20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Zoológico de Buenos Aires tem futuro incerto

O zoológico de Buenos Aires, catalogado como patrimônio histórico nacional por sua arquitetura vitoriana, tem futuro incerto após a tentativa do governo da capital argentina de licitá-lo, frustrada no último momento pela oposição nos tribunais.

Situado no bairro de Palermo, o zoo, que abriu as portas em 1875, ocupa 18 hectares e abriga cerca de dois mil animais de 73 espécies.

Um passeio por suas instalações é como uma viagem no tempo: pelas grades de um aviário de inspiração andaluza veem-se macacos, enquanto os três elefantes entram e saem de seu templo hindu e passeiam aborrecidos pelo pequeno espaço disponibilizado.

Privatizada nos anos 90, sob o governo do ex-presidente Carlos Menem, nos últimos anos a instituição recebeu críticas pela situação dos animais e agora é alvo de uma batalha política pela decisão do prefeito, Mauricio Macri, de licitar sua gestão.

Um relatório da Auditoria Geral de Buenos Aires denunciou que entre 1990 e 2008 foram perdidas 31 espécies de mamíferos e 72 espécies de aves, que representavam 23% e 55%, respectivamente, das espécies do zoológico.

O atual diretor do espaço, o ecologista Claudio Bertonatti, que ocupa o cargo há seis meses, confirma os dados, mas minimiza a importância dos números: “Muita gente acredita que quanto mais espécies um zoo tiver, melhor será, mas é um erro. Nós poderíamos aumentar o número de espécies se aceitássemos todos os animais que foram recuperados em apreensões, mas não o fazemos porque chegam muito maltratados e seria contraproducente”, contou.

Bertonatti alegou que se sente “orgulhoso” que nos últimos anos tenham sido “devolvidos à natureza” cerca de 400 animais, entre eles “107 condores andinos que agora voam livres por vários países da América Latina”.

Para o diretor, o zoo deve ser transformado “de um centro de entretenimento a um espaço de preservação com quatro objetivos: preservar, educar, pesquisar e, por último, entreter”.

Para o gestor, o melhor modelo é o zoológico do Bronx, já que acredita que o ideal seria que, como em Nova York, os animais vivessem em “condições de semiliberdade”, embora admita que a instituição americana possui um espaço seis vezes maior que os 18 hectares “não ampliáveis” do zoo de Buenos Aires.

Enquanto os ecologistas se preocupam com a melhora das instalações e o bem-estar dos animais, os políticos portenhos se enfrentam em uma batalha legal sobre o futuro da instituição.

A juíza Elena Liberatori aceitou o apoio oferecido pelo legislador opositor Adrián Camps e suspendeu a licitação pública defendida pelo governo da cidade pela condição do espaço e “a especial proteção de categoria constitucional e legal à qual ele está sujeito”.

Elena sentenciou que qualquer futura concessão do zoológico deve ser aprovada pela legislação, mas a diretora da Direção Geral de Concessões de Buenos Aires, Silvia Imas, afirmou que apelarão da sentença porque consideram que a licitação “é a melhor forma de regularizar uma concessão vencida e ter cinco anos para repensar como será o zoológico do futuro”.

Camps, membro do Partido Socialista Autêntico, recebeu com euforia a decisão judicial e ressaltou que “o zoo é uma raridade internacional, porque conserva as construções vitorianas originais, ao contrário do de Londres, onde muito foi destruído durante a Segunda Guerra Mundial, e sua gestão deve ser pública”.

O político declarou à Efe que espera que agora “se abra um debate sobre o futuro do zoológico e sua concepção”, já que, em sua opinião, a ideia de lugar “para exibir animais em cativeiro, enjaulados, já não é aceitável”.

Tanto o diretor do espaço quanto Camps lamentam que na folha de licitação seja exijido que 85% dos fundos sejam destinados à restauração dos prédios históricos e só 15% para melhorar a oferta de conservação e a função educativa.

Silvia nega esses dados, mas reconhece que a exigência para a restauração é muito maior “porque são prédios históricos e estão muito deteriorados”.

À espera que a batalha política termine, o zoológico continua sua lenta transformação, e inaugurou recentemente um aviário com aves recuperadas do tráfico de animais, visando à conscientização.

Fonte: Portal iG


28 de março de 2012 | nenhum comentário »

MMA lança manual de resíduos sólidos

Após agosto de 2012, acesso a recursos da União somente será possível por quem elaborar o plano. Em agosto de 2014, os lixões deverão estar encerrados e os aterros sanitários apenas poderão receber rejeitos – resíduos sem capacidade de aproveitamento.

O Ministério do Meio Ambiente lançou (MMA) ontem (27), em parceria com o Conselho Internacional de Iniciativas Locais Ambientais (ICLEI Brasil) e Embaixada Britânica, a publicação “Planos de Gestão de Resíduos Sólidos: Manual de Orientação”. O lançamento acontecerá na abertura oficial do 1º Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável: pequenos negócios, qualidade urbana e erradicação da miséria, evento organizado pela Frente Nacional dos Prefeitos.

 

Além da publicação, será oferecido curso de ensino a distância. Baseado no manual, de forma simples e didática, tem como finalidade colaborar com cidades e estados no processo de elaboração dos planos de gestão de resíduos sólidos e, portanto, na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada em 2010. O evento acontecerá às 19h, em Brasília e contará com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, do embaixador britânico no Brasil, Alan Charlton, e da a secretária Executiva Regional do ICLEI para a América do Sul, Florence Laloë.

 

A publicação sugere passos metodológicos que garantem participação e controle social e que busquem o cumprimento das metas estabelecidas no Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Ela faz parte da coleção “Apoiando a Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos: do Nacional ao Local”. O curso de ensino a distância, que terá as inscrições para a primeira turma abertas durante o evento, abordará o conteúdo do manual.

 

Fortalecimento - Essas ferramentas fazem parte do programa de capacitação do Projeto GeRes – Gestão de Resíduos Sólidos, iniciativa do MMA que vem contribuindo com estados e municípios, na implementação da PNRS, promovendo o fortalecimento institucional através da capacitação técnica dos tomadores de decisão e gestores públicos envolvidos na elaboração dos planos. O GeRes soma-se ao movimento nacional de transformação do cenário e padrões de produção, tratamento e destinação dos resíduos sólidos no Brasil, a fim de encontrar soluções sustentáveis e permanentes, otimizando a gestão e contribuindo para uma economia verde, de baixo carbono e inclusiva.

 

Os prazos estão definidos por lei. Após agosto de 2012, estados e municípios que não tiverem seus planos não poderão mais acessar os recursos da União. Após agosto de 2014, os lixões deverão estar encerrados e os aterros sanitários só poderão receber os rejeitos (resíduos sem capacidade de aproveitamento). As coletas seletivas dos diversos resíduos são agora obrigatórias e devem ser responsabilidade compartilhada entre o poder público e o setor privado envolvido em todo o ciclo de vida dos materiais.

 

Após esse lançamento, o projeto iniciará algumas fases de treinamento aos gestores públicos. A meta é ter, até julho de 2012, dois estados e dois consórcios municipais com seus planos de resíduos sólidos desenvolvidos, de acordo com a Política Nacional de Resíduos sólidos; capacitar, pelo menos, 2 mil servidores públicos de todo o Brasil, disseminando conhecimento sobre a gestão de resíduos sólidos e tecnologias disponíveis por meio de publicações, cursos à distância e encontros presenciais, entre outros. Ao término do evento, o manual de orientação estará disponível no site do Ministério do Meio Ambiente: www.mma.gov.br.

Fonte: Ascom do MMA


7 de junho de 2011 | nenhum comentário »

PRF apreende 5 carretas com madeira ilegal no fim de semana em MT

Em apenas um posto da PRF, foram 3 apreensões em poucas horas.
Um total de 165 metros cúbicos de madeira foram apreendidos.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu madeira irregular em diversos pontos de Mato Grosso durante esse final de semana. Em Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá, a PRF apreendeu três carretas que transportavam madeira ilegal.

Na BR-163, foram três apreensões no mesmo dia e em um curto intervalo de tempo. Às 15h50, foram apreendidos 35m cúbicos que eram transportados em uma carreta com placas de Mato Grosso. Um pouco mais tarde por volta das 18h, foram encontrados 48m³ e apenas 15 minutos depois, foram apreendidos mais 44m³.

De acordo com a PRF, em todos os casos não foi possível precisar a origem e destino da madeira, nem mesmo as espécies transportadas. Nas três ocorrências os dados das notas fiscais não estavam de acordo com as madeiras apreendidas.

Os suspeitos vão responder por crimes ambientais e fiscais, uma vez que tanto a natureza da mercadoria como o volume informado são diferentes do apresentado nas notas fiscais e guias florestais. As ocorrências foram encaminhadas à Polícia Civil e ao IBAMA, na região.

Outras apreensões
Durante o final de semana a Polícia Rodoviária Federal apreendeu madeira em outras cidades mato-grossenses. Em Pontes e Lacerda, a 483 quilômetros de Cuiabá foram encontrados 7 metros cúbicos de madeira irregular.

Já em Campo Verde, a 139 quilômetros da capital, os policiais rodoviários federais encontraram 31,8 metros cúbicos de madeira serrada com dados diferentes entre a Guia Florestal e o veículo que transportava a madeira apreendida.

A ocorrência foi encaminhada ao IBAMA, em Cuiabá. No balanço do final de semana, um total de 165 metros cúbicos de madeira foram apreendidos pelas equipes da PRF.

Madeira ilegal apreendida no interior de MT (Foto:Divulgação/PRF)

Madeira ilegal apreendida no interior de MT (Foto:Divulgação/PRF)

 

Fonte: Do G1, MT






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20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Zoológico de Buenos Aires tem futuro incerto

O zoológico de Buenos Aires, catalogado como patrimônio histórico nacional por sua arquitetura vitoriana, tem futuro incerto após a tentativa do governo da capital argentina de licitá-lo, frustrada no último momento pela oposição nos tribunais.

Situado no bairro de Palermo, o zoo, que abriu as portas em 1875, ocupa 18 hectares e abriga cerca de dois mil animais de 73 espécies.

Um passeio por suas instalações é como uma viagem no tempo: pelas grades de um aviário de inspiração andaluza veem-se macacos, enquanto os três elefantes entram e saem de seu templo hindu e passeiam aborrecidos pelo pequeno espaço disponibilizado.

Privatizada nos anos 90, sob o governo do ex-presidente Carlos Menem, nos últimos anos a instituição recebeu críticas pela situação dos animais e agora é alvo de uma batalha política pela decisão do prefeito, Mauricio Macri, de licitar sua gestão.

Um relatório da Auditoria Geral de Buenos Aires denunciou que entre 1990 e 2008 foram perdidas 31 espécies de mamíferos e 72 espécies de aves, que representavam 23% e 55%, respectivamente, das espécies do zoológico.

O atual diretor do espaço, o ecologista Claudio Bertonatti, que ocupa o cargo há seis meses, confirma os dados, mas minimiza a importância dos números: “Muita gente acredita que quanto mais espécies um zoo tiver, melhor será, mas é um erro. Nós poderíamos aumentar o número de espécies se aceitássemos todos os animais que foram recuperados em apreensões, mas não o fazemos porque chegam muito maltratados e seria contraproducente”, contou.

Bertonatti alegou que se sente “orgulhoso” que nos últimos anos tenham sido “devolvidos à natureza” cerca de 400 animais, entre eles “107 condores andinos que agora voam livres por vários países da América Latina”.

Para o diretor, o zoo deve ser transformado “de um centro de entretenimento a um espaço de preservação com quatro objetivos: preservar, educar, pesquisar e, por último, entreter”.

Para o gestor, o melhor modelo é o zoológico do Bronx, já que acredita que o ideal seria que, como em Nova York, os animais vivessem em “condições de semiliberdade”, embora admita que a instituição americana possui um espaço seis vezes maior que os 18 hectares “não ampliáveis” do zoo de Buenos Aires.

Enquanto os ecologistas se preocupam com a melhora das instalações e o bem-estar dos animais, os políticos portenhos se enfrentam em uma batalha legal sobre o futuro da instituição.

A juíza Elena Liberatori aceitou o apoio oferecido pelo legislador opositor Adrián Camps e suspendeu a licitação pública defendida pelo governo da cidade pela condição do espaço e “a especial proteção de categoria constitucional e legal à qual ele está sujeito”.

Elena sentenciou que qualquer futura concessão do zoológico deve ser aprovada pela legislação, mas a diretora da Direção Geral de Concessões de Buenos Aires, Silvia Imas, afirmou que apelarão da sentença porque consideram que a licitação “é a melhor forma de regularizar uma concessão vencida e ter cinco anos para repensar como será o zoológico do futuro”.

Camps, membro do Partido Socialista Autêntico, recebeu com euforia a decisão judicial e ressaltou que “o zoo é uma raridade internacional, porque conserva as construções vitorianas originais, ao contrário do de Londres, onde muito foi destruído durante a Segunda Guerra Mundial, e sua gestão deve ser pública”.

O político declarou à Efe que espera que agora “se abra um debate sobre o futuro do zoológico e sua concepção”, já que, em sua opinião, a ideia de lugar “para exibir animais em cativeiro, enjaulados, já não é aceitável”.

Tanto o diretor do espaço quanto Camps lamentam que na folha de licitação seja exijido que 85% dos fundos sejam destinados à restauração dos prédios históricos e só 15% para melhorar a oferta de conservação e a função educativa.

Silvia nega esses dados, mas reconhece que a exigência para a restauração é muito maior “porque são prédios históricos e estão muito deteriorados”.

À espera que a batalha política termine, o zoológico continua sua lenta transformação, e inaugurou recentemente um aviário com aves recuperadas do tráfico de animais, visando à conscientização.

Fonte: Portal iG


28 de março de 2012 | nenhum comentário »

MMA lança manual de resíduos sólidos

Após agosto de 2012, acesso a recursos da União somente será possível por quem elaborar o plano. Em agosto de 2014, os lixões deverão estar encerrados e os aterros sanitários apenas poderão receber rejeitos – resíduos sem capacidade de aproveitamento.

O Ministério do Meio Ambiente lançou (MMA) ontem (27), em parceria com o Conselho Internacional de Iniciativas Locais Ambientais (ICLEI Brasil) e Embaixada Britânica, a publicação “Planos de Gestão de Resíduos Sólidos: Manual de Orientação”. O lançamento acontecerá na abertura oficial do 1º Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável: pequenos negócios, qualidade urbana e erradicação da miséria, evento organizado pela Frente Nacional dos Prefeitos.

 

Além da publicação, será oferecido curso de ensino a distância. Baseado no manual, de forma simples e didática, tem como finalidade colaborar com cidades e estados no processo de elaboração dos planos de gestão de resíduos sólidos e, portanto, na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada em 2010. O evento acontecerá às 19h, em Brasília e contará com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, do embaixador britânico no Brasil, Alan Charlton, e da a secretária Executiva Regional do ICLEI para a América do Sul, Florence Laloë.

 

A publicação sugere passos metodológicos que garantem participação e controle social e que busquem o cumprimento das metas estabelecidas no Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Ela faz parte da coleção “Apoiando a Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos: do Nacional ao Local”. O curso de ensino a distância, que terá as inscrições para a primeira turma abertas durante o evento, abordará o conteúdo do manual.

 

Fortalecimento - Essas ferramentas fazem parte do programa de capacitação do Projeto GeRes – Gestão de Resíduos Sólidos, iniciativa do MMA que vem contribuindo com estados e municípios, na implementação da PNRS, promovendo o fortalecimento institucional através da capacitação técnica dos tomadores de decisão e gestores públicos envolvidos na elaboração dos planos. O GeRes soma-se ao movimento nacional de transformação do cenário e padrões de produção, tratamento e destinação dos resíduos sólidos no Brasil, a fim de encontrar soluções sustentáveis e permanentes, otimizando a gestão e contribuindo para uma economia verde, de baixo carbono e inclusiva.

 

Os prazos estão definidos por lei. Após agosto de 2012, estados e municípios que não tiverem seus planos não poderão mais acessar os recursos da União. Após agosto de 2014, os lixões deverão estar encerrados e os aterros sanitários só poderão receber os rejeitos (resíduos sem capacidade de aproveitamento). As coletas seletivas dos diversos resíduos são agora obrigatórias e devem ser responsabilidade compartilhada entre o poder público e o setor privado envolvido em todo o ciclo de vida dos materiais.

 

Após esse lançamento, o projeto iniciará algumas fases de treinamento aos gestores públicos. A meta é ter, até julho de 2012, dois estados e dois consórcios municipais com seus planos de resíduos sólidos desenvolvidos, de acordo com a Política Nacional de Resíduos sólidos; capacitar, pelo menos, 2 mil servidores públicos de todo o Brasil, disseminando conhecimento sobre a gestão de resíduos sólidos e tecnologias disponíveis por meio de publicações, cursos à distância e encontros presenciais, entre outros. Ao término do evento, o manual de orientação estará disponível no site do Ministério do Meio Ambiente: www.mma.gov.br.

Fonte: Ascom do MMA


7 de junho de 2011 | nenhum comentário »

PRF apreende 5 carretas com madeira ilegal no fim de semana em MT

Em apenas um posto da PRF, foram 3 apreensões em poucas horas.
Um total de 165 metros cúbicos de madeira foram apreendidos.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu madeira irregular em diversos pontos de Mato Grosso durante esse final de semana. Em Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá, a PRF apreendeu três carretas que transportavam madeira ilegal.

Na BR-163, foram três apreensões no mesmo dia e em um curto intervalo de tempo. Às 15h50, foram apreendidos 35m cúbicos que eram transportados em uma carreta com placas de Mato Grosso. Um pouco mais tarde por volta das 18h, foram encontrados 48m³ e apenas 15 minutos depois, foram apreendidos mais 44m³.

De acordo com a PRF, em todos os casos não foi possível precisar a origem e destino da madeira, nem mesmo as espécies transportadas. Nas três ocorrências os dados das notas fiscais não estavam de acordo com as madeiras apreendidas.

Os suspeitos vão responder por crimes ambientais e fiscais, uma vez que tanto a natureza da mercadoria como o volume informado são diferentes do apresentado nas notas fiscais e guias florestais. As ocorrências foram encaminhadas à Polícia Civil e ao IBAMA, na região.

Outras apreensões
Durante o final de semana a Polícia Rodoviária Federal apreendeu madeira em outras cidades mato-grossenses. Em Pontes e Lacerda, a 483 quilômetros de Cuiabá foram encontrados 7 metros cúbicos de madeira irregular.

Já em Campo Verde, a 139 quilômetros da capital, os policiais rodoviários federais encontraram 31,8 metros cúbicos de madeira serrada com dados diferentes entre a Guia Florestal e o veículo que transportava a madeira apreendida.

A ocorrência foi encaminhada ao IBAMA, em Cuiabá. No balanço do final de semana, um total de 165 metros cúbicos de madeira foram apreendidos pelas equipes da PRF.

Madeira ilegal apreendida no interior de MT (Foto:Divulgação/PRF)

Madeira ilegal apreendida no interior de MT (Foto:Divulgação/PRF)

 

Fonte: Do G1, MT