25 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Confundido com cão com raiva, lobo-guará é capturado em MT

Dono de imóvel disse aos bombeiros que se tratava de um cão raivoso.
Animal silvestre foi solto em uma mata próxima a Primavera do Leste.

logo guará (Foto: Assessoria/ Corpo de Bombeiros de MT)

Bombeiros tiveram de imobilizar animal que estava agitado (Foto: Assessoria/ Corpo de Bombeiros)

Um lobo-guará foi capturado pelo Corpo de Bombeiros no interior de uma residência em Primavera do Leste, a 237 quilômetros de Cuiabá. Entretanto, o proprietário informou aos bombeiros por telefone que se tratava de um cachorro com raiva, mas ao chegar ao local foi constatado que se tratava de um animal silvestre.

Conforme informou o sargento Francisco Teodoro de Almeida, o lobo estava muito agitado e para imobilizá-lo foi necessário utilizar uma haste com uma corda na ponta. Após ser capturado, o lobo foi solto próximo a região das furnas, local de floresta distante da cidade.

O comandante da Companhia do Corpo de Bombeiros da região, tenente Jean Oliveira, disse que no período de seca esse tipo de ocorrência aumenta. “Devido o período de queimadas houve um aumento substancial de captura de animal silvestre em Primavera do Leste, pois com o instinto de sobrevivência, eles acabam se refugiando na área urbana”, explicou.

Os bombeiros orientam que aqueles que tiverem os quintais invadidos pelos animais os acionem e os que apresentam boas condições físicas são levados para o habitat natural. Já os que encontram-se feridos por queimaduras ou com fraturas são levados para o quartel ou para a unidade do Intituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) do município.

Fonte: Do G1, MT


10 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Coruja presa em linha de pipa é resgatada em Vitória

Segundo moradores do bairro Joana D’arc, linha tinha cerol.
Corpo de Bombeiros foi ao local para resgatar o animal.

Coruja fica presa em linha de pipa em Joana D'arc (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Coruja fica presa em linha de pipa em Joana D'arc (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Uma coruja se enrolou em uma linha de pipa no alto de uma árvore no bairro Joana D’arc em Vitória. A aposentada Sueli Abrantes foi acordada às 6h pelo sobrinho, que avistou o animal agarrado na linha se debatendo. Vários órgãos foram chamados, mas, só às 9h, uma equipe do Corpo de Bombeiros foi ao local para resgatar o animal.

De acordo com a aposentada, foi angustiante ver o animal do jeito que estava. “A coruja ficou lá no alto, pendurada pela asa por mais de 3h. Foi muito triste, uma angústia para todos os moradores que acompanharam o sofrimento do animal”, contou a Sueli.

Os moradores disseram que não sabiam como fazer o resgate, já que a coruja se mostrava muito arisca. “Nos galhos da árvore tem muita linha de pipa com cerol (mistura de cola e vidro) que as crianças soltam e, por isso, achamos melhor chamar alguém capacitado para fazer o resgate. Até o bombeiro teve dificuldades. Mas no fim deu tudo certo”, disse a aposentada.

Depois de resgatada, a coruja foi colocada pelos bombeiros dentro de uma gaiola e deixada na casa da aposentada. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) destinará o animal a um lugar adequado. “Enquanto isso a gente fica esperando. Já tentei dar água mas ela não toma. Já não sei mais o que faço. Estou com medo dela morrer aqui. Ela está muito machucada”, disse.

De acordo com o médico veterinário Vinícius Queiroz, uma equipe do Ibama vai levar coruja para o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama, que fica no bairro Barcelona na Serra. “Só os bombeiros, possuem o material necessário para remover animais em situação de perigo. Em vários casos os bichos não conseguem ser resgatados à tempo. Neste caso vamos avaliar se a coruja precisa passar por alguma cirurgia. Não adianta oferecer água para a coruja, elas não tomam”, contou o veterinário.

Segundo moradores, linha que prendeu coruja tinha cerol (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Segundo moradores, linha que prendeu coruja tinha cerol (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Coruja é resgatada pelo Corpo de Bombeiros (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Coruja é resgatada pelo Corpo de Bombeiros (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Fonte: Juirana  Nobres, G1, Es


3 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Alce fêmea usa gemidos para ‘manipular’ machos

Fêmeas de alce dão "gemido de protesto" ao serem abordadas por machos. Foto: Getty Images

Alces fêmeas podem ser capazes de manipular machos enamorados incitando brigas entre machos rivais por meio de gemidos, segundo pesquisadores. Já se sabia anteriormente que as fêmeas produziam “gemidos de protesto” em resposta aos avanços dos machos.

Cientistas da Universidade do Estado de Idaho, nos Estados Unidos, descobriram que as fêmeas gemem mais quando são abordadas por machos menores e que isso provoca brigas com machos maiores.

Segundo a pesquisa, publicada na revista científica Behavioural Ecology and Sociobiology, as fêmeas podem ter mais controle sobre a escolha de parceiros do que se imaginava anteriormente.

Aproximações – Os alces são animais poligínicos, o que significa que um macho copula com várias fêmeas, mas cada fêmea tem apenas um parceiro macho.

A reprodução ocorre durante o outono, quando os machos competem pelas fêmeas, resultando em ferozes batalhas.

Os pesquisadores observaram os alces durante esse período no Parque Nacional Denali, no Alasca.

“As fêmeas davam gemidos de protesto com mais frequência em resposta à aproximação de machos pequenos, apesar de os machos maiores se envolverem em mais aproximações”, afirma o coordenador do estudo, Terry Bowyer.

Escolha – O especialista, que vem estudando os alces nessa região desde a década de 1980, percebeu que o gemido das fêmeas tinha um propósito duplo.

“Esse comportamento das fêmeas as ajuda a evitar o assédio de machos menores, mas também provocava brigas entre os machos maiores, afirma.

“A agressão dos machos era mais comum quando as fêmeas davam gemidos de protesto do que quando não davam, indicando que essa vocalização incite a agressão entre os machos”, observa.

Segundo Bowyer, a pesquisa também indica que as fêmeas de alce poderiam provocar propositalmente brigas entre os machos como uma forma de escolher seus parceiros.

“Os gemidos de protesto permitem às fêmeas exercer alguma escolha em um sistema de acasalamento no qual os machos restringem essa escolha por meio do combate com outros machos”, disse ele à BBC.

Para Bowyer, a escolha das fêmeas pode ter sido subestimada porque era “escondida” pelos combates entre os machos.

“Acreditamos que a escolha feminina é um componente mais importante dos sistemas de acasalamento em mamíferos poligínicos do que se pensava anteriormente”, conclui ele.

Os alces machos copulam com várias fêmeas, mas as fêmeas têm um único parceiro. Foto: Getty Images

Fonte: Portal iG






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25 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Confundido com cão com raiva, lobo-guará é capturado em MT

Dono de imóvel disse aos bombeiros que se tratava de um cão raivoso.
Animal silvestre foi solto em uma mata próxima a Primavera do Leste.

logo guará (Foto: Assessoria/ Corpo de Bombeiros de MT)

Bombeiros tiveram de imobilizar animal que estava agitado (Foto: Assessoria/ Corpo de Bombeiros)

Um lobo-guará foi capturado pelo Corpo de Bombeiros no interior de uma residência em Primavera do Leste, a 237 quilômetros de Cuiabá. Entretanto, o proprietário informou aos bombeiros por telefone que se tratava de um cachorro com raiva, mas ao chegar ao local foi constatado que se tratava de um animal silvestre.

Conforme informou o sargento Francisco Teodoro de Almeida, o lobo estava muito agitado e para imobilizá-lo foi necessário utilizar uma haste com uma corda na ponta. Após ser capturado, o lobo foi solto próximo a região das furnas, local de floresta distante da cidade.

O comandante da Companhia do Corpo de Bombeiros da região, tenente Jean Oliveira, disse que no período de seca esse tipo de ocorrência aumenta. “Devido o período de queimadas houve um aumento substancial de captura de animal silvestre em Primavera do Leste, pois com o instinto de sobrevivência, eles acabam se refugiando na área urbana”, explicou.

Os bombeiros orientam que aqueles que tiverem os quintais invadidos pelos animais os acionem e os que apresentam boas condições físicas são levados para o habitat natural. Já os que encontram-se feridos por queimaduras ou com fraturas são levados para o quartel ou para a unidade do Intituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) do município.

Fonte: Do G1, MT


10 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Coruja presa em linha de pipa é resgatada em Vitória

Segundo moradores do bairro Joana D’arc, linha tinha cerol.
Corpo de Bombeiros foi ao local para resgatar o animal.

Coruja fica presa em linha de pipa em Joana D'arc (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Coruja fica presa em linha de pipa em Joana D'arc (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Uma coruja se enrolou em uma linha de pipa no alto de uma árvore no bairro Joana D’arc em Vitória. A aposentada Sueli Abrantes foi acordada às 6h pelo sobrinho, que avistou o animal agarrado na linha se debatendo. Vários órgãos foram chamados, mas, só às 9h, uma equipe do Corpo de Bombeiros foi ao local para resgatar o animal.

De acordo com a aposentada, foi angustiante ver o animal do jeito que estava. “A coruja ficou lá no alto, pendurada pela asa por mais de 3h. Foi muito triste, uma angústia para todos os moradores que acompanharam o sofrimento do animal”, contou a Sueli.

Os moradores disseram que não sabiam como fazer o resgate, já que a coruja se mostrava muito arisca. “Nos galhos da árvore tem muita linha de pipa com cerol (mistura de cola e vidro) que as crianças soltam e, por isso, achamos melhor chamar alguém capacitado para fazer o resgate. Até o bombeiro teve dificuldades. Mas no fim deu tudo certo”, disse a aposentada.

Depois de resgatada, a coruja foi colocada pelos bombeiros dentro de uma gaiola e deixada na casa da aposentada. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) destinará o animal a um lugar adequado. “Enquanto isso a gente fica esperando. Já tentei dar água mas ela não toma. Já não sei mais o que faço. Estou com medo dela morrer aqui. Ela está muito machucada”, disse.

De acordo com o médico veterinário Vinícius Queiroz, uma equipe do Ibama vai levar coruja para o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama, que fica no bairro Barcelona na Serra. “Só os bombeiros, possuem o material necessário para remover animais em situação de perigo. Em vários casos os bichos não conseguem ser resgatados à tempo. Neste caso vamos avaliar se a coruja precisa passar por alguma cirurgia. Não adianta oferecer água para a coruja, elas não tomam”, contou o veterinário.

Segundo moradores, linha que prendeu coruja tinha cerol (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Segundo moradores, linha que prendeu coruja tinha cerol (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Coruja é resgatada pelo Corpo de Bombeiros (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Coruja é resgatada pelo Corpo de Bombeiros (Foto: Ari Melo/ TV Gazeta)

Fonte: Juirana  Nobres, G1, Es


3 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Alce fêmea usa gemidos para ‘manipular’ machos

Fêmeas de alce dão "gemido de protesto" ao serem abordadas por machos. Foto: Getty Images

Alces fêmeas podem ser capazes de manipular machos enamorados incitando brigas entre machos rivais por meio de gemidos, segundo pesquisadores. Já se sabia anteriormente que as fêmeas produziam “gemidos de protesto” em resposta aos avanços dos machos.

Cientistas da Universidade do Estado de Idaho, nos Estados Unidos, descobriram que as fêmeas gemem mais quando são abordadas por machos menores e que isso provoca brigas com machos maiores.

Segundo a pesquisa, publicada na revista científica Behavioural Ecology and Sociobiology, as fêmeas podem ter mais controle sobre a escolha de parceiros do que se imaginava anteriormente.

Aproximações – Os alces são animais poligínicos, o que significa que um macho copula com várias fêmeas, mas cada fêmea tem apenas um parceiro macho.

A reprodução ocorre durante o outono, quando os machos competem pelas fêmeas, resultando em ferozes batalhas.

Os pesquisadores observaram os alces durante esse período no Parque Nacional Denali, no Alasca.

“As fêmeas davam gemidos de protesto com mais frequência em resposta à aproximação de machos pequenos, apesar de os machos maiores se envolverem em mais aproximações”, afirma o coordenador do estudo, Terry Bowyer.

Escolha – O especialista, que vem estudando os alces nessa região desde a década de 1980, percebeu que o gemido das fêmeas tinha um propósito duplo.

“Esse comportamento das fêmeas as ajuda a evitar o assédio de machos menores, mas também provocava brigas entre os machos maiores, afirma.

“A agressão dos machos era mais comum quando as fêmeas davam gemidos de protesto do que quando não davam, indicando que essa vocalização incite a agressão entre os machos”, observa.

Segundo Bowyer, a pesquisa também indica que as fêmeas de alce poderiam provocar propositalmente brigas entre os machos como uma forma de escolher seus parceiros.

“Os gemidos de protesto permitem às fêmeas exercer alguma escolha em um sistema de acasalamento no qual os machos restringem essa escolha por meio do combate com outros machos”, disse ele à BBC.

Para Bowyer, a escolha das fêmeas pode ter sido subestimada porque era “escondida” pelos combates entre os machos.

“Acreditamos que a escolha feminina é um componente mais importante dos sistemas de acasalamento em mamíferos poligínicos do que se pensava anteriormente”, conclui ele.

Os alces machos copulam com várias fêmeas, mas as fêmeas têm um único parceiro. Foto: Getty Images

Fonte: Portal iG