9 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Animais também têm consciência, dizem neurocientistas

Pesquisadores publicaram manifesto mostrando que, com base na análise de ondas cerebrais, não há como dizer que só seres humanos têm consciência

Um grupo de 13 neurocientistas, incluindo o canadense Philip Low, criador do iBrain, dispositivo que vai ajudar o físico Stephen Hawking a se comunicar usando a mente, assinou uma declaração neste sábado em Cambridge, na Inglaterra, afirmando que alguns animais, como pássaros, macacos, elefantes, golfinhos, polvos, cães e gatos, possuem consciência, assim como os seres humanos. É a primeira vez que um grupo de especialistas da área se reúne para emitir um comunicado formal admitindo que os seres humanos não são os únicos a gozarem de consciência, segundo apontou Low, que também é professor do MIT (Massachusetts Institute of Technology, nos EUA).

O anúncio foi feito durante a Francis Crick Memorial Conference, na Universidade Cambridge, na Inglaterra. Treze especialistas se reuniram para apresentar os últimos resultados científicos em pesquisas que tentam reinterpretar a consciência. Os cientistas pretendem mostrar que ao analisar o sinal cerebral de humanos e outros animais, é possível encontrar semelhanças básicas. ”A neurociência está evoluindo rapidamente por causa do avanço tecnológico e por isso precisamos tirar novas conclusões”, disse Low. “As evidências mostram que os seres humanos não são os únicos a apresentarem estados mentais, sentimentos, ações intencionais e inteligência”, afirmou. “Está na hora de tirarmos novas conclusões usando os novos dados a que a ciência tem acesso.”

iBrain - O físico Stephen Hawking faria uma aparição durante a conferência para demonstrar a tecnologia do iBrain, um dispositivo que o ajudará a se comunicar utilizando a mentemas não compareceu. Em comunicado, lamentou sua falta e disse apoiar a iniciativa dos cientistas. Hawking é vítima de uma doença degenerativa que o deixou completamente paralisado ao longo de seus 70 anos de vida. Ele é o sobrevivente de maior longevidade da Esclerose Lateral Amiotrófica, uma rara doença que acaba com o movimento dos músculos e provoca a morte do paciente alguns anos depois de diagnosticada – e, no entanto, o físico já convive com a doença desde os 21 anos.

"É a primeira vez que um grupo de cientistas se manifesta formalmente quanto à existência da consciência em animais", diz o neurocientista Philip Low

"É a primeira vez que um grupo de cientistas se manifesta formalmente quanto à existência da consciência em animais", diz o neurocientista Philip Low (China Photos/Getty Images)

Fonte: Veja Ciência


27 de abril de 2012 | nenhum comentário »

Presidente do IPEVS ministra palestra sobre Bem-Estar Animal

O presidente do IPEVS Rafael Haddad (Médico Veterinário e Biólogo) em convite da Associação Protetora e Bem-Estar Animal Ângelo Picone, ministrou palestra sobre Bem estar animal, no V Encontro de Proteção e Bem Estar Animal realizado no Centro Cultural de Cornélio Procópio no dia 26/04.  Os participantes foram orientando sobre adoção de cães e gatos, a importância da castração destes animais e esclarecimento sobre as zoonoses. Instruiu como pessoas que não podem ou não querer ter animais de estimação pode colaborar. E finalizou enfatizando que animais silvestres não são animais de estimação e que a comercialização destes animais é crime e deve ser denunciado.

A palestra contou com a participação dos membros da Associação Ângelo Picone e a equipe do IPEVS.

Fonte: Ascom IPEVS


14 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Livro defende nova origem para os cães

Para Mark Derr, autor de ‘How the dog became the dog’, a teoria de que os cães se originaram de lobos selvagens, quando os homens se tornaram sedentários, está errada. Para ele, novos dados arqueológicos e genéticos indicam que a aproximação aconteceu muito antes

Por volta de 15.000 anos atrás, o planeta estava saindo da última Era do Gelo. À noite, lobos rondavam as primeiras aldeias pré-históricas, em busca de comida fácil, os restos jogados fora pelos humanos. Era o início de uma grande e duradoura amizade. Ao longo de gerações, as duas espécies foram se aproximando e os homens passaram a criar filhotes de lobo. Os mais mansos ficaram nas aldeias e foram se diferenciando de seus ancestrais. Sem ter que dilacerar a caça, foram perdendo a força da mordida. Mal alimentados pelos homens, com sobras, perderam tamanho. E se tornaram uma espécie diferente dos lobos, a primeira espécie animal que surgiu graças à interferência humana.

Esta é a teoria mais aceita pela maioria dos cientistas. O pesquisador americano  Mark Derr, no entanto, desenvolveu novos argumentos para afirmar que a parceria homem/cão é muito mais antiga do que se pensa.  No livro How the dog became the dog – from wolves to our best friends(Como o cão se tornou o cão – dos lobos aos nossos melhores amigos, sem edição em português), Derr se baseia em novos estudos genéticos e arqueológicos para defender que os primeiros cachorros apareceram há pelo menos 30.000 ou 40.000 anos, quando o Homo sapiens ainda se comportava de maneira nômade.

O livro lançado nos EUA é porta voz de uma teoria minoritária, porém cada vez mais popular, que defende que os lobos cinzentos se aproximaram dos humanos quando nossa espécie ainda vagava pela África, Europa e Ásia, caçando, e coletando frutas e raízes. O autor afirma que não há provas arqueológicas cabais desse encontro porque os lobos que se aproximaram do homem não se diferenciaram fisiologicamente de seus irmãos selvagens pelos milênios seguintes. “Mas eles viajavam juntos há muito tempo e continuam fazendo isso até hoje”, afirmou ele, em entrevista ao site de VEJA. Para Derr, os lobos cinzentos se aproximaram dos humanos por curiosidade. A fase de observação deve ter durado gerações. “Os animais têm diferentes personalidades, como os humanos. Assim como há homens corajosos, há os que têm medo da própria sombra. Eu acho que os lobos mais sociáveis e os humanos mais sociáveis se aproximaram, começaram a correr juntos e nunca mais pararam.”

Crânio é considerado uma raridade porque ilustra o início da domesticação do cachorro, antes da Era do Gelo. A seta indica a parte retirada pela equipe para análise de datação por carbono

Crânio raro encontrado na Bélgica pode ilustrar domesticação do cachorro antes última da Era do Gelo. A seta indica a parte retirada por cientistas para análise de datação por carbono. Fonte: Divulgação/ Ovodov ND- Russian Academy of Sciences, Institute of Archaeology and Ethnography, Novosibirsk, Russia

O pesquisador também defende que a domesticação do animal ocorreu em áreas e tempos diferentes ao longo da história, por isso deve haver muitos “elos perdidos”, que se diferenciaram dos lobos, mas não originaram os cães modernos .Derr baseia sua hipótese em descobertas como a de um crânio encontrado nas montanhas Altai, na Sibéria, que tem 33.000 anos e algumas características diferentes dos lobos selvagens, como o focinho. OU ainda em casos como o de um fóssil, encontrado na caverna Goyet, na Bélgica, que tem 31.700 anos de idade. “Estudos do DNA mitocondrial apontam para a presença de animais diferentes de lobos há um período que pode variar de 45 a 135.000 anos atrás”, conta ele. “Em tempo geológico não é nada, mas do ponto de vista biológico é determinante.”

Polêmica — Autor de outros cinco livros sobre cães, nenhum deles publicado no Brasil, e colunista de publicações como The New York Times e Scientific American, Derr está longe de ser unanimidade entre os especialistas. Com mais de 50 trabalhos relacionados a cães, o biólogo evolucionista Raymond Coppinger, professor no Hampshire College, em Massachusetts, EUA, tem pesquisas citadas no livro e leu a obra. Para ele, o material não tem validade científica. “O senhor Derr não é muito rigoroso em sua avaliação da literatura científica recente sobre a origem dos cães e tende a escolher os achados mais espetaculares e que corroborem com o argumento defendido por ele”, afirmou a VEJA.

Para Coppinger, as hipóteses sugeridas por Derr não podem ser provadas. “Entre 7.000 e 9.000 anos atrás, há evidências inegáveis da presença de uma população de cães. E população é a palavra chave, porque é nesse nível que se dá a evolução de uma espécie”, explica. “Antes disso, há espécimes que o autor ‘suspeita’ que podem ser o ‘início’ dos cães. Mas são evidências arqueológicas que não acrescentam nada. Ele cita espécimes de 30.000 e de 18.000 anos que tem a ossada e a arcada dentária típica da classe dos lobos. Cita outro de 12.000 anos que é um filhote. Mas nenhum especialista pode diferenciá-lo de um filhote de lobo”, afirma .

Para Mauro Lantzman, veterinário e especialista em comportamento animal da PUC-SP, a explicação da domesticação tardia tem mais evidências e faz mais sentido. “O ser humano, quando nômade, não tinha esse conceito de criação. Mas uma vez que ele se tornou sedentário e começou a dominar a agricultura, partir para o cuidado dos animais foi um passo natural”, avalia.

Para a doutora em genética Priscila Guimarães Otto, professora aposentada do Instituto de Biociências da USP, não é possível confirmar nenhuma das hipóteses. “São muitos os estudos, como os de DNA, DNA mitocondrial e morfologia. E muitas as prováveis datas, pois são contadas aos milhares de anos”, diz. “Lobos cinzentos existem há uns 50 milhões de anos e podem ter começado a ter interesse nos restos alimentares da espécie humana desde os 30.000 anos defendidos por Derr, mas o fato é que os restos mais antigos do cão doméstico, que descende com certeza dos lobos, datam de 10 a 15 mil anos atrás.”

Derr se defende dizendo que cada abordagem científica aponta resultados diferentes. “Há respostas melhores que outras, mas eu não tenho certeza de que chegaremos a uma definição porque não sei se temos as ferramentas necessárias”, afirma.

Raças — É consenso entre os especialistas que os primeiros cachorros eram muito parecidos com os lobos que os originaram. A diferenciação entre esses primeiros indivíduos se deu, em grande parte, pela vontade do homem. “Conforme a necessidade de determinado grupo de humanos – caçar, perseguir, guardar ou apenas servir como animais de estimação – eles escolhiam entre seus diferentes cães aqueles que demonstrassem mais aptidão e dirigiam os cruzamentos entre esses animais”, explica Priscila Otto. “Esse processo de seleção artificial, com cruzamentos escolhidos pelo homem continua até hoje e o resultado é que as diferenças em tamanho, conformação e comportamento entre as cerca de 400 raças ‘oficiais’ atuais são substanciais.”

Para Derr, o processo de criação de raças afastou os cães de seus antepassados. E isso pode ter sido determinante para que o homem se sinta tão ligado a esse animal. “Os criadores de raças suavizaram a aparência dos animais ao ponto de infantilizar muitas raças. Outras tiveram o tamanho da cabeça reduzido, focinhos achatados e os olhos frontais modificados. Uma aparência civilizada para combinar com seu comportamento mais ‘decente’”, explica ele, no livro, que ainda não tem previsão de publicação no Brasil.

Fonte: Veja Ciência


12 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Resgate de cães mostra força do movimento pró-animais na China

Ativistas resgataram cerca de 500 cães destinados a virar comida na China, em um caso que mostra o crescimento do movimento de defesa dos animais no país, segundo o correspondente da BBC em Pequim Michael Bristow.

Os voluntários interceptaram um caminhão que levava os animais em Pequim e compraram os cachorros do caminhoneiro por US$ 18 mil (R$ 29 mil), depois de uma batida envolvendo a polícia.

Aglomerados em gaiolas, os animais estavam sendo levados para o nordeste da China, para serem vendidos a restaurantes.

Alguns dos cães resgatados estavam doentes. Muito apertados no caminhão, eles haviam arranhado e mordido uns aos outros. Além disso, vários tinham parvovírus, um vírus potencialmente fatal que ataca os intestinos e o coração dos caninos.

A carne de cachorro é consumida por muitos séculos na China, onde várias pessoas acreditam que ela tem propriedades medicinais.

A batida, feita em um pedágio no último dia 15 de abril, durou 15 horas. Finalmente, em um ato de desespero, os ativistas usaram seu próprio dinheiro para comprar os cães do motorista.

A polícia, que apareceu no local, alegou que não poderia fazer nada para intervir, já que o caminhoneiro não estava desrespeitando qualquer lei.

REDES SOCIAIS

Os ativistas resolveram agir quando receberam a informação de que um carregamento de cães estava passando por Pequim.

Quando ficou sabendo do caso, o voluntário Wang Qi, que trabalha para a Associação Protetora dos Pequenos Animais da China, publicou a informação por meio de redes sociais para levar mais pessoas a parar o caminhão.

“Mandei a mensagem e então corri para o local. As pessoas começaram a chegar lá uma hora depois. No total, eram quase 300 pessoas”, disse Wang à BBC.

Acompanhados de voluntários, alguns animais foram levados a mais de 20 hospitais veterinários, enquanto outros foram levados para recuperação na sede da associação.

VISITAS

Informações sobre o resgate se espalharam rapidamente, com centenas de voluntários e amantes dos animais visitando o local nos dias que se seguiram.

Na sede da associação, o correspondente da BBC falou com uma aposentada de 80 anos e sua filha, que apareceram com um carro cheio de ração para cachorro, que doaram à entidade.

“Eu já havia ouvido falar da organização, mas eu nunca estive aqui antes. Pensei em vir e fazer o possível”, disse a mulher.

Outras pessoas ficaram comovidas com o drama do resgate e com as más condições de vários dos cães que se recuperavam.

“Eu trouxe um pouco de ração, me sinto muito mal”, disse à BBC a chinesa Qi Jing, sem esconder as lágrimas.

De acordo com Bristow, o episódio mostra como um número cada vez maior de chineses agora veem os cães e gatos mais como animais de estimação, e menos como fonte de proteína.

A fundadora da Associação Protetora dos Pequenos Animais, Lu Di – que vive com cerca de cem cães e gatos -, afirma que a lei chinesa não protege apropriadamente os animais de estimação, levando cidadãos comuns a defendê-los por iniciativa própria.

Fonte: Da BBC Brasil


6 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Estudo analisa as mortes caninas por raça

A maioria dos donos de cachorros e veterinários sabe que cachorros pequenos vivem mais que os grandes. Porém, até pouco tempo atrás, não existia um exame completo e sistemático sobre causas de morte ligadas a raças.

Agora, um grupo de pesquisadores analisou mais de 74 mil casos de morte canina, registrados de 1984 a 2004 no Veterinary Medicine Database, registro do Instituto Nacional do Câncer que recebe dados de 27 hospitais veterinários na América do Norte.

A análise, publicada na edição de março/abril de “The Journal of Veterinary Internal Medicine”, descobriu que as causas de morte mais comuns variam consideravelmente por raça e idade.

Golden retrievers e boxers mostraram maior ocorrência de câncer, a principal causa de morte canina no total. Em diversas raças pequenas –como chihuahuas, pequineses, spitz alemães e poodles– o câncer foi muito menos comum. Para eles, a principal causa de morte foi o trauma (lesão por pancada).

Doenças do sistema nervoso central foram a causa de morte mais comum em cachorros mais velhos, enquanto doenças gastrointestinais afetaram igualmente todas as idades. A morte por doenças do sistema locomotor foram mais comum em raças maiores, mas os cachorros grandes sofreram menos de problemas neurológicos e endócrinos.

Os autores reconhecem que o estudo é retrospectivo e sujeito a erros de classificação, tanto de raças quanto de doenças. Mesmo assim, Kate E.
Creevy, coautora e professora assistente de medicina veterinária na Universidade da Georgia, afirmou que conhecer as doenças a que uma raça tem propensão é bastante útil.

“Podemos usar essa informação para evitar as doenças, em vez de apenas tratá-las”, explicou Creevy.

Fonte: Nicholas Bakalar, DO “NEW YORK TIMES”


8 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Cães soltos ameaçam vida selvagem, diz bióloga

A bióloga Julie Young e mais quatro cientistas afirmam que cães soltos representam uma ameaça à vida selvagem, especialmente as espécies em risco de extinção.

A introdução de animais não nativos em um ecossistema coloca-o em perigo, mas até então os cães não eram vistos sob esse mesmo prisma.

“Temos a tendência de negligenciar o impacto dos cães na vida selvagem porque os vemos como nossos companheiros”, diz Young, coautora do estudo publicado no jornal “BioScience”.

A bióloga cita um exemplo no estado norte-americano de Idaho, onde a presença de cães soltos diminuiu a população de veados. No Colorado, outro estudo indica que linces estão se distanciando de suas trilhas, que passaram a ser usadas por humanos e seus cachorros de estimação.

Na reserva de Navajo, no Arizona, os cães perseguem o gado local e reduzem o número de pequenos mamíferos como os coelhos, além de disseminar doenças entre animais e seres humanos.

A questão chamou a atenção de Young quando ela estudava três espécies ameaçadas de extinção na Ásia Central: carneiro selvagem, gazelas e antílopes.

A taxa significativa de ferimentos e morte desses animais por cães soltos fez com que a bióloga e seus colegas estudassem a situação como se fosse um fenômeno mundial.

Eles descobriram que os cães, estimados em 500 milhões no mundo todo, podem causar mais danos aos animais selvagens e ao gado do que os lobos e outros predadores.

Young cita um estudo que concluiu que cães soltos provocaram uma série de mortes de gado nas montanhas bascas entre a Espanha e a França. Por meio de testes genéticos, ficou provado que os cães, e não os lobos, causaram o problema.

Fonte: Folha.com

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2 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Campanha estimula a adoção de cães com necessidades especiais

A ONG Vira-Lata Vira-Vida lançou recentemente a campanha “Cães especiais – Pessoas legais”, dedicada à adoção de cães com deficiência.

O abrigo da ONG, localizado na Rodovia Piracicaba/Rio Claro, em São Paulo, cuida de 420 animais retirados das ruas, sendo que 30 possuem alguma deficiência como cegueira, sequelas de doenças ou atropelamentos, ou amputações.

Para adotar um animal nessas condições é preciso ser uma “pessoa legal” e de coração aberto, de acordo com a presidente da ONG, Miriam Miranda. “É um exemplo de humanidade. Se a vida de um animal abandonado não é fácil, imagina com limitações físicas. Essa solidariedade com certeza levará outras pessoas à reflexão”, disse.

“A ideia da campanha é quebrar o preconceito. Ao contrário do que muitos pensam, os animais deficientes levam uma vida normal e podem nos fazer muito felizes com a sua companhia”, afirmou, lembrando que os animais estão castrados, vacinados e recebendo cuidados por veterinários.

Os interessados devem entrar em contato com a ONG Vira-Lata Vira-Vida pelo telefone (19) 9831-1929. Uma psicóloga está disponível para auxiliar os interessados na adoção.

Fonte: Danielle Jordan / Ambientebrasil

*Com informações da ascom.

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29 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

EXCLUSIVO: Campanha estimula a adoção de cães com necessidades especiais

29/11/2010

Por Danielle Jordan/Ambientebrasil

A ONG Vira-Lata Vira-Vida lançou recentemente a campanha “Cães especiais – Pessoas legais”, dedicada à adoção de cães com deficiência.

O abrigo da ONG, localizado na Rodovia Piracicaba/Rio Claro, em São Paulo, cuida de 420 animais retirados das ruas, sendo que 30 possuem alguma deficiência como cegueira, sequelas de doenças ou atropelamentos, ou amputações.

Para adotar um animal nessas condições é preciso ser uma “pessoa legal” e de coração aberto, de acordo com a presidente da ONG, Miriam Miranda. “É um exemplo de humanidade. Se a vida de um animal abandonado não é fácil, imagina com limitações físicas. Essa solidariedade com certeza levará outras pessoas à reflexão”, disse.

“A ideia da campanha é quebrar o preconceito. Ao contrário do que muitos pensam, os animais deficientes levam uma vida normal e podem nos fazer muito felizes com a sua companhia”, afirmou, lembrando que os animais estão castrados, vacinados e recebendo cuidados por veterinários.

Os interessados devem entrar em contato com a ONG Vira-Lata Vira-Vida pelo telefone (19) 9831-1929. Uma psicóloga está disponível para auxiliar os interessados na adoção.
*Com informações da ascom.

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9 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Animais também têm consciência, dizem neurocientistas

Pesquisadores publicaram manifesto mostrando que, com base na análise de ondas cerebrais, não há como dizer que só seres humanos têm consciência

Um grupo de 13 neurocientistas, incluindo o canadense Philip Low, criador do iBrain, dispositivo que vai ajudar o físico Stephen Hawking a se comunicar usando a mente, assinou uma declaração neste sábado em Cambridge, na Inglaterra, afirmando que alguns animais, como pássaros, macacos, elefantes, golfinhos, polvos, cães e gatos, possuem consciência, assim como os seres humanos. É a primeira vez que um grupo de especialistas da área se reúne para emitir um comunicado formal admitindo que os seres humanos não são os únicos a gozarem de consciência, segundo apontou Low, que também é professor do MIT (Massachusetts Institute of Technology, nos EUA).

O anúncio foi feito durante a Francis Crick Memorial Conference, na Universidade Cambridge, na Inglaterra. Treze especialistas se reuniram para apresentar os últimos resultados científicos em pesquisas que tentam reinterpretar a consciência. Os cientistas pretendem mostrar que ao analisar o sinal cerebral de humanos e outros animais, é possível encontrar semelhanças básicas. ”A neurociência está evoluindo rapidamente por causa do avanço tecnológico e por isso precisamos tirar novas conclusões”, disse Low. “As evidências mostram que os seres humanos não são os únicos a apresentarem estados mentais, sentimentos, ações intencionais e inteligência”, afirmou. “Está na hora de tirarmos novas conclusões usando os novos dados a que a ciência tem acesso.”

iBrain - O físico Stephen Hawking faria uma aparição durante a conferência para demonstrar a tecnologia do iBrain, um dispositivo que o ajudará a se comunicar utilizando a mentemas não compareceu. Em comunicado, lamentou sua falta e disse apoiar a iniciativa dos cientistas. Hawking é vítima de uma doença degenerativa que o deixou completamente paralisado ao longo de seus 70 anos de vida. Ele é o sobrevivente de maior longevidade da Esclerose Lateral Amiotrófica, uma rara doença que acaba com o movimento dos músculos e provoca a morte do paciente alguns anos depois de diagnosticada – e, no entanto, o físico já convive com a doença desde os 21 anos.

"É a primeira vez que um grupo de cientistas se manifesta formalmente quanto à existência da consciência em animais", diz o neurocientista Philip Low

"É a primeira vez que um grupo de cientistas se manifesta formalmente quanto à existência da consciência em animais", diz o neurocientista Philip Low (China Photos/Getty Images)

Fonte: Veja Ciência


27 de abril de 2012 | nenhum comentário »

Presidente do IPEVS ministra palestra sobre Bem-Estar Animal

O presidente do IPEVS Rafael Haddad (Médico Veterinário e Biólogo) em convite da Associação Protetora e Bem-Estar Animal Ângelo Picone, ministrou palestra sobre Bem estar animal, no V Encontro de Proteção e Bem Estar Animal realizado no Centro Cultural de Cornélio Procópio no dia 26/04.  Os participantes foram orientando sobre adoção de cães e gatos, a importância da castração destes animais e esclarecimento sobre as zoonoses. Instruiu como pessoas que não podem ou não querer ter animais de estimação pode colaborar. E finalizou enfatizando que animais silvestres não são animais de estimação e que a comercialização destes animais é crime e deve ser denunciado.

A palestra contou com a participação dos membros da Associação Ângelo Picone e a equipe do IPEVS.

Fonte: Ascom IPEVS


14 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Livro defende nova origem para os cães

Para Mark Derr, autor de ‘How the dog became the dog’, a teoria de que os cães se originaram de lobos selvagens, quando os homens se tornaram sedentários, está errada. Para ele, novos dados arqueológicos e genéticos indicam que a aproximação aconteceu muito antes

Por volta de 15.000 anos atrás, o planeta estava saindo da última Era do Gelo. À noite, lobos rondavam as primeiras aldeias pré-históricas, em busca de comida fácil, os restos jogados fora pelos humanos. Era o início de uma grande e duradoura amizade. Ao longo de gerações, as duas espécies foram se aproximando e os homens passaram a criar filhotes de lobo. Os mais mansos ficaram nas aldeias e foram se diferenciando de seus ancestrais. Sem ter que dilacerar a caça, foram perdendo a força da mordida. Mal alimentados pelos homens, com sobras, perderam tamanho. E se tornaram uma espécie diferente dos lobos, a primeira espécie animal que surgiu graças à interferência humana.

Esta é a teoria mais aceita pela maioria dos cientistas. O pesquisador americano  Mark Derr, no entanto, desenvolveu novos argumentos para afirmar que a parceria homem/cão é muito mais antiga do que se pensa.  No livro How the dog became the dog – from wolves to our best friends(Como o cão se tornou o cão – dos lobos aos nossos melhores amigos, sem edição em português), Derr se baseia em novos estudos genéticos e arqueológicos para defender que os primeiros cachorros apareceram há pelo menos 30.000 ou 40.000 anos, quando o Homo sapiens ainda se comportava de maneira nômade.

O livro lançado nos EUA é porta voz de uma teoria minoritária, porém cada vez mais popular, que defende que os lobos cinzentos se aproximaram dos humanos quando nossa espécie ainda vagava pela África, Europa e Ásia, caçando, e coletando frutas e raízes. O autor afirma que não há provas arqueológicas cabais desse encontro porque os lobos que se aproximaram do homem não se diferenciaram fisiologicamente de seus irmãos selvagens pelos milênios seguintes. “Mas eles viajavam juntos há muito tempo e continuam fazendo isso até hoje”, afirmou ele, em entrevista ao site de VEJA. Para Derr, os lobos cinzentos se aproximaram dos humanos por curiosidade. A fase de observação deve ter durado gerações. “Os animais têm diferentes personalidades, como os humanos. Assim como há homens corajosos, há os que têm medo da própria sombra. Eu acho que os lobos mais sociáveis e os humanos mais sociáveis se aproximaram, começaram a correr juntos e nunca mais pararam.”

Crânio é considerado uma raridade porque ilustra o início da domesticação do cachorro, antes da Era do Gelo. A seta indica a parte retirada pela equipe para análise de datação por carbono

Crânio raro encontrado na Bélgica pode ilustrar domesticação do cachorro antes última da Era do Gelo. A seta indica a parte retirada por cientistas para análise de datação por carbono. Fonte: Divulgação/ Ovodov ND- Russian Academy of Sciences, Institute of Archaeology and Ethnography, Novosibirsk, Russia

O pesquisador também defende que a domesticação do animal ocorreu em áreas e tempos diferentes ao longo da história, por isso deve haver muitos “elos perdidos”, que se diferenciaram dos lobos, mas não originaram os cães modernos .Derr baseia sua hipótese em descobertas como a de um crânio encontrado nas montanhas Altai, na Sibéria, que tem 33.000 anos e algumas características diferentes dos lobos selvagens, como o focinho. OU ainda em casos como o de um fóssil, encontrado na caverna Goyet, na Bélgica, que tem 31.700 anos de idade. “Estudos do DNA mitocondrial apontam para a presença de animais diferentes de lobos há um período que pode variar de 45 a 135.000 anos atrás”, conta ele. “Em tempo geológico não é nada, mas do ponto de vista biológico é determinante.”

Polêmica — Autor de outros cinco livros sobre cães, nenhum deles publicado no Brasil, e colunista de publicações como The New York Times e Scientific American, Derr está longe de ser unanimidade entre os especialistas. Com mais de 50 trabalhos relacionados a cães, o biólogo evolucionista Raymond Coppinger, professor no Hampshire College, em Massachusetts, EUA, tem pesquisas citadas no livro e leu a obra. Para ele, o material não tem validade científica. “O senhor Derr não é muito rigoroso em sua avaliação da literatura científica recente sobre a origem dos cães e tende a escolher os achados mais espetaculares e que corroborem com o argumento defendido por ele”, afirmou a VEJA.

Para Coppinger, as hipóteses sugeridas por Derr não podem ser provadas. “Entre 7.000 e 9.000 anos atrás, há evidências inegáveis da presença de uma população de cães. E população é a palavra chave, porque é nesse nível que se dá a evolução de uma espécie”, explica. “Antes disso, há espécimes que o autor ‘suspeita’ que podem ser o ‘início’ dos cães. Mas são evidências arqueológicas que não acrescentam nada. Ele cita espécimes de 30.000 e de 18.000 anos que tem a ossada e a arcada dentária típica da classe dos lobos. Cita outro de 12.000 anos que é um filhote. Mas nenhum especialista pode diferenciá-lo de um filhote de lobo”, afirma .

Para Mauro Lantzman, veterinário e especialista em comportamento animal da PUC-SP, a explicação da domesticação tardia tem mais evidências e faz mais sentido. “O ser humano, quando nômade, não tinha esse conceito de criação. Mas uma vez que ele se tornou sedentário e começou a dominar a agricultura, partir para o cuidado dos animais foi um passo natural”, avalia.

Para a doutora em genética Priscila Guimarães Otto, professora aposentada do Instituto de Biociências da USP, não é possível confirmar nenhuma das hipóteses. “São muitos os estudos, como os de DNA, DNA mitocondrial e morfologia. E muitas as prováveis datas, pois são contadas aos milhares de anos”, diz. “Lobos cinzentos existem há uns 50 milhões de anos e podem ter começado a ter interesse nos restos alimentares da espécie humana desde os 30.000 anos defendidos por Derr, mas o fato é que os restos mais antigos do cão doméstico, que descende com certeza dos lobos, datam de 10 a 15 mil anos atrás.”

Derr se defende dizendo que cada abordagem científica aponta resultados diferentes. “Há respostas melhores que outras, mas eu não tenho certeza de que chegaremos a uma definição porque não sei se temos as ferramentas necessárias”, afirma.

Raças — É consenso entre os especialistas que os primeiros cachorros eram muito parecidos com os lobos que os originaram. A diferenciação entre esses primeiros indivíduos se deu, em grande parte, pela vontade do homem. “Conforme a necessidade de determinado grupo de humanos – caçar, perseguir, guardar ou apenas servir como animais de estimação – eles escolhiam entre seus diferentes cães aqueles que demonstrassem mais aptidão e dirigiam os cruzamentos entre esses animais”, explica Priscila Otto. “Esse processo de seleção artificial, com cruzamentos escolhidos pelo homem continua até hoje e o resultado é que as diferenças em tamanho, conformação e comportamento entre as cerca de 400 raças ‘oficiais’ atuais são substanciais.”

Para Derr, o processo de criação de raças afastou os cães de seus antepassados. E isso pode ter sido determinante para que o homem se sinta tão ligado a esse animal. “Os criadores de raças suavizaram a aparência dos animais ao ponto de infantilizar muitas raças. Outras tiveram o tamanho da cabeça reduzido, focinhos achatados e os olhos frontais modificados. Uma aparência civilizada para combinar com seu comportamento mais ‘decente’”, explica ele, no livro, que ainda não tem previsão de publicação no Brasil.

Fonte: Veja Ciência


12 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Resgate de cães mostra força do movimento pró-animais na China

Ativistas resgataram cerca de 500 cães destinados a virar comida na China, em um caso que mostra o crescimento do movimento de defesa dos animais no país, segundo o correspondente da BBC em Pequim Michael Bristow.

Os voluntários interceptaram um caminhão que levava os animais em Pequim e compraram os cachorros do caminhoneiro por US$ 18 mil (R$ 29 mil), depois de uma batida envolvendo a polícia.

Aglomerados em gaiolas, os animais estavam sendo levados para o nordeste da China, para serem vendidos a restaurantes.

Alguns dos cães resgatados estavam doentes. Muito apertados no caminhão, eles haviam arranhado e mordido uns aos outros. Além disso, vários tinham parvovírus, um vírus potencialmente fatal que ataca os intestinos e o coração dos caninos.

A carne de cachorro é consumida por muitos séculos na China, onde várias pessoas acreditam que ela tem propriedades medicinais.

A batida, feita em um pedágio no último dia 15 de abril, durou 15 horas. Finalmente, em um ato de desespero, os ativistas usaram seu próprio dinheiro para comprar os cães do motorista.

A polícia, que apareceu no local, alegou que não poderia fazer nada para intervir, já que o caminhoneiro não estava desrespeitando qualquer lei.

REDES SOCIAIS

Os ativistas resolveram agir quando receberam a informação de que um carregamento de cães estava passando por Pequim.

Quando ficou sabendo do caso, o voluntário Wang Qi, que trabalha para a Associação Protetora dos Pequenos Animais da China, publicou a informação por meio de redes sociais para levar mais pessoas a parar o caminhão.

“Mandei a mensagem e então corri para o local. As pessoas começaram a chegar lá uma hora depois. No total, eram quase 300 pessoas”, disse Wang à BBC.

Acompanhados de voluntários, alguns animais foram levados a mais de 20 hospitais veterinários, enquanto outros foram levados para recuperação na sede da associação.

VISITAS

Informações sobre o resgate se espalharam rapidamente, com centenas de voluntários e amantes dos animais visitando o local nos dias que se seguiram.

Na sede da associação, o correspondente da BBC falou com uma aposentada de 80 anos e sua filha, que apareceram com um carro cheio de ração para cachorro, que doaram à entidade.

“Eu já havia ouvido falar da organização, mas eu nunca estive aqui antes. Pensei em vir e fazer o possível”, disse a mulher.

Outras pessoas ficaram comovidas com o drama do resgate e com as más condições de vários dos cães que se recuperavam.

“Eu trouxe um pouco de ração, me sinto muito mal”, disse à BBC a chinesa Qi Jing, sem esconder as lágrimas.

De acordo com Bristow, o episódio mostra como um número cada vez maior de chineses agora veem os cães e gatos mais como animais de estimação, e menos como fonte de proteína.

A fundadora da Associação Protetora dos Pequenos Animais, Lu Di – que vive com cerca de cem cães e gatos -, afirma que a lei chinesa não protege apropriadamente os animais de estimação, levando cidadãos comuns a defendê-los por iniciativa própria.

Fonte: Da BBC Brasil


6 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Estudo analisa as mortes caninas por raça

A maioria dos donos de cachorros e veterinários sabe que cachorros pequenos vivem mais que os grandes. Porém, até pouco tempo atrás, não existia um exame completo e sistemático sobre causas de morte ligadas a raças.

Agora, um grupo de pesquisadores analisou mais de 74 mil casos de morte canina, registrados de 1984 a 2004 no Veterinary Medicine Database, registro do Instituto Nacional do Câncer que recebe dados de 27 hospitais veterinários na América do Norte.

A análise, publicada na edição de março/abril de “The Journal of Veterinary Internal Medicine”, descobriu que as causas de morte mais comuns variam consideravelmente por raça e idade.

Golden retrievers e boxers mostraram maior ocorrência de câncer, a principal causa de morte canina no total. Em diversas raças pequenas –como chihuahuas, pequineses, spitz alemães e poodles– o câncer foi muito menos comum. Para eles, a principal causa de morte foi o trauma (lesão por pancada).

Doenças do sistema nervoso central foram a causa de morte mais comum em cachorros mais velhos, enquanto doenças gastrointestinais afetaram igualmente todas as idades. A morte por doenças do sistema locomotor foram mais comum em raças maiores, mas os cachorros grandes sofreram menos de problemas neurológicos e endócrinos.

Os autores reconhecem que o estudo é retrospectivo e sujeito a erros de classificação, tanto de raças quanto de doenças. Mesmo assim, Kate E.
Creevy, coautora e professora assistente de medicina veterinária na Universidade da Georgia, afirmou que conhecer as doenças a que uma raça tem propensão é bastante útil.

“Podemos usar essa informação para evitar as doenças, em vez de apenas tratá-las”, explicou Creevy.

Fonte: Nicholas Bakalar, DO “NEW YORK TIMES”


8 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Cães soltos ameaçam vida selvagem, diz bióloga

A bióloga Julie Young e mais quatro cientistas afirmam que cães soltos representam uma ameaça à vida selvagem, especialmente as espécies em risco de extinção.

A introdução de animais não nativos em um ecossistema coloca-o em perigo, mas até então os cães não eram vistos sob esse mesmo prisma.

“Temos a tendência de negligenciar o impacto dos cães na vida selvagem porque os vemos como nossos companheiros”, diz Young, coautora do estudo publicado no jornal “BioScience”.

A bióloga cita um exemplo no estado norte-americano de Idaho, onde a presença de cães soltos diminuiu a população de veados. No Colorado, outro estudo indica que linces estão se distanciando de suas trilhas, que passaram a ser usadas por humanos e seus cachorros de estimação.

Na reserva de Navajo, no Arizona, os cães perseguem o gado local e reduzem o número de pequenos mamíferos como os coelhos, além de disseminar doenças entre animais e seres humanos.

A questão chamou a atenção de Young quando ela estudava três espécies ameaçadas de extinção na Ásia Central: carneiro selvagem, gazelas e antílopes.

A taxa significativa de ferimentos e morte desses animais por cães soltos fez com que a bióloga e seus colegas estudassem a situação como se fosse um fenômeno mundial.

Eles descobriram que os cães, estimados em 500 milhões no mundo todo, podem causar mais danos aos animais selvagens e ao gado do que os lobos e outros predadores.

Young cita um estudo que concluiu que cães soltos provocaram uma série de mortes de gado nas montanhas bascas entre a Espanha e a França. Por meio de testes genéticos, ficou provado que os cães, e não os lobos, causaram o problema.

Fonte: Folha.com

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2 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Campanha estimula a adoção de cães com necessidades especiais

A ONG Vira-Lata Vira-Vida lançou recentemente a campanha “Cães especiais – Pessoas legais”, dedicada à adoção de cães com deficiência.

O abrigo da ONG, localizado na Rodovia Piracicaba/Rio Claro, em São Paulo, cuida de 420 animais retirados das ruas, sendo que 30 possuem alguma deficiência como cegueira, sequelas de doenças ou atropelamentos, ou amputações.

Para adotar um animal nessas condições é preciso ser uma “pessoa legal” e de coração aberto, de acordo com a presidente da ONG, Miriam Miranda. “É um exemplo de humanidade. Se a vida de um animal abandonado não é fácil, imagina com limitações físicas. Essa solidariedade com certeza levará outras pessoas à reflexão”, disse.

“A ideia da campanha é quebrar o preconceito. Ao contrário do que muitos pensam, os animais deficientes levam uma vida normal e podem nos fazer muito felizes com a sua companhia”, afirmou, lembrando que os animais estão castrados, vacinados e recebendo cuidados por veterinários.

Os interessados devem entrar em contato com a ONG Vira-Lata Vira-Vida pelo telefone (19) 9831-1929. Uma psicóloga está disponível para auxiliar os interessados na adoção.

Fonte: Danielle Jordan / Ambientebrasil

*Com informações da ascom.

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29 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

EXCLUSIVO: Campanha estimula a adoção de cães com necessidades especiais

29/11/2010

Por Danielle Jordan/Ambientebrasil

A ONG Vira-Lata Vira-Vida lançou recentemente a campanha “Cães especiais – Pessoas legais”, dedicada à adoção de cães com deficiência.

O abrigo da ONG, localizado na Rodovia Piracicaba/Rio Claro, em São Paulo, cuida de 420 animais retirados das ruas, sendo que 30 possuem alguma deficiência como cegueira, sequelas de doenças ou atropelamentos, ou amputações.

Para adotar um animal nessas condições é preciso ser uma “pessoa legal” e de coração aberto, de acordo com a presidente da ONG, Miriam Miranda. “É um exemplo de humanidade. Se a vida de um animal abandonado não é fácil, imagina com limitações físicas. Essa solidariedade com certeza levará outras pessoas à reflexão”, disse.

“A ideia da campanha é quebrar o preconceito. Ao contrário do que muitos pensam, os animais deficientes levam uma vida normal e podem nos fazer muito felizes com a sua companhia”, afirmou, lembrando que os animais estão castrados, vacinados e recebendo cuidados por veterinários.

Os interessados devem entrar em contato com a ONG Vira-Lata Vira-Vida pelo telefone (19) 9831-1929. Uma psicóloga está disponível para auxiliar os interessados na adoção.
*Com informações da ascom.

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