28 de março de 2012 | nenhum comentário »

Museu de História Natural de Londres expõe tesouros de concurso de fotos

Realizada desde 1964, Wildlife Photographer of the Year é uma das mais importantes e concorridas competições do gênero no mundo.

O Museu de História Natural de Londres selecionou algumas das melhores imagens do seu tradicional concurso Wildlife Photographer of the Year (Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano), que existe desde 1964. A competição premia fotógrafos que retratam a natureza.

No total, 80 fotos estão sendo exibidas em uma mostra do museu intitulada Wild Planet (Planeta Selvagem). Todas as imagens, que foram selecionadas pelo zoólogo Chris Packham, foram premiadas em edições passadas do concurso.

A exposição no prédio do Museu abriu na sexta-feira passada e ficará em cartaz até o final de setembro. As legendas das fotos trazem uma breve explicação sobre como os fotógrafos fizeram para capturar as imagens.

O Museu de História Natural de Londres selecionou algumas das melhores imagens do seu tradicional concurso Wildlife Photographer of the Year, que existe há décadas. Esta imagem, intitulada "Cruzamento Zebra", foi feita na Tanzânia pela fotógrafa britânica Anup Shah. O objetivo dela era mostrar como as formigas veem os animais. (Foto: Anup Shah)

O Museu de História Natural de Londres selecionou algumas das melhores imagens do seu tradicional concurso Wildlife Photographer of the Year, que existe há décadas. Esta imagem, intitulada "Cruzamento Zebra", foi feita na Tanzânia pela fotógrafa britânica Anup Shah. O objetivo dela era mostrar como as formigas veem os animais. (Foto: Anup Shah)

Edwin Giesbers enfrentou uma forte chuva quando decidiu fotografar cogumelos próximos à sua casa, na Holanda. "Eu percebi este cogumelo e depois vi que havia um sapo", conta ele. "Eu me aproximei muito lentamente e usei uma velocidade baixa da câmera para mostrar a chuva".  (Foto: Edwin Giesbers)

Edwin Giesbers enfrentou uma forte chuva quando decidiu fotografar cogumelos próximos à sua casa, na Holanda. "Eu percebi este cogumelo e depois vi que havia um sapo", conta ele. "Eu me aproximei muito lentamente e usei uma velocidade baixa da câmera para mostrar a chuva". (Foto: Edwin Giesbers)

3. Este elefante asiático estava tomando um banho quando o fotógrafo americano Jeff Yonover o flagrou.  Yonover conseguiu retratar o exato momento em que a tromba do elefante funcionou como um "snorkel". (Foto: Jeff Yonover)

3. Este elefante asiático estava tomando um banho quando o fotógrafo americano Jeff Yonover o flagrou. Yonover conseguiu retratar o exato momento em que a tromba do elefante funcionou como um "snorkel". (Foto: Jeff Yonover)

Rinocerontes pretos, uma espécie ameaçada de extinção, são criaturas solitárias, segundo o fotógrafo sul-africano Wynand du Plessis. Mas na Namíbia, ele encontrou vários rinocerontes do tipo que se relacionavam bem entre si e com outros animais.  (Foto: Wynand du Plessis)

Rinocerontes pretos, uma espécie ameaçada de extinção, são criaturas solitárias, segundo o fotógrafo sul-africano Wynand du Plessis. Mas na Namíbia, ele encontrou vários rinocerontes do tipo que se relacionavam bem entre si e com outros animais. (Foto: Wynand du Plessis)

O cadaver de uma baleia-cinzenta atraiu esta multidão inusitada no Alasca. Ursos polares costumam ser solitários e caçam sobre o mar congelado. Mas este grupo flagrado pelo fotógrafo americano Howie Garber contem vários machos, pelo menos uma fêmea e alguns filhotes. (Foto: Howie Garber)

O cadaver de uma baleia-cinzenta atraiu esta multidão inusitada no Alasca. Ursos polares costumam ser solitários e caçam sobre o mar congelado. Mas este grupo flagrado pelo fotógrafo americano Howie Garber contem vários machos, pelo menos uma fêmea e alguns filhotes. (Foto: Howie Garber)

Em uma noite fria de fevereiro na província canadense de Terra Nova, este padrão se formou em uma janela na casa de Helen Jones. "Esta imagem em formato de pena apareceu quando o sol começou a nascer e brilhar através do gelo", disse ela. "Eu precisei tirar esta foto imediatamente, porque não ia demorar muito até o gelo começar a derreter". (Foto: Helen Jones)

Em uma noite fria de fevereiro na província canadense de Terra Nova, este padrão se formou em uma janela na casa de Helen Jones. "Esta imagem em formato de pena apareceu quando o sol começou a nascer e brilhar através do gelo", disse ela. "Eu precisei tirar esta foto imediatamente, porque não ia demorar muito até o gelo começar a derreter". (Foto: Helen Jones)

Estes peixes estão comendo algas e parasitas da casca e da pele de uma tartaruga. A foto foi tirada por Andre Seale, que capturou as imagens no Havaí. Este comportamento ajuda tanto a tartaruga a ficar mais limpa e saudável, como fornece refeição aos peixes. (Foto: Andre Seale)

Estes peixes estão comendo algas e parasitas da casca e da pele de uma tartaruga. A foto foi tirada por Andre Seale, que capturou as imagens no Havaí. Este comportamento ajuda tanto a tartaruga a ficar mais limpa e saudável, como fornece refeição aos peixes. (Foto: Andre Seale)

Fonte: BBC


28 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Para mergulhador, tubarões são ‘dóceis companheiros de trabalho’

Klaus Jost faz campanha para proteger os tubarões e diz que os temidos animais não têm nada de ‘comedores de gente’.

O fotógrafo e engenheiro marítimo Klaus Jost mergulha há anos ao lado de tubarões, em várias partes do mundo, e vê os temidos animais como companheiros de trabalho.

‘Ao todo, passei milhares de horas debaixo d’água. Sempre houve tubarões, mas nunca tive problemas com eles. Esses temidos habitantes dos oceanos não têm nada de comedores de homens e monstros agressivos. Na verdade, muitos poucos dos 460 tipos de tubarão descobertos até agora representam uma ameaça para humanos’, diz ele.

O interesse pelos animais começou quando ele trabalhava como engenheiro na construção de grandes portos ao redor do mundo, em lugares como Kuwait, Paquistão, Costa do Marfim, África do Sul, Egito e Guiné.

‘Tubarões são fantásticos. Se você já viu um tubarão debaixo d’água, nunca vai esquecê-lo’, disse Jost à BBC Brasil.

Desde 2001, Jost passou a se dedicar à fotografia de natureza e submarina. Seu objetivo é documentar espécies de tubarão ameaçadas de extinção e chamar atenção para a caça dos animais.

‘A exportação de barbatana de tubarão (usada em sopas, na China) para o Oriente vem aumentando. O pior é que os tubarões são pegos, suas barbatanas, cortadas, e eles são jogados de volta no mar ainda vivos, para morrerem de forma terrível.’

Tubarão (Foto: Klaus Jost/BBC)

OO interesse de Klaus Jost por tubarões começou quando ele trabalhava na construção de portos (Foto: Klaus Jost/BBC)

Dois tubarões gália branca, o tipo mais comum encontrado nos corais do Indo-Pacífico (Foto: Klaus Jost/BBC)

Dois tubarões gália branca, o tipo mais comum encontrado nos corais do Indo-Pacífico (Foto: Klaus Jost/BBC)

Esta foto mostra um tubarão gália preta (Foto: Klaus Jost/BBC)

Esta foto mostra um tubarão gália preta (Foto: Klaus Jost/BBC)

Tubarão-touro que Jost apelidou de "vovó", devido a sua natureza dócil e relaxada (Foto: Klaus Jost/BBC)

Tubarão-touro que Jost apelidou de "vovó", devido a sua natureza dócil e relaxada (Foto: Klaus Jost/BBC)

O tubarão-touro também pode viver em água doce (Foto: Klaus Jost/BBC)

O tubarão-touro também pode viver em água doce (Foto: Klaus Jost/BBC)

Fonte: BBC


24 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Livro mostra amizades improváveis entre animais

Fotos mostram parcerias inusitadas entre animais criados juntos em zoológicos ou em casas.

O livro ‘Unlikely Friendships’ (Amizades improváveis, em tradução livre) mostra animais de espécies diferentes que foram flagrados em momentos de ‘amizade’.

As 47 histórias compiladas pela escritora da National Geographic Jennifer S. Holland, especializada em ciência e história natural, mostram desde casos conhecidos, como o da gorila americana Koko e seu gato de estimação All Ball, até outros mais recentes.

A autora diz que, em alguns dos casos, o comportamento dos animais pode ser explicado pelos benefícios que eles ganham com a companhia de outras espécies.

Outros, no entanto, permanecem inexplicáveis, como a amizade entre um cachorro golden retriever e uma carpa chinesa, criados por um casal americano.

O livro, ainda sem versão em português, pode ser comprado pela internet.

Gorila Koko e seu gatinho de estimação nos EUA (Foto: © Ron Cohn/Gorilla Foundation/koko.org)

Gorila Koko e seu gatinho de estimação nos EUA (Foto: © Ron Cohn/Gorilla Foundation/koko.org)

Bebê macaco e pomba que ficaram amigos em ilha na China (Foto: CNImaging/Photoshot)

Bebê macaco e pomba que ficaram amigos em ilha na China (Foto: CNImaging/Photoshot)

Click e veja galeria de fotos: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/02/120223_galeria_amizades_animais_cc.shtml

Fonte: BBC Brasil


7 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Site reúne imagens de ‘beleza’ em degradação ambiental

Fotos denunciam devastação ambiental retratando vazamento de petróleo da BP e resíduos industriais.

O fotógrafo americano J. Henry Fair reuniu em um site algumas de suas famosas fotos aéreas mostrando a “beleza” causada por devastação do meio ambiente.

Reunidas na exposição digital “Industrial Scars”, a poluição é exposta de grande escala, com cores vivas que transformam uma paisagem destruída em um espetáculo de cores e texturas.

O fotógrafo, que é de Nova York, tenta atrair as pessoas para a questão da destruição do meio ambiente através da beleza das imagens. Fair afirma que, inicialmente, fotografou coisas “feias”, com a intenção de simplesmente jogar o questionamento sobre estética para as pessoas.

“Com o tempo, comecei a fotografar todas estas coisas de forma a transformá-las em algo simultaneamente belo e assustador”, escreveu o fotógrafo no site da mostra digital (http://www.industrialscars.com/).

O objetivo de Fair é atrair as pessoas com a beleza das imagens para que elas queiram aprender mais sobre o que cada uma mostra.

As imagens mostram rios poluídos retratados como vasos sanguíneos em meio a uma paisagem tomada pelo enxofre, resíduos de herbicidas que invadem a paisagem como uma camada de algas na água e até o vazamento de petróleo da plataforma Deepwater Horizon, no Golfo do México.

As fotos estão no livro “The Day After Tomorrow: Images of Our Earth in Crisis”, publicado pela powerHouse Books.

Devastação (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Imagem aérea de degradação ambiental tenta alertar população sobre o impacto das atividades humanas no meio ambiente. Acima, as cinzas que sobram de uma usina de energia a carvão na Louisiana, nos Estados Unidos (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Em outra fotografia, linha vermelha representa rio poluído (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Em outra fotografia, linha vermelha representa rio poluído em meio a enxofre no Canadá (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

As cores da imagem acima são devido aos resíduos de bauxita, vindos da produção de alumínio em Darrow, Louisiana (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

As cores da imagem acima são devido aos resíduos de bauxita, vindos da produção de alumínio em Darrow, Louisiana (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Esta imagem aérea feita no Golfo do México mostra o vazamento da plataforma Deepwater Horizon, que explodiu em abril de 2010 e causou um dos maiores vazamentos de petróleo da história (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Esta imagem aérea feita no Golfo do México mostra o vazamento da plataforma Deepwater Horizon, que explodiu em abril de 2010 e causou um dos maiores vazamentos de petróleo da história (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Parecem células, mas é uma usina química perto de Nova Orleans que fabrica substâncias usadas em cosméticos, embalagens plásticas e aditivos para tintas. (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Parecem células, mas é uma usina química perto de Nova Orleans que fabrica substâncias usadas em cosméticos, embalagens plásticas e aditivos para tintas (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Fonte: Da BBC, Brasil


5 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Americano retrata em estúdio espécies ameaçadas de extinção

O americano Joel Satore fotografou em estúdio animais ameaçados de extinção, como parte de um projeto para aumentar a conscientização sobre a preservação da vida selvagem.

Satore, 49, retratou a maior parte dos animais contra fundos brancos ou pretos para dar mais destaque à aparência impressionante das espécies.

Para ele, as fotos de estúdio fazem com que todos os animais tenham o mesmo tamanho proporcional e sejam tratados com a mesma importância.

O americano é fotógrafo da National Geographic Society há 20 anos e planeja registrar espécies em extinção no mundo todo. “As pessoas não vão tentar salvar os animais se não souberem que eles existem.”

Satore reuniu algumas das imagens no livro “Rare – America’s Endangered Species” (“Raros – As Espécies Ameaçadas da América).

Fotógrafo retratou uma fêmea de um elefante-africano; veja galeria de fotos

Fotógrafo retratou uma fêmea de um elefante-africano; Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters

Fotógrafo americano retratou espécies ameaçadas de extinção em estúdio; na foto, babuíno criado em cativeiro Leia Mais

Babuíno criado em cativeiro. Foto:Joel Satore/National Geographic Stock/Caters

Para autor, projeto eleva a conscientização sobre a vida selvagem; acima, furão-de-patas-negras Leia Mais

Furão-de-patas-negras. Foto:Joel Satore/National Geographic Stock/Caters

Na foto, um jupará, mamífero que também é encontrado na Amazônia Leia Mais

Jupará, mamífero que também é encontrado na Amazônia. Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters

O americano é fotógrafo da National Geographic Society há 20 anos; acima, uma víbora-de-pestana Leia Mais

Víbora-de-pestana Joel Satore/National Geographic Stock/Caters

Click e veja a galeria completa: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/4360-americano-retrata-em-estudio-especies-ameacadas-de-extincao#foto-81424

Fonte: Da BBC Brasil


12 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Fotógrafo lança livro com imagens de baleias ao longo de 30 anos

O americano Flip Nicklin, um dos principais fotógrafos de baleias e golfinhos do mundo, documentou mais de 30 espécies.

O fotógrafo e pesquisador americano Charles “Flip” Nicklin documentou a vida de baleias em todo o mundo durante 30 anos. Suas principais fotos estão no livro recém-lançado “Among Giants, A Life with Whales” (‘Entre gigantes, uma vida com baleias’, em português).

Nicklin é o principal fotógrafo de baleias da National Geographic e tornou-se especialista em mamíferos marinhos. Durante sua carreira, ele acompanhou mais de 30 espécies de baleias e golfinhos.

Baleia cachalote com seu filhote, perto de Portugal (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Baleia cachalote com seu filhote, perto de Portugal (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Baleia-cinzenta nada em Vancouver, no Canadá (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Baleia-cinzenta nada em Vancouver, no Canadá (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

As imagens mostram migrações, momentos em que as baleias se alimentam, brincam entre si e com os pesquisadores que o fotógrafo acompanhava.

Baleia jubarte de um ano de idade brinca com um pesquisador em Maui, no Havaí (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Baleia jubarte de um ano de idade brinca com um pesquisador em Maui, no Havaí (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Em 2001, Flip Nicklin tornou-se um dos fundadores do Whale Trust, fundo que financia pesquisas e programas de educação sobre os cetáceos. Metade do valor do livro “Among Giants”, que custa US$ 42 (R$ 68), é destinada à organização.

Baleia jubarte se alimenta, cercada por gaivotas em Massachussetts, nos Estados Unidos (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Baleia jubarte se alimenta, cercada por gaivotas em Massachussetts, nos Estados Unidos (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Segundo Nicklin, ele começou a se interessar por baleias quando seu pai ficou famoso ao ser fotografado montado em uma baleia, enquanto tentava libertá-la de um anzol (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Segundo Nicklin, ele começou a se interessar por baleias quando seu pai ficou famoso ao ser fotografado montado em uma baleia, enquanto tentava libertá-la de um anzol (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Fonte: Da BBC


18 de março de 2011 | nenhum comentário »

Macacos reconhecem ‘amigos’ em fotos, diz estudo

Um estudo de pesquisadores alemães indicou que macacos adultos são capazes de reconhecer seus “amigos” em fotografias. Na pesquisa, macacos-de-gibraltar selvagens passaram mais tempo analisando as fotos de animais que eles não conheciam.

Os mais novos ficaram interessados e ao mesmo tempo confusos diante das imagens, às vezes tocando ou saudando a foto.

Em um artigo na revista científica “Animal Cognition”, os cientistas do Centro de Primatas e da Universidade de Gottingen, na Alemanha, concluem que estes animais aprendem, com a idade, a entender o que as fotos representam.

“Nós não esperávamos que eles respondessem dessa maneira às fotos”, disse a coordenadora do estudo, Julia Fischer. “Pensamos que as fotos não seriam relevantes para eles, porque na vida real eles não têm nada assim.”

Para a pesquisadora, “agora que sabemos (que eles reconhecem espontaneamente as fotografias), poderemos estudá-los em um ambiente muito mais natural, através de jogos”.

Rosto conhecido – A pesquisa de campo foi conduzida no parque natural de Rocamadour, no sudoeste da França, com macacos que não haviam sido treinados.

A equipe estava munida de folhetos contendo as fotos dos animais para ajudá-los na identificação dos indivíduos de cada grupo.

“Um dos macacos agarrou um livro de fotos e começou a olhar para as fotos. Um estudante me perguntou se eu achava que ele estava reconhecendo o macaco da foto. Eu não sabia”, contou Julia Fischer.

the full titanic movie

A pesquisadora e sua equipe montaram então um experimento simples, dando aos macacos fotos de animais do mesmo grupo e de outros grupos. Os pesquisadores observaram que, quando os macacos adultos recebiam fotos de um rosto familiar, passavam a vista rapidamente.

“Animais adultos passaram mais tempo olhando para os animais desconhecidos, sugerindo que eles reconheciam os membros do seu grupo pelas fotos”, afirmou a professora.

Já os animais mais jovens, embora demonstrassem muito interesse, ficaram claramente confusos com as fotos. “Alguns não souberam o que fazer e acabavam saudando as fotos”, disse a professora Fischer.

Fonte: G1






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28 de março de 2012 | nenhum comentário »

Museu de História Natural de Londres expõe tesouros de concurso de fotos

Realizada desde 1964, Wildlife Photographer of the Year é uma das mais importantes e concorridas competições do gênero no mundo.

O Museu de História Natural de Londres selecionou algumas das melhores imagens do seu tradicional concurso Wildlife Photographer of the Year (Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano), que existe desde 1964. A competição premia fotógrafos que retratam a natureza.

No total, 80 fotos estão sendo exibidas em uma mostra do museu intitulada Wild Planet (Planeta Selvagem). Todas as imagens, que foram selecionadas pelo zoólogo Chris Packham, foram premiadas em edições passadas do concurso.

A exposição no prédio do Museu abriu na sexta-feira passada e ficará em cartaz até o final de setembro. As legendas das fotos trazem uma breve explicação sobre como os fotógrafos fizeram para capturar as imagens.

O Museu de História Natural de Londres selecionou algumas das melhores imagens do seu tradicional concurso Wildlife Photographer of the Year, que existe há décadas. Esta imagem, intitulada "Cruzamento Zebra", foi feita na Tanzânia pela fotógrafa britânica Anup Shah. O objetivo dela era mostrar como as formigas veem os animais. (Foto: Anup Shah)

O Museu de História Natural de Londres selecionou algumas das melhores imagens do seu tradicional concurso Wildlife Photographer of the Year, que existe há décadas. Esta imagem, intitulada "Cruzamento Zebra", foi feita na Tanzânia pela fotógrafa britânica Anup Shah. O objetivo dela era mostrar como as formigas veem os animais. (Foto: Anup Shah)

Edwin Giesbers enfrentou uma forte chuva quando decidiu fotografar cogumelos próximos à sua casa, na Holanda. "Eu percebi este cogumelo e depois vi que havia um sapo", conta ele. "Eu me aproximei muito lentamente e usei uma velocidade baixa da câmera para mostrar a chuva".  (Foto: Edwin Giesbers)

Edwin Giesbers enfrentou uma forte chuva quando decidiu fotografar cogumelos próximos à sua casa, na Holanda. "Eu percebi este cogumelo e depois vi que havia um sapo", conta ele. "Eu me aproximei muito lentamente e usei uma velocidade baixa da câmera para mostrar a chuva". (Foto: Edwin Giesbers)

3. Este elefante asiático estava tomando um banho quando o fotógrafo americano Jeff Yonover o flagrou.  Yonover conseguiu retratar o exato momento em que a tromba do elefante funcionou como um "snorkel". (Foto: Jeff Yonover)

3. Este elefante asiático estava tomando um banho quando o fotógrafo americano Jeff Yonover o flagrou. Yonover conseguiu retratar o exato momento em que a tromba do elefante funcionou como um "snorkel". (Foto: Jeff Yonover)

Rinocerontes pretos, uma espécie ameaçada de extinção, são criaturas solitárias, segundo o fotógrafo sul-africano Wynand du Plessis. Mas na Namíbia, ele encontrou vários rinocerontes do tipo que se relacionavam bem entre si e com outros animais.  (Foto: Wynand du Plessis)

Rinocerontes pretos, uma espécie ameaçada de extinção, são criaturas solitárias, segundo o fotógrafo sul-africano Wynand du Plessis. Mas na Namíbia, ele encontrou vários rinocerontes do tipo que se relacionavam bem entre si e com outros animais. (Foto: Wynand du Plessis)

O cadaver de uma baleia-cinzenta atraiu esta multidão inusitada no Alasca. Ursos polares costumam ser solitários e caçam sobre o mar congelado. Mas este grupo flagrado pelo fotógrafo americano Howie Garber contem vários machos, pelo menos uma fêmea e alguns filhotes. (Foto: Howie Garber)

O cadaver de uma baleia-cinzenta atraiu esta multidão inusitada no Alasca. Ursos polares costumam ser solitários e caçam sobre o mar congelado. Mas este grupo flagrado pelo fotógrafo americano Howie Garber contem vários machos, pelo menos uma fêmea e alguns filhotes. (Foto: Howie Garber)

Em uma noite fria de fevereiro na província canadense de Terra Nova, este padrão se formou em uma janela na casa de Helen Jones. "Esta imagem em formato de pena apareceu quando o sol começou a nascer e brilhar através do gelo", disse ela. "Eu precisei tirar esta foto imediatamente, porque não ia demorar muito até o gelo começar a derreter". (Foto: Helen Jones)

Em uma noite fria de fevereiro na província canadense de Terra Nova, este padrão se formou em uma janela na casa de Helen Jones. "Esta imagem em formato de pena apareceu quando o sol começou a nascer e brilhar através do gelo", disse ela. "Eu precisei tirar esta foto imediatamente, porque não ia demorar muito até o gelo começar a derreter". (Foto: Helen Jones)

Estes peixes estão comendo algas e parasitas da casca e da pele de uma tartaruga. A foto foi tirada por Andre Seale, que capturou as imagens no Havaí. Este comportamento ajuda tanto a tartaruga a ficar mais limpa e saudável, como fornece refeição aos peixes. (Foto: Andre Seale)

Estes peixes estão comendo algas e parasitas da casca e da pele de uma tartaruga. A foto foi tirada por Andre Seale, que capturou as imagens no Havaí. Este comportamento ajuda tanto a tartaruga a ficar mais limpa e saudável, como fornece refeição aos peixes. (Foto: Andre Seale)

Fonte: BBC


28 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Para mergulhador, tubarões são ‘dóceis companheiros de trabalho’

Klaus Jost faz campanha para proteger os tubarões e diz que os temidos animais não têm nada de ‘comedores de gente’.

O fotógrafo e engenheiro marítimo Klaus Jost mergulha há anos ao lado de tubarões, em várias partes do mundo, e vê os temidos animais como companheiros de trabalho.

‘Ao todo, passei milhares de horas debaixo d’água. Sempre houve tubarões, mas nunca tive problemas com eles. Esses temidos habitantes dos oceanos não têm nada de comedores de homens e monstros agressivos. Na verdade, muitos poucos dos 460 tipos de tubarão descobertos até agora representam uma ameaça para humanos’, diz ele.

O interesse pelos animais começou quando ele trabalhava como engenheiro na construção de grandes portos ao redor do mundo, em lugares como Kuwait, Paquistão, Costa do Marfim, África do Sul, Egito e Guiné.

‘Tubarões são fantásticos. Se você já viu um tubarão debaixo d’água, nunca vai esquecê-lo’, disse Jost à BBC Brasil.

Desde 2001, Jost passou a se dedicar à fotografia de natureza e submarina. Seu objetivo é documentar espécies de tubarão ameaçadas de extinção e chamar atenção para a caça dos animais.

‘A exportação de barbatana de tubarão (usada em sopas, na China) para o Oriente vem aumentando. O pior é que os tubarões são pegos, suas barbatanas, cortadas, e eles são jogados de volta no mar ainda vivos, para morrerem de forma terrível.’

Tubarão (Foto: Klaus Jost/BBC)

OO interesse de Klaus Jost por tubarões começou quando ele trabalhava na construção de portos (Foto: Klaus Jost/BBC)

Dois tubarões gália branca, o tipo mais comum encontrado nos corais do Indo-Pacífico (Foto: Klaus Jost/BBC)

Dois tubarões gália branca, o tipo mais comum encontrado nos corais do Indo-Pacífico (Foto: Klaus Jost/BBC)

Esta foto mostra um tubarão gália preta (Foto: Klaus Jost/BBC)

Esta foto mostra um tubarão gália preta (Foto: Klaus Jost/BBC)

Tubarão-touro que Jost apelidou de "vovó", devido a sua natureza dócil e relaxada (Foto: Klaus Jost/BBC)

Tubarão-touro que Jost apelidou de "vovó", devido a sua natureza dócil e relaxada (Foto: Klaus Jost/BBC)

O tubarão-touro também pode viver em água doce (Foto: Klaus Jost/BBC)

O tubarão-touro também pode viver em água doce (Foto: Klaus Jost/BBC)

Fonte: BBC


24 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Livro mostra amizades improváveis entre animais

Fotos mostram parcerias inusitadas entre animais criados juntos em zoológicos ou em casas.

O livro ‘Unlikely Friendships’ (Amizades improváveis, em tradução livre) mostra animais de espécies diferentes que foram flagrados em momentos de ‘amizade’.

As 47 histórias compiladas pela escritora da National Geographic Jennifer S. Holland, especializada em ciência e história natural, mostram desde casos conhecidos, como o da gorila americana Koko e seu gato de estimação All Ball, até outros mais recentes.

A autora diz que, em alguns dos casos, o comportamento dos animais pode ser explicado pelos benefícios que eles ganham com a companhia de outras espécies.

Outros, no entanto, permanecem inexplicáveis, como a amizade entre um cachorro golden retriever e uma carpa chinesa, criados por um casal americano.

O livro, ainda sem versão em português, pode ser comprado pela internet.

Gorila Koko e seu gatinho de estimação nos EUA (Foto: © Ron Cohn/Gorilla Foundation/koko.org)

Gorila Koko e seu gatinho de estimação nos EUA (Foto: © Ron Cohn/Gorilla Foundation/koko.org)

Bebê macaco e pomba que ficaram amigos em ilha na China (Foto: CNImaging/Photoshot)

Bebê macaco e pomba que ficaram amigos em ilha na China (Foto: CNImaging/Photoshot)

Click e veja galeria de fotos: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/02/120223_galeria_amizades_animais_cc.shtml

Fonte: BBC Brasil


7 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Site reúne imagens de ‘beleza’ em degradação ambiental

Fotos denunciam devastação ambiental retratando vazamento de petróleo da BP e resíduos industriais.

O fotógrafo americano J. Henry Fair reuniu em um site algumas de suas famosas fotos aéreas mostrando a “beleza” causada por devastação do meio ambiente.

Reunidas na exposição digital “Industrial Scars”, a poluição é exposta de grande escala, com cores vivas que transformam uma paisagem destruída em um espetáculo de cores e texturas.

O fotógrafo, que é de Nova York, tenta atrair as pessoas para a questão da destruição do meio ambiente através da beleza das imagens. Fair afirma que, inicialmente, fotografou coisas “feias”, com a intenção de simplesmente jogar o questionamento sobre estética para as pessoas.

“Com o tempo, comecei a fotografar todas estas coisas de forma a transformá-las em algo simultaneamente belo e assustador”, escreveu o fotógrafo no site da mostra digital (http://www.industrialscars.com/).

O objetivo de Fair é atrair as pessoas com a beleza das imagens para que elas queiram aprender mais sobre o que cada uma mostra.

As imagens mostram rios poluídos retratados como vasos sanguíneos em meio a uma paisagem tomada pelo enxofre, resíduos de herbicidas que invadem a paisagem como uma camada de algas na água e até o vazamento de petróleo da plataforma Deepwater Horizon, no Golfo do México.

As fotos estão no livro “The Day After Tomorrow: Images of Our Earth in Crisis”, publicado pela powerHouse Books.

Devastação (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Imagem aérea de degradação ambiental tenta alertar população sobre o impacto das atividades humanas no meio ambiente. Acima, as cinzas que sobram de uma usina de energia a carvão na Louisiana, nos Estados Unidos (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Em outra fotografia, linha vermelha representa rio poluído (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Em outra fotografia, linha vermelha representa rio poluído em meio a enxofre no Canadá (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

As cores da imagem acima são devido aos resíduos de bauxita, vindos da produção de alumínio em Darrow, Louisiana (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

As cores da imagem acima são devido aos resíduos de bauxita, vindos da produção de alumínio em Darrow, Louisiana (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Esta imagem aérea feita no Golfo do México mostra o vazamento da plataforma Deepwater Horizon, que explodiu em abril de 2010 e causou um dos maiores vazamentos de petróleo da história (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Esta imagem aérea feita no Golfo do México mostra o vazamento da plataforma Deepwater Horizon, que explodiu em abril de 2010 e causou um dos maiores vazamentos de petróleo da história (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Parecem células, mas é uma usina química perto de Nova Orleans que fabrica substâncias usadas em cosméticos, embalagens plásticas e aditivos para tintas. (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Parecem células, mas é uma usina química perto de Nova Orleans que fabrica substâncias usadas em cosméticos, embalagens plásticas e aditivos para tintas (Foto: J. Henry Fair 2011/BBC)

Fonte: Da BBC, Brasil


5 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Americano retrata em estúdio espécies ameaçadas de extinção

O americano Joel Satore fotografou em estúdio animais ameaçados de extinção, como parte de um projeto para aumentar a conscientização sobre a preservação da vida selvagem.

Satore, 49, retratou a maior parte dos animais contra fundos brancos ou pretos para dar mais destaque à aparência impressionante das espécies.

Para ele, as fotos de estúdio fazem com que todos os animais tenham o mesmo tamanho proporcional e sejam tratados com a mesma importância.

O americano é fotógrafo da National Geographic Society há 20 anos e planeja registrar espécies em extinção no mundo todo. “As pessoas não vão tentar salvar os animais se não souberem que eles existem.”

Satore reuniu algumas das imagens no livro “Rare – America’s Endangered Species” (“Raros – As Espécies Ameaçadas da América).

Fotógrafo retratou uma fêmea de um elefante-africano; veja galeria de fotos

Fotógrafo retratou uma fêmea de um elefante-africano; Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters

Fotógrafo americano retratou espécies ameaçadas de extinção em estúdio; na foto, babuíno criado em cativeiro Leia Mais

Babuíno criado em cativeiro. Foto:Joel Satore/National Geographic Stock/Caters

Para autor, projeto eleva a conscientização sobre a vida selvagem; acima, furão-de-patas-negras Leia Mais

Furão-de-patas-negras. Foto:Joel Satore/National Geographic Stock/Caters

Na foto, um jupará, mamífero que também é encontrado na Amazônia Leia Mais

Jupará, mamífero que também é encontrado na Amazônia. Foto: Joel Satore/National Geographic Stock/Caters

O americano é fotógrafo da National Geographic Society há 20 anos; acima, uma víbora-de-pestana Leia Mais

Víbora-de-pestana Joel Satore/National Geographic Stock/Caters

Click e veja a galeria completa: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/4360-americano-retrata-em-estudio-especies-ameacadas-de-extincao#foto-81424

Fonte: Da BBC Brasil


12 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Fotógrafo lança livro com imagens de baleias ao longo de 30 anos

O americano Flip Nicklin, um dos principais fotógrafos de baleias e golfinhos do mundo, documentou mais de 30 espécies.

O fotógrafo e pesquisador americano Charles “Flip” Nicklin documentou a vida de baleias em todo o mundo durante 30 anos. Suas principais fotos estão no livro recém-lançado “Among Giants, A Life with Whales” (‘Entre gigantes, uma vida com baleias’, em português).

Nicklin é o principal fotógrafo de baleias da National Geographic e tornou-se especialista em mamíferos marinhos. Durante sua carreira, ele acompanhou mais de 30 espécies de baleias e golfinhos.

Baleia cachalote com seu filhote, perto de Portugal (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Baleia cachalote com seu filhote, perto de Portugal (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Baleia-cinzenta nada em Vancouver, no Canadá (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Baleia-cinzenta nada em Vancouver, no Canadá (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

As imagens mostram migrações, momentos em que as baleias se alimentam, brincam entre si e com os pesquisadores que o fotógrafo acompanhava.

Baleia jubarte de um ano de idade brinca com um pesquisador em Maui, no Havaí (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Baleia jubarte de um ano de idade brinca com um pesquisador em Maui, no Havaí (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Em 2001, Flip Nicklin tornou-se um dos fundadores do Whale Trust, fundo que financia pesquisas e programas de educação sobre os cetáceos. Metade do valor do livro “Among Giants”, que custa US$ 42 (R$ 68), é destinada à organização.

Baleia jubarte se alimenta, cercada por gaivotas em Massachussetts, nos Estados Unidos (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Baleia jubarte se alimenta, cercada por gaivotas em Massachussetts, nos Estados Unidos (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Segundo Nicklin, ele começou a se interessar por baleias quando seu pai ficou famoso ao ser fotografado montado em uma baleia, enquanto tentava libertá-la de um anzol (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Segundo Nicklin, ele começou a se interessar por baleias quando seu pai ficou famoso ao ser fotografado montado em uma baleia, enquanto tentava libertá-la de um anzol (Foto: © Flip Nicklin, do livro "Among Giants" / via BBC)

Fonte: Da BBC


18 de março de 2011 | nenhum comentário »

Macacos reconhecem ‘amigos’ em fotos, diz estudo

Um estudo de pesquisadores alemães indicou que macacos adultos são capazes de reconhecer seus “amigos” em fotografias. Na pesquisa, macacos-de-gibraltar selvagens passaram mais tempo analisando as fotos de animais que eles não conheciam.

Os mais novos ficaram interessados e ao mesmo tempo confusos diante das imagens, às vezes tocando ou saudando a foto.

Em um artigo na revista científica “Animal Cognition”, os cientistas do Centro de Primatas e da Universidade de Gottingen, na Alemanha, concluem que estes animais aprendem, com a idade, a entender o que as fotos representam.

“Nós não esperávamos que eles respondessem dessa maneira às fotos”, disse a coordenadora do estudo, Julia Fischer. “Pensamos que as fotos não seriam relevantes para eles, porque na vida real eles não têm nada assim.”

Para a pesquisadora, “agora que sabemos (que eles reconhecem espontaneamente as fotografias), poderemos estudá-los em um ambiente muito mais natural, através de jogos”.

Rosto conhecido – A pesquisa de campo foi conduzida no parque natural de Rocamadour, no sudoeste da França, com macacos que não haviam sido treinados.

A equipe estava munida de folhetos contendo as fotos dos animais para ajudá-los na identificação dos indivíduos de cada grupo.

“Um dos macacos agarrou um livro de fotos e começou a olhar para as fotos. Um estudante me perguntou se eu achava que ele estava reconhecendo o macaco da foto. Eu não sabia”, contou Julia Fischer.

the full titanic movie

A pesquisadora e sua equipe montaram então um experimento simples, dando aos macacos fotos de animais do mesmo grupo e de outros grupos. Os pesquisadores observaram que, quando os macacos adultos recebiam fotos de um rosto familiar, passavam a vista rapidamente.

“Animais adultos passaram mais tempo olhando para os animais desconhecidos, sugerindo que eles reconheciam os membros do seu grupo pelas fotos”, afirmou a professora.

Já os animais mais jovens, embora demonstrassem muito interesse, ficaram claramente confusos com as fotos. “Alguns não souberam o que fazer e acabavam saudando as fotos”, disse a professora Fischer.

Fonte: G1