23 de maio de 2013 | nenhum comentário »

Guarda de animais silvestres

O Conselho Nacional de Meio Ambiente aprovou, nesta quarta-feira (22), resolução que regula a guarda provisória de espécies da fauna silvestre por pessoas físicas em todo o País, quando não houver outra solução possível. A prioridade de guarda continua a cargo dos Centros de Triagem de Animais Silvestres, os Cetas, autorizados pelo Ibama e responsáveis pela recuperação e reintrodução desse animais na natureza.

A medida regulamenta uma lei de 1998, que prevê que os órgãos ambientais podem encaminhar animais apreendidos, resgatados ou recebidos espontaneamente para serem cuidados por pessoas cadastradas. Os cuidadores precisam demonstrar que apresentam condições para abrigar as espécies até que o órgão ambiental encontre uma destinação adequada. A reintrodução ao habitat é uma prioridade prevista em lei.

Em último caso, quando não houver condições de transporte ou abrigamento em instalações adequadas ou mesmo guardador cadastrado, a guarda pode ser dada provisoriamente à pessoa encontrada em posse do animal. Porém, ela continuará tendo que responder judicialmente pela posse ilegal do animal. As leis ambientais brasileiras consideram crime retirar animais silvestres de seus habitats sem a prévia autorização dos órgãos ambientais competentes.

Nem todas as espécies são passíveis de criação em cativeiro para fins comerciais ou para serem criados como mascotes. O Ibama terá 90 dias para publicar a chamada “lista pet”, relacionando as espécies abrangidas pela resolução Conama. A medida aprovada deverá trazer segurança jurídica tanto para a guarda e depósito quanto para a fiscalização após a apreensão dos animais. Criar animais silvestres como domésticos, principalmente aves e pequenos primatas, é costume em pequenas comunidades interioranas. Isso acaba inviabilizando sua reintrodução à natureza.

(Fonte: MMA)


12 de março de 2013 | nenhum comentário »

Tamanduá-bandeira é encontrado no meio da rua, em Luziânia, GO

Animal, que pesa 50 kg, foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros

Um tamanduá-bandeira foi encontrado andando pelas ruas de Luziânia, cidade goiana no Entorno de Brasília, na manhã desta segunda-feira (11).

Segundo os bombeiros, eles não precisaram usar tranquilizante na captura do animal. A equipe de resgate afirmou que ele pesa cerca de 50 kg e tem 1,50 metro de altura.

De acordo com os bombeiros, o tamanduá não estava com ferimentos.

O animal foi levado para uma reserva legal de Luziânia, que fica a 15 quilômetros da cidade.

Tamanduá-bandeira foi resgatado por equipe do Corpo de Bombeiros em Luziânia, Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

Tamanduá-bandeira foi resgatado por equipe do Corpo de Bombeiros (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

Fonte: Globo Natureza


30 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Resgates, atendimentos e solturas realizados pelo IPEVS no 1º semestre de 2012.

O IPEVS – Instituto de Pesquisa em Vida Selvagem e Meio Ambiente realiza em nossa cidade e região resgates, atendimentos e solturas de animais silvestres. Estes são realizados em parceria com o IAP – Instituto Ambiental do Paraná e Corpo de Bombeiros que acionam a equipe do IPEVS e também com a colaboração de cidadãos que quando se deparam com esses animais entram em contato com o IPEVS.

Os animais são resgatados e posteriormente realizados exames clínicos pelo médico veterinário do IPEVS, e quando constatado que estes se encontram em perfeita sanidade são encaminhados para soltura. E alguns animais são mantidos em cativeiro devido à impossibilidade de serem devolvidos ao seu habitat natural.

Confira o trabalho de resgates, atendimentos e soltura realizado pela equipe do IPEVS no primeiro semestre de 2012.

 

Gambá no telhado de uma residência em Cornélio Procópio. Foto: IPEVS

 

Gambá (Didelphis Albiventris)

No mês de maio, em um mesmo dia, o IPEVS realizou 2 resgates de gambá em Cornélio Procópio, um na Vila Santa Terezinha e outro no Jardim Fortunato Cibin.

Os gambás são mamíferos marsupiais, ou seja, apresentam uma bolsa abdominal a qual os filhotes permanecem por um período de desenvolvimento, semelhante ao canguru. Sua presença na região urbana está relacionada principalmente à disponibilidade de restos de alimentos, insetos e abrigos (forros de casa, porões). Os 2 gambás foram capturados e passaram por exames clínicos pelo médico veterinário do IPEVS, após constatar que os animais encontravam-se saudáveis estes foram encaminhados para soltura.

 

Gambá captura e encaminhado para soltura, resgate realizado pela equipe do IPEVS. Foto: IPEVS

 

Falsa-coral, espécie de serpente que ocorre em nossa região. Foto: IPEVS

 

Falsa- Coral (Oxyrhopus guibei)

A falsa coral é uma serpente muito comum em nossa região, com coloração avermelhada com faixas pretas alternadas. O nome falsa- coral é devido sua semelhança com as corais verdadeiras. Sendo diferenciadas pelo tamanho dos olhos, formato da cauda e da cabeça e principal pela posição dos dentes inoculadores de veneno. A falsa – coral apresenta dentição opistóglifa, ou seja, os dentes inoculadores de veneno ficam localizados no fundo da boca.

A captura desta espécie é realizada constantemente pela equipe do IPEVS, graças à pessoas conscientes que ao encontrarem as serpentes próximas de suas residências ou em seus locais de trabalho, entram em contato com o IPEVS ou Corpo de Bombeiros.

 

A serpente foi encontrada por Aldecir Costa, em uma manopla da Sanepar. Aldecir que conhece o trabalho realizado pelo IPEVS, entrou em contato com a equipe para realizar a captura. Foto: IPEVS

 

A serpente captura está sendo mantida em cativeiro no CEAMA - Centro de Educação Ambiental Mundo Animal, projeto coordenado pelo IPEVS. Foto: IPEVS

 

Tentativa de resgate onça parda em junho de 2012. Foto: IPEVS

 

Onça Parda (Puma concolor)

No dia 18 de junho de 2012, o IAP entrou em contato com o IPEVS para realização de resgate de uma onça parda ou suçuarana em uma propriedade de Cornélio Procópio. A equipe do IPEVS junto com a equipe do IAP esteve no local para realizar a captura.

Para o resgate de animais como onça são necessários alguns equipamentos como zarabatana ou rifle para aplicação de dardos tranquilizantes com a função de sedar o animal. Na ocasião os dardos foram adaptados para a utilização do equipamento, um dos motivos que dificultou o processo de captura, não sendo possível a realização do resgate.

Já no mês de julho, o IPEVS recebeu outro chamado do IAP para resgate  de outra onça parda em nossa região, após captura e atestado a sanidade do animal este foi encaminhado para soltura.  Click  http://ipevs.org.br/blog/?p=10358 para acessar informações e imagens sobre este resgate.

A onça estava em uma propriedade de Cornélio Procópio. Foto: IPEVS

 

Tucano do bico verde, exemplar atendido pela equipe do IPEVS. Foto: IPEVS

 

Tucano do Bico Verde

( Ramphastos dicolorus)

O Tucano do bico verde ocorre em áreas florestadas, desde o litoral até zonas montanhosas. Possui hábito alimentar onívoro, alimentando-se de insetos, pequenos vertebrados e principalmente frutos, atuando como dispersor de sementes.

O IPEVS recebeu um exemplar de Tucano do bico verde, este encontrava-se muito debilitado, mesmo com todo o cuidado e tratamento realizado pela equipe do IPEVS o tucano infelizmente não resistiu e veio a óbito.

 

Mesmo com todo cuidado da equipe o tucano do bico verde não resistiu. Foto: IPEVS

 

Ao encontrar animais silvestres próximo a sua residência entre em contato com os órgãos responsáveis para esse trabalho. Em Cornélio Procópio você pode acionar o IPEVS, IAP ou Corpo de Bombeiros.

 

Fonte: Ascom do IPEVS

 


27 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Abate ilegal de elefantes é prioridade em convenção da ONU

A regulamentação efetiva do comércio de plantas e animais silvestres está no centro das discussões de representantes de 175 países, reunidos em Genebra até hoje (sexta-feira).

Eles formam o comitê da Convenção sobre o Tratado Internacional das Espécies Selvagens Ameaçadas da Fauna e Flora, Cites. O abate ilegal de elefantes e o comércio do marfim são debatidos com alta prioridade no encontro.
O grupo avalia várias recomendações, como a implementação urgente do Plano de Ação Africano para proteger elefantes; maior controle dos mercados domésticos de marfim e melhor colaboração entre países da África e da Ásia no combate ao contrabando.

Segundo o presidente do comitê da Cites, Øysten Størkersen, os “níveis de caça e contrabando ilegal de elefantes e rinocerontes são os piores em uma década.” Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 280 rinocerontes foram mortos, só na África do Sul.
O comitê da Cites analisa ainda o aumento da demanda por chifres de rinoceronte; os progressos para reduzir a exploração de tartarugas e sapos do Madagáscar e o uso de cobras da Ásia na indústria de couro.

Iniciativas para proteger tigres e comércio ilegal de grandes símios, como gorilas e orangotangos, também estão na pauta. A Cites é responsável por regular o comércio internacional de 35 mil espécies selvagens de plantas e animais.

 

Fonte: UOL

 


19 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Diretora do IPEVS ministra palestra na CicloVet 2012 – UEL

Nos dias 13 a 17 de junho de 2012 ocorreu na UEL – Universidade Estadual de Londrina a XXIX Semana Acadêmica de Medicina Veterinária e VII Mostra de Trabalhos Científicos – Ciclo Vet 2012. O evento é realizado anualmente pelo curso de Medicina Veterinária da UEL, dividido em módulos sobre os seguintes temas: animais de companhia, grandes animais, animais silvestres, medicina veterinária complementar e medicina veterinária preventiva.

A convite da organização da CicloVet a Bióloga e Diretora Administrativa do IPEVS Lívea Samara de Almeida foi uma das palestrantes da semana acadêmica no módulo animais silvestres falando sobre Métodos em Primatologia Ex-situ e In-situ, um dos principais temas de sua área de atuação.

Neste ano o IPEVS completa a terceira participação na Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UEL, nas edições anteriores o Médico Veterinário e presidente do IPEVS Rafael Haddad abordou sobre atendimento de animais silvestres em clínicas e medicina e manejo de répteis.

 

Bióloga e Diretora do IPEVS Lívea ministrou palestra na XXIX Semana de Medicina Veterinária da UEL. Foto: IPEVS

 

Lívea Samara falou sobre Métodos em Primatologia Ex-situ e In-situ. Foto: IPEVS

 

Fonte: Ascom IPEVS


10 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Osteopata de elefantes ajuda bebês órfãos a superar traumas

A pequena Wendi entrou em estado de choque quando viu sua mãe morrer e não conseguia respirar normalmente. Somente com a ajuda de um osteopata pioneiro o animal superou o trauma e cresceu normalmente.

A história de Wendi, um bebê elefante no Quênia, é uma das que Tony Nevin, que há duas décadas viaja pelo mundo tratando todos os tipos de lesões em animais selvagens, melhor se recorda.

Tudo começou quando Nevin, que até então tinha apenas pacientes humanos, ofereceu seus serviços em um centro de resgate de animais perto de sua casa na Inglaterra para ajudar um quati doente que não respondia a nenhum tratamento.

Desde então, Nevin tratou de elefantes a pássaros, morcegos, rinocerontes e cobras. E a chave muitas vezes são as emoções, disse ele à BBC Mundo.

Nevin é um osteopata, ou seja, alguém que trata doenças e dores manipulando coluna, músculos e articulações dos pacientes.

PRESSÃO COM AS MÃOS

“No caso dos bebês elefantes que ficaram órfãos, (eles) muitas vezes viram a mãe morrer nas mãos de caçadores e predadores. Esse choque tende a se manifestar de forma que o diafragma, a cabeça e o maxilar se contraem”, disse Nevin.

A tensão no diafragma faz com que o animal não respire normalmente e isso acaba afetando todo o seu sistema digestivo, impedindo-o de se alimentar corretamente ou responder ao tratamento convencional com remédios. Alguns animais não sobrevivem, outros vivem com problemas por toda a vida.

“É uma reação de reflexo, parecida com o sofrimento humano em casos de choque. No tratamento, uso as mãos e as mesmas técnicas que aprendemos em cursos básicos para tratar as pessoas.”

É como afinar um instrumento musical, no caso o sistema nervoso central, ou seja, cérebro e espinha dorsal, disse o osteopata à BBC.

Colocando delicadamente as mãos sobre o paciente, ele trabalha com a respiração para alterar o estado do diafragma, “liberando a pressão cuidadosamente como se afrouxasse um elástico”.

Com diferentes tipos de pressão, Nevin envia mensagens para o sistema nervoso central do animal.

“A medida que o elefante inspira e expira, eu altero a pressão com as mãos, o que envia mensagens para a coluna para aumentar a comunicação com o diafragma. Eu também posso usar os pontos de pressão na mandíbula para ajudar a relaxar os músculos nesta área corpo.”

Nevin diz que “é algo semelhante ao que acontece com uma pessoa, quando está muito tensa e range os dentes”.

Exercendo pressões de intensidades diferentes com as mãos para acompanhar a respiração do animal, Nevin restaura a comunicação entre os músculos e o sistema nervoso central “que sabe como operar normalmente, o problema é o estado de choque”.

A pneumonia é outra condição que pode afetar os órfãos de elefante, que não têm a proteção do corpo da mãe. “Elefantes não podem tossir, mas algum movimento pode ser feito para o fluido suba a partir dos pulmões para ser expelido.”

MUDANÇA DRAMÁTICA

Alguns elefantes respondem a um único tratamento, enquanto outros exigem várias sessões. Nos jardins zoológicos na Inglaterra, Nevin também usa câmeras infravermelhas que mostram problemas no fluxo sanguíneo do animal em uma tela.

O resultado pode ser dramático. “Você vê uma grande mudança no comportamento e na personalidade (do elefante). Lembro-me de um caso na Tailândia, o da elefante adulta Dah, que ficou aterrorizada por todos os ruídos da cidade e pelo bosque. Ela só andava unida pela tromba aos companheiros.”

Dah trabalhou arrastando troncos, mas quando o governo tailandês proibiu a exportação de algumas madeiras, os elefantes ficaram “desempregados” e foram levados para Bangcoc para trabalhar com turistas.

“Após duas semanas, pudemos tratá-la e liberar a tensão em seu corpo. A mudança foi dramática, ela só queria brincar. Os tratadores e eu ficamos com lágrimas nos olhos.”

As técnicas utilizadas são semelhantes no caso de outras espécies. “É como se fosse um computador. Você precisa reiniciar o sistema nervoso e existem muitas técnicas diferentes para fazer isso.”

Quando trata de cobras, Nevin recebe ajuda de suas pessoas, para que o animal “não se enrole em meu corpo”. “Cobras também têm tensão nos músculos”, afirma.

O interesse pelo uso da osteopatia em animais está crescendo e duas universidades, no País de Gales e em Londres, já oferecem cursos de pós-graduação. O osteopata diz que espera um dia poder trabalhar com grandes felinos e outras espécies na América Latina.

O REENCONTRO

Para Nevin, uma das maiores satisfações de seu trabalho é “ter o privilégio de trabalhar com animais selvagens que, quando eles são saudáveis, rejeitam qualquer contato, mas quando estão mal permitem que eu me aproxime”.

Outra grande alegria para o osteopata britânico é que os animais tratados voltem à natureza, como Wendi.

“Quando tratei dela, ela tinha três semanas de vida e estava com pneumonia. Sete anos depois, eu estava em um lago no Parque Nacional de Tsavo, no Quênia, com vários bebês órfãos quando um grupo de elefantes adultos se aproximou. Um deles foi direto para mim e começou a me cheirar da cabeça aos pés, para a surpresa dos guardas do parque, que me perguntaram se eu conhecia o animal.”

“‘Ela tem sete anos?’, Perguntei. ‘Sim’, responderam, ‘e o nome é Wendi’.”

“Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida.”

Fonte: BBC Brasil


7 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Rafael Haddad representa IPEVS e CRMV no I Encontro de Ética , Bioética e Bem-Estar Animal em Bandeirantes.

No início do mês de maio ocorreu o I Encontro de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal evento organizado pela APA – Associação Protetora dos Animais e Curso de Medicina Veterinária, evento realizado na UENP – Universidade Estadual do Norte do Paraná – Campus Bandeirantes.

No evento estiveram presentes palestrantes, Médicos Veterinários, que explanaram sobre ética, direitos e bem estar dos animais. O presidente do IPEVS e Médico Veterinário Rafael Haddad encerrou o ciclo de palestras com o tema Bem-Estar de Animais Silvestres em Cativeiro.

Na ocasião a Professora Dr ª Ana Paula M. E. S. Trad, coordenadora do evento, agradeceu a disponibilidade e o auxílio dispensado por Haddad e o CRMV.  Rafael Haddad esteve no evento também como representante do CRMV – PR Conselho Regional de Medicina Veterinária, sendo ele Delegado Regional do CRMV de Cornélio Procópio.

Rafael Haddad Médico Veterinário e presidente do IPEVS realiza palestra de Bem estar de animais silvestres em cativeiro. Foto: IPEVS

 

 

a Professora Dr ª Ana Paula M. E. S. Trad, coordenadora do evento agradeceu a presença de Rafael Haddad, que na ocasião representou o IPEVS e CRMV. Foto: IPEVS

 

Fonte: Ascom IPEVS


27 de abril de 2012 | nenhum comentário »

Presidente do IPEVS ministra palestra sobre Bem-Estar Animal

O presidente do IPEVS Rafael Haddad (Médico Veterinário e Biólogo) em convite da Associação Protetora e Bem-Estar Animal Ângelo Picone, ministrou palestra sobre Bem estar animal, no V Encontro de Proteção e Bem Estar Animal realizado no Centro Cultural de Cornélio Procópio no dia 26/04.  Os participantes foram orientando sobre adoção de cães e gatos, a importância da castração destes animais e esclarecimento sobre as zoonoses. Instruiu como pessoas que não podem ou não querer ter animais de estimação pode colaborar. E finalizou enfatizando que animais silvestres não são animais de estimação e que a comercialização destes animais é crime e deve ser denunciado.

A palestra contou com a participação dos membros da Associação Ângelo Picone e a equipe do IPEVS.

Fonte: Ascom IPEVS


14 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Urso ‘pega carona’ em caminhão de lixo no Canadá

Após ser apanhado por engano nos arredores de Vancouver, urso negro americano chamou atenção no centro.

Um urso negro americano apareceu no centro da cidade de Vancouver, no Canadá, pegando uma ‘carona’ na boleia de um caminhão de lixo.

As autoridades acreditam que o urso tenha sido apanhado por acaso quando procurava comida em um contêiner de lixo nos arredores da cidade.

Um funcionário da agência ambiental canadense aplicou uma injeção de sedativo no animal, que caiu do caminhão e foi amparado pelos policiais, em meio aos aplausos dos curiosos.

O urso foi identificado e solto no seu hábitat natural, onde deve entrar em seu período de hibernação, que pode durar sete meses.

 

Urso 'pega carona' em caminhão de lixo no Canadá (Foto: BBC)

Urso 'pega carona' em caminhão de lixo no Canadá (Foto: BBC)

Fonte: BBC


26 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Decoradora é multada no PA por uso de cocar com penas em exposição

Enfeites com partes de animais silvestres são proibidos, informa Ibama.
Designer responde que ainda não foi notificada pelo órgão ambiental.

O Ibama do Pará informou que multou em R$ 10 mil a designer de interiores Fátima Rego por usar dois cocares indígenas feitos com penas de araras e papagaios em seu espaço num evento de decoração em Belém. Segundo o Ibama, a arquiteta foi notificada a entregar os artefatos em 30 dias. A autuação aconteceu na última semana, de acordo com o órgão ambiental. O uso de qualquer objeto com partes de animais silvestres, como penas, peles, ossos e dentes é proibido pela legislação brasileira, alega o instituto.

Consultada pelo Globo Natureza, Fátima Rego diz que até o momento não foi informada da multa ou da ordem para entregar os enfeites, e que portanto não comentaria a medida. Ela conta que consultou o Ibama sobre uma autorização para expor os cocares, mas que não a conseguiu. “Tentei argumentar que era uma mostra e me disseram que não pode”, explica.

Os cocares chegaram a ser fotografados no ambiente para uma revista, mas, devido à negativa do Ibama, ela decidiu não expor as peças, que informa pertencerem a uma amiga. “Ela adquiriu há 30 anos esse objeto, numa loja que era da própria Funai”, diz.

Fiscal aponta o local da exposição onde antes estavam os cocares. Os objetos foram retirados antes do início do evento, porque a decoradora foi informada pelo Ibama que não poderia usá-los. (Foto: Nelson Feitosa - Ibama/Divulgação)

Fiscal aponta o local da exposição onde antes estavam os cocares. Os objetos foram retirados antes do início do evento, porque a decoradora foi informada pelo Ibama que não poderia usá-los. (Foto: Nelson Feitosa - Ibama/Divulgação)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


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23 de maio de 2013 | nenhum comentário »

Guarda de animais silvestres

O Conselho Nacional de Meio Ambiente aprovou, nesta quarta-feira (22), resolução que regula a guarda provisória de espécies da fauna silvestre por pessoas físicas em todo o País, quando não houver outra solução possível. A prioridade de guarda continua a cargo dos Centros de Triagem de Animais Silvestres, os Cetas, autorizados pelo Ibama e responsáveis pela recuperação e reintrodução desse animais na natureza.

A medida regulamenta uma lei de 1998, que prevê que os órgãos ambientais podem encaminhar animais apreendidos, resgatados ou recebidos espontaneamente para serem cuidados por pessoas cadastradas. Os cuidadores precisam demonstrar que apresentam condições para abrigar as espécies até que o órgão ambiental encontre uma destinação adequada. A reintrodução ao habitat é uma prioridade prevista em lei.

Em último caso, quando não houver condições de transporte ou abrigamento em instalações adequadas ou mesmo guardador cadastrado, a guarda pode ser dada provisoriamente à pessoa encontrada em posse do animal. Porém, ela continuará tendo que responder judicialmente pela posse ilegal do animal. As leis ambientais brasileiras consideram crime retirar animais silvestres de seus habitats sem a prévia autorização dos órgãos ambientais competentes.

Nem todas as espécies são passíveis de criação em cativeiro para fins comerciais ou para serem criados como mascotes. O Ibama terá 90 dias para publicar a chamada “lista pet”, relacionando as espécies abrangidas pela resolução Conama. A medida aprovada deverá trazer segurança jurídica tanto para a guarda e depósito quanto para a fiscalização após a apreensão dos animais. Criar animais silvestres como domésticos, principalmente aves e pequenos primatas, é costume em pequenas comunidades interioranas. Isso acaba inviabilizando sua reintrodução à natureza.

(Fonte: MMA)


12 de março de 2013 | nenhum comentário »

Tamanduá-bandeira é encontrado no meio da rua, em Luziânia, GO

Animal, que pesa 50 kg, foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros

Um tamanduá-bandeira foi encontrado andando pelas ruas de Luziânia, cidade goiana no Entorno de Brasília, na manhã desta segunda-feira (11).

Segundo os bombeiros, eles não precisaram usar tranquilizante na captura do animal. A equipe de resgate afirmou que ele pesa cerca de 50 kg e tem 1,50 metro de altura.

De acordo com os bombeiros, o tamanduá não estava com ferimentos.

O animal foi levado para uma reserva legal de Luziânia, que fica a 15 quilômetros da cidade.

Tamanduá-bandeira foi resgatado por equipe do Corpo de Bombeiros em Luziânia, Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

Tamanduá-bandeira foi resgatado por equipe do Corpo de Bombeiros (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

Fonte: Globo Natureza


30 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Resgates, atendimentos e solturas realizados pelo IPEVS no 1º semestre de 2012.

O IPEVS – Instituto de Pesquisa em Vida Selvagem e Meio Ambiente realiza em nossa cidade e região resgates, atendimentos e solturas de animais silvestres. Estes são realizados em parceria com o IAP – Instituto Ambiental do Paraná e Corpo de Bombeiros que acionam a equipe do IPEVS e também com a colaboração de cidadãos que quando se deparam com esses animais entram em contato com o IPEVS.

Os animais são resgatados e posteriormente realizados exames clínicos pelo médico veterinário do IPEVS, e quando constatado que estes se encontram em perfeita sanidade são encaminhados para soltura. E alguns animais são mantidos em cativeiro devido à impossibilidade de serem devolvidos ao seu habitat natural.

Confira o trabalho de resgates, atendimentos e soltura realizado pela equipe do IPEVS no primeiro semestre de 2012.

 

Gambá no telhado de uma residência em Cornélio Procópio. Foto: IPEVS

 

Gambá (Didelphis Albiventris)

No mês de maio, em um mesmo dia, o IPEVS realizou 2 resgates de gambá em Cornélio Procópio, um na Vila Santa Terezinha e outro no Jardim Fortunato Cibin.

Os gambás são mamíferos marsupiais, ou seja, apresentam uma bolsa abdominal a qual os filhotes permanecem por um período de desenvolvimento, semelhante ao canguru. Sua presença na região urbana está relacionada principalmente à disponibilidade de restos de alimentos, insetos e abrigos (forros de casa, porões). Os 2 gambás foram capturados e passaram por exames clínicos pelo médico veterinário do IPEVS, após constatar que os animais encontravam-se saudáveis estes foram encaminhados para soltura.

 

Gambá captura e encaminhado para soltura, resgate realizado pela equipe do IPEVS. Foto: IPEVS

 

Falsa-coral, espécie de serpente que ocorre em nossa região. Foto: IPEVS

 

Falsa- Coral (Oxyrhopus guibei)

A falsa coral é uma serpente muito comum em nossa região, com coloração avermelhada com faixas pretas alternadas. O nome falsa- coral é devido sua semelhança com as corais verdadeiras. Sendo diferenciadas pelo tamanho dos olhos, formato da cauda e da cabeça e principal pela posição dos dentes inoculadores de veneno. A falsa – coral apresenta dentição opistóglifa, ou seja, os dentes inoculadores de veneno ficam localizados no fundo da boca.

A captura desta espécie é realizada constantemente pela equipe do IPEVS, graças à pessoas conscientes que ao encontrarem as serpentes próximas de suas residências ou em seus locais de trabalho, entram em contato com o IPEVS ou Corpo de Bombeiros.

 

A serpente foi encontrada por Aldecir Costa, em uma manopla da Sanepar. Aldecir que conhece o trabalho realizado pelo IPEVS, entrou em contato com a equipe para realizar a captura. Foto: IPEVS

 

A serpente captura está sendo mantida em cativeiro no CEAMA - Centro de Educação Ambiental Mundo Animal, projeto coordenado pelo IPEVS. Foto: IPEVS

 

Tentativa de resgate onça parda em junho de 2012. Foto: IPEVS

 

Onça Parda (Puma concolor)

No dia 18 de junho de 2012, o IAP entrou em contato com o IPEVS para realização de resgate de uma onça parda ou suçuarana em uma propriedade de Cornélio Procópio. A equipe do IPEVS junto com a equipe do IAP esteve no local para realizar a captura.

Para o resgate de animais como onça são necessários alguns equipamentos como zarabatana ou rifle para aplicação de dardos tranquilizantes com a função de sedar o animal. Na ocasião os dardos foram adaptados para a utilização do equipamento, um dos motivos que dificultou o processo de captura, não sendo possível a realização do resgate.

Já no mês de julho, o IPEVS recebeu outro chamado do IAP para resgate  de outra onça parda em nossa região, após captura e atestado a sanidade do animal este foi encaminhado para soltura.  Click  http://ipevs.org.br/blog/?p=10358 para acessar informações e imagens sobre este resgate.

A onça estava em uma propriedade de Cornélio Procópio. Foto: IPEVS

 

Tucano do bico verde, exemplar atendido pela equipe do IPEVS. Foto: IPEVS

 

Tucano do Bico Verde

( Ramphastos dicolorus)

O Tucano do bico verde ocorre em áreas florestadas, desde o litoral até zonas montanhosas. Possui hábito alimentar onívoro, alimentando-se de insetos, pequenos vertebrados e principalmente frutos, atuando como dispersor de sementes.

O IPEVS recebeu um exemplar de Tucano do bico verde, este encontrava-se muito debilitado, mesmo com todo o cuidado e tratamento realizado pela equipe do IPEVS o tucano infelizmente não resistiu e veio a óbito.

 

Mesmo com todo cuidado da equipe o tucano do bico verde não resistiu. Foto: IPEVS

 

Ao encontrar animais silvestres próximo a sua residência entre em contato com os órgãos responsáveis para esse trabalho. Em Cornélio Procópio você pode acionar o IPEVS, IAP ou Corpo de Bombeiros.

 

Fonte: Ascom do IPEVS

 


27 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Abate ilegal de elefantes é prioridade em convenção da ONU

A regulamentação efetiva do comércio de plantas e animais silvestres está no centro das discussões de representantes de 175 países, reunidos em Genebra até hoje (sexta-feira).

Eles formam o comitê da Convenção sobre o Tratado Internacional das Espécies Selvagens Ameaçadas da Fauna e Flora, Cites. O abate ilegal de elefantes e o comércio do marfim são debatidos com alta prioridade no encontro.
O grupo avalia várias recomendações, como a implementação urgente do Plano de Ação Africano para proteger elefantes; maior controle dos mercados domésticos de marfim e melhor colaboração entre países da África e da Ásia no combate ao contrabando.

Segundo o presidente do comitê da Cites, Øysten Størkersen, os “níveis de caça e contrabando ilegal de elefantes e rinocerontes são os piores em uma década.” Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 280 rinocerontes foram mortos, só na África do Sul.
O comitê da Cites analisa ainda o aumento da demanda por chifres de rinoceronte; os progressos para reduzir a exploração de tartarugas e sapos do Madagáscar e o uso de cobras da Ásia na indústria de couro.

Iniciativas para proteger tigres e comércio ilegal de grandes símios, como gorilas e orangotangos, também estão na pauta. A Cites é responsável por regular o comércio internacional de 35 mil espécies selvagens de plantas e animais.

 

Fonte: UOL

 


19 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Diretora do IPEVS ministra palestra na CicloVet 2012 – UEL

Nos dias 13 a 17 de junho de 2012 ocorreu na UEL – Universidade Estadual de Londrina a XXIX Semana Acadêmica de Medicina Veterinária e VII Mostra de Trabalhos Científicos – Ciclo Vet 2012. O evento é realizado anualmente pelo curso de Medicina Veterinária da UEL, dividido em módulos sobre os seguintes temas: animais de companhia, grandes animais, animais silvestres, medicina veterinária complementar e medicina veterinária preventiva.

A convite da organização da CicloVet a Bióloga e Diretora Administrativa do IPEVS Lívea Samara de Almeida foi uma das palestrantes da semana acadêmica no módulo animais silvestres falando sobre Métodos em Primatologia Ex-situ e In-situ, um dos principais temas de sua área de atuação.

Neste ano o IPEVS completa a terceira participação na Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UEL, nas edições anteriores o Médico Veterinário e presidente do IPEVS Rafael Haddad abordou sobre atendimento de animais silvestres em clínicas e medicina e manejo de répteis.

 

Bióloga e Diretora do IPEVS Lívea ministrou palestra na XXIX Semana de Medicina Veterinária da UEL. Foto: IPEVS

 

Lívea Samara falou sobre Métodos em Primatologia Ex-situ e In-situ. Foto: IPEVS

 

Fonte: Ascom IPEVS


10 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Osteopata de elefantes ajuda bebês órfãos a superar traumas

A pequena Wendi entrou em estado de choque quando viu sua mãe morrer e não conseguia respirar normalmente. Somente com a ajuda de um osteopata pioneiro o animal superou o trauma e cresceu normalmente.

A história de Wendi, um bebê elefante no Quênia, é uma das que Tony Nevin, que há duas décadas viaja pelo mundo tratando todos os tipos de lesões em animais selvagens, melhor se recorda.

Tudo começou quando Nevin, que até então tinha apenas pacientes humanos, ofereceu seus serviços em um centro de resgate de animais perto de sua casa na Inglaterra para ajudar um quati doente que não respondia a nenhum tratamento.

Desde então, Nevin tratou de elefantes a pássaros, morcegos, rinocerontes e cobras. E a chave muitas vezes são as emoções, disse ele à BBC Mundo.

Nevin é um osteopata, ou seja, alguém que trata doenças e dores manipulando coluna, músculos e articulações dos pacientes.

PRESSÃO COM AS MÃOS

“No caso dos bebês elefantes que ficaram órfãos, (eles) muitas vezes viram a mãe morrer nas mãos de caçadores e predadores. Esse choque tende a se manifestar de forma que o diafragma, a cabeça e o maxilar se contraem”, disse Nevin.

A tensão no diafragma faz com que o animal não respire normalmente e isso acaba afetando todo o seu sistema digestivo, impedindo-o de se alimentar corretamente ou responder ao tratamento convencional com remédios. Alguns animais não sobrevivem, outros vivem com problemas por toda a vida.

“É uma reação de reflexo, parecida com o sofrimento humano em casos de choque. No tratamento, uso as mãos e as mesmas técnicas que aprendemos em cursos básicos para tratar as pessoas.”

É como afinar um instrumento musical, no caso o sistema nervoso central, ou seja, cérebro e espinha dorsal, disse o osteopata à BBC.

Colocando delicadamente as mãos sobre o paciente, ele trabalha com a respiração para alterar o estado do diafragma, “liberando a pressão cuidadosamente como se afrouxasse um elástico”.

Com diferentes tipos de pressão, Nevin envia mensagens para o sistema nervoso central do animal.

“A medida que o elefante inspira e expira, eu altero a pressão com as mãos, o que envia mensagens para a coluna para aumentar a comunicação com o diafragma. Eu também posso usar os pontos de pressão na mandíbula para ajudar a relaxar os músculos nesta área corpo.”

Nevin diz que “é algo semelhante ao que acontece com uma pessoa, quando está muito tensa e range os dentes”.

Exercendo pressões de intensidades diferentes com as mãos para acompanhar a respiração do animal, Nevin restaura a comunicação entre os músculos e o sistema nervoso central “que sabe como operar normalmente, o problema é o estado de choque”.

A pneumonia é outra condição que pode afetar os órfãos de elefante, que não têm a proteção do corpo da mãe. “Elefantes não podem tossir, mas algum movimento pode ser feito para o fluido suba a partir dos pulmões para ser expelido.”

MUDANÇA DRAMÁTICA

Alguns elefantes respondem a um único tratamento, enquanto outros exigem várias sessões. Nos jardins zoológicos na Inglaterra, Nevin também usa câmeras infravermelhas que mostram problemas no fluxo sanguíneo do animal em uma tela.

O resultado pode ser dramático. “Você vê uma grande mudança no comportamento e na personalidade (do elefante). Lembro-me de um caso na Tailândia, o da elefante adulta Dah, que ficou aterrorizada por todos os ruídos da cidade e pelo bosque. Ela só andava unida pela tromba aos companheiros.”

Dah trabalhou arrastando troncos, mas quando o governo tailandês proibiu a exportação de algumas madeiras, os elefantes ficaram “desempregados” e foram levados para Bangcoc para trabalhar com turistas.

“Após duas semanas, pudemos tratá-la e liberar a tensão em seu corpo. A mudança foi dramática, ela só queria brincar. Os tratadores e eu ficamos com lágrimas nos olhos.”

As técnicas utilizadas são semelhantes no caso de outras espécies. “É como se fosse um computador. Você precisa reiniciar o sistema nervoso e existem muitas técnicas diferentes para fazer isso.”

Quando trata de cobras, Nevin recebe ajuda de suas pessoas, para que o animal “não se enrole em meu corpo”. “Cobras também têm tensão nos músculos”, afirma.

O interesse pelo uso da osteopatia em animais está crescendo e duas universidades, no País de Gales e em Londres, já oferecem cursos de pós-graduação. O osteopata diz que espera um dia poder trabalhar com grandes felinos e outras espécies na América Latina.

O REENCONTRO

Para Nevin, uma das maiores satisfações de seu trabalho é “ter o privilégio de trabalhar com animais selvagens que, quando eles são saudáveis, rejeitam qualquer contato, mas quando estão mal permitem que eu me aproxime”.

Outra grande alegria para o osteopata britânico é que os animais tratados voltem à natureza, como Wendi.

“Quando tratei dela, ela tinha três semanas de vida e estava com pneumonia. Sete anos depois, eu estava em um lago no Parque Nacional de Tsavo, no Quênia, com vários bebês órfãos quando um grupo de elefantes adultos se aproximou. Um deles foi direto para mim e começou a me cheirar da cabeça aos pés, para a surpresa dos guardas do parque, que me perguntaram se eu conhecia o animal.”

“‘Ela tem sete anos?’, Perguntei. ‘Sim’, responderam, ‘e o nome é Wendi’.”

“Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida.”

Fonte: BBC Brasil


7 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Rafael Haddad representa IPEVS e CRMV no I Encontro de Ética , Bioética e Bem-Estar Animal em Bandeirantes.

No início do mês de maio ocorreu o I Encontro de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal evento organizado pela APA – Associação Protetora dos Animais e Curso de Medicina Veterinária, evento realizado na UENP – Universidade Estadual do Norte do Paraná – Campus Bandeirantes.

No evento estiveram presentes palestrantes, Médicos Veterinários, que explanaram sobre ética, direitos e bem estar dos animais. O presidente do IPEVS e Médico Veterinário Rafael Haddad encerrou o ciclo de palestras com o tema Bem-Estar de Animais Silvestres em Cativeiro.

Na ocasião a Professora Dr ª Ana Paula M. E. S. Trad, coordenadora do evento, agradeceu a disponibilidade e o auxílio dispensado por Haddad e o CRMV.  Rafael Haddad esteve no evento também como representante do CRMV – PR Conselho Regional de Medicina Veterinária, sendo ele Delegado Regional do CRMV de Cornélio Procópio.

Rafael Haddad Médico Veterinário e presidente do IPEVS realiza palestra de Bem estar de animais silvestres em cativeiro. Foto: IPEVS

 

 

a Professora Dr ª Ana Paula M. E. S. Trad, coordenadora do evento agradeceu a presença de Rafael Haddad, que na ocasião representou o IPEVS e CRMV. Foto: IPEVS

 

Fonte: Ascom IPEVS


27 de abril de 2012 | nenhum comentário »

Presidente do IPEVS ministra palestra sobre Bem-Estar Animal

O presidente do IPEVS Rafael Haddad (Médico Veterinário e Biólogo) em convite da Associação Protetora e Bem-Estar Animal Ângelo Picone, ministrou palestra sobre Bem estar animal, no V Encontro de Proteção e Bem Estar Animal realizado no Centro Cultural de Cornélio Procópio no dia 26/04.  Os participantes foram orientando sobre adoção de cães e gatos, a importância da castração destes animais e esclarecimento sobre as zoonoses. Instruiu como pessoas que não podem ou não querer ter animais de estimação pode colaborar. E finalizou enfatizando que animais silvestres não são animais de estimação e que a comercialização destes animais é crime e deve ser denunciado.

A palestra contou com a participação dos membros da Associação Ângelo Picone e a equipe do IPEVS.

Fonte: Ascom IPEVS


14 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Urso ‘pega carona’ em caminhão de lixo no Canadá

Após ser apanhado por engano nos arredores de Vancouver, urso negro americano chamou atenção no centro.

Um urso negro americano apareceu no centro da cidade de Vancouver, no Canadá, pegando uma ‘carona’ na boleia de um caminhão de lixo.

As autoridades acreditam que o urso tenha sido apanhado por acaso quando procurava comida em um contêiner de lixo nos arredores da cidade.

Um funcionário da agência ambiental canadense aplicou uma injeção de sedativo no animal, que caiu do caminhão e foi amparado pelos policiais, em meio aos aplausos dos curiosos.

O urso foi identificado e solto no seu hábitat natural, onde deve entrar em seu período de hibernação, que pode durar sete meses.

 

Urso 'pega carona' em caminhão de lixo no Canadá (Foto: BBC)

Urso 'pega carona' em caminhão de lixo no Canadá (Foto: BBC)

Fonte: BBC


26 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Decoradora é multada no PA por uso de cocar com penas em exposição

Enfeites com partes de animais silvestres são proibidos, informa Ibama.
Designer responde que ainda não foi notificada pelo órgão ambiental.

O Ibama do Pará informou que multou em R$ 10 mil a designer de interiores Fátima Rego por usar dois cocares indígenas feitos com penas de araras e papagaios em seu espaço num evento de decoração em Belém. Segundo o Ibama, a arquiteta foi notificada a entregar os artefatos em 30 dias. A autuação aconteceu na última semana, de acordo com o órgão ambiental. O uso de qualquer objeto com partes de animais silvestres, como penas, peles, ossos e dentes é proibido pela legislação brasileira, alega o instituto.

Consultada pelo Globo Natureza, Fátima Rego diz que até o momento não foi informada da multa ou da ordem para entregar os enfeites, e que portanto não comentaria a medida. Ela conta que consultou o Ibama sobre uma autorização para expor os cocares, mas que não a conseguiu. “Tentei argumentar que era uma mostra e me disseram que não pode”, explica.

Os cocares chegaram a ser fotografados no ambiente para uma revista, mas, devido à negativa do Ibama, ela decidiu não expor as peças, que informa pertencerem a uma amiga. “Ela adquiriu há 30 anos esse objeto, numa loja que era da própria Funai”, diz.

Fiscal aponta o local da exposição onde antes estavam os cocares. Os objetos foram retirados antes do início do evento, porque a decoradora foi informada pelo Ibama que não poderia usá-los. (Foto: Nelson Feitosa - Ibama/Divulgação)

Fiscal aponta o local da exposição onde antes estavam os cocares. Os objetos foram retirados antes do início do evento, porque a decoradora foi informada pelo Ibama que não poderia usá-los. (Foto: Nelson Feitosa - Ibama/Divulgação)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


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