3 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

Tartaruga ameaçada de extinção é levada para hospital dos EUA

Biólogos irão examinar tartaruga-marinha com ferimentos.
Ela foi encontrada na praia de St. Croix, nas Ilhas Virgens.

Tom Luebke (à esquerda) e Bette Zirkelbach examinando uma tartaruga-marinha (Foto: Andy Newman/Florida Keys News Bureau/AP)

Tom Luebke (à esquerda) e Bette Zirkelbach examinam a tartaruga-marinha ameaçada (Foto: Andy Newman/Florida Keys News Bureau/AP)

 

Imagem divulgada neste domingo (2) pela agência “Florida Keys News Bureau” mostra Tom Luebke (à esquerda) e Bette Zirkelbach examinando uma tartaruga-marinha (Hawksbill, pertencente à família Cheloniidae) ameaçada de extinção, enquanto ela era levada ao hospital de tartarugas em Marathon, na Flórida, no sábado (1).

A tartaruga foi encontrada na praia de St. Croix, nas Ilhas Virgens, em 24 de agosto, com ferimentos graves em suas nadadeiras da parte da frente.

Ela foi levada de avião para a Flórida com a ajuda da companhia aérea American Airlines, no sábado (1). Funcionários acreditam que a tartaruga pode ter sido capturada por um pescador.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Globo Natureza


14 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Pesquisadores descobrem espécie de borboleta na Mata Atlântica do RS

Novo inseto descrito por pesquisadores foi batizado de Prenda clarissa.
Biólogos alertam para risco de extinção de populações devido ao desmate.

Pesquisadores das universidades Estadual de Campinas (Unicamp) e Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) descreveram uma nova espécie de borboleta, encontrada na região denominada Campos em Cima da Serra, na Mata Atlântica gaúcha.

Chamada de Prenda clarissa – o gênero é uma homenagem à mulher gaúcha (chamada de prenda) e o nome da espécie remete ao livro do escritor sulista Érico Veríssimo — o exemplar foi encontrado durante expedição feita à Floresta Nacional de São Francisco de Paula, em 2009.

Descrita recentemente na revista científica “Neotropical Entomology” pela equipe de biólogos do laboratório de ecologia e sistemática de borboletas da Unicamp, a borboleta de cor marrom foi identificada como nova a partir de uma observação detalhada de especialistas.

“Reparei que ela tinha um jeito diferente. O padrão de ocelos (chamados de falsos olhos e que ficam na parte inferior das asas das borboletas) era diferente. É provável que esta espécie seja endêmica da região, porém, temos que pesquisar mais detalhes”, disse Cristiano Agra, doutor em Biologia Animal e um dos responsáveis pela descoberta.

Nova espécie de borboleta foi batizada de Prenda clarissa (Foto: Divulgação/André Freitas)

Nova espécie de borboleta foi batizada de Prenda clarissa (Foto: Divulgação/André Freitas)

Preservação
De acordo com André Freitas coordenador do laboratório paulista que estuda as borboletas – que tem seis anos de funcionamento – ao menos uma espécie nova deste inseto é descrita por ano pelos integrantes da equipe. O Brasil tem hoje 3.500 borboletas registradas.

O número de publicações sobre novas espécies só não é maior devido à carga de trabalho. “Já descobrimos ao menos 20, que ainda não foram descritas. Na semana passada mesmo, retornamos de uma viagem feita à Serra do Caparaó (entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo) onde encontramos mais uma espécie”, disse.

Entretanto, novos registros trazem também preocupação com a extinção de populações, já que muitas são encontradas em áreas onde a vegetação nativa está em degradação.

Freitas disse que grande parte das pesquisas foram realizadas na Mata Atlântica, considerado um dos biomas mais ameaçados no Brasil.

Segundo dados divulgados na última semana pelo Ministério do Meio Ambiente, o bioma, que abrange 15 estados brasileiros perdeu entre 2008 e 2009 cerca de 248 km² de sua cobertura vegetal – número considerado pelo governo abaixo da média, o que representaria uma desaceleração no desmate.

Entretanto, ainda há preocupação já que restam apenas 22,23% de sua vegetação original, que era equivalente a 1,1 milhão de km². O estado de Minas Gerais foi o principal responsável pelo desmate (115,8 km²), seguido da Bahia (65,8 km²) e Santa Catarina (17,6 km²).

“Na Serra do Cipó (MG) – que tem trechos de Mata Atlântica – descobrimos a espécieYphthimoides cipoensis já sabendo que sua população estava ameaçada, baseado em regras internacionais estipulas pela IUCN [União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, na tradução para o português]. Esta espécie só existe naquela região, bastante impactada pelo homem”, disse.

Espécie Yphthimoides cipoensis, encontrada na Serra do Cipó (MG) foi recentemente descoberta e já considerada ameaçada de extinção. (Foto: Divulgação/André Freitas)

Espécie Yphthimoides cipoensis, encontrada na Serra do Cipó (MG) foi recentemente descoberta e já é considerada ameaçada de extinção. (Foto: Divulgação/André Freitas)

Cadeia alimentar
As borboletas, segundo o especialista, são essenciais na cadeia alimentar principalmente no estágio de lagartas, pois alimentam outras espécies de insetos, além de aves e pequenos mamíferos. Porém, o desmatamento pode prejudicar o desenvolvimento das populações.

“Existem regiões críticas onde isto já ocorre, como na área de Mata Atlântica no Nordeste do país e na região de cerrado. Outra área grave é a transição entre o cerrado e a floresta amazônica, no Pará e Maranhão. Muitas espécies endêmicas estão em extinção nestas áreas”, comenta Freitas.

Ele cita ainda que para frear a redução de populações de borboletas o governo reuniu informações e criou o Plano Nacional de Proteção a espécies ameaçadas, idealizado pelo Instituto de Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Segundo Freitas, será uma forma de proteger também outros animais com risco de desaparecer na natureza.

Fonte: Eduardo Carvalho, Globo Natureza, São Paulo


25 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Onça-parda está em árvore de área urbana de Tibagi, diz prefeitura

Animal foi encontrado por volta das 10h30 desta segunda (24), no Paraná.
Polícia falhou na primeira tentativa de resgate; biólogos vão ajudar.

Biólogos devem ajudar na segunda tentativa de resgate. (Foto: Divulgação)

Biólogos devem ajudar na segunda tentativa de resgate. (Foto: Christian Camargo/Divulgação)

Uma onça-parda está em uma árvore do município de Tibagi, na região dos Campos Gerais, no Paraná. Um morador, João Carneiro, notou o animal em uma rua que dá acesso à mata ciliar do Rio Tibagi, nesta segunda-feira (24).

De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, que ouviu técnicos, a onça tem aproximadamente 1,4 m (da cabeça à cauda) e pesa entre 25 kg e 30 kg. A nota disse que é “uma jovem fêmea, com no máximo dois anos de idade”.

Perto das 16h, a polícia ambiental do Paraná, Força Verde, chegou até a onça. Desde às 10h30, quando foi descoberto, o bicho ficou quieto em cima da árvore, a aproximadamente 5 m do chão. Muitos moradores acompanham o trabalho de retirada, que até a publicação desta notícia não tinha mexido no animal.

Uma equipe de biólogos da Usina Mauá, de Telêmaco Borba, é esperada para uma nova tentativa de regate – porque da primeira vez a onça pulou de uma árvore para a outra. Ainda não se sabe para onde o animal vai depois da captura.

 

 

 

 

 

Onça está em árvore desde às 10h30 desta segunda (24). (Foto: Divulgação)

Onça está em árvore desde às 10h30 desta segunda (24). (Foto: Christian Camargo/Divulgação)

Fonte: Vinícius Sgarbe, G1, Paraná


3 de março de 2011 | nenhum comentário »

Biólogos decretam fim do puma no leste dos EUA

Biólogos federais anunciaram o fim dos pumas no leste dos Estados Unidos, espécie que durante muito tempo constou na lista de animais ameaçados de extinção.

A Fish and Wildlife Service, agência do governo americano responsável pela proteção da fauna silvestre, disse que não há mais nenhuma espécie nessa região em específico.

Com a declaração, o puma do oriente será removido da lista de animais ameaçados.

Embora ainda sejam vistos pumas em Maine e na Carolina do Sul, o serviço americano sustenta que esses felinos se enquadram em outras categorias.

noelle psp

Esses animais vieram de outras áreas dos EUA, como do sul e do oeste, ou escaparam ou foram soltos de cativeiros.
Fonte: Folha.com






Categorias

Tópicos recentes

Meta

 

outubro 2019
S T Q Q S S D
« mar    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

3 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

Tartaruga ameaçada de extinção é levada para hospital dos EUA

Biólogos irão examinar tartaruga-marinha com ferimentos.
Ela foi encontrada na praia de St. Croix, nas Ilhas Virgens.

Tom Luebke (à esquerda) e Bette Zirkelbach examinando uma tartaruga-marinha (Foto: Andy Newman/Florida Keys News Bureau/AP)

Tom Luebke (à esquerda) e Bette Zirkelbach examinam a tartaruga-marinha ameaçada (Foto: Andy Newman/Florida Keys News Bureau/AP)

 

Imagem divulgada neste domingo (2) pela agência “Florida Keys News Bureau” mostra Tom Luebke (à esquerda) e Bette Zirkelbach examinando uma tartaruga-marinha (Hawksbill, pertencente à família Cheloniidae) ameaçada de extinção, enquanto ela era levada ao hospital de tartarugas em Marathon, na Flórida, no sábado (1).

A tartaruga foi encontrada na praia de St. Croix, nas Ilhas Virgens, em 24 de agosto, com ferimentos graves em suas nadadeiras da parte da frente.

Ela foi levada de avião para a Flórida com a ajuda da companhia aérea American Airlines, no sábado (1). Funcionários acreditam que a tartaruga pode ter sido capturada por um pescador.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Globo Natureza


14 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Pesquisadores descobrem espécie de borboleta na Mata Atlântica do RS

Novo inseto descrito por pesquisadores foi batizado de Prenda clarissa.
Biólogos alertam para risco de extinção de populações devido ao desmate.

Pesquisadores das universidades Estadual de Campinas (Unicamp) e Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) descreveram uma nova espécie de borboleta, encontrada na região denominada Campos em Cima da Serra, na Mata Atlântica gaúcha.

Chamada de Prenda clarissa – o gênero é uma homenagem à mulher gaúcha (chamada de prenda) e o nome da espécie remete ao livro do escritor sulista Érico Veríssimo — o exemplar foi encontrado durante expedição feita à Floresta Nacional de São Francisco de Paula, em 2009.

Descrita recentemente na revista científica “Neotropical Entomology” pela equipe de biólogos do laboratório de ecologia e sistemática de borboletas da Unicamp, a borboleta de cor marrom foi identificada como nova a partir de uma observação detalhada de especialistas.

“Reparei que ela tinha um jeito diferente. O padrão de ocelos (chamados de falsos olhos e que ficam na parte inferior das asas das borboletas) era diferente. É provável que esta espécie seja endêmica da região, porém, temos que pesquisar mais detalhes”, disse Cristiano Agra, doutor em Biologia Animal e um dos responsáveis pela descoberta.

Nova espécie de borboleta foi batizada de Prenda clarissa (Foto: Divulgação/André Freitas)

Nova espécie de borboleta foi batizada de Prenda clarissa (Foto: Divulgação/André Freitas)

Preservação
De acordo com André Freitas coordenador do laboratório paulista que estuda as borboletas – que tem seis anos de funcionamento – ao menos uma espécie nova deste inseto é descrita por ano pelos integrantes da equipe. O Brasil tem hoje 3.500 borboletas registradas.

O número de publicações sobre novas espécies só não é maior devido à carga de trabalho. “Já descobrimos ao menos 20, que ainda não foram descritas. Na semana passada mesmo, retornamos de uma viagem feita à Serra do Caparaó (entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo) onde encontramos mais uma espécie”, disse.

Entretanto, novos registros trazem também preocupação com a extinção de populações, já que muitas são encontradas em áreas onde a vegetação nativa está em degradação.

Freitas disse que grande parte das pesquisas foram realizadas na Mata Atlântica, considerado um dos biomas mais ameaçados no Brasil.

Segundo dados divulgados na última semana pelo Ministério do Meio Ambiente, o bioma, que abrange 15 estados brasileiros perdeu entre 2008 e 2009 cerca de 248 km² de sua cobertura vegetal – número considerado pelo governo abaixo da média, o que representaria uma desaceleração no desmate.

Entretanto, ainda há preocupação já que restam apenas 22,23% de sua vegetação original, que era equivalente a 1,1 milhão de km². O estado de Minas Gerais foi o principal responsável pelo desmate (115,8 km²), seguido da Bahia (65,8 km²) e Santa Catarina (17,6 km²).

“Na Serra do Cipó (MG) – que tem trechos de Mata Atlântica – descobrimos a espécieYphthimoides cipoensis já sabendo que sua população estava ameaçada, baseado em regras internacionais estipulas pela IUCN [União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, na tradução para o português]. Esta espécie só existe naquela região, bastante impactada pelo homem”, disse.

Espécie Yphthimoides cipoensis, encontrada na Serra do Cipó (MG) foi recentemente descoberta e já considerada ameaçada de extinção. (Foto: Divulgação/André Freitas)

Espécie Yphthimoides cipoensis, encontrada na Serra do Cipó (MG) foi recentemente descoberta e já é considerada ameaçada de extinção. (Foto: Divulgação/André Freitas)

Cadeia alimentar
As borboletas, segundo o especialista, são essenciais na cadeia alimentar principalmente no estágio de lagartas, pois alimentam outras espécies de insetos, além de aves e pequenos mamíferos. Porém, o desmatamento pode prejudicar o desenvolvimento das populações.

“Existem regiões críticas onde isto já ocorre, como na área de Mata Atlântica no Nordeste do país e na região de cerrado. Outra área grave é a transição entre o cerrado e a floresta amazônica, no Pará e Maranhão. Muitas espécies endêmicas estão em extinção nestas áreas”, comenta Freitas.

Ele cita ainda que para frear a redução de populações de borboletas o governo reuniu informações e criou o Plano Nacional de Proteção a espécies ameaçadas, idealizado pelo Instituto de Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Segundo Freitas, será uma forma de proteger também outros animais com risco de desaparecer na natureza.

Fonte: Eduardo Carvalho, Globo Natureza, São Paulo


25 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Onça-parda está em árvore de área urbana de Tibagi, diz prefeitura

Animal foi encontrado por volta das 10h30 desta segunda (24), no Paraná.
Polícia falhou na primeira tentativa de resgate; biólogos vão ajudar.

Biólogos devem ajudar na segunda tentativa de resgate. (Foto: Divulgação)

Biólogos devem ajudar na segunda tentativa de resgate. (Foto: Christian Camargo/Divulgação)

Uma onça-parda está em uma árvore do município de Tibagi, na região dos Campos Gerais, no Paraná. Um morador, João Carneiro, notou o animal em uma rua que dá acesso à mata ciliar do Rio Tibagi, nesta segunda-feira (24).

De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, que ouviu técnicos, a onça tem aproximadamente 1,4 m (da cabeça à cauda) e pesa entre 25 kg e 30 kg. A nota disse que é “uma jovem fêmea, com no máximo dois anos de idade”.

Perto das 16h, a polícia ambiental do Paraná, Força Verde, chegou até a onça. Desde às 10h30, quando foi descoberto, o bicho ficou quieto em cima da árvore, a aproximadamente 5 m do chão. Muitos moradores acompanham o trabalho de retirada, que até a publicação desta notícia não tinha mexido no animal.

Uma equipe de biólogos da Usina Mauá, de Telêmaco Borba, é esperada para uma nova tentativa de regate – porque da primeira vez a onça pulou de uma árvore para a outra. Ainda não se sabe para onde o animal vai depois da captura.

 

 

 

 

 

Onça está em árvore desde às 10h30 desta segunda (24). (Foto: Divulgação)

Onça está em árvore desde às 10h30 desta segunda (24). (Foto: Christian Camargo/Divulgação)

Fonte: Vinícius Sgarbe, G1, Paraná


3 de março de 2011 | nenhum comentário »

Biólogos decretam fim do puma no leste dos EUA

Biólogos federais anunciaram o fim dos pumas no leste dos Estados Unidos, espécie que durante muito tempo constou na lista de animais ameaçados de extinção.

A Fish and Wildlife Service, agência do governo americano responsável pela proteção da fauna silvestre, disse que não há mais nenhuma espécie nessa região em específico.

Com a declaração, o puma do oriente será removido da lista de animais ameaçados.

Embora ainda sejam vistos pumas em Maine e na Carolina do Sul, o serviço americano sustenta que esses felinos se enquadram em outras categorias.

noelle psp

Esses animais vieram de outras áreas dos EUA, como do sul e do oeste, ou escaparam ou foram soltos de cativeiros.
Fonte: Folha.com