12 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Criação de unidades de conservação pelo Congresso é criticada em audiência pública

Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que retira do Executivo a prerrogativa para criar unidades de conservação ambiental e demarcação de terras de indígenas, quilombolas e populações tradicionais foi criticada nesta segunda-feira (9) pelo deputado federal Sarney Filho (PV-MA).

Ele participou de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado, realizada para debater, entre outros temas, a perseguição a ativistas ambientais e a defesa do ecossistema no desenvolvimento sustentável.

 

Atualmente, a criação de áreas de conservação ambiental e a demarcação de reservas são feitas por decretos da União. Mas a PEC 215/2000 transfere esse poder para o Congresso. Segundo Sarney Filho, o objetivo da mudança é impedir ou dificultar a criação de novas unidades de conservação, parques, territórios indígenas ou de quilombolas.

 

“O Congresso não tem capacidade técnica de fazer um estudo adequado para essas criações, mas isso tem um intuito: o intuito é interromper as criações [de Unidades de Conservação]“, disse o deputado.

 

A proposta, que tramita na Câmara em conjunto com outras 11 matérias, foi criticada também durante reunião da CDH no último dia 2. Na ocasião, índios e representantes de comunidades indígenas acusaram a bancada ruralista de ser a principal patrocinadora dessas iniciativas.

 

UCs - O País conta atualmente com 312 unidades de conservação em todo território nacional, geridas pelo Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio). Essas unidades estão divididas em dois grandes grupos – o de Proteção Integral e o de Uso Sustentável – e ao todo em 12 categorias.

 

Segundo o presidente do ICMBio, Roberto Vizentin, a precariedade da regularização fundiária associada ao elevado número de conflitos nessas regiões comprometem a consolidação das áreas de conservação. “Ou teremos a capacidade de inseri-las e elevá-las ao centro do debate sobre o desenvolvimento do País ou faremos uma política marginal com dificuldade inclusive da consolidação das unidades já criadas”, alertou Vizentin.

Fonte: Agência Senado


8 de março de 2012 | nenhum comentário »

Supremo considera ilegal criação do Instituto Chico Mendes, mas dá prazo para regularização

O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira (7), por 7 votos a 2, que a criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em 2007 foi ilegal. Segundo os ministros, a medida provisória (MP) que criou o órgão ambiental tramitou de forma errada no Legislativo. Para que o instituto não seja fechado, os ministros deram prazo de dois anos para que o Congresso Nacional reaprecie a matéria.

A discussão não afeta apenas o ICMBio, mas todo o rito de tramitação das medidas provisórias no Congresso Nacional. Desde 2001, uma emenda à Constituição determina que as medidas provisórias só podem ser aprovadas se apreciadas por uma comissão parlamentar mista antes de passar pelos plenários da Câmara e do Senado. No entanto, poucas medidas provisórias obedeceram a esse rito, entre elas, a MP Nº 366, que resultou na lei que desmembrou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e criou o Instituto Chico Mendes.

O assunto chegou ao STF em 2008, por meio de uma ação da Associação Nacional dos Servidores do Ibama. Além de apontar o erro na tramitação legislativa, a associação ainda acusou o ICMBio de ter a mesma função do Ibama, implicando em inchaço da máquina pública e gastos desnecessários para a sociedade. Outro ponto atacado pela ação foi o fato de não estar caracterizado o critério de urgência e relevância para tratar do assunto por meio de medida provisória.

Na defesa do ICMBio, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, alegou que a criação do instituto foi necessária e urgente porque, naquele momento, o desmatamento do país avançava drasticamente, depois de três anos de bons indicadores.

A maioria dos ministros concordou com esse ponto de vista, entendendo ainda que cabe ao Executivo e ao Legislativo determinar o que é relevante para ser tratado por meio de MP. “Verifico que, em se tratando de meio ambiente, a matéria é sempre urgente. O planeta não pode mais esperar pelas medidas protetivas dos governos”, disse o ministro Ricardo Lewandowski. Ele e o ministro Cezar Peluso foram os únicos a votar contra a ilegalidade do processo que levou à criação do ICMBio. Os dois defenderam a tese de que o rito de tramitação das medidas provisórias foi moldado de acordo com as necessidades e urgências políticas dos dois Poderes.

Por outro lado, o ministro Marco Aurélio Mello defendeu que o vício na tramitação legislativa da MP do ICMBio deveria resultar no fechamento do órgão, sem prazo para regularização. Mas prevaleceu o entendimento de que o problema pode ser sanado pelo próprio Congresso.

Fonte: Débora Zampier/ Agência Brasil


3 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Manifestação pacífica contra Código Florestal em frente ao Congresso acaba em prisão

Jovens reuniram-se nesta terça-feira (2) em frente ao Congresso Nacional para protestar contra a aprovação do novo Código Florestal e contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Os manifestantes estão acampados em Brasília desde domingo (31) e têm o objetivo de plantar mudas de árvores nativas do cerrado, no gramado em frente ao Congresso.

No domingo, três mudas foram plantadas: uma de Copaíba, uma de Ipê Roxo e outra de Aroeira, mas a Polícia Senado retirou todas. “Isso é um crime previsto em lei e, para cada muda retirada, 30 devem ser replantadas no lugar, ou seja, o Senado nos deve 90 mudas de plantas”, disse o historiador Leandro Cruz, de 28 anos, que participava do manifesto. Às 16h, o grupo reuniu-se, plantou uma das mudas no gramado e, posteriormente, as polícias Federal e Militar foram acionadas.

“No domingo, fomos tratados com violência. A polícia veio e arrancou as mudas e, não satisfeitos, [os policiais] partiram para a agressão”, afirma Augusto André, de 20 anos, do Rio Grande do Sul. Os policiais respeitaram uma espécie de culto que os manifestantes fizeram informalmente em torno da muda plantada, mas, logo depois, os jovens foram levados para a Delegacia do Senado, sob a alegação de que a perfuração do solo em frente ao Congresso era crime ambiental.

“Estamos aqui com plantas e não com armas. Queremos alertar a população que, com a aprovação do novo código, muito sangue será derramado”, ressaltou Leandro. “Temos vídeo com a ação dos policiais, que pode ser visualizado no blog que criamos para o movimento [jardimdaliberdade.wordpress.com]“, acrescenta. A bancada do P-SOL na Câmara dos Deputados se diz favorável ao movimento e ofereceu dois advogados do partido para representar os manifestantes.

Além de protestar contra o Código Florestal, os manifestantes querem manter o diálogo com a sociedade que, pare eles, está mal informada em relação ao projeto. “O novo Código Florestal nos faz ver que esse é um dos maiores escândalos governamentais desde a guerra do Iraque. Isso se não for mais. E a população precisa saber disso, uma vez que essa aprovação irá alterar suas vidas no futuro”, acrescenta Leandro.

Fonte: Agência Brasil


20 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental

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12 de abril de 2011 | nenhum comentário »

20 e 21/05/2011 IV CONGRESSO NACIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

cnrs
NOVOS PARADIGMAS PARA A SUSTENTABILIDADE
20 E 21 DE MAIO 2011 – TEATRO OURO VERDE | LONDRINA PR – BRASIL

MAIORES INFORMAÇÕES: www.cnrs.com.br


22 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Mata Atlântica brasileira compensará emissão de CO2 de congresso

As emissões de gás carbônico (CO2) que forem geradas pelo 10º Congresso Nacional do Meio Ambiente (Conama) na Espanha, que será realizado em Madri entre 22 e 26 de novembro, serão compensadas por um projeto de preservação de 60 hectares de Mata Atlântica no Brasil.

jonah hex hd

Foi o que anunciou Gonzalo Echagüe, presidente da Fundação Conama, em entrevista à EFEverde, na qual explicou que “uma das prioridades” desta edição do evento “é reduzir a pegada ecológica do próprio congresso”. “Embora tenham ocorridos importantes avanços nesses anos, continua havendo impacto ambiental, especialmente pelos deslocamentos”, destacou Echagüe.

A nona edição estimou que tenham sido geradas quase 550 toneladas de gás carbônico. “O Conama 10 compensará as emissões dos conferentes. Os presentes serão convidados para que as compensem com a iniciativa CeroCO2. O dinheiro será destinado à preservação de 60 hectares de Mata Atlântica virgem no Brasil, em uma paragem denominado Serra do Lucindo”, no estado de Santa Catarina, explicou Echagüe.

O projeto está promovido pela ONG espanhola Acciónatura, em colaboração com a brasileira Apremavi. “A Mata Atlântica do Brasil é um dos ecossistemas mais ameaçados do planeta. Estima-se que restam apenas 7% de sua extensão, quando originariamente havia ocupado 15% da superfície do Brasil, equivalente a 2,5 vezes do território espanhol”, destacou. O projeto consiste na preservação da Mata Atlântica virgem restante, bem como na restauração e reflorestamento de área degradada.

Fonte: Portal Terra


9 de agosto de 2009 | nenhum comentário »

VI Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) debate soluções para conservação da natureza

Evento tem objetivo discutir e apresentar soluções práticas que contribuam para amenizar os efeitos das mudanças climáticas

O VI Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC), promovido pela Fundação O Boticário de Proteção à Natureza de 20 a 24 de setembro, em Curitiba, reúne alguns dos principais líderes mundiais para debater soluções e alternativas para a conservação da natureza. 

 

As inscrições antecipadas e com desconto podem ser feitas até o dia 21 de agosto diretamente no site do evento www.fundacaoboticario.org.br/cbuc.

 

O tema do VI CBUC é “Conservação das áreas naturais num mundo em transformação” e tem como pano de fundo a discussão de ações práticas que contribuam para amenizar os efeitos nocivos das mudanças climáticas à manutenção da vida Terra.

 

“É fundamental fazermos essa ligação da conservação da natureza com a nossa vida e ampliar a discussão de que a proteção ao meio ambiente é o que vai garantir a vida do homem na Terra”, afirma a diretora executiva da Fundação O Boticário, Malu Nunes.

 

Do evento sairá um documento científico com uma posição dos especialistas reunidos no congresso sobre mudanças climáticas. O objetivo é contribuir e influenciar as decisões que serão tomadas pelo Brasil na COP15 (15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), que acontece em dezembro, na Dinamarca.

 

As regras definidas na COP15 entram em vigor em 2012 e vão definir o que o mundo vai fazer em relação às mudanças climáticas daí em diante. “É um momento crucial de definições. Estamos trabalhando forte para contribuir com soluções que possam agregar às decisões”, diz Malu.

 

Nas conferências do VI CBUC serão apresentados e debatidos exemplos e alternativas de como aliar a conservação da natureza ao desenvolvimento econômico.  Um dos destaques é a presença do economista ecológico do Instituto de Economia Ecológica da Universidade de Maryland, Robert Costanza, que vai debater o tema “O desafio do século 21: como integrar a conservação da natureza com o desenvolvimento econômico?”.

 

José Goldemberg, do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados, na Áustria, e da Universidade de São Paulo, vai apresentar um painel sobre as buscas da ciência por soluções que garantam a sustentabilidade da vida na Terra. Gunars Platais, do Banco Mundial, nos EUA, é um dos conferencistas que vão apresentar casos bem sucedidos de pagamentos por serviços ambientais; e Thomas Lovejoy, do Heinz Centre (EUA), vai relacionar as mudanças climáticas aos desafios da conservação.

 

Paralelamente às conferências, acontece o II Simpósio Internacional de Conservação da Natureza, voltado para discussões técnicas sobre conservação da natureza, como invasão de espécies exóticas, uso público de áreas protegidas, gestão de unidades de conservação, proteção da biodiversidade em oceanos e no litoral, e pagamento por serviços ecossistêmicos.

 

Além da programação oficial de conferências e seminários, junto com o IV CBUC acontece a III Mostra de Conservação da Natureza, que é aberta ao público. Na Mostra, organizações governamentais e não-governamentais, empresas, universidades, entre outras instituições, poderão apresentar e disseminar suas ações voltadas para proteção do meio ambiente.

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(Assessoria de Comunicação do evento)






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12 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Criação de unidades de conservação pelo Congresso é criticada em audiência pública

Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que retira do Executivo a prerrogativa para criar unidades de conservação ambiental e demarcação de terras de indígenas, quilombolas e populações tradicionais foi criticada nesta segunda-feira (9) pelo deputado federal Sarney Filho (PV-MA).

Ele participou de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado, realizada para debater, entre outros temas, a perseguição a ativistas ambientais e a defesa do ecossistema no desenvolvimento sustentável.

 

Atualmente, a criação de áreas de conservação ambiental e a demarcação de reservas são feitas por decretos da União. Mas a PEC 215/2000 transfere esse poder para o Congresso. Segundo Sarney Filho, o objetivo da mudança é impedir ou dificultar a criação de novas unidades de conservação, parques, territórios indígenas ou de quilombolas.

 

“O Congresso não tem capacidade técnica de fazer um estudo adequado para essas criações, mas isso tem um intuito: o intuito é interromper as criações [de Unidades de Conservação]“, disse o deputado.

 

A proposta, que tramita na Câmara em conjunto com outras 11 matérias, foi criticada também durante reunião da CDH no último dia 2. Na ocasião, índios e representantes de comunidades indígenas acusaram a bancada ruralista de ser a principal patrocinadora dessas iniciativas.

 

UCs - O País conta atualmente com 312 unidades de conservação em todo território nacional, geridas pelo Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio). Essas unidades estão divididas em dois grandes grupos – o de Proteção Integral e o de Uso Sustentável – e ao todo em 12 categorias.

 

Segundo o presidente do ICMBio, Roberto Vizentin, a precariedade da regularização fundiária associada ao elevado número de conflitos nessas regiões comprometem a consolidação das áreas de conservação. “Ou teremos a capacidade de inseri-las e elevá-las ao centro do debate sobre o desenvolvimento do País ou faremos uma política marginal com dificuldade inclusive da consolidação das unidades já criadas”, alertou Vizentin.

Fonte: Agência Senado


8 de março de 2012 | nenhum comentário »

Supremo considera ilegal criação do Instituto Chico Mendes, mas dá prazo para regularização

O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira (7), por 7 votos a 2, que a criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em 2007 foi ilegal. Segundo os ministros, a medida provisória (MP) que criou o órgão ambiental tramitou de forma errada no Legislativo. Para que o instituto não seja fechado, os ministros deram prazo de dois anos para que o Congresso Nacional reaprecie a matéria.

A discussão não afeta apenas o ICMBio, mas todo o rito de tramitação das medidas provisórias no Congresso Nacional. Desde 2001, uma emenda à Constituição determina que as medidas provisórias só podem ser aprovadas se apreciadas por uma comissão parlamentar mista antes de passar pelos plenários da Câmara e do Senado. No entanto, poucas medidas provisórias obedeceram a esse rito, entre elas, a MP Nº 366, que resultou na lei que desmembrou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e criou o Instituto Chico Mendes.

O assunto chegou ao STF em 2008, por meio de uma ação da Associação Nacional dos Servidores do Ibama. Além de apontar o erro na tramitação legislativa, a associação ainda acusou o ICMBio de ter a mesma função do Ibama, implicando em inchaço da máquina pública e gastos desnecessários para a sociedade. Outro ponto atacado pela ação foi o fato de não estar caracterizado o critério de urgência e relevância para tratar do assunto por meio de medida provisória.

Na defesa do ICMBio, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, alegou que a criação do instituto foi necessária e urgente porque, naquele momento, o desmatamento do país avançava drasticamente, depois de três anos de bons indicadores.

A maioria dos ministros concordou com esse ponto de vista, entendendo ainda que cabe ao Executivo e ao Legislativo determinar o que é relevante para ser tratado por meio de MP. “Verifico que, em se tratando de meio ambiente, a matéria é sempre urgente. O planeta não pode mais esperar pelas medidas protetivas dos governos”, disse o ministro Ricardo Lewandowski. Ele e o ministro Cezar Peluso foram os únicos a votar contra a ilegalidade do processo que levou à criação do ICMBio. Os dois defenderam a tese de que o rito de tramitação das medidas provisórias foi moldado de acordo com as necessidades e urgências políticas dos dois Poderes.

Por outro lado, o ministro Marco Aurélio Mello defendeu que o vício na tramitação legislativa da MP do ICMBio deveria resultar no fechamento do órgão, sem prazo para regularização. Mas prevaleceu o entendimento de que o problema pode ser sanado pelo próprio Congresso.

Fonte: Débora Zampier/ Agência Brasil


3 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Manifestação pacífica contra Código Florestal em frente ao Congresso acaba em prisão

Jovens reuniram-se nesta terça-feira (2) em frente ao Congresso Nacional para protestar contra a aprovação do novo Código Florestal e contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Os manifestantes estão acampados em Brasília desde domingo (31) e têm o objetivo de plantar mudas de árvores nativas do cerrado, no gramado em frente ao Congresso.

No domingo, três mudas foram plantadas: uma de Copaíba, uma de Ipê Roxo e outra de Aroeira, mas a Polícia Senado retirou todas. “Isso é um crime previsto em lei e, para cada muda retirada, 30 devem ser replantadas no lugar, ou seja, o Senado nos deve 90 mudas de plantas”, disse o historiador Leandro Cruz, de 28 anos, que participava do manifesto. Às 16h, o grupo reuniu-se, plantou uma das mudas no gramado e, posteriormente, as polícias Federal e Militar foram acionadas.

“No domingo, fomos tratados com violência. A polícia veio e arrancou as mudas e, não satisfeitos, [os policiais] partiram para a agressão”, afirma Augusto André, de 20 anos, do Rio Grande do Sul. Os policiais respeitaram uma espécie de culto que os manifestantes fizeram informalmente em torno da muda plantada, mas, logo depois, os jovens foram levados para a Delegacia do Senado, sob a alegação de que a perfuração do solo em frente ao Congresso era crime ambiental.

“Estamos aqui com plantas e não com armas. Queremos alertar a população que, com a aprovação do novo código, muito sangue será derramado”, ressaltou Leandro. “Temos vídeo com a ação dos policiais, que pode ser visualizado no blog que criamos para o movimento [jardimdaliberdade.wordpress.com]“, acrescenta. A bancada do P-SOL na Câmara dos Deputados se diz favorável ao movimento e ofereceu dois advogados do partido para representar os manifestantes.

Além de protestar contra o Código Florestal, os manifestantes querem manter o diálogo com a sociedade que, pare eles, está mal informada em relação ao projeto. “O novo Código Florestal nos faz ver que esse é um dos maiores escândalos governamentais desde a guerra do Iraque. Isso se não for mais. E a população precisa saber disso, uma vez que essa aprovação irá alterar suas vidas no futuro”, acrescenta Leandro.

Fonte: Agência Brasil


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Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental

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20 e 21/05/2011 IV CONGRESSO NACIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

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NOVOS PARADIGMAS PARA A SUSTENTABILIDADE
20 E 21 DE MAIO 2011 – TEATRO OURO VERDE | LONDRINA PR – BRASIL

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Mata Atlântica brasileira compensará emissão de CO2 de congresso

As emissões de gás carbônico (CO2) que forem geradas pelo 10º Congresso Nacional do Meio Ambiente (Conama) na Espanha, que será realizado em Madri entre 22 e 26 de novembro, serão compensadas por um projeto de preservação de 60 hectares de Mata Atlântica no Brasil.

jonah hex hd

Foi o que anunciou Gonzalo Echagüe, presidente da Fundação Conama, em entrevista à EFEverde, na qual explicou que “uma das prioridades” desta edição do evento “é reduzir a pegada ecológica do próprio congresso”. “Embora tenham ocorridos importantes avanços nesses anos, continua havendo impacto ambiental, especialmente pelos deslocamentos”, destacou Echagüe.

A nona edição estimou que tenham sido geradas quase 550 toneladas de gás carbônico. “O Conama 10 compensará as emissões dos conferentes. Os presentes serão convidados para que as compensem com a iniciativa CeroCO2. O dinheiro será destinado à preservação de 60 hectares de Mata Atlântica virgem no Brasil, em uma paragem denominado Serra do Lucindo”, no estado de Santa Catarina, explicou Echagüe.

O projeto está promovido pela ONG espanhola Acciónatura, em colaboração com a brasileira Apremavi. “A Mata Atlântica do Brasil é um dos ecossistemas mais ameaçados do planeta. Estima-se que restam apenas 7% de sua extensão, quando originariamente havia ocupado 15% da superfície do Brasil, equivalente a 2,5 vezes do território espanhol”, destacou. O projeto consiste na preservação da Mata Atlântica virgem restante, bem como na restauração e reflorestamento de área degradada.

Fonte: Portal Terra


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VI Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) debate soluções para conservação da natureza

Evento tem objetivo discutir e apresentar soluções práticas que contribuam para amenizar os efeitos das mudanças climáticas

O VI Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC), promovido pela Fundação O Boticário de Proteção à Natureza de 20 a 24 de setembro, em Curitiba, reúne alguns dos principais líderes mundiais para debater soluções e alternativas para a conservação da natureza. 

 

As inscrições antecipadas e com desconto podem ser feitas até o dia 21 de agosto diretamente no site do evento www.fundacaoboticario.org.br/cbuc.

 

O tema do VI CBUC é “Conservação das áreas naturais num mundo em transformação” e tem como pano de fundo a discussão de ações práticas que contribuam para amenizar os efeitos nocivos das mudanças climáticas à manutenção da vida Terra.

 

“É fundamental fazermos essa ligação da conservação da natureza com a nossa vida e ampliar a discussão de que a proteção ao meio ambiente é o que vai garantir a vida do homem na Terra”, afirma a diretora executiva da Fundação O Boticário, Malu Nunes.

 

Do evento sairá um documento científico com uma posição dos especialistas reunidos no congresso sobre mudanças climáticas. O objetivo é contribuir e influenciar as decisões que serão tomadas pelo Brasil na COP15 (15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), que acontece em dezembro, na Dinamarca.

 

As regras definidas na COP15 entram em vigor em 2012 e vão definir o que o mundo vai fazer em relação às mudanças climáticas daí em diante. “É um momento crucial de definições. Estamos trabalhando forte para contribuir com soluções que possam agregar às decisões”, diz Malu.

 

Nas conferências do VI CBUC serão apresentados e debatidos exemplos e alternativas de como aliar a conservação da natureza ao desenvolvimento econômico.  Um dos destaques é a presença do economista ecológico do Instituto de Economia Ecológica da Universidade de Maryland, Robert Costanza, que vai debater o tema “O desafio do século 21: como integrar a conservação da natureza com o desenvolvimento econômico?”.

 

José Goldemberg, do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados, na Áustria, e da Universidade de São Paulo, vai apresentar um painel sobre as buscas da ciência por soluções que garantam a sustentabilidade da vida na Terra. Gunars Platais, do Banco Mundial, nos EUA, é um dos conferencistas que vão apresentar casos bem sucedidos de pagamentos por serviços ambientais; e Thomas Lovejoy, do Heinz Centre (EUA), vai relacionar as mudanças climáticas aos desafios da conservação.

 

Paralelamente às conferências, acontece o II Simpósio Internacional de Conservação da Natureza, voltado para discussões técnicas sobre conservação da natureza, como invasão de espécies exóticas, uso público de áreas protegidas, gestão de unidades de conservação, proteção da biodiversidade em oceanos e no litoral, e pagamento por serviços ecossistêmicos.

 

Além da programação oficial de conferências e seminários, junto com o IV CBUC acontece a III Mostra de Conservação da Natureza, que é aberta ao público. Na Mostra, organizações governamentais e não-governamentais, empresas, universidades, entre outras instituições, poderão apresentar e disseminar suas ações voltadas para proteção do meio ambiente.

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(Assessoria de Comunicação do evento)