9 de novembro de 2012 | nenhum comentário »

Corais enviam ‘aviso químico’ para peixes devorarem algas tóxicas

Coral da espécie ‘Acropora nasuta’ libera substância química na água.
Ao devorar alga, peixe torna-se mais tóxico, o que ajuda a evitar predador.

Cientistas descobriram que uma espécie de coral envia “avisos químicos” para peixes para que eles devorem algas tóxicas, que causam danos a barreiras de corais e podem ameaçar a espécie. A pesquisa, realizada pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, foi publicada no site da revista “Science” nesta quinta-feira (8).

O crescimento excessivo de certos tipos de algas é um problema para os corais e ocorre devido a várias situações, como a diminuição da população de peixes no mar e as mudanças climáticas, afirmam os cientistas.

Liberando substâncias químicas na água, os corais da espécie Acropora nasuta ”recrutam” peixes de duas espécies (Gobiodon histrio e Paragobiodon enchinocephalus) que estejam próximos para que eles devorem as algas. Isso reduz danos que poderiam ocorrer às barreiras de corais, segundo a pesquisa.

A liberação da substância ocorre quando as algas entram em contato com os corais, aponta o estudo. A “contrapartida” é que os peixes tornam-se mais tóxicos, o que os ajuda a evitar ataques de predadores.

A relação é considerada mutualística e parecida com a que existe entre formigas e árvores acácias, afirmam os pesquisadores.

Peixe da espécie 'Gobiodon histro' se aproxima de alga tóxica em região de corais (Foto: Divulgação/Danielle Dixson/'Science')

Peixe da espécie 'Gobiodon histrio' se aproxima de alga tóxica em região de corais (Foto: Divulgação/Danielle Dixson/'Science')

Fonte: Globo Natureza


14 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Algas formam mancha marrom na Baía de Guanabara, no Rio

Uma grande mancha marrom apareceu nesta sexta-feira (13) na Baía de Guanabara, altura da Marina da Glória, na zona sul do Rio. Segundo o 1º GMar (Grupamento Marítimo) de Botafogo, a concentração de algas provocou a coloração escura na água.

Coordenador do projeto Olho Verde para o gerenciamento da zona costeira, o biólogo Mário Moscatelli afirma que é comum a aparição de algas na região nessa época do ano. Ele explica que, por causa do calor e da presença de nutrientes de esgoto, essas plantas se multiplicam com facilidade.

“Só através da análise podemos identificar a espécie dessas algas e saber se elas são tóxicas ou não”, disse o especialista.

A Folha tentou contato com a Feema (Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente), mas nenhum representante foi localizado.

Fonte: Diana Brito/ Folha.com


26 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Biodiesel de Algas: Promessa ou Futuro?

Confira o editorial do Journal of the Brazilian Chemical Society.

A demanda crescente por combustíveis “verdes” para a substituição dos combustíveis fósseis levou, em todo o mundo, ao lançamento de programas para a produção de biocombustíveis. O governo brasileiro, ao lançar primeiro o programa do álcool e depois o do biodiesel, saiu na frente nessa corrida. Hoje, no Brasil, é obrigatória a adição de álcool à gasolina (em teor que varia de 20 a 25% de acordo com a oferta de etanol anidro no mercado) e de biodiesel ao diesel (com teor fixo de 5%)¹. Para atender a demanda anual por mais de 40 bilhões de litros da mistura diesel/biodiesel, a produção desse biocombustível no Brasil já passou de 2 bilhões de litros ao ano, com uma forte tendência de aumento para conseguir acompanhar o crescente consumo da mistura diesel/biodiesel, que hoje cresce a uma taxa de quase 1% ao mês.

 

A vantagem dos biocombustíveis em relação aos combustíveis fósseis é a diminuição de emissão de CO2, SOx, fuligem e hidrocarbonetos. No entanto, se por um lado os biocombustíveis são menos poluidores, por outro a sua produção exige grandes áreas de terras agricultáveis. Como a demanda por combustíveis para transporte aumenta anualmente, a produção de biocombustíveis exigirá cada vez mais terras aráveis, e isso começa a ameaçar a segurança alimentar, porque produzir mais álcool significa produzir menos açúcar, e também porque, no Brasil, a maior parte do biodiesel é feita a partir do óleo de soja. Para que esse problema não se agrave, será necessário desenvolver novas tecnologias e, principalmente, passar a usar resíduos urbanos, industriais e agrícolas, além de novas fontes de biomassa como matéria-prima para a produção de biocombustíveis².

 

Entre as muitas alternativas de produção de biocombustíveis, o cultivo intensivo de algas e fungos vem recebendo especial atenção devido à possibilidade de se produzir até 200 vezes mais óleo ou açúcar por hectare, sem a necessidade do uso de terras férteis.

Tanto as algas como os fungos podem ser colhidos em poucos dias, o que não exige infraestrutura para armazenamento.

 

Esse fato levou pequenas e grandes empresas e muitos acadêmicos, em todo o mundo, a investirem recursos e muito tempo às pesquisas com algas como fonte de óleo e açúcar.

Os resultados alcançados, em pequena escala de laboratório, são animadores. Entretanto, todas as experiências com algas, em grande escala, para a produção de óleo visando a biocombustíveis falharam.

 

As principais razões dessas falhas foram:

1 – ataque de cepas selvagens não produtoras de óleo;

2 – preço alto dos nutrientes;

3 – o óleo obtido geralmente tem alto teor de ácidos graxos livres e elevado índice de iodo;

4 – dificuldades em se desidratar a alga para extração do óleo;

5 – controle difícil dos parâmetros acidez, temperatura e nutrientes para evitar quedas bruscas na produção e até mesmo a extinção dos cultivares das algas.

 

Como a tecnologia para a produção de biodiesel foi toda desenvolvida com base em catalisadores básicos³ o alto teor de ácidos graxos no óleo obtido de algas encarece o seu processo de produção, pois são necessárias onerosas etapas prévias de purificação. Esse problema é agravado pelo alto grau de insaturação do óleo que, por isso, é muito sensível à oxidação, sendo necessária a modificação do óleo antes de seu processamento ou o uso de aditivos antioxidantes. Em consequência, o custo de produção de óleo a partir de algas é hoje cerca de 20 vezes superior, por exemplo, ao do óleo de soja.

 

As algas têm grande potencial como futura fonte de matéria-prima para a produção de biodiesel. Entretanto, para que esse futuro se torne realidade, é necessário que se encontre condições adequadas para seu crescimento em grande escala, para que a produção de óleo seja viável economicamente. Até que isso aconteça, a produção de biodiesel a partir de algas deve ser encarada como uma solução de longo prazo. É por essas e outras razões que grandes empresas anunciaram recentemente que vão interromper suas pesquisas neste campo.

 

Hoje, a produção de biodiesel a partir de algas depende fortemente da pesquisa fundamental e de desenvolvimento tecnológico. Se as agências de fomento tiverem linhas de financiamento para estudos com algas para a produção de óleo, o Brasil poderá ganhar mais essa corrida dos biocombustíveis e começar, talvez, o que se pode chamar de uma segunda “revolução verde”.

 

Os programas do álcool e do biodiesel, além dos dividendos econômicos que renderam ao País, serviram para mostrar que sempre que há financiamento, os pesquisadores brasileiros se destacam no cenário internacional. O melhor exemplo é a liderança brasileira no ranking mundial das publicações científicas envolvendo estudos sobre biodiesel.

 

Referências

1. Pousa, G.P.A.G.; Santos, A.L.F.;Suarez, P.A.Z.; Energy Policy 2007, 35, 5393.

2. Suarez, P.A.Z.; Santos A.L.F.; Rodrigues J.P.; Alves, M. B.; Quim. Nova 2009, 32, 768.

3. Pinto, A. C.; Guarieiro, L. L. N.; Rezende, M. J. C.; Ribeiro, N. M.; Torres, E. A.; Lopes, W. A.; Pereira, P. A. P; de Andrade, J. B.; J. Braz. Chem. Soc. 2005, 16, 1313.

 

Editorial assinado pelos professores Paulo A. Z. Suarez (Universidade de Brasília) e Angelo C. Pinto (Universidade Federal do Rio de Janeiro e Editor JBCS).

Fonte: Jornal da Ciência


17 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Golfo do México terá o pior nível de oxigênio na água

As inundações que ocorreram no vale do rio Mississipi, nos EUA, provocaram uma “zona morta”, com baixíssimo nível de oxigênio (O2), ao norte do golfo do México. Será o pior índice desde 2002, segundo o US Geological Survey, instituto de pesquisa geológica americano.

A estimativa, a ser confirmada no segundo semestre, prevê a zona morta com uma área entre 22 mil e 24 mil quilômetros quadrados.

O crescimento da zona morta também interfere negativamente na recuperação do golfo, que sofreu com o vazamento de óleo da BP (British Petroleum) em 2010.

Todos os anos, as águas do Mississipi e do Atchafalaya são despejadas no golfo, fazendo com que as algas aumentem na região. A consequência imediata é a redução da quantidade de oxigênio que garante a existência da vida marinha local.

Para sobreviverem, peixes e crustáceos, entre outras espécies, precisam migrar para outras regiões ou, então, morrem com a falta de oxigênio.

O nitrogênio, com o qual se alimentam as algas, teve um acréscimo de 35% no volume despejado no golfo nos últimos 32 anos.

De acordo com o oceanógrafo Eugene Turner, da Universidade Estadual de Lousiana, a zona morta tem se tornado cada vez maior desde que a medição teve início na década de 70.

Fonte: DA ASSOCIATED PRESS


31 de março de 2011 | nenhum comentário »

Cientistas espanhóis produzem petróleo a partir de alga

Uma grande quantidade de tubos de oito metros de altura, perto de Alicante, no leste da Espanha, macera o que pode ser o combustível do amanhã: biopetróleo produzido com as microalgas que se alimentam do anídrido carbônico lançado por uma fábrica vizinha.

Cerca de 400 tubos de cor verde escura nos quais crescem milhões de microalgas estão localizados em uma planície dessa região do leste da Espanha, perto de um cemitério, que expele CO2, um gás que é capturado e levado por meio de tubulações até a pequena fábrica de biopetróleo.

Pesquisadores franceses e espanhóis da pequena empresa Bio Fuel Systems (BFS) desenvolvem há cinco anos este projeto, ainda experimental.

Em um momento em que os industriais buscam soluções criativas como alternativas para o petróleo, a ideia é reproduzir e acelerar um processo que durou milhões de anos e permitiu a produção de petróleo fóssil.

“Tentamos simular as condições que havia há milhões de anos, quando o fitoplâncton transformou-se em petróleo. Dessa forma, obtivemos um petróleo equivalente ao petróleo atual”, explica o engenheiro Eloy Chapuli.

As microalgas, procedentes de uma dezena de cepas mantidas em segredo, foram recolhidas do mar Mediterrâneo e do Oceano Atlântico.

Nos tubos, reproduzem-se em grande velocidade, desdobrando-se diariamente por fotossíntese e graças ao CO2 emitido pelo cemitério.

Todos os dias, uma parte desse líquido muito concentrado é extraída e filtrada, permitindo a obtenção de uma biomassa que produzirá petróleo. A água restante volta a ser introduzida nos tubos.

Para seus inventores, a outra grande vantagem desse sistema é que ajuda a acabar com a contaminação: absorve CO2 que, de outra forma acabaria na atmosfera.

“É um petróleo ecológico”, assegura o presidente e fundador da BFS, o engenheiro francês Bernard Stroïazzo-Mougin, que trabalhou em campos petrolíferos no Oriente Médio antes de se instalar na Espanha.

A fábrica de Alicante ainda tem mais de laboratório do que de fábrica. “Ainda precisaremos de cinco a 10 anos mais para passar a uma produção industrial”, assegura Stroïazzo-Mougin, que espera poder desenvolver no curto prazo um primeiro projeto em grande escala no sul da Espanha e outro na ilha portuguesa de Madeira.

“Uma unidade de cerca de 50 km por 50 km, o que não é algo muito grande nas zonas desérticas do sul da Espanha, poderia produzir em torno de 1,25 milhões de barris diários”, ou seja, quase tanto como as exportações cotidianas de petróleo iraquiano, afirma o engenheiro.

A BFS, uma empresa de capital privado, busca agora negociar com “vários países para que patrocinem a instalação de campos petrolíferos artificiais”, explica seu presidente.

A empresa assegura que poderá vender seus barris a um preço competitivo, apoiando-se na venda de produtos derivados, como ácidos graxos do tipo Omega 3 obtidos a partir da biomassa.

Outros projetos semelhantes estão sendo estudados em outras regiões do mundo.

Na Alemanha, o grupo estatal sueco de energia Vattenfall lançou em 2010 um projeto de absorção por meio de algas do dióxido de carbono emitido pelas centrais que funcionam com carvão.

O gigante americano do petróleo ExxonMobil previu um investimento de até 600 milhões de dólares em pesquisas destinadas a produzir petróleo a partir de algas.

Os industriais, particularmente no âmbito aeronáutico, estão interessados nessas pesquisas, nas quais esperam encontrar soluções para substituir o petróleo clássico, cada vez mais escasso e cujos preços são variáveis.

Fonte: Portal iG

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17 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

UFSCar vai transformar alga em biodiesel

Quem já passou pelos imensos canaviais do interior paulista conhece o cheiro desagradável da vinhaça, líquido que sobra após a produção de álcool. Cientistas e empresários apostam que o dejeto pode virar a base de um novo tipo de biodiesel.

A UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e a empresa Algae Biotecnologia assinaram na terça-feira (15) um contrato de cooperação tecnológica para colocar a ideia em prática.

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O plano é usar a vinhaça como “ração” para algas microscópicas, cujas células, ricas em moléculas de gordura, virariam biocombustível.

Nos próximos 30 meses, a parceria vai receber R$ 3,24 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), enquanto a Algae investirá mais R$ 320 mil.

Novas tecnologias criadas pelo projeto serão patenteadas, e possíveis lucros oriundos delas serão divididos meio a meio entre a universidade e a empresa, disse à Folha Sergio Goldemberg, gerente técnico da Algae.

“Vamos tomar cuidado para que os resultados das pesquisas não sejam publicados antes de garantirmos a propriedade intelectual sobre eles”, afirma.

Se tudo der certo, o projeto pode ajudar a resolver uma série de problemas ambientais e tecnológicos com uma cajadada só.

A vinhaça, que é basicamente a “água suja” que sobra depois da fermentação e da destilação do caldo de cana, é muito rica em sais e em compostos orgânicos difíceis de degradar.

Por isso mesmo, é poluente e demanda tratamento antes de ser lançada na natureza. “As algas removeriam parte desses poluentes e virariam matéria-prima”, explica Reinaldo Gaspar Bastos, engenheiro de alimentos do campus da UFSCar em Araras (SP) e líder da pesquisa.

Fonte: Reinaldo José Lopes/ Folha.com


16 de fevereiro de 2010 | nenhum comentário »

Qual a contribuição das árvores e algas para produção de O2?

Escrito por Cristina Leite 

 

Diariamente uma grande quantidade de CO2 é lançada na atmosfera, por isso para amenizar a poluição causada pelas atividades humanas, as plantas têm desenvolvido um importante papel na captura de gás carbônico e produção de oxigênio, por meio da fotossíntese. A atividade de absorção de CO2, energia luminosa, água e liberação de oxigênio, tanto das árvores quanto das algas, pode ser considerada um dos processos biológicos mais importantes do planeta.

 As áreas florestais, assim como algumas espécies de algas, são de extrema relevância para purificação do ar, mas parte do O2 que é produzido pelas árvores é também consumido pelas próprias, por meio da respiração. Porém, algumas espécies de algas fabricam muito mais oxigênio do que precisam e desta forma as algas são, juntamente com as árvores, importantes contribuintes para amenizar a quantidade de CO2 emitido por ações poluidoras. Além disso, as algas podem ter grande importância para produção de O2 porque ocupam uma área maior que a das árvores. “Afinal, 70% do planeta é coberto de água e todos os oceanos são habitados por algas microscópicas produtoras de oxigênio”, diz a bióloga, Estela Maria Plastino, da Universidade de São Paulo (USP).

 De acordo com o professor da Universidade Estadual de Londrina, Dr. Francisco Striquer Soares, é muito difícil afirmar que as algas são maiores produtoras de O2, a produção depende da espécie da alga, mas alguns fatores podem ser levados em consideração. Um dos pontos que podem contribuir com a maior produção de O2 pelas algas é que elas estão presentes em rios, oceanos e represas, alcançando assim maior extensão territorial.

Outro ponto mencionado pelo professor que favorece as algas, é que, para produção de O2, as algas precisam de energia luminosa, fundamental para a fotossíntese. “Em florestas, como as que situam na região da

Amazônia, onde se concentram uma quantidade expressiva de árvores de grande porte, com alto potencial para produção de O2, a energia solar, necessária para produção de O2, pode chegar numa camada de penetração de até 30 metros”, explica.

Por outro lado, a energia solar em rios e oceanos, além de alcançar grande extensão territorial pode chegar até 100 metros ou mais , alcançando assim uma profundidade maior do que nas florestas, o que destaca as algas em sua produção de oxigênio.

Os fatores apontados pelo professor fazem parte de estudos recentes, porém o que se já sabe é que a ameaça de extinção de algumas espécies de algas já é afirmada por alguns estudiosos. “Elas podem estar em ameaça de extinção se considerar que o aquecimento global afeta a temperatura das águas. Cada alga, de acordo com sua espécie precisa de uma determinada temperatura para as etapas do ciclo de vida, incluindo a reprodução, quando há mudanças significativas no tempo, compromete a proliferação dessas algas, consequentemente a produção de O2”, destaca.

Porém, grande importância existe em preservar as florestas, principalmente a da Amazônia. “Mais estudos devem ser direcionados aos microorganismos, porém o ser humano é um animal terrestre, devemos nos preocupar em cuidar ainda mais do ambiente onde estamos inseridos”, conclui Soares.
 

Fábricas de ar:

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Só as algas marinhas produzem mais da metade do gás vital
Origem – Bosques e florestas % Produzida – 24,9%
Origem – Estepes, campos e pastos % Produzida – 9,1%
Origem – Áreas cultivadas % Produzida – 8,0%
Origem – Regiões desérticas % Produzida – 3,0%
Origem – Árvores (total) % Produzida – 45%
Origem – Algas marinhas % Produzida – 54,7%
Origem – Algas de água doce % Produzida – 0,3%
Origem – Algas (total) % Produzida – 55%

Fonte: Ecologia, de Ramón Margalef






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9 de novembro de 2012 | nenhum comentário »

Corais enviam ‘aviso químico’ para peixes devorarem algas tóxicas

Coral da espécie ‘Acropora nasuta’ libera substância química na água.
Ao devorar alga, peixe torna-se mais tóxico, o que ajuda a evitar predador.

Cientistas descobriram que uma espécie de coral envia “avisos químicos” para peixes para que eles devorem algas tóxicas, que causam danos a barreiras de corais e podem ameaçar a espécie. A pesquisa, realizada pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, foi publicada no site da revista “Science” nesta quinta-feira (8).

O crescimento excessivo de certos tipos de algas é um problema para os corais e ocorre devido a várias situações, como a diminuição da população de peixes no mar e as mudanças climáticas, afirmam os cientistas.

Liberando substâncias químicas na água, os corais da espécie Acropora nasuta ”recrutam” peixes de duas espécies (Gobiodon histrio e Paragobiodon enchinocephalus) que estejam próximos para que eles devorem as algas. Isso reduz danos que poderiam ocorrer às barreiras de corais, segundo a pesquisa.

A liberação da substância ocorre quando as algas entram em contato com os corais, aponta o estudo. A “contrapartida” é que os peixes tornam-se mais tóxicos, o que os ajuda a evitar ataques de predadores.

A relação é considerada mutualística e parecida com a que existe entre formigas e árvores acácias, afirmam os pesquisadores.

Peixe da espécie 'Gobiodon histro' se aproxima de alga tóxica em região de corais (Foto: Divulgação/Danielle Dixson/'Science')

Peixe da espécie 'Gobiodon histrio' se aproxima de alga tóxica em região de corais (Foto: Divulgação/Danielle Dixson/'Science')

Fonte: Globo Natureza


14 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Algas formam mancha marrom na Baía de Guanabara, no Rio

Uma grande mancha marrom apareceu nesta sexta-feira (13) na Baía de Guanabara, altura da Marina da Glória, na zona sul do Rio. Segundo o 1º GMar (Grupamento Marítimo) de Botafogo, a concentração de algas provocou a coloração escura na água.

Coordenador do projeto Olho Verde para o gerenciamento da zona costeira, o biólogo Mário Moscatelli afirma que é comum a aparição de algas na região nessa época do ano. Ele explica que, por causa do calor e da presença de nutrientes de esgoto, essas plantas se multiplicam com facilidade.

“Só através da análise podemos identificar a espécie dessas algas e saber se elas são tóxicas ou não”, disse o especialista.

A Folha tentou contato com a Feema (Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente), mas nenhum representante foi localizado.

Fonte: Diana Brito/ Folha.com


26 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Biodiesel de Algas: Promessa ou Futuro?

Confira o editorial do Journal of the Brazilian Chemical Society.

A demanda crescente por combustíveis “verdes” para a substituição dos combustíveis fósseis levou, em todo o mundo, ao lançamento de programas para a produção de biocombustíveis. O governo brasileiro, ao lançar primeiro o programa do álcool e depois o do biodiesel, saiu na frente nessa corrida. Hoje, no Brasil, é obrigatória a adição de álcool à gasolina (em teor que varia de 20 a 25% de acordo com a oferta de etanol anidro no mercado) e de biodiesel ao diesel (com teor fixo de 5%)¹. Para atender a demanda anual por mais de 40 bilhões de litros da mistura diesel/biodiesel, a produção desse biocombustível no Brasil já passou de 2 bilhões de litros ao ano, com uma forte tendência de aumento para conseguir acompanhar o crescente consumo da mistura diesel/biodiesel, que hoje cresce a uma taxa de quase 1% ao mês.

 

A vantagem dos biocombustíveis em relação aos combustíveis fósseis é a diminuição de emissão de CO2, SOx, fuligem e hidrocarbonetos. No entanto, se por um lado os biocombustíveis são menos poluidores, por outro a sua produção exige grandes áreas de terras agricultáveis. Como a demanda por combustíveis para transporte aumenta anualmente, a produção de biocombustíveis exigirá cada vez mais terras aráveis, e isso começa a ameaçar a segurança alimentar, porque produzir mais álcool significa produzir menos açúcar, e também porque, no Brasil, a maior parte do biodiesel é feita a partir do óleo de soja. Para que esse problema não se agrave, será necessário desenvolver novas tecnologias e, principalmente, passar a usar resíduos urbanos, industriais e agrícolas, além de novas fontes de biomassa como matéria-prima para a produção de biocombustíveis².

 

Entre as muitas alternativas de produção de biocombustíveis, o cultivo intensivo de algas e fungos vem recebendo especial atenção devido à possibilidade de se produzir até 200 vezes mais óleo ou açúcar por hectare, sem a necessidade do uso de terras férteis.

Tanto as algas como os fungos podem ser colhidos em poucos dias, o que não exige infraestrutura para armazenamento.

 

Esse fato levou pequenas e grandes empresas e muitos acadêmicos, em todo o mundo, a investirem recursos e muito tempo às pesquisas com algas como fonte de óleo e açúcar.

Os resultados alcançados, em pequena escala de laboratório, são animadores. Entretanto, todas as experiências com algas, em grande escala, para a produção de óleo visando a biocombustíveis falharam.

 

As principais razões dessas falhas foram:

1 – ataque de cepas selvagens não produtoras de óleo;

2 – preço alto dos nutrientes;

3 – o óleo obtido geralmente tem alto teor de ácidos graxos livres e elevado índice de iodo;

4 – dificuldades em se desidratar a alga para extração do óleo;

5 – controle difícil dos parâmetros acidez, temperatura e nutrientes para evitar quedas bruscas na produção e até mesmo a extinção dos cultivares das algas.

 

Como a tecnologia para a produção de biodiesel foi toda desenvolvida com base em catalisadores básicos³ o alto teor de ácidos graxos no óleo obtido de algas encarece o seu processo de produção, pois são necessárias onerosas etapas prévias de purificação. Esse problema é agravado pelo alto grau de insaturação do óleo que, por isso, é muito sensível à oxidação, sendo necessária a modificação do óleo antes de seu processamento ou o uso de aditivos antioxidantes. Em consequência, o custo de produção de óleo a partir de algas é hoje cerca de 20 vezes superior, por exemplo, ao do óleo de soja.

 

As algas têm grande potencial como futura fonte de matéria-prima para a produção de biodiesel. Entretanto, para que esse futuro se torne realidade, é necessário que se encontre condições adequadas para seu crescimento em grande escala, para que a produção de óleo seja viável economicamente. Até que isso aconteça, a produção de biodiesel a partir de algas deve ser encarada como uma solução de longo prazo. É por essas e outras razões que grandes empresas anunciaram recentemente que vão interromper suas pesquisas neste campo.

 

Hoje, a produção de biodiesel a partir de algas depende fortemente da pesquisa fundamental e de desenvolvimento tecnológico. Se as agências de fomento tiverem linhas de financiamento para estudos com algas para a produção de óleo, o Brasil poderá ganhar mais essa corrida dos biocombustíveis e começar, talvez, o que se pode chamar de uma segunda “revolução verde”.

 

Os programas do álcool e do biodiesel, além dos dividendos econômicos que renderam ao País, serviram para mostrar que sempre que há financiamento, os pesquisadores brasileiros se destacam no cenário internacional. O melhor exemplo é a liderança brasileira no ranking mundial das publicações científicas envolvendo estudos sobre biodiesel.

 

Referências

1. Pousa, G.P.A.G.; Santos, A.L.F.;Suarez, P.A.Z.; Energy Policy 2007, 35, 5393.

2. Suarez, P.A.Z.; Santos A.L.F.; Rodrigues J.P.; Alves, M. B.; Quim. Nova 2009, 32, 768.

3. Pinto, A. C.; Guarieiro, L. L. N.; Rezende, M. J. C.; Ribeiro, N. M.; Torres, E. A.; Lopes, W. A.; Pereira, P. A. P; de Andrade, J. B.; J. Braz. Chem. Soc. 2005, 16, 1313.

 

Editorial assinado pelos professores Paulo A. Z. Suarez (Universidade de Brasília) e Angelo C. Pinto (Universidade Federal do Rio de Janeiro e Editor JBCS).

Fonte: Jornal da Ciência


17 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Golfo do México terá o pior nível de oxigênio na água

As inundações que ocorreram no vale do rio Mississipi, nos EUA, provocaram uma “zona morta”, com baixíssimo nível de oxigênio (O2), ao norte do golfo do México. Será o pior índice desde 2002, segundo o US Geological Survey, instituto de pesquisa geológica americano.

A estimativa, a ser confirmada no segundo semestre, prevê a zona morta com uma área entre 22 mil e 24 mil quilômetros quadrados.

O crescimento da zona morta também interfere negativamente na recuperação do golfo, que sofreu com o vazamento de óleo da BP (British Petroleum) em 2010.

Todos os anos, as águas do Mississipi e do Atchafalaya são despejadas no golfo, fazendo com que as algas aumentem na região. A consequência imediata é a redução da quantidade de oxigênio que garante a existência da vida marinha local.

Para sobreviverem, peixes e crustáceos, entre outras espécies, precisam migrar para outras regiões ou, então, morrem com a falta de oxigênio.

O nitrogênio, com o qual se alimentam as algas, teve um acréscimo de 35% no volume despejado no golfo nos últimos 32 anos.

De acordo com o oceanógrafo Eugene Turner, da Universidade Estadual de Lousiana, a zona morta tem se tornado cada vez maior desde que a medição teve início na década de 70.

Fonte: DA ASSOCIATED PRESS


31 de março de 2011 | nenhum comentário »

Cientistas espanhóis produzem petróleo a partir de alga

Uma grande quantidade de tubos de oito metros de altura, perto de Alicante, no leste da Espanha, macera o que pode ser o combustível do amanhã: biopetróleo produzido com as microalgas que se alimentam do anídrido carbônico lançado por uma fábrica vizinha.

Cerca de 400 tubos de cor verde escura nos quais crescem milhões de microalgas estão localizados em uma planície dessa região do leste da Espanha, perto de um cemitério, que expele CO2, um gás que é capturado e levado por meio de tubulações até a pequena fábrica de biopetróleo.

Pesquisadores franceses e espanhóis da pequena empresa Bio Fuel Systems (BFS) desenvolvem há cinco anos este projeto, ainda experimental.

Em um momento em que os industriais buscam soluções criativas como alternativas para o petróleo, a ideia é reproduzir e acelerar um processo que durou milhões de anos e permitiu a produção de petróleo fóssil.

“Tentamos simular as condições que havia há milhões de anos, quando o fitoplâncton transformou-se em petróleo. Dessa forma, obtivemos um petróleo equivalente ao petróleo atual”, explica o engenheiro Eloy Chapuli.

As microalgas, procedentes de uma dezena de cepas mantidas em segredo, foram recolhidas do mar Mediterrâneo e do Oceano Atlântico.

Nos tubos, reproduzem-se em grande velocidade, desdobrando-se diariamente por fotossíntese e graças ao CO2 emitido pelo cemitério.

Todos os dias, uma parte desse líquido muito concentrado é extraída e filtrada, permitindo a obtenção de uma biomassa que produzirá petróleo. A água restante volta a ser introduzida nos tubos.

Para seus inventores, a outra grande vantagem desse sistema é que ajuda a acabar com a contaminação: absorve CO2 que, de outra forma acabaria na atmosfera.

“É um petróleo ecológico”, assegura o presidente e fundador da BFS, o engenheiro francês Bernard Stroïazzo-Mougin, que trabalhou em campos petrolíferos no Oriente Médio antes de se instalar na Espanha.

A fábrica de Alicante ainda tem mais de laboratório do que de fábrica. “Ainda precisaremos de cinco a 10 anos mais para passar a uma produção industrial”, assegura Stroïazzo-Mougin, que espera poder desenvolver no curto prazo um primeiro projeto em grande escala no sul da Espanha e outro na ilha portuguesa de Madeira.

“Uma unidade de cerca de 50 km por 50 km, o que não é algo muito grande nas zonas desérticas do sul da Espanha, poderia produzir em torno de 1,25 milhões de barris diários”, ou seja, quase tanto como as exportações cotidianas de petróleo iraquiano, afirma o engenheiro.

A BFS, uma empresa de capital privado, busca agora negociar com “vários países para que patrocinem a instalação de campos petrolíferos artificiais”, explica seu presidente.

A empresa assegura que poderá vender seus barris a um preço competitivo, apoiando-se na venda de produtos derivados, como ácidos graxos do tipo Omega 3 obtidos a partir da biomassa.

Outros projetos semelhantes estão sendo estudados em outras regiões do mundo.

Na Alemanha, o grupo estatal sueco de energia Vattenfall lançou em 2010 um projeto de absorção por meio de algas do dióxido de carbono emitido pelas centrais que funcionam com carvão.

O gigante americano do petróleo ExxonMobil previu um investimento de até 600 milhões de dólares em pesquisas destinadas a produzir petróleo a partir de algas.

Os industriais, particularmente no âmbito aeronáutico, estão interessados nessas pesquisas, nas quais esperam encontrar soluções para substituir o petróleo clássico, cada vez mais escasso e cujos preços são variáveis.

Fonte: Portal iG

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17 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

UFSCar vai transformar alga em biodiesel

Quem já passou pelos imensos canaviais do interior paulista conhece o cheiro desagradável da vinhaça, líquido que sobra após a produção de álcool. Cientistas e empresários apostam que o dejeto pode virar a base de um novo tipo de biodiesel.

A UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e a empresa Algae Biotecnologia assinaram na terça-feira (15) um contrato de cooperação tecnológica para colocar a ideia em prática.

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O plano é usar a vinhaça como “ração” para algas microscópicas, cujas células, ricas em moléculas de gordura, virariam biocombustível.

Nos próximos 30 meses, a parceria vai receber R$ 3,24 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), enquanto a Algae investirá mais R$ 320 mil.

Novas tecnologias criadas pelo projeto serão patenteadas, e possíveis lucros oriundos delas serão divididos meio a meio entre a universidade e a empresa, disse à Folha Sergio Goldemberg, gerente técnico da Algae.

“Vamos tomar cuidado para que os resultados das pesquisas não sejam publicados antes de garantirmos a propriedade intelectual sobre eles”, afirma.

Se tudo der certo, o projeto pode ajudar a resolver uma série de problemas ambientais e tecnológicos com uma cajadada só.

A vinhaça, que é basicamente a “água suja” que sobra depois da fermentação e da destilação do caldo de cana, é muito rica em sais e em compostos orgânicos difíceis de degradar.

Por isso mesmo, é poluente e demanda tratamento antes de ser lançada na natureza. “As algas removeriam parte desses poluentes e virariam matéria-prima”, explica Reinaldo Gaspar Bastos, engenheiro de alimentos do campus da UFSCar em Araras (SP) e líder da pesquisa.

Fonte: Reinaldo José Lopes/ Folha.com


16 de fevereiro de 2010 | nenhum comentário »

Qual a contribuição das árvores e algas para produção de O2?

Escrito por Cristina Leite 

 

Diariamente uma grande quantidade de CO2 é lançada na atmosfera, por isso para amenizar a poluição causada pelas atividades humanas, as plantas têm desenvolvido um importante papel na captura de gás carbônico e produção de oxigênio, por meio da fotossíntese. A atividade de absorção de CO2, energia luminosa, água e liberação de oxigênio, tanto das árvores quanto das algas, pode ser considerada um dos processos biológicos mais importantes do planeta.

 As áreas florestais, assim como algumas espécies de algas, são de extrema relevância para purificação do ar, mas parte do O2 que é produzido pelas árvores é também consumido pelas próprias, por meio da respiração. Porém, algumas espécies de algas fabricam muito mais oxigênio do que precisam e desta forma as algas são, juntamente com as árvores, importantes contribuintes para amenizar a quantidade de CO2 emitido por ações poluidoras. Além disso, as algas podem ter grande importância para produção de O2 porque ocupam uma área maior que a das árvores. “Afinal, 70% do planeta é coberto de água e todos os oceanos são habitados por algas microscópicas produtoras de oxigênio”, diz a bióloga, Estela Maria Plastino, da Universidade de São Paulo (USP).

 De acordo com o professor da Universidade Estadual de Londrina, Dr. Francisco Striquer Soares, é muito difícil afirmar que as algas são maiores produtoras de O2, a produção depende da espécie da alga, mas alguns fatores podem ser levados em consideração. Um dos pontos que podem contribuir com a maior produção de O2 pelas algas é que elas estão presentes em rios, oceanos e represas, alcançando assim maior extensão territorial.

Outro ponto mencionado pelo professor que favorece as algas, é que, para produção de O2, as algas precisam de energia luminosa, fundamental para a fotossíntese. “Em florestas, como as que situam na região da

Amazônia, onde se concentram uma quantidade expressiva de árvores de grande porte, com alto potencial para produção de O2, a energia solar, necessária para produção de O2, pode chegar numa camada de penetração de até 30 metros”, explica.

Por outro lado, a energia solar em rios e oceanos, além de alcançar grande extensão territorial pode chegar até 100 metros ou mais , alcançando assim uma profundidade maior do que nas florestas, o que destaca as algas em sua produção de oxigênio.

Os fatores apontados pelo professor fazem parte de estudos recentes, porém o que se já sabe é que a ameaça de extinção de algumas espécies de algas já é afirmada por alguns estudiosos. “Elas podem estar em ameaça de extinção se considerar que o aquecimento global afeta a temperatura das águas. Cada alga, de acordo com sua espécie precisa de uma determinada temperatura para as etapas do ciclo de vida, incluindo a reprodução, quando há mudanças significativas no tempo, compromete a proliferação dessas algas, consequentemente a produção de O2”, destaca.

Porém, grande importância existe em preservar as florestas, principalmente a da Amazônia. “Mais estudos devem ser direcionados aos microorganismos, porém o ser humano é um animal terrestre, devemos nos preocupar em cuidar ainda mais do ambiente onde estamos inseridos”, conclui Soares.
 

Fábricas de ar:

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Só as algas marinhas produzem mais da metade do gás vital
Origem – Bosques e florestas % Produzida – 24,9%
Origem – Estepes, campos e pastos % Produzida – 9,1%
Origem – Áreas cultivadas % Produzida – 8,0%
Origem – Regiões desérticas % Produzida – 3,0%
Origem – Árvores (total) % Produzida – 45%
Origem – Algas marinhas % Produzida – 54,7%
Origem – Algas de água doce % Produzida – 0,3%
Origem – Algas (total) % Produzida – 55%

Fonte: Ecologia, de Ramón Margalef