7 de janeiro de 2011 | nenhum comentário »

Salas verdes do Ministério do Meio Ambiente vão receber cartilha sobre uso consciente de embalagens

As cerca de 350 salas verdes do Ministério do Meio Ambiente em todo o país vão receber a partir deste mês uma cartilha ambiental com informações sobre o consumo consciente e as possibilidades de reciclagem de embalagens. O material, que será distribuído pelo ministério, traz ainda atividades lúdicas específicas para o público infantil, como propostas de construção de brinquedos e objetos diversos com a utilização de embalagens usadas.

O projeto Sala Verde, coordenado pelo Departamento de Educação Ambiental do ministério, é uma iniciativa que prevê a formação de espaços, vinculados a instituições públicas ou privadas parceiras, onde são desenvolvidos programas e ações educacionais voltados à questão ambiental.

De acordo com a diretora do Instituto de Embalagens, responsável pela elaboração da cartilha Nós, as Embalagens e o Meio Ambiente, Assunta Camilo, o objetivo é aproveitar a curiosidade natural das crianças para promover o uso consciente dos recursos naturais, incentivando o descarte responsável e minimizando os impactos ambientais por meio da informação.

“As crianças estão muito expostas a todo o tipo de notícias e elas já começam a se preocupar com essas questões [ambientais], afinal isso está muito mais relacionado ao futuro delas do que ao nosso”, disse. “Elas estão curiosas e buscam informações, se não dermos as orientações de forma clara e correta podemos perder uma força importante, porque elas têm a capacidade de orientar também os pais e se mobilizam muito mais do que em idades mais avançadas”, explicou.

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Segundo Assunta Camilo, entre as atividades propostas está a confecção de um posto de gasolina de brinquedo, kits de escritório, porta-lápis, entre outros, com o uso de embalagens. A cartilha também ensina os pequenos leitores a identificar as lixeiras de coleta seletiva.

Ao todo foram produzidos 30 mil exemplares que devem atender 300 mil crianças, não apenas nas salas verdes, mas também por meio da aquisição por escolas das redes privada e pública e da comercialização em redes de livrarias. A diretora do Instituto de Embalagens explicou que o material é impresso em papel reciclado, impermeável e de alta resistência, para que cada criança, após ler a cartilha, possa repassá-la a colegas.

Para o coordenador da Sala Verde do município fluminense de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, André Cavalcanti, o material poderá ser utilizado em diversos projetos desenvolvidos no local.

“Além de serem disponibilizados na nossa pequena biblioteca, aberta à população, os livros podem servir de base para as iniciativas de educação ambiental que já desenvolvemos aqui, como o projeto Jovens Guardiões Ecológicos, que promove a consciência ambiental em jovens de comunidades carentes, no contraturno escolar, para eles sejam multiplicadores dos conceitos aprendidos”, afirmou.

O Ministério do Meio Ambiente participou como consultor técnico no desenvolvimento das cartilhas. O Instituto de Embalagens, criado em 2005, é uma entidade que promove cursos e pesquisas e elabora publicações técnicas sobre o desenvolvimento e o uso consciente de embalagens.

Fonte: Agência Brasil


1 de agosto de 2009 | nenhum comentário »

Ecobags fora do “gosto” popular

Mesmo com todo apelo da necessidade de construir um mundo sustentável, muitas pessoas ainda resistem em realizar as mais simples lições de responsabilidade social e ambiental e, assim, colaborar com a preservação do meio ambiente. Fazer coleta seletiva, economizar água e energia, diminuir o uso de produtos não biodegradáveis. Atitudes como essas, ainda, esbarram na cultura de uma sociedade bastante preocupada com o próprio conforto. Com as sacolas retornáveis, mais conhecidas como ecobags, a situação não foi diferente.

Criadas com o propósito de diminuir o uso de sacolas plásticas descartáveis, a nova tecnologia ainda não encontrou espaço suficiente para se impor perante os velhos sacos plásticos, que passaram de símbolos da modernidade, nos anos cinquenta, a vilãs do meio ambiente em pouco mais de meio século. Ao contrário das sacolas plásticas, as ecobags podem ser utilizadas mais de uma vez, são laváveis e não agridem o meio ambiente.

As sacolas retornáveis podem substituir até oito sacolas plásticas e suportar até 15 quilos, o que neste caso significa a economia de 4,8 milhões de embalagens plásticas e seu descarte no meio ambiente. Calcula-se que cerca de 90% dos sacos de plástico acabam em lixeiras, como resíduos, ou como contentores de desperdícios. No total, são produzidas, aproximadamente, 210 mil toneladas de plástico filme, matéria-prima das sacolas, que se tornam cerca 10% de todo o detrito do País.

Mesmo com todos os benefícios, pouco se vê pessoas utilizando as ecobags nos supermercados. A pouca praticidade, preços dos produtos e antigos hábitos são alguns dos motivos que os resistentes alegam para não aderir às retornáveis. No entanto, a utilidade e importância delas são indiscutíveis. A oficial de justiça, Erika Braga, de 32 anos, por exemplo, sabe da necessidade de preservar o meio ambiente, se diz a favor e até defende da proposta das sacolas retornáveis, entretanto, admite que não as usa. “Eu até tenho ecobags, uso para tudo, menos para fazer feira”, explicou Erika, que acha as sacolas interessantes para pequenas compras e não para grandes feiras, por questão de acomodação dos produtos.

Apesar de ainda haver muita resistência, algumas pessoas já fazem todas as feiras com sacolas retornáveis. Mariana Maris, 21, pode ser uma formiga no universo, mas tem noção que sua atitude já colabora com a preservação do meio ambiente. “Só economizando as sacolas da minha feira, já é uma diferença muito grande”, explicou a estudante, que há dois anos só faz feira com ecobags.

De acordo com a professora do curso de engenheira ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Simone Maria da Silva, o baixo nível de educação ambiental da população é o principal motivo de resistência ao uso de sacolas retornáveis. “O que falta ao sucesso das sacolas retornáveis é um plano mais audacioso de educação ambiental, que forme cidadãos que entendam a importância de se preservar a natureza, os danos e principalmente o tempo que a natureza passa para se recuperar deles”, explicou a especialista que considera a ideia de grande importância para a preservação do meio ambiente.

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(Fonte: Marcela Alves / Folha de Pernambuco)


10 de maio de 2009 | nenhum comentário »

ONG ambientalista realiza campanha para pessoas fazerem xixi no banho

Uma ONG ambientalista brasileira está lançando uma campanha no mínimo inusitada. Para reduzir o desperdício de água, eles encorajam as pessoas a fazerem xixi durante o banho.

Pelas contas da SOS Mata Atlântica, dá para economizar em média 12 litros de água diários (o equivalente a uma descarga) ao adotar essa prática.

Claro, se levarmos em conta que o banho demore um minuto a mais, com um tempo extra para o xixi, e o chuveiro ficar ligado nesse período, lá se vão cerca de 9 litros de água a mais pelo ralo. Resultado final: economia de 3 litros.

Isso, entretanto, nem é tão importante. “O que a gente quer é provocar, é mexer com a consciência das pessoas”, afirma Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da SOS Mata Atlântica.

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A campanha tem um site, www.xixinobanho.org.br, em que podem ser encontrados muitos dados a respeito do desperdício de água. E, segundo Ribeiro, a resposta das pessoas tem se dado principalmente via internet, levando em conta o lado humorístico da campanha. “Essa reação inicial das pessoas, ‘mas isso não é nojento?’, está sendo muito bacana”, diz.

O lado publicitário da campanha foi planejado pela agência F/Nazca e tem como “garoto-propaganda” um sapo. “Usamos o sapo porque ele é um bicho que só consegue viver onde tem água limpa. Se a água está contaminada, ele morre”, afirma Ribeiro.

A escolha mostra também a preocupação da ONG em não causar um problema de saúde pública. “A gente fez todas as perguntas possíveis aos especialistas, para ter a certeza de que não estaríamos expondo as pessoas a nenhum risco.”

Questões de saúde – Claro, em circunstâncias ideias, o melhor seria não ter de fazer xixi no banho para economizar água. O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, prefere separar as duas coisas.

“No meu entendimento, cada local tem a sua função. O chuveiro é um local para tomar banho, e a privada é um local que possui a sua função específica”, diz Figueiredo. “Não devemos misturar as coisas, pois o ato de urinar no piso do chuveiro pode acarretar, tendo em vista a possibilidade de um não-enxague adequado, em um crescimento de microrganismos, alguns que poderiam levar a possíveis aparecimentos de doenças de pele — principalmente porque, no momento do banho, a pele pode estar mais fragilizada.”

A temperatura do banho também influencia nisso. Com água mais quente, como a maioria das pessoas costuma tomar seu banho, a pele fica mais exposta.

“Como eu disse, queremos chamar a atenção para o problema, que ocorre porque usamos água tratada para dar descarga”, diz Ribeiro. “Claro que o ideal seria que houvesse um sistema nas casas em que a água usada no banho fosse redirecionada para dar a descarga. Mas como convencer as pessoas a fazerem uma reforma em sua casa e quebrarem os encanamentos para fazer algo assim? Estamos usando essa ideia bem-humorada para mostrar a situação.”

De todo modo, apesar dos problemas apontados por Figueiredo, os riscos são mínimos. E, para levá-lo a zero, a SOS Mata Atlântica faz recomendações adicionais. “É importante que o xixi aconteça no começo do banho, pois aí toda a água do banho fará o enxague adequado do piso e impedirá qualquer problema”, afirma Ribeiro.

“Outra coisa importante é que não estamos recomendando isso para banheiros públicos. Estamos falando das pessoas fazerem isso em sua própria casa, no seu próprio banheiro. É impossível uma pessoa ser contaminada pela sua própria urina”, destaca a ambientalista.

A campanha deve culminar com um evento, entre os dias 22 e 24 de maio, na marquise do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, sobre esse e outros temas relacionados à proteção ambiental. (Fonte: Salvador Nogueira/ G1)


22 de abril de 2009 | nenhum comentário »

No dia 22 de abril comemora-se o dia Planeta Terra

No dia 22 de abril comemora-se o dia do Planeta Terra, iniciativa que pretende despertar a consciência na população de todo o mundo sobre maneiras de colaborar na preservação do meio ambiente através de simples medidas cotidianas.

Há 39 anos, no dia 22 de abril de 1970, aconteceu o primeiro protesto em caráter nacional contra a poluição do planeta. O então o Senador norte-americano Gaylord Nelson, na época estudante de Harvard, organizou eventos para discussão e desenvolvimento de projetos sobre o meio ambiente. O movimento ganhou, ano após ano, outros países como adeptos, incluindo o Brasil, que uniu-se oficialmente à causa em 1990.

O problema – Grande parte dos 510,3 milhões de m² do planeta Terra está sendo destruída por nós, humanos, que somos inconsequentes no proveito do meio ambiente. As florestas estão cada vez mais desmatadas, os rios mais poluídos, o ar mais carregado, o céu mais acinzentado. Como consequência disso tudo, vem o aquecimento global, que por sua vez derrete as geleiras, faz com que o nível do mar aumente, ameaça biosfera e contribui para a proliferação de doenças. Muito esgoto é lançado in natura nas águas, muito lixo é jogado nas ruas e a reciclagem ainda é uma palavra conhecida por poucos.

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Para amenizar o quadro desolador, existem ONGs, empresas e outras iniciativas públicas e privadas preocupadas em fazer o mínimo que seja para que a Terra saia desta situação. Hoje, há uma estimativa de que 500 milhões de cidadãos em 85 países fazem algo especial pelo ambiente no dia 22 de abril. Não que a mobilização durante um dos 365 dias do ano possa mudar muita coisa, mas já é um passo para desenvolver a sensibilidade ambiental coletiva e tentar salvar o Planeta. Aproveite esta data para colaborar. Economize energia, evite desperdícios e poluição. Cuide do lixo que você produz.

Para mantermos o equilíbrio da Terra é necessário ter consciência do que deve ser feito. Se os recursos naturais, essenciais para a sobrevivência humana forem esgotados, não haverá maneira de repô-los. O pensamento global deve implantar as iniciativas locais e pessoais para que cada um comece a fazer a sua parte. (Fonte: Yahoo!)


25 de março de 2009 | nenhum comentário »

Comemoração do dia da água mobiliza comunidade em Cornélio Procópio

parceirosEm comemoração ao Dia Internacional da Água (22 de Março), o IPEVS em conjunto com a SANEPAR, a Prefeitura Municipal de Cornélio Procópio, a UENP – Curso de Ciências Biológicas – Campus FAFICOP e alunos do Colégio Dom Bosco realizaram um evento de conscientização ambiental da população residente em duas das mais movimentadas avenidas da nossa cidade. As ações ocorreram na Av. São Paulo e Nossa Senhora de Fátima e foram resultado do empenho de todas as instituições envolvidas.

Num primeiro momento (dia 23/03) os alunos do curso de Ciências Biológicas da UENP, acompanhados dos alunos do terceiro ano do ensino médio do Colégio Dom Bosco passaram de casa em casa dando dicas de como economizar água utilizando-a de forma responsável e sustentável e informando aos moradores dessas avenidas que seriam plantadas mudas nos canteiros centrais das mesmas e que a responsabilidade de cuidar, aguar e proteger estas plantas é de todos os cidadãos.eacola-041eacola-038

Num segundo momento (24/03) os alunos do curso de Ciências Biológicas da UENP, acompanhados dos alunos da oita série do ensino fundamental II do Colégio Dom Bosco retornaram a estes locais, acompanhados de funcionários da garagem municipal para procederem o plantio.

Com esta iniciativa as intituições envolvidas pretendem iniciar uma grande ação ambiental para o município e garantem que as atividades vão melhorar a qualidade de vida da população local.

A coordenação do projeto ficou por conta de Zenite (SANEPAR), Fátima Roque e João Carlos (Prefeitura Municipal) e Rafael Haddad (IPEVS).

Toda a turma reunida

Toda a turma reunida


Fátima Roque e aluno da UENP, mão na terra!
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Fátima Roque e aluno da UENP, mão na terra!

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Salas verdes do Ministério do Meio Ambiente vão receber cartilha sobre uso consciente de embalagens

As cerca de 350 salas verdes do Ministério do Meio Ambiente em todo o país vão receber a partir deste mês uma cartilha ambiental com informações sobre o consumo consciente e as possibilidades de reciclagem de embalagens. O material, que será distribuído pelo ministério, traz ainda atividades lúdicas específicas para o público infantil, como propostas de construção de brinquedos e objetos diversos com a utilização de embalagens usadas.

O projeto Sala Verde, coordenado pelo Departamento de Educação Ambiental do ministério, é uma iniciativa que prevê a formação de espaços, vinculados a instituições públicas ou privadas parceiras, onde são desenvolvidos programas e ações educacionais voltados à questão ambiental.

De acordo com a diretora do Instituto de Embalagens, responsável pela elaboração da cartilha Nós, as Embalagens e o Meio Ambiente, Assunta Camilo, o objetivo é aproveitar a curiosidade natural das crianças para promover o uso consciente dos recursos naturais, incentivando o descarte responsável e minimizando os impactos ambientais por meio da informação.

“As crianças estão muito expostas a todo o tipo de notícias e elas já começam a se preocupar com essas questões [ambientais], afinal isso está muito mais relacionado ao futuro delas do que ao nosso”, disse. “Elas estão curiosas e buscam informações, se não dermos as orientações de forma clara e correta podemos perder uma força importante, porque elas têm a capacidade de orientar também os pais e se mobilizam muito mais do que em idades mais avançadas”, explicou.

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Segundo Assunta Camilo, entre as atividades propostas está a confecção de um posto de gasolina de brinquedo, kits de escritório, porta-lápis, entre outros, com o uso de embalagens. A cartilha também ensina os pequenos leitores a identificar as lixeiras de coleta seletiva.

Ao todo foram produzidos 30 mil exemplares que devem atender 300 mil crianças, não apenas nas salas verdes, mas também por meio da aquisição por escolas das redes privada e pública e da comercialização em redes de livrarias. A diretora do Instituto de Embalagens explicou que o material é impresso em papel reciclado, impermeável e de alta resistência, para que cada criança, após ler a cartilha, possa repassá-la a colegas.

Para o coordenador da Sala Verde do município fluminense de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, André Cavalcanti, o material poderá ser utilizado em diversos projetos desenvolvidos no local.

“Além de serem disponibilizados na nossa pequena biblioteca, aberta à população, os livros podem servir de base para as iniciativas de educação ambiental que já desenvolvemos aqui, como o projeto Jovens Guardiões Ecológicos, que promove a consciência ambiental em jovens de comunidades carentes, no contraturno escolar, para eles sejam multiplicadores dos conceitos aprendidos”, afirmou.

O Ministério do Meio Ambiente participou como consultor técnico no desenvolvimento das cartilhas. O Instituto de Embalagens, criado em 2005, é uma entidade que promove cursos e pesquisas e elabora publicações técnicas sobre o desenvolvimento e o uso consciente de embalagens.

Fonte: Agência Brasil


1 de agosto de 2009 | nenhum comentário »

Ecobags fora do “gosto” popular

Mesmo com todo apelo da necessidade de construir um mundo sustentável, muitas pessoas ainda resistem em realizar as mais simples lições de responsabilidade social e ambiental e, assim, colaborar com a preservação do meio ambiente. Fazer coleta seletiva, economizar água e energia, diminuir o uso de produtos não biodegradáveis. Atitudes como essas, ainda, esbarram na cultura de uma sociedade bastante preocupada com o próprio conforto. Com as sacolas retornáveis, mais conhecidas como ecobags, a situação não foi diferente.

Criadas com o propósito de diminuir o uso de sacolas plásticas descartáveis, a nova tecnologia ainda não encontrou espaço suficiente para se impor perante os velhos sacos plásticos, que passaram de símbolos da modernidade, nos anos cinquenta, a vilãs do meio ambiente em pouco mais de meio século. Ao contrário das sacolas plásticas, as ecobags podem ser utilizadas mais de uma vez, são laváveis e não agridem o meio ambiente.

As sacolas retornáveis podem substituir até oito sacolas plásticas e suportar até 15 quilos, o que neste caso significa a economia de 4,8 milhões de embalagens plásticas e seu descarte no meio ambiente. Calcula-se que cerca de 90% dos sacos de plástico acabam em lixeiras, como resíduos, ou como contentores de desperdícios. No total, são produzidas, aproximadamente, 210 mil toneladas de plástico filme, matéria-prima das sacolas, que se tornam cerca 10% de todo o detrito do País.

Mesmo com todos os benefícios, pouco se vê pessoas utilizando as ecobags nos supermercados. A pouca praticidade, preços dos produtos e antigos hábitos são alguns dos motivos que os resistentes alegam para não aderir às retornáveis. No entanto, a utilidade e importância delas são indiscutíveis. A oficial de justiça, Erika Braga, de 32 anos, por exemplo, sabe da necessidade de preservar o meio ambiente, se diz a favor e até defende da proposta das sacolas retornáveis, entretanto, admite que não as usa. “Eu até tenho ecobags, uso para tudo, menos para fazer feira”, explicou Erika, que acha as sacolas interessantes para pequenas compras e não para grandes feiras, por questão de acomodação dos produtos.

Apesar de ainda haver muita resistência, algumas pessoas já fazem todas as feiras com sacolas retornáveis. Mariana Maris, 21, pode ser uma formiga no universo, mas tem noção que sua atitude já colabora com a preservação do meio ambiente. “Só economizando as sacolas da minha feira, já é uma diferença muito grande”, explicou a estudante, que há dois anos só faz feira com ecobags.

De acordo com a professora do curso de engenheira ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Simone Maria da Silva, o baixo nível de educação ambiental da população é o principal motivo de resistência ao uso de sacolas retornáveis. “O que falta ao sucesso das sacolas retornáveis é um plano mais audacioso de educação ambiental, que forme cidadãos que entendam a importância de se preservar a natureza, os danos e principalmente o tempo que a natureza passa para se recuperar deles”, explicou a especialista que considera a ideia de grande importância para a preservação do meio ambiente.

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(Fonte: Marcela Alves / Folha de Pernambuco)


10 de maio de 2009 | nenhum comentário »

ONG ambientalista realiza campanha para pessoas fazerem xixi no banho

Uma ONG ambientalista brasileira está lançando uma campanha no mínimo inusitada. Para reduzir o desperdício de água, eles encorajam as pessoas a fazerem xixi durante o banho.

Pelas contas da SOS Mata Atlântica, dá para economizar em média 12 litros de água diários (o equivalente a uma descarga) ao adotar essa prática.

Claro, se levarmos em conta que o banho demore um minuto a mais, com um tempo extra para o xixi, e o chuveiro ficar ligado nesse período, lá se vão cerca de 9 litros de água a mais pelo ralo. Resultado final: economia de 3 litros.

Isso, entretanto, nem é tão importante. “O que a gente quer é provocar, é mexer com a consciência das pessoas”, afirma Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da SOS Mata Atlântica.

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A campanha tem um site, www.xixinobanho.org.br, em que podem ser encontrados muitos dados a respeito do desperdício de água. E, segundo Ribeiro, a resposta das pessoas tem se dado principalmente via internet, levando em conta o lado humorístico da campanha. “Essa reação inicial das pessoas, ‘mas isso não é nojento?’, está sendo muito bacana”, diz.

O lado publicitário da campanha foi planejado pela agência F/Nazca e tem como “garoto-propaganda” um sapo. “Usamos o sapo porque ele é um bicho que só consegue viver onde tem água limpa. Se a água está contaminada, ele morre”, afirma Ribeiro.

A escolha mostra também a preocupação da ONG em não causar um problema de saúde pública. “A gente fez todas as perguntas possíveis aos especialistas, para ter a certeza de que não estaríamos expondo as pessoas a nenhum risco.”

Questões de saúde – Claro, em circunstâncias ideias, o melhor seria não ter de fazer xixi no banho para economizar água. O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, prefere separar as duas coisas.

“No meu entendimento, cada local tem a sua função. O chuveiro é um local para tomar banho, e a privada é um local que possui a sua função específica”, diz Figueiredo. “Não devemos misturar as coisas, pois o ato de urinar no piso do chuveiro pode acarretar, tendo em vista a possibilidade de um não-enxague adequado, em um crescimento de microrganismos, alguns que poderiam levar a possíveis aparecimentos de doenças de pele — principalmente porque, no momento do banho, a pele pode estar mais fragilizada.”

A temperatura do banho também influencia nisso. Com água mais quente, como a maioria das pessoas costuma tomar seu banho, a pele fica mais exposta.

“Como eu disse, queremos chamar a atenção para o problema, que ocorre porque usamos água tratada para dar descarga”, diz Ribeiro. “Claro que o ideal seria que houvesse um sistema nas casas em que a água usada no banho fosse redirecionada para dar a descarga. Mas como convencer as pessoas a fazerem uma reforma em sua casa e quebrarem os encanamentos para fazer algo assim? Estamos usando essa ideia bem-humorada para mostrar a situação.”

De todo modo, apesar dos problemas apontados por Figueiredo, os riscos são mínimos. E, para levá-lo a zero, a SOS Mata Atlântica faz recomendações adicionais. “É importante que o xixi aconteça no começo do banho, pois aí toda a água do banho fará o enxague adequado do piso e impedirá qualquer problema”, afirma Ribeiro.

“Outra coisa importante é que não estamos recomendando isso para banheiros públicos. Estamos falando das pessoas fazerem isso em sua própria casa, no seu próprio banheiro. É impossível uma pessoa ser contaminada pela sua própria urina”, destaca a ambientalista.

A campanha deve culminar com um evento, entre os dias 22 e 24 de maio, na marquise do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, sobre esse e outros temas relacionados à proteção ambiental. (Fonte: Salvador Nogueira/ G1)


22 de abril de 2009 | nenhum comentário »

No dia 22 de abril comemora-se o dia Planeta Terra

No dia 22 de abril comemora-se o dia do Planeta Terra, iniciativa que pretende despertar a consciência na população de todo o mundo sobre maneiras de colaborar na preservação do meio ambiente através de simples medidas cotidianas.

Há 39 anos, no dia 22 de abril de 1970, aconteceu o primeiro protesto em caráter nacional contra a poluição do planeta. O então o Senador norte-americano Gaylord Nelson, na época estudante de Harvard, organizou eventos para discussão e desenvolvimento de projetos sobre o meio ambiente. O movimento ganhou, ano após ano, outros países como adeptos, incluindo o Brasil, que uniu-se oficialmente à causa em 1990.

O problema – Grande parte dos 510,3 milhões de m² do planeta Terra está sendo destruída por nós, humanos, que somos inconsequentes no proveito do meio ambiente. As florestas estão cada vez mais desmatadas, os rios mais poluídos, o ar mais carregado, o céu mais acinzentado. Como consequência disso tudo, vem o aquecimento global, que por sua vez derrete as geleiras, faz com que o nível do mar aumente, ameaça biosfera e contribui para a proliferação de doenças. Muito esgoto é lançado in natura nas águas, muito lixo é jogado nas ruas e a reciclagem ainda é uma palavra conhecida por poucos.

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Para amenizar o quadro desolador, existem ONGs, empresas e outras iniciativas públicas e privadas preocupadas em fazer o mínimo que seja para que a Terra saia desta situação. Hoje, há uma estimativa de que 500 milhões de cidadãos em 85 países fazem algo especial pelo ambiente no dia 22 de abril. Não que a mobilização durante um dos 365 dias do ano possa mudar muita coisa, mas já é um passo para desenvolver a sensibilidade ambiental coletiva e tentar salvar o Planeta. Aproveite esta data para colaborar. Economize energia, evite desperdícios e poluição. Cuide do lixo que você produz.

Para mantermos o equilíbrio da Terra é necessário ter consciência do que deve ser feito. Se os recursos naturais, essenciais para a sobrevivência humana forem esgotados, não haverá maneira de repô-los. O pensamento global deve implantar as iniciativas locais e pessoais para que cada um comece a fazer a sua parte. (Fonte: Yahoo!)


25 de março de 2009 | nenhum comentário »

Comemoração do dia da água mobiliza comunidade em Cornélio Procópio

parceirosEm comemoração ao Dia Internacional da Água (22 de Março), o IPEVS em conjunto com a SANEPAR, a Prefeitura Municipal de Cornélio Procópio, a UENP – Curso de Ciências Biológicas – Campus FAFICOP e alunos do Colégio Dom Bosco realizaram um evento de conscientização ambiental da população residente em duas das mais movimentadas avenidas da nossa cidade. As ações ocorreram na Av. São Paulo e Nossa Senhora de Fátima e foram resultado do empenho de todas as instituições envolvidas.

Num primeiro momento (dia 23/03) os alunos do curso de Ciências Biológicas da UENP, acompanhados dos alunos do terceiro ano do ensino médio do Colégio Dom Bosco passaram de casa em casa dando dicas de como economizar água utilizando-a de forma responsável e sustentável e informando aos moradores dessas avenidas que seriam plantadas mudas nos canteiros centrais das mesmas e que a responsabilidade de cuidar, aguar e proteger estas plantas é de todos os cidadãos.eacola-041eacola-038

Num segundo momento (24/03) os alunos do curso de Ciências Biológicas da UENP, acompanhados dos alunos da oita série do ensino fundamental II do Colégio Dom Bosco retornaram a estes locais, acompanhados de funcionários da garagem municipal para procederem o plantio.

Com esta iniciativa as intituições envolvidas pretendem iniciar uma grande ação ambiental para o município e garantem que as atividades vão melhorar a qualidade de vida da população local.

A coordenação do projeto ficou por conta de Zenite (SANEPAR), Fátima Roque e João Carlos (Prefeitura Municipal) e Rafael Haddad (IPEVS).

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