foto: Reprodução/BBC)

A filhote fêmea de orangotanto batizada de Elaine é uma entre tantos animais ameaçados pelo avanço do cultivo de palmeiras na Indonésia (Foto: Reprodução/BBC)

Fonte: BBC Brasil

 


8 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Tucano que teve as asas mutiladas em MT corre risco de não voar mais

Ave passa por processo doloroso para retirada dos restos das penas.
Biólogo disse que pássaro foi resgatado de residência após denúncia.

Um tucano que teve as duas asas mutiladas passa por um processo de recuperação extremamente lento e doloroso para que possa ter chances de retornar ao habitat natural, como explica o biólogo responsável pelos animais apreendidos pelo Batalhão Ambiental de Mato Grosso, cabo José Ronoaldo Ferreira. Vítima de maus-tratos, a ave foi resgatada em uma residência localizada em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, há quase um ano.

O tucano teve as asas cortadas rente à pele e para que nasçam novas penas é preciso retirar os pedaços que ficaram. “Quando são cortadas somente as pontas das penas, elas nascem de novo e permite que o animal voe novamente, mas nesse caso é preciso arrancar os restos das penas aos poucos para evitar que o animal sofra muito”, afirmou o biólogo, em entrevista ao G1, ao comentar sobre o risco que o pássaro corre de não voar mais caso não passe por esse processo.

O animal foi apreendido por meio de uma  denúncia anônima feita à Polícia Ambiental e o responsável pelo crime foi autuado.

O caso foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) e a Justiça é quem vai definir sobre a penalidade aplicada ao autor dos maus tratos contra a ave. Conforme a Lei 9.605 de 1998, dos Crimes Ambientais, maus-tratos contra animais domésticos, nativos ou exóticos caracterizam crime e podem render pena de detenção de três meses a um ano e multa.

Atrofiamento
Apesar de não terem sido mutiladas, quatro araras que também encontram-se sob os cuidados do órgão ambiental também passam por problemas. Elas não tem chance de voltar à natureza porque não sabem se quer voar. Segundo o cabo Ronoaldo, as aves criadas desde pequenas em cativeiro foram deixadas no Batalhão há cerca de 10 meses.

“Embora não tenham as asas cortadas, elas não voam de modo algum porque viviam em espaços muito pequenos”, frisou. Por causa desse atrofiamento, as duas araras-azuis e as duas da espécie canindé terão de viver para sempre no abrigo.

Tucano foi mutilado e corre o risco de ficar sem voar (Foto: Pollyana Araújo / G1)

Tucano foi mutilado e corre o risco de ficar sem voar (Foto: Pollyana Araújo / G1)

Fonte: Pollyana Araújo, G1, MT


11 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

EUA oferecem R$ 16 mil por agressor de tartaruga ameaçada

Empresas, organizações não-governamentais (ONGs) e pessoas físicas se uniram para oferecer uma recompensa de US$ 10 mil (R$ 16 mil) para pistas que levem à prisão de uma pessoa que feriu com um arpão uma tartaruga protegida por lei nos Estados Unidos. As informações são da agência AP.

A tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) foi tratado no Hospital da Tartaruga, em Florida Keys, e, de acordo com os médicos veterinários, deve ter uma recuperação total após um arpão atravessar a cabeça.

Segundo a TV WSVN, a recompensa arrecadada foi encaminhada às autoridades de proteção à vida selvagem, que procuram o suspeito pela agressão. O arpão atingiu a cabeça do animal logo atrás de um dos olhos.

Médicos veterinários retiram arpão da cabeça de tartaruga no último dia 4. A imagem foi divulgada nesta quarta-feira. Foto: AP

Médicos veterinários retiram arpão da cabeça de tartaruga no último dia 4. A imagem foi divulgada nesta quarta-feira. Foto:AP

Fonte: Portal Terra


9 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Aves maltratadas na infância se tornam adultos violentos

Filhotes de aves que sofrem violência de pássaros maiores têm maior tendência a serem violentos quando crescerem, afirma um estudo realizado pela universidade Wake Forest nos Estados Unidos. A partir do estudo de uma colônia de atobás, uma ave que vive na costa do Pacífico, cientistas descobriram que, como os humanos, eles alimentavam um “ciclo de violência”. As informações são da BBC.

Os atobás vivem em grandes colônias e a densidade populacional faz com que eles precisem brigar por espaço com frequência. A pesquisa mostrou que as aves mal tratadas na infância se tornam os mais violentas na vida adulta. É a primeira vez que se observou esse comportamento em animais selvagens. Três gerações de aves foram observadas ao longo do estudo, mostrando que a personalidade dos pássaros depende mais do ambiente do que da genética.

Fonte: Portal Terra


4 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Ministro da Ucrânia quer proibir prática de embebedar ursos

Governo afirma que animais são embriagados para fins de entretenimento.
Reserva selvagem está sendo criada para abrigar 80 ursos.

O ministro ucraniano do Meio Ambiente, Mykola Zlochevsky, prometeu nesta quarta-feira (3) libertar todos os ursos que são mantidos para fins de entretenimento em restaurantes, onde muitas vezes são embriagados.

Ursos capturados e domados eram frequentemente usados como entretenimento no Império Russo, que incluía a Ucrânia, o que fez do animal um símbolo nacional. A prática parece ter sobrevivido também ao fim do regime soviético, mas Zlochevsky disse que ela é desumana e inaceitável hoje em dia.

“Na televisão, continuam mostrando ursos sofrendo em restaurantes e hotéis de beira de estrada”, disse ele à Interfax, agência de notícias europeia. “Até quando vamos tolerar a tortura de animais em restaurantes, onde clientes bêbados fazem ursos beberem vodca para darem risada?”, afirma o ministro.

Zlochevsky disse que o ministério está criando um espaço em uma reserva animal para instalar cerca de 80 ursos que o órgão planeja liberar.

Fonte: Da Reuters


1 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

País tem cerca de 100 leões e 20 ursos à espera de um lar

As irmãs Biná e Hera, 15, têm um lar. Em 2003, as leoas foram deixadas em uma jaula em praça de Sumaré (118 km de São Paulo). Tinham queimaduras e lesões. Após negociações com órgãos ambientais, foram para um santuário ecológico em Cotia (Grande São Paulo).

Outros animais não tiveram a mesma sorte. Entidades que defendem os bichos estimam haver cerca de cem leões e 20 ursos no país à espera de abrigo definitivo – a maioria originária de circos.

Muitos ficam provisoriamente nesses locais ou em espaços adaptados. O problema também afeta animais exóticos e silvestres abandonados ou apreendidos após denúncias de maus-tratos.

Em 2008, havia 150 leões abandonados no país, segundo o Ibama. Dois anos antes, eram apenas 68. O órgão não tem números atuais.

Achados em jaulas deixadas em estradas ou apreendidos por ordem judicial, os animais vão para centros de triagem ou zoológicos, em espaços isolados do público.

“Eles chegam sem garras, queimados, com feridas abertas e infecções”, conta Silvia Pompeu, do santuário Rancho dos Gnomos.

O presidente da Arca Brasil, Marco Ciampi, diz que a população está mais atenta e tende a denunciar os casos.

Segundo ele, a proibição de animais nos circos influencia esse processo – por um lado, força os circos a deixarem de usá-los; por outro, cria a necessidade de remanejá-los para outros locais.

O microbiologista Pedro Ynterian, 71, presidente do Great Ape Project, ONG que cuida de 300 animais, diz que o poder público não tem onde colocá-los. “Há pelo menos 20 ursos em circos, que têm vontade de entregá-los, já que não podem mais exibi-los. Mas o Ibama não tem para onde levá-los.”

Para Ynterian, os zoológicos não são adequados. “Os animais desenvolvem problemas psicológicos por causa do assédio do público ou ficam em aposentos separados, ainda menores que os espaços de exposição.”

Hoje, dos 111 zoos no país, 77 estão em situação irregular, segundo o Ibama. Entre os problemas encontrados estão más condições de infraestrutura, pendências documentais e falta de identificação dos bichos. Há também registros de falta de segurança e crimes ambientais, como tráfico de animais.

Segundo o presidente da Sociedade de Zoológicos Brasileiros, Luiz Pires, a maioria enfrenta dificuldades financeiras e não tem condições de receber mais animais.

O Ibama afirma que a falta de vagas para bichos abandonados é sazonal e ocorre quando há grandes apreensões. Enquanto não se tem um destino certo, eles ficam em centros de triagem.

Os últimos dados de entrada de animais nesses centros são de 2009 -18.676 casos.

Santuário - Cinco quilos de carne por dia. Uma área de 1.400 m2 de vegetação. E até um deque de madeira construído em cima de pedras. Esse é o cenário de um santuário ecológico de Cotia, onde vivem 11 leões que foram abandonados.

O local, chamado de Rancho dos Gnomos, é administrado por uma entidade sem fins lucrativos e abriga cerca de 300 animais, principalmente exóticos e silvestres.

A maioria desses bichos foi acolhida pelo santuário depois de ter sido resgatada de situações de risco.

É o caso de Darshã, um leão de 16 anos de idade que viveu 13 destes anos em uma câmara desativada de um frigorífico em Cariacica (ES).

Darshã chegou ao santuário de Cotia com problemas nas patas e magro após ter sido encontrado em decorrência de uma denúncia encaminhada a órgãos ambientais.

De acordo com Marcos Pompeu, que fundou o santuário com a mulher, Silvia, o animal foi abandonado no frigorífico por um circo. O fim da exploração dos bichos pelos circos, em decorrência de mudanças na legislação, é uma das principais causas de abandono de animais.

O leão se recuperou. Pesa agora cerca de 300 kg e divide seu habitat com duas leoas. Perto dele ficam Baru e Vanbana, encontradas dentro de uma carreta em estrada perto de Ribeirão Preto.

Pompeu afirma que o tempo de recuperação de cada leão encontrado em situação de abandono chega a até oito meses. Em “quarentena”, os animais passam por exames, têm uma alimentação controlada e são castrados.

Muitos têm sequelas que levarão ao longo da vida -que dura perto de 23 anos. “[Quando morrem], na necropsia, descobrem-se tumores no corpo todo, baço arrebentado. Eles aguentam até ultrapassar o limite do suportável”, conta Silvia.

Neste ano, o santuário também deve receber Simba, que vive sozinho no que restou de um zoológico desativado em Ivinhema (MS).

O leão ficou famoso na internet depois que internautas criaram uma comunidade no Facebook para ajudá-lo.

O objetivo é buscar recursos para custear o transporte e a manutenção do animal – cada um custa em torno de R$ 1.000 por mês. O valor é pago por meio de parcerias com pessoas e empresas.

Fonte: Folha.com


27 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Filipinos são acusados de vender vídeos com tortura de animais

Segundo ONG, casal coagia jovens a fazer crueldade com bichos.
Filmes eram vendidos clandestinamente pela internet.

Apresentação da Peta mostrou trechos dos vídeos cruéis. (Foto: AFP)

Apresentação da Peta mostrou trechos dos vídeos cruéis. (Foto: AFP)

Um casal filipino é acusado de fazer dezenas de vídeos com adolescentes torturando e matando animais, e de distribuí-los na internet. De acordo com a organização Peta (Pessoas pela Ética no Tratamento dos Animais, na sigla em inglês), os vídeos eram vendidos em grupos de chat secretos.

Nas imagens, garotas usando minissaias e saltos altos cortam as orelhas de coelhos com uma tesoura. Depois ateiam fogo aos animais. Elas também aparecem queimando um cão com ferro de passar e pisando em filhotes. Ratos, cobras e um macaco também são vítimas de crueldades nos vídeos.

Os crimes foram denunciados às autoridades. O casal, no entanto, está foragido. A polícia acusa a dupla de crueldade contra os animais, abuso infantil e tráfico de seres humanos.

A Peta oferece uma recompensa equivalente a R$ 3.600 por informações que levem à sua captura.

A organização soube do esquema de venda dos vídeos por meio de um informante na Rússia. Um pacote com três vídeos chegava a custar R$ 300.

De acordo com a ONG, as meninas que aparecem nos filmes têm idades entre 12 e 18 anos. Elas teriam sido coagidas a cometer as crueldades depois de serem atraídas para a casa dos infratores com a promessa de um trabalho de babá.

Cartaz da Peta oferece recompensa por informações sobre o casal que fazia os vídeos. (Foto: AFP)

A Peta oferece recompensa por informações sobre o casal que fazia os vídeos. (Foto: AFP)

Fonte: Do Globo Natureza, com informações de agências.


21 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Filhote de peixe-boi usado como isca é resgatado no Amazonas

Mamífero com dois meses de vida foi encontrado em Barreirinha.
Há suspeita de que o animal tenha sido utilizado como isca em caça ilegal.

Filhote de peixe-boi é alimentado após chegar ao Inpa, em Manaus (AM) (Foto: Eduardo Gomes/Inpa)

Filhote de peixe-boi é alimentado após chegar ao Inpa, em Manaus (AM) (Foto: Eduardo Gomes/Inpa)

Um filhote de peixe-boi com cerca de dois meses de vida foi resgatado no último fim de semana na cidade de Barreirinha, a 330 km de Manaus (AM), e levado com urgência para as instalações do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) nesta segunda-feira (20).

Visivelmente abatido e desnutrido (o animal está com
8 kg, quando deveria pesar ao menos 16 kg), populares teriam encontrado o animal enroscado em uma rede de pesca. Entretanto, há suspeita de que o mamífero tenha sido utilizado em atividades de caça ilegal.

O Globo Natureza apurou com o Inpa que muitos pescadores utilizam o filhote de peixe-boi como isca, amarrando-o no rio por certo tempo na intenção de atrair a mãe e capturá-la.

Técnicos do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) vão apurar se o filhote encontrado iria ser utilizado para o crime ambiental.

O animal foi levado por veterinários da Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa) ao Inpa, onde vai permanecer em observação no Laboratório de Mamíferos Aquáticos. A região de Barreirinha, no interior do Amazonas, é conhecida por concentrar grande quantidade da espécie.

Há suspeita de que o filhote de dois meses tenha sido utilizado como isca durante caça ilegal à espécie (Foto: Eduardo Gomes/Inpa)

Há suspeita de que o filhote de dois meses tenha sido utilizado como isca durante caça ilegal à espécie (Foto: Eduardo Gomes/Inpa)

 

Fonte: Globo Natureza, em São Paulo


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20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

ONG Peta pede que encantadores de serpentes usem répteis falsos na Índia

Festival hindu que começa semana que vem registra maus tratos a animais.
Desrespeito a serpentes é crime no país desde 1972, mas prática continua.

A organização internacional de proteção aos animais Peta (sigla para Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais) pediu nesta sexta-feira (20) que os encantadores de serpentes na Índia usem répteis de mentira em suas atuações durante um festival que começará na semana que vem.

Em comunicado, a organização não governamental (ONG) denunciou que as serpentes costumam ser maltratadas no festival hindu Naag Panchami, feito em homenagem à espécie e celebrado em vários pontos do país.

“Não há lugar em uma sociedade civilizada para arrancar os dentes das serpentes ou costurar suas bocas”, criticou o coordenador da Peta na Índia, Chani Singh.

Segundo a organização, os encantadores também obrigam frequentemente os répteis a beberem leite, o que provoca desidratação e às vezes leva os animais à morte semanas depois. Além disso, as glândulas que contêm o veneno das serpentes são perfuradas com uma agulha quente.

A Peta fez um pedido à instituição que representa os encantadores na Índia para que sejam usados répteis falsos. “Não caçamos serpentes nem organizamos o festival. Somos contra a crueldade”, disse à Agência Efe o porta-voz da instituição, Sandeep Mukherjee.

O porta-voz acrescentou que os encantadores de serpentes “não têm outra maneira de ganhar a vida” e pediu que o governo ajude a categoria, composta de milhares de pessoas.

Desde 1972, é crime na Índia capturar, maltratar ou matar serpentes, embora a legislação do país não tenha sido respeitada nos últimos anos e seja possível encontrar encantadores em diversos lugares.

Fonte: Globo Natureza


23 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Ursos são presos em fazenda chinesa para a retirada da bile

Imagens divulgadas nesta quarta-feira mostram um grupo de ursos negros preso em uma fazenda de Hui’an, no sudoeste da China. Os animais são mantidos em cativeiro para a coleta da bile pela empresa Guizhentang, uma tradicional companhia de medicamentos chinesa.

A bile do urso é muito usada pela milenar medicina chinesa para tratar de problemas no fígado, infecções nos olhos, febre e outros sintomas, embora sua eficácia seja contestada. Ativistas criticam o procedimento, que segundo eles é extremamente doloroso para os animais.

Diversas entidades ligadas à proteção dos ursos trabalham para o fechamento das fazendas, que mantém os animais em pequenas jaulas improvisadas. O material coletado tem grande demanda na China, no Japão e na Coreia, mas atualmente, segundo ativistas, já existem substitutos naturais e sintéticos.

Imagens mostram uma fazenda na China onde os ursos são mantidos em cativeiro para a retirada da bile. Foto: AFP

Imagens mostram uma fazenda na China onde os ursos são mantidos em cativeiro para a retirada da bile Foto: AFP

Com informações das agências AFP e AP.


28 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Plantações de palmeiras na Indonésia ameaçam orangotangos

Habitat natural dos animais está sendo destruído para dar lugar a cultivo das árvores.

A bebê orangotango de 8 meses Elaine é uma entre tantos animais que estão sendo ameaçados pelo avanço do cultivo de palmeiras em áreas que outrora abrigavam florestas naIndonésia.

Muitos dos orangotangos continuam vivendo em regiões em que há um grande número de plantações de palmeiras, usadas para extração de óleo de dendê, mas estão sujeitos a diversos atos de violência. Click e veja o vídeo: http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&t=video&r=1&p=/portuguese/meta/dps/2011/12/emp/111227_orangotangos_indonesia_bg.emp.xml

Ambientalistas contam que muitos animais sofrem espancamentos e são mortos por funcionários de empresas locais de plantações de palmeiras.

Um trabalhador rural disse à BBC que colegas seus são pagos para afugentar os animais da região em que o cultivo se dá, já que as companhias consideram os orangotangos uma ameaça às suas plantações.

Orangotanto Elaine (Foto: Reprodução/BBC)

A filhote fêmea de orangotanto batizada de Elaine é uma entre tantos animais ameaçados pelo avanço do cultivo de palmeiras na Indonésia (Foto: Reprodução/BBC)

Fonte: BBC Brasil

 


8 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Tucano que teve as asas mutiladas em MT corre risco de não voar mais

Ave passa por processo doloroso para retirada dos restos das penas.
Biólogo disse que pássaro foi resgatado de residência após denúncia.

Um tucano que teve as duas asas mutiladas passa por um processo de recuperação extremamente lento e doloroso para que possa ter chances de retornar ao habitat natural, como explica o biólogo responsável pelos animais apreendidos pelo Batalhão Ambiental de Mato Grosso, cabo José Ronoaldo Ferreira. Vítima de maus-tratos, a ave foi resgatada em uma residência localizada em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, há quase um ano.

O tucano teve as asas cortadas rente à pele e para que nasçam novas penas é preciso retirar os pedaços que ficaram. “Quando são cortadas somente as pontas das penas, elas nascem de novo e permite que o animal voe novamente, mas nesse caso é preciso arrancar os restos das penas aos poucos para evitar que o animal sofra muito”, afirmou o biólogo, em entrevista ao G1, ao comentar sobre o risco que o pássaro corre de não voar mais caso não passe por esse processo.

O animal foi apreendido por meio de uma  denúncia anônima feita à Polícia Ambiental e o responsável pelo crime foi autuado.

O caso foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) e a Justiça é quem vai definir sobre a penalidade aplicada ao autor dos maus tratos contra a ave. Conforme a Lei 9.605 de 1998, dos Crimes Ambientais, maus-tratos contra animais domésticos, nativos ou exóticos caracterizam crime e podem render pena de detenção de três meses a um ano e multa.

Atrofiamento
Apesar de não terem sido mutiladas, quatro araras que também encontram-se sob os cuidados do órgão ambiental também passam por problemas. Elas não tem chance de voltar à natureza porque não sabem se quer voar. Segundo o cabo Ronoaldo, as aves criadas desde pequenas em cativeiro foram deixadas no Batalhão há cerca de 10 meses.

“Embora não tenham as asas cortadas, elas não voam de modo algum porque viviam em espaços muito pequenos”, frisou. Por causa desse atrofiamento, as duas araras-azuis e as duas da espécie canindé terão de viver para sempre no abrigo.

Tucano foi mutilado e corre o risco de ficar sem voar (Foto: Pollyana Araújo / G1)

Tucano foi mutilado e corre o risco de ficar sem voar (Foto: Pollyana Araújo / G1)

Fonte: Pollyana Araújo, G1, MT


11 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

EUA oferecem R$ 16 mil por agressor de tartaruga ameaçada

Empresas, organizações não-governamentais (ONGs) e pessoas físicas se uniram para oferecer uma recompensa de US$ 10 mil (R$ 16 mil) para pistas que levem à prisão de uma pessoa que feriu com um arpão uma tartaruga protegida por lei nos Estados Unidos. As informações são da agência AP.

A tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) foi tratado no Hospital da Tartaruga, em Florida Keys, e, de acordo com os médicos veterinários, deve ter uma recuperação total após um arpão atravessar a cabeça.

Segundo a TV WSVN, a recompensa arrecadada foi encaminhada às autoridades de proteção à vida selvagem, que procuram o suspeito pela agressão. O arpão atingiu a cabeça do animal logo atrás de um dos olhos.

Médicos veterinários retiram arpão da cabeça de tartaruga no último dia 4. A imagem foi divulgada nesta quarta-feira. Foto: AP

Médicos veterinários retiram arpão da cabeça de tartaruga no último dia 4. A imagem foi divulgada nesta quarta-feira. Foto:AP

Fonte: Portal Terra


9 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Aves maltratadas na infância se tornam adultos violentos

Filhotes de aves que sofrem violência de pássaros maiores têm maior tendência a serem violentos quando crescerem, afirma um estudo realizado pela universidade Wake Forest nos Estados Unidos. A partir do estudo de uma colônia de atobás, uma ave que vive na costa do Pacífico, cientistas descobriram que, como os humanos, eles alimentavam um “ciclo de violência”. As informações são da BBC.

Os atobás vivem em grandes colônias e a densidade populacional faz com que eles precisem brigar por espaço com frequência. A pesquisa mostrou que as aves mal tratadas na infância se tornam os mais violentas na vida adulta. É a primeira vez que se observou esse comportamento em animais selvagens. Três gerações de aves foram observadas ao longo do estudo, mostrando que a personalidade dos pássaros depende mais do ambiente do que da genética.

Fonte: Portal Terra


4 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Ministro da Ucrânia quer proibir prática de embebedar ursos

Governo afirma que animais são embriagados para fins de entretenimento.
Reserva selvagem está sendo criada para abrigar 80 ursos.

O ministro ucraniano do Meio Ambiente, Mykola Zlochevsky, prometeu nesta quarta-feira (3) libertar todos os ursos que são mantidos para fins de entretenimento em restaurantes, onde muitas vezes são embriagados.

Ursos capturados e domados eram frequentemente usados como entretenimento no Império Russo, que incluía a Ucrânia, o que fez do animal um símbolo nacional. A prática parece ter sobrevivido também ao fim do regime soviético, mas Zlochevsky disse que ela é desumana e inaceitável hoje em dia.

“Na televisão, continuam mostrando ursos sofrendo em restaurantes e hotéis de beira de estrada”, disse ele à Interfax, agência de notícias europeia. “Até quando vamos tolerar a tortura de animais em restaurantes, onde clientes bêbados fazem ursos beberem vodca para darem risada?”, afirma o ministro.

Zlochevsky disse que o ministério está criando um espaço em uma reserva animal para instalar cerca de 80 ursos que o órgão planeja liberar.

Fonte: Da Reuters


1 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

País tem cerca de 100 leões e 20 ursos à espera de um lar

As irmãs Biná e Hera, 15, têm um lar. Em 2003, as leoas foram deixadas em uma jaula em praça de Sumaré (118 km de São Paulo). Tinham queimaduras e lesões. Após negociações com órgãos ambientais, foram para um santuário ecológico em Cotia (Grande São Paulo).

Outros animais não tiveram a mesma sorte. Entidades que defendem os bichos estimam haver cerca de cem leões e 20 ursos no país à espera de abrigo definitivo – a maioria originária de circos.

Muitos ficam provisoriamente nesses locais ou em espaços adaptados. O problema também afeta animais exóticos e silvestres abandonados ou apreendidos após denúncias de maus-tratos.

Em 2008, havia 150 leões abandonados no país, segundo o Ibama. Dois anos antes, eram apenas 68. O órgão não tem números atuais.

Achados em jaulas deixadas em estradas ou apreendidos por ordem judicial, os animais vão para centros de triagem ou zoológicos, em espaços isolados do público.

“Eles chegam sem garras, queimados, com feridas abertas e infecções”, conta Silvia Pompeu, do santuário Rancho dos Gnomos.

O presidente da Arca Brasil, Marco Ciampi, diz que a população está mais atenta e tende a denunciar os casos.

Segundo ele, a proibição de animais nos circos influencia esse processo – por um lado, força os circos a deixarem de usá-los; por outro, cria a necessidade de remanejá-los para outros locais.

O microbiologista Pedro Ynterian, 71, presidente do Great Ape Project, ONG que cuida de 300 animais, diz que o poder público não tem onde colocá-los. “Há pelo menos 20 ursos em circos, que têm vontade de entregá-los, já que não podem mais exibi-los. Mas o Ibama não tem para onde levá-los.”

Para Ynterian, os zoológicos não são adequados. “Os animais desenvolvem problemas psicológicos por causa do assédio do público ou ficam em aposentos separados, ainda menores que os espaços de exposição.”

Hoje, dos 111 zoos no país, 77 estão em situação irregular, segundo o Ibama. Entre os problemas encontrados estão más condições de infraestrutura, pendências documentais e falta de identificação dos bichos. Há também registros de falta de segurança e crimes ambientais, como tráfico de animais.

Segundo o presidente da Sociedade de Zoológicos Brasileiros, Luiz Pires, a maioria enfrenta dificuldades financeiras e não tem condições de receber mais animais.

O Ibama afirma que a falta de vagas para bichos abandonados é sazonal e ocorre quando há grandes apreensões. Enquanto não se tem um destino certo, eles ficam em centros de triagem.

Os últimos dados de entrada de animais nesses centros são de 2009 -18.676 casos.

Santuário - Cinco quilos de carne por dia. Uma área de 1.400 m2 de vegetação. E até um deque de madeira construído em cima de pedras. Esse é o cenário de um santuário ecológico de Cotia, onde vivem 11 leões que foram abandonados.

O local, chamado de Rancho dos Gnomos, é administrado por uma entidade sem fins lucrativos e abriga cerca de 300 animais, principalmente exóticos e silvestres.

A maioria desses bichos foi acolhida pelo santuário depois de ter sido resgatada de situações de risco.

É o caso de Darshã, um leão de 16 anos de idade que viveu 13 destes anos em uma câmara desativada de um frigorífico em Cariacica (ES).

Darshã chegou ao santuário de Cotia com problemas nas patas e magro após ter sido encontrado em decorrência de uma denúncia encaminhada a órgãos ambientais.

De acordo com Marcos Pompeu, que fundou o santuário com a mulher, Silvia, o animal foi abandonado no frigorífico por um circo. O fim da exploração dos bichos pelos circos, em decorrência de mudanças na legislação, é uma das principais causas de abandono de animais.

O leão se recuperou. Pesa agora cerca de 300 kg e divide seu habitat com duas leoas. Perto dele ficam Baru e Vanbana, encontradas dentro de uma carreta em estrada perto de Ribeirão Preto.

Pompeu afirma que o tempo de recuperação de cada leão encontrado em situação de abandono chega a até oito meses. Em “quarentena”, os animais passam por exames, têm uma alimentação controlada e são castrados.

Muitos têm sequelas que levarão ao longo da vida -que dura perto de 23 anos. “[Quando morrem], na necropsia, descobrem-se tumores no corpo todo, baço arrebentado. Eles aguentam até ultrapassar o limite do suportável”, conta Silvia.

Neste ano, o santuário também deve receber Simba, que vive sozinho no que restou de um zoológico desativado em Ivinhema (MS).

O leão ficou famoso na internet depois que internautas criaram uma comunidade no Facebook para ajudá-lo.

O objetivo é buscar recursos para custear o transporte e a manutenção do animal – cada um custa em torno de R$ 1.000 por mês. O valor é pago por meio de parcerias com pessoas e empresas.

Fonte: Folha.com


27 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Filipinos são acusados de vender vídeos com tortura de animais

Segundo ONG, casal coagia jovens a fazer crueldade com bichos.
Filmes eram vendidos clandestinamente pela internet.

Apresentação da Peta mostrou trechos dos vídeos cruéis. (Foto: AFP)

Apresentação da Peta mostrou trechos dos vídeos cruéis. (Foto: AFP)

Um casal filipino é acusado de fazer dezenas de vídeos com adolescentes torturando e matando animais, e de distribuí-los na internet. De acordo com a organização Peta (Pessoas pela Ética no Tratamento dos Animais, na sigla em inglês), os vídeos eram vendidos em grupos de chat secretos.

Nas imagens, garotas usando minissaias e saltos altos cortam as orelhas de coelhos com uma tesoura. Depois ateiam fogo aos animais. Elas também aparecem queimando um cão com ferro de passar e pisando em filhotes. Ratos, cobras e um macaco também são vítimas de crueldades nos vídeos.

Os crimes foram denunciados às autoridades. O casal, no entanto, está foragido. A polícia acusa a dupla de crueldade contra os animais, abuso infantil e tráfico de seres humanos.

A Peta oferece uma recompensa equivalente a R$ 3.600 por informações que levem à sua captura.

A organização soube do esquema de venda dos vídeos por meio de um informante na Rússia. Um pacote com três vídeos chegava a custar R$ 300.

De acordo com a ONG, as meninas que aparecem nos filmes têm idades entre 12 e 18 anos. Elas teriam sido coagidas a cometer as crueldades depois de serem atraídas para a casa dos infratores com a promessa de um trabalho de babá.

Cartaz da Peta oferece recompensa por informações sobre o casal que fazia os vídeos. (Foto: AFP)

A Peta oferece recompensa por informações sobre o casal que fazia os vídeos. (Foto: AFP)

Fonte: Do Globo Natureza, com informações de agências.


21 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Filhote de peixe-boi usado como isca é resgatado no Amazonas

Mamífero com dois meses de vida foi encontrado em Barreirinha.
Há suspeita de que o animal tenha sido utilizado como isca em caça ilegal.

Filhote de peixe-boi é alimentado após chegar ao Inpa, em Manaus (AM) (Foto: Eduardo Gomes/Inpa)

Filhote de peixe-boi é alimentado após chegar ao Inpa, em Manaus (AM) (Foto: Eduardo Gomes/Inpa)

Um filhote de peixe-boi com cerca de dois meses de vida foi resgatado no último fim de semana na cidade de Barreirinha, a 330 km de Manaus (AM), e levado com urgência para as instalações do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) nesta segunda-feira (20).

Visivelmente abatido e desnutrido (o animal está com
8 kg, quando deveria pesar ao menos 16 kg), populares teriam encontrado o animal enroscado em uma rede de pesca. Entretanto, há suspeita de que o mamífero tenha sido utilizado em atividades de caça ilegal.

O Globo Natureza apurou com o Inpa que muitos pescadores utilizam o filhote de peixe-boi como isca, amarrando-o no rio por certo tempo na intenção de atrair a mãe e capturá-la.

Técnicos do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) vão apurar se o filhote encontrado iria ser utilizado para o crime ambiental.

O animal foi levado por veterinários da Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa) ao Inpa, onde vai permanecer em observação no Laboratório de Mamíferos Aquáticos. A região de Barreirinha, no interior do Amazonas, é conhecida por concentrar grande quantidade da espécie.

Há suspeita de que o filhote de dois meses tenha sido utilizado como isca durante caça ilegal à espécie (Foto: Eduardo Gomes/Inpa)

Há suspeita de que o filhote de dois meses tenha sido utilizado como isca durante caça ilegal à espécie (Foto: Eduardo Gomes/Inpa)

 

Fonte: Globo Natureza, em São Paulo


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