12 de março de 2013 | nenhum comentário »

CEAMA mais de 2.200 visitantes em 2012

O CEAMA, projeto coordenado pelo IPEVS, busca transmitir conhecimento científico aos visitantes, informar sobre a biologia e comportamento animal, esclarecer mitos, orientar sobre a prevenção de acidentes com animais peçonhentos e principalmente incentivar a importância da preservação das espécies, despertando uma consciência ecológica voltada à conservação ambiental. Localizado no município de Cornélio Procópio-PR, possui em seu acervo biológico exemplares de répteis (serpentes, lagartos e quelônios), anfíbios (anuros) e aracnídeos (aranhas e escorpiões) pertencentes à fauna brasileira e exótica, totalizando 156 animais, sendo 31 espécies mantidas em exposição. Esses são mantidos em cativeiro devido à impossibilidade de serem devolvidos para o habitat natural.

O CEAMA atende diariamente o público, disponibilizando dados biológicos das espécies em fichas com informações sobre tamanho, distribuição geográfica e tipo de alimentação. Além disso, todos os visitantes são acompanhados por monitores que esclarecem dúvidas e ministram aulas práticas previamente agendadas, direcionadas às instituições de ensino básico, médio e superior. O centro é o único espaço na região que possibilita o contato da comunidade com estes animais. O trabalho realizado promove uma grande mudança comportamental dos visitantes, pois a informação associada ao contato próximo com os animais quebra pré-conceitos acerca dos mesmos, e desperta uma nova consciência em relação ao meio ambiente, interferindo a favor da preservação da vida das espécies.

Em 5 anos de existência, recebeu mais de 14 mil visitantes, sendo aproximadamente 2.200 somente no ano de 2012.

CEAMA: Visitantes acompanhados por monitores. Foto: IPEVS

Lista de visitas recebidas pelo CEAMA em 2012:

Colégio PGD – Londrina – PR

Instituto Federal do Paraná de Londrina -PR,

Escola Educativa de Ibiporã- PR,

Colégio Estadual Professora Adélia Antunes Lopes de Jataizinho- PR,

Colégio Estadual Professor Antônio Bitonte – Sertaneja – PR

Colégio José Gonçalves Mendonça de Maracaí – SP,

Escola Estadual Afrânio Peixoto de Abatiá – PR,

Universidade Estadual do Norte do Paraná – UENP – Campus Bandeirantes – PR,

Colégio Estadual Joaquim Maria Machado de Assis de Santa Mariana – PR,

Colégio Dom Bosco, Cornélio Procópio – PR,

Centro de Línguas Estrangeiras – CELEM de Cornélio Prcópio – PR,

Projeto Cantinho da Criança de Santa Mariana – PR,

Colégio Estadual Antônio Iglesias de Ibiporã – PR,

Colégio São Domingos de Faxinal do Céu – PR.

Escola Estadual Ruth Martinez Corrêa – Ribeirão do Pinhal – PR

Curso de Férias do Zoológico de Bauru – Bauru – SP

Colégio Estadual Antônio Carlos – Nova Santa Barbara – PR

Colégio Nossa Senhora do Rosário – Cornélio Procópio – PR

Escola Municipal Maria Pura Martinez Fraiz – Nova Fátima – PR

Escola Municipal Arthur Serafim Marquez – Rancho Alegra – PR

Colégio Nossa Senhora Medianeira – Santa Mariana – PR

Escola Pingo de Gente – Uraí – PR

Escola Municipal Dom Bosco – Abatiá – PR

Escola Estadual Anastácio Cerezine – Alvorada do Sul – PR

Colégio Estadual Castro Alves – Cornélio Procópio – PR

Escola Municipal Leila Domingos Chaerke – Nova Fátima – PR

Escola Rural Cruzeiro do Cedro – Nova América da Colina – PR

Colégio Estadual Teotônio Brandão Vilela – Ibiporã – PR

Colégio Estadual Unidade Polo – Ibiporã – PR

Colégio Integrado Sônia Marcondi – Ibiporã – PR

Escola Estadual Ulysses Guimarães – Ibiporã – PR

Escola Alfa – Londrina – PR

Colégio Estadual Jerônimo Faria Martins – Santa Cecília do Pavão – PR

Colégio Anjos Custódio – Marialva – PR

Escola Municipal Dr João Ribeiro Júnior – Uraí – PR

Escola Municipal Eufrosina Ribeiro da Silva – São Sebastião da Amoreira – PR

Projeto Casa da Criança – Santa Cecília do Pavão – PR

Escola Municipal Padre Antônio Lock -  Cornélio Procópio – PR

Colégio Estadual Monteiro Lobato – Projeto de Iniciação a Docente – Cornélio Procópio – PR

Colégio Estadual Cléia Godoy – Londrina – PR

Colégio Sesi de Assaí – Assaí – Pr

Escola Cantinho Encantado – Bandeirantes – PR

Escola Nova Geração – Andirá – PR

Colégio Estadual 14 de dezembro – Alvorada do Sul – PR

Colégio Estadual Vandyr de Almeida – Cornélio Procópio – PR

Escola Franciscana Divina Pastora – Uraí – PR

Escola Municipal Professor Vicente Rodrigues Monteiro – Jataizinho – PR

Escola Municipal Princesa Isabel – Jataizinho – PR

Aula prática. Foto: IPEVS

Informação associada ao contato próximo com os animais quebra pré-conceitos acerca dos mesmos, e desperta uma nova consciência em relação ao meio ambiente. Foto: IPEVS

A equipe do CEAMA agradece a presença dos visitantes.

O agendamento pode ser realizado através dos telefones: 43-35235095/84356175 ou email: ipevs@ipevs.org.br

Fonte: Ascom IPEVS


24 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

CEAMA: Visitas em julho e agosto de 2012.

Escola Estadual Ruth Martinez Corrêa de Ribeirão do Pinhal em visita ao CEAMA. Foto: IPEVS

 

Aula prática para os alunos da Escola Estadual Ruth Martinez, que visitou o CEAMA em julho de 2012. Foto: IPEVS

 

Alunos e a a professora Regina Sayuri do Colégio Estadual Antônio Carlos de Nova Santa Bárbara - PR, em visita ao CEAMA em julho de 2012. Foto: IPEVS

 

Alunos do Colégio Nossa Senhora do Rosário de Cornélio Procópio - PR em visita ao CEAMA em agosto de 2012, monitoria realizada pelo estagiário do IPEVS Eduardo Regis Alves. Foto IPEVS

 

Escola Municipal Maria Pura Martinez Fraiz de Nova Fátima - PR, visitou o CEAMA em agosto de 2012, aula prática realizada pela estagiária do IPEVS Naiara Palumbo. Foto: IPEVS

 

Alunos do Colégio Nossa Senhora Medianeira de Santa Mariana - PR, aula prática realizada no CEAMA em agosto de 2012. Foto: IPEVS

 

Escola Pingo de Gente de Uraí - PR, monitoria realizada pela estagiária do IPEVS Naiara Palumbo, agosto de 2012. Foto: IPEVS

 

Escola Municipal Dom Bosco de Abatiá - PR, aula prática no CEAMA. Foto: IPEVS

 

Colégio Estadual Castro Alves de Cornélio Procópio - PR, alunos do 7º ano em aula prática no CEAMA. Foto: IPEVS

 

Alunos do 5º ano da Escola Municipal Leila Domingos Chaerke de Nova Fátima. Foto: IPEVS

 

Alunos da Escola Rural Cruzeiro do Cedro de Nova América da Colina - PR. Foto: IPEVS

Também visitaram o CEAMA em julho e agosto a Escola Municipal Arthur Serafim Marques de Rancho Alegre – PR, a Escola Anastácio Cerezini de Alvorada do Sul – PR e a Escola Dom Bosco de Cornélio Procópio – PR.

Venha conhecer o Centro de Educação Ambiental Mundo Animal! Agende sua visita: ipevs@ipevs.org.br ou pelo telefone: 43-3523-5095.

 

 

 

 

 


11 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

CEAMA recebe visita do Curso de Férias do Zoo de Bauru

No mês de julho o IPEVS recebeu a visita dos alunos que participaram do Curso de Férias do Zoológico de Bauru – SP.  O curso realizado no zoo tem como objetivo proporcionar as crianças o envolvimento com o meio ambiente.

Os alunos através do Curso de Férias tiveram a oportunidade de conhecer o CEAMA e Museu de História Natural de Cornélio Procópio.  A bióloga do zoo de Bauru Samantha Pereira que é a responsável pelo projeto, parabenizou o CEAMA pelo trabalho realizado e ressaltou a importância de centros de educação ambiental para conscientização da população.

Aluno do Curso de Férias do Zoo de Bauru em visita no CEAMA. Foto: IPEVS

Os Alunos do Curso de Férias do Zoo de Bauru em visita monitorada no CEAMA. Foto: IPEVS

 

Aula prática para os alunos do Curso de Férias de Bauru. Foto: IPEVS

 

Fonte: Ascom IPEVS

 

 


31 de agosto de 2012 | nenhum comentário »

Visitas recebidas pelo CEAMA no primeiro semestre de 2012.

O CEAMA – Centro de Educação Ambiental Mundo Animal, projeto desenvolvido pelo IPEVS, sendo uma de suas atividades a realização de visita monitorada de escolas, colégios e instituições de ensino superior. Proporcionando aos alunos o conhecimento, conscientização ambiental e contato com os animais através de um ambiente com mais de 25 espécies em exposição, entre essas, répteis, anfíbios e aracnídeos.

Mosato professor de Biologia, nosso parceiro com presença garantida em todos os anos com seus alunos de Cornélio, Londrina, e Rolândia.

Edna de Lourdes professora de Ciências do Colégio Estadual Antônio Bitonte, levou em maio os alunos do 7º ano para conhecer o CEAMA, disse que irá retornar com outras turmas, pois o resultado é muito positivo, os alunos curtem os animais e é possível perceber o brilho nos olhos de cada um ao ter contato com esses animais.

Também visitaram o CEAMA neste início de ano, o Instituto Federal do Paraná de Londrina -PR, alunos da Escola Educativa de Ibiporã- PR, Colégio Estadual Professora Adélia Antunes Lopes de Jataizinho- PR, Colégio José Gonçalves Mendonça de Maracaí – SP, Escola Estadual Afrânio Peixoto de Abatiá – PR, Universidade Estadual do Norte do Paraná – UENP – Campus Bandeirantes – PR, Colégio Estadual Joaquim Maria Machado de Assis de Santa Mariana – PR, Colégio Dom Bosco, Cornélio Procópio – PR, Centro de Línguas Estrangeiras – CELEM de Cornélio Prcópio – PR, Projeto Cantinho da Criança de Santa Mariana – PR, Colégio Estadual Antônio Iglesias de Ibiporã – PR, Colégio São Domingos de Faxinal do Céu – PR. Totalizando o recebimento de mais de 450 alunos somente no primeiro semestre de 2012.

Professores que ainda não realizaram visitas ao CEAMA ou já conhecem nosso trabalho e tenham interesse de retornar com outras turmas agende sua visita pelo email ipevs@ipevs.org.br ou pelos telefones: 43 -3523-5095 / 43-8434-6175.

Alunos do Colégio Estadual Professor Antônio Bitonte em aula prática realizada pela estagiária do IPEVS Naiara Palumbo. Foto: IPEVS

 

Professora do Colégio Professor Antônio Bitonte, Edna de Lourdes, agendou a visita para seus alunos do 7º ano do ensino fundamental. Foto: IPEVS

 

Colégio Estadual Joaquim Maria Machado de Assis de Santa Mariana - PR, com o Professor Eduardo Alves. Foto: IPEVS

 

Alunos do Colégio Joaquim Maria Machado de Assis de Santa Mariana -PR em aula prática. Foto: IPEVS

 

 

Alunos e Professores do Colégio Dom Bosco após visita e aula prática no CEAMA . Foto: IPEVS

 

Alunos do Centro de Línguas Estrangeiras Modernas do Colégio Monteiro Lobato de Cornélio Procópio - PR. Foto: IPEVS

 

Alunos do CELEM em aula prática no CEAMA com a estagiária do IPEVS Renata Novaes. Foto: IPEVS

 

Visita do Projeto Cantinho da Criança de Santa Mariana - PR no CEAMA. Foto: IPEVS

 

Alunos do Projeto Cantinho da Criança em aula prática no CEAMA. Foto IPEVS

 

Alunos do Colégio São Domingos de Faxinal do Céu - PR. Foto: IPEVS


18 de julho de 2012 | nenhum comentário »

RECANTO TALIESIN – Projeto de educação ambiental e preservação de fauna.

O Recanto Taliesin, abrigo para animais silvestres portadores de necessidades especiais,  irá lançar  em agosto o livro O Sabiá “Chama”, com objetivo de colaborar com a educação ambiental faunística.

Sinópise: 

O primeiro livro da Série Recanto Taliesin, O Sabiá “Chama”,  conta a história de um sabiá colocado na gaiola por um caçador negociante para atrair outros pássaros da mesma espécie.    Ao ouvir o seu canto,   outros sabiás se aproximam para defender seu território e acabam sendo aprisionados também.  Ao ser realizada uma apreensão policial por denúncia, inicia-se o desenrolar dessa história.  Ela mostra  a vida em liberdade e a vida em cativeiro dessas avezinhas, como também  as consequências para aqueles  que quebram a harmonia do meio ambiente.  Certamente, a emoção  tocará a consciência daqueles que o lerem.

 

 

Projeto de educação ambiental e preservação de fauna -  SÉRIE RECANTO TALIESIN

1-Edição de livros infanto-juvenil trazendo a história de animais abrigados no Recanto Taliesin onde eles mesmos contam sua trajetória pós-retirada da vida livre por meio de caça ou outros.

São eles, estes animais, os autores. Constando no exemplar seu registro emitido pelo órgão que o encaminhou ao Mantenedouro de fauna do Recanto Taliesin, foto e biografia.

A narrativa é construída de maneira a colocar o leitor na situação vivida pelo personagem. Trazendo informações sobre meio ambiente, vida natural, vida livre, aspectos gerais de como vivem as diversas espécies em seu habitat natural e quando necessário em sistema de abrigo permanente ao se tornar inapto à vida livre.

A biodiversidade é nosso foco principal usando a temática preservação de espécies ou ainda fauna silvestre brasileira.

 

2-Com o primeiro livro da Série, O Sabiá Chama em mãos, a ser lançado na Bienal em agosto pela editora Escortecci – estamos com a data de nosso evento reservada para o sábado, dia 11/08 onde contamos com a presença de pessoas ligadas ao meio ambiente, imprensa e o patrocinador a ser conquistado – nosso grupo trabalhará a distribuição gratuita de exemplares nas escolas locais iniciaremos um trabalho de palestras a respeito do assunto abordado no primeiro livro. As escolas municipais, rurais e menos privilegiadas terão prioridade.

 

3-Durante a palestra, estaremos anunciando o segundo livro da Série e convidando as escolas a elaborarem um trabalho de educação ambiental entre seus alunos. Esse trabalho consiste na criação de um desenho que esboce o tema a ser tratado no próximo livro. (contamos hoje com três histórias prontas e revisadas)

 

4-Realizaremos então junto à Promotoria do Meio ambiente, Policia Ambiental e o patrocinador um concurso do melhor desenho apresentado pelas escolas. Esse desenho será então a próxima capa do novo livro e o Ilustrador Mirim terá sua foto e biografia no exemplar.

 

Buscamos assim incentivar não somente a criatividade, mas também a conscientização. Pretendemos com o evento do concurso, utilizando a semana do meio ambiente de 2012, dar amplitude ao projeto e garantir sua continuidade.

 

A obra O Sabiá “Canta” pode ser comprada através do site:  www.asabeca.com.br


13 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

CEAMA encerra 2011 com a visita de 41 Escolas e Colégios de Cornélio e região.

O CEAMA – Centro de Educação Ambiental Mundo Animal, localizado no município de Cornélio Procópio – PR, projeto desenvolvido pelo IPEVS encerrou o ano de 2011 com a visita de 41 escolas e colégios de Cornélio Procópio e região totalizando mais 2000 estudantes atendidos.

O CEAMA fundado em 2007 pelo Médico Veterinário e Biólogo Rafael Haddad e a Bióloga Lívea Samara de Almeida, é um projeto que possibilita aos visitantes o contato com répteis, anfíbios e aracnídeos.

As escolas realizam um agendamento prévio, e na visita estes tem a oportunidade de conhecerem mais de 25 espécies em exposição. A visita é monitorada por estagiários que explicam e esclarecem dúvidas, finalizando com aulas práticas, que possibilita o contato dos alunos com os animais, contribuindo e ofertando aos estudantes conhecimento e conscientização ambiental.

As visitas podem ser agendadas através do email do IPEVS ipevs@ipevs.org.br, ou pelos telefones 43 -3523-5095 / 43-8434-6175.

 

Segue lista de escolas e colégios que visitaram o CEAMA em 2011:

 

*Colégio PGD – Londrina – PR

*Escola Municipal Eufrosina Ribeiro da Silva – São S. da Amoreira – PR

*Colégio Chácara da Emília – Cornélio Procópio – PR

*Colégio Dom Bosco – Cornélio Procópio – PR

*Colégio Estadual Anastácio Cerezini – Alvorada do Sul – PR

*Escola Pingo de Gente – Uraí – PR

*Escola Municipal São Tómas de Aquino – Sertanópolis – PR

*Colégio Estadual Antônio Iglésias – Ibiporã – PR

*Escola Estadual Ruth Martinez Corrêa – Ribeirão do Pinhal – PR

*Escola Municipal Luiz Deliberador – Sertanópolis – PR

*Colégio Monteiro Lobato – Alvorada do Sul – PR

*Escola Municipal Arthur Serafim Marques – Rancho Alegre – PR

*Colégio Estadual André Seugling – Projeto CELEM – Cornélio Procópio – PR

*Colégio Estadual Monteiro Lobato – Projeto CELEM – C. Procópio – PR

*Escola Alfa – Londrina – PR

*Colégio Estadual Monteiro Lobato – Cornélio Procópio – PR

*Escola Municipal Princesa Isabel – Jataizinho – PR

*Escola Municipal Tancredo Neves – Ribeirão do Pinhal – PR

*Escola Municipal Professor Vicente Rodrigues Monteiro – Jataizinho – PR

*Colégio Estadual Professora Cleia Godoy Fabrini da Silva – Londrina – PR

*Escola Estadual João Turin – São Sebastião da Amoreira – PR

*Colégio Nossa Senhora do Rosário – Cornélio Procópio – PR

*Colégio Estadual Unidade Polo – Ibiporã – PR

*Colégio São Paulo – Londrina – PR

*Escola Municipal Benedito Biasi Zanin – Sertanópolis – PR

*Centro de Educação Infantil Etelvina França Machado – Santa Mariana – PR

*Escola Municipal Wilson Chamilete – Jataizinho – PR

*Escola Estadual Padre Jerônimo – São Sebastião da Amoreira – PR

*Colégio Integrado Sônia Marcondes – Ibiporã – PR

*Escola Dom Pedro II – Jataizinho – PR

*Colégio Estadual Barão do Rio Branco – Londrina – PR

*Colégio Alfa – Rolândia – PR

*Colégio Rui Barbosa – Cornélio Procópio – PR

*Colégio Estadual José de Anchieta – Londrina – PR

*Escola Municipal Maria Pura Martinez Fraiz – Nova Fátima – PR

*Colégio Estadual do Campo Mario Zacarelli – Andirá – PR

*CEEBJA – Londrina – PR

*Escola Franciscano Divina Pastora – Uraí – PR

*APAE – Cornélio Procópio – PR

*Escola Estadual Maria Pereira – Leópolis – PR

*Colégio Estadual do Campo Dr. Antônio Pereira Lima – Santa Mariana – PR

 

CEAMA - Centro de Educação Ambiental Mundo Animal, localizado em Cornélio Procópio - PR; Foto: IPEVS

 

O CEAMA mantêm em exposição répteis, anfíbios e aracnídeos; Foto: IPEVS

 

Em 2011 o CEAMA recebeu a visita de mais de 2000 estudantes de Cornélio e região

 

Fonte: Ascom IPEVS


26 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Morcegos, ameaçados pelo desconhecimento

Associado a doenças como raiva, a superstições e a mitos, os morcegos estão tendo uma oportunidade de se “redimir” com a sociedade – mesmo não tendo feito nada para ganhar a má fama. Até a metade de 2012 será celebrado o Ano Internacional do Morcego, que começou em meados de 2011 e tem entre seus objetivos diminuir a ignorância a respeito desse mamífero.

 

A iniciativa surgiu da união de esforços entre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep) e a The Agreement on the Conservation of Populations of European Bats (EUROBATS), tratado europeu de preservação desses animais. “O desconhecimento é a principal ameaça aos morcegos. É uma associação de má reputação com pouca informação”, afirma Enrico Bernard, professor adjunto em Biologia da Conservação do Departamento de Zoologia da Universidade Federal de Pernambuco.

 

O pesquisador conta que diversas ações estão sendo realizadas com a iniciativa do Ano, tais como a divulgação de publicações, atualização da lista de espécies brasileiras, bancos de informações sobre os sinais de ecolocalização dos morcegos e parcerias com a Sociedade Brasileira para o Estudo de Quirópteros. “A estratégia é comunicar melhor o papel dos morcegos. Sair na mídia chama a atenção e cria um ciclo virtuoso”, opina.

 

No entanto, Ludmilla Aguiar, uma das coordenadoras do Programa para a Conservação dos Morcegos Brasileiros (PCMBr), alerta para a pouca divulgação em geral e a baixa educação ambiental no Brasil, o que dificulta ainda mais a preservação desses animais. “Minha obrigação não é relatar minhas pesquisas só para meus colegas, pois eles podem vê-la numa revista científica. Mas se ela ficar só ali, na revista científica, eu não terei

cumprido minha função com o dinheiro público”, explica.

 

Ela também destaca um fator econômico desfavorável ao mamífero: pelo fato de o Brasil ser um país agrícola, o morcego é visto como uma ameaça. “O Brasil é comandado pela agricultura, é só ver o que está acontecendo com o Código Florestal”,

ressalta. A pesquisadora avisa que “qualquer pessoa que trabalhe com morcegos pode

atuar na divulgação do Ano Internacional do Morcego”.

 

Aguiar foi a responsável pela criação, há mais de 15 anos, da revista Quiróptero Neotropical, que recebe colaborações de estudiosos do mundo inteiro e ajudou o Brasil a se inserir no mapa internacional de pesquisadores de morcegos. Atualmente, o País está entrando numa rede latino-americana de estudiosos do animal e sediará em 2013, em Brasília, o Encontro Brasileiro de Estudantes de Quirópteros (EBEQ).

 

Ecossistema das cavernas - Os dois pesquisadores sublinham a enorme importância dos morcegos para o ecossistema cavernícola, já que são os responsáveis por levar recursos para dentro desses locais. “Muitos dos animais que vivem ali não saem das cavernas. O morcego leva o material orgânico em forma de guano”, revela Bernard.

 

Ludmilla Aguiar lembra também o serviço que o animal presta como polinizador de plantas e dispersadores de sementes, como acontece com o pequi e o maracujá silvestre. Ela conta que os morcegos são “adorados” no México porque são grandes polinizadores de agave (planta a partir da qual é feita a tequila). Além disso, comem pragas agrícolas

e insetos que fazem mal aos humanos, e são úteis para pesquisas em ecolocalização, por exemplo.

 

Os estudiosos revelam que, com a instrução normativa do Ibama que rebaixou o nível de proteção das cavernas brasileiras, esses animais ficaram ainda mais ameaçados, sobretudo em biomas como o Cerrado e a Mata Atlântica. “Basta ter um caso de animal infectado por raiva que as pessoas querem eliminar os morcegos”, conta Bernard. A queima de pneus, a inundação de cavernas e a vedação de suas entradas são medidas para combatê-los que acabam afetando todo o ecossistema cavernícola. “Há milhares

de espécies dentro das cavernas, de insetos a bactérias, muitos nem descobertos ainda”,

lamenta o pesquisador, que lembra que a região onde será construída a Usina de Belo Monte concentra cavernas importantes.

 

Brasil, segundo maior em espécies - Bernard revela também que o Brasil é o segundo

país em diversidade de espécies de morcegos, com cerca de 170, “caminhando para a primeira posição”, hoje ocupada pela Colômbia. A África é o continente com mais potencial atualmente, com 350 espécies “e pode ter o dobro desse número”, relata.

 

Aguiar pontua que muitos países latino-americanos abrigam ONGs que trabalham com

morcegos (o Brasil não conta com esse tipo de iniciativa) e destaca o trabalho dos Estados Unidos com a Bat Conservation International. O país norte-americano é apontado como líder em pesquisas sobre o animal e em algumas de suas cidades o quiróptero chega a ser atração turística. Alemanha, Austrália e Inglaterra são outros expoentes em pesquisas.

 

Bernard lembra que na China esses animais são símbolos de boa sorte. “Quando dou palestras sobre morcegos, as pessoas se aproximam no fim para dizer que não sabiam de sua importância ecológica. As pessoas são solidárias aos morcegos quando elas se informam a respeito desses animais”, conclui Bernard.

 

Fonte: Clarissa Vasconcellos – Jornal da Ciência


22 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Sociedade, Meio Ambiente, Ensino e Cidadania

Artigo enviado para o JCEmail pelos autores.

O discurso de uma educação voltada para a formação de um aluno que exerça  plenamente sua cidadania não é algo recente na história da Educação Brasileira. Pelo contrário, há anos esse discurso está difundido na sociedade brasileira. Mas, será que as práticas educativas desenvolvidas em nossas escolas forneciam subsídios para a prática da cidadania por parte dos alunos? Sendo assim, este texto tem por objetivo abordar as contradições entre o discurso e os subsídios fornecidos pelo sistema educacional brasileiro. Decorrente deste, pretende-se verificar como a Educação Ambiental vem sendo abordada nos livros didáticos do 7º ano [antiga 6ª serie] adotados pela Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco/ PE.

 

Durante décadas, o ensino de Ciências, em nossas escolas, ocorreu em função de conceitos e definições, que deveriam ser reproduzidos [na íntegra] pelos alunos. Com isso, o ensino dessa disciplina teve como foco apenas a supervalorização de conceitos científicos. Esse posicionamento refletiu-se não só na metodologia de ensino dessa disciplina, mas também nos livros didáticos, o que excluia a possibilidade de o aluno refletir acerca de questões atreladas à realidade, de ter acesso a um mundo politizado e, por conseguinte, exercar a prática da cidadania. Tal postura persistiu em nossas escolas durantes anos.

 

Contudo, nos últimos trinta anos, a questão ambiental tornou-se objeto de inúmeras discussões, por conta da situação calamitosa na qual se encontra o planeta. Atualmente, o mundo convive com dramas originados pela falta de uma consciência ecológica, que coloque em níveis de equidade o desenvolvimento econômico e natural. Diante disso, surgiram diversos estudos sobre a Educação Ambiental. Tais estudos têm por objetivo levar o homem a refletir sobre o equilíbrio das relações econômicas e naturais. E, sobretudo, despertar nele uma consciência crítica e preventiva. No Brasil, esses estudos refletiram-se nos Parâmetros Curriculares Nacionais -PCNs. Esses novos paradigmas estão sendo adotados por diversos livros didáticos, com a pretensão de levar os alunos a compreender sua relação com o meio ambiente e, sobretudo, levá – los a refletir acerca dos efeitos de suas ações. O que ocasiona o desenvolvimento de uma consciência crítica e preventiva. Assim, o livro didático passa a abordar questões sociais, para levar o aluno a refletir e, consequentemente, atuar na sociedade.

 

No entanto, nem sempre essa perspectiva esteve presente nos manuais didáticos dessa disciplina. Essa afirmativa surge a partir da análise de três livros didáticos de Ciências da 6ª serie, de duas décadas distintas. São eles: Os Seres Vivos (CRUZ, 1995), Os Seres Vivos (BARROS, 2000) e Projeto Araribá Ciências (CRUZ, 2006). Esses livros foram usados em Escolas da Rede Estadual de Ensino em Pernambuco – PE. Os resultados apontam que: os dois primeiros livros retratam a questão ambiental de forma sintética, superficial e resumida. Tal abordagem consiste em pequenas notas e comentários no final de cada capítulo. Assim, percebe – se uma incipiente abordagem da Educação Ambiental. Ambos dão ênfase às definições, com base em textos teóricos e atividades que requerem respostas localizadoras. Essas respostas dão ênfase aos posicionamentos do autor, em detrimento da reflexão do aluno.

 

Nessa perspectiva, percebe-se que as questões são acríticas, na medida em que restringem-se a conceitos apenas. O terceiro livro, por sua vez, tem uma abordagem mais ampla, que objetiva não só levar o aluno a compreender os conceitos, abrangendo, assim, o processo de conscientização dos alunos, levando-os a refletir sobre problemáticas sociais e, por conseguinte, inserí-los no contexto de participação social. Para isso, o autor utiliza atividades de compreensão textual, com base em textos, gráficos, imagens, tabelas, etc. Além disso, as atividades usadas estimulam a capacidade do aluno de opinar e argumentar. Nesse sentido, percebe – se que, apesar de os trabalhos sobre a problemática ambiental terem se iniciado há décadas, sua inserção nos manuais didáticos ocorreu tardiamente. Mas, sobretudo, percebe-se que o sistema educacional brasileiro não fornecia subsídios para o exercício pleno da cidadania, ainda que esse discurso estivesse propagado na sociedade brasileira.

 

Silvio Profirio da Silva, Wilka de Andrade Dias, André Almeida da Silva e Jacineide Gabriel Arcanjo, professores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

 

Fonte: Jornal da Ciência


5 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Paraíba sedia o 1º Colóquio de Educação Ambiental para o Semiárido

O evento, que ocorre até domingo (7), conta com o apoio do Instituto Nacional do Semiárido (Insa) e patrocínio do CNPq.

Ocorre em João Pessoa (PB), até domingo (7), o 1º Colóquio de Educação Ambiental para o Semiárido. No evento serão discutidas formas de conservação da Caatinga e implementação de políticas públicas para o Semiárido brasileiro.

Para o evento são esperados 400 participantes da região Nordeste, representando os diferentes espaços educativos e da sociedade civil. Serão realizadas atividades programadas que incluem conferências, palestras, minicursos, mesas-redondas e apresentação de trabalhos orais (GTs), apresentações culturais, assim como lançamentos e feira de livros.

Promovido pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), tem realização do Programa de Pós-Graduação em Educação do Centro de Educação (PPGE/CE) da UFPB, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema), Grupo de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) “Educação Ambiental e Ensino de Ciências” (Gepea/Gepec), participação da Rede de Educação para o Semiárido Brasileiro (Resab) – Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Universidade Estadual de Campina Grande (UEPB), Universidade Estadual do Rio do Norte (UERN), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e Universidade Regional do Cariri (Urca), patrocínio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Prefeitura Municipal de Mari e Prefeitura Municipal de Alagoa Grande e apoio do Instituto Nacional do Semiárido (Insa).

Fonte: Ascom do Insa


22 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Educação ambiental distante da produção científica

Estudo indica que professores do ensino básico que trabalham com educação ambiental estão distantes da produção acadêmica na área

As principais fontes de informação para professores do ensino básico que trabalham com educação ambiental são revistas e livros didáticos e o conhecimento produzido nas universidades não atinge diretamente esses profissionais. A constatação é de uma pesquisa feita na Universidade Estadual Paulista (Unesp).

O estudo avaliou as fontes de informação sobre educação ambiental dos professores de educação básica em 14 municípios de São Paulo que pertencem à bacia hidrográfica do médio Tietê, tendo como polo regional a cidade de Bauru.

De acordo com Marília Freitas de Campos Tozoni Reis, professora do Instituto de Biociências de Botucatu e docente credenciada na Pós-Graduação da Faculdade de Ciências da Unesp de Bauru, o estudo procurou entender por que o conhecimento produzido nas universidades nessa área não atinge diretamente os profissionais na educação básica.

“Nossa hipótese era que não conhecemos o formato das publicações e o material que esses professores utilizam para a formação contínua. Na universidade publicamos em revistas especializadas, mas há uma limitação por não se atingir diretamente os docentes do ensino básico”, disse à Agência Fapesp.

Marília coordenou a pesquisa “Fontes de informação dos professores da educação básica: subsídios para a divulgação dos conhecimentos acadêmicos e científicos sobre educação ambiental”, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, desenvolvida no Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental (GPEA), que atua junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência da Unesp-Bauru.

Em 2008, o estudo mapeou escolas e professores em 13 municípios, excluindo Bauru. No ano seguinte, os pesquisadores fizeram a coleta de dados por observações e entrevistas naquele município. No total, foram identificados 277 professores que trabalham com educação ambiental.

A pesquisa apontou que a maioria dos professores busca informações em revistas (23%) e livros didáticos (16%), seguidos da internet (14%) e jornais (10%). Aparecem em menor número materiais paradidáticos (6%), cursos, palestras e panfletos (4%), apostilas (4%), vídeos, filmes e músicas (4%), programas de televisão (3%), material acadêmico (3%) e projetos e práticas educativas (2%), entre outros.

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Entre as revistas mais citadas, a Nova Escola aparece no topo das indicações, seguida de Veja, Superinteressante e Época. A Nova Escola oferece descontos para professores e muitos recebem a publicação gratuitamente em suas escolas. “O que nos chamou a atenção é que são revistas de grande circulação nacional, nas quais muitas matérias simplificam as questões teóricas e pedagógicas”, afirmou Marília.

“Com relação ao resultado para a internet, o que nos preocupa é que os professores não mencionaram nenhum procedimento de busca mais sistematizado. É invariavelmente algo muito genérico e sem critério de seleção”, disse.

Segundo Marília, outro ponto a se ressaltar é a dificuldade dos professores em separar o material usado com os seus alunos em aula com o que eles próprios usam para se informar.

Os pesquisadores do GPEA pretendem elaborar uma cartilha de educação ambiental para professores das séries iniciais do ensino fundamental para ser distribuída em todo o Estado de São Paulo.

“Nosso objetivo é orientar o professor para a inserção da educação ambiental de 1ª a 5ª série. Mas não queremos fazer apenas uma distribuição da cartilha pelo correio. A ideia é que os membros do grupo realizem minicursos com os professores em cada escola visitada”, disse.

Fonte: Alex Sander Alcântara – Agência Fapesp, 19/11


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12 de março de 2013 | nenhum comentário »

CEAMA mais de 2.200 visitantes em 2012

O CEAMA, projeto coordenado pelo IPEVS, busca transmitir conhecimento científico aos visitantes, informar sobre a biologia e comportamento animal, esclarecer mitos, orientar sobre a prevenção de acidentes com animais peçonhentos e principalmente incentivar a importância da preservação das espécies, despertando uma consciência ecológica voltada à conservação ambiental. Localizado no município de Cornélio Procópio-PR, possui em seu acervo biológico exemplares de répteis (serpentes, lagartos e quelônios), anfíbios (anuros) e aracnídeos (aranhas e escorpiões) pertencentes à fauna brasileira e exótica, totalizando 156 animais, sendo 31 espécies mantidas em exposição. Esses são mantidos em cativeiro devido à impossibilidade de serem devolvidos para o habitat natural.

O CEAMA atende diariamente o público, disponibilizando dados biológicos das espécies em fichas com informações sobre tamanho, distribuição geográfica e tipo de alimentação. Além disso, todos os visitantes são acompanhados por monitores que esclarecem dúvidas e ministram aulas práticas previamente agendadas, direcionadas às instituições de ensino básico, médio e superior. O centro é o único espaço na região que possibilita o contato da comunidade com estes animais. O trabalho realizado promove uma grande mudança comportamental dos visitantes, pois a informação associada ao contato próximo com os animais quebra pré-conceitos acerca dos mesmos, e desperta uma nova consciência em relação ao meio ambiente, interferindo a favor da preservação da vida das espécies.

Em 5 anos de existência, recebeu mais de 14 mil visitantes, sendo aproximadamente 2.200 somente no ano de 2012.

CEAMA: Visitantes acompanhados por monitores. Foto: IPEVS

Lista de visitas recebidas pelo CEAMA em 2012:

Colégio PGD – Londrina – PR

Instituto Federal do Paraná de Londrina -PR,

Escola Educativa de Ibiporã- PR,

Colégio Estadual Professora Adélia Antunes Lopes de Jataizinho- PR,

Colégio Estadual Professor Antônio Bitonte – Sertaneja – PR

Colégio José Gonçalves Mendonça de Maracaí – SP,

Escola Estadual Afrânio Peixoto de Abatiá – PR,

Universidade Estadual do Norte do Paraná – UENP – Campus Bandeirantes – PR,

Colégio Estadual Joaquim Maria Machado de Assis de Santa Mariana – PR,

Colégio Dom Bosco, Cornélio Procópio – PR,

Centro de Línguas Estrangeiras – CELEM de Cornélio Prcópio – PR,

Projeto Cantinho da Criança de Santa Mariana – PR,

Colégio Estadual Antônio Iglesias de Ibiporã – PR,

Colégio São Domingos de Faxinal do Céu – PR.

Escola Estadual Ruth Martinez Corrêa – Ribeirão do Pinhal – PR

Curso de Férias do Zoológico de Bauru – Bauru – SP

Colégio Estadual Antônio Carlos – Nova Santa Barbara – PR

Colégio Nossa Senhora do Rosário – Cornélio Procópio – PR

Escola Municipal Maria Pura Martinez Fraiz – Nova Fátima – PR

Escola Municipal Arthur Serafim Marquez – Rancho Alegra – PR

Colégio Nossa Senhora Medianeira – Santa Mariana – PR

Escola Pingo de Gente – Uraí – PR

Escola Municipal Dom Bosco – Abatiá – PR

Escola Estadual Anastácio Cerezine – Alvorada do Sul – PR

Colégio Estadual Castro Alves – Cornélio Procópio – PR

Escola Municipal Leila Domingos Chaerke – Nova Fátima – PR

Escola Rural Cruzeiro do Cedro – Nova América da Colina – PR

Colégio Estadual Teotônio Brandão Vilela – Ibiporã – PR

Colégio Estadual Unidade Polo – Ibiporã – PR

Colégio Integrado Sônia Marcondi – Ibiporã – PR

Escola Estadual Ulysses Guimarães – Ibiporã – PR

Escola Alfa – Londrina – PR

Colégio Estadual Jerônimo Faria Martins – Santa Cecília do Pavão – PR

Colégio Anjos Custódio – Marialva – PR

Escola Municipal Dr João Ribeiro Júnior – Uraí – PR

Escola Municipal Eufrosina Ribeiro da Silva – São Sebastião da Amoreira – PR

Projeto Casa da Criança – Santa Cecília do Pavão – PR

Escola Municipal Padre Antônio Lock -  Cornélio Procópio – PR

Colégio Estadual Monteiro Lobato – Projeto de Iniciação a Docente – Cornélio Procópio – PR

Colégio Estadual Cléia Godoy – Londrina – PR

Colégio Sesi de Assaí – Assaí – Pr

Escola Cantinho Encantado – Bandeirantes – PR

Escola Nova Geração – Andirá – PR

Colégio Estadual 14 de dezembro – Alvorada do Sul – PR

Colégio Estadual Vandyr de Almeida – Cornélio Procópio – PR

Escola Franciscana Divina Pastora – Uraí – PR

Escola Municipal Professor Vicente Rodrigues Monteiro – Jataizinho – PR

Escola Municipal Princesa Isabel – Jataizinho – PR

Aula prática. Foto: IPEVS

Informação associada ao contato próximo com os animais quebra pré-conceitos acerca dos mesmos, e desperta uma nova consciência em relação ao meio ambiente. Foto: IPEVS

A equipe do CEAMA agradece a presença dos visitantes.

O agendamento pode ser realizado através dos telefones: 43-35235095/84356175 ou email: ipevs@ipevs.org.br

Fonte: Ascom IPEVS


24 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

CEAMA: Visitas em julho e agosto de 2012.

Escola Estadual Ruth Martinez Corrêa de Ribeirão do Pinhal em visita ao CEAMA. Foto: IPEVS

 

Aula prática para os alunos da Escola Estadual Ruth Martinez, que visitou o CEAMA em julho de 2012. Foto: IPEVS

 

Alunos e a a professora Regina Sayuri do Colégio Estadual Antônio Carlos de Nova Santa Bárbara - PR, em visita ao CEAMA em julho de 2012. Foto: IPEVS

 

Alunos do Colégio Nossa Senhora do Rosário de Cornélio Procópio - PR em visita ao CEAMA em agosto de 2012, monitoria realizada pelo estagiário do IPEVS Eduardo Regis Alves. Foto IPEVS

 

Escola Municipal Maria Pura Martinez Fraiz de Nova Fátima - PR, visitou o CEAMA em agosto de 2012, aula prática realizada pela estagiária do IPEVS Naiara Palumbo. Foto: IPEVS

 

Alunos do Colégio Nossa Senhora Medianeira de Santa Mariana - PR, aula prática realizada no CEAMA em agosto de 2012. Foto: IPEVS

 

Escola Pingo de Gente de Uraí - PR, monitoria realizada pela estagiária do IPEVS Naiara Palumbo, agosto de 2012. Foto: IPEVS

 

Escola Municipal Dom Bosco de Abatiá - PR, aula prática no CEAMA. Foto: IPEVS

 

Colégio Estadual Castro Alves de Cornélio Procópio - PR, alunos do 7º ano em aula prática no CEAMA. Foto: IPEVS

 

Alunos do 5º ano da Escola Municipal Leila Domingos Chaerke de Nova Fátima. Foto: IPEVS

 

Alunos da Escola Rural Cruzeiro do Cedro de Nova América da Colina - PR. Foto: IPEVS

Também visitaram o CEAMA em julho e agosto a Escola Municipal Arthur Serafim Marques de Rancho Alegre – PR, a Escola Anastácio Cerezini de Alvorada do Sul – PR e a Escola Dom Bosco de Cornélio Procópio – PR.

Venha conhecer o Centro de Educação Ambiental Mundo Animal! Agende sua visita: ipevs@ipevs.org.br ou pelo telefone: 43-3523-5095.

 

 

 

 

 


11 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

CEAMA recebe visita do Curso de Férias do Zoo de Bauru

No mês de julho o IPEVS recebeu a visita dos alunos que participaram do Curso de Férias do Zoológico de Bauru – SP.  O curso realizado no zoo tem como objetivo proporcionar as crianças o envolvimento com o meio ambiente.

Os alunos através do Curso de Férias tiveram a oportunidade de conhecer o CEAMA e Museu de História Natural de Cornélio Procópio.  A bióloga do zoo de Bauru Samantha Pereira que é a responsável pelo projeto, parabenizou o CEAMA pelo trabalho realizado e ressaltou a importância de centros de educação ambiental para conscientização da população.

Aluno do Curso de Férias do Zoo de Bauru em visita no CEAMA. Foto: IPEVS

Os Alunos do Curso de Férias do Zoo de Bauru em visita monitorada no CEAMA. Foto: IPEVS

 

Aula prática para os alunos do Curso de Férias de Bauru. Foto: IPEVS

 

Fonte: Ascom IPEVS

 

 


31 de agosto de 2012 | nenhum comentário »

Visitas recebidas pelo CEAMA no primeiro semestre de 2012.

O CEAMA – Centro de Educação Ambiental Mundo Animal, projeto desenvolvido pelo IPEVS, sendo uma de suas atividades a realização de visita monitorada de escolas, colégios e instituições de ensino superior. Proporcionando aos alunos o conhecimento, conscientização ambiental e contato com os animais através de um ambiente com mais de 25 espécies em exposição, entre essas, répteis, anfíbios e aracnídeos.

Mosato professor de Biologia, nosso parceiro com presença garantida em todos os anos com seus alunos de Cornélio, Londrina, e Rolândia.

Edna de Lourdes professora de Ciências do Colégio Estadual Antônio Bitonte, levou em maio os alunos do 7º ano para conhecer o CEAMA, disse que irá retornar com outras turmas, pois o resultado é muito positivo, os alunos curtem os animais e é possível perceber o brilho nos olhos de cada um ao ter contato com esses animais.

Também visitaram o CEAMA neste início de ano, o Instituto Federal do Paraná de Londrina -PR, alunos da Escola Educativa de Ibiporã- PR, Colégio Estadual Professora Adélia Antunes Lopes de Jataizinho- PR, Colégio José Gonçalves Mendonça de Maracaí – SP, Escola Estadual Afrânio Peixoto de Abatiá – PR, Universidade Estadual do Norte do Paraná – UENP – Campus Bandeirantes – PR, Colégio Estadual Joaquim Maria Machado de Assis de Santa Mariana – PR, Colégio Dom Bosco, Cornélio Procópio – PR, Centro de Línguas Estrangeiras – CELEM de Cornélio Prcópio – PR, Projeto Cantinho da Criança de Santa Mariana – PR, Colégio Estadual Antônio Iglesias de Ibiporã – PR, Colégio São Domingos de Faxinal do Céu – PR. Totalizando o recebimento de mais de 450 alunos somente no primeiro semestre de 2012.

Professores que ainda não realizaram visitas ao CEAMA ou já conhecem nosso trabalho e tenham interesse de retornar com outras turmas agende sua visita pelo email ipevs@ipevs.org.br ou pelos telefones: 43 -3523-5095 / 43-8434-6175.

Alunos do Colégio Estadual Professor Antônio Bitonte em aula prática realizada pela estagiária do IPEVS Naiara Palumbo. Foto: IPEVS

 

Professora do Colégio Professor Antônio Bitonte, Edna de Lourdes, agendou a visita para seus alunos do 7º ano do ensino fundamental. Foto: IPEVS

 

Colégio Estadual Joaquim Maria Machado de Assis de Santa Mariana - PR, com o Professor Eduardo Alves. Foto: IPEVS

 

Alunos do Colégio Joaquim Maria Machado de Assis de Santa Mariana -PR em aula prática. Foto: IPEVS

 

 

Alunos e Professores do Colégio Dom Bosco após visita e aula prática no CEAMA . Foto: IPEVS

 

Alunos do Centro de Línguas Estrangeiras Modernas do Colégio Monteiro Lobato de Cornélio Procópio - PR. Foto: IPEVS

 

Alunos do CELEM em aula prática no CEAMA com a estagiária do IPEVS Renata Novaes. Foto: IPEVS

 

Visita do Projeto Cantinho da Criança de Santa Mariana - PR no CEAMA. Foto: IPEVS

 

Alunos do Projeto Cantinho da Criança em aula prática no CEAMA. Foto IPEVS

 

Alunos do Colégio São Domingos de Faxinal do Céu - PR. Foto: IPEVS


18 de julho de 2012 | nenhum comentário »

RECANTO TALIESIN – Projeto de educação ambiental e preservação de fauna.

O Recanto Taliesin, abrigo para animais silvestres portadores de necessidades especiais,  irá lançar  em agosto o livro O Sabiá “Chama”, com objetivo de colaborar com a educação ambiental faunística.

Sinópise: 

O primeiro livro da Série Recanto Taliesin, O Sabiá “Chama”,  conta a história de um sabiá colocado na gaiola por um caçador negociante para atrair outros pássaros da mesma espécie.    Ao ouvir o seu canto,   outros sabiás se aproximam para defender seu território e acabam sendo aprisionados também.  Ao ser realizada uma apreensão policial por denúncia, inicia-se o desenrolar dessa história.  Ela mostra  a vida em liberdade e a vida em cativeiro dessas avezinhas, como também  as consequências para aqueles  que quebram a harmonia do meio ambiente.  Certamente, a emoção  tocará a consciência daqueles que o lerem.

 

 

Projeto de educação ambiental e preservação de fauna -  SÉRIE RECANTO TALIESIN

1-Edição de livros infanto-juvenil trazendo a história de animais abrigados no Recanto Taliesin onde eles mesmos contam sua trajetória pós-retirada da vida livre por meio de caça ou outros.

São eles, estes animais, os autores. Constando no exemplar seu registro emitido pelo órgão que o encaminhou ao Mantenedouro de fauna do Recanto Taliesin, foto e biografia.

A narrativa é construída de maneira a colocar o leitor na situação vivida pelo personagem. Trazendo informações sobre meio ambiente, vida natural, vida livre, aspectos gerais de como vivem as diversas espécies em seu habitat natural e quando necessário em sistema de abrigo permanente ao se tornar inapto à vida livre.

A biodiversidade é nosso foco principal usando a temática preservação de espécies ou ainda fauna silvestre brasileira.

 

2-Com o primeiro livro da Série, O Sabiá Chama em mãos, a ser lançado na Bienal em agosto pela editora Escortecci – estamos com a data de nosso evento reservada para o sábado, dia 11/08 onde contamos com a presença de pessoas ligadas ao meio ambiente, imprensa e o patrocinador a ser conquistado – nosso grupo trabalhará a distribuição gratuita de exemplares nas escolas locais iniciaremos um trabalho de palestras a respeito do assunto abordado no primeiro livro. As escolas municipais, rurais e menos privilegiadas terão prioridade.

 

3-Durante a palestra, estaremos anunciando o segundo livro da Série e convidando as escolas a elaborarem um trabalho de educação ambiental entre seus alunos. Esse trabalho consiste na criação de um desenho que esboce o tema a ser tratado no próximo livro. (contamos hoje com três histórias prontas e revisadas)

 

4-Realizaremos então junto à Promotoria do Meio ambiente, Policia Ambiental e o patrocinador um concurso do melhor desenho apresentado pelas escolas. Esse desenho será então a próxima capa do novo livro e o Ilustrador Mirim terá sua foto e biografia no exemplar.

 

Buscamos assim incentivar não somente a criatividade, mas também a conscientização. Pretendemos com o evento do concurso, utilizando a semana do meio ambiente de 2012, dar amplitude ao projeto e garantir sua continuidade.

 

A obra O Sabiá “Canta” pode ser comprada através do site:  www.asabeca.com.br


13 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

CEAMA encerra 2011 com a visita de 41 Escolas e Colégios de Cornélio e região.

O CEAMA – Centro de Educação Ambiental Mundo Animal, localizado no município de Cornélio Procópio – PR, projeto desenvolvido pelo IPEVS encerrou o ano de 2011 com a visita de 41 escolas e colégios de Cornélio Procópio e região totalizando mais 2000 estudantes atendidos.

O CEAMA fundado em 2007 pelo Médico Veterinário e Biólogo Rafael Haddad e a Bióloga Lívea Samara de Almeida, é um projeto que possibilita aos visitantes o contato com répteis, anfíbios e aracnídeos.

As escolas realizam um agendamento prévio, e na visita estes tem a oportunidade de conhecerem mais de 25 espécies em exposição. A visita é monitorada por estagiários que explicam e esclarecem dúvidas, finalizando com aulas práticas, que possibilita o contato dos alunos com os animais, contribuindo e ofertando aos estudantes conhecimento e conscientização ambiental.

As visitas podem ser agendadas através do email do IPEVS ipevs@ipevs.org.br, ou pelos telefones 43 -3523-5095 / 43-8434-6175.

 

Segue lista de escolas e colégios que visitaram o CEAMA em 2011:

 

*Colégio PGD – Londrina – PR

*Escola Municipal Eufrosina Ribeiro da Silva – São S. da Amoreira – PR

*Colégio Chácara da Emília – Cornélio Procópio – PR

*Colégio Dom Bosco – Cornélio Procópio – PR

*Colégio Estadual Anastácio Cerezini – Alvorada do Sul – PR

*Escola Pingo de Gente – Uraí – PR

*Escola Municipal São Tómas de Aquino – Sertanópolis – PR

*Colégio Estadual Antônio Iglésias – Ibiporã – PR

*Escola Estadual Ruth Martinez Corrêa – Ribeirão do Pinhal – PR

*Escola Municipal Luiz Deliberador – Sertanópolis – PR

*Colégio Monteiro Lobato – Alvorada do Sul – PR

*Escola Municipal Arthur Serafim Marques – Rancho Alegre – PR

*Colégio Estadual André Seugling – Projeto CELEM – Cornélio Procópio – PR

*Colégio Estadual Monteiro Lobato – Projeto CELEM – C. Procópio – PR

*Escola Alfa – Londrina – PR

*Colégio Estadual Monteiro Lobato – Cornélio Procópio – PR

*Escola Municipal Princesa Isabel – Jataizinho – PR

*Escola Municipal Tancredo Neves – Ribeirão do Pinhal – PR

*Escola Municipal Professor Vicente Rodrigues Monteiro – Jataizinho – PR

*Colégio Estadual Professora Cleia Godoy Fabrini da Silva – Londrina – PR

*Escola Estadual João Turin – São Sebastião da Amoreira – PR

*Colégio Nossa Senhora do Rosário – Cornélio Procópio – PR

*Colégio Estadual Unidade Polo – Ibiporã – PR

*Colégio São Paulo – Londrina – PR

*Escola Municipal Benedito Biasi Zanin – Sertanópolis – PR

*Centro de Educação Infantil Etelvina França Machado – Santa Mariana – PR

*Escola Municipal Wilson Chamilete – Jataizinho – PR

*Escola Estadual Padre Jerônimo – São Sebastião da Amoreira – PR

*Colégio Integrado Sônia Marcondes – Ibiporã – PR

*Escola Dom Pedro II – Jataizinho – PR

*Colégio Estadual Barão do Rio Branco – Londrina – PR

*Colégio Alfa – Rolândia – PR

*Colégio Rui Barbosa – Cornélio Procópio – PR

*Colégio Estadual José de Anchieta – Londrina – PR

*Escola Municipal Maria Pura Martinez Fraiz – Nova Fátima – PR

*Colégio Estadual do Campo Mario Zacarelli – Andirá – PR

*CEEBJA – Londrina – PR

*Escola Franciscano Divina Pastora – Uraí – PR

*APAE – Cornélio Procópio – PR

*Escola Estadual Maria Pereira – Leópolis – PR

*Colégio Estadual do Campo Dr. Antônio Pereira Lima – Santa Mariana – PR

 

CEAMA - Centro de Educação Ambiental Mundo Animal, localizado em Cornélio Procópio - PR; Foto: IPEVS

 

O CEAMA mantêm em exposição répteis, anfíbios e aracnídeos; Foto: IPEVS

 

Em 2011 o CEAMA recebeu a visita de mais de 2000 estudantes de Cornélio e região

 

Fonte: Ascom IPEVS


26 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Morcegos, ameaçados pelo desconhecimento

Associado a doenças como raiva, a superstições e a mitos, os morcegos estão tendo uma oportunidade de se “redimir” com a sociedade – mesmo não tendo feito nada para ganhar a má fama. Até a metade de 2012 será celebrado o Ano Internacional do Morcego, que começou em meados de 2011 e tem entre seus objetivos diminuir a ignorância a respeito desse mamífero.

 

A iniciativa surgiu da união de esforços entre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep) e a The Agreement on the Conservation of Populations of European Bats (EUROBATS), tratado europeu de preservação desses animais. “O desconhecimento é a principal ameaça aos morcegos. É uma associação de má reputação com pouca informação”, afirma Enrico Bernard, professor adjunto em Biologia da Conservação do Departamento de Zoologia da Universidade Federal de Pernambuco.

 

O pesquisador conta que diversas ações estão sendo realizadas com a iniciativa do Ano, tais como a divulgação de publicações, atualização da lista de espécies brasileiras, bancos de informações sobre os sinais de ecolocalização dos morcegos e parcerias com a Sociedade Brasileira para o Estudo de Quirópteros. “A estratégia é comunicar melhor o papel dos morcegos. Sair na mídia chama a atenção e cria um ciclo virtuoso”, opina.

 

No entanto, Ludmilla Aguiar, uma das coordenadoras do Programa para a Conservação dos Morcegos Brasileiros (PCMBr), alerta para a pouca divulgação em geral e a baixa educação ambiental no Brasil, o que dificulta ainda mais a preservação desses animais. “Minha obrigação não é relatar minhas pesquisas só para meus colegas, pois eles podem vê-la numa revista científica. Mas se ela ficar só ali, na revista científica, eu não terei

cumprido minha função com o dinheiro público”, explica.

 

Ela também destaca um fator econômico desfavorável ao mamífero: pelo fato de o Brasil ser um país agrícola, o morcego é visto como uma ameaça. “O Brasil é comandado pela agricultura, é só ver o que está acontecendo com o Código Florestal”,

ressalta. A pesquisadora avisa que “qualquer pessoa que trabalhe com morcegos pode

atuar na divulgação do Ano Internacional do Morcego”.

 

Aguiar foi a responsável pela criação, há mais de 15 anos, da revista Quiróptero Neotropical, que recebe colaborações de estudiosos do mundo inteiro e ajudou o Brasil a se inserir no mapa internacional de pesquisadores de morcegos. Atualmente, o País está entrando numa rede latino-americana de estudiosos do animal e sediará em 2013, em Brasília, o Encontro Brasileiro de Estudantes de Quirópteros (EBEQ).

 

Ecossistema das cavernas - Os dois pesquisadores sublinham a enorme importância dos morcegos para o ecossistema cavernícola, já que são os responsáveis por levar recursos para dentro desses locais. “Muitos dos animais que vivem ali não saem das cavernas. O morcego leva o material orgânico em forma de guano”, revela Bernard.

 

Ludmilla Aguiar lembra também o serviço que o animal presta como polinizador de plantas e dispersadores de sementes, como acontece com o pequi e o maracujá silvestre. Ela conta que os morcegos são “adorados” no México porque são grandes polinizadores de agave (planta a partir da qual é feita a tequila). Além disso, comem pragas agrícolas

e insetos que fazem mal aos humanos, e são úteis para pesquisas em ecolocalização, por exemplo.

 

Os estudiosos revelam que, com a instrução normativa do Ibama que rebaixou o nível de proteção das cavernas brasileiras, esses animais ficaram ainda mais ameaçados, sobretudo em biomas como o Cerrado e a Mata Atlântica. “Basta ter um caso de animal infectado por raiva que as pessoas querem eliminar os morcegos”, conta Bernard. A queima de pneus, a inundação de cavernas e a vedação de suas entradas são medidas para combatê-los que acabam afetando todo o ecossistema cavernícola. “Há milhares

de espécies dentro das cavernas, de insetos a bactérias, muitos nem descobertos ainda”,

lamenta o pesquisador, que lembra que a região onde será construída a Usina de Belo Monte concentra cavernas importantes.

 

Brasil, segundo maior em espécies - Bernard revela também que o Brasil é o segundo

país em diversidade de espécies de morcegos, com cerca de 170, “caminhando para a primeira posição”, hoje ocupada pela Colômbia. A África é o continente com mais potencial atualmente, com 350 espécies “e pode ter o dobro desse número”, relata.

 

Aguiar pontua que muitos países latino-americanos abrigam ONGs que trabalham com

morcegos (o Brasil não conta com esse tipo de iniciativa) e destaca o trabalho dos Estados Unidos com a Bat Conservation International. O país norte-americano é apontado como líder em pesquisas sobre o animal e em algumas de suas cidades o quiróptero chega a ser atração turística. Alemanha, Austrália e Inglaterra são outros expoentes em pesquisas.

 

Bernard lembra que na China esses animais são símbolos de boa sorte. “Quando dou palestras sobre morcegos, as pessoas se aproximam no fim para dizer que não sabiam de sua importância ecológica. As pessoas são solidárias aos morcegos quando elas se informam a respeito desses animais”, conclui Bernard.

 

Fonte: Clarissa Vasconcellos – Jornal da Ciência


22 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Sociedade, Meio Ambiente, Ensino e Cidadania

Artigo enviado para o JCEmail pelos autores.

O discurso de uma educação voltada para a formação de um aluno que exerça  plenamente sua cidadania não é algo recente na história da Educação Brasileira. Pelo contrário, há anos esse discurso está difundido na sociedade brasileira. Mas, será que as práticas educativas desenvolvidas em nossas escolas forneciam subsídios para a prática da cidadania por parte dos alunos? Sendo assim, este texto tem por objetivo abordar as contradições entre o discurso e os subsídios fornecidos pelo sistema educacional brasileiro. Decorrente deste, pretende-se verificar como a Educação Ambiental vem sendo abordada nos livros didáticos do 7º ano [antiga 6ª serie] adotados pela Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco/ PE.

 

Durante décadas, o ensino de Ciências, em nossas escolas, ocorreu em função de conceitos e definições, que deveriam ser reproduzidos [na íntegra] pelos alunos. Com isso, o ensino dessa disciplina teve como foco apenas a supervalorização de conceitos científicos. Esse posicionamento refletiu-se não só na metodologia de ensino dessa disciplina, mas também nos livros didáticos, o que excluia a possibilidade de o aluno refletir acerca de questões atreladas à realidade, de ter acesso a um mundo politizado e, por conseguinte, exercar a prática da cidadania. Tal postura persistiu em nossas escolas durantes anos.

 

Contudo, nos últimos trinta anos, a questão ambiental tornou-se objeto de inúmeras discussões, por conta da situação calamitosa na qual se encontra o planeta. Atualmente, o mundo convive com dramas originados pela falta de uma consciência ecológica, que coloque em níveis de equidade o desenvolvimento econômico e natural. Diante disso, surgiram diversos estudos sobre a Educação Ambiental. Tais estudos têm por objetivo levar o homem a refletir sobre o equilíbrio das relações econômicas e naturais. E, sobretudo, despertar nele uma consciência crítica e preventiva. No Brasil, esses estudos refletiram-se nos Parâmetros Curriculares Nacionais -PCNs. Esses novos paradigmas estão sendo adotados por diversos livros didáticos, com a pretensão de levar os alunos a compreender sua relação com o meio ambiente e, sobretudo, levá – los a refletir acerca dos efeitos de suas ações. O que ocasiona o desenvolvimento de uma consciência crítica e preventiva. Assim, o livro didático passa a abordar questões sociais, para levar o aluno a refletir e, consequentemente, atuar na sociedade.

 

No entanto, nem sempre essa perspectiva esteve presente nos manuais didáticos dessa disciplina. Essa afirmativa surge a partir da análise de três livros didáticos de Ciências da 6ª serie, de duas décadas distintas. São eles: Os Seres Vivos (CRUZ, 1995), Os Seres Vivos (BARROS, 2000) e Projeto Araribá Ciências (CRUZ, 2006). Esses livros foram usados em Escolas da Rede Estadual de Ensino em Pernambuco – PE. Os resultados apontam que: os dois primeiros livros retratam a questão ambiental de forma sintética, superficial e resumida. Tal abordagem consiste em pequenas notas e comentários no final de cada capítulo. Assim, percebe – se uma incipiente abordagem da Educação Ambiental. Ambos dão ênfase às definições, com base em textos teóricos e atividades que requerem respostas localizadoras. Essas respostas dão ênfase aos posicionamentos do autor, em detrimento da reflexão do aluno.

 

Nessa perspectiva, percebe-se que as questões são acríticas, na medida em que restringem-se a conceitos apenas. O terceiro livro, por sua vez, tem uma abordagem mais ampla, que objetiva não só levar o aluno a compreender os conceitos, abrangendo, assim, o processo de conscientização dos alunos, levando-os a refletir sobre problemáticas sociais e, por conseguinte, inserí-los no contexto de participação social. Para isso, o autor utiliza atividades de compreensão textual, com base em textos, gráficos, imagens, tabelas, etc. Além disso, as atividades usadas estimulam a capacidade do aluno de opinar e argumentar. Nesse sentido, percebe – se que, apesar de os trabalhos sobre a problemática ambiental terem se iniciado há décadas, sua inserção nos manuais didáticos ocorreu tardiamente. Mas, sobretudo, percebe-se que o sistema educacional brasileiro não fornecia subsídios para o exercício pleno da cidadania, ainda que esse discurso estivesse propagado na sociedade brasileira.

 

Silvio Profirio da Silva, Wilka de Andrade Dias, André Almeida da Silva e Jacineide Gabriel Arcanjo, professores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

 

Fonte: Jornal da Ciência


5 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Paraíba sedia o 1º Colóquio de Educação Ambiental para o Semiárido

O evento, que ocorre até domingo (7), conta com o apoio do Instituto Nacional do Semiárido (Insa) e patrocínio do CNPq.

Ocorre em João Pessoa (PB), até domingo (7), o 1º Colóquio de Educação Ambiental para o Semiárido. No evento serão discutidas formas de conservação da Caatinga e implementação de políticas públicas para o Semiárido brasileiro.

Para o evento são esperados 400 participantes da região Nordeste, representando os diferentes espaços educativos e da sociedade civil. Serão realizadas atividades programadas que incluem conferências, palestras, minicursos, mesas-redondas e apresentação de trabalhos orais (GTs), apresentações culturais, assim como lançamentos e feira de livros.

Promovido pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), tem realização do Programa de Pós-Graduação em Educação do Centro de Educação (PPGE/CE) da UFPB, Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema), Grupo de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) “Educação Ambiental e Ensino de Ciências” (Gepea/Gepec), participação da Rede de Educação para o Semiárido Brasileiro (Resab) – Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Universidade Estadual de Campina Grande (UEPB), Universidade Estadual do Rio do Norte (UERN), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e Universidade Regional do Cariri (Urca), patrocínio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Prefeitura Municipal de Mari e Prefeitura Municipal de Alagoa Grande e apoio do Instituto Nacional do Semiárido (Insa).

Fonte: Ascom do Insa


22 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Educação ambiental distante da produção científica

Estudo indica que professores do ensino básico que trabalham com educação ambiental estão distantes da produção acadêmica na área

As principais fontes de informação para professores do ensino básico que trabalham com educação ambiental são revistas e livros didáticos e o conhecimento produzido nas universidades não atinge diretamente esses profissionais. A constatação é de uma pesquisa feita na Universidade Estadual Paulista (Unesp).

O estudo avaliou as fontes de informação sobre educação ambiental dos professores de educação básica em 14 municípios de São Paulo que pertencem à bacia hidrográfica do médio Tietê, tendo como polo regional a cidade de Bauru.

De acordo com Marília Freitas de Campos Tozoni Reis, professora do Instituto de Biociências de Botucatu e docente credenciada na Pós-Graduação da Faculdade de Ciências da Unesp de Bauru, o estudo procurou entender por que o conhecimento produzido nas universidades nessa área não atinge diretamente os profissionais na educação básica.

“Nossa hipótese era que não conhecemos o formato das publicações e o material que esses professores utilizam para a formação contínua. Na universidade publicamos em revistas especializadas, mas há uma limitação por não se atingir diretamente os docentes do ensino básico”, disse à Agência Fapesp.

Marília coordenou a pesquisa “Fontes de informação dos professores da educação básica: subsídios para a divulgação dos conhecimentos acadêmicos e científicos sobre educação ambiental”, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, desenvolvida no Grupo de Pesquisa em Educação Ambiental (GPEA), que atua junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência da Unesp-Bauru.

Em 2008, o estudo mapeou escolas e professores em 13 municípios, excluindo Bauru. No ano seguinte, os pesquisadores fizeram a coleta de dados por observações e entrevistas naquele município. No total, foram identificados 277 professores que trabalham com educação ambiental.

A pesquisa apontou que a maioria dos professores busca informações em revistas (23%) e livros didáticos (16%), seguidos da internet (14%) e jornais (10%). Aparecem em menor número materiais paradidáticos (6%), cursos, palestras e panfletos (4%), apostilas (4%), vídeos, filmes e músicas (4%), programas de televisão (3%), material acadêmico (3%) e projetos e práticas educativas (2%), entre outros.

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Entre as revistas mais citadas, a Nova Escola aparece no topo das indicações, seguida de Veja, Superinteressante e Época. A Nova Escola oferece descontos para professores e muitos recebem a publicação gratuitamente em suas escolas. “O que nos chamou a atenção é que são revistas de grande circulação nacional, nas quais muitas matérias simplificam as questões teóricas e pedagógicas”, afirmou Marília.

“Com relação ao resultado para a internet, o que nos preocupa é que os professores não mencionaram nenhum procedimento de busca mais sistematizado. É invariavelmente algo muito genérico e sem critério de seleção”, disse.

Segundo Marília, outro ponto a se ressaltar é a dificuldade dos professores em separar o material usado com os seus alunos em aula com o que eles próprios usam para se informar.

Os pesquisadores do GPEA pretendem elaborar uma cartilha de educação ambiental para professores das séries iniciais do ensino fundamental para ser distribuída em todo o Estado de São Paulo.

“Nosso objetivo é orientar o professor para a inserção da educação ambiental de 1ª a 5ª série. Mas não queremos fazer apenas uma distribuição da cartilha pelo correio. A ideia é que os membros do grupo realizem minicursos com os professores em cada escola visitada”, disse.

Fonte: Alex Sander Alcântara – Agência Fapesp, 19/11


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