7 de agosto de 2012 | nenhum comentário »

Inseminação artificial gera o primeiro bebê elefante em zoológico francês

Fêmea de 18 dias se chama Rungwe e dá passos iniciais ao lado da mãe.
Animais vivem na comuna de Saint-Aignan-sur-Cher, região central do país.

Bebê elefante (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Primeiro bebê elefante gerado por inseminação artificial é apresentado no Zoológico e Aquário de Beauval, na comuna francesa de Saint-Aignan-sur-Cher, região central do país. Em 2009, foram coletadas amostras de sêmen de dez machos na África do Sul e distribuídas a zoos europeus (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Bebê elefante (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Filhote da espécie africana é uma fêmea chamada Rungwe (em homenagem a um vulcão da Tanzânia), e nasceu no dia 20 de julho. A gestação da mãe, N'Dala, durou 23 meses. A população de elefantes na Europa está em declínio pelo envelhecimento e consequente redução da fertilidade (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Bebê elefante 3 (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Aos 18 dias de vida, elefante come com a mãe e se diverte no feno. Na 1ª medição, Rungwe tinha 150 kg e 1 metro de altura. Ela deve tomar de 10 a 12 litros de leite por dia durante 2 anos, mas já aos 6 meses serão incluídos aos poucos alguns vegetais na dieta. A espécie africana está ameaçada pela caça, comércio ilegal de marfim, agricultura e urbanização. Há 15 anos, havia só 40 mil indivíduos (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Fonte: Globo Natureza


26 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Cientistas descobrem um ’sexto dedo’ na pata dos elefantes

Cientistas britânicos concluíram que um osso até então inexplicável na pata dos elefantes é na verdade um “sexto dedo”, que ajuda os elefantes a equilibrar seu peso colossal. Segundo um estudo publicado na sexta-feira (23) na revista científica Science, análises de fósseis mostram que a estrutura apareceu há cerca de 40 milhões de anos, época em que os elefantes se tornaram maiores e passaram a viver mais na terra.

Por mais de 300 anos, a estrutura representou um enigma para os cientistas, afirmou o coordenador da pesquisa, John Hutchinson, do Royal Veterinary College. “É um mistério que remonta a 1706, quando os primeiros elefantes foram dissecados por um cirurgião escocês”, disse.

Parte da comunidade científica acreditava que o sexto dedo era um pedaço de cartilagem, cuja função – ou a falta dela – fazia parte dos debates entre os acadêmicos. “Qualquer um que já tenha estudado a pata de um elefante já se perguntou o que era. Mas concluíam que era estranho e passavam para outra coisa.”

Para estudar a estrutura, a equipe se valeu de uma combinação de técnicas que incluíram tomografias computadorizadas, estudo dos tecidos, dissecação e aplicação de microscopia eletrônica. Os pesquisadores concluíram que a estrutura era feita de osso – embora bastante irregular e incomum.

Semelhanças entre espécies – Um exame mais detalhado revelou uma forte semelhança com um osso incomum encontrado na pata dianteira dos pandas. Esse osso – que não é exatamente um osso, mas exerce a função de um – dá apoio aos pandas quando eles se seguram em bambus. Naqueles marsupiais, a estrutura é chamada de “sexto dedo”, ou “polegar dos pandas”.

As toupeiras também possuem um osso que faz as vezes de sexto dedo, ajudando-as a cavar a terra. Nos elefantes, os maiores mamíferos do planeta, a estrutura ajuda os animais a se levantar. Diferente dos pandas e toupeiras, que só possuem o “sexto dedo” na sua pata dianteira, os elefantes possuem ossos em suas quatro patas. Embora tenham mais cara de tronco de árvore, internamente a anatomia da pata de um elefante é bastante complexa.

Seus cinco dedos convencionais apontam na direção de frente do animal, possibilitando-os ficar na ponta dos pés. Já o “sexto dedo” aponta para trás, provendo um suporte adicional e ajudando os elefantes a equilibrar suas toneladas de peso.

Exemplo evolutivo – Para entender quando e por que esse osso apareceu, os pesquisadores analisaram fosseis de elefantes e fizeram uma comparação. Segundo o professor Hutchinson, os primeiros elefantes, que apareceram há cerca de 55 milhões de anos, possuíam um tipo de pata bastante distinto dos atuais.

“Parecia ser bastante achatado e não havia muito espaço para estruturas internas”, afirmou. “A estrutura parece ter evoluído há 40 milhões de anos, e parece ter evoluído à medida que os elefantes ficaram maiores e passaram a viver na terra, com um pata perpendicular (ao chão) e uma postura de pé mais apoiada na ponta.” Para o cientista, a evolução do “sexto dedo” dos elefantes é “um grande exemplo” de como os mecanismos naturais atuam para ajustar as funções do corpo às necessidades.

Fonte: Portal iG


2 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Advogado cria elefantas e camelos de circo em Paraguaçu, no Sul de MG

Juntas, as elefantas Gueda e Maya pesam oito toneladas.
Animais foram trazidos de circo depois de assinar TAC.

Animais exóticos que vivem há um ano e meio em uma fazenda de Paraguaçu, na Região Sul de Minas Gerais se preparam para mudar para o Rio de Janeiro. Duas elefantas e dois camelos, que vieram de um circo, estão sendo cuidados por um advogado que ficou como fiel depositário dos animais. Os bichos foram parar na fazenda depois que o Circo de Portugal assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público da Bahia se comprometendo a não usar os animais em apresentações circenses.

As elefantas, Gueda e Maya, têm cerca de 35 anos e, juntas, pesam oito toneladas. Todos os meses o circo envia R$ 10 mil para o advogado Gioliano Vettori custear as despesas. As elefantas comem cerca de 40 quilos de cenouras e beterrabas todos os dias, fora o capim. Além da comida, elas bebem, em média, 200 litros de água por dia. Os animais vivem aproximadamente 80 anos.

Já os camelos Kadafi e Rakja dão menos trabalho, mas mostram que têm resistência. Eles conseguem beber 120 litros de água em dez minutos e retém o líquido por até oito dias. Daí o motivo desse tipo de animal viver bem no deserto.

Click e veja o vídeo: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/12/advogado-cria-elefantas-e-camelos-de-circo-em-paraguacu-no-sul-de-mg.html

Fonte: G1, com informações da EPTV


8 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Bebê elefante com dez dias de vida faz primeira aparição em zoo alemão

Ainda sem nome, o pequeno mamífero foi fotografado em Munique.
A fêmea de elefante aproveitou o dia para conhecer onde vive.

Nesta terça-feira (8), um filhote de elefante com dez dias de vida explora a área que vive com sua mãe, a fêmea Panang, no zoológico de Munique, na Alemanha (Foto: Matthias Schrader/AP)

Nesta terça-feira (8), uma fêmea de elefante com dez dias de vida explora a área onde vive com sua mãe, a fêmea Panang, no zoológico de Munique, na Alemanha (Foto: Matthias Schrader/AP)

Foi a primeira aparição em público do filhote, que ainda não recebeu nome. (Foto: Matthias Schrader/AP)

Foi a primeira aparição em público da filhote, que ainda não recebeu nome (Foto: Matthias Schrader/AP)

Fonte: Do Globo Natureza, São Paulo


28 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Após licitação cancelada, elefanta tem destino incerto em SP

Uma das estrelas do Circo Kroner, a elefanta asiática Mayson, 38, de três metros e quatro toneladas, que chegou a Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) na semana passada, agora tem destino incerto.

Pelo alto custo, a prefeitura decidiu cancelar nesta quarta-feira (26) uma licitação que adaptaria o recinto onde o animal ficaria permanentemente. Caso a prefeitura não consiga reduzir o valor da obra, de pouco mais de R$ 1 milhão, e abrir uma nova licitação, a elefanta não ficará na cidade.

Folha apurou que as prefeituras de Sorocaba e São Paulo estariam interessadas em receber Mayson caso o recinto em Ribeirão não se viabilize.

A prefeitura chegou a anunciar que um recinto de 1.800 metros quadrados estava sendo construído no bosque municipal de Ribeirão para recebê-la, com lago e fosso de segurança, conforme as normas estabelecidas pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Enquanto isso, a elefanta estava em quarentena (isolada de outros animais), em um local provisório no bosque.

Em nota, as secretarias do Meio Ambiente e da Educação de Ribeirão dizem que a doação do animal, a princípio, “foi bem aceita”, mas que “a informação inicial do doador do animal é que o custo seria apenas com alimentação” e que “por isso a doação foi aceita”.

Porém, o Ibama e o Estado solicitaram adequações ao local onde Mayson ficaria. Após avaliação do projeto do recinto, as pastas identificaram “o alto custo” do projeto e “decidiram cancelar sua execução”.

O valor da licitação seria de R$ 1,297 milhão –suficiente, por exemplo, para construir creches ou unidades de saúde.

O projeto agora será refeito. Enquanto isso, a elefanta permanece provisoriamente no bosque.

Em setembro, a Folha já havia publicado que a prefeitura definiu a empresa que construirá um aquário no bosque, ao custo de R$ 960 mil.

 

Uma das estrelas do Circo Kroner, a Elefanta asiática Mayson, 38, que chegou a Ribeirão Preto (SP)na semana passada, tem destino incerto.

Elefanta asiática Mayson, 38, que chegou a Ribeirão Preto (SP) na semana passada, tem destino incerto. Foto: Roberto Galhardo/Divulgação Prefeitura de Ribeirão Preto

Fonte: De Ribeirão Preto, Folha.com


9 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Bebê elefante abandonado por manada é resgatado na Índia

População entregou o filhote de dois meses às autoridades florestais.
Número de elefantes no mundo caiu de 100 mil para 40 mil em um século.

Um filhote de dois meses de elefante indiano foi resgatado nesta quinta-feira (8) na Índia. O filhote foi deixado para trás por uma manada que passou próximo da cidade de Gauhati, nas margens do rio Bramaputra, no leste do país.

Os elefantes desceram das montanhas da região. A cidade fica no santuário da vida selvagem de Deepor Bell. A região possui vários lagos e é considerada uma das áreas úmidas com mais biodiversidade do planeta, segundo a convenção Ramsar, um tratado internacional que defende a preservação das áreas úmidas em todo o mundo.

elefante na Índia (Foto: Anupam Nath/AP)

Filhote de elefante-indiano recebe alimentação após ser encontrado abandonado (Foto: Anupam Nath/AP)

Os moradores de Gauhati encontraram o pequeno elefante abandonado e o entregaram às autoridades florestais locais. A espécie está ameaçada de extinção, segundo a lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês).

Apesar de ser usada pela população local como meio de transporte e no trabalho de carga, o elefante indiano não é domesticado, pois todos os animais em cativeiro nasceram livres na natureza.

A população destes mamíferos no mundo caiu de 100 mil, em 1900, para cerca de 40 mil nos dias atuais, dos quais pelo menos 15 mil estão em cativeiro, segundo estimativas da organização ambiental WWF. A instituição é autora de um estudo sobre as ameaças que existem sobre a espécie, entre elas a caça e a perda de habitat.

elefante na Índia (Foto: Anupam Nath/AP)

Moradores encontraram o filhote na cidade de Gauhati, após a passagem de uma manada (Foto: Anupam Nath/AP)

Fonte: Globo Natureza com informações de agências internacionais


10 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

União é mais duradoura entre elefantes com menos ‘amigos’

Um estudo recente com elefantes asiáticos mostra que a estrutura social é complexa e o comportamento dos animais varia bastante.

Como parte da sua tese de doutorado na Universidade da Pensilvânia, Shermin de Silva e colegas acompanharam aproximadamente 300 fêmeas de elefantes que vivem no Parque Nacional Uda Walawe, no Sri Lanka, por cerca de dois anos.

Na comunidade de elefantes estudada, um grupo de cinco elefantes aparentou estar sempre junto, mas cerca de 16% dos elefantes mudaram completamente seus cinco companheiros principais durante o período de duração do estudo.

“Se pensarmos sobre isto, a quantidade de tempo para ser dedicada aos companheiros diminui conforme o número de amigos que ele tem”, explica Silva.

“Quanto menor o número de amigos, mais forte é a união com esses poucos”, completa.

Embora cada grupo possa ter até 16 membros, a maioria dos elefantes se agrupou em três.

Além disso, alguns mantiveram os mesmos companheiros por muito tempo e outros mudaram totalmente de parceiros.
“Há muitas variações individuais”, afirmou o pesquisador. “Cada elefante é livre para escolher seus próprios companheiros”, conta.

O motivo dos elefantes preferirem mudar de círculo social não está claro, diz ela, cujo estudo está na edição deste mês da revista “BMC Ecology”.

Fonte: DO “NEW YORK TIMES”






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7 de agosto de 2012 | nenhum comentário »

Inseminação artificial gera o primeiro bebê elefante em zoológico francês

Fêmea de 18 dias se chama Rungwe e dá passos iniciais ao lado da mãe.
Animais vivem na comuna de Saint-Aignan-sur-Cher, região central do país.

Bebê elefante (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Primeiro bebê elefante gerado por inseminação artificial é apresentado no Zoológico e Aquário de Beauval, na comuna francesa de Saint-Aignan-sur-Cher, região central do país. Em 2009, foram coletadas amostras de sêmen de dez machos na África do Sul e distribuídas a zoos europeus (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Bebê elefante (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Filhote da espécie africana é uma fêmea chamada Rungwe (em homenagem a um vulcão da Tanzânia), e nasceu no dia 20 de julho. A gestação da mãe, N'Dala, durou 23 meses. A população de elefantes na Europa está em declínio pelo envelhecimento e consequente redução da fertilidade (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Bebê elefante 3 (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Aos 18 dias de vida, elefante come com a mãe e se diverte no feno. Na 1ª medição, Rungwe tinha 150 kg e 1 metro de altura. Ela deve tomar de 10 a 12 litros de leite por dia durante 2 anos, mas já aos 6 meses serão incluídos aos poucos alguns vegetais na dieta. A espécie africana está ameaçada pela caça, comércio ilegal de marfim, agricultura e urbanização. Há 15 anos, havia só 40 mil indivíduos (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Fonte: Globo Natureza


26 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Cientistas descobrem um ’sexto dedo’ na pata dos elefantes

Cientistas britânicos concluíram que um osso até então inexplicável na pata dos elefantes é na verdade um “sexto dedo”, que ajuda os elefantes a equilibrar seu peso colossal. Segundo um estudo publicado na sexta-feira (23) na revista científica Science, análises de fósseis mostram que a estrutura apareceu há cerca de 40 milhões de anos, época em que os elefantes se tornaram maiores e passaram a viver mais na terra.

Por mais de 300 anos, a estrutura representou um enigma para os cientistas, afirmou o coordenador da pesquisa, John Hutchinson, do Royal Veterinary College. “É um mistério que remonta a 1706, quando os primeiros elefantes foram dissecados por um cirurgião escocês”, disse.

Parte da comunidade científica acreditava que o sexto dedo era um pedaço de cartilagem, cuja função – ou a falta dela – fazia parte dos debates entre os acadêmicos. “Qualquer um que já tenha estudado a pata de um elefante já se perguntou o que era. Mas concluíam que era estranho e passavam para outra coisa.”

Para estudar a estrutura, a equipe se valeu de uma combinação de técnicas que incluíram tomografias computadorizadas, estudo dos tecidos, dissecação e aplicação de microscopia eletrônica. Os pesquisadores concluíram que a estrutura era feita de osso – embora bastante irregular e incomum.

Semelhanças entre espécies – Um exame mais detalhado revelou uma forte semelhança com um osso incomum encontrado na pata dianteira dos pandas. Esse osso – que não é exatamente um osso, mas exerce a função de um – dá apoio aos pandas quando eles se seguram em bambus. Naqueles marsupiais, a estrutura é chamada de “sexto dedo”, ou “polegar dos pandas”.

As toupeiras também possuem um osso que faz as vezes de sexto dedo, ajudando-as a cavar a terra. Nos elefantes, os maiores mamíferos do planeta, a estrutura ajuda os animais a se levantar. Diferente dos pandas e toupeiras, que só possuem o “sexto dedo” na sua pata dianteira, os elefantes possuem ossos em suas quatro patas. Embora tenham mais cara de tronco de árvore, internamente a anatomia da pata de um elefante é bastante complexa.

Seus cinco dedos convencionais apontam na direção de frente do animal, possibilitando-os ficar na ponta dos pés. Já o “sexto dedo” aponta para trás, provendo um suporte adicional e ajudando os elefantes a equilibrar suas toneladas de peso.

Exemplo evolutivo – Para entender quando e por que esse osso apareceu, os pesquisadores analisaram fosseis de elefantes e fizeram uma comparação. Segundo o professor Hutchinson, os primeiros elefantes, que apareceram há cerca de 55 milhões de anos, possuíam um tipo de pata bastante distinto dos atuais.

“Parecia ser bastante achatado e não havia muito espaço para estruturas internas”, afirmou. “A estrutura parece ter evoluído há 40 milhões de anos, e parece ter evoluído à medida que os elefantes ficaram maiores e passaram a viver na terra, com um pata perpendicular (ao chão) e uma postura de pé mais apoiada na ponta.” Para o cientista, a evolução do “sexto dedo” dos elefantes é “um grande exemplo” de como os mecanismos naturais atuam para ajustar as funções do corpo às necessidades.

Fonte: Portal iG


2 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Advogado cria elefantas e camelos de circo em Paraguaçu, no Sul de MG

Juntas, as elefantas Gueda e Maya pesam oito toneladas.
Animais foram trazidos de circo depois de assinar TAC.

Animais exóticos que vivem há um ano e meio em uma fazenda de Paraguaçu, na Região Sul de Minas Gerais se preparam para mudar para o Rio de Janeiro. Duas elefantas e dois camelos, que vieram de um circo, estão sendo cuidados por um advogado que ficou como fiel depositário dos animais. Os bichos foram parar na fazenda depois que o Circo de Portugal assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público da Bahia se comprometendo a não usar os animais em apresentações circenses.

As elefantas, Gueda e Maya, têm cerca de 35 anos e, juntas, pesam oito toneladas. Todos os meses o circo envia R$ 10 mil para o advogado Gioliano Vettori custear as despesas. As elefantas comem cerca de 40 quilos de cenouras e beterrabas todos os dias, fora o capim. Além da comida, elas bebem, em média, 200 litros de água por dia. Os animais vivem aproximadamente 80 anos.

Já os camelos Kadafi e Rakja dão menos trabalho, mas mostram que têm resistência. Eles conseguem beber 120 litros de água em dez minutos e retém o líquido por até oito dias. Daí o motivo desse tipo de animal viver bem no deserto.

Click e veja o vídeo: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/12/advogado-cria-elefantas-e-camelos-de-circo-em-paraguacu-no-sul-de-mg.html

Fonte: G1, com informações da EPTV


8 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Bebê elefante com dez dias de vida faz primeira aparição em zoo alemão

Ainda sem nome, o pequeno mamífero foi fotografado em Munique.
A fêmea de elefante aproveitou o dia para conhecer onde vive.

Nesta terça-feira (8), um filhote de elefante com dez dias de vida explora a área que vive com sua mãe, a fêmea Panang, no zoológico de Munique, na Alemanha (Foto: Matthias Schrader/AP)

Nesta terça-feira (8), uma fêmea de elefante com dez dias de vida explora a área onde vive com sua mãe, a fêmea Panang, no zoológico de Munique, na Alemanha (Foto: Matthias Schrader/AP)

Foi a primeira aparição em público do filhote, que ainda não recebeu nome. (Foto: Matthias Schrader/AP)

Foi a primeira aparição em público da filhote, que ainda não recebeu nome (Foto: Matthias Schrader/AP)

Fonte: Do Globo Natureza, São Paulo


28 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Após licitação cancelada, elefanta tem destino incerto em SP

Uma das estrelas do Circo Kroner, a elefanta asiática Mayson, 38, de três metros e quatro toneladas, que chegou a Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) na semana passada, agora tem destino incerto.

Pelo alto custo, a prefeitura decidiu cancelar nesta quarta-feira (26) uma licitação que adaptaria o recinto onde o animal ficaria permanentemente. Caso a prefeitura não consiga reduzir o valor da obra, de pouco mais de R$ 1 milhão, e abrir uma nova licitação, a elefanta não ficará na cidade.

Folha apurou que as prefeituras de Sorocaba e São Paulo estariam interessadas em receber Mayson caso o recinto em Ribeirão não se viabilize.

A prefeitura chegou a anunciar que um recinto de 1.800 metros quadrados estava sendo construído no bosque municipal de Ribeirão para recebê-la, com lago e fosso de segurança, conforme as normas estabelecidas pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Enquanto isso, a elefanta estava em quarentena (isolada de outros animais), em um local provisório no bosque.

Em nota, as secretarias do Meio Ambiente e da Educação de Ribeirão dizem que a doação do animal, a princípio, “foi bem aceita”, mas que “a informação inicial do doador do animal é que o custo seria apenas com alimentação” e que “por isso a doação foi aceita”.

Porém, o Ibama e o Estado solicitaram adequações ao local onde Mayson ficaria. Após avaliação do projeto do recinto, as pastas identificaram “o alto custo” do projeto e “decidiram cancelar sua execução”.

O valor da licitação seria de R$ 1,297 milhão –suficiente, por exemplo, para construir creches ou unidades de saúde.

O projeto agora será refeito. Enquanto isso, a elefanta permanece provisoriamente no bosque.

Em setembro, a Folha já havia publicado que a prefeitura definiu a empresa que construirá um aquário no bosque, ao custo de R$ 960 mil.

 

Uma das estrelas do Circo Kroner, a Elefanta asiática Mayson, 38, que chegou a Ribeirão Preto (SP)na semana passada, tem destino incerto.

Elefanta asiática Mayson, 38, que chegou a Ribeirão Preto (SP) na semana passada, tem destino incerto. Foto: Roberto Galhardo/Divulgação Prefeitura de Ribeirão Preto

Fonte: De Ribeirão Preto, Folha.com


9 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Bebê elefante abandonado por manada é resgatado na Índia

População entregou o filhote de dois meses às autoridades florestais.
Número de elefantes no mundo caiu de 100 mil para 40 mil em um século.

Um filhote de dois meses de elefante indiano foi resgatado nesta quinta-feira (8) na Índia. O filhote foi deixado para trás por uma manada que passou próximo da cidade de Gauhati, nas margens do rio Bramaputra, no leste do país.

Os elefantes desceram das montanhas da região. A cidade fica no santuário da vida selvagem de Deepor Bell. A região possui vários lagos e é considerada uma das áreas úmidas com mais biodiversidade do planeta, segundo a convenção Ramsar, um tratado internacional que defende a preservação das áreas úmidas em todo o mundo.

elefante na Índia (Foto: Anupam Nath/AP)

Filhote de elefante-indiano recebe alimentação após ser encontrado abandonado (Foto: Anupam Nath/AP)

Os moradores de Gauhati encontraram o pequeno elefante abandonado e o entregaram às autoridades florestais locais. A espécie está ameaçada de extinção, segundo a lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês).

Apesar de ser usada pela população local como meio de transporte e no trabalho de carga, o elefante indiano não é domesticado, pois todos os animais em cativeiro nasceram livres na natureza.

A população destes mamíferos no mundo caiu de 100 mil, em 1900, para cerca de 40 mil nos dias atuais, dos quais pelo menos 15 mil estão em cativeiro, segundo estimativas da organização ambiental WWF. A instituição é autora de um estudo sobre as ameaças que existem sobre a espécie, entre elas a caça e a perda de habitat.

elefante na Índia (Foto: Anupam Nath/AP)

Moradores encontraram o filhote na cidade de Gauhati, após a passagem de uma manada (Foto: Anupam Nath/AP)

Fonte: Globo Natureza com informações de agências internacionais


10 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

União é mais duradoura entre elefantes com menos ‘amigos’

Um estudo recente com elefantes asiáticos mostra que a estrutura social é complexa e o comportamento dos animais varia bastante.

Como parte da sua tese de doutorado na Universidade da Pensilvânia, Shermin de Silva e colegas acompanharam aproximadamente 300 fêmeas de elefantes que vivem no Parque Nacional Uda Walawe, no Sri Lanka, por cerca de dois anos.

Na comunidade de elefantes estudada, um grupo de cinco elefantes aparentou estar sempre junto, mas cerca de 16% dos elefantes mudaram completamente seus cinco companheiros principais durante o período de duração do estudo.

“Se pensarmos sobre isto, a quantidade de tempo para ser dedicada aos companheiros diminui conforme o número de amigos que ele tem”, explica Silva.

“Quanto menor o número de amigos, mais forte é a união com esses poucos”, completa.

Embora cada grupo possa ter até 16 membros, a maioria dos elefantes se agrupou em três.

Além disso, alguns mantiveram os mesmos companheiros por muito tempo e outros mudaram totalmente de parceiros.
“Há muitas variações individuais”, afirmou o pesquisador. “Cada elefante é livre para escolher seus próprios companheiros”, conta.

O motivo dos elefantes preferirem mudar de círculo social não está claro, diz ela, cujo estudo está na edição deste mês da revista “BMC Ecology”.

Fonte: DO “NEW YORK TIMES”