6 de novembro de 2012 | nenhum comentário »

Mais de 40 novas espécies de peixes são encontradas no Rio Madeira

A descoberta foi feita durante trabalho de monitoramento.
Rio Madeira tem quase mil espécies, algumas ainda desconhecidas.

Uma pesquisa feito na Bacia do Rio Madeira, em Porto Velho, encontrou peixes que não passam dos 30 centímetros de comprimento e que possuem estruturas ósseas, morfologia dentária, padrão de cores, olhos e número de escamas nunca antes descritos pela ciência. As 40 novas espécies ainda serão catalogadas e reconhecidas científicamente.

Seja em dois metros de profundidade, seja em 60 metros, o Rio Madeira não para de surpreender. A maior parte dos novos animais encontrados são de pequeno porte, que dificilmente atingem mais de 15 centímetros e são encontrados em profundidades de dois a 60 metros.

Arraia encontrada no Rio Madeira. Nome cientifico Potamotrygon motoro, com tamanho de 60 cm. Possui um ferrão na calda (Foto: Bruno Barros/Unir/Divulgação)

Arraia encontrada no Rio Madeira. Nome cientifico Potamotrygon motoro, com tamanho de 60 cm (Foto: Bruno Barros/Unir/Divulgação)

Peixe raro encontrado somente em lençóis freáticos. A espécie não tem olhos (Foto: Unir/Divulgação)

Peixe raro encontrado somente em lençóis freáticos. A espécie não tem olhos (Foto: Unir/Divulgação)

Entre as novas espécies encontradas, o maior animal registrado mede 30 centímetros e recebeu o nome de Ageneiosus spn. Vittatus, tem a cabeça alongada e com um filamento que se parece com uma antena, é da cor branca com listras marrons. Como ainda estão sendo estudadas, não se sabe muito sobre os hábitos e comportamentos destas novas espécies.

“Descobrir exemplares novos também pode ser um indicativo de que determinada espécie está se extinguindo antes que possamos conhecê-la e isso pode ser um reflexo da interferência humana no ecossistema”, reflete o biólogo e coordenador do inventário taxonômico da pesquisa, João Alves de Lima Filho.

Uma das novas espécies encontradas. Nome cientifico Ageneiosus sp n vittatus (Foto: Bruno Barros/Unir/Divulgação)

Uma das novas espécies encontradas. Nome cientifico Ageneiosus sp n vittatus (Foto: Bruno Barros/Unir/Divulgação)

A pesquisa
Foram monitorados 1,7 mil quilômetros do Rio Madeira, entre os estados de Rondônia, Mato Grosso e Amazonas. Foram catalogadas 907 espécies, o que garante ao Rio Madeira o primeiro lugar como o rio mais em diversidade de peixes do mundo.

Uma coleção de ictiofauna [estudo dos peixes] está sendo montada por biólogos e pesquisadores da Universidade Federal de Rondônia (Unir) a partir do resultado do monitoramento, que foi desenvolvido durante quatro anos para conhecer as consequências da construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio. Os estudos fazem parte das condicionantes impostas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos  Naturais Renováveis (Ibama) para a liberação da Licença de Operação à concessionária Santo Antônio Energia.

Esta já é a coleção que possui o segundo maior banco de registros genéticos do Brasil, com 16 mil amostras e também o terceiro maior em número de espécies.

Loricarideo em reprodução, com os ovos no  ventre. Uma das espécies que fazem parte da coleção de ictiofauna da Unir (Foto: Diogo Hungria/Unir/Divulgação)

Loricarideo em reprodução, com os ovos no ventre. Uma das espécies que fazem parte da coleção de ictiofauna da Unir (Foto: Diogo Hungria/Unir/Divulgação)

Segundo o biólogo coordenador da coleção, João Alves, todas os indivíduos que não foram identificados estão em processo de estudo.

O estudo é feito manualmente, a medição e análise das caracteríscas e do ambiente. Além disso, é feita a aferição do código genético dos animais encontrados.

“No final, para divulgação da nova espécie e suas especificidades é redigido um artigo científico que é publicado para que a comunidade científica tome conhecimento da descoberta”, conta João Alves.

Espécie rara na Bacia Amazônica, encontrada apenas em regiões profundas do rio. Nome cientifico Planiloricaria cryptodon com tamanho aproximado de 25.3 cm (Foto: Unir/Divulgação)

Espécie rara na Bacia Amazônica, encontrada apenas em regiões profundas do rio. Nome cientifico Planiloricaria cryptodon com tamanho aproximado de 25.3 cm (Foto: Unir/Divulgação)

Em novembro, a Unir espera que pelo menos uma das novas espécies seja reconhecida. “Um dos nossos pesquisadores está finalizando o artigo sobre um dos novos animais descobertos. Essa seria uma nova espécie de lambari”, antecipa João.

O estudo para a publicação de um artigo como este demora em média um ano e meio. “O primeiro passo é descrever essas espécies, e posteriormente iniciar os estudos de sua biologia e ecologia”, conta João Alves.

Monitoramento e captura?
Os pesquisadores vão à campo no Rio Madeira e seus afluentes com uma metodologia padronizada de captura dos animais.

Captura dos animais para estudo e monitoramento da ictiofauna na Bacia do Madeira. Aplicação da metodologia de rede de cerco.  (Foto: Maria Fonseca/Unir/Divulgação)

Captura dos animais para estudo e monitoramento da ictiofauna na Bacia do Madeira. Aplicação da metodologia de rede de cerco. (Foto: Maria Fonseca/Unir/Divulgação)

Todo os espécies coletados em campo passam por um processo de análise e armazenamento específico para que possa fazer parte da coleção de estudos e para poder durar até 150 anos em bom estado de conservação.

Fonte: Globo Natureza


4 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

III Simpósio de Conservação do Norte do Paraná – UENP Campus Cornélio Procópio

III SICON (III Simpósio de Conservação do Norte do Paraná) e VI EBIC (VI Encontro de Biologia e Iniciação Científica) irá oportunizar a troca de idéias, experiências e o debate sobre “Conservação Ambiental” e outros temas relacionados à Biologia da Conservação.

O evento é voltado para estudantes de graduação e pós-graduação, professores, técnicos e profissionais da região Norte do Paraná, bem como profissionais de outras regiões do estado e do país que tenham interesse pelo assunto.

Entre os principais objetivos, o III SICON pretende:

• Debater assuntos relacionados à Biologia da Conservação, trazendo informações atualizadas através de profissionais renomados nas suas respectivas áreas, proporcionando uma visão ampla da problemática ambiental contemporânea;

• Possibilitar a interação e troca de experiências entre profissionais de ensino e/ou pesquisa, discentes;

• Possibilitar a apresentação de Trabalhos Científicos inéditos, submetidos pelo público participante, desde que passem pela seleção da comissão científica do evento;

• Publicar os trabalhos científicos apresentados, na forma de resumo simples por meio do CD de anais do evento;

• Promover a atualização em temas relacionados à Biologia da Conservação, através de profissionais, especializados e renomados nas diversas áreas que este ramo da biologia abrange;

Além disso, em 2012, ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, que tem como temática central a conscientização para as questões energéticas, incluindo os serviços modernos de energia, acesso à disponibilidade e eficiência energética, a sustentabilidade e o uso das fontes de energia para a realização das metas do Desenvolvimento do Milênio, o III SICON pretende proporcionar discussões a esse respeito, tentando relacionar a Conservação Ambiental com a possibilidade de oferta de Energia Sustentável para Todos.

Inscrições e a programação completa acesse: http://eventos.uenp.edu.br/sicon/2012/


10 de maio de 2012 | nenhum comentário »

XIII Semana de Biologia da UENP – Campus Jacarezinho

O Curso de Ciências Biológicas e o Centro Acadêmico junto à UENP – Universidade Estadual do Norte do Paraná, CJ – Campus Jacarezinho, promovem a XIII SEMANA DE BIOLOGIA & II SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE E AMBIENTE PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS, com o tema “Bioindicadores: um olhar do micro para o macro ambiente”, buscando integrar a comunidade acadêmica à sociedade, através de palestras e cursos com profissionais / pesquisadores, para compartilhar e divulgar informações técnico-científicas.

O evento contará com a participação do presidente do IPEVS Rafael Haddad Manfio( Médico Veterinário e Biólogo), que irá ministrar palestra sobre Manejo e Reprodução de Répteis em Cativeiro, que será realizada no dia 01/06, último dia do evento.

Mais informações acesse: http://13sembio.blogspot.com.br/

 


26 de março de 2012 | nenhum comentário »

Vespa gigante encontrada há 82 anos na Indonésia pertence a uma nova espécie

Machos da ‘Megalara garuda’ tem 6 centímetros de comprimento

Detalhe das garras em formato de foice, encontradas nos machos

Detalhe das garras em formato de foice, encontradas nos machos

Cientistas identificaram uma nova espécie de vespa que, com características bastante incomuns, já está sendo chamada de “rainha das vespas”. O animal — que fazia parte da coleção do Museu de História Natural de Berlim, na Alemanha — foi coletado em 1930 na ilha Sulawesi, na Indonésia, mas só agora foi estudado. Os resultados foram descritos no periódicoZooKeys.

A espécie possui um corpo preto enorme, de 6 centímetros de comprimento, e seus machos apresentam longas garras com formato de foice saindo da boca. Ela pertence à mesma família das vespas-cavadoras, a Sphecidae. As fêmeas desta família costumam picar e paralisar suas presas – outras espécies de insetos – para alimentar seus filhotes. A  “rainha das vespas” provavelmente age da mesma forma, mas ainda não se sabe de quais espécies ela se alimenta.

Como a vespa gigante nunca foi observada viva, pouco se sabe sobre sua biologia ou comportamento. É possível dizer que os machos são claramente maiores que as fêmeas. Como se pode deduzir de outros insetos com grandes garras, é provável que os machos as usem para se defender e para segurar suas fêmeas durante o acasalamento.

Devido à diferença no tamanho dos corpos e às garras dos machos, a grande vespa foi incluída em um gênero também inédito, chamado Megalara, que por enquanto compreende apenas esta espécie. O nome é uma combinação do termo grego ‘mega’, que significa grande, com ‘Dalara’, outro gênero de vespas semelhante à nova espécie.

Pesquisadores do museu alemão e da Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos, que trabalharam juntos na identificação da vespa gigante, nomearam-na de Megalara garuda. A terminação é uma homenagem a uma figura mitológica hindu chamada Garuda, símbolo nacional da Indonésia, onde a espécie foi encontrada.

Devido ao tamanho, o animal está sendo chamado de "rei das vespas" pelos cientistas

Devido ao tamanho, o animal está sendo chamado de "rei das vespas" pelos cientistas (Dr. Lynn Kimsey / Dr. Michael Ohl)

Fonte: Veja Ciência


28 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Cientistas analisam populações de focas há 60 anos em ilhas da Grã-Bretanha

Filhotes são marcados com tinta para análise de hábitos e dieta.

Cientistas britânicos comemoram no mês de outubro os 60 anos do início dos estudos de populações de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha.

A pesquisa, que começou na década de 1950, continua com uma equipe de supervisores do National Trust, a entidade que cuida de conservação ambiental e de construções históricas da Grã-Bretanha.

David Steel, chefe dos supervisores do National Trust, vive e trabalha nas ilhas nove meses por ano e conta que o trabalho que começou em 1951 foi pioneiro.

‘Quando o trabalho começou, se sabia pouco sobre as focas, sua biologia, e nem mesmo sobre o que elas comiam’, disse.

O supervisor conta que sua equipe de cinco pessoas visita a colônia de focas a cada três ou quatro dias.

‘Um chama a atenção da fêmea enquanto outro marca o filhote com tinta. A cada quatro dias, voltamos e mudamos a cor da tinta que marca os filhotes.’

‘Com isso, no meio de novembro, temos filhotes de foca com várias cores de tinta. Os supervisores então podem acompanhar a história de vida de cada filhote marcado’, afirmou.

Steel disse que eles já descobriram muito sobre a vida das focas da ilha, com a ajuda da tinta e de rastreadores colocados nos animais.

Com estes aparelhos eles descobriram para onde as focas vão quando saem das ilhas e a dieta dos animais, algo muito importante para ajudar na proteção da região e de outros lugares do Mar do Norte que são frequentados por estas focas.

Filhotes de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha (Foto: BBC)

Filhotes de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha (Foto: BBC)

Fonte: Da BBC


9 de março de 2011 | nenhum comentário »

20 a 22/05/2011 Curso de Biologia Marinha Aplicada – em Pipa, RN

Local: Pipa (Tibau do Sul, RN)

Data: 20 a 22/05/2011 (6ª a domingo – logo após o CBBM)

Carga horária: 30h

Conteúdo: aspectos gerais de Biologia Marinha e Oceanografia; ecossistemas de piscinas naturais; avistagem e taxonomia de seres marinhos; parâmetros físico-químicos da água do mar; observação de falésias; aulas teóricas sobre tartarugas-marinhas, mamíferos marinhos, técnicas de coleta abióticas e Química Ambiental.

Programação:
20/05 – 6ª – 18h – apresentação dos alunos e aula teórica
21/05 – Sáb. – Manhã: saída de barco; tarde: piscinas naturais

22/05 – Dom. – Manhã: ida à Praia do Amor (falésias, hidrodinamismo e rochas vulcânicas); tarde: Baía dos Golfinhos. Encerramento: 17h
Professores:
Cesar Bernardo: mestrando em Ensino das Ciências (Química), pós-graduado em Biologia Marinha e Oceanografia, biólogo, professor de Biologia e Química, Coordenador do Curso Técnico, Médio do Instituto Martin Luther King

Suzana Ramineli: mestranda em Ciência Ambiental, pós-graduada em Biologia Marinha e Oceanografia, pós-graduanda em Planejamento e Gestão Ambiental, bacharel em Comunicação Social e Coordenadora de Projetos Ambientais da Escola de Mergulho Brazil Divers

Público: estudantes de biologia, ecologia, gestão ambiental, veterinária, educação ambiental, geografia, turismo, oceanografia e áreas afins; mergulhadores; ambientalistas; interessados em aprender sobre o tema.

Investimento: R$ 400,00
Ex-alunos têm R$ 30,00 de desconto!

Inclui:

2 diárias de hospedagem
Carteira de associado para albergues da juventude (válida por 1 ano)
2 cafés da manhã
1 saída de barco
Aulas
Certificado
CD-Rom com material didático
Brinde Mimos Marinhos
Inscrições:
- à vista: depósito de R$ 400,00 – ATÉ 05/04/2011.
OU
parceladas: 3 depósitos de R$ 134,00. O 1º até 11/03, o 2º até 11/04 e o 3º até 11/05/2011.
OU
parceladas: 2 depósitos de R$ 200,00. O 1º até 25/03 e o 2º até 25/04.
Dados para depósito:  Banco Santander – Banco 033 – Agência 3453 – C/C 010021401 – Favorecida: Suzana Muniz Ramineli

Em qualquer dos casos, enviar comprovante de depósito por e-mail (naturaulas@gmail.com) com os seguintes dados pessoais: nome, telefone, idade, profissão, instituição e como soube do curso.
Esse envio é fundamental para a confirmação da inscrição.

Observações:
1 – Não é permitido o porte de arpão e nem coleta de nenhum tipo.
2 – O kit básico de mergulho (máscara, snorkel; as nadadeiras são opcionais) é fundamental para as aulas. Caso você não o possua, fale conosco para alugá-lo.
3 – Vagas limitadas.

Informações: naturaulas@gmail.com

www.naturaulas.blogspot.com


31 de maio de 2009 | nenhum comentário »

Lançado navegador da internet especializado em ciências da vida

Pesquisadores da Universidade de Dresden (Alemanha), criaram um navegador para a Internet, também conhecido como browser, capaz de reconhecer termos técnicos das ciências da vida e localizar automaticamente informações adicionais sobre eles.

As ciências da vida – biologia, medicina, bioquímica etc. – contam com uma grande variedade de bases de dados contendo informações específicas, como as bibliotecas de genes e as informações sobre doenças, apenas para citar dois exemplos.

Grids científicos – Esses serviços, que ficam armazenados em sistema de computação distribuída conhecidos como grids, são acessíveis por meio da Internet.

“A computação em grid trata essencialmente de construir organizações virtuais que são independentes dos locais físicos onde elas residem,” explica o professor Michael Schroeder.

O problema é que não é simples interligar essas informações com outros recursos e disponibilizá-los de maneira simples aos cientistas.

Navegador semântico – Para tentar resolver este problema, os pesquisadores criaram o projeto Sealife, um navegador semântico que interpreta o conteúdo das informações e as interliga aos serviços disponibilizados pelos diversos grids que possam ser úteis ao usuário. As opções encontradas são mostradas ao pesquisador na forma de links, como em uma página comum de um site.

Primeiro o navegador Sealife identifica os termos técnicos, o que, por si só, já é uma grande tarefa – cada gene humano, por exemplo, tem uma média de 5,5 nomes diferentes.

Ele deve lidar também com ambiguidades. Por exemplo, a palavra jaguar pode ser um termo de interesse de um biólogo, mas também pode estar se referindo a uma marca de automóvel ou a um sistema operacional.

Na versão atual, o navegador Sealife consegue identificar corretamente os termos das ciências da vida com 87% de sucesso.

Ontologias específicas – O desafio seguinte foi criar uma ontologia, um sistema hierárquico de conceitos e suas inter-relações. O sistema de classificação de plantas e animais da Biologia é um exemplo de ontologia extremamente bem fundamentada e sistematizada, o que fez os pesquisadores utilizarem-na como padrão.

Como a ideia é permitir que o Sealife seja utilizado em outras áreas, os cientistas criaram editores para capturar e interpretar os dados de outras áreas do conhecimento, o que permitirá criar ontologias específicas para virtualmente qualquer outra disciplina.

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Até o momento, o navegador foi testado em três áreas: medicina baseada em evidências, informações científicas e técnicas sobre patentes e biologia molecular.

Os resultados estão se mostrando tão promissores que os pesquisadores criaram uma empresa para comercializar os resultados, a Transinsight (www.biotec.tu-dresden.de/sealife). (Fonte: Site Inovação Tecnológica)






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6 de novembro de 2012 | nenhum comentário »

Mais de 40 novas espécies de peixes são encontradas no Rio Madeira

A descoberta foi feita durante trabalho de monitoramento.
Rio Madeira tem quase mil espécies, algumas ainda desconhecidas.

Uma pesquisa feito na Bacia do Rio Madeira, em Porto Velho, encontrou peixes que não passam dos 30 centímetros de comprimento e que possuem estruturas ósseas, morfologia dentária, padrão de cores, olhos e número de escamas nunca antes descritos pela ciência. As 40 novas espécies ainda serão catalogadas e reconhecidas científicamente.

Seja em dois metros de profundidade, seja em 60 metros, o Rio Madeira não para de surpreender. A maior parte dos novos animais encontrados são de pequeno porte, que dificilmente atingem mais de 15 centímetros e são encontrados em profundidades de dois a 60 metros.

Arraia encontrada no Rio Madeira. Nome cientifico Potamotrygon motoro, com tamanho de 60 cm. Possui um ferrão na calda (Foto: Bruno Barros/Unir/Divulgação)

Arraia encontrada no Rio Madeira. Nome cientifico Potamotrygon motoro, com tamanho de 60 cm (Foto: Bruno Barros/Unir/Divulgação)

Peixe raro encontrado somente em lençóis freáticos. A espécie não tem olhos (Foto: Unir/Divulgação)

Peixe raro encontrado somente em lençóis freáticos. A espécie não tem olhos (Foto: Unir/Divulgação)

Entre as novas espécies encontradas, o maior animal registrado mede 30 centímetros e recebeu o nome de Ageneiosus spn. Vittatus, tem a cabeça alongada e com um filamento que se parece com uma antena, é da cor branca com listras marrons. Como ainda estão sendo estudadas, não se sabe muito sobre os hábitos e comportamentos destas novas espécies.

“Descobrir exemplares novos também pode ser um indicativo de que determinada espécie está se extinguindo antes que possamos conhecê-la e isso pode ser um reflexo da interferência humana no ecossistema”, reflete o biólogo e coordenador do inventário taxonômico da pesquisa, João Alves de Lima Filho.

Uma das novas espécies encontradas. Nome cientifico Ageneiosus sp n vittatus (Foto: Bruno Barros/Unir/Divulgação)

Uma das novas espécies encontradas. Nome cientifico Ageneiosus sp n vittatus (Foto: Bruno Barros/Unir/Divulgação)

A pesquisa
Foram monitorados 1,7 mil quilômetros do Rio Madeira, entre os estados de Rondônia, Mato Grosso e Amazonas. Foram catalogadas 907 espécies, o que garante ao Rio Madeira o primeiro lugar como o rio mais em diversidade de peixes do mundo.

Uma coleção de ictiofauna [estudo dos peixes] está sendo montada por biólogos e pesquisadores da Universidade Federal de Rondônia (Unir) a partir do resultado do monitoramento, que foi desenvolvido durante quatro anos para conhecer as consequências da construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio. Os estudos fazem parte das condicionantes impostas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos  Naturais Renováveis (Ibama) para a liberação da Licença de Operação à concessionária Santo Antônio Energia.

Esta já é a coleção que possui o segundo maior banco de registros genéticos do Brasil, com 16 mil amostras e também o terceiro maior em número de espécies.

Loricarideo em reprodução, com os ovos no  ventre. Uma das espécies que fazem parte da coleção de ictiofauna da Unir (Foto: Diogo Hungria/Unir/Divulgação)

Loricarideo em reprodução, com os ovos no ventre. Uma das espécies que fazem parte da coleção de ictiofauna da Unir (Foto: Diogo Hungria/Unir/Divulgação)

Segundo o biólogo coordenador da coleção, João Alves, todas os indivíduos que não foram identificados estão em processo de estudo.

O estudo é feito manualmente, a medição e análise das caracteríscas e do ambiente. Além disso, é feita a aferição do código genético dos animais encontrados.

“No final, para divulgação da nova espécie e suas especificidades é redigido um artigo científico que é publicado para que a comunidade científica tome conhecimento da descoberta”, conta João Alves.

Espécie rara na Bacia Amazônica, encontrada apenas em regiões profundas do rio. Nome cientifico Planiloricaria cryptodon com tamanho aproximado de 25.3 cm (Foto: Unir/Divulgação)

Espécie rara na Bacia Amazônica, encontrada apenas em regiões profundas do rio. Nome cientifico Planiloricaria cryptodon com tamanho aproximado de 25.3 cm (Foto: Unir/Divulgação)

Em novembro, a Unir espera que pelo menos uma das novas espécies seja reconhecida. “Um dos nossos pesquisadores está finalizando o artigo sobre um dos novos animais descobertos. Essa seria uma nova espécie de lambari”, antecipa João.

O estudo para a publicação de um artigo como este demora em média um ano e meio. “O primeiro passo é descrever essas espécies, e posteriormente iniciar os estudos de sua biologia e ecologia”, conta João Alves.

Monitoramento e captura?
Os pesquisadores vão à campo no Rio Madeira e seus afluentes com uma metodologia padronizada de captura dos animais.

Captura dos animais para estudo e monitoramento da ictiofauna na Bacia do Madeira. Aplicação da metodologia de rede de cerco.  (Foto: Maria Fonseca/Unir/Divulgação)

Captura dos animais para estudo e monitoramento da ictiofauna na Bacia do Madeira. Aplicação da metodologia de rede de cerco. (Foto: Maria Fonseca/Unir/Divulgação)

Todo os espécies coletados em campo passam por um processo de análise e armazenamento específico para que possa fazer parte da coleção de estudos e para poder durar até 150 anos em bom estado de conservação.

Fonte: Globo Natureza


4 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

III Simpósio de Conservação do Norte do Paraná – UENP Campus Cornélio Procópio

III SICON (III Simpósio de Conservação do Norte do Paraná) e VI EBIC (VI Encontro de Biologia e Iniciação Científica) irá oportunizar a troca de idéias, experiências e o debate sobre “Conservação Ambiental” e outros temas relacionados à Biologia da Conservação.

O evento é voltado para estudantes de graduação e pós-graduação, professores, técnicos e profissionais da região Norte do Paraná, bem como profissionais de outras regiões do estado e do país que tenham interesse pelo assunto.

Entre os principais objetivos, o III SICON pretende:

• Debater assuntos relacionados à Biologia da Conservação, trazendo informações atualizadas através de profissionais renomados nas suas respectivas áreas, proporcionando uma visão ampla da problemática ambiental contemporânea;

• Possibilitar a interação e troca de experiências entre profissionais de ensino e/ou pesquisa, discentes;

• Possibilitar a apresentação de Trabalhos Científicos inéditos, submetidos pelo público participante, desde que passem pela seleção da comissão científica do evento;

• Publicar os trabalhos científicos apresentados, na forma de resumo simples por meio do CD de anais do evento;

• Promover a atualização em temas relacionados à Biologia da Conservação, através de profissionais, especializados e renomados nas diversas áreas que este ramo da biologia abrange;

Além disso, em 2012, ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, que tem como temática central a conscientização para as questões energéticas, incluindo os serviços modernos de energia, acesso à disponibilidade e eficiência energética, a sustentabilidade e o uso das fontes de energia para a realização das metas do Desenvolvimento do Milênio, o III SICON pretende proporcionar discussões a esse respeito, tentando relacionar a Conservação Ambiental com a possibilidade de oferta de Energia Sustentável para Todos.

Inscrições e a programação completa acesse: http://eventos.uenp.edu.br/sicon/2012/


10 de maio de 2012 | nenhum comentário »

XIII Semana de Biologia da UENP – Campus Jacarezinho

O Curso de Ciências Biológicas e o Centro Acadêmico junto à UENP – Universidade Estadual do Norte do Paraná, CJ – Campus Jacarezinho, promovem a XIII SEMANA DE BIOLOGIA & II SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE E AMBIENTE PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS, com o tema “Bioindicadores: um olhar do micro para o macro ambiente”, buscando integrar a comunidade acadêmica à sociedade, através de palestras e cursos com profissionais / pesquisadores, para compartilhar e divulgar informações técnico-científicas.

O evento contará com a participação do presidente do IPEVS Rafael Haddad Manfio( Médico Veterinário e Biólogo), que irá ministrar palestra sobre Manejo e Reprodução de Répteis em Cativeiro, que será realizada no dia 01/06, último dia do evento.

Mais informações acesse: http://13sembio.blogspot.com.br/

 


26 de março de 2012 | nenhum comentário »

Vespa gigante encontrada há 82 anos na Indonésia pertence a uma nova espécie

Machos da ‘Megalara garuda’ tem 6 centímetros de comprimento

Detalhe das garras em formato de foice, encontradas nos machos

Detalhe das garras em formato de foice, encontradas nos machos

Cientistas identificaram uma nova espécie de vespa que, com características bastante incomuns, já está sendo chamada de “rainha das vespas”. O animal — que fazia parte da coleção do Museu de História Natural de Berlim, na Alemanha — foi coletado em 1930 na ilha Sulawesi, na Indonésia, mas só agora foi estudado. Os resultados foram descritos no periódicoZooKeys.

A espécie possui um corpo preto enorme, de 6 centímetros de comprimento, e seus machos apresentam longas garras com formato de foice saindo da boca. Ela pertence à mesma família das vespas-cavadoras, a Sphecidae. As fêmeas desta família costumam picar e paralisar suas presas – outras espécies de insetos – para alimentar seus filhotes. A  “rainha das vespas” provavelmente age da mesma forma, mas ainda não se sabe de quais espécies ela se alimenta.

Como a vespa gigante nunca foi observada viva, pouco se sabe sobre sua biologia ou comportamento. É possível dizer que os machos são claramente maiores que as fêmeas. Como se pode deduzir de outros insetos com grandes garras, é provável que os machos as usem para se defender e para segurar suas fêmeas durante o acasalamento.

Devido à diferença no tamanho dos corpos e às garras dos machos, a grande vespa foi incluída em um gênero também inédito, chamado Megalara, que por enquanto compreende apenas esta espécie. O nome é uma combinação do termo grego ‘mega’, que significa grande, com ‘Dalara’, outro gênero de vespas semelhante à nova espécie.

Pesquisadores do museu alemão e da Universidade da Califórnia em Davis, nos Estados Unidos, que trabalharam juntos na identificação da vespa gigante, nomearam-na de Megalara garuda. A terminação é uma homenagem a uma figura mitológica hindu chamada Garuda, símbolo nacional da Indonésia, onde a espécie foi encontrada.

Devido ao tamanho, o animal está sendo chamado de "rei das vespas" pelos cientistas

Devido ao tamanho, o animal está sendo chamado de "rei das vespas" pelos cientistas (Dr. Lynn Kimsey / Dr. Michael Ohl)

Fonte: Veja Ciência


28 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Cientistas analisam populações de focas há 60 anos em ilhas da Grã-Bretanha

Filhotes são marcados com tinta para análise de hábitos e dieta.

Cientistas britânicos comemoram no mês de outubro os 60 anos do início dos estudos de populações de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha.

A pesquisa, que começou na década de 1950, continua com uma equipe de supervisores do National Trust, a entidade que cuida de conservação ambiental e de construções históricas da Grã-Bretanha.

David Steel, chefe dos supervisores do National Trust, vive e trabalha nas ilhas nove meses por ano e conta que o trabalho que começou em 1951 foi pioneiro.

‘Quando o trabalho começou, se sabia pouco sobre as focas, sua biologia, e nem mesmo sobre o que elas comiam’, disse.

O supervisor conta que sua equipe de cinco pessoas visita a colônia de focas a cada três ou quatro dias.

‘Um chama a atenção da fêmea enquanto outro marca o filhote com tinta. A cada quatro dias, voltamos e mudamos a cor da tinta que marca os filhotes.’

‘Com isso, no meio de novembro, temos filhotes de foca com várias cores de tinta. Os supervisores então podem acompanhar a história de vida de cada filhote marcado’, afirmou.

Steel disse que eles já descobriram muito sobre a vida das focas da ilha, com a ajuda da tinta e de rastreadores colocados nos animais.

Com estes aparelhos eles descobriram para onde as focas vão quando saem das ilhas e a dieta dos animais, algo muito importante para ajudar na proteção da região e de outros lugares do Mar do Norte que são frequentados por estas focas.

Filhotes de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha (Foto: BBC)

Filhotes de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha (Foto: BBC)

Fonte: Da BBC


9 de março de 2011 | nenhum comentário »

20 a 22/05/2011 Curso de Biologia Marinha Aplicada – em Pipa, RN

Local: Pipa (Tibau do Sul, RN)

Data: 20 a 22/05/2011 (6ª a domingo – logo após o CBBM)

Carga horária: 30h

Conteúdo: aspectos gerais de Biologia Marinha e Oceanografia; ecossistemas de piscinas naturais; avistagem e taxonomia de seres marinhos; parâmetros físico-químicos da água do mar; observação de falésias; aulas teóricas sobre tartarugas-marinhas, mamíferos marinhos, técnicas de coleta abióticas e Química Ambiental.

Programação:
20/05 – 6ª – 18h – apresentação dos alunos e aula teórica
21/05 – Sáb. – Manhã: saída de barco; tarde: piscinas naturais

22/05 – Dom. – Manhã: ida à Praia do Amor (falésias, hidrodinamismo e rochas vulcânicas); tarde: Baía dos Golfinhos. Encerramento: 17h
Professores:
Cesar Bernardo: mestrando em Ensino das Ciências (Química), pós-graduado em Biologia Marinha e Oceanografia, biólogo, professor de Biologia e Química, Coordenador do Curso Técnico, Médio do Instituto Martin Luther King

Suzana Ramineli: mestranda em Ciência Ambiental, pós-graduada em Biologia Marinha e Oceanografia, pós-graduanda em Planejamento e Gestão Ambiental, bacharel em Comunicação Social e Coordenadora de Projetos Ambientais da Escola de Mergulho Brazil Divers

Público: estudantes de biologia, ecologia, gestão ambiental, veterinária, educação ambiental, geografia, turismo, oceanografia e áreas afins; mergulhadores; ambientalistas; interessados em aprender sobre o tema.

Investimento: R$ 400,00
Ex-alunos têm R$ 30,00 de desconto!

Inclui:

2 diárias de hospedagem
Carteira de associado para albergues da juventude (válida por 1 ano)
2 cafés da manhã
1 saída de barco
Aulas
Certificado
CD-Rom com material didático
Brinde Mimos Marinhos
Inscrições:
- à vista: depósito de R$ 400,00 – ATÉ 05/04/2011.
OU
parceladas: 3 depósitos de R$ 134,00. O 1º até 11/03, o 2º até 11/04 e o 3º até 11/05/2011.
OU
parceladas: 2 depósitos de R$ 200,00. O 1º até 25/03 e o 2º até 25/04.
Dados para depósito:  Banco Santander – Banco 033 – Agência 3453 – C/C 010021401 – Favorecida: Suzana Muniz Ramineli

Em qualquer dos casos, enviar comprovante de depósito por e-mail (naturaulas@gmail.com) com os seguintes dados pessoais: nome, telefone, idade, profissão, instituição e como soube do curso.
Esse envio é fundamental para a confirmação da inscrição.

Observações:
1 – Não é permitido o porte de arpão e nem coleta de nenhum tipo.
2 – O kit básico de mergulho (máscara, snorkel; as nadadeiras são opcionais) é fundamental para as aulas. Caso você não o possua, fale conosco para alugá-lo.
3 – Vagas limitadas.

Informações: naturaulas@gmail.com

www.naturaulas.blogspot.com


31 de maio de 2009 | nenhum comentário »

Lançado navegador da internet especializado em ciências da vida

Pesquisadores da Universidade de Dresden (Alemanha), criaram um navegador para a Internet, também conhecido como browser, capaz de reconhecer termos técnicos das ciências da vida e localizar automaticamente informações adicionais sobre eles.

As ciências da vida – biologia, medicina, bioquímica etc. – contam com uma grande variedade de bases de dados contendo informações específicas, como as bibliotecas de genes e as informações sobre doenças, apenas para citar dois exemplos.

Grids científicos – Esses serviços, que ficam armazenados em sistema de computação distribuída conhecidos como grids, são acessíveis por meio da Internet.

“A computação em grid trata essencialmente de construir organizações virtuais que são independentes dos locais físicos onde elas residem,” explica o professor Michael Schroeder.

O problema é que não é simples interligar essas informações com outros recursos e disponibilizá-los de maneira simples aos cientistas.

Navegador semântico – Para tentar resolver este problema, os pesquisadores criaram o projeto Sealife, um navegador semântico que interpreta o conteúdo das informações e as interliga aos serviços disponibilizados pelos diversos grids que possam ser úteis ao usuário. As opções encontradas são mostradas ao pesquisador na forma de links, como em uma página comum de um site.

Primeiro o navegador Sealife identifica os termos técnicos, o que, por si só, já é uma grande tarefa – cada gene humano, por exemplo, tem uma média de 5,5 nomes diferentes.

Ele deve lidar também com ambiguidades. Por exemplo, a palavra jaguar pode ser um termo de interesse de um biólogo, mas também pode estar se referindo a uma marca de automóvel ou a um sistema operacional.

Na versão atual, o navegador Sealife consegue identificar corretamente os termos das ciências da vida com 87% de sucesso.

Ontologias específicas – O desafio seguinte foi criar uma ontologia, um sistema hierárquico de conceitos e suas inter-relações. O sistema de classificação de plantas e animais da Biologia é um exemplo de ontologia extremamente bem fundamentada e sistematizada, o que fez os pesquisadores utilizarem-na como padrão.

Como a ideia é permitir que o Sealife seja utilizado em outras áreas, os cientistas criaram editores para capturar e interpretar os dados de outras áreas do conhecimento, o que permitirá criar ontologias específicas para virtualmente qualquer outra disciplina.

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Até o momento, o navegador foi testado em três áreas: medicina baseada em evidências, informações científicas e técnicas sobre patentes e biologia molecular.

Os resultados estão se mostrando tão promissores que os pesquisadores criaram uma empresa para comercializar os resultados, a Transinsight (www.biotec.tu-dresden.de/sealife). (Fonte: Site Inovação Tecnológica)