7 de novembro de 2012 | nenhum comentário »

Moçambique cria maior reserva ambiental marinha da África

Área de proteção nos arredores de conjunto de ilhas tem 10,4 mil km².
Arquipélago abriga várias espécies de tartarugas e corais.

O governo de Moçambique anunciou a criação da maior reserva ambiental da vida marinha da África, com 10,4 mil km² de áreas protegidas nos arredores de um conjunto de dez ilhas no litoral do país, conhecido como Arquipélago das Primeiras e Segundas. A informação foi divulgada nesta terça-feira (6) pela organização ambiental WWF.

O conjunto de ilhas é pouco habitado, mas é rico em vida marinha e tem águas frias, com grande quantidade de nutrientes, segundo a organização, que afirma atuar há oito anos no arquipélago com conservação de vida marinha.

As ilhas abrigam várias espécies de tartarugas, como a Chelonia mydas, a Eretmochelys imbricata e a Caretta caretta. Além disso, foram identificados mais de 30 mil ninhos de pássaros importantes da fauna local, segundo a WWF. Grupos de baleias são vistos frequentemente nos arredores do arquipélago, ainda de acordo com a organização.

“É um passo importante no esforço para alcançar a conservação dos animais e o manejo sustentável dos recursos marinhos e costeiros de Moçambique”, disse o diretor da organização em Moçambique, Florêncio Marerua, em entrevista ao site da WWF.

Tartaruga da espécie 'Eretmochelys imbricata', similar às encontradas no Arquipélago das Primeiras e Segundas (Foto: Divulgação/Smithsonian National Museum of Natural History)

Tartaruga da espécie 'Eretmochelys imbricata', similar às encontradas no arquipélago de Moçambique que abriga a nova reserva ambiental marinha (Foto: Divulgação/Smithsonian National Museum of Natural History)

Filhote de tartaruga XYZ, espécie encontrada no Arquipélago das Primeiras e Segundas (Foto: Divulgação/Universidade de Michigan)

Filhote de tartaruga 'Chelonya Midas', similar à espécie encontrada no arquipélago moçambicano das Primeiras e Segundas (Foto: Divulgação/Universidade de Michigan)

Fonte: Globo Natureza


21 de março de 2012 | nenhum comentário »

Áreas de proteção marinha mantêm tartarugas a salvo, diz pesquisa

Reservas abrigam 35% da população de tartarugas-verde.
Cientistas ficaram surpresos com a alta porcentagem.

Áreas de proteção ambiental marinhas abrigam 35% da população global de tartarugas-verde, de acordo com estudo da Universidade de Exeter, na Inglaterra, publicado no domingo (18) no jornal científico “Global Ecology and Biogeography”.

As reservas seriam um local ideal para o acasalamento e manteria os animais a salvo de ameaças da pesca predatória, segundo os cientistas. Eles ficaram surpresos com a alta porcentagem, devido a pequena extensão destas reservas aquáticas, onde a pesca é proibida.

Para chegar a este número, os cientistas analisaram o movimento de 145 tartarugas-verde a partir de 28 locais de desova. Elas foram rastreadas por satélite em uma colaboração de dez países. A análise mostrou que os animais podem viajar milhares de quilômetros desde a partir do local do nascimento em busca de comida.

“Tem havido um debate sobre o valor das áreas de proteção ambiental marinhas, mas nossa pesquisa fornece forte evidência de que elas podem ser efetivas para fornecer condições seguras para criaturas marinhas”, afirmou em material de divulgação o professor Brendan Godley, da Universidade de Exeter.

Áreas de Proteção Ambiental Marinhas ajudam a proteger tartarugas, de acordo com estudo da Universidade de Exeter (Foto: Divulgação / Peter Richardson, MCS)

Áreas de proteção ambiental marinhas ajudam a proteger tartarugas, de acordo com estudo da Universidade de Exeter (Foto: Divulgação / Peter Richardson, MCS)

Fonte: Globo Natureza


24 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Mais de 12% de espécies de área do Pacífico estão ameaçadas, diz IUCN

Pesca predatória, destruição de habitat e El Niño seriam principais causas.
Fauna e flora estudadas estão no Golfo da Califórnia, Panamá e Costa Rica.

Mais de 12% das espécies marinhas, animais ou vegetais, da região tropical leste do Oceano Pacífico estão ameaçadas de extinção devido à pesca predatória, à destruição de seu habitat e ao impacto do El Niño, segundo um estudo da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

A investigação científica, primeira do tipo conduzido pela IUCN no Golfo da Califórnia, na costa do Panamá e da Costa Rica, além das cinco ilhas e arquipélagos, engloba toda a fauna e flora da região — peixes, mamíferos marinhos, tartarugas-marinhas, aves marinhas, corais, manguezais e algas. As zonas de maior risco são a entrada do Golfo da Califórnia a as costas do Panamá e da Costa Rica.

“Identificar espécies ameaçadas e as causas desta ameaça pode ajudar a definir as prioridades de conservação marinha na região”, afirmou Beth Polidoro, autora principal do estudo, enquanto Scott Henderson, coautor, acredita que “salvar espécies ameaçadas é a coisa mais importante que podemos fazer para proteger a saúde do oceano, necessária para o bem-estar de milhões de pessoas”.

Zona de proteção
A IUCN considera, ao final do relatório, que a criação de uma zona protegida em torno do atol de Clipperton — lponto localizado a mais de 2.500 km da costa dos EUA — deverá ser uma prioridade, assim como uma legislação para limitar a destruição de manguezais ao longo da costa do Panamá e da Costa Rica.

Nos últimos anos, pelo menos 20 espécies marinhas desapareceram no mundo, além de outros 133 grupos locais de espécies marinhas.

Dessa forma desapareceram espécies de peixes das Ilhas Galápagos durante a passagem do El Niño entre 1982 e 1983. Outrora abundante nas águas do sul da Califórnia e do Golfo da Califórnia, o peixe Totoaba e o bagre-gigante são considerados “criticamente ameaçados” devido à pesca predatória.

 

Fonte: Da France Presse


10 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Ação apreende 2 toneladas de carvão em área de proteção ambiental no Rio

Operação realizada na tarde desta terça-feira (8) por fiscais da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro apreendeu mais de 2 toneladas de carvão vegetal irregular e destruiu 7 fornos em uma área de Mata Atlântica em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Durante a ação, que teve apoio da Polícia Florestal, os agentes ambientais apreenderam 6 motosserras, um balão de 30 metros de altura e interditaram o galpão em que o produto estava armazenado, localizado em uma região que deveria ter a natureza protegida por lei.

watching iron man 2 online

Dois homens foram detidos na operação e levados a 60ª delegacia de polícia em Duque de Caxias, onde responderão por crime ambiental. A pena pode chegar a até 8 anos de prisão e os infratores terão de reflorestar a área que destruíram, segundo a secretaria.

De acordo com José Maurício Padrone, coordenador do departamento que combate crimes ambientais na secretaria, são necessários 120 quilos de madeira para produzir um saco de carvão. O volume é equivalente a duas árvores de médio porte no bioma.

Fonte: Globo Natureza






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7 de novembro de 2012 | nenhum comentário »

Moçambique cria maior reserva ambiental marinha da África

Área de proteção nos arredores de conjunto de ilhas tem 10,4 mil km².
Arquipélago abriga várias espécies de tartarugas e corais.

O governo de Moçambique anunciou a criação da maior reserva ambiental da vida marinha da África, com 10,4 mil km² de áreas protegidas nos arredores de um conjunto de dez ilhas no litoral do país, conhecido como Arquipélago das Primeiras e Segundas. A informação foi divulgada nesta terça-feira (6) pela organização ambiental WWF.

O conjunto de ilhas é pouco habitado, mas é rico em vida marinha e tem águas frias, com grande quantidade de nutrientes, segundo a organização, que afirma atuar há oito anos no arquipélago com conservação de vida marinha.

As ilhas abrigam várias espécies de tartarugas, como a Chelonia mydas, a Eretmochelys imbricata e a Caretta caretta. Além disso, foram identificados mais de 30 mil ninhos de pássaros importantes da fauna local, segundo a WWF. Grupos de baleias são vistos frequentemente nos arredores do arquipélago, ainda de acordo com a organização.

“É um passo importante no esforço para alcançar a conservação dos animais e o manejo sustentável dos recursos marinhos e costeiros de Moçambique”, disse o diretor da organização em Moçambique, Florêncio Marerua, em entrevista ao site da WWF.

Tartaruga da espécie 'Eretmochelys imbricata', similar às encontradas no Arquipélago das Primeiras e Segundas (Foto: Divulgação/Smithsonian National Museum of Natural History)

Tartaruga da espécie 'Eretmochelys imbricata', similar às encontradas no arquipélago de Moçambique que abriga a nova reserva ambiental marinha (Foto: Divulgação/Smithsonian National Museum of Natural History)

Filhote de tartaruga XYZ, espécie encontrada no Arquipélago das Primeiras e Segundas (Foto: Divulgação/Universidade de Michigan)

Filhote de tartaruga 'Chelonya Midas', similar à espécie encontrada no arquipélago moçambicano das Primeiras e Segundas (Foto: Divulgação/Universidade de Michigan)

Fonte: Globo Natureza


21 de março de 2012 | nenhum comentário »

Áreas de proteção marinha mantêm tartarugas a salvo, diz pesquisa

Reservas abrigam 35% da população de tartarugas-verde.
Cientistas ficaram surpresos com a alta porcentagem.

Áreas de proteção ambiental marinhas abrigam 35% da população global de tartarugas-verde, de acordo com estudo da Universidade de Exeter, na Inglaterra, publicado no domingo (18) no jornal científico “Global Ecology and Biogeography”.

As reservas seriam um local ideal para o acasalamento e manteria os animais a salvo de ameaças da pesca predatória, segundo os cientistas. Eles ficaram surpresos com a alta porcentagem, devido a pequena extensão destas reservas aquáticas, onde a pesca é proibida.

Para chegar a este número, os cientistas analisaram o movimento de 145 tartarugas-verde a partir de 28 locais de desova. Elas foram rastreadas por satélite em uma colaboração de dez países. A análise mostrou que os animais podem viajar milhares de quilômetros desde a partir do local do nascimento em busca de comida.

“Tem havido um debate sobre o valor das áreas de proteção ambiental marinhas, mas nossa pesquisa fornece forte evidência de que elas podem ser efetivas para fornecer condições seguras para criaturas marinhas”, afirmou em material de divulgação o professor Brendan Godley, da Universidade de Exeter.

Áreas de Proteção Ambiental Marinhas ajudam a proteger tartarugas, de acordo com estudo da Universidade de Exeter (Foto: Divulgação / Peter Richardson, MCS)

Áreas de proteção ambiental marinhas ajudam a proteger tartarugas, de acordo com estudo da Universidade de Exeter (Foto: Divulgação / Peter Richardson, MCS)

Fonte: Globo Natureza


24 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Mais de 12% de espécies de área do Pacífico estão ameaçadas, diz IUCN

Pesca predatória, destruição de habitat e El Niño seriam principais causas.
Fauna e flora estudadas estão no Golfo da Califórnia, Panamá e Costa Rica.

Mais de 12% das espécies marinhas, animais ou vegetais, da região tropical leste do Oceano Pacífico estão ameaçadas de extinção devido à pesca predatória, à destruição de seu habitat e ao impacto do El Niño, segundo um estudo da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

A investigação científica, primeira do tipo conduzido pela IUCN no Golfo da Califórnia, na costa do Panamá e da Costa Rica, além das cinco ilhas e arquipélagos, engloba toda a fauna e flora da região — peixes, mamíferos marinhos, tartarugas-marinhas, aves marinhas, corais, manguezais e algas. As zonas de maior risco são a entrada do Golfo da Califórnia a as costas do Panamá e da Costa Rica.

“Identificar espécies ameaçadas e as causas desta ameaça pode ajudar a definir as prioridades de conservação marinha na região”, afirmou Beth Polidoro, autora principal do estudo, enquanto Scott Henderson, coautor, acredita que “salvar espécies ameaçadas é a coisa mais importante que podemos fazer para proteger a saúde do oceano, necessária para o bem-estar de milhões de pessoas”.

Zona de proteção
A IUCN considera, ao final do relatório, que a criação de uma zona protegida em torno do atol de Clipperton — lponto localizado a mais de 2.500 km da costa dos EUA — deverá ser uma prioridade, assim como uma legislação para limitar a destruição de manguezais ao longo da costa do Panamá e da Costa Rica.

Nos últimos anos, pelo menos 20 espécies marinhas desapareceram no mundo, além de outros 133 grupos locais de espécies marinhas.

Dessa forma desapareceram espécies de peixes das Ilhas Galápagos durante a passagem do El Niño entre 1982 e 1983. Outrora abundante nas águas do sul da Califórnia e do Golfo da Califórnia, o peixe Totoaba e o bagre-gigante são considerados “criticamente ameaçados” devido à pesca predatória.

 

Fonte: Da France Presse


10 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Ação apreende 2 toneladas de carvão em área de proteção ambiental no Rio

Operação realizada na tarde desta terça-feira (8) por fiscais da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro apreendeu mais de 2 toneladas de carvão vegetal irregular e destruiu 7 fornos em uma área de Mata Atlântica em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Durante a ação, que teve apoio da Polícia Florestal, os agentes ambientais apreenderam 6 motosserras, um balão de 30 metros de altura e interditaram o galpão em que o produto estava armazenado, localizado em uma região que deveria ter a natureza protegida por lei.

watching iron man 2 online

Dois homens foram detidos na operação e levados a 60ª delegacia de polícia em Duque de Caxias, onde responderão por crime ambiental. A pena pode chegar a até 8 anos de prisão e os infratores terão de reflorestar a área que destruíram, segundo a secretaria.

De acordo com José Maurício Padrone, coordenador do departamento que combate crimes ambientais na secretaria, são necessários 120 quilos de madeira para produzir um saco de carvão. O volume é equivalente a duas árvores de médio porte no bioma.

Fonte: Globo Natureza