9 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Onça parda foge e é encontrada na Região Metropolitana de Curitiba

Onça vivia em cativeiro de propriedade rural. (Foto: Divulgação Polícia Militar )

Onça vivia em cativeiro de propriedade rural. (Foto: Divulgação Polícia Militar )

Uma onça parda da espécie Suçuarana foi capturada pela Polícia Ambiental na sexta-feira (5) em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo as informações dos policiais, o animal foi encontrado em um matagal nas proximidades do bairro Guatupê, através de uma denúncia anônima.

O major Adilson Luiz Correa dos Santos contou que a onça era mantida em cativeiro no interior de uma propriedade rural e escapou porque rompeu as grades da jaula com os dentes.

A onça, que pesa 80 kg e tem 1,50 m, foi encaminhada para o Zoológico de Curitiba. O proprietário da chácara foi notificado para prestar depoimento.

Fonte: Globo Natureza


9 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Reunião em Curitiba marca o início dos trabalhos do CEMA em 2011

foto0313No dia 23/05/2011 o CEMA – Conselho Estadual de Meio Ambiente realizou sua primeira reunião do ano de 2011, sendo sua 80ª reunião ordinária.

Com a presença maciça de seus novos conselheiros (natos e eleitos), o CEMA iniciou um novo período que promete mais dinamismo e competência.

Presidida pelo Secretário de Estad0 de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Jonel Nazareno Iurk, a reunião ocorreu no Auditório Araucária do LACTEC e teve a presença de diversos secretários de estado, instituições de ensino, entidades ambientalistas, e representantes das associações de classe e de diversos segmentos do setor produtivo. Na pauta, assuntos relevantes e importantes como a Aprovação da Proposta da Política Estadual de Educação Ambiental e a alteração da composição das Câmaras Técnicas.

Na sequência os informes relativos ao Plano de Controle de Poluição Veicular, Programa Bioclima, Escola Parque, Política Estadual de Resíduos Sólidos, Fundo Estadual de Meio Ambiente e Descentralização dos Licenciamentos Ambientais, foram apresentados por técnicos do IAP e SEMA.

Na ocasião, um importante passo foi dado, pela primeira vez após anos de cobranças, ocorreu a prestação de contas e a projeção de gastos do Fundo Estadual de Meio Ambiente, apresentado pelo atual chefe do IAP Luiz Tarcísio Mossato Pinto.

O IPEVS se fez presente representado pelo Médico Veterinário e Biólogo, Rafael Haddad, o qual prestou suas devidas contribuições ao processo democrático ocorrido durante a reunião.

Devida as inúmeras discussões e debates gerados em relação as alterações das composições da câmaras técnicas este assunto foi protelado e será decidido em uma reunião extraordinária exclusiva para esta pauta.

Para saber quais são os novos conselheiros do CEMA clique no link abaixo

http://www.cema.pr.gov.br/arquivos/File/Listagem_dos_Conselheiros_2010_2012.pdf

foto0315


11 de maio de 2011 | nenhum comentário »

I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais

O evento foi realizado em Curitiba (PR) e contou com a presença de profissionais autônomos, estudantes, empresas e entidades que não participam ativamente deste Fórum, mas tem interesse em conhecer os princípios e critérios adotados para certificação florestal pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil) e pelo Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor), entre outros assuntos apresentados.

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Durante o dia 05 de maio de 2011, representantes das empresas florestais e ONGs, que compões o Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina, participaram do “I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais”, com o objetivo discutir os critérios socioambientais envolvidos nos processos de Certificação Florestal com ênfase nas “Relações Comunitárias e Direito dos Trabalhadores”.

 

Esses critérios foram apresentados por Fabíola Zerbini – Secretária Executiva do FSC e Maria Teresa Rezende – Secretária Executiva do Inmetro/Cerflor.

Durante o seminário foram apresentados exemplos de projetos que estão em andamento e envolvem o setor, e que tem como principais beneficiários as comunidades direta ou indiretamente envolvidas nos processos de produção. Entre as apresentações foram relatadas as ações socioambientais realizadas pela Rigesa; o programa “Semear –Responsabilidade Socioambiental”, desenvolvido pela Arauco e os mecanismos de comunicação, desenvolvidos pela Klabin que facilitam a comunicação com as comunidades e com a sociedade civil em geral.

Gisele Bolzani, Coordenadora de Gestão Socioambiental, da empresa Poyry silviconsult, através da palestra “Gestão social no contexto da sustentabilidade”, apresentou os principais caminhos que a empresa deve seguir para a gestão social, e que ações nesse sentido, devem ser planejadas, executadas, monitoradas e avaliadas constantemente.

Através dos debates e aproximação entre os participantes, foi possível levantar demandas externas relacionadas a questões sociais que deverão ser trabalhadas nos próximos meses, pelo GT Socioambiental, constituído no âmbito do Fórum Florestal PR e SC.

Fonte: www.dialogoflorestal.org.br


30 de março de 2011 | nenhum comentário »

Pássaros silvestres nativos são apreendidos na Região Metropolitana de Curitiba/PR

Cerca de 120 pássaros silvestres nativos de criadores amadores foram apreendidos na região metropolitana de Curitiba nesta última semana. A Operação Sispass Legal, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Ibama, aplicou multas a criadores que chegaram a R$ 70 mil.

A operação do Ibama fiscalizou 13 criadores amadores cadastrados no instituto e em oito foram encontradas infrações ambientais, dentre elas aves sem identificação ambiental e aves com registros adulterados.

As aves em situação irregular foram encaminhadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres mantido pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, PUC-PR, em Tijucas do Sul, na região metropolitana de Curitiba.

Para criar pássaros silvestres nativos é necessário cadastrar o animal no Sistema de Cadastramentos de Passeriformes (Sispass) do Ibama. Somente a comercialização destes animais é vedada aos criadores amadores que possuem autorização.

Segundo a assessoria de imprensa do Ibama, a operação de fiscalização deve continuar nos próximos dias. A criação de animais silvestres em cativeiro sem autorização do Ibama é crime ambiental passível de multa, apreensão dos animais e processo criminal.

Fonte: Gazeta do Povo/PR


23 de março de 2011 | nenhum comentário »

No Dia Mundial da Água prefeito de Curitiba/PR anuncia projeto para despoluir rios

Um projeto para despoluir os Rios Uvu e Belém, foi anunciado pelo prefeito Luciano Ducci (PSB), por volta das 11h desta terça-feira (22), em comemoração ao Dia Mundial da Água. O projeto será realizado pela prefeitura da cidade em parceria com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). O Rio Uvu é um dos principais afluentes da bacia do Rio Barigui. O Rio Belém passa pelos principais pontos da capital, como Palácio Iguaçu, Av. Cândido de Abreu e Centro Cívico.

O tempo estimado para recuperação dos rios, incluindo mutirões de limpeza e educação ambiental, é de dois anos. O investimento é de R$ 11,4 milhões.

O prefeito anunciou também o início das obras para dois novos parques nos bairros Fazendinha e Cidade Industrial (CIC). O investimento será de R$ 19 milhões. A construção será ao redor do Rio Barigui com o objetivo de prevenir possíveis enchentes na cidade. Os Parques Cambuí, Tanguá, Tingui e Barigui tem a mesma função.

Fonte: Adriana Justi/ G1


23 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Curitiba/PR é escolhida a cidade mais verde entre 17 outras da América Latina

A cidade de Curitiba, capital do Paraná, obteve neste domingo (22) a distinção de metrópole mais verde entre outras 17 da América Latina, segundo um estudo sobre meio ambiente apresentado pela empresa alemã Siemens e a unidade de estudos da revista britânica “The Economist”.

No marco da Cúpula Climática Mundial de Prefeitos (CCLIMA), realizada no México, se apresentou pela primeira vez o Green City Index (GCI) da América Latina, classificando Curitiba, com 1,7 milhão de habitantes, como a única cidade “muito acima” da média quanto a normas ambientais.

Seguida dela, no segundo dos cinco níveis, ficaram outro grupo de cidades como Bogotá, capital da Colômbia; e Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Resultados “aceitáveis” na classificação foram obtidos pela colombiana Medellín, Cidade do México, Puebla e Monterrey, Porto Alegre, Quito e Santiago do Chile, colocadas no terceiro nível.

“Abaixo da média”, o quarto nível em termos ambientais, ficaram Buenos Aires e Montevidéu, enquanto a mexicana Guadalajara e Lima, capital do Peru, estiveram um nível mais abaixo, “muito abaixo” da média, no nível mais baixo.

O novo índice considerou as variáveis de eficiência energética e emissões de dióxido de carbono (CO2), uso do solo e edifícios, tráfego, resíduos, água, situação das águas residuais, qualidade do ar e agenda meio ambiental de Governo.

O GCI pretende se transformar em um indicador que ajude a conscientizar as autoridades municipais sobre as necessidades de desenvolver políticas sustentáveis, explicaram os responsáveis pelo estudo.

“A ferramenta permitirá às cidades aprender mais de suas respectivas situações e fomentará a troca sobre estratégias eficazes partindo de uma base objetiva”, disse Pedro Miranda, executivo da Siemens e diretor do estudo.

Segundo Leo Abruzzese, diretor global da Unidade de Inteligência de “The Economist”, “o estudo demonstra que as cidades que seguem uma colocação integral alcançam resultados muito notáveis”.

A metodologia do GCI foi empregada pela primeira vez com cidades europeias há um ano em outro estudo apresentado pela Siemens e “The Economist” com o apoio da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Banco Mundial (BM).

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Aquela vez se tornou público o resultado em Copenhague dentro da 15ª Conferência das Partes da ONU sobre a Mudança Climática realizada em dezembro de 2009. (Fonte: Folha.com)


3 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Lixo da Grande Curitiba tem novo endereço

Um caminhão com 25 toneladas de lixo, proveniente de Colombo, uma das 18 cidades ligadas ao Consórcio Intermunicipal do Lixo, deu início na manhã de segunda-feira (1º) às atividades do Centro de Gerenciamento de Resíduos Iguaçu, da empresa Estre Ambiental, em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba (PR).

O centro tem capacidade de receber diariamente 2,4 mil toneladas, mas, até às 16h45 de segunda-feira, já havia recebido 1.033 toneladas. O aterro particular da Essencis Soluções Ambientais (cuja capacidade é de 100 toneladas/dia), na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), também recebe lixo das cidades do consórcio.

O centro de gerenciamento da Estre Ambiental está localizado em uma área de 2,6 milhões de metros quadrados, mas apenas 382 mil metros quadrados serão utilizados para a compactação e armazenamento do lixo.

O restante do terreno será utilizado como reserva ambiental. De acordo com a empresa, o lixo está sendo depositado em um espaço especialmente preparado para não prejudicar o meio ambiente.

Abaixo do centro existe um sistema de drenagem do chorume. Acima disso, uma manta de PAD com dois milímetros de espessura. Trata-se de um material que impede a passagem do líquido, que é desviado para uma estação de tratamento com capacidade para 300 mil litros.

Todo o lixo descarregado no local será coberto por 70 centímetros de terra diariamente, evitando assim o mau cheiro. Além disso, já foram implantados os drenos para liberação de gás.

O biólogo Dirceu Pierro Junior, diretor comercial coorporativo da Estre Ambiental, explica que, em pelo menos 12 meses, será construída no local uma central de reciclagem de resíduos da construção civil e uma cooperativa de reciclagem.

“Precisaremos desse prazo em razão do funcionamento emergencial do centro. A partir disso, poderemos aplicar os conhecimentos e tecnologias que já existem nos nossos centros de gerenciamento de outras cidades. Sabemos que funciona, por isso utilizaremos em Fazenda Rio Grande também”, ressalta.

A Estre Ambiental prevê ainda a instalação de uma Autoclave para tratamento de lixo hospitalar. Segundo Pierro Junior, a empresa está bastante preocupada com os moradores da cidade.

“Vemos como um dever e obrigação contratar pessoas da região para trabalhar conosco”, afirma. A Estre Ambiental irá gerar 140 empregos diretos e 300 indiretos com o funcionamento da unidade de Fazenda Rio Grande.

Além disso, a Estre Ambiental está asfaltando a Rua Mato Grosso, que liga o centro de gerenciamento à BR-116. “Outro ponto bastante importante é a questão fiscal, pois todo imposto será recolhido para Fazenda Rio Grande”, ressalta.

Alívio – Na segunda-feira, moradores do Caximba, bairro que abriga o aterro que recebeu lixo por mais de 20 anos, estavam aliviados com o término do serviço no local. “É uma grande vitória, pois muitos moradores enfrentaram problemas durante anos. Nossa preocupação agora é com o passivo ambiental, uma vez que o lixo vai continuar gerando chorume e gás”, afirma Jadir Silva de Lima, presidente da Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba (Adecom).

De acordo com a prefeitura de Curitiba, mesmo desativado, as obras que atendem ao Plano de Encerramento do Aterro do Caximba, que envolvem drenagem, melhoria no sistema de tratamento de chorume e monitoramento geotécnico e ambiental, serão concluídas. A intenção é criar um parque municipal na região. (Fonte: Paraná Online)

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8 de setembro de 2009 | 1 comentário »

Brasileiros e dinamarqueses discutem tecnologias limpas no Paraná

Danielle Jordan / AmbienteBrasil

Nesta quarta-feira, 09, será realizado o Seminário e Rodadas de Negócios “Brasil-Dinamarca: Cooperação em Meio Ambiente”, em Curitiba (PR). 

Organizado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), o evento reúne especialistas e profissionais de meio ambiente brasileiros e dinamarqueses para discutir a utilização de tecnologias limpas.

Um dos objetivos do encontro é ajudar o governo a se posicionar na 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP 15), sobre a redução de emissões de gases de efeito estufa e a utilização de energias limpas. Para isso a Fiep conta com um Conselho Temático de Meio Ambiente e Recursos Naturais e do Centro Internacional de Negócios (CIN).

A COP acontece de 07 a 18 de dezembro em Copenhague, na Dinamarca. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), é uma das entidades que participa do conselho e vai ajudar a definir a posição brasileira na Conferência. O papel dos empresários, segundo o coordenador do Conselho de Meio Ambiente da Fiep, Roberto Gava, é discutir a questão das mudanças climáticas e encaminhar os resultados para à CNI.

A experiência da Dinamarca, um dos países líderes em questões ambientais, será apresentada em Curitiba. Segundo a organização, as discussões serão divididas em áreas temáticas: água e esgoto; resíduos e reciclagem; construção, infraestruturas, energia renovável e eficiência energética; e emissão de CO2. Haverá ainda uma rodada de negócios entre os empresários dos dois países.

A entrada é franca, porém as vagas são limitadas e devem ser feitas antecipadamente pelo site www.fiepr.org.br/brasil-dinamarca. O seminário acontece das 8h30 às 17 horas, no auditório Caio Amaral Gruber, no Cietep (Av. Comendador Franco, 1341, Jardim Botânico).

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*Com informações da FIEP

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16 de abril de 2009 | nenhum comentário »

Presidente do IPEVS ministra palestra no I COBAMEV em Curitiba – PR

dscf1349No dia 2 (dois) de abril de 2009 o presidente do IPEVS,  Rafael Haddad, ministrou a palestra teórico-prática intitulada “Manejo e Medicina de Répteis” no 1º Congresso Brasileiro dos Acadêmicos de Medicina Veterinária na PUC – Curitiba – PR. Segundo a organização do evento “o 1º Congresso Brasileiro dos Acadêmicos de Medicina Veterinária (I COBAMEV 2009), foi idealizado com o objetivo de unir os estudantes da classe, buscar a inovação técnica e científica e discutir sobre nossa sociedade e profissão. A programação do evento foi elaborada com a intenção de englobar os diversos ramos da nossa ampla Medicina Veterinária, como os módulos de animais de companhia, ruminantes, aves e suínos; saúde pública; medicina forense; animais selvagens; eqüinos; além dos grupos de discussão, visitas técnicas, cursos práticos e as plenárias centrais. As palestras foram ministradas por profissionais rigorosamente selecionados e de grande repercussão no mercado de trabalho e meio universitário”.

A palestra contou com a presença e cooperação dos professores Valter da Silva Queiroz (PUC e CPPI) e Graziela Soresini (CETAS – PUC), profissionais altamente qualificados, que proporcionaram uma atividade prática de extrema importância aos alunos ao final da palestra. Todos os animais utilizados na prática foram cedidos pelo CETAS – PUC e CPPI.

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Graziela Soresini (CETAS - PUC) e Rafael Haddad

Graziela Soresini (CETAS - PUC) e Rafael Haddad

Ainda segundo os organizadores “Nesta primeira edição do evento conseguimos contar com 637 inscritos e demais pessoas que de alguma forma estiveram envolvidas na organização do mesmo, vindas de diferentes locais do nosso país. Foram abordados 90 temas de diversas especialidades, cursos práticos, visitas técnicas, plenárias centrais, festas e muito mais. Conseguimos alcançar o nosso objetivo que era unir os estudantes de Medicina Veterinária, promover o conhecimento entre nós graduandos e fazer com que o evento tenha continuidade, o qual provavelmente ocorrerá na cidade de Londrina, estado do Paraná.”

O Módulo de Animais Selvagens teve como coordenadora a acadêmica Hanna Lethycia Wolupeck que organizou de modo brilhante todas as atividades desenvolvidas.

A coordenadora Hanna Lethycia Wolupeck

A coordenadora Hanna Lethycia Wolupeck


Prof. Valter Queiroz e Rafael Haddad durante a prática de contenção

Prof. Valter Queiroz e Rafael Haddad durante a prática de contenção


15 de abril de 2009 | nenhum comentário »

Fiscais da prefeitura começam a barrar caminhões com lixo no aterro da Caximba

A partir desta quarta-feira o local não vai mais receber resíduos dos grandes geradores (empresas, shoppings e supermercados)

Seis caminhões que levavam lixo de empresas foram impedidos de descarregar os resíduos no Aterro Sanitário da Caximba, na manhã desta quarta-feira (15). A secretaria municipal do Meio Ambiente de Curitiba

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havia definido esta data como o último dia para o aterro receber resíduos dos grandes geradores de lixo (supermercados, shoppings e fábricas, por exemplo) da capital e da região metropolitana.

Fiscais da secretaria municipal de Meio Ambiente fizeram plantão no aterro, durante toda esta quarta-feira. A medida é uma tentativa de aumentar a vida útil do aterro, que está com a capacidade praticamente esgotada. Agora, o local não vai mais receber o lixo de quem gerar mais de 600 litros de resíduos por semana. Segundo informações da assessoria da prefeitura, atualmente, 10% do lixo encaminhado diariamente ao aterro são de grandes geradores.

De acordo com a prefeitura, as empresas tiveram tempo suficiente para se organizar. “Esse é um processo de longo tempo, há praticamente um ano vínhamos fazendo tratativas com o setor tanto dos transportadores quanto do setor gerador e hoje temos a confirmação de que Curitiba e região metropolitana já dispõem de outras empresas que possam tratar, receber e destinar os resíduos particulares que anteriormente estavam vindo para a Caximba”, afirmou Mário Sérgio Rasera, superintendente de controle ambiental da secretaria de Meio Ambiente, em entrevista ao telejornal ParanáTV.

Novos destinos

Os supermercados já encontraram soluções para dar a destinação ao lixo produzido. Segundo o superintendente da Associação Paranaense de Supermercados (Apras), Valmor Rovaris, dois outros aterros estão sendo utilizados, além de novas tecnologias para a transformação dos resíduos.

“Esse processo começou há uns dez meses, quando foi feito um estudo por todos os grandes geradores e transportadores. Hoje tem redes de supermercados levando o lixo para o aterro de Alexandra (no litoral paranaense) e outros como o Essencis, que fica na Cidade Industrial”, disse Rovaris.

O superintendente também explicou que algumas empresas estão transformando o lixo orgânico em alimentos para suínos. “Tem várias soluções que estão sendo adotadas”, definiu.

Licitação

O aterro da Caximba está com a capacidade praticamente esgotada e uma licitação está em andamento feita pelo Consórcio Intermunicipal para a Gestão de Resíduos Sólidos para escolha da empresa que irá gerir o Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos (Sipar). O Consórcio é formado por Curitiba e mais 16 cidades da região metropolitana.

Ainda não foi definido o local onde o novo “lixão” será implantado. Três áreas estão em análise: uma em Curitiba, outra em Fazenda Rio Grande e uma em Mandirituba, na região metropolitana. Na segunda-feira (13), a polêmica em torno de onde será instalado o novo sistema que receberá o lixo fez com que moradores do bairro Caximba fizessem um protesto. Cerca de 100 manifestantes proibiram a entrada de caminhões no Aterro da Caximba.

Pela nova proposta, o bairro continuaria recebendo todo o lixo gerado na capital e nas outras 16 cidades da região metropolitana, caso Curitiba seja escolhida para receber o novo sistema de tratamento dos resíduos.

Na terça-feira (14), a prefeitura disse que pretende usar o atual Aterro da Caximba até esgotar o limite do licenciamento. Por esse motivo, o espaço pode ser usado além de janeiro de 2010, antiga marca estabelecida pela administração municipal.

A Caximba já ganhou seis meses de “vida” nos últimos tempos. Em agosto do ano passado, o secretário de meio ambiente, José Antonio Andreguetto, disse que o espaço seria encerrado em julho deste ano. Agora, o secretário afirmou que o tempo de uso será definido seguindo o licenciamento do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) – 940 metros de altitude, tendo como base o nível do mar.

Entenda o caso

Desde 2002, o Consórcio busca nova área para depositar o lixo gerado em Curitiba e mais 16 municípios. Nos últimos meses, porém, Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e prefeitura de Curitiba divergem sobre o prazo limite de uso do Aterro da Caximba.

2002 e 2003 – Prefeitura de Curitiba e Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos tentam encontrar nova área para aterro sanitário. Terreno em Mandirituba é escolhido, mas uma Ação Civil Pública impede a instalação por limitações ambientais.

2004 – Aterro da Caximba recebe nova licença do IAP autorizando o uso até a altitude de 940 m, a partir do nível do mar.

Fevereiro de 2008 – Licitação do Consórcio é interditada pelo Tribunal de Justiça. As propostas deveriam ser entregues em março do ano passado.

Agosto de 2008 – A concorrência é liberada. Secretário do Meio Ambiente de Curitiba, José Antonio Andreguetto, afirma que prazo para uso da Caximba se encerrará em julho de 2009.

Fevereiro de 2009 – Presidente do IAP, Vítor Hugo Burko, afirma que um terreno em Ponta Grossa será licenciado e pode servir de “plano B” para o Consórcio. Desde então, prefeitura e IAP divergem sobre a capacidade do aterro. Para a prefeitura, o prazo limite é janeiro de 2010. Conforme o IAP, não deve ultrapassar julho ou agosto deste ano.






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9 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Onça parda foge e é encontrada na Região Metropolitana de Curitiba

Onça vivia em cativeiro de propriedade rural. (Foto: Divulgação Polícia Militar )

Onça vivia em cativeiro de propriedade rural. (Foto: Divulgação Polícia Militar )

Uma onça parda da espécie Suçuarana foi capturada pela Polícia Ambiental na sexta-feira (5) em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo as informações dos policiais, o animal foi encontrado em um matagal nas proximidades do bairro Guatupê, através de uma denúncia anônima.

O major Adilson Luiz Correa dos Santos contou que a onça era mantida em cativeiro no interior de uma propriedade rural e escapou porque rompeu as grades da jaula com os dentes.

A onça, que pesa 80 kg e tem 1,50 m, foi encaminhada para o Zoológico de Curitiba. O proprietário da chácara foi notificado para prestar depoimento.

Fonte: Globo Natureza


9 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Reunião em Curitiba marca o início dos trabalhos do CEMA em 2011

foto0313No dia 23/05/2011 o CEMA – Conselho Estadual de Meio Ambiente realizou sua primeira reunião do ano de 2011, sendo sua 80ª reunião ordinária.

Com a presença maciça de seus novos conselheiros (natos e eleitos), o CEMA iniciou um novo período que promete mais dinamismo e competência.

Presidida pelo Secretário de Estad0 de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Jonel Nazareno Iurk, a reunião ocorreu no Auditório Araucária do LACTEC e teve a presença de diversos secretários de estado, instituições de ensino, entidades ambientalistas, e representantes das associações de classe e de diversos segmentos do setor produtivo. Na pauta, assuntos relevantes e importantes como a Aprovação da Proposta da Política Estadual de Educação Ambiental e a alteração da composição das Câmaras Técnicas.

Na sequência os informes relativos ao Plano de Controle de Poluição Veicular, Programa Bioclima, Escola Parque, Política Estadual de Resíduos Sólidos, Fundo Estadual de Meio Ambiente e Descentralização dos Licenciamentos Ambientais, foram apresentados por técnicos do IAP e SEMA.

Na ocasião, um importante passo foi dado, pela primeira vez após anos de cobranças, ocorreu a prestação de contas e a projeção de gastos do Fundo Estadual de Meio Ambiente, apresentado pelo atual chefe do IAP Luiz Tarcísio Mossato Pinto.

O IPEVS se fez presente representado pelo Médico Veterinário e Biólogo, Rafael Haddad, o qual prestou suas devidas contribuições ao processo democrático ocorrido durante a reunião.

Devida as inúmeras discussões e debates gerados em relação as alterações das composições da câmaras técnicas este assunto foi protelado e será decidido em uma reunião extraordinária exclusiva para esta pauta.

Para saber quais são os novos conselheiros do CEMA clique no link abaixo

http://www.cema.pr.gov.br/arquivos/File/Listagem_dos_Conselheiros_2010_2012.pdf

foto0315


11 de maio de 2011 | nenhum comentário »

I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais

O evento foi realizado em Curitiba (PR) e contou com a presença de profissionais autônomos, estudantes, empresas e entidades que não participam ativamente deste Fórum, mas tem interesse em conhecer os princípios e critérios adotados para certificação florestal pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil) e pelo Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor), entre outros assuntos apresentados.

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Durante o dia 05 de maio de 2011, representantes das empresas florestais e ONGs, que compões o Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina, participaram do “I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais”, com o objetivo discutir os critérios socioambientais envolvidos nos processos de Certificação Florestal com ênfase nas “Relações Comunitárias e Direito dos Trabalhadores”.

 

Esses critérios foram apresentados por Fabíola Zerbini – Secretária Executiva do FSC e Maria Teresa Rezende – Secretária Executiva do Inmetro/Cerflor.

Durante o seminário foram apresentados exemplos de projetos que estão em andamento e envolvem o setor, e que tem como principais beneficiários as comunidades direta ou indiretamente envolvidas nos processos de produção. Entre as apresentações foram relatadas as ações socioambientais realizadas pela Rigesa; o programa “Semear –Responsabilidade Socioambiental”, desenvolvido pela Arauco e os mecanismos de comunicação, desenvolvidos pela Klabin que facilitam a comunicação com as comunidades e com a sociedade civil em geral.

Gisele Bolzani, Coordenadora de Gestão Socioambiental, da empresa Poyry silviconsult, através da palestra “Gestão social no contexto da sustentabilidade”, apresentou os principais caminhos que a empresa deve seguir para a gestão social, e que ações nesse sentido, devem ser planejadas, executadas, monitoradas e avaliadas constantemente.

Através dos debates e aproximação entre os participantes, foi possível levantar demandas externas relacionadas a questões sociais que deverão ser trabalhadas nos próximos meses, pelo GT Socioambiental, constituído no âmbito do Fórum Florestal PR e SC.

Fonte: www.dialogoflorestal.org.br


30 de março de 2011 | nenhum comentário »

Pássaros silvestres nativos são apreendidos na Região Metropolitana de Curitiba/PR

Cerca de 120 pássaros silvestres nativos de criadores amadores foram apreendidos na região metropolitana de Curitiba nesta última semana. A Operação Sispass Legal, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Ibama, aplicou multas a criadores que chegaram a R$ 70 mil.

A operação do Ibama fiscalizou 13 criadores amadores cadastrados no instituto e em oito foram encontradas infrações ambientais, dentre elas aves sem identificação ambiental e aves com registros adulterados.

As aves em situação irregular foram encaminhadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres mantido pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, PUC-PR, em Tijucas do Sul, na região metropolitana de Curitiba.

Para criar pássaros silvestres nativos é necessário cadastrar o animal no Sistema de Cadastramentos de Passeriformes (Sispass) do Ibama. Somente a comercialização destes animais é vedada aos criadores amadores que possuem autorização.

Segundo a assessoria de imprensa do Ibama, a operação de fiscalização deve continuar nos próximos dias. A criação de animais silvestres em cativeiro sem autorização do Ibama é crime ambiental passível de multa, apreensão dos animais e processo criminal.

Fonte: Gazeta do Povo/PR


23 de março de 2011 | nenhum comentário »

No Dia Mundial da Água prefeito de Curitiba/PR anuncia projeto para despoluir rios

Um projeto para despoluir os Rios Uvu e Belém, foi anunciado pelo prefeito Luciano Ducci (PSB), por volta das 11h desta terça-feira (22), em comemoração ao Dia Mundial da Água. O projeto será realizado pela prefeitura da cidade em parceria com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). O Rio Uvu é um dos principais afluentes da bacia do Rio Barigui. O Rio Belém passa pelos principais pontos da capital, como Palácio Iguaçu, Av. Cândido de Abreu e Centro Cívico.

O tempo estimado para recuperação dos rios, incluindo mutirões de limpeza e educação ambiental, é de dois anos. O investimento é de R$ 11,4 milhões.

O prefeito anunciou também o início das obras para dois novos parques nos bairros Fazendinha e Cidade Industrial (CIC). O investimento será de R$ 19 milhões. A construção será ao redor do Rio Barigui com o objetivo de prevenir possíveis enchentes na cidade. Os Parques Cambuí, Tanguá, Tingui e Barigui tem a mesma função.

Fonte: Adriana Justi/ G1


23 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Curitiba/PR é escolhida a cidade mais verde entre 17 outras da América Latina

A cidade de Curitiba, capital do Paraná, obteve neste domingo (22) a distinção de metrópole mais verde entre outras 17 da América Latina, segundo um estudo sobre meio ambiente apresentado pela empresa alemã Siemens e a unidade de estudos da revista britânica “The Economist”.

No marco da Cúpula Climática Mundial de Prefeitos (CCLIMA), realizada no México, se apresentou pela primeira vez o Green City Index (GCI) da América Latina, classificando Curitiba, com 1,7 milhão de habitantes, como a única cidade “muito acima” da média quanto a normas ambientais.

Seguida dela, no segundo dos cinco níveis, ficaram outro grupo de cidades como Bogotá, capital da Colômbia; e Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Resultados “aceitáveis” na classificação foram obtidos pela colombiana Medellín, Cidade do México, Puebla e Monterrey, Porto Alegre, Quito e Santiago do Chile, colocadas no terceiro nível.

“Abaixo da média”, o quarto nível em termos ambientais, ficaram Buenos Aires e Montevidéu, enquanto a mexicana Guadalajara e Lima, capital do Peru, estiveram um nível mais abaixo, “muito abaixo” da média, no nível mais baixo.

O novo índice considerou as variáveis de eficiência energética e emissões de dióxido de carbono (CO2), uso do solo e edifícios, tráfego, resíduos, água, situação das águas residuais, qualidade do ar e agenda meio ambiental de Governo.

O GCI pretende se transformar em um indicador que ajude a conscientizar as autoridades municipais sobre as necessidades de desenvolver políticas sustentáveis, explicaram os responsáveis pelo estudo.

“A ferramenta permitirá às cidades aprender mais de suas respectivas situações e fomentará a troca sobre estratégias eficazes partindo de uma base objetiva”, disse Pedro Miranda, executivo da Siemens e diretor do estudo.

Segundo Leo Abruzzese, diretor global da Unidade de Inteligência de “The Economist”, “o estudo demonstra que as cidades que seguem uma colocação integral alcançam resultados muito notáveis”.

A metodologia do GCI foi empregada pela primeira vez com cidades europeias há um ano em outro estudo apresentado pela Siemens e “The Economist” com o apoio da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Banco Mundial (BM).

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Aquela vez se tornou público o resultado em Copenhague dentro da 15ª Conferência das Partes da ONU sobre a Mudança Climática realizada em dezembro de 2009. (Fonte: Folha.com)


3 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Lixo da Grande Curitiba tem novo endereço

Um caminhão com 25 toneladas de lixo, proveniente de Colombo, uma das 18 cidades ligadas ao Consórcio Intermunicipal do Lixo, deu início na manhã de segunda-feira (1º) às atividades do Centro de Gerenciamento de Resíduos Iguaçu, da empresa Estre Ambiental, em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba (PR).

O centro tem capacidade de receber diariamente 2,4 mil toneladas, mas, até às 16h45 de segunda-feira, já havia recebido 1.033 toneladas. O aterro particular da Essencis Soluções Ambientais (cuja capacidade é de 100 toneladas/dia), na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), também recebe lixo das cidades do consórcio.

O centro de gerenciamento da Estre Ambiental está localizado em uma área de 2,6 milhões de metros quadrados, mas apenas 382 mil metros quadrados serão utilizados para a compactação e armazenamento do lixo.

O restante do terreno será utilizado como reserva ambiental. De acordo com a empresa, o lixo está sendo depositado em um espaço especialmente preparado para não prejudicar o meio ambiente.

Abaixo do centro existe um sistema de drenagem do chorume. Acima disso, uma manta de PAD com dois milímetros de espessura. Trata-se de um material que impede a passagem do líquido, que é desviado para uma estação de tratamento com capacidade para 300 mil litros.

Todo o lixo descarregado no local será coberto por 70 centímetros de terra diariamente, evitando assim o mau cheiro. Além disso, já foram implantados os drenos para liberação de gás.

O biólogo Dirceu Pierro Junior, diretor comercial coorporativo da Estre Ambiental, explica que, em pelo menos 12 meses, será construída no local uma central de reciclagem de resíduos da construção civil e uma cooperativa de reciclagem.

“Precisaremos desse prazo em razão do funcionamento emergencial do centro. A partir disso, poderemos aplicar os conhecimentos e tecnologias que já existem nos nossos centros de gerenciamento de outras cidades. Sabemos que funciona, por isso utilizaremos em Fazenda Rio Grande também”, ressalta.

A Estre Ambiental prevê ainda a instalação de uma Autoclave para tratamento de lixo hospitalar. Segundo Pierro Junior, a empresa está bastante preocupada com os moradores da cidade.

“Vemos como um dever e obrigação contratar pessoas da região para trabalhar conosco”, afirma. A Estre Ambiental irá gerar 140 empregos diretos e 300 indiretos com o funcionamento da unidade de Fazenda Rio Grande.

Além disso, a Estre Ambiental está asfaltando a Rua Mato Grosso, que liga o centro de gerenciamento à BR-116. “Outro ponto bastante importante é a questão fiscal, pois todo imposto será recolhido para Fazenda Rio Grande”, ressalta.

Alívio – Na segunda-feira, moradores do Caximba, bairro que abriga o aterro que recebeu lixo por mais de 20 anos, estavam aliviados com o término do serviço no local. “É uma grande vitória, pois muitos moradores enfrentaram problemas durante anos. Nossa preocupação agora é com o passivo ambiental, uma vez que o lixo vai continuar gerando chorume e gás”, afirma Jadir Silva de Lima, presidente da Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba (Adecom).

De acordo com a prefeitura de Curitiba, mesmo desativado, as obras que atendem ao Plano de Encerramento do Aterro do Caximba, que envolvem drenagem, melhoria no sistema de tratamento de chorume e monitoramento geotécnico e ambiental, serão concluídas. A intenção é criar um parque municipal na região. (Fonte: Paraná Online)

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8 de setembro de 2009 | 1 comentário »

Brasileiros e dinamarqueses discutem tecnologias limpas no Paraná

Danielle Jordan / AmbienteBrasil

Nesta quarta-feira, 09, será realizado o Seminário e Rodadas de Negócios “Brasil-Dinamarca: Cooperação em Meio Ambiente”, em Curitiba (PR). 

Organizado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), o evento reúne especialistas e profissionais de meio ambiente brasileiros e dinamarqueses para discutir a utilização de tecnologias limpas.

Um dos objetivos do encontro é ajudar o governo a se posicionar na 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP 15), sobre a redução de emissões de gases de efeito estufa e a utilização de energias limpas. Para isso a Fiep conta com um Conselho Temático de Meio Ambiente e Recursos Naturais e do Centro Internacional de Negócios (CIN).

A COP acontece de 07 a 18 de dezembro em Copenhague, na Dinamarca. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), é uma das entidades que participa do conselho e vai ajudar a definir a posição brasileira na Conferência. O papel dos empresários, segundo o coordenador do Conselho de Meio Ambiente da Fiep, Roberto Gava, é discutir a questão das mudanças climáticas e encaminhar os resultados para à CNI.

A experiência da Dinamarca, um dos países líderes em questões ambientais, será apresentada em Curitiba. Segundo a organização, as discussões serão divididas em áreas temáticas: água e esgoto; resíduos e reciclagem; construção, infraestruturas, energia renovável e eficiência energética; e emissão de CO2. Haverá ainda uma rodada de negócios entre os empresários dos dois países.

A entrada é franca, porém as vagas são limitadas e devem ser feitas antecipadamente pelo site www.fiepr.org.br/brasil-dinamarca. O seminário acontece das 8h30 às 17 horas, no auditório Caio Amaral Gruber, no Cietep (Av. Comendador Franco, 1341, Jardim Botânico).

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*Com informações da FIEP

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16 de abril de 2009 | nenhum comentário »

Presidente do IPEVS ministra palestra no I COBAMEV em Curitiba – PR

dscf1349No dia 2 (dois) de abril de 2009 o presidente do IPEVS,  Rafael Haddad, ministrou a palestra teórico-prática intitulada “Manejo e Medicina de Répteis” no 1º Congresso Brasileiro dos Acadêmicos de Medicina Veterinária na PUC – Curitiba – PR. Segundo a organização do evento “o 1º Congresso Brasileiro dos Acadêmicos de Medicina Veterinária (I COBAMEV 2009), foi idealizado com o objetivo de unir os estudantes da classe, buscar a inovação técnica e científica e discutir sobre nossa sociedade e profissão. A programação do evento foi elaborada com a intenção de englobar os diversos ramos da nossa ampla Medicina Veterinária, como os módulos de animais de companhia, ruminantes, aves e suínos; saúde pública; medicina forense; animais selvagens; eqüinos; além dos grupos de discussão, visitas técnicas, cursos práticos e as plenárias centrais. As palestras foram ministradas por profissionais rigorosamente selecionados e de grande repercussão no mercado de trabalho e meio universitário”.

A palestra contou com a presença e cooperação dos professores Valter da Silva Queiroz (PUC e CPPI) e Graziela Soresini (CETAS – PUC), profissionais altamente qualificados, que proporcionaram uma atividade prática de extrema importância aos alunos ao final da palestra. Todos os animais utilizados na prática foram cedidos pelo CETAS – PUC e CPPI.

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Graziela Soresini (CETAS - PUC) e Rafael Haddad

Graziela Soresini (CETAS - PUC) e Rafael Haddad

Ainda segundo os organizadores “Nesta primeira edição do evento conseguimos contar com 637 inscritos e demais pessoas que de alguma forma estiveram envolvidas na organização do mesmo, vindas de diferentes locais do nosso país. Foram abordados 90 temas de diversas especialidades, cursos práticos, visitas técnicas, plenárias centrais, festas e muito mais. Conseguimos alcançar o nosso objetivo que era unir os estudantes de Medicina Veterinária, promover o conhecimento entre nós graduandos e fazer com que o evento tenha continuidade, o qual provavelmente ocorrerá na cidade de Londrina, estado do Paraná.”

O Módulo de Animais Selvagens teve como coordenadora a acadêmica Hanna Lethycia Wolupeck que organizou de modo brilhante todas as atividades desenvolvidas.

A coordenadora Hanna Lethycia Wolupeck

A coordenadora Hanna Lethycia Wolupeck


Prof. Valter Queiroz e Rafael Haddad durante a prática de contenção

Prof. Valter Queiroz e Rafael Haddad durante a prática de contenção


15 de abril de 2009 | nenhum comentário »

Fiscais da prefeitura começam a barrar caminhões com lixo no aterro da Caximba

A partir desta quarta-feira o local não vai mais receber resíduos dos grandes geradores (empresas, shoppings e supermercados)

Seis caminhões que levavam lixo de empresas foram impedidos de descarregar os resíduos no Aterro Sanitário da Caximba, na manhã desta quarta-feira (15). A secretaria municipal do Meio Ambiente de Curitiba

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havia definido esta data como o último dia para o aterro receber resíduos dos grandes geradores de lixo (supermercados, shoppings e fábricas, por exemplo) da capital e da região metropolitana.

Fiscais da secretaria municipal de Meio Ambiente fizeram plantão no aterro, durante toda esta quarta-feira. A medida é uma tentativa de aumentar a vida útil do aterro, que está com a capacidade praticamente esgotada. Agora, o local não vai mais receber o lixo de quem gerar mais de 600 litros de resíduos por semana. Segundo informações da assessoria da prefeitura, atualmente, 10% do lixo encaminhado diariamente ao aterro são de grandes geradores.

De acordo com a prefeitura, as empresas tiveram tempo suficiente para se organizar. “Esse é um processo de longo tempo, há praticamente um ano vínhamos fazendo tratativas com o setor tanto dos transportadores quanto do setor gerador e hoje temos a confirmação de que Curitiba e região metropolitana já dispõem de outras empresas que possam tratar, receber e destinar os resíduos particulares que anteriormente estavam vindo para a Caximba”, afirmou Mário Sérgio Rasera, superintendente de controle ambiental da secretaria de Meio Ambiente, em entrevista ao telejornal ParanáTV.

Novos destinos

Os supermercados já encontraram soluções para dar a destinação ao lixo produzido. Segundo o superintendente da Associação Paranaense de Supermercados (Apras), Valmor Rovaris, dois outros aterros estão sendo utilizados, além de novas tecnologias para a transformação dos resíduos.

“Esse processo começou há uns dez meses, quando foi feito um estudo por todos os grandes geradores e transportadores. Hoje tem redes de supermercados levando o lixo para o aterro de Alexandra (no litoral paranaense) e outros como o Essencis, que fica na Cidade Industrial”, disse Rovaris.

O superintendente também explicou que algumas empresas estão transformando o lixo orgânico em alimentos para suínos. “Tem várias soluções que estão sendo adotadas”, definiu.

Licitação

O aterro da Caximba está com a capacidade praticamente esgotada e uma licitação está em andamento feita pelo Consórcio Intermunicipal para a Gestão de Resíduos Sólidos para escolha da empresa que irá gerir o Sistema Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos (Sipar). O Consórcio é formado por Curitiba e mais 16 cidades da região metropolitana.

Ainda não foi definido o local onde o novo “lixão” será implantado. Três áreas estão em análise: uma em Curitiba, outra em Fazenda Rio Grande e uma em Mandirituba, na região metropolitana. Na segunda-feira (13), a polêmica em torno de onde será instalado o novo sistema que receberá o lixo fez com que moradores do bairro Caximba fizessem um protesto. Cerca de 100 manifestantes proibiram a entrada de caminhões no Aterro da Caximba.

Pela nova proposta, o bairro continuaria recebendo todo o lixo gerado na capital e nas outras 16 cidades da região metropolitana, caso Curitiba seja escolhida para receber o novo sistema de tratamento dos resíduos.

Na terça-feira (14), a prefeitura disse que pretende usar o atual Aterro da Caximba até esgotar o limite do licenciamento. Por esse motivo, o espaço pode ser usado além de janeiro de 2010, antiga marca estabelecida pela administração municipal.

A Caximba já ganhou seis meses de “vida” nos últimos tempos. Em agosto do ano passado, o secretário de meio ambiente, José Antonio Andreguetto, disse que o espaço seria encerrado em julho deste ano. Agora, o secretário afirmou que o tempo de uso será definido seguindo o licenciamento do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) – 940 metros de altitude, tendo como base o nível do mar.

Entenda o caso

Desde 2002, o Consórcio busca nova área para depositar o lixo gerado em Curitiba e mais 16 municípios. Nos últimos meses, porém, Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e prefeitura de Curitiba divergem sobre o prazo limite de uso do Aterro da Caximba.

2002 e 2003 – Prefeitura de Curitiba e Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos tentam encontrar nova área para aterro sanitário. Terreno em Mandirituba é escolhido, mas uma Ação Civil Pública impede a instalação por limitações ambientais.

2004 – Aterro da Caximba recebe nova licença do IAP autorizando o uso até a altitude de 940 m, a partir do nível do mar.

Fevereiro de 2008 – Licitação do Consórcio é interditada pelo Tribunal de Justiça. As propostas deveriam ser entregues em março do ano passado.

Agosto de 2008 – A concorrência é liberada. Secretário do Meio Ambiente de Curitiba, José Antonio Andreguetto, afirma que prazo para uso da Caximba se encerrará em julho de 2009.

Fevereiro de 2009 – Presidente do IAP, Vítor Hugo Burko, afirma que um terreno em Ponta Grossa será licenciado e pode servir de “plano B” para o Consórcio. Desde então, prefeitura e IAP divergem sobre a capacidade do aterro. Para a prefeitura, o prazo limite é janeiro de 2010. Conforme o IAP, não deve ultrapassar julho ou agosto deste ano.