12 de março de 2013 | nenhum comentário »

Menor primata das Américas é encontrado em Rondônia

Espécie é rara e apenas ribeirinhos tinham visto o mico-leãozinho.
Primata pode atingir 15 centímetros na idade adulta.

Conhecido como mico-leãozinho, o Cebuella pygmaea é uma espécie rara e atinge 15 centímetros quando adulto. O menor macaco existente no continente americano, segundo a bióloga e pesquisadora Mariluce Rezende Messias, alimenta-se basicamente de goma de árvores e ingá. Em 2010, um exemplar da espécie foi encontrado em Porto Velho, no interflúvio dos rios Madeira e Purus e sua população ainda está sendo estimada em Rondônia. De acordo com o Centro de Coleções Zoológicas, localizado no prédio da Universidade Federal  de Rondônia (Unir), há registros do primata nos estados do Acre e Amazonas.

O mico-leãozinho foi encontrado durante o resgate de animais na área de interferência de uma usina em construção no Rio Madeira, em Porto Velho, e a descoberta da espécie na região – antes registrada apenas por ribeirinhos – aumentou a curiosidade de pesquisadores que começaram a monitorar os hábitos do primata.

Segundo Mariluce, há pouca densidade de mico-leãozinho no estado e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) classifica a situação da espécie como pouco preocupante. “É importante ressaltar que temos poucas informações sobre o Cybuella pygmaea. Os estudos nos darão uma melhor dimensão sobre a espécie”, afirma a pesquisadora.

Alguns exemplares estão taxidermizados no Centro de Coleções Zoológicas da Unir junto com outros mamíferos para estudos, pesquisa e arquivamento da fauna de Rondônia.

Existência do mico-leãozinho em Rondônia foi comprovada em 2010 (Foto: Agência Imagem News)

Existência do mico-leãozinho em Rondônia foi comprovada em 2010 (Foto: Agência Imagem News)

Fonte: Globo.com


26 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

Estudo diz que formigas resolvem melhor os problemas coletivamente

Insetos ficam ‘perdidos’ quando têm excesso de informações e opções.
Pesquisa ajuda a entender sobrecarga similar em pessoas, dizem cientistas.

Cientistas da Universidade Estadual do Arizona, nos Estados Unidos, concluíram em um estudo que as formigas decidem melhor coletivamente como lidar com problemas complicados, como a escolha da colônia. O comportamento é uma estratégia para lidar com o excesso de informações e opções, aponta a pesquisa, publicada no periódico “Current Biology”.

Se as formigas agem sozinhas, fazem escolhas ruins, aponta a pesquisa. Para avaliar a capacidade de decisão delas, os cientistas criaram formigueiros artificiais com diferentes características, como tamanho e iluminação (escuros ou claros). Primeiro foram feitos testes somente com indivíduos e depois com o grupo todo de insetos.

As formigas eram submetidas a dois testes: primeiro tinham que escolher entre duas opções de formigueiros e depois entre oito opções. Em ambos os casos, metade dos locais era inabitável e seriam péssimas escolhas, de acordo com a pesquisa.

A primeira constatação foi que os insetos escolhiam o formigueiro geralmente com base na entrada, no espaço interno e na escuridão. Formigas submetidas a testes individuais optavam geralmente por locais inabitáveis, decisões muito piores do que tomadas coletivamente, afirma o estudo.

Outra questão é que, quando a escolha dependia só de um indivíduo, ele se saía pior tendo oito opções de formigueiro do que tendo só duas, o que indica que o excesso de informação prejudica estes animais e os deixa “perdidos” – efeito chamado de “sobrecarga cognitiva” pelos cientistas da universidade.

Colônias inteiras, por outro lado, escolhiam formigueiros habitáveis tendo duas ou oito opções. Isso demonstra que estes insetos lidam melhor com problemas difíceis se agem coletivamente, segundo os cientistas. As formigas estudadas são da espécie Temnothorax rugatulus, comuns em certas regiões dos EUA.

Para o autor do estudo, o professor Stephen Pratt, o interesse na pesquisa está em entender como a sobrecarga de informações prejudica também os seres humanos. Ser “bombardeado” por dados “pode prejudicar a saúde e a eficária das decisões que tomamos”, disse o cientista ao site da Universidade Estadual do Arizona.

Formigas usadas em teste agrupam-se na entrada da colônia (Foto: Divulgação/Universidade Estadual do Arizona)

Formigas usadas em teste agrupam-se na entrada da colônia (Foto: Divulgação/Universidade Estadual do Arizona)

Formiga usa feromônios para se comunicar e "chama" colegas para nova colônia, segundo cientistas (Foto: Divulgação/Universidade Estadual do Arizona)

Formiga usa feromônios para se comunicar e "chama" colegas para nova colônia, segundo cientistas (Foto: Divulgação/Universidade Estadual do Arizona)

Fonte: Globo Natureza


3 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

Desmatamento na Amazônia cai 17% entre 2011 e 2012, segundo Inpe

Devastação da floresta foi de 1.232,75 km² de janeiro a agosto deste ano.
Mato Grosso, Pará e Rondônia continuam liderando desmatamento.

O desmatamento registrado na Amazônia Legal caiu 17% entre 1º de janeiro e 15 de agosto de 2012, na comparação com o mesmo período de 2011, apontam dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

As informações foram obtidas pelo sistema de detecção do desmatamento em tempo real, o Deter, que usa imagens de satélite para visualizar a perda de vegetação na região. Comparando os dados no intervalo de tempo avaliado, a devastação passou de 1.485,66 km² de floresta no ano passado para 1.232,75 km² neste ano, recuo de 252,91 km².

Na comparação entre os três últimos meses deste ano (de 15 de maio a 15 de agosto de 2012) com o mesmo período de 2011, o recuo no desmate foi maior, de 27,8%. A devastação passou de 773,85 km², no intervalo registrado em 2011, para 558,21 km² neste ano.

Em agosto, o Inpe anunciou que publicaria informações do Deter a cada 15 dias. Os dados são considerados um levantamento rápido e não têm o nível de detalhe da pesquisa oficial prevista para o final do ano pela instituição, o Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal).

Estados
O estado campeão no ranking da devastação continua sendo o Mato Grosso (694,69 km² de área destruída), seguido do Pará (321,58 km²) e de Rondônia (121,68 km²), segundo os dados do Deter de janeiro a agosto de 2012. No ano passado, estes mesmos estados lideraram o desmate da Amazônia Legal – o Mato Grosso perdeu 744,68 km² de floresta, o Pará perdeu 365,92 km² e Rondônia teve 230,36 km² de desmatamento.

Para o professor de política ambiental e mudança climática da Unesp (Universidade Estadual Paulista), David Montenegro Lapola, apesar de parciais, os números mostram continuação na tendência de queda no desmatamento da Amazônia, “algo que ocorre desde 2004″.

Ele aponta dois fatores para o recuo na destruição: a maior presença do poder público na Amazônia, principalmente na forma de fiscalização, e o desaquecimento da economia global, que pode ter levado a uma demanda menor por produtos da fronteira agrícola na região, que há anos têm se expandido rumo à floresta.

Para o professor, a criação de áreas de proteção ambiental e a presença maior de agentes da Polícia Federal e do Ibama na região nos últimos anos contribuíram para a diminuição do desmatamento. “Mas não podemos ignorar a questão do desaquecimento econômico internacional”, ressalta.

O pesquisador aponta que a queda na destruição da Amazônia contribui também para a redução nas emissões de gases-estufa que causam mudanças climáticas pelo planeta. Aproximadamente 75% das emissões de gases-estufa no Brasil vêm de queimadas e devastação de florestas e outros biomas, incluindo a Amazônia, afirma Lapola.

“Acho que ainda há mais o que fazer com relação à fiscalização. Se a gente pode reduzir em 80% [o desmatamento], por que não podemos reduzir em 100%?”, diz o professor, fazendo referência à meta definida por lei no Brasil pela Política Nacional de Mudanças Climáticas. Pela legislação, o país tem como meta reduzir a destruição da Amazônia em 80% até 2020.

Menor índice histórico
Em junho, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou que a Amazônia Legal teve o menor índice de desmatamento dos últimos 23 anos. Segundo Inpe, a região teve 6.418 km² de floresta desmatada entre agosto de 2010 e julho de 2011 — o equivalente a quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo.

Foi a menor taxa desde que o instituto começou a fazer a medição, em 1988, e houve uma redução de 8% em relação ao mesmo período em 2009 e 2010. No entanto, em dezembro do ano passado, o Inpe havia divulgado uma expectativa de desmate de 6.238 km² — alta de 3%. O número foi obtido a partir dos dados consolidados do sistema Prodes.

Vista aérea da floresta Amazônia na região dos arredores do rio Guaporé (Foto: André Edouard/Arquivo/AFP)

Vista aérea da floresta amazônica na região dos arredores do rio Guaporé (Foto: André Edouard/Arquivo/AFP)

Fonte: Globo Natureza


4 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Invasão de aranhas gigantes espalha o pânico em aldeia indiana

Moradores de Sadiya, no estado de Assam, dizem desconhecer a espécie.
Dez pessoas foram hospitalizadas; há suspeita de duas mortes por picadas.

Os moradores de um povoado indiano situado em um local recôndito do país afirmam ser vítimas de uma invasão de aranhas gigantes muito parecidas com as tarântulas, mas pertencentes a uma espécie desconhecida para os especialistas locais.

Segundo a imprensa local, cerca de dez pessoas foram hospitalizadas depois de serem picadas por estas aranhas. Outras duas teriam morrido, mas esta informação não foi confirmada.

“Primeiro acharam que era uma brincadeira, mas depois muitos habitantes foram picados por esta espécie particular”, declarou por telefone à AFP um sábio da aldeia de Sadiya, no estado de Assam (leste).

Uma equipe científica viajou ao local dos incidentes, a cerca de 600 km da capital de Assam, Guwahati.

“Inspecionamos o local e vimos que (a aranha) é parecida com uma migala, mas ainda não estamos certos da espécie”, declarou L. R. Saikia, um cientista do departamento de ciências da universidade de Dibrugarh, em Assam.

“Parece uma aranha agressiva dotada de ganchos mais potentes que a variedade normal dos aracnídeos”, explicou.

Foram enviadas várias amostras destas aranhas para serem analisadas por especialistas em aracnologia fora de Assam.

O professor Ratul Rajkhowa, do departamento de zoologia da faculdade Cotton, mostra uma aranha que seria da espécie que tem se proliferado na vila de Assam (Foto: AFP/Stringer)

O professor Ratul Rajkhowa, do departamento de zoologia da faculdade Cotton, mostra uma aranha que seria da espécie que tem se proliferado na vila de Assam (Foto: AFP/Stringer)

Fonte: AFP


14 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Secretaria de SP lança cartilha contra abandono de animais

Secretaria de Meio Ambiente afirma que os animais abandonados estão sujeitos a doenças, causam desequilíbrio ecológico e a depredação do patrimônio dos parques além de se tornarem mais agressivos

A Secretaria de Meio Ambiente do governo de São Paulo lançou uma cartilha educativa sobre o abandono de animais domésticos e silvestres em parques. A cartilha foi entregue aos diretores de todos os parques administrados pela secretaria, que deverão distribuí-las em ruas e escolas vizinhas.

Segundo o presidente da Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal (Arca Brasil), Marco Ciamei, as áreas verdes próximas de centros urbanos são locais comuns de abandono de bichos. “Abandonar o animal em ambientes naturais deixa a consciência dos antigos donos mais tranquila”, diz. A Arca Brasil estima que somente na cidade de São Paulo cerca de 260 mil cães, 10% da população total, não têm um lar de referência.

A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Meio Ambiente afirma que os animais abandonados estão sujeitos a doenças, causam desequilíbrio ecológico e a depredação do patrimônio dos parques além de se tornarem mais agressivos.

A cartilha orienta as pessoas a pensar bem antes de ter um animal de estimação. “É preciso evitar o problema antes que ele aconteça”, diz Ciamei. Ainda segundo ele, toda ação educativa deve ser apoiada, mas práticas, como o registro e a castração dos animais, ainda acontecem de forma tímida na capital e no interior.

Fonte: Gazeta Maringá, com informações do jornal O Estado de S.Paulo.


3 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Primeira versão do Plano de Resíduos Sólidos será apresentada no fim deste mês

No final deste mês será apresentada ao Brasil a primeira versão do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. O documento contendo diagnóstico e um conjunto de informações sobre as metas e diferentes cenários estudados e propostos pelo Grupo de Trabalho (GT1) foi discutido durante a reunião do Comitê Interministerial, realizada na segunda-feira (1º), em Brasília.

O lançamento do Plano faz parte do calendário de ações do Comitê Interministerial da PNRS, que, no âmbito dos diferentes Grupos de Trabalho, promove ainda estudos e propõe medidas que visam à desoneração tributária de produtos recicláveis e reutilizáveis. Vai também formular estratégia para a promoção e difusão de tecnologias limpas para a gestão e o gerenciamento de resíduos sólidos.

O documento será colocado em discussão e receberá contribuições da sociedade nas audiências públicas regionais, que ocorrem nos meses de setembro a novembro deste ano. A sociedade também poderá contribuir, durante o período de realização das audiências públicas, por meio da consulta pública na internet. A versão final do Plano, após análise e incorporação das contribuições, será apresentada na Audiência Pública Nacional prevista para novembro, em Brasília.

Além do Ministério do Meio Ambiente, coordenador do Comitê, fazem parte da instância os ministérios das Cidades, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Saúde, da Fazenda, do Planejamento, Orçamento e Gestão, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Ciência e Tecnologia, além da Casa Civil e da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

Fonte: MMA


7 de janeiro de 2011 | nenhum comentário »

Informações sobre florestas são reunidas em livro de bolso

As principais informações do setor florestal do país estão reunidas no livro de bolso Florestas do Brasil em Resumo 2010, que o Serviço Florestal Brasileiro lançou no último mês de dezembro

A publicação, de 152 páginas, aborda, entre outros assuntos, características dos seis biomas, avanços na gestão das florestas, aspectos socioeconômicos da área florestal e ensino e pesquisa relacionados ao tema. 

Neste minilivro, que atualiza informações presentes na primeira edição da obra, foram incluídas informações sobre crédito florestal, manejo florestal na Amazônia e na Caatinga, unidades de conservação estaduais e comparativo mundial do estoque de biomassa florestal viva. 

“Esta é uma obra em movimento. As informações sobre floresta são dinâmicas e, portanto, as atualizações serão constantes”, afirma a diretora de Pesquisa e Informação Florestal do Serviço Florestal, Cláudia Azevedo-Ramos. 

As seções foram organizadas de forma curta e objetiva para que o leitor manuseie a publicação com facilidade e encontre rapidamente os dados que procura. 

 

Veja algumas das informações presentes em cada capítulo:

 

As florestas brasileiras 

A publicação mostra que existem 509 milhões de hectares de florestas naturais e 6,8 milhões de hectares de florestas plantadas. O número de florestas plantadas aumentou cerca de 200 mil hectares entre 2008 e 2009 e a produtividade de metros cúbicos por hectare de pinus e eucalipto – que ocupam mais de 90% da área plantada – também, devido a fatores como o uso de novas tecnologias, por exemplo, o melhoramento genético de sementes.

 

Os biomas brasileiros e suas florestas 

Esta seção apresenta tabelas de dados e mapas sobre a cobertura florestal dos seis biomas, o volume de madeira, o estoque de carbono armazenado na biomassa e informações adicionais a respeito de cada um deles. A Amazônia, por exemplo, tem cerca de 45 mil espécies de plantas e vertebrados, uma das biodiversidades mais ricas do mundo, mas enfrenta o desafio de conciliar conservação dos recursos com uso pela população.

 

Gestão florestal 

Os principais planos de governo para estimular o desenvolvimento sustentável estão nesse item, que fala, por exemplo, da criação do Distrito Florestal Sustentável (DFS) da BR-163, das concessões florestais na Amazônia e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal. Esta seção apresenta ainda 13 linhas e programas de crédito florestal, suas finalidades e o agente financeiro que as operam.

 

Monitoramento das florestas 

A série histórica do desmatamento na Amazônia entre 1988 e 2010 está nesta seção, onde é possível visualizar a queda no corte da floresta a partir de 2004. O capítulo também fala do Sistema Nacional de Parcelas Permanentes para o monitoramento da dinâmica das florestas naturais e plantadas e do Inventário Florestal Nacional.

 

Áreas protegidas e biodiversidade 

Existem hoje 309 unidades de conservação federais, sendo 172 de uso sustentável e 137 de uso integral. A divisão por categoria e a área de cada uma estão nesse item, que também traz a área de unidades de conservação por bioma e a lista de espécies madeireiras ameaçadas de extinção.

 

Aspectos socioeconômicos do setor florestal 

O número de empregos formais no setor florestal decresceu entre 2007 e 2009, e contava com cerca de 616 mil trabalhadores no ano passado. Nos setores de produção de celulose e papel e de produção moveleira, porém, houve aumento no número de empregos nos últimos anos. Tabelas apresentam dados de exportação e importação de produtos florestais e dados recentes sobre os pólos madeireiros da Amazônia Legal.

 

Ensino e pesquisa florestal 

Em 2009, o país formou mais de 300 mestres e doutores em engenharia florestal e ciências florestais, um aumento de quase 20% em relação ao ano anterior. Este capítulo mostra um mapa da distribuição dos cursos de graduação, pós-graduação e cursos técnicos no país. Os principais centros de pesquisa no tema, exceto as universidades, contam com cerca de 200 profissionais entre graduados, mestres e doutores.

 

Comparações internacionais 

O topo de três importantes dados florestais é ocupado por países distintos. A Rússia tem a maior área florestal, cerca de 810 milhões de hectares; a China, a maior área de florestas plantadas, 77 milhões de hectares, e o Brasil, o maior estoque de carbono na biomassa florestal o Brasil, cerca de 62 bilhões de toneladas.

 

A versão em PDF está disponível em:

http://www.mma.gov.br/estruturas/sfb/_arquivos/livro_de_bolso___sfb_mma_2010_web_95.pdf

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(Assessoria de Comunicação do MMA, 5/1)






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12 de março de 2013 | nenhum comentário »

Menor primata das Américas é encontrado em Rondônia

Espécie é rara e apenas ribeirinhos tinham visto o mico-leãozinho.
Primata pode atingir 15 centímetros na idade adulta.

Conhecido como mico-leãozinho, o Cebuella pygmaea é uma espécie rara e atinge 15 centímetros quando adulto. O menor macaco existente no continente americano, segundo a bióloga e pesquisadora Mariluce Rezende Messias, alimenta-se basicamente de goma de árvores e ingá. Em 2010, um exemplar da espécie foi encontrado em Porto Velho, no interflúvio dos rios Madeira e Purus e sua população ainda está sendo estimada em Rondônia. De acordo com o Centro de Coleções Zoológicas, localizado no prédio da Universidade Federal  de Rondônia (Unir), há registros do primata nos estados do Acre e Amazonas.

O mico-leãozinho foi encontrado durante o resgate de animais na área de interferência de uma usina em construção no Rio Madeira, em Porto Velho, e a descoberta da espécie na região – antes registrada apenas por ribeirinhos – aumentou a curiosidade de pesquisadores que começaram a monitorar os hábitos do primata.

Segundo Mariluce, há pouca densidade de mico-leãozinho no estado e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) classifica a situação da espécie como pouco preocupante. “É importante ressaltar que temos poucas informações sobre o Cybuella pygmaea. Os estudos nos darão uma melhor dimensão sobre a espécie”, afirma a pesquisadora.

Alguns exemplares estão taxidermizados no Centro de Coleções Zoológicas da Unir junto com outros mamíferos para estudos, pesquisa e arquivamento da fauna de Rondônia.

Existência do mico-leãozinho em Rondônia foi comprovada em 2010 (Foto: Agência Imagem News)

Existência do mico-leãozinho em Rondônia foi comprovada em 2010 (Foto: Agência Imagem News)

Fonte: Globo.com


26 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

Estudo diz que formigas resolvem melhor os problemas coletivamente

Insetos ficam ‘perdidos’ quando têm excesso de informações e opções.
Pesquisa ajuda a entender sobrecarga similar em pessoas, dizem cientistas.

Cientistas da Universidade Estadual do Arizona, nos Estados Unidos, concluíram em um estudo que as formigas decidem melhor coletivamente como lidar com problemas complicados, como a escolha da colônia. O comportamento é uma estratégia para lidar com o excesso de informações e opções, aponta a pesquisa, publicada no periódico “Current Biology”.

Se as formigas agem sozinhas, fazem escolhas ruins, aponta a pesquisa. Para avaliar a capacidade de decisão delas, os cientistas criaram formigueiros artificiais com diferentes características, como tamanho e iluminação (escuros ou claros). Primeiro foram feitos testes somente com indivíduos e depois com o grupo todo de insetos.

As formigas eram submetidas a dois testes: primeiro tinham que escolher entre duas opções de formigueiros e depois entre oito opções. Em ambos os casos, metade dos locais era inabitável e seriam péssimas escolhas, de acordo com a pesquisa.

A primeira constatação foi que os insetos escolhiam o formigueiro geralmente com base na entrada, no espaço interno e na escuridão. Formigas submetidas a testes individuais optavam geralmente por locais inabitáveis, decisões muito piores do que tomadas coletivamente, afirma o estudo.

Outra questão é que, quando a escolha dependia só de um indivíduo, ele se saía pior tendo oito opções de formigueiro do que tendo só duas, o que indica que o excesso de informação prejudica estes animais e os deixa “perdidos” – efeito chamado de “sobrecarga cognitiva” pelos cientistas da universidade.

Colônias inteiras, por outro lado, escolhiam formigueiros habitáveis tendo duas ou oito opções. Isso demonstra que estes insetos lidam melhor com problemas difíceis se agem coletivamente, segundo os cientistas. As formigas estudadas são da espécie Temnothorax rugatulus, comuns em certas regiões dos EUA.

Para o autor do estudo, o professor Stephen Pratt, o interesse na pesquisa está em entender como a sobrecarga de informações prejudica também os seres humanos. Ser “bombardeado” por dados “pode prejudicar a saúde e a eficária das decisões que tomamos”, disse o cientista ao site da Universidade Estadual do Arizona.

Formigas usadas em teste agrupam-se na entrada da colônia (Foto: Divulgação/Universidade Estadual do Arizona)

Formigas usadas em teste agrupam-se na entrada da colônia (Foto: Divulgação/Universidade Estadual do Arizona)

Formiga usa feromônios para se comunicar e "chama" colegas para nova colônia, segundo cientistas (Foto: Divulgação/Universidade Estadual do Arizona)

Formiga usa feromônios para se comunicar e "chama" colegas para nova colônia, segundo cientistas (Foto: Divulgação/Universidade Estadual do Arizona)

Fonte: Globo Natureza


3 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

Desmatamento na Amazônia cai 17% entre 2011 e 2012, segundo Inpe

Devastação da floresta foi de 1.232,75 km² de janeiro a agosto deste ano.
Mato Grosso, Pará e Rondônia continuam liderando desmatamento.

O desmatamento registrado na Amazônia Legal caiu 17% entre 1º de janeiro e 15 de agosto de 2012, na comparação com o mesmo período de 2011, apontam dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

As informações foram obtidas pelo sistema de detecção do desmatamento em tempo real, o Deter, que usa imagens de satélite para visualizar a perda de vegetação na região. Comparando os dados no intervalo de tempo avaliado, a devastação passou de 1.485,66 km² de floresta no ano passado para 1.232,75 km² neste ano, recuo de 252,91 km².

Na comparação entre os três últimos meses deste ano (de 15 de maio a 15 de agosto de 2012) com o mesmo período de 2011, o recuo no desmate foi maior, de 27,8%. A devastação passou de 773,85 km², no intervalo registrado em 2011, para 558,21 km² neste ano.

Em agosto, o Inpe anunciou que publicaria informações do Deter a cada 15 dias. Os dados são considerados um levantamento rápido e não têm o nível de detalhe da pesquisa oficial prevista para o final do ano pela instituição, o Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal).

Estados
O estado campeão no ranking da devastação continua sendo o Mato Grosso (694,69 km² de área destruída), seguido do Pará (321,58 km²) e de Rondônia (121,68 km²), segundo os dados do Deter de janeiro a agosto de 2012. No ano passado, estes mesmos estados lideraram o desmate da Amazônia Legal – o Mato Grosso perdeu 744,68 km² de floresta, o Pará perdeu 365,92 km² e Rondônia teve 230,36 km² de desmatamento.

Para o professor de política ambiental e mudança climática da Unesp (Universidade Estadual Paulista), David Montenegro Lapola, apesar de parciais, os números mostram continuação na tendência de queda no desmatamento da Amazônia, “algo que ocorre desde 2004″.

Ele aponta dois fatores para o recuo na destruição: a maior presença do poder público na Amazônia, principalmente na forma de fiscalização, e o desaquecimento da economia global, que pode ter levado a uma demanda menor por produtos da fronteira agrícola na região, que há anos têm se expandido rumo à floresta.

Para o professor, a criação de áreas de proteção ambiental e a presença maior de agentes da Polícia Federal e do Ibama na região nos últimos anos contribuíram para a diminuição do desmatamento. “Mas não podemos ignorar a questão do desaquecimento econômico internacional”, ressalta.

O pesquisador aponta que a queda na destruição da Amazônia contribui também para a redução nas emissões de gases-estufa que causam mudanças climáticas pelo planeta. Aproximadamente 75% das emissões de gases-estufa no Brasil vêm de queimadas e devastação de florestas e outros biomas, incluindo a Amazônia, afirma Lapola.

“Acho que ainda há mais o que fazer com relação à fiscalização. Se a gente pode reduzir em 80% [o desmatamento], por que não podemos reduzir em 100%?”, diz o professor, fazendo referência à meta definida por lei no Brasil pela Política Nacional de Mudanças Climáticas. Pela legislação, o país tem como meta reduzir a destruição da Amazônia em 80% até 2020.

Menor índice histórico
Em junho, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou que a Amazônia Legal teve o menor índice de desmatamento dos últimos 23 anos. Segundo Inpe, a região teve 6.418 km² de floresta desmatada entre agosto de 2010 e julho de 2011 — o equivalente a quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo.

Foi a menor taxa desde que o instituto começou a fazer a medição, em 1988, e houve uma redução de 8% em relação ao mesmo período em 2009 e 2010. No entanto, em dezembro do ano passado, o Inpe havia divulgado uma expectativa de desmate de 6.238 km² — alta de 3%. O número foi obtido a partir dos dados consolidados do sistema Prodes.

Vista aérea da floresta Amazônia na região dos arredores do rio Guaporé (Foto: André Edouard/Arquivo/AFP)

Vista aérea da floresta amazônica na região dos arredores do rio Guaporé (Foto: André Edouard/Arquivo/AFP)

Fonte: Globo Natureza


4 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Invasão de aranhas gigantes espalha o pânico em aldeia indiana

Moradores de Sadiya, no estado de Assam, dizem desconhecer a espécie.
Dez pessoas foram hospitalizadas; há suspeita de duas mortes por picadas.

Os moradores de um povoado indiano situado em um local recôndito do país afirmam ser vítimas de uma invasão de aranhas gigantes muito parecidas com as tarântulas, mas pertencentes a uma espécie desconhecida para os especialistas locais.

Segundo a imprensa local, cerca de dez pessoas foram hospitalizadas depois de serem picadas por estas aranhas. Outras duas teriam morrido, mas esta informação não foi confirmada.

“Primeiro acharam que era uma brincadeira, mas depois muitos habitantes foram picados por esta espécie particular”, declarou por telefone à AFP um sábio da aldeia de Sadiya, no estado de Assam (leste).

Uma equipe científica viajou ao local dos incidentes, a cerca de 600 km da capital de Assam, Guwahati.

“Inspecionamos o local e vimos que (a aranha) é parecida com uma migala, mas ainda não estamos certos da espécie”, declarou L. R. Saikia, um cientista do departamento de ciências da universidade de Dibrugarh, em Assam.

“Parece uma aranha agressiva dotada de ganchos mais potentes que a variedade normal dos aracnídeos”, explicou.

Foram enviadas várias amostras destas aranhas para serem analisadas por especialistas em aracnologia fora de Assam.

O professor Ratul Rajkhowa, do departamento de zoologia da faculdade Cotton, mostra uma aranha que seria da espécie que tem se proliferado na vila de Assam (Foto: AFP/Stringer)

O professor Ratul Rajkhowa, do departamento de zoologia da faculdade Cotton, mostra uma aranha que seria da espécie que tem se proliferado na vila de Assam (Foto: AFP/Stringer)

Fonte: AFP


14 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Secretaria de SP lança cartilha contra abandono de animais

Secretaria de Meio Ambiente afirma que os animais abandonados estão sujeitos a doenças, causam desequilíbrio ecológico e a depredação do patrimônio dos parques além de se tornarem mais agressivos

A Secretaria de Meio Ambiente do governo de São Paulo lançou uma cartilha educativa sobre o abandono de animais domésticos e silvestres em parques. A cartilha foi entregue aos diretores de todos os parques administrados pela secretaria, que deverão distribuí-las em ruas e escolas vizinhas.

Segundo o presidente da Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal (Arca Brasil), Marco Ciamei, as áreas verdes próximas de centros urbanos são locais comuns de abandono de bichos. “Abandonar o animal em ambientes naturais deixa a consciência dos antigos donos mais tranquila”, diz. A Arca Brasil estima que somente na cidade de São Paulo cerca de 260 mil cães, 10% da população total, não têm um lar de referência.

A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Meio Ambiente afirma que os animais abandonados estão sujeitos a doenças, causam desequilíbrio ecológico e a depredação do patrimônio dos parques além de se tornarem mais agressivos.

A cartilha orienta as pessoas a pensar bem antes de ter um animal de estimação. “É preciso evitar o problema antes que ele aconteça”, diz Ciamei. Ainda segundo ele, toda ação educativa deve ser apoiada, mas práticas, como o registro e a castração dos animais, ainda acontecem de forma tímida na capital e no interior.

Fonte: Gazeta Maringá, com informações do jornal O Estado de S.Paulo.


3 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Primeira versão do Plano de Resíduos Sólidos será apresentada no fim deste mês

No final deste mês será apresentada ao Brasil a primeira versão do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. O documento contendo diagnóstico e um conjunto de informações sobre as metas e diferentes cenários estudados e propostos pelo Grupo de Trabalho (GT1) foi discutido durante a reunião do Comitê Interministerial, realizada na segunda-feira (1º), em Brasília.

O lançamento do Plano faz parte do calendário de ações do Comitê Interministerial da PNRS, que, no âmbito dos diferentes Grupos de Trabalho, promove ainda estudos e propõe medidas que visam à desoneração tributária de produtos recicláveis e reutilizáveis. Vai também formular estratégia para a promoção e difusão de tecnologias limpas para a gestão e o gerenciamento de resíduos sólidos.

O documento será colocado em discussão e receberá contribuições da sociedade nas audiências públicas regionais, que ocorrem nos meses de setembro a novembro deste ano. A sociedade também poderá contribuir, durante o período de realização das audiências públicas, por meio da consulta pública na internet. A versão final do Plano, após análise e incorporação das contribuições, será apresentada na Audiência Pública Nacional prevista para novembro, em Brasília.

Além do Ministério do Meio Ambiente, coordenador do Comitê, fazem parte da instância os ministérios das Cidades, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Saúde, da Fazenda, do Planejamento, Orçamento e Gestão, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Ciência e Tecnologia, além da Casa Civil e da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

Fonte: MMA


7 de janeiro de 2011 | nenhum comentário »

Informações sobre florestas são reunidas em livro de bolso

As principais informações do setor florestal do país estão reunidas no livro de bolso Florestas do Brasil em Resumo 2010, que o Serviço Florestal Brasileiro lançou no último mês de dezembro

A publicação, de 152 páginas, aborda, entre outros assuntos, características dos seis biomas, avanços na gestão das florestas, aspectos socioeconômicos da área florestal e ensino e pesquisa relacionados ao tema. 

Neste minilivro, que atualiza informações presentes na primeira edição da obra, foram incluídas informações sobre crédito florestal, manejo florestal na Amazônia e na Caatinga, unidades de conservação estaduais e comparativo mundial do estoque de biomassa florestal viva. 

“Esta é uma obra em movimento. As informações sobre floresta são dinâmicas e, portanto, as atualizações serão constantes”, afirma a diretora de Pesquisa e Informação Florestal do Serviço Florestal, Cláudia Azevedo-Ramos. 

As seções foram organizadas de forma curta e objetiva para que o leitor manuseie a publicação com facilidade e encontre rapidamente os dados que procura. 

 

Veja algumas das informações presentes em cada capítulo:

 

As florestas brasileiras 

A publicação mostra que existem 509 milhões de hectares de florestas naturais e 6,8 milhões de hectares de florestas plantadas. O número de florestas plantadas aumentou cerca de 200 mil hectares entre 2008 e 2009 e a produtividade de metros cúbicos por hectare de pinus e eucalipto – que ocupam mais de 90% da área plantada – também, devido a fatores como o uso de novas tecnologias, por exemplo, o melhoramento genético de sementes.

 

Os biomas brasileiros e suas florestas 

Esta seção apresenta tabelas de dados e mapas sobre a cobertura florestal dos seis biomas, o volume de madeira, o estoque de carbono armazenado na biomassa e informações adicionais a respeito de cada um deles. A Amazônia, por exemplo, tem cerca de 45 mil espécies de plantas e vertebrados, uma das biodiversidades mais ricas do mundo, mas enfrenta o desafio de conciliar conservação dos recursos com uso pela população.

 

Gestão florestal 

Os principais planos de governo para estimular o desenvolvimento sustentável estão nesse item, que fala, por exemplo, da criação do Distrito Florestal Sustentável (DFS) da BR-163, das concessões florestais na Amazônia e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal. Esta seção apresenta ainda 13 linhas e programas de crédito florestal, suas finalidades e o agente financeiro que as operam.

 

Monitoramento das florestas 

A série histórica do desmatamento na Amazônia entre 1988 e 2010 está nesta seção, onde é possível visualizar a queda no corte da floresta a partir de 2004. O capítulo também fala do Sistema Nacional de Parcelas Permanentes para o monitoramento da dinâmica das florestas naturais e plantadas e do Inventário Florestal Nacional.

 

Áreas protegidas e biodiversidade 

Existem hoje 309 unidades de conservação federais, sendo 172 de uso sustentável e 137 de uso integral. A divisão por categoria e a área de cada uma estão nesse item, que também traz a área de unidades de conservação por bioma e a lista de espécies madeireiras ameaçadas de extinção.

 

Aspectos socioeconômicos do setor florestal 

O número de empregos formais no setor florestal decresceu entre 2007 e 2009, e contava com cerca de 616 mil trabalhadores no ano passado. Nos setores de produção de celulose e papel e de produção moveleira, porém, houve aumento no número de empregos nos últimos anos. Tabelas apresentam dados de exportação e importação de produtos florestais e dados recentes sobre os pólos madeireiros da Amazônia Legal.

 

Ensino e pesquisa florestal 

Em 2009, o país formou mais de 300 mestres e doutores em engenharia florestal e ciências florestais, um aumento de quase 20% em relação ao ano anterior. Este capítulo mostra um mapa da distribuição dos cursos de graduação, pós-graduação e cursos técnicos no país. Os principais centros de pesquisa no tema, exceto as universidades, contam com cerca de 200 profissionais entre graduados, mestres e doutores.

 

Comparações internacionais 

O topo de três importantes dados florestais é ocupado por países distintos. A Rússia tem a maior área florestal, cerca de 810 milhões de hectares; a China, a maior área de florestas plantadas, 77 milhões de hectares, e o Brasil, o maior estoque de carbono na biomassa florestal o Brasil, cerca de 62 bilhões de toneladas.

 

A versão em PDF está disponível em:

http://www.mma.gov.br/estruturas/sfb/_arquivos/livro_de_bolso___sfb_mma_2010_web_95.pdf

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(Assessoria de Comunicação do MMA, 5/1)