20 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Estudo revela como insetos minúsculos sobrevivem à chuva

O corpo minúsculo e extremamente leve do mosquito cumpre papel chave para a sobrevivência do inseto quando voa na chuva, segundo cientistas americanos.

A equipe, do Georgia Institute of Technology, na Georgia, Estados Unidos, filmou colisões entre insetos e gotas de chuva.

O filme mostrou que seus corpos oferecem tão pouca resistência que, em vez de a gota de água parar repentinamente, o mosquito simplesmente ‘pega carona’ na gota e os dois continuam a cair juntos.

Os pesquisadores descrevem sua investigação na revista científica “Proceedings of the National Academy of Science”.

Além de ajudar a explicar como insetos sobrevivem em ambientes molhados, o estudo pode, no futuro, ajudar pesquisadores a projetar minúsculos robôs voadores que são tão impermeáveis aos elementos quanto os insetos.

“Espero que isso faça as pessoas pensarem sobre a chuva de forma um pouco diferente”, disse o líder da equipe, David Hu.

“Se você é pequeno, ela pode ser muito perigosa. Mas parece que esses mosquitos são tão pequenos que estão seguros”.

TAI CHI

Hu quer entender todos os “truques” que insetos minúsculos usam para sobreviver.

Após várias tentativas do que ele descreve como o jogo de dardos mais difícil da história, ele e seus colegas conseguiram atingir mosquitos voadores com gotas de água e filmar o resultado.

Cada gota tinha entre duas e 50 vezes o peso de um mosquito, então o que os cientistas viram os deixou surpresos.

Descrevendo os resultados, Hu citou a arte marcial chinesa Tai Chi.

“Existe a filosofia de que se você não resiste à força do seu oponente, você não vai senti-la”, ele explicou.

“É por isso que eles não sentem a força, simplesmente se unem à gota, (os dois) tornam-se um e viajam juntos”.

Quando um objeto em movimento se choca contra outro, a interrupção repentina do movimento produz a força destruidora. Por exemplo, quando um carro viajando a 50 km por hora atinge uma parede, a parede e o carro têm de absorver toda a energia carregada pelo carro em movimento, provocando estragos.

O truque, para um mosquito, é que ele provoca pouquíssima ou praticamente nenhuma diminuição na velocidade da gota e absorve quase nada de sua energia.

Para o pequenino mosquito, no entanto, o drama não termina quando ele sobrevive à colisão com a gota.

Ele ainda tem de escapar do casulo de água antes dele se arrebente contra o chão, a mais de 32 km por hora.

Nesse ponto, entra em ação uma outra técnica de sobrevivência do inseto: os pelos que cobrem seu corpo são impermeáveis à água.

Todos os mosquitos estudados pela equipe americana conseguiram se separar da gota de água antes de ela atingir o solo.

Pequenos insetos são capazes de sobreviver ao impacto com gotas de chuva, segundo experimento

Pequenos insetos são capazes de sobreviver ao impacto com gotas de chuva, segundo experimento. Foto:Georgia Tech /BBC

Fonte: Folha.com


10 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Norte de MG pode virar deserto dentro de 20 anos

Um terço do território de Minas Gerais pode virar “deserto” em 20 anos. A conclusão é de um estudo encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente ao governo mineiro e concluído em março.

O desmatamento, a monocultura e a pecuária intensiva, somados a condições climáticas adversas, empobreceram o solo de 142 municípios do Estado.

Se nada for feito para reverter o processo, de acordo com o estudo, essas terras não terão mais uso econômico ou social, o que vai afetar 20% da população mineira.

Isso obrigaria 2,2 milhões de pessoas a deixar a região norte do Estado e os vales do Mucuri e do Jequitinhonha.
“A terra perde os nutrientes e fica estéril, não serve para a agricultura nem consegue sustentar a vegetação nativa”, afirma Rubio de Andrade, presidente do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas, responsável pelo estudo. A região engloba cerrado, caatinga e mata atlântica.

Segundo o governo do Estado, é preciso investir R$ 1,3 bilhão nas próximas décadas para frear o processo, que já causa danos no semiárido mineiro. Lá estão 88 das 142 cidades consideradas suscetíveis à desertificação.

Vladia Oliveira, professora do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará, disse que áreas desertificadas são diferentes de desertos naturais porque passam por um acentuado declínio de biodiversidade até se tornarem estéreis.

“Já os desertos são ecossistemas com sustentabilidade, ainda que com baixa diversidade. Eles estão vivos.”

PROGRAMA NACIONAL

O estudo foi encomendado para o Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação, que terá R$ 6 milhões neste ano para combater a desertificação no país.

Andrade diz que, para reduzir o fenômeno, é preciso aumentar as reservas naturais de vegetação e recuperar os recursos hídricos.

O agricultor Geraldo Moreno, 50, dono de três hectares em Espinosa (700 km de BH), já sente as mudanças em sua pequena lavoura de feijão.

“Se der para [alimentar] a família dá para comemorar”, diz ele, que sustenta mulher e quatro filhos com a terra.
“Aqui não chove quase nada e não tenho dinheiro para adubar a terra. O que salva são as cabras, mas estão magras”, diz o mineiro, que recebe verba do Bolsa Família para complementar a renda.

O governo pretende reduzir o espaço destinado ao gado nas áreas de caatinga e restringir atividades prejudiciais ao meio ambiente, como a extração de carvão.

“A população tem de se conscientizar de que, se essas ações não forem tomadas, nada mais poderá ser produzido”, diz Andrade.

Editoria de Arte/Folhapress

Fonte: Raphael Veleda, de Belo Horizonte.


15 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Chuva deixa mais de 1,3 mil fora de casa no Paraná

15/12/2010

Mais de 1,3 mil pessoas tiveram de deixar suas casas por causa da chuva que atinge municípios no Paraná desde segunda-feira (13). De acordo com a Defesa Civil, 1.261 pessoas estão desalojadas e 114 desabrigadas. O número de pessoas afetadas no estado chega a 12 mil.

O município mais prejudicado é Pinhais, que registrou cem desabrigados e mil desalojados. O número de residências danificadas chega a 600.

De acordo com a Defesa Civil, em Curitiba, foram registrados 15 desabrigados e desalojados. A chuva danificou 14 casas na cidade.

Outros municípios que registraram prejuízos com alagamentos, destelhamentos e deslizamentos de terra foram: Almirante Tamandaré, Araucária, Campina Grande do Sul, Colombo, Fazenda Rio Grande, Guarapuava, Ibaiti, Morretes, Lapa e Piraquara.

Houve registro de quedas de árvore por causa do vento forte em Curitiba, Araucária e Guarapuava. Não há informações sobre feridos.

Fonte: G1


27 de outubro de 2010 | nenhum comentário »

Chuva forte e vendaval atingem cidade no Paraná

A chuva forte e o vendaval que atingiram o município de Londrina (PR), nesta segunda-feira (25), deixaram casas destelhadas. Ninguém ficou ferido.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, 14 residências e o presídio da cidade foram danificados pelo vento forte. Não há registro de alagamentos.

Segundo os bombeiros, foram distribuídas lonas para os moradores dos imóveis atingidos.

mirrors 2 full movie online

De acordo com a Companhia Paranaense de Energia (Copel), algumas regiões de Londrina estão com o fornecimento de energia elétrica prejudicado.

Fonte: G1






Categorias

Tópicos recentes

Meta

 

dezembro 2018
S T Q Q S S D
« mar    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

20 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Estudo revela como insetos minúsculos sobrevivem à chuva

O corpo minúsculo e extremamente leve do mosquito cumpre papel chave para a sobrevivência do inseto quando voa na chuva, segundo cientistas americanos.

A equipe, do Georgia Institute of Technology, na Georgia, Estados Unidos, filmou colisões entre insetos e gotas de chuva.

O filme mostrou que seus corpos oferecem tão pouca resistência que, em vez de a gota de água parar repentinamente, o mosquito simplesmente ‘pega carona’ na gota e os dois continuam a cair juntos.

Os pesquisadores descrevem sua investigação na revista científica “Proceedings of the National Academy of Science”.

Além de ajudar a explicar como insetos sobrevivem em ambientes molhados, o estudo pode, no futuro, ajudar pesquisadores a projetar minúsculos robôs voadores que são tão impermeáveis aos elementos quanto os insetos.

“Espero que isso faça as pessoas pensarem sobre a chuva de forma um pouco diferente”, disse o líder da equipe, David Hu.

“Se você é pequeno, ela pode ser muito perigosa. Mas parece que esses mosquitos são tão pequenos que estão seguros”.

TAI CHI

Hu quer entender todos os “truques” que insetos minúsculos usam para sobreviver.

Após várias tentativas do que ele descreve como o jogo de dardos mais difícil da história, ele e seus colegas conseguiram atingir mosquitos voadores com gotas de água e filmar o resultado.

Cada gota tinha entre duas e 50 vezes o peso de um mosquito, então o que os cientistas viram os deixou surpresos.

Descrevendo os resultados, Hu citou a arte marcial chinesa Tai Chi.

“Existe a filosofia de que se você não resiste à força do seu oponente, você não vai senti-la”, ele explicou.

“É por isso que eles não sentem a força, simplesmente se unem à gota, (os dois) tornam-se um e viajam juntos”.

Quando um objeto em movimento se choca contra outro, a interrupção repentina do movimento produz a força destruidora. Por exemplo, quando um carro viajando a 50 km por hora atinge uma parede, a parede e o carro têm de absorver toda a energia carregada pelo carro em movimento, provocando estragos.

O truque, para um mosquito, é que ele provoca pouquíssima ou praticamente nenhuma diminuição na velocidade da gota e absorve quase nada de sua energia.

Para o pequenino mosquito, no entanto, o drama não termina quando ele sobrevive à colisão com a gota.

Ele ainda tem de escapar do casulo de água antes dele se arrebente contra o chão, a mais de 32 km por hora.

Nesse ponto, entra em ação uma outra técnica de sobrevivência do inseto: os pelos que cobrem seu corpo são impermeáveis à água.

Todos os mosquitos estudados pela equipe americana conseguiram se separar da gota de água antes de ela atingir o solo.

Pequenos insetos são capazes de sobreviver ao impacto com gotas de chuva, segundo experimento

Pequenos insetos são capazes de sobreviver ao impacto com gotas de chuva, segundo experimento. Foto:Georgia Tech /BBC

Fonte: Folha.com


10 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Norte de MG pode virar deserto dentro de 20 anos

Um terço do território de Minas Gerais pode virar “deserto” em 20 anos. A conclusão é de um estudo encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente ao governo mineiro e concluído em março.

O desmatamento, a monocultura e a pecuária intensiva, somados a condições climáticas adversas, empobreceram o solo de 142 municípios do Estado.

Se nada for feito para reverter o processo, de acordo com o estudo, essas terras não terão mais uso econômico ou social, o que vai afetar 20% da população mineira.

Isso obrigaria 2,2 milhões de pessoas a deixar a região norte do Estado e os vales do Mucuri e do Jequitinhonha.
“A terra perde os nutrientes e fica estéril, não serve para a agricultura nem consegue sustentar a vegetação nativa”, afirma Rubio de Andrade, presidente do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas, responsável pelo estudo. A região engloba cerrado, caatinga e mata atlântica.

Segundo o governo do Estado, é preciso investir R$ 1,3 bilhão nas próximas décadas para frear o processo, que já causa danos no semiárido mineiro. Lá estão 88 das 142 cidades consideradas suscetíveis à desertificação.

Vladia Oliveira, professora do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará, disse que áreas desertificadas são diferentes de desertos naturais porque passam por um acentuado declínio de biodiversidade até se tornarem estéreis.

“Já os desertos são ecossistemas com sustentabilidade, ainda que com baixa diversidade. Eles estão vivos.”

PROGRAMA NACIONAL

O estudo foi encomendado para o Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação, que terá R$ 6 milhões neste ano para combater a desertificação no país.

Andrade diz que, para reduzir o fenômeno, é preciso aumentar as reservas naturais de vegetação e recuperar os recursos hídricos.

O agricultor Geraldo Moreno, 50, dono de três hectares em Espinosa (700 km de BH), já sente as mudanças em sua pequena lavoura de feijão.

“Se der para [alimentar] a família dá para comemorar”, diz ele, que sustenta mulher e quatro filhos com a terra.
“Aqui não chove quase nada e não tenho dinheiro para adubar a terra. O que salva são as cabras, mas estão magras”, diz o mineiro, que recebe verba do Bolsa Família para complementar a renda.

O governo pretende reduzir o espaço destinado ao gado nas áreas de caatinga e restringir atividades prejudiciais ao meio ambiente, como a extração de carvão.

“A população tem de se conscientizar de que, se essas ações não forem tomadas, nada mais poderá ser produzido”, diz Andrade.

Editoria de Arte/Folhapress

Fonte: Raphael Veleda, de Belo Horizonte.


15 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Chuva deixa mais de 1,3 mil fora de casa no Paraná

15/12/2010

Mais de 1,3 mil pessoas tiveram de deixar suas casas por causa da chuva que atinge municípios no Paraná desde segunda-feira (13). De acordo com a Defesa Civil, 1.261 pessoas estão desalojadas e 114 desabrigadas. O número de pessoas afetadas no estado chega a 12 mil.

O município mais prejudicado é Pinhais, que registrou cem desabrigados e mil desalojados. O número de residências danificadas chega a 600.

De acordo com a Defesa Civil, em Curitiba, foram registrados 15 desabrigados e desalojados. A chuva danificou 14 casas na cidade.

Outros municípios que registraram prejuízos com alagamentos, destelhamentos e deslizamentos de terra foram: Almirante Tamandaré, Araucária, Campina Grande do Sul, Colombo, Fazenda Rio Grande, Guarapuava, Ibaiti, Morretes, Lapa e Piraquara.

Houve registro de quedas de árvore por causa do vento forte em Curitiba, Araucária e Guarapuava. Não há informações sobre feridos.

Fonte: G1


27 de outubro de 2010 | nenhum comentário »

Chuva forte e vendaval atingem cidade no Paraná

A chuva forte e o vendaval que atingiram o município de Londrina (PR), nesta segunda-feira (25), deixaram casas destelhadas. Ninguém ficou ferido.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, 14 residências e o presídio da cidade foram danificados pelo vento forte. Não há registro de alagamentos.

Segundo os bombeiros, foram distribuídas lonas para os moradores dos imóveis atingidos.

mirrors 2 full movie online

De acordo com a Companhia Paranaense de Energia (Copel), algumas regiões de Londrina estão com o fornecimento de energia elétrica prejudicado.

Fonte: G1