27 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Peixes ficam com medo ao sentir cheiro de açúcar exalado por ferida

Composição da substância que causa pavor nos peixes não era conhecida. Açúcar é percebido por neurônios especiais, que formam sistema de alerta.

Cardumes fogem quando sentem cheiro de açúcar exalado por um peixe ferido. (Foto: Flickr / Matt Kieffer)

Cardumes fogem quando sentem cheiro de açúcar exalado por peixe ferido. (Foto: Flickr / Matt Kieffer)

Um açúcar presente nas escamas dos peixes é liberado quando ocorre um ferimento. Ao sentir o cheiro da substância, o cardume sente medo e foge. A descoberta foi feita por um estudo da Universidade de Singapura, publicado na quinta-feira (23) no jornal científico “Current Biology”.

Até então, não se sabia qual era a composição da substância que provocava medo nos peixes, chamada genericamente de “coisa assustadora”. De acordo com o estudo, este açúcar é reconhecido por um tipo especializado de neurônios dos peixes, o que poderia indicar a existência um sistema de alerta que provoca medo em situações de perigo.

Os pesquisadores acreditam que pode ter ocorrido uma seleção natural de peixes capazes de sentir o cheiro do açúcar. Os que não conseguiam identificar a substância liberada pelo ferimento teriam menos chances de sobreviver.

Agora, os cientistas querem pesquisar se diferentes espécies de peixe liberam variedades diferentes de açúcares. Eles acreditam que a substância pode ter “sabores” diferentes, de acordo com o tipo de peixe, e querem verificar quais são os cheiros que cada espécie é capaz de sentir.

Segundo a equipe responsável pela pesquisa, as descobertas mostram que os peixes podem ajudar a investigar quais são as bases neurais do medo inato.

 

Fonte: Globo Natureza


7 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Na COP-16, ONGs brasileiras destacam biocombustíveis e combate ao desmatamento

07/11/2010

A participação das organizações não governamentais brasileiras nos eventos paralelos da COP-16 mostra o compromisso da sociedade civil do Brasil em iniciativas que pretendem colaborar para reverter o problema global das mudanças climáticas e propor soluções inovadoras para o maior desafio da humanidade no século 21. Produção sustentável de biocombustíveis, ação empresarial e combate ao desmatamento serão temas das discussões propostas pelas ONGs na Conferência das Nações Unidas sobre clima.

A União da Indústria de Cana-de-açúcar (UNICA), entidade representativa das principais unidades produtoras de açúcar, etanol (álcool combustível) e bioeletricidade no sudeste do Brasil, realiza no dia 6 de dezembro uma discussão relacionada ao papel dos biocombustíveis na redução das emissões de gases causadores do aquecimento global nas economias emergentes e sua participação na promoção do desenvolvimento sustentável.

A atuação dos empresários brasileiros nas discussões e iniciativas sobre mudanças climáticas no Brasil será tema de evento realizado pelo Conselho Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBEDS) no dia 7 de dezembro. Na discussão, a preparação do Brasil do ponto de vista das propostas para a redução das emissões de gases de efeito estufa para a conferência Rio+20, em 2012, a copa do mundo, em 2014 e os jogos olímpicos em 2016.

No dia 8 de dezembro, o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) promove um debate sobre financiamento e ações políticas voltadas para REDD no Brasil nos níveis local, estadual e nacional. O objetivo é abrir espaço para apresentações de especialistas no processo de participação política entre parceiros no planejamento sub-regional visando a Política Nacional sobre Mudanças Climáticas.

Fonte: MMA

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Peixes ficam com medo ao sentir cheiro de açúcar exalado por ferida

Composição da substância que causa pavor nos peixes não era conhecida. Açúcar é percebido por neurônios especiais, que formam sistema de alerta.

Cardumes fogem quando sentem cheiro de açúcar exalado por um peixe ferido. (Foto: Flickr / Matt Kieffer)

Cardumes fogem quando sentem cheiro de açúcar exalado por peixe ferido. (Foto: Flickr / Matt Kieffer)

Um açúcar presente nas escamas dos peixes é liberado quando ocorre um ferimento. Ao sentir o cheiro da substância, o cardume sente medo e foge. A descoberta foi feita por um estudo da Universidade de Singapura, publicado na quinta-feira (23) no jornal científico “Current Biology”.

Até então, não se sabia qual era a composição da substância que provocava medo nos peixes, chamada genericamente de “coisa assustadora”. De acordo com o estudo, este açúcar é reconhecido por um tipo especializado de neurônios dos peixes, o que poderia indicar a existência um sistema de alerta que provoca medo em situações de perigo.

Os pesquisadores acreditam que pode ter ocorrido uma seleção natural de peixes capazes de sentir o cheiro do açúcar. Os que não conseguiam identificar a substância liberada pelo ferimento teriam menos chances de sobreviver.

Agora, os cientistas querem pesquisar se diferentes espécies de peixe liberam variedades diferentes de açúcares. Eles acreditam que a substância pode ter “sabores” diferentes, de acordo com o tipo de peixe, e querem verificar quais são os cheiros que cada espécie é capaz de sentir.

Segundo a equipe responsável pela pesquisa, as descobertas mostram que os peixes podem ajudar a investigar quais são as bases neurais do medo inato.

 

Fonte: Globo Natureza


7 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Na COP-16, ONGs brasileiras destacam biocombustíveis e combate ao desmatamento

07/11/2010

A participação das organizações não governamentais brasileiras nos eventos paralelos da COP-16 mostra o compromisso da sociedade civil do Brasil em iniciativas que pretendem colaborar para reverter o problema global das mudanças climáticas e propor soluções inovadoras para o maior desafio da humanidade no século 21. Produção sustentável de biocombustíveis, ação empresarial e combate ao desmatamento serão temas das discussões propostas pelas ONGs na Conferência das Nações Unidas sobre clima.

A União da Indústria de Cana-de-açúcar (UNICA), entidade representativa das principais unidades produtoras de açúcar, etanol (álcool combustível) e bioeletricidade no sudeste do Brasil, realiza no dia 6 de dezembro uma discussão relacionada ao papel dos biocombustíveis na redução das emissões de gases causadores do aquecimento global nas economias emergentes e sua participação na promoção do desenvolvimento sustentável.

A atuação dos empresários brasileiros nas discussões e iniciativas sobre mudanças climáticas no Brasil será tema de evento realizado pelo Conselho Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBEDS) no dia 7 de dezembro. Na discussão, a preparação do Brasil do ponto de vista das propostas para a redução das emissões de gases de efeito estufa para a conferência Rio+20, em 2012, a copa do mundo, em 2014 e os jogos olímpicos em 2016.

No dia 8 de dezembro, o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) promove um debate sobre financiamento e ações políticas voltadas para REDD no Brasil nos níveis local, estadual e nacional. O objetivo é abrir espaço para apresentações de especialistas no processo de participação política entre parceiros no planejamento sub-regional visando a Política Nacional sobre Mudanças Climáticas.

Fonte: MMA

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