25 de maio de 2011 | nenhum comentário »

América Latina tem maior biodiversidade preservada do mundo

A América Latina e o Caribe concentram a maior extensão no mundo de florestas dedicadas à conservação da biodiversidade, com 26% dos 366 milhões de hectares destinados a esta função em nível global, informou nesta terça-feira (24) a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Por ocasião do Dia Mundial da Biodiversidade, promovido em 22 de maio, a FAO destacou nesta terça-feira que a América do Sul, a América Central, o México e o Caribe acolhem mais de 97 milhões de hectares cuja principal função é conservar a diversidade biológica.

“Bilhões de pessoas dependem das florestas, e cada um dos habitantes do planeta se beneficia delas”, informou em comunicado o oficial encarregado do Escritório Regional da FAO para a América Latina e o Caribe, Alan Bojanic.

“A biodiversidade das florestas é fonte de alimentos e remédios e dezenas de produtos madeireiros e não madeireiros”, afirmou Bojanic. A organização destacou que as florestas representam “um dos depósitos mais importantes de diversidade biológica terrestre” e cumprem, além disso, um importante papel na retenção de carbono e na redução das emissões de gases do efeito estufa.

“A perda da diversidade florestal implica menores oportunidades de obter remédios, alimentos, matérias-primas e empregos. Em uma palavra: bem-estar”, resumiu Bojanic. Segundo dados da FAO, a área florestal dedicada à conservação da biodiversidade aumentou em mais de 95 milhões de hectares desde 1990 em nível mundial. Na América Latina e no Caribe, a superfície desse tipo de área cresceu em 3 milhões de hectares anuais desde 2000.

No total, a região possui cerca de 50% das florestas primárias do mundo, as maiores no ponto de vista da biodiversidade e da conservação, as quais cobrem mais de 663 milhões de hectares.

Fonte: Portal Terra


13 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Embrapa é a responsável por banco de material genético de animais selvagens da América Latina

O primeiro banco de material genético (germoplasma) de animais selvagens da América Latina está aos cuidados, a partir de quarta-feira (12), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A Fundação Jardim Zoológico de Brasília era a depositária da unidade de conservação do material, mas um acordo possibilitou a cooperação técnica e a transferência dos germoplasmas.

A ação conjunta é um avanço no trabalho de conservação e pesquisa com animais silvestres e exóticos, em prática desde 2010. No acordo assinado, fica assegurado ao zoológico de Brasília, o acesso, em primeira mão, a qualquer material genético com vistas à conservação e pesquisa.

Com a tecnologia, poderá ser feita reprodução assistida de animais, que engloba a inseminação artificial, fertilização in vitro e transferência de embrião. O armazenamento das células-tronco possibilita, por exemplo, tratamento de animais, pesquisa e, caso necessário, a clonagem de animais. O material genético fica guardado em botijões de nitrogênio a 196 graus Celsius abaixo de zero.

A Embrapa já mantém um banco de germoplasma com maioria de espécies doméstica. Alexandre Floriani Ramos, pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, disse que o foco é a conservação dos recursos genéticos, principalmente, de espécies ameaçadas. “O material estará resguardado para uso futuro em pesquisas ou na reintrodução dessas espécies, eventualmente extintas, na natureza”, completa.

O diretor-presidente do zoológico de Brasília, José Belarmino da Gama, comemora a parceria. “Tínhamos um custo muito elevado. Agora com o convênio com a Embrapa, que já fazem isso em animais de produção, poderemos ampliar esse trabalho sem custo para o zoológico”, afirma Belarmino.

Em quase um ano de projeto no zoológico, já foram coletados materiais genéticos de 21 animais, como lobo-guará, raposa, macaco-prego e tamanduá.

Fonte: Agência Brasil


23 de março de 2011 | nenhum comentário »

FAO alerta para alto nível de desmatamento na América Latina

O subdiretor da Agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), Eduardo Rojas, alertou nesta terça-feira (22) para o desmatamento que a América Latina sofre, especialmente a Argentina, que tem “níveis mais elevados que muitos países africanos”.

Rojas participa de um simpósio internacional sobre sustentabilidade, que reúne até o próximo sábado (26) 400 especialistas na cidade de Burgos, no norte da Espanha.

Na sessão desta terça-feira, a primeira do congresso, o subdiretor da FAO lembrou que o ritmo de desmatamento anual se situa em 5,2 milhões de hectares, de um total de 4 bilhões no mundo todo.

No entanto, ressaltou que este número representa um terço do registrado nos anos 70 e 80.

Em comparação com outras regiões do mundo, Rojas ressaltou que a América Latina foi uma das maiores “decepções”, porque “não consegue avançar”.

Apesar de tudo, também há casos “promissores”, entre os quais se destacam Costa Rica, Chile e Uruguai.

Além disso, o Brasil “vive melhoras significativas desde 2008?, e em 2010 são esperados mais avanços.

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Segundo Rojas, seria necessário restaurar 1,5 bilhão de hectares de florestas, uma operação que custaria em torno de US$ 1 trilhão.

Fonte: Portal iG


24 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

América Latina reforça liderança mundial em energias renováveis

Com 30% da produção de energias renováveis, especialmente biomassa, a América Latina se encontra na vanguarda do setor no mundo, disse nesta terça-feira (22), em Miami, o ex-presidente da Costa Rica José María Figueres em um fórum sobre novas fontes de energia.

Figueres destacou o trabalho de países como Brasil, Costa Rica, México e Chile, onde as políticas governamentais foram um fator-chave para que os políticos e empresários entendessem a urgência deste temas.

“O tema é muito importante, porque vivemos em um mundo com recursos limitados, sobretudo em hidrocarbonetos. Vamos seguir tendo (hidrocarbonetos) durante os próximos 20 ou 30 anos, mas não além disso, e cada vez mais a um preço maior. Por isso, quanto mais rápido realizarmos a mudança total à utilização de energia renovável, melhor para todos”, assegurou Figueres.

O ex-presidente também destacou as condições topográficas da região, favoráveis à exploração de fontes alternativas de energia. “A América Latina tem um grande potencial para desenvolver energia eólica e geotérmica, porque temos muitos vulcões”, afirmou.

De acordo com Figueres, o importante é contar com redes de distribuição inteligentes que permitam que a energia chegue a todos os pontos da região, que tem 35 milhões de pessoas ainda sem acesso a nenhuma fonte de energia.

Fonte: Ambiente Brasil

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16 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

América Latina pede ao Japão que pare com caça científica

Os países latino-americanos membros da Comissão Baleeira Internacional, do chamado “Grupo de Buenos Aires”, pediram ao Japão para que pare com a caça científica da espécie nas águas antárticas, em um santuário estabelecido pelo grupo para proteger as baleias.

Os governos de Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Equador, México, Panamá, Peru e Uruguai rejeitaram a caça de cerca de mil baleias, incluindo espécies ameaçadas, no Santuário de Baleias do Oceano Antártico, indicou um comunicado publicado na página oficial do governo argentino.

As nações reafirmaram o compromisso com a conservação das baleias, a manutenção da moratória comercial em vigor desde 1986, a promoção do uso não letal do recurso e o respeito à integridade dos santuários baleeiros reconhecidos pela comissão.

Acrescentaram que a continuidade das capturas realizadas ano após ano, apesar das críticas da comunidade internacional, não contribui para manter o ambiente de confiança para um diálogo construtivo, único fórum multilateral reconhecido para o manejo e a conservação das baleias.

Fonte: Folha.com

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11 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Plano brasileiro de combate a desmatamento é modelo na A. Latina

O projeto contra o desmatamento que o Brasil implementou nos últimos oito anos pode servir de modelo para o resto da América Latina, afirmou nesta quinta-feira (10) o engenheiro florestal Tasso Azevedo.

Azevedo, que foi diretor do Programa Nacional de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, falou nesta quinta-feira na Costa Rica, no marco da conferência internacional TEDx, sobre a bem-sucedida experiência brasileira quanto à redução do desmatamento na Amazônia e seu impacto na fixação de carbono.

De acordo com Azevedo, entre 2004 e 2010, o Brasil reduziu o desmatamento na floresta de 27 mil para 6,4 mil quilômetros quadrados.

Segundo o especialista, o sucesso deste programa se deve ao fato de ter atacado o problema de diferentes frentes.

“O mogno se tornou o símbolo do desmatamento no Brasil. O desafio era quebrar o negócio dos que decepavam ilegalmente a floresta, portanto, em vez de enviar muitas vezes a Polícia, esperamos que houvesse uma boa quantidade de madeira e fomos com a imprensa”, ressaltou o engenheiro.

“Chegamos a ter 30 mil metros cúbicos de madeira, mas em vez de leiloá-los, como normalmente era feito (…), decidimos doá-los a uma ONG para sua exportação, e os lucros foram destinados a um fundo especial para o desenvolvimento das comunidades afetadas pelo desmatamento”, acrescentou.

Segundo ele, os leilões permitiam que os que cortassem a madeira a recomprassem legalmente nesses eventos.

Ao mesmo tempo, o Governo brasileiro iniciou uma monitoração em tempo real das selvas amazônicas, o que permitiu, entre 2005 e 2010, a detenção de 700 pessoas.

Azevedo afirmou que, além disso, se aumentou em 500 mil quilômetros quadrados o território brasileiro protegido e que são promovidas ações para responsabilizar pelo desmatamento não só os que decepavam as árvores, mas todos os envolvidos no negócio, como bancos, comerciantes e transportadoras.

Outra preocupação era a quantidade de carbono que não estava sendo fixado devido à redução das florestas: os 27 mil quilômetros quadrados desflorestados em 2004 representaram um trilhão de toneladas de carbono que chegaram à atmosfera, segundo o especialista.

O Brasil decidiu então lançar um fundo de carbono, mas com um esquema diferente do que tradicionalmente se seguia no mundo, pois não se tratou de uma compra de bônus.

“Não demos crédito”, ou seja, os doadores que, como a Noruega, se comprometeram a fornecer US$ 1 trilhão em sete anos não pagaram para compensar uma quantidade específica de suas emissões, mas simplesmente pelo serviço que a Amazônia presta ao planeta.

Para Azevedo, o caminho empreendido pelo Brasil é apenas o início das muitas ações necessárias a nível global, mas ele assegurou que, embora a tendência de emissões atualmente seja alarmante (52 mil toneladas ao ano), ainda é possível revertê-la.

“No Brasil, 60% dos gases de efeito estufa são produzidos pelo desmatamento” e, por isso, se decidiu atacar este problema de forma prioritária. “O desafio é grande, mas não impossível”, concluiu.

Fonte: Portal iG


8 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

ONU critica proteção das florestas na América Latina

A FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) lamentou que a América Latina siga atrasada na luta contra o desmatamento em relação a outras regiões do planeta.

O diretor-geral adjunto da FAO para florestas, Eduardo Rojas, assinalou que a massa florestal nos países sul-americanos foi reduzida de 904 milhões de hectares para 864 milhões de hectares na última década.

“A América Latina é a região que mais decepciona, já que a situação social e econômica pode ser comparada à da Ásia, mas em geral (os países) não aproveitaram a oportunidade como os asiáticos quando suas economias passaram a ser emergentes”, disse Rojas em entrevista à imprensa, por ocasião do lançamento do Ano Internacional das Florestas na quarta-feira.

De acordo com Rojas, a situação dos recursos florestais na América Latina continua sendo problemática devido ao não aproveitamento dos recentes anos de crescimento econômico para aumentar a proteção de suas florestas, que representam 57% da massa florestal primária do planeta.

Rojas assinalou que os governos não aproveitaram a redução da agricultura de subsistência, atividade que gera maior desmatamento, para implementar políticas e investir recursos para aumentar a extensão das florestas.

“No leste da Ásia foram investidos recursos e desenvolvidas políticas, coisa que não se viu na América Latina”, indicou, embora reconheça que há indícios consideráveis de que arrefeceu o ritmo do desmatamento da floresta amazônica no Brasil.

Desempenho – A FAO afirmou em relatório sobre o estado das florestas divulgado na quarta-feira que a América Latina conseguiu reduzir o desmatamento em apenas 5% na última década, muito abaixo dos 37% registrados pelo mundo em geral.

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Atualmente, o planeta conta com uma massa florestal de 4,032 bilhões de hectares, 53 milhões de hectares menos que em 2000.

O ritmo do desaparecimento das árvores, no entanto, caiu de 8,3 milhões de hectares, entre 1990 e 2000, para 5,2 milhões na década passada.

Estes avanços, explicou Rojas, indicam que as florestas do planeta poderiam voltar a crescer em poucos anos se for mantida a atual tendência e reduzido o “ritmo alarmante” dos desmatamentos na região amazônica e nos países africanos.

A China, por exemplo, iniciou um enorme programa de reflorestamento que aumentará sua massa florestal de 120 milhões de hectares para 200 milhões, segundo a FAO.

A Assembleia Geral da ONU declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas para chamar a atenção sobre a necessidade de tramitar, conservar e sustentar os recursos florestais do planeta, dos quais dependem para seu sustento pelo menos 1,6 bilhão de pessoas. (Fonte: Folha.com)


14 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

ONU: crescimento de cidades e desmatamento ameaçam América Latina

O crescimento desordenado das cidades e o desmatamento, especialmente na Amazônia brasileira, são os principais problemas ambientais da América Latina, onde a maioria das geleiras pode desaparecer em 20 anos, adverte o primeiro atlas ambiental da região, elaborado pela ONU e divulgado nesta segunda-feira (13) no Panamá.

“A falta de planejamento e o crescimento urbano desproporcional são os principais problemas ambientais na América Latina”, disse à AFP Graciela Metternicht, coordenadora do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) para a América Latina.

Segundo os especialistas, 8 em cada 10 latino-americanos moram em cidades, o que faz com que haja muitas construções em áreas vulneráveis aos efeitos climáticos, como chuvas, furacões e terremotos.

De acordo com este documento, sete países do Caribe estão entre os mais propensos do mundo a sofrer algum desastre natural, resultante do mau planejamento.

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Além disso, segundo Metternicht, a superpopulação “provoca falta de serviços sanitários básicos, maus sistemas de transporte ou uma disposição inadequada dos dejetos que podem produzir efeitos secundários, como a contaminação atmosférica”.

A Costa Rica apresenta uma taxa de crescimento populacional e de desmatamento do Vale Central que está entre “as mais altas do mundo” e em El Salvador, 95% das águas residuais “são lançadas sem tratamento” e 90% da água apresenta “altos níveis de contaminação química e biológica”.

Além disso, por causa da concentração populacional e dos “padrões de consumo”, a Colômbia apresenta índices de contaminação na maior parte de sua água e o México passou de uma disponibilidade de 17 litros d’água por pessoa há meio século para 4 litros atualmente, de acordo com o documento.

“O desmatamento é outro dos grandes problemas na região e de alguma forma é consequência das atividades realizadas na cidade e da demanda por recursos de populações muito concentradas”, disse à AFP Silvia Giada, coordenadora do atlas.

A cada ano, a América Latina perde cerca de 43.500 quilômetros quadrados de florestas, uma área superior à superfície da Suíça.

No quesito desmatamento, a situação mais crítica se observa na América do Sul, especialmente na Amazônia brasileira, onde a cada ano continuam sendo destruídos 7.000 quilômetros quadrados de florestas.

Na Argentina, onde 80% das atividades produtivas são agrícolas, pecuaristas e florestais, mais de 60 milhões de hectares são sujeitos a processos de erosão.

No Equador, o desmatamento está provocando o desaparecimento de 140.000 a 300.000 hectares de florestas ao ano, especialmente na costa, onde se produziu “um dos casos mais dramáticos de extinção maciça de espécies”.

A desertificação afeta, atualmente, mais de 600 milhões de hectares.

O Pnuma advertiu, ainda, que a maioria das geleiras tropicais da região “terão derretido entre 2020 e 2030?, devido à alta das temperaturas provocada pelas mudanças climáticas.

No Chile, país com maior quantidade de geleiras (22.000 Km2), 87% apresentavam recuos evidentes, 7% se encontravam estáveis e apenas 6% delas apresentavam avanços.

“O atual modelo de desenvolvimento não está baseado no uso sustentável dos recursos”, disse Giada.

“É preciso reconsiderar os modelos de desenvolvimento que temos na região. A natureza não é a única culpada pelos desastres”, acrescentou Metternicht. (Fonte: Yahoo!)


23 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Curitiba/PR é escolhida a cidade mais verde entre 17 outras da América Latina

A cidade de Curitiba, capital do Paraná, obteve neste domingo (22) a distinção de metrópole mais verde entre outras 17 da América Latina, segundo um estudo sobre meio ambiente apresentado pela empresa alemã Siemens e a unidade de estudos da revista britânica “The Economist”.

No marco da Cúpula Climática Mundial de Prefeitos (CCLIMA), realizada no México, se apresentou pela primeira vez o Green City Index (GCI) da América Latina, classificando Curitiba, com 1,7 milhão de habitantes, como a única cidade “muito acima” da média quanto a normas ambientais.

Seguida dela, no segundo dos cinco níveis, ficaram outro grupo de cidades como Bogotá, capital da Colômbia; e Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Resultados “aceitáveis” na classificação foram obtidos pela colombiana Medellín, Cidade do México, Puebla e Monterrey, Porto Alegre, Quito e Santiago do Chile, colocadas no terceiro nível.

“Abaixo da média”, o quarto nível em termos ambientais, ficaram Buenos Aires e Montevidéu, enquanto a mexicana Guadalajara e Lima, capital do Peru, estiveram um nível mais abaixo, “muito abaixo” da média, no nível mais baixo.

O novo índice considerou as variáveis de eficiência energética e emissões de dióxido de carbono (CO2), uso do solo e edifícios, tráfego, resíduos, água, situação das águas residuais, qualidade do ar e agenda meio ambiental de Governo.

O GCI pretende se transformar em um indicador que ajude a conscientizar as autoridades municipais sobre as necessidades de desenvolver políticas sustentáveis, explicaram os responsáveis pelo estudo.

“A ferramenta permitirá às cidades aprender mais de suas respectivas situações e fomentará a troca sobre estratégias eficazes partindo de uma base objetiva”, disse Pedro Miranda, executivo da Siemens e diretor do estudo.

Segundo Leo Abruzzese, diretor global da Unidade de Inteligência de “The Economist”, “o estudo demonstra que as cidades que seguem uma colocação integral alcançam resultados muito notáveis”.

A metodologia do GCI foi empregada pela primeira vez com cidades europeias há um ano em outro estudo apresentado pela Siemens e “The Economist” com o apoio da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Banco Mundial (BM).

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Aquela vez se tornou público o resultado em Copenhague dentro da 15ª Conferência das Partes da ONU sobre a Mudança Climática realizada em dezembro de 2009. (Fonte: Folha.com)






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25 de maio de 2011 | nenhum comentário »

América Latina tem maior biodiversidade preservada do mundo

A América Latina e o Caribe concentram a maior extensão no mundo de florestas dedicadas à conservação da biodiversidade, com 26% dos 366 milhões de hectares destinados a esta função em nível global, informou nesta terça-feira (24) a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Por ocasião do Dia Mundial da Biodiversidade, promovido em 22 de maio, a FAO destacou nesta terça-feira que a América do Sul, a América Central, o México e o Caribe acolhem mais de 97 milhões de hectares cuja principal função é conservar a diversidade biológica.

“Bilhões de pessoas dependem das florestas, e cada um dos habitantes do planeta se beneficia delas”, informou em comunicado o oficial encarregado do Escritório Regional da FAO para a América Latina e o Caribe, Alan Bojanic.

“A biodiversidade das florestas é fonte de alimentos e remédios e dezenas de produtos madeireiros e não madeireiros”, afirmou Bojanic. A organização destacou que as florestas representam “um dos depósitos mais importantes de diversidade biológica terrestre” e cumprem, além disso, um importante papel na retenção de carbono e na redução das emissões de gases do efeito estufa.

“A perda da diversidade florestal implica menores oportunidades de obter remédios, alimentos, matérias-primas e empregos. Em uma palavra: bem-estar”, resumiu Bojanic. Segundo dados da FAO, a área florestal dedicada à conservação da biodiversidade aumentou em mais de 95 milhões de hectares desde 1990 em nível mundial. Na América Latina e no Caribe, a superfície desse tipo de área cresceu em 3 milhões de hectares anuais desde 2000.

No total, a região possui cerca de 50% das florestas primárias do mundo, as maiores no ponto de vista da biodiversidade e da conservação, as quais cobrem mais de 663 milhões de hectares.

Fonte: Portal Terra


13 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Embrapa é a responsável por banco de material genético de animais selvagens da América Latina

O primeiro banco de material genético (germoplasma) de animais selvagens da América Latina está aos cuidados, a partir de quarta-feira (12), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A Fundação Jardim Zoológico de Brasília era a depositária da unidade de conservação do material, mas um acordo possibilitou a cooperação técnica e a transferência dos germoplasmas.

A ação conjunta é um avanço no trabalho de conservação e pesquisa com animais silvestres e exóticos, em prática desde 2010. No acordo assinado, fica assegurado ao zoológico de Brasília, o acesso, em primeira mão, a qualquer material genético com vistas à conservação e pesquisa.

Com a tecnologia, poderá ser feita reprodução assistida de animais, que engloba a inseminação artificial, fertilização in vitro e transferência de embrião. O armazenamento das células-tronco possibilita, por exemplo, tratamento de animais, pesquisa e, caso necessário, a clonagem de animais. O material genético fica guardado em botijões de nitrogênio a 196 graus Celsius abaixo de zero.

A Embrapa já mantém um banco de germoplasma com maioria de espécies doméstica. Alexandre Floriani Ramos, pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, disse que o foco é a conservação dos recursos genéticos, principalmente, de espécies ameaçadas. “O material estará resguardado para uso futuro em pesquisas ou na reintrodução dessas espécies, eventualmente extintas, na natureza”, completa.

O diretor-presidente do zoológico de Brasília, José Belarmino da Gama, comemora a parceria. “Tínhamos um custo muito elevado. Agora com o convênio com a Embrapa, que já fazem isso em animais de produção, poderemos ampliar esse trabalho sem custo para o zoológico”, afirma Belarmino.

Em quase um ano de projeto no zoológico, já foram coletados materiais genéticos de 21 animais, como lobo-guará, raposa, macaco-prego e tamanduá.

Fonte: Agência Brasil


23 de março de 2011 | nenhum comentário »

FAO alerta para alto nível de desmatamento na América Latina

O subdiretor da Agência das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), Eduardo Rojas, alertou nesta terça-feira (22) para o desmatamento que a América Latina sofre, especialmente a Argentina, que tem “níveis mais elevados que muitos países africanos”.

Rojas participa de um simpósio internacional sobre sustentabilidade, que reúne até o próximo sábado (26) 400 especialistas na cidade de Burgos, no norte da Espanha.

Na sessão desta terça-feira, a primeira do congresso, o subdiretor da FAO lembrou que o ritmo de desmatamento anual se situa em 5,2 milhões de hectares, de um total de 4 bilhões no mundo todo.

No entanto, ressaltou que este número representa um terço do registrado nos anos 70 e 80.

Em comparação com outras regiões do mundo, Rojas ressaltou que a América Latina foi uma das maiores “decepções”, porque “não consegue avançar”.

Apesar de tudo, também há casos “promissores”, entre os quais se destacam Costa Rica, Chile e Uruguai.

Além disso, o Brasil “vive melhoras significativas desde 2008?, e em 2010 são esperados mais avanços.

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Segundo Rojas, seria necessário restaurar 1,5 bilhão de hectares de florestas, uma operação que custaria em torno de US$ 1 trilhão.

Fonte: Portal iG


24 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

América Latina reforça liderança mundial em energias renováveis

Com 30% da produção de energias renováveis, especialmente biomassa, a América Latina se encontra na vanguarda do setor no mundo, disse nesta terça-feira (22), em Miami, o ex-presidente da Costa Rica José María Figueres em um fórum sobre novas fontes de energia.

Figueres destacou o trabalho de países como Brasil, Costa Rica, México e Chile, onde as políticas governamentais foram um fator-chave para que os políticos e empresários entendessem a urgência deste temas.

“O tema é muito importante, porque vivemos em um mundo com recursos limitados, sobretudo em hidrocarbonetos. Vamos seguir tendo (hidrocarbonetos) durante os próximos 20 ou 30 anos, mas não além disso, e cada vez mais a um preço maior. Por isso, quanto mais rápido realizarmos a mudança total à utilização de energia renovável, melhor para todos”, assegurou Figueres.

O ex-presidente também destacou as condições topográficas da região, favoráveis à exploração de fontes alternativas de energia. “A América Latina tem um grande potencial para desenvolver energia eólica e geotérmica, porque temos muitos vulcões”, afirmou.

De acordo com Figueres, o importante é contar com redes de distribuição inteligentes que permitam que a energia chegue a todos os pontos da região, que tem 35 milhões de pessoas ainda sem acesso a nenhuma fonte de energia.

Fonte: Ambiente Brasil

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16 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

América Latina pede ao Japão que pare com caça científica

Os países latino-americanos membros da Comissão Baleeira Internacional, do chamado “Grupo de Buenos Aires”, pediram ao Japão para que pare com a caça científica da espécie nas águas antárticas, em um santuário estabelecido pelo grupo para proteger as baleias.

Os governos de Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Equador, México, Panamá, Peru e Uruguai rejeitaram a caça de cerca de mil baleias, incluindo espécies ameaçadas, no Santuário de Baleias do Oceano Antártico, indicou um comunicado publicado na página oficial do governo argentino.

As nações reafirmaram o compromisso com a conservação das baleias, a manutenção da moratória comercial em vigor desde 1986, a promoção do uso não letal do recurso e o respeito à integridade dos santuários baleeiros reconhecidos pela comissão.

Acrescentaram que a continuidade das capturas realizadas ano após ano, apesar das críticas da comunidade internacional, não contribui para manter o ambiente de confiança para um diálogo construtivo, único fórum multilateral reconhecido para o manejo e a conservação das baleias.

Fonte: Folha.com

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11 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Plano brasileiro de combate a desmatamento é modelo na A. Latina

O projeto contra o desmatamento que o Brasil implementou nos últimos oito anos pode servir de modelo para o resto da América Latina, afirmou nesta quinta-feira (10) o engenheiro florestal Tasso Azevedo.

Azevedo, que foi diretor do Programa Nacional de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, falou nesta quinta-feira na Costa Rica, no marco da conferência internacional TEDx, sobre a bem-sucedida experiência brasileira quanto à redução do desmatamento na Amazônia e seu impacto na fixação de carbono.

De acordo com Azevedo, entre 2004 e 2010, o Brasil reduziu o desmatamento na floresta de 27 mil para 6,4 mil quilômetros quadrados.

Segundo o especialista, o sucesso deste programa se deve ao fato de ter atacado o problema de diferentes frentes.

“O mogno se tornou o símbolo do desmatamento no Brasil. O desafio era quebrar o negócio dos que decepavam ilegalmente a floresta, portanto, em vez de enviar muitas vezes a Polícia, esperamos que houvesse uma boa quantidade de madeira e fomos com a imprensa”, ressaltou o engenheiro.

“Chegamos a ter 30 mil metros cúbicos de madeira, mas em vez de leiloá-los, como normalmente era feito (…), decidimos doá-los a uma ONG para sua exportação, e os lucros foram destinados a um fundo especial para o desenvolvimento das comunidades afetadas pelo desmatamento”, acrescentou.

Segundo ele, os leilões permitiam que os que cortassem a madeira a recomprassem legalmente nesses eventos.

Ao mesmo tempo, o Governo brasileiro iniciou uma monitoração em tempo real das selvas amazônicas, o que permitiu, entre 2005 e 2010, a detenção de 700 pessoas.

Azevedo afirmou que, além disso, se aumentou em 500 mil quilômetros quadrados o território brasileiro protegido e que são promovidas ações para responsabilizar pelo desmatamento não só os que decepavam as árvores, mas todos os envolvidos no negócio, como bancos, comerciantes e transportadoras.

Outra preocupação era a quantidade de carbono que não estava sendo fixado devido à redução das florestas: os 27 mil quilômetros quadrados desflorestados em 2004 representaram um trilhão de toneladas de carbono que chegaram à atmosfera, segundo o especialista.

O Brasil decidiu então lançar um fundo de carbono, mas com um esquema diferente do que tradicionalmente se seguia no mundo, pois não se tratou de uma compra de bônus.

“Não demos crédito”, ou seja, os doadores que, como a Noruega, se comprometeram a fornecer US$ 1 trilhão em sete anos não pagaram para compensar uma quantidade específica de suas emissões, mas simplesmente pelo serviço que a Amazônia presta ao planeta.

Para Azevedo, o caminho empreendido pelo Brasil é apenas o início das muitas ações necessárias a nível global, mas ele assegurou que, embora a tendência de emissões atualmente seja alarmante (52 mil toneladas ao ano), ainda é possível revertê-la.

“No Brasil, 60% dos gases de efeito estufa são produzidos pelo desmatamento” e, por isso, se decidiu atacar este problema de forma prioritária. “O desafio é grande, mas não impossível”, concluiu.

Fonte: Portal iG


8 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

ONU critica proteção das florestas na América Latina

A FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) lamentou que a América Latina siga atrasada na luta contra o desmatamento em relação a outras regiões do planeta.

O diretor-geral adjunto da FAO para florestas, Eduardo Rojas, assinalou que a massa florestal nos países sul-americanos foi reduzida de 904 milhões de hectares para 864 milhões de hectares na última década.

“A América Latina é a região que mais decepciona, já que a situação social e econômica pode ser comparada à da Ásia, mas em geral (os países) não aproveitaram a oportunidade como os asiáticos quando suas economias passaram a ser emergentes”, disse Rojas em entrevista à imprensa, por ocasião do lançamento do Ano Internacional das Florestas na quarta-feira.

De acordo com Rojas, a situação dos recursos florestais na América Latina continua sendo problemática devido ao não aproveitamento dos recentes anos de crescimento econômico para aumentar a proteção de suas florestas, que representam 57% da massa florestal primária do planeta.

Rojas assinalou que os governos não aproveitaram a redução da agricultura de subsistência, atividade que gera maior desmatamento, para implementar políticas e investir recursos para aumentar a extensão das florestas.

“No leste da Ásia foram investidos recursos e desenvolvidas políticas, coisa que não se viu na América Latina”, indicou, embora reconheça que há indícios consideráveis de que arrefeceu o ritmo do desmatamento da floresta amazônica no Brasil.

Desempenho – A FAO afirmou em relatório sobre o estado das florestas divulgado na quarta-feira que a América Latina conseguiu reduzir o desmatamento em apenas 5% na última década, muito abaixo dos 37% registrados pelo mundo em geral.

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Atualmente, o planeta conta com uma massa florestal de 4,032 bilhões de hectares, 53 milhões de hectares menos que em 2000.

O ritmo do desaparecimento das árvores, no entanto, caiu de 8,3 milhões de hectares, entre 1990 e 2000, para 5,2 milhões na década passada.

Estes avanços, explicou Rojas, indicam que as florestas do planeta poderiam voltar a crescer em poucos anos se for mantida a atual tendência e reduzido o “ritmo alarmante” dos desmatamentos na região amazônica e nos países africanos.

A China, por exemplo, iniciou um enorme programa de reflorestamento que aumentará sua massa florestal de 120 milhões de hectares para 200 milhões, segundo a FAO.

A Assembleia Geral da ONU declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas para chamar a atenção sobre a necessidade de tramitar, conservar e sustentar os recursos florestais do planeta, dos quais dependem para seu sustento pelo menos 1,6 bilhão de pessoas. (Fonte: Folha.com)


14 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

ONU: crescimento de cidades e desmatamento ameaçam América Latina

O crescimento desordenado das cidades e o desmatamento, especialmente na Amazônia brasileira, são os principais problemas ambientais da América Latina, onde a maioria das geleiras pode desaparecer em 20 anos, adverte o primeiro atlas ambiental da região, elaborado pela ONU e divulgado nesta segunda-feira (13) no Panamá.

“A falta de planejamento e o crescimento urbano desproporcional são os principais problemas ambientais na América Latina”, disse à AFP Graciela Metternicht, coordenadora do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) para a América Latina.

Segundo os especialistas, 8 em cada 10 latino-americanos moram em cidades, o que faz com que haja muitas construções em áreas vulneráveis aos efeitos climáticos, como chuvas, furacões e terremotos.

De acordo com este documento, sete países do Caribe estão entre os mais propensos do mundo a sofrer algum desastre natural, resultante do mau planejamento.

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Além disso, segundo Metternicht, a superpopulação “provoca falta de serviços sanitários básicos, maus sistemas de transporte ou uma disposição inadequada dos dejetos que podem produzir efeitos secundários, como a contaminação atmosférica”.

A Costa Rica apresenta uma taxa de crescimento populacional e de desmatamento do Vale Central que está entre “as mais altas do mundo” e em El Salvador, 95% das águas residuais “são lançadas sem tratamento” e 90% da água apresenta “altos níveis de contaminação química e biológica”.

Além disso, por causa da concentração populacional e dos “padrões de consumo”, a Colômbia apresenta índices de contaminação na maior parte de sua água e o México passou de uma disponibilidade de 17 litros d’água por pessoa há meio século para 4 litros atualmente, de acordo com o documento.

“O desmatamento é outro dos grandes problemas na região e de alguma forma é consequência das atividades realizadas na cidade e da demanda por recursos de populações muito concentradas”, disse à AFP Silvia Giada, coordenadora do atlas.

A cada ano, a América Latina perde cerca de 43.500 quilômetros quadrados de florestas, uma área superior à superfície da Suíça.

No quesito desmatamento, a situação mais crítica se observa na América do Sul, especialmente na Amazônia brasileira, onde a cada ano continuam sendo destruídos 7.000 quilômetros quadrados de florestas.

Na Argentina, onde 80% das atividades produtivas são agrícolas, pecuaristas e florestais, mais de 60 milhões de hectares são sujeitos a processos de erosão.

No Equador, o desmatamento está provocando o desaparecimento de 140.000 a 300.000 hectares de florestas ao ano, especialmente na costa, onde se produziu “um dos casos mais dramáticos de extinção maciça de espécies”.

A desertificação afeta, atualmente, mais de 600 milhões de hectares.

O Pnuma advertiu, ainda, que a maioria das geleiras tropicais da região “terão derretido entre 2020 e 2030?, devido à alta das temperaturas provocada pelas mudanças climáticas.

No Chile, país com maior quantidade de geleiras (22.000 Km2), 87% apresentavam recuos evidentes, 7% se encontravam estáveis e apenas 6% delas apresentavam avanços.

“O atual modelo de desenvolvimento não está baseado no uso sustentável dos recursos”, disse Giada.

“É preciso reconsiderar os modelos de desenvolvimento que temos na região. A natureza não é a única culpada pelos desastres”, acrescentou Metternicht. (Fonte: Yahoo!)


23 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Curitiba/PR é escolhida a cidade mais verde entre 17 outras da América Latina

A cidade de Curitiba, capital do Paraná, obteve neste domingo (22) a distinção de metrópole mais verde entre outras 17 da América Latina, segundo um estudo sobre meio ambiente apresentado pela empresa alemã Siemens e a unidade de estudos da revista britânica “The Economist”.

No marco da Cúpula Climática Mundial de Prefeitos (CCLIMA), realizada no México, se apresentou pela primeira vez o Green City Index (GCI) da América Latina, classificando Curitiba, com 1,7 milhão de habitantes, como a única cidade “muito acima” da média quanto a normas ambientais.

Seguida dela, no segundo dos cinco níveis, ficaram outro grupo de cidades como Bogotá, capital da Colômbia; e Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Resultados “aceitáveis” na classificação foram obtidos pela colombiana Medellín, Cidade do México, Puebla e Monterrey, Porto Alegre, Quito e Santiago do Chile, colocadas no terceiro nível.

“Abaixo da média”, o quarto nível em termos ambientais, ficaram Buenos Aires e Montevidéu, enquanto a mexicana Guadalajara e Lima, capital do Peru, estiveram um nível mais abaixo, “muito abaixo” da média, no nível mais baixo.

O novo índice considerou as variáveis de eficiência energética e emissões de dióxido de carbono (CO2), uso do solo e edifícios, tráfego, resíduos, água, situação das águas residuais, qualidade do ar e agenda meio ambiental de Governo.

O GCI pretende se transformar em um indicador que ajude a conscientizar as autoridades municipais sobre as necessidades de desenvolver políticas sustentáveis, explicaram os responsáveis pelo estudo.

“A ferramenta permitirá às cidades aprender mais de suas respectivas situações e fomentará a troca sobre estratégias eficazes partindo de uma base objetiva”, disse Pedro Miranda, executivo da Siemens e diretor do estudo.

Segundo Leo Abruzzese, diretor global da Unidade de Inteligência de “The Economist”, “o estudo demonstra que as cidades que seguem uma colocação integral alcançam resultados muito notáveis”.

A metodologia do GCI foi empregada pela primeira vez com cidades europeias há um ano em outro estudo apresentado pela Siemens e “The Economist” com o apoio da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Banco Mundial (BM).

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Aquela vez se tornou público o resultado em Copenhague dentro da 15ª Conferência das Partes da ONU sobre a Mudança Climática realizada em dezembro de 2009. (Fonte: Folha.com)