6 de novembro de 2012 | nenhum comentário »

Cientistas têm acesso pela primeira vez a corpo de espécie rara de baleia

Baleia bicuda-de-bahamonde foi descrita inicialmente a partir de ossos.
Corpos de mãe e filhote foram encontrados em praia da Nova Zelândia.

baleia rara; Nova Zelândia (Foto: Governo da Nova Zelândia)

Um dos exemplares de baleia-bicuda-de-bahamonde encontrados na Nova Zelândia (Foto: Governo da Nova Zelândia)

Dois corpos de uma espécie de baleia praticamente desconhecida dos cientistas foram encontrados pela primeira vez na Nova Zelândia e analisados por pesquisadores da Universidade de Auckland.

O encalhe de mãe e filhote em uma praia do país deixou de ser apenas um acidente ambiental para se tornar uma oportunidade de coletar mais informações sobre a baleia-bicuda-de-bahamonde (Mesoplodon traversii), anteriormente conhecida apenas com a ajuda de ossadas.

Segundo relatório que será publicado nesta terça-feira (6) na revista científica “Current Biology”, é a primeira vez que especialistas descrevem completamente a espécie.

Além disso, segundo os cientistas, é a primeira vez que surgem evidências de que esta baleia não está extinta completamente da natureza e um lembrete de como o ambiente marinho é pouco conhecido. As duas baleias foram descobertas em dezembro de 2010, em Opape Beach.

A baleia-bicuda-de-bahamonde havia sido descrita anteriormente com a ajuda de três crânios coletados na Nova Zelândia e Chile. Pesquisadores da Universidade de Auckland coletaram amostras de DNA, além de partes do tecido corporal dos corpos encontrados, que serão guardados junto a outras amostras de baleias raras.

 

 

 

 

Fonte: Globo Natureza


26 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Análise genética aponta cruzamento entre ursos-polares e pardos

Estudo diz ainda que separação das espécies remonta a 5 milhões de anos.
Mudanças climáticas influenciaram distribuição dos ursos-polares.

Um novo estudo com análise de genomas de ursos-polares sugere que a história dessa espécie está relacionada às mudanças climáticas no planeta e ao intercâmbio genético com os ursos-pardos. A pesquisa indica que os ursos-polares se tornaram uma espécie distinta cerca de 4 milhões ou 5 milhões de anos atrás – e não apenas há 600 mil anos, como sugeria uma trabalho anterior -, mas os animais podem ter continuado cruzando com ursos-pardos até muito mais recentemente.

Liderado pela Penn State University e pela Universidade de Buffalo, ambas dos EUA, o estudo encontrou evidências de que o tamanho da população de ursos-polares acompanhou os principais eventos climáticos nos últimos milhões de anos – crescendo durante os períodos de resfriamento e diminuindo em épocas mais quentes.

Esses cruzamentos com os “primos” pardos pode ter ocorrido em consequência de mudanças climáticas ao longo do tempo, já que, de acordo com as temperaturas médias do planeta, as populações desses dois tipos de mamíferos viveram em regiões mais próximas ou mais distantes.

“Talvez nós tenhamos um indício de que em tempos muito quentes, ursos polares mudaram seu estilo de vida, entraram em contato e cruzaram com ursos-pardos”, disse Stephan Schuster, coautor da pesquisa. O estudo saiu nesta segunda-feira (23) na edição online da revista “PNAS”, da Academia Nacional de Ciências, dos EUA.

Urso-polar e urso-pardo. (Foto: Hansruedi Weyrich/Science e Bernd Wuestneck/AFP)

Urso-polar e urso-pardo. (Foto: Hansruedi Weyrich/Science e Bernd Wuestneck/AFP)

Fonte: G1


26 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Biodiversidade cai em metade das florestas tropicais, aponta estudo

Análise publicada na revista ‘Nature’ avaliou 60 reservas em 20 a 30 anos.
Perturbação do habitat, caça e exploração são maiores fatores para declínio.

Metade das áreas protegidas de florestas tropicais do mundo está sofrendo um declínio na biodiversidade, segundo uma análise feita em 60 reservas e publicada na edição desta semana da revista “Nature”.

Para avaliar como esses locais estão funcionando, o pesquisador William Laurance e outros autores estudaram um grande conjunto de dados sobre as mudanças ocorridas ao longo dos últimos 20 a 30 anos.

A avaliação revela uma grande variação no estado dessas reservas, e 50% vivenciam perdas substanciais na variedade de animais e plantas. Perturbação do habitat natural, caça e exploração das florestas são os maiores fatores para esse declínio.

As reservas tropicais representam um último refúgio para espécies ameaçadas e processos naturais dos ecossistemas, em uma época que cresce a preocupação quanto ao impacto do homem sobre o crescimento da biodiversidade.

O estudo indica que, muitas vezes, áreas protegidas estão ecologicamente ligadas aos habitats ao redor, razão pela qual o destino delas é determinado por mudanças ambientais internas e externas.

Portanto, os pesquisadores afirmam que os esforços para manter a biodiversidade não devem se limitar a reduzir os problemas dentro das reservas, mas promover mudanças também fora dessas áreas.

Biodiversidade (Foto: Christian Ziegler/ZieglerPhotos.com/Nature)

Reservas são o último refúgio de espécies ameaçadas (Foto: Christian Ziegler/ZieglerPhotos.com/Nature)

Fonte: Globo Natureza


20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Estudo do Inpa revela causas da morte de árvores na Amazônia

Pesquisa durou um ano e analisou causas das mortes de 67 árvores.
Fatores biológicos, estresse e tempestade são os principais fatores.

Tempestade, fatores biológicos e estresse. Esses foram os principais fatores da morte de árvores durante um estudo de mestrado realizado no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) pela estudante Clarissa Gouveia pelo período de um ano.

Orientado pelo pesquisador do órgão, Niro Higuchi, o estudo foi feito em dois espaços com uma área de 20 x 2500 m cada, totalizando 5.808 árvores, sendo catalogadas 67 mortes.
Segundo o estudo, período chuvoso é o nível de mortalidade das árvores costuma ficar maior, principalmente, devido à quantidade de tempestades e raios típicos da época. “Na região atingida pelo raio, geralmente encontra-se mais de um individuo morto, representados por mais de uma espécie, além de provocar a morte parcial ou total da regeneração natural do lugar”, esclarece a mestranda.

A maioria das árvores na Floresta Amazônica possuem copas assimétricas e as tempestades são capazes de aumentar o peso da copa, provocando a queda das árvores para o seu lado mais pesado. Existem, ainda, registros de tempestades de vento que podem matar milhares de árvores em apenas poucos dias, são os chamados downburst ou roça de ventos.

Já as mortes classificadas como fatores biológicos e de estresses são relacionadas a competição e supressão entre espécies, déficit hídrico, alagamentos, e ataques patógenos. “No momento que a árvore morre, ela continua a influenciar os organismos ao seu redor, auxiliando no equilíbrio e desenvolvimento de outros organismos. E, também, cooperando na mudança de biomassa, no fornecimento de luz, nutrientes e na umidade da floresta”, explica Clarissa.

A mortalidade arbórea é um processo natural no ecossistema florestal, pois influencia na estrutura, dinâmica, estoque de carbono e reciclagem de nutrientes. Mas, quando a mortalidade é maior que a capacidade de resistência da floresta, as consequências em longo prazo podem ser preocupantes. “São observadas mudanças nas taxas de evapotranspiração, temperatura, umidade e na estrutura das espécies”, ressalta Fontes.

O pioneirismo da pesquisa foi uma contribuição essencial para a comunidade científica, auxiliando na criação de novas perspectivas. “O desejo é que o estudo seja conduzido por mais tempo e em novas áreas para que possamos verificar um possível padrão de comportamento”, almeja Fontes, ressaltando a concepção de um banco de dados maior para a determinação mais exata das variações no clima e a sua relação com a mortalidade arbórea durante determinado período.

Além das mudanças do tempo, pode-se destacar como influenciadores da mortalidade das árvores as infestações das mesmas por lianas, insetos e fungos. Durante o período da pesquisa, uma espécie foi morta pela hemi-epífita estranguladora Apuí e três outras por fungos patogênicos: duas por Ganoderma sp e uma por Auricularia delicata Fries.

“Esse tipo de estudo pode melhorar o entendimento das vulnerabilidades de nossas árvores diante de eventos catastróficos que vem ocorrendo na Amazônia, principalmente aquelas relacionadas com secas e tempestades”, concluiu a estudante.

Bacia amazônica, área de atuação do projeto (Foto: Divulgação/UEA)

Estudo do Inpa analisou morte de árvores da Floresta Amazônia (Foto: Divulgação/UEA)

Árvore na área de preservação da Ufam Manaus (Foto: Adneison Severiano G1/AM)

Árvores morrem mais na Amazônia durante o período de chuvas na região (Foto: Adneison Severiano G1/AM)

Amazônia rio com plantas (Foto: Ana Castro - produtora de reportagem (TV Globo))

Tempestades com raios e fortes ventos são um dos principais fatores para a morte de árvores na Amazônia (Foto: Ana Castro - produtora de reportagem (TV Globo))

Ministério do Meio Ambiente vai reforçar fiscalização na área de fronteira agrícola entre os estados do Amazonas e Rondônia (Foto: Divulgação/Ibama)

Infestação de insetos e fungos são outras causas de morte das árvores na Amazônia (Foto: Divulgação/Ibama)

Amazônia (Foto: Ana Castro - produtora de reportagem (TV Globo))

Mortalidade arbórea é um processo natural do ecossistema da Floresta (Foto: Ana Castro - produtora de reportagem (TV Globo))

Fonte: Globo Natureza


25 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Líderes são os mais saudáveis do bando, diz estudo

Análise mostra que os machos alfa de babuínos do Quênia são menos propensos a ficar doentes e se recuperam mais rapidamente de lesões

Machos no topo da pirâmide social têm o sistema imunológico mais eficiente e conseguem se recuperar de lesões mais rapidamente que os demais membros de seu bando. É o que diz um estudo publicado nesta segunda-feira no periódico PNAS, feito a partir da observação de grupos de babuínos.

Cientistas da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, estudaram dados de babuínos do Quênia coletados ao longo de 27 anos e descobriram que os machos alfa eram menos propensos a ficar doentes e se recuperavam mais rapidamente de suas lesões do que aqueles que ocupavam posições sociais mais baixas.

Leia mais: Stress relacionado a status social provoca alterações genéticas em macacos

Os cientistas basearam-se na observação de 166 babuínos machos adultos entre 1982 e 2009. Foram analisadas as lesões sofridas em lutas, como cortes e contusões, e o tempo que cada animal levou para se recuperar.

Stress — O resultado surpreendeu os cientistas. Pesquisas anteriores mostraram que os machos em posições mais altas dentro da hierarquia do grupo enfrentam muito stress e costumam se acasalar com bastante regularidade, o que deveria fragilizar seu sistema imunológico. Mas os autores da pesquisa encontraram uma explicação: o stress crônico que os machos de menor status enfrentam e o mau condicionamento físico podem explicar as diferenças entre os dois escalões.

“Sempre se discutiu se o stress de estar no topo da pirâmide social compensa ou não”, afirma a autora principal do estudo, Beth Archie, bióloga da Universidade de Notre Dame. “Nossos resultados sugerem que, por mais que os animais vivenciem o stress tanto no topo como na base da pirâmide, diversos fatores relacionados às posições mais altas ajudam a proteger os machos dos efeitos negativos do stress.”

Contudo, os dados não permitem dizer se os babuínos atingiram um alto patamar na escala social pela superioridade de seu sistema imunológico ou, ao contrário, se o status social condicionou a boa saúde dos machos alfa.

babuíno

Status imunológico: babuínos com posição mais alta na hierarquia do grupo são menos propensos a ficar doentes e se recuperam mais rapidamente de ferimentos (Image courtesy of J. Fagot)

Fonte: Veja Ciência


5 de março de 2012 | nenhum comentário »

Pinheiros sobreviveram à Era do Gelo na Escandinávia, diz estudo

Estudos anteriores diziam que árvores teriam ressurgido após retração do gelo.
Descoberta foi feita após análise do DNA de plantas modernas.e pólen antigo.

Pólen de pinheiro com cerca de 10 mil anos foi extraído de lago na Noruega e ajudou cientistas na descoberta  (Foto: Divulgação / Science / AAAS)

Pólen de pinheiro com cerca de 10 mil anos foi encontrado em lago na Noruega e ajudou cientistas na descoberta (Foto: Divulgação / Science / AAAS)

Novas descobertas científicas mostram que pinheiros e abetos sobreviveram à Era do Gelo na Escandinávia, ao contrário do que se pensava anteriormente. De acordo com uma pesquisa publicada na sexta-feira (2) na “Science”, as árvores teriam sobrevivido em refúgios livres de gelo.

Estudos anteriores afirmavam que as árvores teriam ressurgido na Península Escandinava quando o gelo retraiu, há 9 mil anos.

A descoberta foi feita por um grupo internacional de cientistas, após análise do DNA de pinheiros e abetos modernos. Segundo os pesquisadores, a grande quantidade de mutações encontradas prova que variedades das plantas são mais velhas que o último período glacial.

Também foi analisado o DNA de pólen obtido de sedimentos antigos obtidos na Noruega. A pesquisa descobriu que coníferas cresciam na região há 22 mil anos, quando a área ainda estava coberta por gelo.

Para os cientistas, a descoberta torna necessária a revisão dos modelos que analisam a proliferação de plantas boreais após a glaciação.

 

 

 

 

 

Fonte: Globo Natureza


26 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Governo teme derrota de Código Florestal no Senado

O governo prevê dificuldades para reverter, no Senado, os pontos polêmicos aprovados pela Câmara na reforma do Código Florestal.

Depois da derrota imposta por deputados da base, o Palácio do Planalto começou a agir para evitar a adesão de novos governistas nas bancadas aliadas no Senado.

A ressaca da derrota na terça-feira fez com que o Planalto mapeasse informalmente as condições no Senado.

O governo também decidiu articular a indicação do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) para relatar o código.

Ligado à área ambientalista, Rollemberg ficaria com a tarefa de finalizar o texto na Comissão de Meio Ambiente antes de submetê-lo à votação no plenário.

TROCA

O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), que chegou a ser convidado para relatar o código, acabou indicado pelo líder governista Romero Jucá (PMDB-RR) para analisar a matéria somente na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), que não discute o mérito da proposta.

Ex-governador de Santa Catarina, Luiz Henrique é ligado à bancada ruralista. Durante o seu governo, ele sancionou lei questionada no Supremo Tribunal Federal que permitiu a realização de atividades econômicas em APPs (áreas de preservação permanente), ponto semelhante ao aprovado pela Câmara.

Áreas sensíveis, as APPs englobam, por exemplo, topos de morro e várzeas de rios, sendo consideradas importantes para a produção de água e a proteção do solo contra a erosão –daí o fato de receberem proteção especial.

A derrota do governo na Câmara irritou o Palácio do Planalto, que não gostou da mobilização do PMDB para aprovar emenda que legaliza as atividades agrícolas em APPs mantidas até 2008. Na prática, a emenda concede anistia a quem desmatou.

Governistas afirmam que a crise, porém, não encerrou a “lua de mel” do Planalto com os peemedebistas. “Tem crises, é um casamento nesse sentido. É uma relação que tem de ser cultivada sempre. Tem momentos de muito encontro e de desencontro”, disse o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência).

MUDANÇAS

No Senado, a ordem é ganhar tempo para que os governistas elaborem um texto favorável ao Planalto, mas que agrade também a ruralistas e ambientalistas.

Jucá disse que vai pedir a prorrogação por 120 dias do decreto que suspende os efeitos da lei de crimes ambientais. Isso, na prática, pode deixar a votação do código para o segundo semestre. A suspensão do decreto vence em 11 de junho. Ele pune com multa quem não estiver em conformidade com a lei. A movimentação dos governistas tem como objetivo evitar o veto de Dilma ao código. Relator na Câmara, o deputado Aldo Rebelo

(PCdoB-SP) disse que a presidente está “desinformada” ao cogitar o veto à versão aprovada pelos deputados. “Ela pode ter informações só de um lado, o lado do lobby ambientalista.”

Segundo Rebelo, havia representantes do governo, próximos a Dilma, que desconheciam até termos corriqueiros da proposta.

Autor da emenda contrária ao Planalto, o deputado Paulo Piau (PMDB-MG) defendeu a manutenção do texto da Câmara. “Essa emenda não é nenhuma vergonha para o Brasil. Não é um liberou geral.” E disse que, se a presidente vetar os pontos aprovados, estará se “curvando aos interesses internacionais sobre a Amazônia”.

Fonte: Folha.com, de Brasília.


23 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Centenas de pombas mortas são encontradas em chácara do Paraná

Centenas de aves mortas foram encontradas em uma propriedade rural de Maringá, no Norte do Paraná, pela Polícia Ambiental na tarde da sexta-feira (20). A suspeita é de que a causa da morte seja envenenamento. A polícia tirou fotos e recolheu algumas aves, ainda vivas, para serem analisadas em laboratório.

Se o crime for confirmado, o responsável pode responder por crime ambiental e pagar multa de R$ 500 por cada ave. De acordo com o tenente da Polícia Ambiental, Fábio Ribeiro, essas aves prejudicam as lavouras e as vezes os produtores usam venenos para eliminá-las.

A polícia vai aguardar o resultado dos exames laboratoriais e, depois, investigar o causador da morte das aves.

Fonte: G1


30 de março de 2011 | nenhum comentário »

Ingredientes de produtos ‘verdes’ vêm de petróleo, diz estudo

Um estudo divulgado no 241º encontro da Sociedade Americana de Química mostra que alguns ingredientes de produtos considerados verdes podem ter origem em petróleo ao invés de ser obtido a partir de plantas.

A equipe responsável pela pesquisa, liderada pela especialista Cara Bondi, analisou mais de 10 produtos de limpeza de louças e roupas, além de líquidos de higiene pessoal.

Para saber se os produtos analisados eram feitos com base em plantas ou em materiais sintéticos com origem no petróleo, os cientistas usaram uma técnica de datação com carbono-14.

Os resultados mostraram que alguns produtos taxados como verdes no mercado norte-americano – feitos com mais de 50% do carbono derivado de fontes naturais – apresentaram, na verdade, somente 28% de carbono com origem em plantas.

Cara Bondi ainda afirma que em um dos casos, um produto que era vendido como “livre de petróleo” continha 31% de carbono gerado a partir desta fonte esgotável.

Segundo a especialista, o uso de carbono obtido a partir de petróleo – uma fonte não renovável – em produtos precisa ser moderado.

Fonte: G1

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14 de janeiro de 2011 | nenhum comentário »

Pesquisa utiliza mapeamento geográfico para análise do manejo florestal

Uma pesquisa está identificando áreas para o manejo florestal comunitário. Com o tema: “Sistema de Informação Geográfica Aplicado no Manejo Florestal de Unidades de Conservação”, será criado um banco de dados geográfico que vai contribuir na tomada de decisão de políticas públicas.

O estudo deve fazer parte do trabalho de doutorado, desenvolvido pela Mestre em Geografia Marilene Alves da Silva, que é vinculada ao Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Amazonas, Ifam.

O Sistema de Informação Geográfica foi empregado como ferramenta para monitoramento e manejo florestal em Unidades de Conservação, permitindo o gerenciamento dos dados e análises geográficas precisas.

“O mapeamento das áreas de manejo florestal foram digitalizados em um software com base no mosaico de imagens de satélite sensor TM (Thematic Mapper) do Landsat-5 da área da reserva, o trabalho permitiu a realização dos levantamentos de coordenadas geográficas por meio do Sistema de Posicionamento Global (GPS) em áreas de uso florestal”, afirmou a pesquisadora.

Fonte: Danielle Jordan / Ambientebrasil
*Com informações da Agência Fapeam.

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6 de novembro de 2012 | nenhum comentário »

Cientistas têm acesso pela primeira vez a corpo de espécie rara de baleia

Baleia bicuda-de-bahamonde foi descrita inicialmente a partir de ossos.
Corpos de mãe e filhote foram encontrados em praia da Nova Zelândia.

baleia rara; Nova Zelândia (Foto: Governo da Nova Zelândia)

Um dos exemplares de baleia-bicuda-de-bahamonde encontrados na Nova Zelândia (Foto: Governo da Nova Zelândia)

Dois corpos de uma espécie de baleia praticamente desconhecida dos cientistas foram encontrados pela primeira vez na Nova Zelândia e analisados por pesquisadores da Universidade de Auckland.

O encalhe de mãe e filhote em uma praia do país deixou de ser apenas um acidente ambiental para se tornar uma oportunidade de coletar mais informações sobre a baleia-bicuda-de-bahamonde (Mesoplodon traversii), anteriormente conhecida apenas com a ajuda de ossadas.

Segundo relatório que será publicado nesta terça-feira (6) na revista científica “Current Biology”, é a primeira vez que especialistas descrevem completamente a espécie.

Além disso, segundo os cientistas, é a primeira vez que surgem evidências de que esta baleia não está extinta completamente da natureza e um lembrete de como o ambiente marinho é pouco conhecido. As duas baleias foram descobertas em dezembro de 2010, em Opape Beach.

A baleia-bicuda-de-bahamonde havia sido descrita anteriormente com a ajuda de três crânios coletados na Nova Zelândia e Chile. Pesquisadores da Universidade de Auckland coletaram amostras de DNA, além de partes do tecido corporal dos corpos encontrados, que serão guardados junto a outras amostras de baleias raras.

 

 

 

 

Fonte: Globo Natureza


26 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Análise genética aponta cruzamento entre ursos-polares e pardos

Estudo diz ainda que separação das espécies remonta a 5 milhões de anos.
Mudanças climáticas influenciaram distribuição dos ursos-polares.

Um novo estudo com análise de genomas de ursos-polares sugere que a história dessa espécie está relacionada às mudanças climáticas no planeta e ao intercâmbio genético com os ursos-pardos. A pesquisa indica que os ursos-polares se tornaram uma espécie distinta cerca de 4 milhões ou 5 milhões de anos atrás – e não apenas há 600 mil anos, como sugeria uma trabalho anterior -, mas os animais podem ter continuado cruzando com ursos-pardos até muito mais recentemente.

Liderado pela Penn State University e pela Universidade de Buffalo, ambas dos EUA, o estudo encontrou evidências de que o tamanho da população de ursos-polares acompanhou os principais eventos climáticos nos últimos milhões de anos – crescendo durante os períodos de resfriamento e diminuindo em épocas mais quentes.

Esses cruzamentos com os “primos” pardos pode ter ocorrido em consequência de mudanças climáticas ao longo do tempo, já que, de acordo com as temperaturas médias do planeta, as populações desses dois tipos de mamíferos viveram em regiões mais próximas ou mais distantes.

“Talvez nós tenhamos um indício de que em tempos muito quentes, ursos polares mudaram seu estilo de vida, entraram em contato e cruzaram com ursos-pardos”, disse Stephan Schuster, coautor da pesquisa. O estudo saiu nesta segunda-feira (23) na edição online da revista “PNAS”, da Academia Nacional de Ciências, dos EUA.

Urso-polar e urso-pardo. (Foto: Hansruedi Weyrich/Science e Bernd Wuestneck/AFP)

Urso-polar e urso-pardo. (Foto: Hansruedi Weyrich/Science e Bernd Wuestneck/AFP)

Fonte: G1


26 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Biodiversidade cai em metade das florestas tropicais, aponta estudo

Análise publicada na revista ‘Nature’ avaliou 60 reservas em 20 a 30 anos.
Perturbação do habitat, caça e exploração são maiores fatores para declínio.

Metade das áreas protegidas de florestas tropicais do mundo está sofrendo um declínio na biodiversidade, segundo uma análise feita em 60 reservas e publicada na edição desta semana da revista “Nature”.

Para avaliar como esses locais estão funcionando, o pesquisador William Laurance e outros autores estudaram um grande conjunto de dados sobre as mudanças ocorridas ao longo dos últimos 20 a 30 anos.

A avaliação revela uma grande variação no estado dessas reservas, e 50% vivenciam perdas substanciais na variedade de animais e plantas. Perturbação do habitat natural, caça e exploração das florestas são os maiores fatores para esse declínio.

As reservas tropicais representam um último refúgio para espécies ameaçadas e processos naturais dos ecossistemas, em uma época que cresce a preocupação quanto ao impacto do homem sobre o crescimento da biodiversidade.

O estudo indica que, muitas vezes, áreas protegidas estão ecologicamente ligadas aos habitats ao redor, razão pela qual o destino delas é determinado por mudanças ambientais internas e externas.

Portanto, os pesquisadores afirmam que os esforços para manter a biodiversidade não devem se limitar a reduzir os problemas dentro das reservas, mas promover mudanças também fora dessas áreas.

Biodiversidade (Foto: Christian Ziegler/ZieglerPhotos.com/Nature)

Reservas são o último refúgio de espécies ameaçadas (Foto: Christian Ziegler/ZieglerPhotos.com/Nature)

Fonte: Globo Natureza


20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Estudo do Inpa revela causas da morte de árvores na Amazônia

Pesquisa durou um ano e analisou causas das mortes de 67 árvores.
Fatores biológicos, estresse e tempestade são os principais fatores.

Tempestade, fatores biológicos e estresse. Esses foram os principais fatores da morte de árvores durante um estudo de mestrado realizado no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) pela estudante Clarissa Gouveia pelo período de um ano.

Orientado pelo pesquisador do órgão, Niro Higuchi, o estudo foi feito em dois espaços com uma área de 20 x 2500 m cada, totalizando 5.808 árvores, sendo catalogadas 67 mortes.
Segundo o estudo, período chuvoso é o nível de mortalidade das árvores costuma ficar maior, principalmente, devido à quantidade de tempestades e raios típicos da época. “Na região atingida pelo raio, geralmente encontra-se mais de um individuo morto, representados por mais de uma espécie, além de provocar a morte parcial ou total da regeneração natural do lugar”, esclarece a mestranda.

A maioria das árvores na Floresta Amazônica possuem copas assimétricas e as tempestades são capazes de aumentar o peso da copa, provocando a queda das árvores para o seu lado mais pesado. Existem, ainda, registros de tempestades de vento que podem matar milhares de árvores em apenas poucos dias, são os chamados downburst ou roça de ventos.

Já as mortes classificadas como fatores biológicos e de estresses são relacionadas a competição e supressão entre espécies, déficit hídrico, alagamentos, e ataques patógenos. “No momento que a árvore morre, ela continua a influenciar os organismos ao seu redor, auxiliando no equilíbrio e desenvolvimento de outros organismos. E, também, cooperando na mudança de biomassa, no fornecimento de luz, nutrientes e na umidade da floresta”, explica Clarissa.

A mortalidade arbórea é um processo natural no ecossistema florestal, pois influencia na estrutura, dinâmica, estoque de carbono e reciclagem de nutrientes. Mas, quando a mortalidade é maior que a capacidade de resistência da floresta, as consequências em longo prazo podem ser preocupantes. “São observadas mudanças nas taxas de evapotranspiração, temperatura, umidade e na estrutura das espécies”, ressalta Fontes.

O pioneirismo da pesquisa foi uma contribuição essencial para a comunidade científica, auxiliando na criação de novas perspectivas. “O desejo é que o estudo seja conduzido por mais tempo e em novas áreas para que possamos verificar um possível padrão de comportamento”, almeja Fontes, ressaltando a concepção de um banco de dados maior para a determinação mais exata das variações no clima e a sua relação com a mortalidade arbórea durante determinado período.

Além das mudanças do tempo, pode-se destacar como influenciadores da mortalidade das árvores as infestações das mesmas por lianas, insetos e fungos. Durante o período da pesquisa, uma espécie foi morta pela hemi-epífita estranguladora Apuí e três outras por fungos patogênicos: duas por Ganoderma sp e uma por Auricularia delicata Fries.

“Esse tipo de estudo pode melhorar o entendimento das vulnerabilidades de nossas árvores diante de eventos catastróficos que vem ocorrendo na Amazônia, principalmente aquelas relacionadas com secas e tempestades”, concluiu a estudante.

Bacia amazônica, área de atuação do projeto (Foto: Divulgação/UEA)

Estudo do Inpa analisou morte de árvores da Floresta Amazônia (Foto: Divulgação/UEA)

Árvore na área de preservação da Ufam Manaus (Foto: Adneison Severiano G1/AM)

Árvores morrem mais na Amazônia durante o período de chuvas na região (Foto: Adneison Severiano G1/AM)

Amazônia rio com plantas (Foto: Ana Castro - produtora de reportagem (TV Globo))

Tempestades com raios e fortes ventos são um dos principais fatores para a morte de árvores na Amazônia (Foto: Ana Castro - produtora de reportagem (TV Globo))

Ministério do Meio Ambiente vai reforçar fiscalização na área de fronteira agrícola entre os estados do Amazonas e Rondônia (Foto: Divulgação/Ibama)

Infestação de insetos e fungos são outras causas de morte das árvores na Amazônia (Foto: Divulgação/Ibama)

Amazônia (Foto: Ana Castro - produtora de reportagem (TV Globo))

Mortalidade arbórea é um processo natural do ecossistema da Floresta (Foto: Ana Castro - produtora de reportagem (TV Globo))

Fonte: Globo Natureza


25 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Líderes são os mais saudáveis do bando, diz estudo

Análise mostra que os machos alfa de babuínos do Quênia são menos propensos a ficar doentes e se recuperam mais rapidamente de lesões

Machos no topo da pirâmide social têm o sistema imunológico mais eficiente e conseguem se recuperar de lesões mais rapidamente que os demais membros de seu bando. É o que diz um estudo publicado nesta segunda-feira no periódico PNAS, feito a partir da observação de grupos de babuínos.

Cientistas da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, estudaram dados de babuínos do Quênia coletados ao longo de 27 anos e descobriram que os machos alfa eram menos propensos a ficar doentes e se recuperavam mais rapidamente de suas lesões do que aqueles que ocupavam posições sociais mais baixas.

Leia mais: Stress relacionado a status social provoca alterações genéticas em macacos

Os cientistas basearam-se na observação de 166 babuínos machos adultos entre 1982 e 2009. Foram analisadas as lesões sofridas em lutas, como cortes e contusões, e o tempo que cada animal levou para se recuperar.

Stress — O resultado surpreendeu os cientistas. Pesquisas anteriores mostraram que os machos em posições mais altas dentro da hierarquia do grupo enfrentam muito stress e costumam se acasalar com bastante regularidade, o que deveria fragilizar seu sistema imunológico. Mas os autores da pesquisa encontraram uma explicação: o stress crônico que os machos de menor status enfrentam e o mau condicionamento físico podem explicar as diferenças entre os dois escalões.

“Sempre se discutiu se o stress de estar no topo da pirâmide social compensa ou não”, afirma a autora principal do estudo, Beth Archie, bióloga da Universidade de Notre Dame. “Nossos resultados sugerem que, por mais que os animais vivenciem o stress tanto no topo como na base da pirâmide, diversos fatores relacionados às posições mais altas ajudam a proteger os machos dos efeitos negativos do stress.”

Contudo, os dados não permitem dizer se os babuínos atingiram um alto patamar na escala social pela superioridade de seu sistema imunológico ou, ao contrário, se o status social condicionou a boa saúde dos machos alfa.

babuíno

Status imunológico: babuínos com posição mais alta na hierarquia do grupo são menos propensos a ficar doentes e se recuperam mais rapidamente de ferimentos (Image courtesy of J. Fagot)

Fonte: Veja Ciência


5 de março de 2012 | nenhum comentário »

Pinheiros sobreviveram à Era do Gelo na Escandinávia, diz estudo

Estudos anteriores diziam que árvores teriam ressurgido após retração do gelo.
Descoberta foi feita após análise do DNA de plantas modernas.e pólen antigo.

Pólen de pinheiro com cerca de 10 mil anos foi extraído de lago na Noruega e ajudou cientistas na descoberta  (Foto: Divulgação / Science / AAAS)

Pólen de pinheiro com cerca de 10 mil anos foi encontrado em lago na Noruega e ajudou cientistas na descoberta (Foto: Divulgação / Science / AAAS)

Novas descobertas científicas mostram que pinheiros e abetos sobreviveram à Era do Gelo na Escandinávia, ao contrário do que se pensava anteriormente. De acordo com uma pesquisa publicada na sexta-feira (2) na “Science”, as árvores teriam sobrevivido em refúgios livres de gelo.

Estudos anteriores afirmavam que as árvores teriam ressurgido na Península Escandinava quando o gelo retraiu, há 9 mil anos.

A descoberta foi feita por um grupo internacional de cientistas, após análise do DNA de pinheiros e abetos modernos. Segundo os pesquisadores, a grande quantidade de mutações encontradas prova que variedades das plantas são mais velhas que o último período glacial.

Também foi analisado o DNA de pólen obtido de sedimentos antigos obtidos na Noruega. A pesquisa descobriu que coníferas cresciam na região há 22 mil anos, quando a área ainda estava coberta por gelo.

Para os cientistas, a descoberta torna necessária a revisão dos modelos que analisam a proliferação de plantas boreais após a glaciação.

 

 

 

 

 

Fonte: Globo Natureza


26 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Governo teme derrota de Código Florestal no Senado

O governo prevê dificuldades para reverter, no Senado, os pontos polêmicos aprovados pela Câmara na reforma do Código Florestal.

Depois da derrota imposta por deputados da base, o Palácio do Planalto começou a agir para evitar a adesão de novos governistas nas bancadas aliadas no Senado.

A ressaca da derrota na terça-feira fez com que o Planalto mapeasse informalmente as condições no Senado.

O governo também decidiu articular a indicação do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) para relatar o código.

Ligado à área ambientalista, Rollemberg ficaria com a tarefa de finalizar o texto na Comissão de Meio Ambiente antes de submetê-lo à votação no plenário.

TROCA

O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), que chegou a ser convidado para relatar o código, acabou indicado pelo líder governista Romero Jucá (PMDB-RR) para analisar a matéria somente na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), que não discute o mérito da proposta.

Ex-governador de Santa Catarina, Luiz Henrique é ligado à bancada ruralista. Durante o seu governo, ele sancionou lei questionada no Supremo Tribunal Federal que permitiu a realização de atividades econômicas em APPs (áreas de preservação permanente), ponto semelhante ao aprovado pela Câmara.

Áreas sensíveis, as APPs englobam, por exemplo, topos de morro e várzeas de rios, sendo consideradas importantes para a produção de água e a proteção do solo contra a erosão –daí o fato de receberem proteção especial.

A derrota do governo na Câmara irritou o Palácio do Planalto, que não gostou da mobilização do PMDB para aprovar emenda que legaliza as atividades agrícolas em APPs mantidas até 2008. Na prática, a emenda concede anistia a quem desmatou.

Governistas afirmam que a crise, porém, não encerrou a “lua de mel” do Planalto com os peemedebistas. “Tem crises, é um casamento nesse sentido. É uma relação que tem de ser cultivada sempre. Tem momentos de muito encontro e de desencontro”, disse o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência).

MUDANÇAS

No Senado, a ordem é ganhar tempo para que os governistas elaborem um texto favorável ao Planalto, mas que agrade também a ruralistas e ambientalistas.

Jucá disse que vai pedir a prorrogação por 120 dias do decreto que suspende os efeitos da lei de crimes ambientais. Isso, na prática, pode deixar a votação do código para o segundo semestre. A suspensão do decreto vence em 11 de junho. Ele pune com multa quem não estiver em conformidade com a lei. A movimentação dos governistas tem como objetivo evitar o veto de Dilma ao código. Relator na Câmara, o deputado Aldo Rebelo

(PCdoB-SP) disse que a presidente está “desinformada” ao cogitar o veto à versão aprovada pelos deputados. “Ela pode ter informações só de um lado, o lado do lobby ambientalista.”

Segundo Rebelo, havia representantes do governo, próximos a Dilma, que desconheciam até termos corriqueiros da proposta.

Autor da emenda contrária ao Planalto, o deputado Paulo Piau (PMDB-MG) defendeu a manutenção do texto da Câmara. “Essa emenda não é nenhuma vergonha para o Brasil. Não é um liberou geral.” E disse que, se a presidente vetar os pontos aprovados, estará se “curvando aos interesses internacionais sobre a Amazônia”.

Fonte: Folha.com, de Brasília.


23 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Centenas de pombas mortas são encontradas em chácara do Paraná

Centenas de aves mortas foram encontradas em uma propriedade rural de Maringá, no Norte do Paraná, pela Polícia Ambiental na tarde da sexta-feira (20). A suspeita é de que a causa da morte seja envenenamento. A polícia tirou fotos e recolheu algumas aves, ainda vivas, para serem analisadas em laboratório.

Se o crime for confirmado, o responsável pode responder por crime ambiental e pagar multa de R$ 500 por cada ave. De acordo com o tenente da Polícia Ambiental, Fábio Ribeiro, essas aves prejudicam as lavouras e as vezes os produtores usam venenos para eliminá-las.

A polícia vai aguardar o resultado dos exames laboratoriais e, depois, investigar o causador da morte das aves.

Fonte: G1


30 de março de 2011 | nenhum comentário »

Ingredientes de produtos ‘verdes’ vêm de petróleo, diz estudo

Um estudo divulgado no 241º encontro da Sociedade Americana de Química mostra que alguns ingredientes de produtos considerados verdes podem ter origem em petróleo ao invés de ser obtido a partir de plantas.

A equipe responsável pela pesquisa, liderada pela especialista Cara Bondi, analisou mais de 10 produtos de limpeza de louças e roupas, além de líquidos de higiene pessoal.

Para saber se os produtos analisados eram feitos com base em plantas ou em materiais sintéticos com origem no petróleo, os cientistas usaram uma técnica de datação com carbono-14.

Os resultados mostraram que alguns produtos taxados como verdes no mercado norte-americano – feitos com mais de 50% do carbono derivado de fontes naturais – apresentaram, na verdade, somente 28% de carbono com origem em plantas.

Cara Bondi ainda afirma que em um dos casos, um produto que era vendido como “livre de petróleo” continha 31% de carbono gerado a partir desta fonte esgotável.

Segundo a especialista, o uso de carbono obtido a partir de petróleo – uma fonte não renovável – em produtos precisa ser moderado.

Fonte: G1

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14 de janeiro de 2011 | nenhum comentário »

Pesquisa utiliza mapeamento geográfico para análise do manejo florestal

Uma pesquisa está identificando áreas para o manejo florestal comunitário. Com o tema: “Sistema de Informação Geográfica Aplicado no Manejo Florestal de Unidades de Conservação”, será criado um banco de dados geográfico que vai contribuir na tomada de decisão de políticas públicas.

O estudo deve fazer parte do trabalho de doutorado, desenvolvido pela Mestre em Geografia Marilene Alves da Silva, que é vinculada ao Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Amazonas, Ifam.

O Sistema de Informação Geográfica foi empregado como ferramenta para monitoramento e manejo florestal em Unidades de Conservação, permitindo o gerenciamento dos dados e análises geográficas precisas.

“O mapeamento das áreas de manejo florestal foram digitalizados em um software com base no mosaico de imagens de satélite sensor TM (Thematic Mapper) do Landsat-5 da área da reserva, o trabalho permitiu a realização dos levantamentos de coordenadas geográficas por meio do Sistema de Posicionamento Global (GPS) em áreas de uso florestal”, afirmou a pesquisadora.

Fonte: Danielle Jordan / Ambientebrasil
*Com informações da Agência Fapeam.

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