28 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Cientistas analisam populações de focas há 60 anos em ilhas da Grã-Bretanha

Filhotes são marcados com tinta para análise de hábitos e dieta.

Cientistas britânicos comemoram no mês de outubro os 60 anos do início dos estudos de populações de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha.

A pesquisa, que começou na década de 1950, continua com uma equipe de supervisores do National Trust, a entidade que cuida de conservação ambiental e de construções históricas da Grã-Bretanha.

David Steel, chefe dos supervisores do National Trust, vive e trabalha nas ilhas nove meses por ano e conta que o trabalho que começou em 1951 foi pioneiro.

‘Quando o trabalho começou, se sabia pouco sobre as focas, sua biologia, e nem mesmo sobre o que elas comiam’, disse.

O supervisor conta que sua equipe de cinco pessoas visita a colônia de focas a cada três ou quatro dias.

‘Um chama a atenção da fêmea enquanto outro marca o filhote com tinta. A cada quatro dias, voltamos e mudamos a cor da tinta que marca os filhotes.’

‘Com isso, no meio de novembro, temos filhotes de foca com várias cores de tinta. Os supervisores então podem acompanhar a história de vida de cada filhote marcado’, afirmou.

Steel disse que eles já descobriram muito sobre a vida das focas da ilha, com a ajuda da tinta e de rastreadores colocados nos animais.

Com estes aparelhos eles descobriram para onde as focas vão quando saem das ilhas e a dieta dos animais, algo muito importante para ajudar na proteção da região e de outros lugares do Mar do Norte que são frequentados por estas focas.

Filhotes de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha (Foto: BBC)

Filhotes de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha (Foto: BBC)

Fonte: Da BBC


20 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca

O pesquisador Robert Pitman fotografou o momento em que três baleias criam uma onda para tirar a foca de um bloco de gelo.

Um pesquisador americano registrou o momento em que um grupo de orcas põe em prática uma estratégia coletiva para capturar uma foca na Antártida.

O cientista marinho Robert Pitman, do Administração Oceânica e Atmosférica Nacional na Califórnia, Estados Unidos, trabalhava como consultor para uma equipe da BBC quando a cena aconteceu.

Nas imagens, as três baleias criam uma onda sobre o bloco de gelo onde está a foca, fazendo com que ela se desequilibre e caia no mar.

‘Há três tipos diferentes de orcas na Antártida, mas este tipo é especialista em focas’, disse o cientista à BBC Brasil.

Pitman e seu colega Robert Durham publicaram um estudo após semanas observando o comportamento das orcas na região.

Segundo a pesquisa, as baleias trabalham sempre em conjunto no momento da caça e a estratégia da onda funciona três de cada quatro vezes em que é utilizada.

‘Elas formam famílias e fazem tudo cooperativamente. Vimos grupos de até 15 baleias’, diz.

De acordo com Pitman e Durham, as baleias também dividem a tarefa de retirar a pele e dissecar as focas capturadas.

Os mamíferos, que chegam a ter 9,5 metros de comprimento e pesar cerca de 6 toneladas, são considerados animais inteligentes e sociais.

As orcas observadas pelos pesquisadores também escolhem de maneira muito especifica as focas que irão capturar.

‘Elas preferem as focas-de-weddell e não procuram nenhuma das outras espécies. Ainda não sabemos o porquê’, disse Pitman.

Para o cientista, a rapidez e inteligência das baleias faz com que suas táticas de caça sejam altamente eficientes.

‘As focas só escapavam quando as baleias percebiam que elas eram de outra espécie (que não as focas-de-weddell). Nesse caso, as orcas iam embora e as deixavam no mar’, afirma.

‘Vimos algumas focas conseguirem escapar na confusão, logo após caírem do bloco de gelo, mas eram a minoria.’

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca (Foto: Robert Pitman)

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca (Foto: Robert Pitman)

Fonte: Da BBC


17 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Doença misteriosa mata dezenas de focas no Alasca

Biólogos acreditam que mortes sejam causadas por um vírus.
Sintomas incluem perda de pelo, lesões nas barbatanas e pele irritada.

Uma doença misteriosa, possivelmente um vírus, matou dezenas de focas aneladas na costa do Alasca, nos EUA, de acordo com uma agência federal e uma local.

As focas doentes têm chegado à praia na costa do Ártico desde julho. O número de vítimas aumentou ao longo dos meses, afirmaram os biólogos do Departamento de Controle da Vida Selvagem e de outras agências na quinta-feira (13).

Cerca de cem animais doentes foram encontrados perto de Barrow, a comunidade mais ao norte do país. Metade deles morreu, disseram os biólogos locais.

Em outros locais do município, os moradores registraram ter visto 146 focas aneladas se arrastando pelas praias – muitas delas doentes, afirmaram biólogos.

As focas-aneladas raramente chegam até a praia e passam a maior parte do ano na água ou em pedaços de gelo, de acordo com o Serviço de Pesca da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica.

Biólogos disseram acreditar que a doença seja causada por um vírus. Os sintomas incluem lesões com sangue nas barbatanas traseiras, pele irritada ao redor do nariz e dos olhos, e perda de pelo.

Eles afirmaram que o surto misterioso pode não estar limitado às focas aneladas. Algumas morsas foram encontradas mortas na costa noroeste do Alasca com lesões similares. Caçadores locais também relataram ter encontrado lesões de pele em outro tipo de foca.

Não estava claro se as lesões encontradas nas morsas eram decorrentes da mesma doença das focas aneladas, disse Bruce Woods, porta-voz do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA.

“No momento, estamos no escuro”, afirmou ele.

As locações remotas e outras dificuldades de logística tornam impossível providenciar atendimento veterinário aos animais que estão doentes na praia, disse o biólogo Jason Herreman.

“As focas encontradas mortas são recolhidas para análise. As focas que estão doentes, mas permanecem vivas, são deixadas para que se recuperem sozinhas”, disse ele em um e-mail, acrescentando que os animais estão sendo enviados a diversos laboratórios de Anchorage e de outros locais.

Foca-anelada doente no Alasca. (Foto: Reuters)

Foca-anelada doente no Alasca. (Foto: Reuters)

Fonte: Da Reuters


13 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Focas usam seus bigodes para achar comida dentro da água

As focas podem não parecer, mas são muito espertas. Pesquisadores alemães descobriram que o animal tem a capacidade de distinguir um peixe mais apetitoso por meio de um mecanismo presente em seus bigodes, que conseguem diferenciar o rastro deixado pelos peixes na água. O sistema é muito melhor que um par de óculos, ou um sonar, e tem uma precisão de centímetros.

Vale lembrar que as focas muitas vezes buscam suas presas em condições onde a água é barrenta e a visibilidade é pouca. A capacidade de analisar os rastros deixados na água é essencial para o sucesso da caçada. “Elas usam esta habilidade para identificar presas mais valiosas, porque buscar um peixe muito pequeno pode não compensar o esforço”, disse ao iG Wolf Hanke, do departamento de ecologia sensorial e cognitiva da Universidade de Rostock, na Alemanha. A capacidade também é uma boa maneira de evitar predadores.

O bigode das focas é semelhante ao dos gatos, só que tem cerca de dez vezes mais fibras nervosas e um formato que favorece a identificação de sinais deixados por suas presas. Outros animais marinhos, como golfinhos e baleias, usam uma espécie de sonar interno que os permite localizar a presa e medir a que distância ela está. “As focas resolvem o mesmo problema apenas com os bigodes. Isto quer dizer que há pelo menos duas maneiras diferentes de mamíferos de origens diferentes resolverem o problema de encontrar alimento tendo a visão limitada”, disse.

A capacidade das focas impressionou tanto os pesquisadores que eles criaram um robô que repete as suas habilidades. O protótipo auxilia na compreensão dos mecanismos e vem sendo melhorado conforme novas descobertas são feitas. Um estudo prévio realizado pela mesma equipe demonstrou que elas podem perseguir um peixe mesmo que ele tenha passado há 35 segundos por elas.

Henry, o observador – Para chegar a tal nível de precisão sobre a habilidade das focas em detectar possíveis presas, os pesquisadores tiveram o auxílio de uma foca chamada Henry, do Centro de Ciências Marinhas, na Alemanha. Os pesquisadores vendaram os olhos do animal e cobriram suas orelhas. Em um tanque, uma nadadeira mecânica percorreu a água e só após alguns segundos permitiram que a foca entrasse no tanque.

O animal foi treinado para pressionar um alvo quando identificasse um rastro de uma boa presa. A equipe descobriu que Henry poderia distinguir entre nadadeiras que diferem em menos de 2,8 centímetros de largura.

Os pesquisadores decidiram testar quais são as características nas nadadeiras fazem com que as focas as notem. “Nós variamos as velocidade das nadadeiras para que a velocidade não servisse de pista para Henry, apenas a estrutura do rastro deveria ser analisada”, disse. Num terceiro momento o design das nadadeiras foi variado e a foca teve que distinguir entre nadadeiras triangulares, cilíndricas e planas, a partir da análise dos rastros produzidos na água.

Fonte: Maria Fernanda Ziegler/ Portal iG






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28 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Cientistas analisam populações de focas há 60 anos em ilhas da Grã-Bretanha

Filhotes são marcados com tinta para análise de hábitos e dieta.

Cientistas britânicos comemoram no mês de outubro os 60 anos do início dos estudos de populações de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha.

A pesquisa, que começou na década de 1950, continua com uma equipe de supervisores do National Trust, a entidade que cuida de conservação ambiental e de construções históricas da Grã-Bretanha.

David Steel, chefe dos supervisores do National Trust, vive e trabalha nas ilhas nove meses por ano e conta que o trabalho que começou em 1951 foi pioneiro.

‘Quando o trabalho começou, se sabia pouco sobre as focas, sua biologia, e nem mesmo sobre o que elas comiam’, disse.

O supervisor conta que sua equipe de cinco pessoas visita a colônia de focas a cada três ou quatro dias.

‘Um chama a atenção da fêmea enquanto outro marca o filhote com tinta. A cada quatro dias, voltamos e mudamos a cor da tinta que marca os filhotes.’

‘Com isso, no meio de novembro, temos filhotes de foca com várias cores de tinta. Os supervisores então podem acompanhar a história de vida de cada filhote marcado’, afirmou.

Steel disse que eles já descobriram muito sobre a vida das focas da ilha, com a ajuda da tinta e de rastreadores colocados nos animais.

Com estes aparelhos eles descobriram para onde as focas vão quando saem das ilhas e a dieta dos animais, algo muito importante para ajudar na proteção da região e de outros lugares do Mar do Norte que são frequentados por estas focas.

Filhotes de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha (Foto: BBC)

Filhotes de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha (Foto: BBC)

Fonte: Da BBC


20 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca

O pesquisador Robert Pitman fotografou o momento em que três baleias criam uma onda para tirar a foca de um bloco de gelo.

Um pesquisador americano registrou o momento em que um grupo de orcas põe em prática uma estratégia coletiva para capturar uma foca na Antártida.

O cientista marinho Robert Pitman, do Administração Oceânica e Atmosférica Nacional na Califórnia, Estados Unidos, trabalhava como consultor para uma equipe da BBC quando a cena aconteceu.

Nas imagens, as três baleias criam uma onda sobre o bloco de gelo onde está a foca, fazendo com que ela se desequilibre e caia no mar.

‘Há três tipos diferentes de orcas na Antártida, mas este tipo é especialista em focas’, disse o cientista à BBC Brasil.

Pitman e seu colega Robert Durham publicaram um estudo após semanas observando o comportamento das orcas na região.

Segundo a pesquisa, as baleias trabalham sempre em conjunto no momento da caça e a estratégia da onda funciona três de cada quatro vezes em que é utilizada.

‘Elas formam famílias e fazem tudo cooperativamente. Vimos grupos de até 15 baleias’, diz.

De acordo com Pitman e Durham, as baleias também dividem a tarefa de retirar a pele e dissecar as focas capturadas.

Os mamíferos, que chegam a ter 9,5 metros de comprimento e pesar cerca de 6 toneladas, são considerados animais inteligentes e sociais.

As orcas observadas pelos pesquisadores também escolhem de maneira muito especifica as focas que irão capturar.

‘Elas preferem as focas-de-weddell e não procuram nenhuma das outras espécies. Ainda não sabemos o porquê’, disse Pitman.

Para o cientista, a rapidez e inteligência das baleias faz com que suas táticas de caça sejam altamente eficientes.

‘As focas só escapavam quando as baleias percebiam que elas eram de outra espécie (que não as focas-de-weddell). Nesse caso, as orcas iam embora e as deixavam no mar’, afirma.

‘Vimos algumas focas conseguirem escapar na confusão, logo após caírem do bloco de gelo, mas eram a minoria.’

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca (Foto: Robert Pitman)

Orcas da Antártida trabalham em grupo para capturar foca (Foto: Robert Pitman)

Fonte: Da BBC


17 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Doença misteriosa mata dezenas de focas no Alasca

Biólogos acreditam que mortes sejam causadas por um vírus.
Sintomas incluem perda de pelo, lesões nas barbatanas e pele irritada.

Uma doença misteriosa, possivelmente um vírus, matou dezenas de focas aneladas na costa do Alasca, nos EUA, de acordo com uma agência federal e uma local.

As focas doentes têm chegado à praia na costa do Ártico desde julho. O número de vítimas aumentou ao longo dos meses, afirmaram os biólogos do Departamento de Controle da Vida Selvagem e de outras agências na quinta-feira (13).

Cerca de cem animais doentes foram encontrados perto de Barrow, a comunidade mais ao norte do país. Metade deles morreu, disseram os biólogos locais.

Em outros locais do município, os moradores registraram ter visto 146 focas aneladas se arrastando pelas praias – muitas delas doentes, afirmaram biólogos.

As focas-aneladas raramente chegam até a praia e passam a maior parte do ano na água ou em pedaços de gelo, de acordo com o Serviço de Pesca da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica.

Biólogos disseram acreditar que a doença seja causada por um vírus. Os sintomas incluem lesões com sangue nas barbatanas traseiras, pele irritada ao redor do nariz e dos olhos, e perda de pelo.

Eles afirmaram que o surto misterioso pode não estar limitado às focas aneladas. Algumas morsas foram encontradas mortas na costa noroeste do Alasca com lesões similares. Caçadores locais também relataram ter encontrado lesões de pele em outro tipo de foca.

Não estava claro se as lesões encontradas nas morsas eram decorrentes da mesma doença das focas aneladas, disse Bruce Woods, porta-voz do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA.

“No momento, estamos no escuro”, afirmou ele.

As locações remotas e outras dificuldades de logística tornam impossível providenciar atendimento veterinário aos animais que estão doentes na praia, disse o biólogo Jason Herreman.

“As focas encontradas mortas são recolhidas para análise. As focas que estão doentes, mas permanecem vivas, são deixadas para que se recuperem sozinhas”, disse ele em um e-mail, acrescentando que os animais estão sendo enviados a diversos laboratórios de Anchorage e de outros locais.

Foca-anelada doente no Alasca. (Foto: Reuters)

Foca-anelada doente no Alasca. (Foto: Reuters)

Fonte: Da Reuters


13 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Focas usam seus bigodes para achar comida dentro da água

As focas podem não parecer, mas são muito espertas. Pesquisadores alemães descobriram que o animal tem a capacidade de distinguir um peixe mais apetitoso por meio de um mecanismo presente em seus bigodes, que conseguem diferenciar o rastro deixado pelos peixes na água. O sistema é muito melhor que um par de óculos, ou um sonar, e tem uma precisão de centímetros.

Vale lembrar que as focas muitas vezes buscam suas presas em condições onde a água é barrenta e a visibilidade é pouca. A capacidade de analisar os rastros deixados na água é essencial para o sucesso da caçada. “Elas usam esta habilidade para identificar presas mais valiosas, porque buscar um peixe muito pequeno pode não compensar o esforço”, disse ao iG Wolf Hanke, do departamento de ecologia sensorial e cognitiva da Universidade de Rostock, na Alemanha. A capacidade também é uma boa maneira de evitar predadores.

O bigode das focas é semelhante ao dos gatos, só que tem cerca de dez vezes mais fibras nervosas e um formato que favorece a identificação de sinais deixados por suas presas. Outros animais marinhos, como golfinhos e baleias, usam uma espécie de sonar interno que os permite localizar a presa e medir a que distância ela está. “As focas resolvem o mesmo problema apenas com os bigodes. Isto quer dizer que há pelo menos duas maneiras diferentes de mamíferos de origens diferentes resolverem o problema de encontrar alimento tendo a visão limitada”, disse.

A capacidade das focas impressionou tanto os pesquisadores que eles criaram um robô que repete as suas habilidades. O protótipo auxilia na compreensão dos mecanismos e vem sendo melhorado conforme novas descobertas são feitas. Um estudo prévio realizado pela mesma equipe demonstrou que elas podem perseguir um peixe mesmo que ele tenha passado há 35 segundos por elas.

Henry, o observador – Para chegar a tal nível de precisão sobre a habilidade das focas em detectar possíveis presas, os pesquisadores tiveram o auxílio de uma foca chamada Henry, do Centro de Ciências Marinhas, na Alemanha. Os pesquisadores vendaram os olhos do animal e cobriram suas orelhas. Em um tanque, uma nadadeira mecânica percorreu a água e só após alguns segundos permitiram que a foca entrasse no tanque.

O animal foi treinado para pressionar um alvo quando identificasse um rastro de uma boa presa. A equipe descobriu que Henry poderia distinguir entre nadadeiras que diferem em menos de 2,8 centímetros de largura.

Os pesquisadores decidiram testar quais são as características nas nadadeiras fazem com que as focas as notem. “Nós variamos as velocidade das nadadeiras para que a velocidade não servisse de pista para Henry, apenas a estrutura do rastro deveria ser analisada”, disse. Num terceiro momento o design das nadadeiras foi variado e a foca teve que distinguir entre nadadeiras triangulares, cilíndricas e planas, a partir da análise dos rastros produzidos na água.

Fonte: Maria Fernanda Ziegler/ Portal iG