26 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Ameaçados de extinção, filhotes de tigre brincam em zoo da Alemanha

Com três meses de vida, felinos foram fotografados em Frankfurt.
Segundo organização ambiental, há 500 exemplares da espécie no mundo.

sdsa (Foto: Alex Domanski/Reuters)

Dois filhotes de tigre-de-sumatra (Panthera tigris sumatrae), cada um com três meses de idade, foram fotografados nesta quinta-feira (25) brincando na jaula do zoológico de Frankfurt, na Alemanha. Os pequenos felinos foram batizados de Taru e Asim (Foto: Alex Domanski/Reuters)

dsas (Foto: Alex Domanski/Reuters)

Endêmico da Indonésia, o tigre-de-sumatra está em situação crítica de ameaça de extinção, segundo a lista vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na tradução do inglês). De acordo com a organização ambiental, atualmente existem no mundo cerca de 500 exemplares desta espécie (Foto: Alex Domanski/Reuters)

Fonte: Globo Natureza, SP


16 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Comércio ilegal de marfim precisa ser reprimido, afirma CITES

Órgão internacional de proteção a espécies ameaçadas afirma que elefantes e rinocerontes correm risco de extinção

O Comitê Permanente do Convenção Internacional para a Proteção de Espécies Ameaçadas (CITES) iniciou nesta segunda-feira uma semana de reuniões na qual espera conscientizar os países a adotarem medidas para frear o aumento do comércio ilegal de presas de elefante e chifres de rinoceronte.

Atualmente, o Vietnã é o maior destinatário de chifres de rinoceronte, graças às propriedades atribuídas para o tratamento de câncer, enquanto o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) criticou o governo vietnamita por fazer “pouco caso para contornar este problema, apesar das denúncias que muitos consumidores de chifres são funcionários públicos”.

Além disso, a ONG assinalou que estão preocupados quanto ao comércio ilegal de chifres de rinoceronte na Tailândia, assim como as que apontam que na China se está criando este animal unicamente para a comercialização e, por sua vez, citou um documento aprovado pela entidade oficial da medicina tradicional chinesa, que indica que suas supostas propriedades contra o câncer não foram comprovadas.

O comitê da CITES debaterá igualmente um relatório sobre a caça ilegal de elefantes e o comércio ilícito de marfim, e que aponta a China e a Tailândia como os maiores países consumidores de marfim em seu estado bruto.

Rinoceronte jovem convive com elefante na Àfrica do Sul: ambas espécies estão ameaçadas pelo comércio ilegal de marfim. Foto: Getty Images

Fonte: EFE


29 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Cientistas preparam genoma do demônio da Tasmânia

Objetivo é proteger o animal ameaçado de extinção.
Doença contagiosa já eliminou cerca de 80% da população.

Os conservacionistas poderiam lançar mão de estudos genéticos para selecionar melhor os exemplares de demônios da Tasmânia a capturar para salvar a espécie da extinção, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (27).

O marsupial tem sido vítima de um tipo de câncer altamente contagioso, que causa tumores faciais (DFTD, na sigla em inglês) e que, desde sua descoberta há quinze anos, eliminou entre 70% e 90% de sua população em algumas áreas da Austrália, de onde é originário.

“Imaginem só um câncer humano que fosse contagioso através do aperto de mão. Erradicaria nossa espécie muito rapidamente”, disse Stephan Schuster, professor de bioquímica e biologia molecular da Penn State University e principal autor do estudo.

Os especialistas preveem que a epidemia poderia aniquilar toda a espécie em 2016, se alcançasse a totalidade do território onde vivem os demônios da Tasmânia.

Nos últimos anos, especialistas em conservação capturaram exemplares saudáveis para criação em zoológico e posterior soltura de novos animais uma vez que a doença for erradicada.

O estudo, publicado na edição desta segunda-feira das atas da Academia Americana de Ciências, sugere como usar a informação derivada do sequenciamento genético da espécie – obtida pela primeira vez por cientistas australianos no ano passado – para selecionar geneticamente uma espécie mais resistente.

Embora pareça lógico selecionar apenas animais com maior resistência inata ao DFTD, Schuster explicou que é importante manter certa diversidade genética para evitar futuras epidemias.

É preciso “desenvolver um conjunto de exemplares saudáveis variados, que podem lutar contra futuras doenças ou até mesmo contra agentes patogênicos que talvez ainda não tenham evoluído”, disse.

Para decidir quais indivíduos escolher em função do seu perfil genético, os cientistas sequenciaram o genoma de um denômio chamado Cedric, nascido em cativeiro e que demonstrou certa resistência ao câncer antes de, eventualmente, sucumbir a uma nova cepa.

Também foram analisados os dados genéticos de uma fêmea, Spirit, nascida em liberdade e que morreu em decorrência da doença, bem como de um de seus tumores.

Em seguida, compararam a informação genética recente com a encontrada em 175 exemplares de demônios em museus.

As informações foram combinadas para criar um modelo que determine quais animais capturar para desenvolver um programa de criação em cativeiro similar aos já existentes na Tasmânia e na Austrália em geral, destacou o estudo.

Fonte: Da France Presse






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Ameaçados de extinção, filhotes de tigre brincam em zoo da Alemanha

Com três meses de vida, felinos foram fotografados em Frankfurt.
Segundo organização ambiental, há 500 exemplares da espécie no mundo.

sdsa (Foto: Alex Domanski/Reuters)

Dois filhotes de tigre-de-sumatra (Panthera tigris sumatrae), cada um com três meses de idade, foram fotografados nesta quinta-feira (25) brincando na jaula do zoológico de Frankfurt, na Alemanha. Os pequenos felinos foram batizados de Taru e Asim (Foto: Alex Domanski/Reuters)

dsas (Foto: Alex Domanski/Reuters)

Endêmico da Indonésia, o tigre-de-sumatra está em situação crítica de ameaça de extinção, segundo a lista vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na tradução do inglês). De acordo com a organização ambiental, atualmente existem no mundo cerca de 500 exemplares desta espécie (Foto: Alex Domanski/Reuters)

Fonte: Globo Natureza, SP


16 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Comércio ilegal de marfim precisa ser reprimido, afirma CITES

Órgão internacional de proteção a espécies ameaçadas afirma que elefantes e rinocerontes correm risco de extinção

O Comitê Permanente do Convenção Internacional para a Proteção de Espécies Ameaçadas (CITES) iniciou nesta segunda-feira uma semana de reuniões na qual espera conscientizar os países a adotarem medidas para frear o aumento do comércio ilegal de presas de elefante e chifres de rinoceronte.

Atualmente, o Vietnã é o maior destinatário de chifres de rinoceronte, graças às propriedades atribuídas para o tratamento de câncer, enquanto o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) criticou o governo vietnamita por fazer “pouco caso para contornar este problema, apesar das denúncias que muitos consumidores de chifres são funcionários públicos”.

Além disso, a ONG assinalou que estão preocupados quanto ao comércio ilegal de chifres de rinoceronte na Tailândia, assim como as que apontam que na China se está criando este animal unicamente para a comercialização e, por sua vez, citou um documento aprovado pela entidade oficial da medicina tradicional chinesa, que indica que suas supostas propriedades contra o câncer não foram comprovadas.

O comitê da CITES debaterá igualmente um relatório sobre a caça ilegal de elefantes e o comércio ilícito de marfim, e que aponta a China e a Tailândia como os maiores países consumidores de marfim em seu estado bruto.

Rinoceronte jovem convive com elefante na Àfrica do Sul: ambas espécies estão ameaçadas pelo comércio ilegal de marfim. Foto: Getty Images

Fonte: EFE


29 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Cientistas preparam genoma do demônio da Tasmânia

Objetivo é proteger o animal ameaçado de extinção.
Doença contagiosa já eliminou cerca de 80% da população.

Os conservacionistas poderiam lançar mão de estudos genéticos para selecionar melhor os exemplares de demônios da Tasmânia a capturar para salvar a espécie da extinção, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (27).

O marsupial tem sido vítima de um tipo de câncer altamente contagioso, que causa tumores faciais (DFTD, na sigla em inglês) e que, desde sua descoberta há quinze anos, eliminou entre 70% e 90% de sua população em algumas áreas da Austrália, de onde é originário.

“Imaginem só um câncer humano que fosse contagioso através do aperto de mão. Erradicaria nossa espécie muito rapidamente”, disse Stephan Schuster, professor de bioquímica e biologia molecular da Penn State University e principal autor do estudo.

Os especialistas preveem que a epidemia poderia aniquilar toda a espécie em 2016, se alcançasse a totalidade do território onde vivem os demônios da Tasmânia.

Nos últimos anos, especialistas em conservação capturaram exemplares saudáveis para criação em zoológico e posterior soltura de novos animais uma vez que a doença for erradicada.

O estudo, publicado na edição desta segunda-feira das atas da Academia Americana de Ciências, sugere como usar a informação derivada do sequenciamento genético da espécie – obtida pela primeira vez por cientistas australianos no ano passado – para selecionar geneticamente uma espécie mais resistente.

Embora pareça lógico selecionar apenas animais com maior resistência inata ao DFTD, Schuster explicou que é importante manter certa diversidade genética para evitar futuras epidemias.

É preciso “desenvolver um conjunto de exemplares saudáveis variados, que podem lutar contra futuras doenças ou até mesmo contra agentes patogênicos que talvez ainda não tenham evoluído”, disse.

Para decidir quais indivíduos escolher em função do seu perfil genético, os cientistas sequenciaram o genoma de um denômio chamado Cedric, nascido em cativeiro e que demonstrou certa resistência ao câncer antes de, eventualmente, sucumbir a uma nova cepa.

Também foram analisados os dados genéticos de uma fêmea, Spirit, nascida em liberdade e que morreu em decorrência da doença, bem como de um de seus tumores.

Em seguida, compararam a informação genética recente com a encontrada em 175 exemplares de demônios em museus.

As informações foram combinadas para criar um modelo que determine quais animais capturar para desenvolver um programa de criação em cativeiro similar aos já existentes na Tasmânia e na Austrália em geral, destacou o estudo.

Fonte: Da France Presse