20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

ONG Peta pede que encantadores de serpentes usem répteis falsos na Índia

Festival hindu que começa semana que vem registra maus tratos a animais.
Desrespeito a serpentes é crime no país desde 1972, mas prática continua.

A organização internacional de proteção aos animais Peta (sigla para Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais) pediu nesta sexta-feira (20) que os encantadores de serpentes na Índia usem répteis de mentira em suas atuações durante um festival que começará na semana que vem.

Em comunicado, a organização não governamental (ONG) denunciou que as serpentes costumam ser maltratadas no festival hindu Naag Panchami, feito em homenagem à espécie e celebrado em vários pontos do país.

“Não há lugar em uma sociedade civilizada para arrancar os dentes das serpentes ou costurar suas bocas”, criticou o coordenador da Peta na Índia, Chani Singh.

Segundo a organização, os encantadores também obrigam frequentemente os répteis a beberem leite, o que provoca desidratação e às vezes leva os animais à morte semanas depois. Além disso, as glândulas que contêm o veneno das serpentes são perfuradas com uma agulha quente.

A Peta fez um pedido à instituição que representa os encantadores na Índia para que sejam usados répteis falsos. “Não caçamos serpentes nem organizamos o festival. Somos contra a crueldade”, disse à Agência Efe o porta-voz da instituição, Sandeep Mukherjee.

O porta-voz acrescentou que os encantadores de serpentes “não têm outra maneira de ganhar a vida” e pediu que o governo ajude a categoria, composta de milhares de pessoas.

Desde 1972, é crime na Índia capturar, maltratar ou matar serpentes, embora a legislação do país não tenha sido respeitada nos últimos anos e seja possível encontrar encantadores em diversos lugares.

Fonte: Globo Natureza


8 de março de 2012 | nenhum comentário »

Nova espécie de tubarão é identificada em Galápagos

O animal, que vive em águas profundas, tem aproximadamente 40 centímetros de comprimento

Cientistas da Academia de Ciências da Califórnia, nos Estados Unidos, identificaram uma nova espécie de tubarão. Ela foi encontrada na região das ilhas Galápagos, vivendo em águas profundas – entre 400 a 600 metros abaixo da superfície. A espécie recém-descrita (Bythaelurus giddingsi) foi apresentada na edição de 5 de março da revista Zootaxa.

O animal tem aproximadamente 40 centímetros de comprimento e uma coloração marrom, com pequenas manchas pálidas, irregularmente distribuídas em seu corpo, lembrando a pele de uma onça-pintada. Os padrões, segundo os pesquisadores, parecem ser únicos para cada indivíduo. Ele pertence à família Scyliorhinidae, a mesma do tubarão conhecido no Brasil como pata-roxa (Scyliorhinus canicula), uma das menores e mais abundantes no Atlântico.

“A descoberta de uma nova espécie de tubarão é sempre interessante, especialmente neste momento em que os tubarões estão enfrentando uma incrível pressão”, conta John McCosker, presidente do setor de Biologia Aquática da Academia e coordenador da pesquisa. “Muitas espécies se tornaram localmente raras e outras estão em vias de extinção devido a intensa captura de animais para abastecer o comércio de barbatanas”, diz.

A primeira expedição científica da Academia de Ciências da Califórnia pelas ilhas Galápagos ocorreu em 1905. Desde então, diversas viagens foram realizadas. Como resultado, a instituição hoje é lar da maior coleção do mundo de espécimes científicos originários dessa região. Dezenas de novas espécies marinhas foram descobertas pela Academia nas últimas décadas.

Nos anos 1990, McCosker realizou uma série de mergulhos a bordo do veículo submersível Johnson Sea Link para explorar a vida marinha no arquipélago. Estes submarinos permitem aos cientistas explorarem uma vasta parte de Galápagos que não era acessível a Charles Darwin, por exemplo, que esteve na região quando viajou pelo mundo no navio Beagle, de 1831 a 1836. McCosker coletou sete exemplares do novo animal em expedições realizadas no local em 1995 e 1998, mas só conseguiu identificá-los como uma espécie inédita agora.

O Bythaelurus giddingsi é pequeno, de pele marrom com pequenas manchas claras e vive a mais de 400 metros abaixo da superfície do mar

O 'Bythaelurus giddingsi' é pequeno, de pele marrom com pequenas manchas claras e vive a mais de 400 metros abaixo da superfície do mar (California Academy of Sciences)

Fonte: Veja Ciência


28 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Cobra com mais de três metros e lagarto são capturados na Paraíba

Jiboia foi encontrado na sede do Sindicato dos Bancários.
Polícia Ambiental capturou os animais e vai libertá-los na Mata do Buraquinho.

Funcionários da sede do Sindicato dos Bancários, que fica localizado na avenida Beira Rio, na capital, passaram um susto na manhã deste domingo (27) ao receberem a visita inesperada de uma cobra jiboia de mais de três metros. Em Cabedelo, um tejo foi capturado em uma casa de recepções.

De acordo com as informações do Cabo Chaves da Polícia Ambiental, as pessoas estavam amedrontadas na sede do sindicato com a presença da jiboia e, por volta das 11h30, acionaram a PM. Logo em seguida, a guarnição foi chamada para capturar um tejo que estava em uma casa de recepções nas proximidades da fábrica do Café São Braz em Cabedelo e foi recolhido.

Os dois animais foram recolhidos e levados para o Centro de Triagem do Ibama e depois serão soltos em seu habitat natural, geralmente na Mata do Buraquinho, uma reserva de Mata Atlântica próxima da capital. Nenhum incidente com pessoas foi registrado.

Mais uma jiboia é capturada em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Mais uma jiboia é capturada em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Fonte: G1, PB


20 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca

O pesquisador Robert Pitman fotografou o momento em que três baleias criam uma onda para tirar a foca de um bloco de gelo.

Um pesquisador americano registrou o momento em que um grupo de orcas põe em prática uma estratégia coletiva para capturar uma foca na Antártida.

O cientista marinho Robert Pitman, do Administração Oceânica e Atmosférica Nacional na Califórnia, Estados Unidos, trabalhava como consultor para uma equipe da BBC quando a cena aconteceu.

Nas imagens, as três baleias criam uma onda sobre o bloco de gelo onde está a foca, fazendo com que ela se desequilibre e caia no mar.

‘Há três tipos diferentes de orcas na Antártida, mas este tipo é especialista em focas’, disse o cientista à BBC Brasil.

Pitman e seu colega Robert Durham publicaram um estudo após semanas observando o comportamento das orcas na região.

Segundo a pesquisa, as baleias trabalham sempre em conjunto no momento da caça e a estratégia da onda funciona três de cada quatro vezes em que é utilizada.

‘Elas formam famílias e fazem tudo cooperativamente. Vimos grupos de até 15 baleias’, diz.

De acordo com Pitman e Durham, as baleias também dividem a tarefa de retirar a pele e dissecar as focas capturadas.

Os mamíferos, que chegam a ter 9,5 metros de comprimento e pesar cerca de 6 toneladas, são considerados animais inteligentes e sociais.

As orcas observadas pelos pesquisadores também escolhem de maneira muito especifica as focas que irão capturar.

‘Elas preferem as focas-de-weddell e não procuram nenhuma das outras espécies. Ainda não sabemos o porquê’, disse Pitman.

Para o cientista, a rapidez e inteligência das baleias faz com que suas táticas de caça sejam altamente eficientes.

‘As focas só escapavam quando as baleias percebiam que elas eram de outra espécie (que não as focas-de-weddell). Nesse caso, as orcas iam embora e as deixavam no mar’, afirma.

‘Vimos algumas focas conseguirem escapar na confusão, logo após caírem do bloco de gelo, mas eram a minoria.’

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca (Foto: Robert Pitman)

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca (Foto: Robert Pitman)

Fonte: Da BBC


6 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Crocodilo gigante é capturado nas Filipinas

Cerca de cem pessoas foram necessárias para prender animal de 6,5 metros e mais de uma tonelada.

Um crocodilo de 6,4 metros de comprimento e pesando mais de uma tonelada (1.075 kg) foi capturado no vilarejo de Bunawan, nas Filipinas.

Acredita-se que seja um dos maiores do mundo já capturados vivos. Cerca de cem pessoas uniram os esforços para transportar o réptil.

O animal matou um búfalo e quebrou quatro armadilhas antes de ser finalmente imobilizado com cabos de aço.

O crocodilo será levado para ser atração em um parque de ecoturismo local.

Crocodilo capturado tem mais de uma tonelada (Foto: BBC)

Crocodilo capturado tem mais de uma tonelada (Foto: BBC)

Click e veja a reportagem em vídeo (BBC): http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&t=video&r=1&p=/portuguese/meta/dps/2011/09/emp/110906_crocodilo_captura_pu.emp.xml

Fonte:


20 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Onça é capturada na zona rural de Uberaba, em Minas Gerais

Animal ficou preso em uma armadilha montada por um fazendeiro.
Segundo ele, o felino ameaçava pessoas e se alimentava de suas criações.

Onça suçuarana é capturada na zona rural de Uberaba. (Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Uberaba)

Onça suçuarana é capturada na zona rural de Uberaba. (Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Uberaba)

Militares do 4º Pelotão da Polícia Militar de Meio Ambiente em Uberaba, na Região do Triângulo, em Minas Gerais, localizaram, nesta quarta-feira (18), uma onça suçuarana presa em uma armadilha, em uma fazenda, na zona rural do município.

De acordo com a polícia, o fazendeiro disse que o animal rondava a sede da propriedade, colocando em risco a vida das pessoas. Por isso, ele quis capturá-la. Ainda segundo o fazendeiro, o felino estaria comendo carneiros e galinhas que ele criava.

Conforme avaliação da corporação, a onça apresentava boa saúde e foi solta em uma área de reserva ambiental.

Fonte: G1 de Minas Gerais


4 de março de 2011 | nenhum comentário »

Tamanduá-bandeira é capturado passeando em cidade de MG

Um tamanduá-bandeira foi capturado pela Polícia Militar de Meio Ambiente nesta quarta-feira (2), em Limeira do Oeste, no Triângulo Mineiro. Segundo a polícia, o animal estava passeando no centro da cidade.

Populares acionaram os militares para recolher o tamanduá. De acordo com a PM, o animal pode ter vindo de alguma mata da região. Segundo a polícia, o tamanduá foi avaliado por um veterinário. Ele estava saudável e sem ferimentos.

No mesmo dia em que foi capturado, o animal foi solto em uma reserva florestal, distante do perímetro urbano. O tamanduá-bandeira está na lista das espécies terrestres da fauna brasileira ameaçadas de extinção.

download the kings speech dvd

Segundo poícia, animal foi avaliado por veterinário. Ele estava saudável e sem ferimentos. (Foto: Divulgação / Polícia Militar do Meio Ambiente)

(Foto: Divulgação / Polícia Militar do Meio Ambiente)

Fonte: G1


16 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Jiboia é encontrada em caminhão no Norte de Minas Gerais

Uma jiboia, com cerca de 2 metros, assustou os moradores do povoado de Matrona, na Zona Rural de Salinas, no Norte de Minas Gerais. Segundo a Polícia Militar do Meio Ambiente, o réptil foi encontrado próximo a roda de um caminhão quando o proprietário foi trocar o pneu do veículo.

O incidente aconteceu na quarta-feira (9). A polícia foi acionada pelos populares. Os militares disseram que quando chegaram ao local, a cobra estava arisca. A jiboia foi capturada a solta em uma mata no município de Taiobeiras, também no Norte do estado.

Fonte: G1

apocalypse now movie to buy


11 de outubro de 2010 | nenhum comentário »

Cientista propõe capturar energia do vento solar

A energia do vento e a energia solar são alternativas limpas e renováveis.

Mas junte as duas expressões e adicione uma pitada de tecnologia espacial e você terá a energia do vento solar – um super fonte energética, com potencial para gerar energia 100 bilhões de vezes mais do que a demanda mundial de energia atual.

O grande problema ainda é trazer essa energia para a Terra, que depende de concentrar um feixe de laser com a precisão suficiente.

O vento solar é uma espécie de plasma que sai constantemente do Sol em todas as direções. É esse vento solar que alimenta as auroras boreais, que governa todo o clima espacial em nosso Sistema Solar e que muitos projetistas querem aproveitar para impulsionar espaçonaves sem motores.

A ideia do pesquisador Brooks Harrop, um físico da Universidade Estadual de Washington, nos Estados Unidos, é aproveitar o vento solar para gerar energia, por meio do já batizado satélite Dyson-Harrop.

O satélite-conceito possui um longo loop metálico apontado para o Sol. Esse fio é carregado para gerar um campo magnético cilíndrico suficiente para capturar os elétrons, que compõem metade da constituição do vento solar.

Esses elétrons são afunilados rumo a um receptor metálico esférico para produzir uma corrente. Essa corrente, por sua vez, gera o campo magnético do fio, tornando o sistema autossustentável.

O excesso de corrente, além do necessário para manter o campo magnético, alimenta um laser infravermelho apontado para antenas parabólicas instaladas no solo, projetadas para recolher a energia. Como o ar é transparente ao infravermelho, a atmosfera da Terra não consome nenhuma energia do feixe, que chega ao chão com potência total.

Energia do vento solar – Um satélite Dyson-Harrop relativamente pequeno, usando um fio de cobre de 1 centímetro de diâmetro e com 300 metros de comprimento, com um receptor de 2 metros de largura e uma vela solar de 10 metros de diâmetro, estável a meio caminho entre a Terra e o Sol, poderia gerar 1,7 megawatt de potência.

Amplie esse satélite, dotando-o com um fio de 1 quilômetro (km) de comprimento e uma vela solar de 8.400 km de largura, e teremos uma potência de 1 bilhão de bilhão de gigawatts (1027 watts) de potência.

“Isso é na verdade 200 bilhões de vezes a energia que a humanidade gasta atualmente,” diz Harrop, que fez os cálculos juntamente com seu colega Dirk Schulze-Makuch.

Segundo Harrop, não existe nenhum empecilho para que um satélite assim seja construído, uma vez que toda a tecnologia embarcada nele já está disponível. Ele também calcula que seu satélite produzirá uma energia mais barata do que os painéis solares fotovoltaicos porque o cobre necessário para fazer o satélite é muito mais barato do que as células solares.

Energia do luar – Até aí tudo bem, mas há uma grande desvantagem. Para gerar uma quantidade significativa de energia, os satélites Dyson-Harrop precisam contar com o vento solar constante encontrado acima da eclíptica – o plano definido pela órbita da Terra em torno do Sol.

Isso significa dizer que o satélite estaria a dezenas de milhões de quilômetros da Terra. Ao percorrer essa distância, mesmo um feixe de raio laser extremamente preciso iria se espalhar tanto que cobriria uma área com milhares de quilômetros de largura quando atingisse a Terra.

Um feixe de laser carregando dois megawatts, espalhado por uma área tão grande não teria qualquer utilidade – sua energia em um ponto qualquer seria menor do que a luz do luar.

A solução para isso? Uma lente virtualmente perfeita medindo alguma coisa entre 10 e 100 quilômetros de diâmetro.

E para isso ainda não existe tecnologia e nem há qualquer estudo que demonstre que tal solução seja prática. Além disso, somente alguma nova ideia ainda não concebida para trazer a energia de volta para a Terra.

Energia para naves – John Mankins, especializado em energia solar espacial, afirma que podem haver outros problemas com o conceito de Harrop, e afirma que são necessários estudos para verificar se o anel de cobre aguentaria tanta energia sem fundir.

Mas ele afirma que a ideia é muito boa para alimentar naves espaciais, que poderiam usar versões muito menores do satélite Dyson-Harrop.

“Eu posso vislumbrar usos para essa ideia fora do plano da eclíptica, como na geração de energia para algo como a nave espacial Ulysses, em órbita em torno dos pólos do Sol,” diz Mankins.

Fonte: Site Inovação Tecnológica

download film inside job






Categorias

Tópicos recentes

Meta

 

setembro 2018
S T Q Q S S D
« mar    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

ONG Peta pede que encantadores de serpentes usem répteis falsos na Índia

Festival hindu que começa semana que vem registra maus tratos a animais.
Desrespeito a serpentes é crime no país desde 1972, mas prática continua.

A organização internacional de proteção aos animais Peta (sigla para Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais) pediu nesta sexta-feira (20) que os encantadores de serpentes na Índia usem répteis de mentira em suas atuações durante um festival que começará na semana que vem.

Em comunicado, a organização não governamental (ONG) denunciou que as serpentes costumam ser maltratadas no festival hindu Naag Panchami, feito em homenagem à espécie e celebrado em vários pontos do país.

“Não há lugar em uma sociedade civilizada para arrancar os dentes das serpentes ou costurar suas bocas”, criticou o coordenador da Peta na Índia, Chani Singh.

Segundo a organização, os encantadores também obrigam frequentemente os répteis a beberem leite, o que provoca desidratação e às vezes leva os animais à morte semanas depois. Além disso, as glândulas que contêm o veneno das serpentes são perfuradas com uma agulha quente.

A Peta fez um pedido à instituição que representa os encantadores na Índia para que sejam usados répteis falsos. “Não caçamos serpentes nem organizamos o festival. Somos contra a crueldade”, disse à Agência Efe o porta-voz da instituição, Sandeep Mukherjee.

O porta-voz acrescentou que os encantadores de serpentes “não têm outra maneira de ganhar a vida” e pediu que o governo ajude a categoria, composta de milhares de pessoas.

Desde 1972, é crime na Índia capturar, maltratar ou matar serpentes, embora a legislação do país não tenha sido respeitada nos últimos anos e seja possível encontrar encantadores em diversos lugares.

Fonte: Globo Natureza


8 de março de 2012 | nenhum comentário »

Nova espécie de tubarão é identificada em Galápagos

O animal, que vive em águas profundas, tem aproximadamente 40 centímetros de comprimento

Cientistas da Academia de Ciências da Califórnia, nos Estados Unidos, identificaram uma nova espécie de tubarão. Ela foi encontrada na região das ilhas Galápagos, vivendo em águas profundas – entre 400 a 600 metros abaixo da superfície. A espécie recém-descrita (Bythaelurus giddingsi) foi apresentada na edição de 5 de março da revista Zootaxa.

O animal tem aproximadamente 40 centímetros de comprimento e uma coloração marrom, com pequenas manchas pálidas, irregularmente distribuídas em seu corpo, lembrando a pele de uma onça-pintada. Os padrões, segundo os pesquisadores, parecem ser únicos para cada indivíduo. Ele pertence à família Scyliorhinidae, a mesma do tubarão conhecido no Brasil como pata-roxa (Scyliorhinus canicula), uma das menores e mais abundantes no Atlântico.

“A descoberta de uma nova espécie de tubarão é sempre interessante, especialmente neste momento em que os tubarões estão enfrentando uma incrível pressão”, conta John McCosker, presidente do setor de Biologia Aquática da Academia e coordenador da pesquisa. “Muitas espécies se tornaram localmente raras e outras estão em vias de extinção devido a intensa captura de animais para abastecer o comércio de barbatanas”, diz.

A primeira expedição científica da Academia de Ciências da Califórnia pelas ilhas Galápagos ocorreu em 1905. Desde então, diversas viagens foram realizadas. Como resultado, a instituição hoje é lar da maior coleção do mundo de espécimes científicos originários dessa região. Dezenas de novas espécies marinhas foram descobertas pela Academia nas últimas décadas.

Nos anos 1990, McCosker realizou uma série de mergulhos a bordo do veículo submersível Johnson Sea Link para explorar a vida marinha no arquipélago. Estes submarinos permitem aos cientistas explorarem uma vasta parte de Galápagos que não era acessível a Charles Darwin, por exemplo, que esteve na região quando viajou pelo mundo no navio Beagle, de 1831 a 1836. McCosker coletou sete exemplares do novo animal em expedições realizadas no local em 1995 e 1998, mas só conseguiu identificá-los como uma espécie inédita agora.

O Bythaelurus giddingsi é pequeno, de pele marrom com pequenas manchas claras e vive a mais de 400 metros abaixo da superfície do mar

O 'Bythaelurus giddingsi' é pequeno, de pele marrom com pequenas manchas claras e vive a mais de 400 metros abaixo da superfície do mar (California Academy of Sciences)

Fonte: Veja Ciência


28 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Cobra com mais de três metros e lagarto são capturados na Paraíba

Jiboia foi encontrado na sede do Sindicato dos Bancários.
Polícia Ambiental capturou os animais e vai libertá-los na Mata do Buraquinho.

Funcionários da sede do Sindicato dos Bancários, que fica localizado na avenida Beira Rio, na capital, passaram um susto na manhã deste domingo (27) ao receberem a visita inesperada de uma cobra jiboia de mais de três metros. Em Cabedelo, um tejo foi capturado em uma casa de recepções.

De acordo com as informações do Cabo Chaves da Polícia Ambiental, as pessoas estavam amedrontadas na sede do sindicato com a presença da jiboia e, por volta das 11h30, acionaram a PM. Logo em seguida, a guarnição foi chamada para capturar um tejo que estava em uma casa de recepções nas proximidades da fábrica do Café São Braz em Cabedelo e foi recolhido.

Os dois animais foram recolhidos e levados para o Centro de Triagem do Ibama e depois serão soltos em seu habitat natural, geralmente na Mata do Buraquinho, uma reserva de Mata Atlântica próxima da capital. Nenhum incidente com pessoas foi registrado.

Mais uma jiboia é capturada em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Mais uma jiboia é capturada em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Fonte: G1, PB


20 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca

O pesquisador Robert Pitman fotografou o momento em que três baleias criam uma onda para tirar a foca de um bloco de gelo.

Um pesquisador americano registrou o momento em que um grupo de orcas põe em prática uma estratégia coletiva para capturar uma foca na Antártida.

O cientista marinho Robert Pitman, do Administração Oceânica e Atmosférica Nacional na Califórnia, Estados Unidos, trabalhava como consultor para uma equipe da BBC quando a cena aconteceu.

Nas imagens, as três baleias criam uma onda sobre o bloco de gelo onde está a foca, fazendo com que ela se desequilibre e caia no mar.

‘Há três tipos diferentes de orcas na Antártida, mas este tipo é especialista em focas’, disse o cientista à BBC Brasil.

Pitman e seu colega Robert Durham publicaram um estudo após semanas observando o comportamento das orcas na região.

Segundo a pesquisa, as baleias trabalham sempre em conjunto no momento da caça e a estratégia da onda funciona três de cada quatro vezes em que é utilizada.

‘Elas formam famílias e fazem tudo cooperativamente. Vimos grupos de até 15 baleias’, diz.

De acordo com Pitman e Durham, as baleias também dividem a tarefa de retirar a pele e dissecar as focas capturadas.

Os mamíferos, que chegam a ter 9,5 metros de comprimento e pesar cerca de 6 toneladas, são considerados animais inteligentes e sociais.

As orcas observadas pelos pesquisadores também escolhem de maneira muito especifica as focas que irão capturar.

‘Elas preferem as focas-de-weddell e não procuram nenhuma das outras espécies. Ainda não sabemos o porquê’, disse Pitman.

Para o cientista, a rapidez e inteligência das baleias faz com que suas táticas de caça sejam altamente eficientes.

‘As focas só escapavam quando as baleias percebiam que elas eram de outra espécie (que não as focas-de-weddell). Nesse caso, as orcas iam embora e as deixavam no mar’, afirma.

‘Vimos algumas focas conseguirem escapar na confusão, logo após caírem do bloco de gelo, mas eram a minoria.’

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca (Foto: Robert Pitman)

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca (Foto: Robert Pitman)

Fonte: Da BBC


6 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Crocodilo gigante é capturado nas Filipinas

Cerca de cem pessoas foram necessárias para prender animal de 6,5 metros e mais de uma tonelada.

Um crocodilo de 6,4 metros de comprimento e pesando mais de uma tonelada (1.075 kg) foi capturado no vilarejo de Bunawan, nas Filipinas.

Acredita-se que seja um dos maiores do mundo já capturados vivos. Cerca de cem pessoas uniram os esforços para transportar o réptil.

O animal matou um búfalo e quebrou quatro armadilhas antes de ser finalmente imobilizado com cabos de aço.

O crocodilo será levado para ser atração em um parque de ecoturismo local.

Crocodilo capturado tem mais de uma tonelada (Foto: BBC)

Crocodilo capturado tem mais de uma tonelada (Foto: BBC)

Click e veja a reportagem em vídeo (BBC): http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&t=video&r=1&p=/portuguese/meta/dps/2011/09/emp/110906_crocodilo_captura_pu.emp.xml

Fonte:


20 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Onça é capturada na zona rural de Uberaba, em Minas Gerais

Animal ficou preso em uma armadilha montada por um fazendeiro.
Segundo ele, o felino ameaçava pessoas e se alimentava de suas criações.

Onça suçuarana é capturada na zona rural de Uberaba. (Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Uberaba)

Onça suçuarana é capturada na zona rural de Uberaba. (Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Uberaba)

Militares do 4º Pelotão da Polícia Militar de Meio Ambiente em Uberaba, na Região do Triângulo, em Minas Gerais, localizaram, nesta quarta-feira (18), uma onça suçuarana presa em uma armadilha, em uma fazenda, na zona rural do município.

De acordo com a polícia, o fazendeiro disse que o animal rondava a sede da propriedade, colocando em risco a vida das pessoas. Por isso, ele quis capturá-la. Ainda segundo o fazendeiro, o felino estaria comendo carneiros e galinhas que ele criava.

Conforme avaliação da corporação, a onça apresentava boa saúde e foi solta em uma área de reserva ambiental.

Fonte: G1 de Minas Gerais


4 de março de 2011 | nenhum comentário »

Tamanduá-bandeira é capturado passeando em cidade de MG

Um tamanduá-bandeira foi capturado pela Polícia Militar de Meio Ambiente nesta quarta-feira (2), em Limeira do Oeste, no Triângulo Mineiro. Segundo a polícia, o animal estava passeando no centro da cidade.

Populares acionaram os militares para recolher o tamanduá. De acordo com a PM, o animal pode ter vindo de alguma mata da região. Segundo a polícia, o tamanduá foi avaliado por um veterinário. Ele estava saudável e sem ferimentos.

No mesmo dia em que foi capturado, o animal foi solto em uma reserva florestal, distante do perímetro urbano. O tamanduá-bandeira está na lista das espécies terrestres da fauna brasileira ameaçadas de extinção.

download the kings speech dvd

Segundo poícia, animal foi avaliado por veterinário. Ele estava saudável e sem ferimentos. (Foto: Divulgação / Polícia Militar do Meio Ambiente)

(Foto: Divulgação / Polícia Militar do Meio Ambiente)

Fonte: G1


16 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Jiboia é encontrada em caminhão no Norte de Minas Gerais

Uma jiboia, com cerca de 2 metros, assustou os moradores do povoado de Matrona, na Zona Rural de Salinas, no Norte de Minas Gerais. Segundo a Polícia Militar do Meio Ambiente, o réptil foi encontrado próximo a roda de um caminhão quando o proprietário foi trocar o pneu do veículo.

O incidente aconteceu na quarta-feira (9). A polícia foi acionada pelos populares. Os militares disseram que quando chegaram ao local, a cobra estava arisca. A jiboia foi capturada a solta em uma mata no município de Taiobeiras, também no Norte do estado.

Fonte: G1

apocalypse now movie to buy


11 de outubro de 2010 | nenhum comentário »

Cientista propõe capturar energia do vento solar

A energia do vento e a energia solar são alternativas limpas e renováveis.

Mas junte as duas expressões e adicione uma pitada de tecnologia espacial e você terá a energia do vento solar – um super fonte energética, com potencial para gerar energia 100 bilhões de vezes mais do que a demanda mundial de energia atual.

O grande problema ainda é trazer essa energia para a Terra, que depende de concentrar um feixe de laser com a precisão suficiente.

O vento solar é uma espécie de plasma que sai constantemente do Sol em todas as direções. É esse vento solar que alimenta as auroras boreais, que governa todo o clima espacial em nosso Sistema Solar e que muitos projetistas querem aproveitar para impulsionar espaçonaves sem motores.

A ideia do pesquisador Brooks Harrop, um físico da Universidade Estadual de Washington, nos Estados Unidos, é aproveitar o vento solar para gerar energia, por meio do já batizado satélite Dyson-Harrop.

O satélite-conceito possui um longo loop metálico apontado para o Sol. Esse fio é carregado para gerar um campo magnético cilíndrico suficiente para capturar os elétrons, que compõem metade da constituição do vento solar.

Esses elétrons são afunilados rumo a um receptor metálico esférico para produzir uma corrente. Essa corrente, por sua vez, gera o campo magnético do fio, tornando o sistema autossustentável.

O excesso de corrente, além do necessário para manter o campo magnético, alimenta um laser infravermelho apontado para antenas parabólicas instaladas no solo, projetadas para recolher a energia. Como o ar é transparente ao infravermelho, a atmosfera da Terra não consome nenhuma energia do feixe, que chega ao chão com potência total.

Energia do vento solar – Um satélite Dyson-Harrop relativamente pequeno, usando um fio de cobre de 1 centímetro de diâmetro e com 300 metros de comprimento, com um receptor de 2 metros de largura e uma vela solar de 10 metros de diâmetro, estável a meio caminho entre a Terra e o Sol, poderia gerar 1,7 megawatt de potência.

Amplie esse satélite, dotando-o com um fio de 1 quilômetro (km) de comprimento e uma vela solar de 8.400 km de largura, e teremos uma potência de 1 bilhão de bilhão de gigawatts (1027 watts) de potência.

“Isso é na verdade 200 bilhões de vezes a energia que a humanidade gasta atualmente,” diz Harrop, que fez os cálculos juntamente com seu colega Dirk Schulze-Makuch.

Segundo Harrop, não existe nenhum empecilho para que um satélite assim seja construído, uma vez que toda a tecnologia embarcada nele já está disponível. Ele também calcula que seu satélite produzirá uma energia mais barata do que os painéis solares fotovoltaicos porque o cobre necessário para fazer o satélite é muito mais barato do que as células solares.

Energia do luar – Até aí tudo bem, mas há uma grande desvantagem. Para gerar uma quantidade significativa de energia, os satélites Dyson-Harrop precisam contar com o vento solar constante encontrado acima da eclíptica – o plano definido pela órbita da Terra em torno do Sol.

Isso significa dizer que o satélite estaria a dezenas de milhões de quilômetros da Terra. Ao percorrer essa distância, mesmo um feixe de raio laser extremamente preciso iria se espalhar tanto que cobriria uma área com milhares de quilômetros de largura quando atingisse a Terra.

Um feixe de laser carregando dois megawatts, espalhado por uma área tão grande não teria qualquer utilidade – sua energia em um ponto qualquer seria menor do que a luz do luar.

A solução para isso? Uma lente virtualmente perfeita medindo alguma coisa entre 10 e 100 quilômetros de diâmetro.

E para isso ainda não existe tecnologia e nem há qualquer estudo que demonstre que tal solução seja prática. Além disso, somente alguma nova ideia ainda não concebida para trazer a energia de volta para a Terra.

Energia para naves – John Mankins, especializado em energia solar espacial, afirma que podem haver outros problemas com o conceito de Harrop, e afirma que são necessários estudos para verificar se o anel de cobre aguentaria tanta energia sem fundir.

Mas ele afirma que a ideia é muito boa para alimentar naves espaciais, que poderiam usar versões muito menores do satélite Dyson-Harrop.

“Eu posso vislumbrar usos para essa ideia fora do plano da eclíptica, como na geração de energia para algo como a nave espacial Ulysses, em órbita em torno dos pólos do Sol,” diz Mankins.

Fonte: Site Inovação Tecnológica

download film inside job