20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

Verba para conservação de biomas

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) lançará, em setembro, edital destinado a selecionar projetos que proponham atividades voltadas para Unidades de Conservação (UCs), manejo de paisagens e de espécies nativas, para capacitação e que beneficiem as comunidades locais. O Funbio dispõe de R$ 7,5 milhões para investir nos projetos que atenderem às exigências desse edital. Haverá, também, nova abertura para a seleção de propostas destinadas às redes dos biomas mata atlântica e caatinga, via edital, no valor total de R$ 2,2 milhões para executar projetos ambientais.

A decisão de publicar os editais foi tomada durante a 4ª Reunião Ordinária do Comitê da Conta TFCA, sigla em inglês para Tropical Forest Conservation Act. Trata-se de um acordo bilateral, firmado entre Brasil e Estados Unidos em 2011, que prevê investimentos superiores a R$ 40 milhões (20 milhões de dólares) até 2014.

Administração - De acordo com a diretora da Gerência de Conservação da Biodiversidade da Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF/MMA), Daniela Suárez de Oliveira, os recursos repassados pelo Tesouro brasileiro são administrados pelo Funbio. “O dinheiro é investido em projetos voltados à conservação das florestas do Brasil”, explica.

Este ano já foram selecionados três projetos de apoio às redes socioambientais do cerrado no valor de R$ 1,1 milhão. Integram o Comitê da Conta TFCA representantes dos Ministérios do Meio Ambiente, da Fazenda e Relações Exteriores, além da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), da Comissão Nacional de Florestas (Conaflor) e do governo americano.

Fonte: Luciene de Assis/MMA


28 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Unidades de conservação recebem investimento de 20 milhões de euros

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia, que já contribuiu para a criação e consolidação de 32 milhões de hectares em Unidades de Conservação (UC’s) no bioma desde 2003, recebeu a doação de 20 milhões de euros do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW). O dinheiro será aplicado no Fundo de Áreas Protegidas (FAP), a cargo do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), executor financeiro do Arpa.

A expansão em mais de 83% em áreas de UC’s federais no Brasil, ocorridas entre 2001 e 2010, exige  recursos anuais da ordem de  mais de R$ 550 milhões, segundo estudo realizado pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com o Programa das Nações Unidades para o Meio Ambiente (Pnuma). Esse é o investimento estimado para custear a manutenção das UC’s.

O FAP complementa o orçamento público destinado às UC’s. Os recursos vão dar maior agilidade e autonomia à gestão de projetos voltados às unidades em estágio avançado de consolidação, cujo potencial de geração de emprego e renda com o uso sustentável dos recursos da biodiversidade (dependendo da categoria da UC) pode ser melhor desenvolvido, incluindo desde a exploração manejada das florestas até o incremento do turismo de base comunitária.

O Programa Arpa  tem ações previstas para até 2018, com expectativa de promover a consolidação de 60 milhões de hectares no bioma Amazônia, o que representaria hoje mais de 35,1% de toda a área protegida no País. A estratégia é garantir que as UC’s brasileiras deixem de ser apenas territórios delimitados em mapas e passem a exercer um papel importante, tanto para a conservação da sociobiodiversidade, quanto para o desenvolvimento sustentável nacional.

Em sete anos de atividades, o Arpa trabalha com doações do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (GEF) / do Banco Mundial,  do WWF Brasil, do KfW, do Fundo Amazônia (gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES), do governo  da Itália e das empresas O Boticário e Natura.  Os recursos são aplicados na gestão e desenvolvimento de projetos que priorizam o uso sustentável das UC’s,  aliando proteção e manutenção dos serviços ambientais.

De  caráter permanente, o FAP é aberto a doações e tem os rendimentos líquidos aplicados em despesas permanentes nas UC’s. Até 2011, o fundo priorizou a sua estruturação e capitalização, que deverá atingir os US$70 milhões até 2015.  Esses recursos vão assegurar a operacionalização das UC’s e a manutenção dos seus conselhos gestores.

Fonte: ASCOM MMA





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Verba para conservação de biomas

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) lançará, em setembro, edital destinado a selecionar projetos que proponham atividades voltadas para Unidades de Conservação (UCs), manejo de paisagens e de espécies nativas, para capacitação e que beneficiem as comunidades locais. O Funbio dispõe de R$ 7,5 milhões para investir nos projetos que atenderem às exigências desse edital. Haverá, também, nova abertura para a seleção de propostas destinadas às redes dos biomas mata atlântica e caatinga, via edital, no valor total de R$ 2,2 milhões para executar projetos ambientais.

A decisão de publicar os editais foi tomada durante a 4ª Reunião Ordinária do Comitê da Conta TFCA, sigla em inglês para Tropical Forest Conservation Act. Trata-se de um acordo bilateral, firmado entre Brasil e Estados Unidos em 2011, que prevê investimentos superiores a R$ 40 milhões (20 milhões de dólares) até 2014.

Administração - De acordo com a diretora da Gerência de Conservação da Biodiversidade da Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF/MMA), Daniela Suárez de Oliveira, os recursos repassados pelo Tesouro brasileiro são administrados pelo Funbio. “O dinheiro é investido em projetos voltados à conservação das florestas do Brasil”, explica.

Este ano já foram selecionados três projetos de apoio às redes socioambientais do cerrado no valor de R$ 1,1 milhão. Integram o Comitê da Conta TFCA representantes dos Ministérios do Meio Ambiente, da Fazenda e Relações Exteriores, além da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), da Comissão Nacional de Florestas (Conaflor) e do governo americano.

Fonte: Luciene de Assis/MMA


28 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Unidades de conservação recebem investimento de 20 milhões de euros

O Programa Áreas Protegidas da Amazônia, que já contribuiu para a criação e consolidação de 32 milhões de hectares em Unidades de Conservação (UC’s) no bioma desde 2003, recebeu a doação de 20 milhões de euros do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW). O dinheiro será aplicado no Fundo de Áreas Protegidas (FAP), a cargo do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), executor financeiro do Arpa.

A expansão em mais de 83% em áreas de UC’s federais no Brasil, ocorridas entre 2001 e 2010, exige  recursos anuais da ordem de  mais de R$ 550 milhões, segundo estudo realizado pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com o Programa das Nações Unidades para o Meio Ambiente (Pnuma). Esse é o investimento estimado para custear a manutenção das UC’s.

O FAP complementa o orçamento público destinado às UC’s. Os recursos vão dar maior agilidade e autonomia à gestão de projetos voltados às unidades em estágio avançado de consolidação, cujo potencial de geração de emprego e renda com o uso sustentável dos recursos da biodiversidade (dependendo da categoria da UC) pode ser melhor desenvolvido, incluindo desde a exploração manejada das florestas até o incremento do turismo de base comunitária.

O Programa Arpa  tem ações previstas para até 2018, com expectativa de promover a consolidação de 60 milhões de hectares no bioma Amazônia, o que representaria hoje mais de 35,1% de toda a área protegida no País. A estratégia é garantir que as UC’s brasileiras deixem de ser apenas territórios delimitados em mapas e passem a exercer um papel importante, tanto para a conservação da sociobiodiversidade, quanto para o desenvolvimento sustentável nacional.

Em sete anos de atividades, o Arpa trabalha com doações do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (GEF) / do Banco Mundial,  do WWF Brasil, do KfW, do Fundo Amazônia (gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES), do governo  da Itália e das empresas O Boticário e Natura.  Os recursos são aplicados na gestão e desenvolvimento de projetos que priorizam o uso sustentável das UC’s,  aliando proteção e manutenção dos serviços ambientais.

De  caráter permanente, o FAP é aberto a doações e tem os rendimentos líquidos aplicados em despesas permanentes nas UC’s. Até 2011, o fundo priorizou a sua estruturação e capitalização, que deverá atingir os US$70 milhões até 2015.  Esses recursos vão assegurar a operacionalização das UC’s e a manutenção dos seus conselhos gestores.

Fonte: ASCOM MMA