20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Programa de computador reconhece leopardo flagrado arrastando presa

Fotografia feita na Índia foi comparada com arquivo de imagens.
Animal já tinha sido registrado em 2004 por ‘armadilha fotográfica’.

Um leopardo fotografado carregando uma carcaça de bezerro de bisão na reserva Bandipur, no sul da Índia, foi identificado por computador graças a um programa que analisa o desenho do pelo do animal.

O flagrante foi clicado pelo fotógrafo Vinay Kumar. Ele a fez chegar à organização Wildlife Conservation Society, que tem um arquivo de mais de 20 anos de fotos de felinos feitas com armadilhas fotográficas, máquinas colocadas em áreas selvagens que disparam automaticamente quando há movimento no entorno.

Com ajuda de um programa de análise do padrão da pelagem, pesquisadores encontraram uma imagem do mesmo animal datada de dezembro de 2004, ou seja, quase 8 anos atrás. O caso mostra que fotografias podem ajudar a monitorar a vida dos felinos selvagens – mesmo as feitas por turistas.

Desenhos no pelo do leopardo permitiram que programa reconhecesse o animal. (Foto: Vinay S. Kumar/Divulgação)

Desenhos no pelo do leopardo permitiram que programa reconhecesse o animal. (Foto: Vinay S. Kumar/Divulgação)

Fonte: Globo Natureza


11 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Venda de ossos de leão vira novo ‘negócio’ da máfia na África do Sul

Foco de traficantes é alimentar mercado asiático.
Esqueleto de leão vale aproximadamente US$ 10 mil.

Os ossos de leões que vivem na África do Sul, utilizados para fazer poções tradicionais, se transformaram no novo negócio das máfias asiáticas que se dedicam ao tráfico do chifre de rinoceronte, ao qual são atribuídas propriedades medicinais na Ásia.

O novo objetivo das máfias ficou evidente em setembro de 2011, quando a polícia sul-africana conseguiu desmontar a maior rede de tráfico de chifres de rinoceronte até o momento, da qual participava um criador de felinos, que se dedicava à falsificação de permissões de caça para ambas as espécies.

Dados do governo afirmam que 13 rinocerontes foram mortos em 2007 e 448 em 2011. Já em 2012, segundo a rede de Parques Nacionais da África do Sul (Sanparks), 270 rinos pereceram sob as ações ilegais de caçadores.

“As mesmas máfias que traficam chifres de rinoceronte estão comercializando ossos de leão”, assegura Jo Shaw, especialista em Comércio e Tráfico de Espécies do Fundo para a Proteção da Vida Selvagem da África Austral (EWT, na sigla em inglês).

Devido ao aumento da demanda nos mercados asiáticos, o preço de um esqueleto de leão subiu de US$ 4 mil em 2010 para US$ 10 mil este ano, segundo site da ONG britânica Lion Aid.

Apelo ao governo
Para tentar frear o tráfico de ossos de leão, uma campanha na internet conseguiu quase 650 mil assinaturas de apoio desde o dia 28 de junho, e se transformou em um fenômeno através do Facebook.

A iniciativa, que começou no site da Avaaz, uma organização que propõe ações cidadãs em favor de causas sociais, reivindica um milhão de assinaturas para exigir do presidente da África do Sul, Jacob Zuma, que proíba o tráfico desses animais.

“Centenas de leões sul-africanos estão sendo esquartejados para a fabricação de falsas poções sexuais para homens asiáticos, mas uma campanha global pode acabar com este cruel comércio”, indica o site da Avaaz.

Além disso, a iniciativa acrescenta que “os leões são criados em péssimas condições para sua caça, onde turistas endinheirados atiram contra eles através das cercas”.

“Os analistas temem que o aumento do valor [dos ossos] acabe desencadeando a caça ilegal dos 20 mil leões que vivem em estado selvagem na África”, acrescenta a Avaaz.

Mercado ilegal alternativo
Conservacionistas temem agora que os felinos sul-africanos se transformem em um negócio tão lucrativo quanto o dos rinocerontes. “Ainda não sabemos quais podem ser as consequências do aumento deste comércio sobre os leões selvagens”, reconhece Shaw, cuja organização vai realizar um estudo, junto à Universidade de Oxford, para analisar o impacto da demanda asiática.

De acordo com Kelly Marnewick, especialista em felinos da EWT, o comércio de leão é uma realidade na África do Sul e aumentou desde que a caça de tigres se tornou cada vez mais complicada.

Ainda segundo Kelly, outras espécies também já são afetadas, como leopardos e guepardos. Entretanto, é difícil distinguir ossos uns dos outros, segundo a conservacionista sul-africana.

Exemplares de Leões africanos têm sido caçados e mortos para extração de ossos, que são vendidos para o mercado asiático. Tradicionalistas da região acreditam em cura com poções que utilizam esqueleto. (Foto: Reprodução/Chris vd Merwe)

Exemplares de Leões africanos têm sido caçados e mortos para extração de ossos, que são vendidos para o mercado asiático. Tradicionalistas da região acreditam em cura com poções que utilizam esqueleto. (Foto: Reprodução/Chris vd Merwe)

Fonte: Globo Natureza


28 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Tigres-siberianos disputam ‘almoço’ em parque florestal da China

Felinos brigaram para capturar uma galinha, que foi solta por tratadores.
Cena foi presenciada por visitantes nesta terça-feira.

Uma cena curiosa foi presenciada por quem visitou nesta terça-feira (27) o Parque Florestal dos Tigres-siberianos, em Harbin, na China.

Um grupo destes felinos (Panthera tigris altaica) disputava para ver quem conseguia capturar uma galinha, que foi solta por funcionários do parque chinês.

A ave conseguiu escapar por um bom tempo das garras dos tigres, que pulavam para tentar alcançar e abocanhar a galinha. Houve até briga entre eles, mas somente um dos tigres-siberianos obteve sucesso na caçada.

Atualmente, existem cerca de 800 tigres-siberianos na reserva natural chinesa e o local recebe visitantes diariamente. Nativa da Ásia, esta espécie é considerada a maior entre os tigres existentes no mundo e está criticamente ameaçada de extinção.

Grupo de tigres-siberianos cerca carro de tratadores em reserva localizada em Harbin, na China (Foto: Sheng Li/Reuters)

Grupo de tigres-siberianos cerca carro de tratadores em reserva localizada em Harbin, na China (Foto: Sheng Li/Reuters)

Os tratadores soltam uma galinha, que atrai a atenção dos felinos que começam a caçar a ave (Foto: Sheng Li/Reuters)

Os tratadores soltam uma galinha, que atrai a atenção dos felinos. Eles começam a caçar a ave (Foto: Sheng Li/Reuters)

Alguns espécimes brigam entre eles durante a disputa pela galinha (Foto: Sheng Li/Reuters)

Alguns espécimes brigam durante a disputa pela galinha (Foto: Sheng Li/Reuters)

A disputa foi acirrada entre os tigres-siberianos, até que a galinha foi capturada por um deles. A caçada foi acompanhada por um grupo de visitantes (Foto: Sheng Li/Reuters)

A disputa foi acirrada entre os tigres-siberianos, até que a galinha foi capturada por um deles. A caçada foi acompanhada por um grupo de visitantes (Foto: Sheng Li/Reuters)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


13 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Fotos mostram tigre e leão ‘visitando’ dentista na África do Sul

Veterinário Gerhard Steenkamp é especializado em tratar grandes felinos.
Animais ficam no parque Mystic Monkey e Feathers, em Pretória.

Fotos divulgadas nesta semana mostra um tigre-de-bengala e um leão branco passando por operações dentárias no parque Mystic Monkeys e Feathers em Pretória, na África do Sul.

Chaka é um tigre macho e tem seis anos de idade. Pesa 230 quilos e passou por duas cirurgias para tratamento de canal. Já Zuba, o leão, possui apenas dois anos e teve dois caninos “salvos”, cada um com quase 13 centímetros de comprimento.

Os animais foram atendidos pelo dentista veterinário Gerhard Steenkamp, especializado no cuidado a grandes felinos. O especialista chega a passar até 90 minutos com as mãos enfiadas dentro da boca dos predadores.

Steenkamp se formou em veterinária em Pretória, em 1994. Atualmente, viaja todo o mundo para realizar operações dentárias em animais. As informações são da agência Barcroft Media.

O leão branco Zuma durante operação em canino. (Foto: Traudi Riegger / Barcroft Media / Getty Images)

O leão branco Zuma durante operação em canino. (Foto: Traudi Riegger / Barcroft Media / Getty Images)

O tigre-de-bengala Chaka fazendo tratamento de canal. (Foto: Traudi Riegger / Barcroft Media / Getty Images)

O tigre-de-bengala Chaka fazendo tratamento de canal. (Foto: Traudi Riegger / Barcroft Media / Getty Images)

 

Fonte: Do Globo Natureza, em São Paulo


3 de março de 2011 | nenhum comentário »

Biólogos decretam fim do puma no leste dos EUA

Biólogos federais anunciaram o fim dos pumas no leste dos Estados Unidos, espécie que durante muito tempo constou na lista de animais ameaçados de extinção.

A Fish and Wildlife Service, agência do governo americano responsável pela proteção da fauna silvestre, disse que não há mais nenhuma espécie nessa região em específico.

Com a declaração, o puma do oriente será removido da lista de animais ameaçados.

Embora ainda sejam vistos pumas em Maine e na Carolina do Sul, o serviço americano sustenta que esses felinos se enquadram em outras categorias.

noelle psp

Esses animais vieram de outras áreas dos EUA, como do sul e do oeste, ou escaparam ou foram soltos de cativeiros.
Fonte: Folha.com






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20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Programa de computador reconhece leopardo flagrado arrastando presa

Fotografia feita na Índia foi comparada com arquivo de imagens.
Animal já tinha sido registrado em 2004 por ‘armadilha fotográfica’.

Um leopardo fotografado carregando uma carcaça de bezerro de bisão na reserva Bandipur, no sul da Índia, foi identificado por computador graças a um programa que analisa o desenho do pelo do animal.

O flagrante foi clicado pelo fotógrafo Vinay Kumar. Ele a fez chegar à organização Wildlife Conservation Society, que tem um arquivo de mais de 20 anos de fotos de felinos feitas com armadilhas fotográficas, máquinas colocadas em áreas selvagens que disparam automaticamente quando há movimento no entorno.

Com ajuda de um programa de análise do padrão da pelagem, pesquisadores encontraram uma imagem do mesmo animal datada de dezembro de 2004, ou seja, quase 8 anos atrás. O caso mostra que fotografias podem ajudar a monitorar a vida dos felinos selvagens – mesmo as feitas por turistas.

Desenhos no pelo do leopardo permitiram que programa reconhecesse o animal. (Foto: Vinay S. Kumar/Divulgação)

Desenhos no pelo do leopardo permitiram que programa reconhecesse o animal. (Foto: Vinay S. Kumar/Divulgação)

Fonte: Globo Natureza


11 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Venda de ossos de leão vira novo ‘negócio’ da máfia na África do Sul

Foco de traficantes é alimentar mercado asiático.
Esqueleto de leão vale aproximadamente US$ 10 mil.

Os ossos de leões que vivem na África do Sul, utilizados para fazer poções tradicionais, se transformaram no novo negócio das máfias asiáticas que se dedicam ao tráfico do chifre de rinoceronte, ao qual são atribuídas propriedades medicinais na Ásia.

O novo objetivo das máfias ficou evidente em setembro de 2011, quando a polícia sul-africana conseguiu desmontar a maior rede de tráfico de chifres de rinoceronte até o momento, da qual participava um criador de felinos, que se dedicava à falsificação de permissões de caça para ambas as espécies.

Dados do governo afirmam que 13 rinocerontes foram mortos em 2007 e 448 em 2011. Já em 2012, segundo a rede de Parques Nacionais da África do Sul (Sanparks), 270 rinos pereceram sob as ações ilegais de caçadores.

“As mesmas máfias que traficam chifres de rinoceronte estão comercializando ossos de leão”, assegura Jo Shaw, especialista em Comércio e Tráfico de Espécies do Fundo para a Proteção da Vida Selvagem da África Austral (EWT, na sigla em inglês).

Devido ao aumento da demanda nos mercados asiáticos, o preço de um esqueleto de leão subiu de US$ 4 mil em 2010 para US$ 10 mil este ano, segundo site da ONG britânica Lion Aid.

Apelo ao governo
Para tentar frear o tráfico de ossos de leão, uma campanha na internet conseguiu quase 650 mil assinaturas de apoio desde o dia 28 de junho, e se transformou em um fenômeno através do Facebook.

A iniciativa, que começou no site da Avaaz, uma organização que propõe ações cidadãs em favor de causas sociais, reivindica um milhão de assinaturas para exigir do presidente da África do Sul, Jacob Zuma, que proíba o tráfico desses animais.

“Centenas de leões sul-africanos estão sendo esquartejados para a fabricação de falsas poções sexuais para homens asiáticos, mas uma campanha global pode acabar com este cruel comércio”, indica o site da Avaaz.

Além disso, a iniciativa acrescenta que “os leões são criados em péssimas condições para sua caça, onde turistas endinheirados atiram contra eles através das cercas”.

“Os analistas temem que o aumento do valor [dos ossos] acabe desencadeando a caça ilegal dos 20 mil leões que vivem em estado selvagem na África”, acrescenta a Avaaz.

Mercado ilegal alternativo
Conservacionistas temem agora que os felinos sul-africanos se transformem em um negócio tão lucrativo quanto o dos rinocerontes. “Ainda não sabemos quais podem ser as consequências do aumento deste comércio sobre os leões selvagens”, reconhece Shaw, cuja organização vai realizar um estudo, junto à Universidade de Oxford, para analisar o impacto da demanda asiática.

De acordo com Kelly Marnewick, especialista em felinos da EWT, o comércio de leão é uma realidade na África do Sul e aumentou desde que a caça de tigres se tornou cada vez mais complicada.

Ainda segundo Kelly, outras espécies também já são afetadas, como leopardos e guepardos. Entretanto, é difícil distinguir ossos uns dos outros, segundo a conservacionista sul-africana.

Exemplares de Leões africanos têm sido caçados e mortos para extração de ossos, que são vendidos para o mercado asiático. Tradicionalistas da região acreditam em cura com poções que utilizam esqueleto. (Foto: Reprodução/Chris vd Merwe)

Exemplares de Leões africanos têm sido caçados e mortos para extração de ossos, que são vendidos para o mercado asiático. Tradicionalistas da região acreditam em cura com poções que utilizam esqueleto. (Foto: Reprodução/Chris vd Merwe)

Fonte: Globo Natureza


28 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Tigres-siberianos disputam ‘almoço’ em parque florestal da China

Felinos brigaram para capturar uma galinha, que foi solta por tratadores.
Cena foi presenciada por visitantes nesta terça-feira.

Uma cena curiosa foi presenciada por quem visitou nesta terça-feira (27) o Parque Florestal dos Tigres-siberianos, em Harbin, na China.

Um grupo destes felinos (Panthera tigris altaica) disputava para ver quem conseguia capturar uma galinha, que foi solta por funcionários do parque chinês.

A ave conseguiu escapar por um bom tempo das garras dos tigres, que pulavam para tentar alcançar e abocanhar a galinha. Houve até briga entre eles, mas somente um dos tigres-siberianos obteve sucesso na caçada.

Atualmente, existem cerca de 800 tigres-siberianos na reserva natural chinesa e o local recebe visitantes diariamente. Nativa da Ásia, esta espécie é considerada a maior entre os tigres existentes no mundo e está criticamente ameaçada de extinção.

Grupo de tigres-siberianos cerca carro de tratadores em reserva localizada em Harbin, na China (Foto: Sheng Li/Reuters)

Grupo de tigres-siberianos cerca carro de tratadores em reserva localizada em Harbin, na China (Foto: Sheng Li/Reuters)

Os tratadores soltam uma galinha, que atrai a atenção dos felinos que começam a caçar a ave (Foto: Sheng Li/Reuters)

Os tratadores soltam uma galinha, que atrai a atenção dos felinos. Eles começam a caçar a ave (Foto: Sheng Li/Reuters)

Alguns espécimes brigam entre eles durante a disputa pela galinha (Foto: Sheng Li/Reuters)

Alguns espécimes brigam durante a disputa pela galinha (Foto: Sheng Li/Reuters)

A disputa foi acirrada entre os tigres-siberianos, até que a galinha foi capturada por um deles. A caçada foi acompanhada por um grupo de visitantes (Foto: Sheng Li/Reuters)

A disputa foi acirrada entre os tigres-siberianos, até que a galinha foi capturada por um deles. A caçada foi acompanhada por um grupo de visitantes (Foto: Sheng Li/Reuters)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


13 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Fotos mostram tigre e leão ‘visitando’ dentista na África do Sul

Veterinário Gerhard Steenkamp é especializado em tratar grandes felinos.
Animais ficam no parque Mystic Monkey e Feathers, em Pretória.

Fotos divulgadas nesta semana mostra um tigre-de-bengala e um leão branco passando por operações dentárias no parque Mystic Monkeys e Feathers em Pretória, na África do Sul.

Chaka é um tigre macho e tem seis anos de idade. Pesa 230 quilos e passou por duas cirurgias para tratamento de canal. Já Zuba, o leão, possui apenas dois anos e teve dois caninos “salvos”, cada um com quase 13 centímetros de comprimento.

Os animais foram atendidos pelo dentista veterinário Gerhard Steenkamp, especializado no cuidado a grandes felinos. O especialista chega a passar até 90 minutos com as mãos enfiadas dentro da boca dos predadores.

Steenkamp se formou em veterinária em Pretória, em 1994. Atualmente, viaja todo o mundo para realizar operações dentárias em animais. As informações são da agência Barcroft Media.

O leão branco Zuma durante operação em canino. (Foto: Traudi Riegger / Barcroft Media / Getty Images)

O leão branco Zuma durante operação em canino. (Foto: Traudi Riegger / Barcroft Media / Getty Images)

O tigre-de-bengala Chaka fazendo tratamento de canal. (Foto: Traudi Riegger / Barcroft Media / Getty Images)

O tigre-de-bengala Chaka fazendo tratamento de canal. (Foto: Traudi Riegger / Barcroft Media / Getty Images)

 

Fonte: Do Globo Natureza, em São Paulo


3 de março de 2011 | nenhum comentário »

Biólogos decretam fim do puma no leste dos EUA

Biólogos federais anunciaram o fim dos pumas no leste dos Estados Unidos, espécie que durante muito tempo constou na lista de animais ameaçados de extinção.

A Fish and Wildlife Service, agência do governo americano responsável pela proteção da fauna silvestre, disse que não há mais nenhuma espécie nessa região em específico.

Com a declaração, o puma do oriente será removido da lista de animais ameaçados.

Embora ainda sejam vistos pumas em Maine e na Carolina do Sul, o serviço americano sustenta que esses felinos se enquadram em outras categorias.

noelle psp

Esses animais vieram de outras áreas dos EUA, como do sul e do oeste, ou escaparam ou foram soltos de cativeiros.
Fonte: Folha.com