16 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Camuflagem ajuda animais a enganar predadores

Para muitas espécies, o artifício é garantia de sobrevivência em meio a um ambiente hostil.

É preciso olhar com atenção e, mesmo assim, nem sempre é possível ver onde acaba a fauna e começa a flora.

Para fugir de predadores, insetos e outros animais tomam as formas e cores do ambiente que os rodeia.

A coleção de imagens da agência Caters mostra que o artifício de se esconder enganando os predadores é comum a seres vivos de todas as partes do planeta.

Para muitos animais, a camuflagem é a forma mais segura de se proteger de seus predadores naturais.

Embora o artifício seja comumente associado aos camaleões, insetos, peixes, sapos e até pássaros tratam de se misturar ao ambiente no qual vivem para passarem incólumes a olhares perigosos.

O crustáceo chamado ‘pulga de areia’ faz juz ao nome, ao passar quase desapercebido (Foto: Caters/BBC)

O crustáceo chamado ‘pulga de areia’ faz juz ao nome, ao passar quase desapercebido (Foto: Caters/BBC)

Conhecida como urutau-grande, a espécie 'Nyctibius grandis' passa sem chamar a atenção em uma foto feita no Brasil (Foto: Caters/BBC)

Conhecida como urutau-grande, a espécie 'Nyctibius grandis' passa sem chamar a atenção em uma foto feita no Brasil (Foto: Caters/BBC)

Esta espécie de mariposa, comum em zonas temperadas, se enconde em rochas com tom parecido ao seu (Foto: Caters/BBC)

Esta espécie de mariposa, comum em zonas temperadas, se enconde em rochas com tom parecido ao seu (Foto: Caters/BBC)

A chamada ‘aranha-líquen’ se mistura a uma árvore, no Parque Nacional de Erawan, na Tailândia (Foto: Caters/BBC)

A chamada ‘aranha-líquen’ se mistura a uma árvore, no Parque Nacional de Erawan, na Tailândia (Foto: Caters/BBC)

Os sapos flagrados no Parque Nacional Manu, no Peru, moldam-se à vegetação verde que os rodeia (Foto: Caters/BBC)

Os sapos flagrados no Parque Nacional Manu, no Peru, moldam-se à vegetação verde que os rodeia (Foto: Caters/BBC)

A cigarra flagrada na Reserva Nacional de San Cipriano, na Colômbia, mistura-se às folhas (Foto: Caters/BBC)

A cigarra flagrada na Reserva Nacional de San Cipriano, na Colômbia, mistura-se às folhas (Foto: Caters/BBC)

Esta espécie de peixe se mistura aos pedregulhos no fundo do mar (Foto: Caters/BBC)

Esta espécie de peixe se mistura aos pedregulhos no fundo do mar (Foto: Caters/BBC)

Fonte: Da BBC


24 de agosto de 2010 | nenhum comentário »

Pesquisadores explicam por que cobras têm “olho de gato”

Cientistas acabam de propor uma nova explicação para as pupilas verticais –o popular olho de gato– de cobras e outros bichos. A característica favoreceria a caça de emboscada, a famosa técnica do “senta e espera”.

A conclusão, publicada no “Journal of Evolutionary Biology”, contraria a versão mais aceita no meio científico: a de que as pupilas verticais seriam uma adaptação para facilitar as atividades noturnas dos animais.

Os autores não negam que exista uma relação com hábitos noturnos, mas dizem que ela não é fundamental.

“A pupila vertical não basta para a visão noturna. Enxergar à noite tem mais a ver com a ultraestrutura do olho –como a composição da retina e o formato da córnea” diz Ligia Pizzatto, pesquisadora brasileira da Universidade de Sidney (Austrália) e uma das autoras do estudo.

Para chegar ao resultado, o grupo analisou 127 espécies de cobras australianas e cruzou dados sobre formato da pupila, método de caça e horário de atividade.

O resultado mostrou que cobras que caçam ativamente têm pupilas redondas, enquanto as que ficam à espreita da presa costumam ter pupilas verticais.

Por causa de músculos auxiliares, a pupila vertical permite maior controle sobre a contração do olho, regulando a luminosidade e, principalmente, melhorando a profundidade de campo.

watch the lord of the rings: the fellowship of the ring online

Os animais também enxergam com mais foco e definição na horizontal -por onde vêm a maioria das presas. Assim, eles não precisam se movimentar para ver melhor, o que aumenta as chances de sucesso na emboscada.

As pupilas verticais também ajudariam as cobras a se camuflar, pois olhos redondos são um dos maiores indícios da presença dos predadores no ambiente.

Fonte: Folha.com






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Camuflagem ajuda animais a enganar predadores

Para muitas espécies, o artifício é garantia de sobrevivência em meio a um ambiente hostil.

É preciso olhar com atenção e, mesmo assim, nem sempre é possível ver onde acaba a fauna e começa a flora.

Para fugir de predadores, insetos e outros animais tomam as formas e cores do ambiente que os rodeia.

A coleção de imagens da agência Caters mostra que o artifício de se esconder enganando os predadores é comum a seres vivos de todas as partes do planeta.

Para muitos animais, a camuflagem é a forma mais segura de se proteger de seus predadores naturais.

Embora o artifício seja comumente associado aos camaleões, insetos, peixes, sapos e até pássaros tratam de se misturar ao ambiente no qual vivem para passarem incólumes a olhares perigosos.

O crustáceo chamado ‘pulga de areia’ faz juz ao nome, ao passar quase desapercebido (Foto: Caters/BBC)

O crustáceo chamado ‘pulga de areia’ faz juz ao nome, ao passar quase desapercebido (Foto: Caters/BBC)

Conhecida como urutau-grande, a espécie 'Nyctibius grandis' passa sem chamar a atenção em uma foto feita no Brasil (Foto: Caters/BBC)

Conhecida como urutau-grande, a espécie 'Nyctibius grandis' passa sem chamar a atenção em uma foto feita no Brasil (Foto: Caters/BBC)

Esta espécie de mariposa, comum em zonas temperadas, se enconde em rochas com tom parecido ao seu (Foto: Caters/BBC)

Esta espécie de mariposa, comum em zonas temperadas, se enconde em rochas com tom parecido ao seu (Foto: Caters/BBC)

A chamada ‘aranha-líquen’ se mistura a uma árvore, no Parque Nacional de Erawan, na Tailândia (Foto: Caters/BBC)

A chamada ‘aranha-líquen’ se mistura a uma árvore, no Parque Nacional de Erawan, na Tailândia (Foto: Caters/BBC)

Os sapos flagrados no Parque Nacional Manu, no Peru, moldam-se à vegetação verde que os rodeia (Foto: Caters/BBC)

Os sapos flagrados no Parque Nacional Manu, no Peru, moldam-se à vegetação verde que os rodeia (Foto: Caters/BBC)

A cigarra flagrada na Reserva Nacional de San Cipriano, na Colômbia, mistura-se às folhas (Foto: Caters/BBC)

A cigarra flagrada na Reserva Nacional de San Cipriano, na Colômbia, mistura-se às folhas (Foto: Caters/BBC)

Esta espécie de peixe se mistura aos pedregulhos no fundo do mar (Foto: Caters/BBC)

Esta espécie de peixe se mistura aos pedregulhos no fundo do mar (Foto: Caters/BBC)

Fonte: Da BBC


24 de agosto de 2010 | nenhum comentário »

Pesquisadores explicam por que cobras têm “olho de gato”

Cientistas acabam de propor uma nova explicação para as pupilas verticais –o popular olho de gato– de cobras e outros bichos. A característica favoreceria a caça de emboscada, a famosa técnica do “senta e espera”.

A conclusão, publicada no “Journal of Evolutionary Biology”, contraria a versão mais aceita no meio científico: a de que as pupilas verticais seriam uma adaptação para facilitar as atividades noturnas dos animais.

Os autores não negam que exista uma relação com hábitos noturnos, mas dizem que ela não é fundamental.

“A pupila vertical não basta para a visão noturna. Enxergar à noite tem mais a ver com a ultraestrutura do olho –como a composição da retina e o formato da córnea” diz Ligia Pizzatto, pesquisadora brasileira da Universidade de Sidney (Austrália) e uma das autoras do estudo.

Para chegar ao resultado, o grupo analisou 127 espécies de cobras australianas e cruzou dados sobre formato da pupila, método de caça e horário de atividade.

O resultado mostrou que cobras que caçam ativamente têm pupilas redondas, enquanto as que ficam à espreita da presa costumam ter pupilas verticais.

Por causa de músculos auxiliares, a pupila vertical permite maior controle sobre a contração do olho, regulando a luminosidade e, principalmente, melhorando a profundidade de campo.

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Os animais também enxergam com mais foco e definição na horizontal -por onde vêm a maioria das presas. Assim, eles não precisam se movimentar para ver melhor, o que aumenta as chances de sucesso na emboscada.

As pupilas verticais também ajudariam as cobras a se camuflar, pois olhos redondos são um dos maiores indícios da presença dos predadores no ambiente.

Fonte: Folha.com