21 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Menina reúne US$ 200 mil para golfo do México vendendo desenhos

Uma menina de 11 anos conseguiu levantar US$ 200 mil (R$ 320 mil) em um ano com a venda de desenhos e pinturas de aves para a recuperação do golfo do México após o vazamento de petróleo na região, em 2010, considerado o pior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.

Olivia Bouler, do Estado de Nova York, escreveu para a ONG de preservação ambiental Audubon Society perguntando se podia ajudar.

“Como todos vocês sabem, o vazamento de petróleo no golfo é devastador”, escreveu ela.

“Eu sou uma boa desenhista e estava pensando se conseguiria vender algumas pinturas de pássaros e doar o lucro para a sua organização.”

A carta foi enviada com um desenho de um Cardeal Vermelho, um pássaro que pode ser visto perto de onde a menina mora.

Olivia, que quer ser ornitologista (bióloga especializada em aves), diz que começou a ser interessar pelos pássaros da costa do golfo após os observar durante férias com parentes que moram nos Estados de Louisiana e Alabama.

Ela sabia que aves como o pelicano sofreriam muito durante o período de aninhamento após o vazamento, então decidiu fazer algo.

A resposta foi muito maior do que a menina esperava –mais de 30 mil pessoas “curtiram” a página de Olivia no Facebook.

Após enviar desenhos a todos que fizessem doações pela causa, Olivia publicou um livro sobre pássaros (“Olivia’s Bird: Saving the Gulf”) ilustrado com seus desenhos e pinturas. Parte dos lucros será doada para a Audubon Society.

Menina de 11 anos arrecada US$ 200 mil para golfo do México vendendo desenhos;(Foto:Olivia Bouler)

Menina de 11 anos arrecada US$ 200 mil para golfo do México vendendo desenhos;(Foto:Olivia Bouler)

 

No Facebook, mais de 30 mil pessoas "curtiram" a iniciativa da menina;(Fotos: Olivia Bouler)

No Facebook, mais de 30 mil pessoas "curtiram" a iniciativa da menina;(Fotos: Olivia Bouler)

Fonte: Da BBC Brasil


17 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Golfo do México terá o pior nível de oxigênio na água

As inundações que ocorreram no vale do rio Mississipi, nos EUA, provocaram uma “zona morta”, com baixíssimo nível de oxigênio (O2), ao norte do golfo do México. Será o pior índice desde 2002, segundo o US Geological Survey, instituto de pesquisa geológica americano.

A estimativa, a ser confirmada no segundo semestre, prevê a zona morta com uma área entre 22 mil e 24 mil quilômetros quadrados.

O crescimento da zona morta também interfere negativamente na recuperação do golfo, que sofreu com o vazamento de óleo da BP (British Petroleum) em 2010.

Todos os anos, as águas do Mississipi e do Atchafalaya são despejadas no golfo, fazendo com que as algas aumentem na região. A consequência imediata é a redução da quantidade de oxigênio que garante a existência da vida marinha local.

Para sobreviverem, peixes e crustáceos, entre outras espécies, precisam migrar para outras regiões ou, então, morrem com a falta de oxigênio.

O nitrogênio, com o qual se alimentam as algas, teve um acréscimo de 35% no volume despejado no golfo nos últimos 32 anos.

De acordo com o oceanógrafo Eugene Turner, da Universidade Estadual de Lousiana, a zona morta tem se tornado cada vez maior desde que a medição teve início na década de 70.

Fonte: DA ASSOCIATED PRESS


24 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Morte de filhotes de golfinho é investigada no Golfo do México

Somente este ano, 26 carcaças foram encontradas em praias dos EUA.
Incidência é dez vezes maior que média, e pode ter relação com petróleo.

Pesquisadores analisam a morte de 26 filhotes de golfinho encontrados ao longo do litoral sul dos EUA este ano, a maior parte deles desde a semana passada. O número alarmante pode ter relação com o petróleo que vazou no Golfo do México após uma plataforma de perfuração da BP explodir em abril de 2010, matando 11 trabalhadores e rompendo um poço no fundo do mar.

Estima-se que 5 milhões de barris de óleo foram derramados no golfo ao longo de mais de três meses. As carcaças de 26 filhotes já nascidos ou abortados foram descobertas desde 20 de janeiro, nas ilhas, nos pântanos e nas praias ao longo de cerca de 300 km da costa dos estados de Louisiana, Mississippi e Alabama, disseram autoridades.

“Quando o mundo vê algo como os bebês de golfinhos sendo trazidos para a costa, isso toca no coração e todos nós queremos saber o porquê”, disse Blair Mase, funcionária do governo que monitora encalhes de mamíferos marinhos na região.

O índice superam em mais de dez vezes o número encontrado normalmente ao longo desses estados durante esta época do ano, quando nascem cerca de 2 mil a 5 mil golfinhos na região, diz Moby Solangi, diretor do Instituto de Estudos de Mamíferos Marinhos na Gulfport.

“É uma anomalia”, diz ele, explicando que o período de gestação dos golfinhos é de 11 ou 12 meses, o que significa que os que nasceram já teria sido concebidos pelo menos dois meses antes de o derrame de petróleo começar.

Adultos

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A maioria das carcaças media pouco mais de 3 metros de comprimento e foi encontrada durante a semana passada. Os restos mortais de cerca de 10 golfinhos adultos, nenhum deles fêmeas prenhes, também foram encontrados até agora este ano.

Equipes de limpeza da BP encontraram algumas das carcaças. Outras foram descobertas por guardas florestais, polícia e transeuntes.

“O que torna isso tão estranho é que os golfinhos foram espalhados em uma área tão grande”, disse Solangi. De acordo com solangi, se os golfinhos encontram óleo na superfície da água, podem enfrentar sérios problemas de saúde.

“Nós fazemos respirações curtas. Esses animais tomam um enorme fôlego de uma só vez e seguram. E quando eles inspiram a fumaça fica nos pulmões por um período longo de tempo, causando dois tipos de danos, um dos quais é imediata para o tecido propriamente dito. Em segundo lugar, os hidrocarbonetos entram na corrente sanguínea “, disse ele.

Nenhuma das carcaças tinha sinais exteriores evidentes de contaminação por óleo. Mas Solangi disse que necropsias serão realizadas e amostras de tecido retiradas para determinar se os produtos químicos tóxicos do derramamento de óleo podem ter sido uma das causas das mortes.

A mortalidade documentada na população de golfinhos adultos fora da costa do golfo quase triplicou de número no ano passado em relação à média normalmente registrada.

Fonte: Globo Natureza


26 de julho de 2010 | nenhum comentário »

Biólogos liberam tartarugas recém-nascidas no golfo do México, apesar do óleo

Biólogos do governo americano liberaram milhares de tartarugas no lado oeste do golfo do México, cujas águas estão poluídas pelo vazamento de petróleo da BP, com a esperança de que elas sobrevivam ao chegarem na parte leste.

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A notícia foi divulgada neste sábado pela “Rádio Pública Nacional” (“NPR”) mais de uma semana depois de a BP ter conseguido fechar provisoriamente o poço danificado que jorrava óleo no mar do golfo, embora tenham sido detectado novos vazamentos menores desde então.

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem decidiu liberar as tartarugas recém-nascidas da espécie Kemp Ridley, em vias de extinção, nas margens do Parque Nacional Padre Island, no Texas, uma área que não foi afetada de forma significativa pelo vazamento de petróleo.

Para os biólogos, manter as tartarugas em cativeiro num momento crucial de seu ciclo de vida implica um risco maior que o de libertá-las com a ameaça da poluição a mais de 600 quilômetros de distância.

Fonte: Ambiente Brasil


18 de junho de 2010 | nenhum comentário »

Brasil envia ajuda para conter vazamento no golfo do México

O Departamento de Estado dos EUA divulgou uma nota na última segunda-feira (14) de agradecimento aos 17 países e quatro organizações internacionais que têm ajudado os EUA a conter o vazamento de petróleo no golfo do México com equipamentos, experiência e assistência em geral.

De acordo com o texto, o Brasil colaborou com o envio de técnicos especialistas. Argélia, Austrália, Bahrain, Canadá, China, Dinamarca, Letônia, Noruega, Singapura, Espanha, Suécia, Taiwan e Reino Unido também enviaram profissionais para ajudar no trabalho de contenção do vazamento.

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México, Noruega, Holanda e Canadá enviaram equipamentos ao longo do mês de maio. A ajuda é recebida e coordenada pela UAC (Área Unificada de Comando). Segundo o governo norte-americano, o NIC (Comando Nacional de Incidentes), encabeçado pela Guarda Costeira, trabalha junto com o Departamento de Estado dando suporte a UAC.

O Departamento de Estado também colabora, entre outras funções, acelerando o processo de visto, para que a ajuda chegue mais rápida ao país.

A nota afirma que, com poucas exceções, “as ofertas de ajuda internacional são feitas de maneira reembolsável, o que significa que a assistência é fornecida apenas se forem pagos pelo destinatário”.

Entre as organizações, o governo americano agradece no comunicado à Agência Europeia da Segurança Marítima, a Comissão Europeia de Monitoramento e Centro de Informação, Organização Marítima Internacional e Unidade de Meio Ambiente do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários e do Programa ambiental das Nações Unidas.

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Comissão – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta segunda-feira a nomeação de cinco pessoas para integrar uma chamada Comissão Nacional sobre Perfuração em Mar Aberto e o Vazamento de Petróleo causado pelo afundamento da plataforma Deepwater Horizon, da British Petroleum, há quase dois meses.

Um comunicado da Casa Branca assinalou que a comissão de especialistas fará recomendações para prevenir e combater o impacto de qualquer derramamento futuro em decorrência de perfuração em mar aberto.

Os integrantes da comissão serão Frances G. Beinecke, Donald Boesch, Terry D. García, Cherry A. Murray, e Frances Ulmer e a presidência será dividida pelo senador Bob Graham e pelo ex-administrador da Agência de Proteção Ambiental, William K. Reilly.

“Estas pessoas têm enorme conhecimento e experiência suficiente para o crucial trabalho desta comissão”, assinalou Obama em uma declaração.

“Agradeço que tenham aceitado prestar seus serviços agora que trabalhamos para determinar as causas desta catástrofe e implementar as medidas de segurança e de proteção ambiental que necessitamos para prevenir um desastre semelhante no futuro”, acrescentou.

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Vazamento – O vazamento, o pior da história dos EUA, teve início após a explosão e posterior afundamento da plataforma “Deepwater Horizon”, operada pela petrolífera britânica BP. Uma das causas aventadas para o desastre seria a falha em uma válvula de segurança, que deveria se fechar após a explosão.

Após diversas tentativas de conter o óleo, a empresa está obtendo um sucesso parcial com o uso de um domo acoplado à tubulação no leito do mar, a 1.500 metros de profundidade. A tubulação captura o óleo e o conduz a um navio-tanque na superfície.

A BP já gastou mais de US$ 1,6 bilhão de dólares com a operação de contenção e limpeza. A empresa também está indenizando pessoas afetadas pelo desastre, como profissionais dos setores pesqueiro e turístico da costa sul dos EUA.

Fonte: Folha.com

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Menina reúne US$ 200 mil para golfo do México vendendo desenhos

Uma menina de 11 anos conseguiu levantar US$ 200 mil (R$ 320 mil) em um ano com a venda de desenhos e pinturas de aves para a recuperação do golfo do México após o vazamento de petróleo na região, em 2010, considerado o pior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.

Olivia Bouler, do Estado de Nova York, escreveu para a ONG de preservação ambiental Audubon Society perguntando se podia ajudar.

“Como todos vocês sabem, o vazamento de petróleo no golfo é devastador”, escreveu ela.

“Eu sou uma boa desenhista e estava pensando se conseguiria vender algumas pinturas de pássaros e doar o lucro para a sua organização.”

A carta foi enviada com um desenho de um Cardeal Vermelho, um pássaro que pode ser visto perto de onde a menina mora.

Olivia, que quer ser ornitologista (bióloga especializada em aves), diz que começou a ser interessar pelos pássaros da costa do golfo após os observar durante férias com parentes que moram nos Estados de Louisiana e Alabama.

Ela sabia que aves como o pelicano sofreriam muito durante o período de aninhamento após o vazamento, então decidiu fazer algo.

A resposta foi muito maior do que a menina esperava –mais de 30 mil pessoas “curtiram” a página de Olivia no Facebook.

Após enviar desenhos a todos que fizessem doações pela causa, Olivia publicou um livro sobre pássaros (“Olivia’s Bird: Saving the Gulf”) ilustrado com seus desenhos e pinturas. Parte dos lucros será doada para a Audubon Society.

Menina de 11 anos arrecada US$ 200 mil para golfo do México vendendo desenhos;(Foto:Olivia Bouler)

Menina de 11 anos arrecada US$ 200 mil para golfo do México vendendo desenhos;(Foto:Olivia Bouler)

 

No Facebook, mais de 30 mil pessoas "curtiram" a iniciativa da menina;(Fotos: Olivia Bouler)

No Facebook, mais de 30 mil pessoas "curtiram" a iniciativa da menina;(Fotos: Olivia Bouler)

Fonte: Da BBC Brasil


17 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Golfo do México terá o pior nível de oxigênio na água

As inundações que ocorreram no vale do rio Mississipi, nos EUA, provocaram uma “zona morta”, com baixíssimo nível de oxigênio (O2), ao norte do golfo do México. Será o pior índice desde 2002, segundo o US Geological Survey, instituto de pesquisa geológica americano.

A estimativa, a ser confirmada no segundo semestre, prevê a zona morta com uma área entre 22 mil e 24 mil quilômetros quadrados.

O crescimento da zona morta também interfere negativamente na recuperação do golfo, que sofreu com o vazamento de óleo da BP (British Petroleum) em 2010.

Todos os anos, as águas do Mississipi e do Atchafalaya são despejadas no golfo, fazendo com que as algas aumentem na região. A consequência imediata é a redução da quantidade de oxigênio que garante a existência da vida marinha local.

Para sobreviverem, peixes e crustáceos, entre outras espécies, precisam migrar para outras regiões ou, então, morrem com a falta de oxigênio.

O nitrogênio, com o qual se alimentam as algas, teve um acréscimo de 35% no volume despejado no golfo nos últimos 32 anos.

De acordo com o oceanógrafo Eugene Turner, da Universidade Estadual de Lousiana, a zona morta tem se tornado cada vez maior desde que a medição teve início na década de 70.

Fonte: DA ASSOCIATED PRESS


24 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Morte de filhotes de golfinho é investigada no Golfo do México

Somente este ano, 26 carcaças foram encontradas em praias dos EUA.
Incidência é dez vezes maior que média, e pode ter relação com petróleo.

Pesquisadores analisam a morte de 26 filhotes de golfinho encontrados ao longo do litoral sul dos EUA este ano, a maior parte deles desde a semana passada. O número alarmante pode ter relação com o petróleo que vazou no Golfo do México após uma plataforma de perfuração da BP explodir em abril de 2010, matando 11 trabalhadores e rompendo um poço no fundo do mar.

Estima-se que 5 milhões de barris de óleo foram derramados no golfo ao longo de mais de três meses. As carcaças de 26 filhotes já nascidos ou abortados foram descobertas desde 20 de janeiro, nas ilhas, nos pântanos e nas praias ao longo de cerca de 300 km da costa dos estados de Louisiana, Mississippi e Alabama, disseram autoridades.

“Quando o mundo vê algo como os bebês de golfinhos sendo trazidos para a costa, isso toca no coração e todos nós queremos saber o porquê”, disse Blair Mase, funcionária do governo que monitora encalhes de mamíferos marinhos na região.

O índice superam em mais de dez vezes o número encontrado normalmente ao longo desses estados durante esta época do ano, quando nascem cerca de 2 mil a 5 mil golfinhos na região, diz Moby Solangi, diretor do Instituto de Estudos de Mamíferos Marinhos na Gulfport.

“É uma anomalia”, diz ele, explicando que o período de gestação dos golfinhos é de 11 ou 12 meses, o que significa que os que nasceram já teria sido concebidos pelo menos dois meses antes de o derrame de petróleo começar.

Adultos

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A maioria das carcaças media pouco mais de 3 metros de comprimento e foi encontrada durante a semana passada. Os restos mortais de cerca de 10 golfinhos adultos, nenhum deles fêmeas prenhes, também foram encontrados até agora este ano.

Equipes de limpeza da BP encontraram algumas das carcaças. Outras foram descobertas por guardas florestais, polícia e transeuntes.

“O que torna isso tão estranho é que os golfinhos foram espalhados em uma área tão grande”, disse Solangi. De acordo com solangi, se os golfinhos encontram óleo na superfície da água, podem enfrentar sérios problemas de saúde.

“Nós fazemos respirações curtas. Esses animais tomam um enorme fôlego de uma só vez e seguram. E quando eles inspiram a fumaça fica nos pulmões por um período longo de tempo, causando dois tipos de danos, um dos quais é imediata para o tecido propriamente dito. Em segundo lugar, os hidrocarbonetos entram na corrente sanguínea “, disse ele.

Nenhuma das carcaças tinha sinais exteriores evidentes de contaminação por óleo. Mas Solangi disse que necropsias serão realizadas e amostras de tecido retiradas para determinar se os produtos químicos tóxicos do derramamento de óleo podem ter sido uma das causas das mortes.

A mortalidade documentada na população de golfinhos adultos fora da costa do golfo quase triplicou de número no ano passado em relação à média normalmente registrada.

Fonte: Globo Natureza


26 de julho de 2010 | nenhum comentário »

Biólogos liberam tartarugas recém-nascidas no golfo do México, apesar do óleo

Biólogos do governo americano liberaram milhares de tartarugas no lado oeste do golfo do México, cujas águas estão poluídas pelo vazamento de petróleo da BP, com a esperança de que elas sobrevivam ao chegarem na parte leste.

full toy story 3 film high quality

A notícia foi divulgada neste sábado pela “Rádio Pública Nacional” (“NPR”) mais de uma semana depois de a BP ter conseguido fechar provisoriamente o poço danificado que jorrava óleo no mar do golfo, embora tenham sido detectado novos vazamentos menores desde então.

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem decidiu liberar as tartarugas recém-nascidas da espécie Kemp Ridley, em vias de extinção, nas margens do Parque Nacional Padre Island, no Texas, uma área que não foi afetada de forma significativa pelo vazamento de petróleo.

Para os biólogos, manter as tartarugas em cativeiro num momento crucial de seu ciclo de vida implica um risco maior que o de libertá-las com a ameaça da poluição a mais de 600 quilômetros de distância.

Fonte: Ambiente Brasil


18 de junho de 2010 | nenhum comentário »

Brasil envia ajuda para conter vazamento no golfo do México

O Departamento de Estado dos EUA divulgou uma nota na última segunda-feira (14) de agradecimento aos 17 países e quatro organizações internacionais que têm ajudado os EUA a conter o vazamento de petróleo no golfo do México com equipamentos, experiência e assistência em geral.

De acordo com o texto, o Brasil colaborou com o envio de técnicos especialistas. Argélia, Austrália, Bahrain, Canadá, China, Dinamarca, Letônia, Noruega, Singapura, Espanha, Suécia, Taiwan e Reino Unido também enviaram profissionais para ajudar no trabalho de contenção do vazamento.

movie the back-up plan

México, Noruega, Holanda e Canadá enviaram equipamentos ao longo do mês de maio. A ajuda é recebida e coordenada pela UAC (Área Unificada de Comando). Segundo o governo norte-americano, o NIC (Comando Nacional de Incidentes), encabeçado pela Guarda Costeira, trabalha junto com o Departamento de Estado dando suporte a UAC.

O Departamento de Estado também colabora, entre outras funções, acelerando o processo de visto, para que a ajuda chegue mais rápida ao país.

A nota afirma que, com poucas exceções, “as ofertas de ajuda internacional são feitas de maneira reembolsável, o que significa que a assistência é fornecida apenas se forem pagos pelo destinatário”.

Entre as organizações, o governo americano agradece no comunicado à Agência Europeia da Segurança Marítima, a Comissão Europeia de Monitoramento e Centro de Informação, Organização Marítima Internacional e Unidade de Meio Ambiente do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários e do Programa ambiental das Nações Unidas.

schindlers list movie

Comissão – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta segunda-feira a nomeação de cinco pessoas para integrar uma chamada Comissão Nacional sobre Perfuração em Mar Aberto e o Vazamento de Petróleo causado pelo afundamento da plataforma Deepwater Horizon, da British Petroleum, há quase dois meses.

Um comunicado da Casa Branca assinalou que a comissão de especialistas fará recomendações para prevenir e combater o impacto de qualquer derramamento futuro em decorrência de perfuração em mar aberto.

Os integrantes da comissão serão Frances G. Beinecke, Donald Boesch, Terry D. García, Cherry A. Murray, e Frances Ulmer e a presidência será dividida pelo senador Bob Graham e pelo ex-administrador da Agência de Proteção Ambiental, William K. Reilly.

“Estas pessoas têm enorme conhecimento e experiência suficiente para o crucial trabalho desta comissão”, assinalou Obama em uma declaração.

“Agradeço que tenham aceitado prestar seus serviços agora que trabalhamos para determinar as causas desta catástrofe e implementar as medidas de segurança e de proteção ambiental que necessitamos para prevenir um desastre semelhante no futuro”, acrescentou.

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Vazamento – O vazamento, o pior da história dos EUA, teve início após a explosão e posterior afundamento da plataforma “Deepwater Horizon”, operada pela petrolífera britânica BP. Uma das causas aventadas para o desastre seria a falha em uma válvula de segurança, que deveria se fechar após a explosão.

Após diversas tentativas de conter o óleo, a empresa está obtendo um sucesso parcial com o uso de um domo acoplado à tubulação no leito do mar, a 1.500 metros de profundidade. A tubulação captura o óleo e o conduz a um navio-tanque na superfície.

A BP já gastou mais de US$ 1,6 bilhão de dólares com a operação de contenção e limpeza. A empresa também está indenizando pessoas afetadas pelo desastre, como profissionais dos setores pesqueiro e turístico da costa sul dos EUA.

Fonte: Folha.com

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