26 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Reino Unido estuda abate em massa de texugos

Legisladores britânicos estudam a aprovação de uma lei que permitiria, em dois anos, a eliminação de grandes quantidades de texugos, espécie popular e protegida no Reino Unido.

O objetivo é combater a tuberculose bovina, doença transmitida pelos texugos e que obrigou o sacrifício de milhares de animais nos últimos anos no país.

As indenizações pagas a fazendeiros atingidos custaram milhões de libras ao contribuinte britânico.

No entanto, mesmo que a lei seja aprovada, é provável que ela seja combatida nos tribunais, iniciando uma longa disputa legal.

Acesse  o vídeo: http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&t=video&r=1&p=/portuguese/meta/dps/2011/07/emp/110719_abate_texugos_rc.emp.xml

Texugos são exterminados por serem transmissores de tuberculose bovina; governo estuda morte em massa

Texugos são exterminados por serem transmissores de tuberculose bovina; governo estuda morte em massa. Foto BBC

Fonte: BBC, Brasil


13 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Fim dos lixões em 2014: meta factível

Artigo de Tadayuki Yoshimura publicado no Correio Braziliense sexta-feira(10).

Após discussões que se prolongaram por mais de 20 anos, foi aprovada em agosto e regulamentada em dezembro do ano passado a Lei nº 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A nova norma legal estabelece os princípios de responsabilidade compartilhada sobre a destinação dos produtos no fim de sua vida útil.

 

O objetivo da legislação é garantir uma eficiente gestão integrada dos resíduos sólidos, estabelecendo a responsabilidade compartilhada e fazendo com que toda a cadeia responsável pela produção de um bem ou produto de consumo se responsabilize pela destinação final do material, seja com o objetivo de reciclá-lo, reutilizá-lo ou rejeitá-lo, este último somente caso não haja mais como aproveitá-lo para uma finalidade produtiva. Assim, produtores, fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e os agentes de serviços e gestão da limpeza pública têm responsabilidade sobre o adequado encaminhamento dos produtos que tiveram seu período de utilização encerrado.

 

Foi e está sendo discutido o estabelecimento de metas para que o Brasil tenha uma política de destinação de resíduos sólidos ambientalmente responsável. Elas incluem prazos para reduzir o percentual de resíduos reutilizáveis e recicláveis enviados para os aterros sanitários, com o objetivo de diminuir o volume de material para ampliar a vida útil desses ambientes adequados de acomodação de resíduos e estimular o reaproveitamento de substâncias; para a adoção de sistemas de logística reversa, destinada a garantir o manejo e o destino de materiais de descarte delicado, como pilhas, lâmpadas e pneus; para a viabilização de sistemas eficazes de coleta seletiva; e para a adequação dos ambientes em que são depositados os rejeitos sólidos, isto é, os materiais que não têm mais como serem reutilizados ou reciclados.

 

Sobre o último item, decidiu-se como meta que, até agosto de 2014, todos os lixões (depósitos de lixo a céu aberto que não dispõem de sistemas de proteção ambiental) sejam erradicados do País e substituídos por aterros sanitários, instalações ambientalmente adequadas para o manejo e depósito de rejeitos.

 

Para contribuir na busca de soluções, a Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP) já apresentou aos ministérios do Meio Ambiente e das Cidades um plano técnico de erradicação dos lixões no País. O prazo é de quatro anos. Está prevista a implantação de 256 aterros sanitários regionais e 192 de pequeno porte, com investimento total de R$ 2 bilhões de recursos federais para a aquisição de terrenos, projetos, licenciamentos e instalação de células para acondicionamento de resíduos e rejeitos por cinco anos. Todos os investimentos necessários para a operação, manutenção e ampliação dos aterros por um período de 20 anos partiriam da iniciativa privada. O plano prevê a formação de consórcios de municípios e o regime de contratação por PPPs (parcerias público-privadas) para a gestão dos aterros.

 

A entidade trabalha atualmente na formulação de uma proposta de abordagem jurídica para viabilizar o projeto sugerido. Essa proposta deve ser encaminhada como sugestão ao governo nos próximos dias, para dar base ao plano inicial. O certo é que, havendo vontade política e recursos federais no montante mencionado, o plano é plenamente viável e permitirá que o Brasil entre em nova fase na gestão responsável de resíduos e rejeitos.

 

A erradicação dos lixões é um tema que julgamos de extrema relevância para elevar o nível do Brasil no cenário internacional em relação à destinação final de resíduos de forma ambientalmente correta. Portanto, é com convicção que afirmamos que a questão da gestão e destinação adequadas dos resíduos sólidos gerados no Brasil será bem equacionada com a participação conjunta e solidária dos vários representantes da sociedade. Com educação, conscientização crescente e investimentos adequados e viáveis para a formação das infraestruturas necessárias, em poucos anos poderemos afirmar decididamente que o País terá condições de ser classificado como desenvolvido no trato dos resíduos sólidos.

 

Tadayuki Yoshimura Engenheiro e presidente da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP).

Fonte: Jornal da Ciência.


23 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Kassab sanciona lei que proíbe venda e distribuição de sacolas

Entrou em vigor nesta quinta-feira (19) a lei 15.374, que proíbe a distribuição gratuita ou a venda de sacolas plásticas a consumidores em todos os estabelecimentos comerciais no município de São Paulo.

O texto sancionado pelo prefeito Gilberto Kassab havia sido aprovado na terça-feira (17) pela Câmara Municipal de São Paulo.

Substitutivo ao projeto de lei 496/2007, obteve 31 votos a favor, cinco contra e 12 abstenções.

As penalidades para quem descumprir a lei são as previstas na lei federal 9605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. O valor da multa varia de R$ 50 a R$ 50 milhões.

O vereador Aurélio Miguel (PR) contestou a tramitação do projeto e disse na terça-feira que vai recorrer à Justiça. Ele argumentou que o texto substitutivo não passou pela análise das comissões de Justiça, Política Urbana, Finanças e Transportes.

O presidente da Câmara, José Police Neto, mostrou outros três projetos que foram aprovados por meio do método utilizado nesta terça-feira, segundo o qual textos substitutivos lidos em plenário estão automaticamente aprovados para votação caso as comissões não se manifestem em 48 horas. Neste caso, segundo o vereador Cláudio Fonseca, o texto foi lido no dia 11

Os shoppings e supermercados terão até o dia 31 de dezembro deste ano para se adaptarem à lei. Durante este período, os supermercados terão de exibir cartazes, de 40 cm x 40 cm, com os dizeres “Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis.” A fiscalização caberá à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.

A lei náo se aplica às embalagens originais das mercadorias, às embalagens de produtos vendidos a granel e às embalagens de produtos alimentícios que vertam água. Também diz que os fabricantes ficam proibidos de inserir em sacolas plásticas a rotulagem degradáveis, assim como as terminologias oxidegradáveis, oxibiodegradáveis, fotodegradáveis e biodegradáveis. Também ficam proibidas mensagens que indiquem vantagens de tais produtos.

Na dia 9, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou um protocolo de intenções entre o governo e a Associação Paulista de Supermercados (Apas) para a realização de estudos e adoção de ações de substituição das sacolas à base de petróleo utilizadas nos supermercados do estado. A entidade apresentou um cronograma prevendo o fim da oferta das sacolinhas nos supermercados até 25 janeiro de 2012.

O texto substitutivo do projeto, que passou pelo crivo do colégio de líderes dos partidos, baseou-se em ao menos outros sete projetos de lei sobre o assunto que já tramitavam na Casa desde 2007. O projeto de lei 38/2009, do vereador Claudio Fonseca (PPS), por exemplo, já havia sido aprovado em primeira votação no dia 18 de novembro de 2009 e previa até multa para o supermercado que descumprisse a lei. O infrator será punido com base na lei federal 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

Votaram contra o projeto os vereadores Atila Russomanno (PP), Carlos Neder (PT), Francisco Chagas (PT) Zelão (PT) e Wadih Mutran (PP). Abstiveram-se os vereadores Antônio Carlos Rodrigues (PR) Agnaldo Timóteo, Alfredinho, Aurélio Miguel (PR), Chico Macena (PT), Antonio Donato (PT), Ítalo Cardoso (PT), José Américo (PT), Juliana Cardoso (PT), Milton Leite (DEM), Quito Formiga (PR) e Senival Moura (PT).

Fonte: G1, se São Paulo


1 de março de 2011 | nenhum comentário »

Bacia hidrográfica poderá determinar gestão de recursos hídricos

PL 29/11, que promove alterações na Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97, também conhecida como Lei das Águas), propõe descentralizar a gestão de acordo com a bacia hidrográfica.

O projeto do deputado Weliton Prado (PT-MG) é idêntico ao PL 3522/08, do ex-deputado José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG), arquivado ao final da última legislatura. No Brasil, a duração da legislatura é de quatro anos.

 

O autor pretende tornar a gestão menos dependente das decisões e da atuação dos órgãos públicos e com maior participação da sociedade – usuários da água e/ou pessoas e instituições com interesse no setor.

 

Pelo projeto serão necessários planos estaduais de recursos hídricos para o acesso das unidades da Federação a recursos e avais da União destinados ao setor.

 

Prado explica que tal condição foi a solução encontrada para corrigir um problema: apesar de haver consenso geral sobre a necessidade desses planos estaduais, eles não são legalmente obrigatórios, tendo em vista que lei federal não pode impor tal obrigação a outros entes federados.

 

Aplicação dos recursos

De acordo com a proposta, a arrecadação pela cobrança do uso dos recursos hídricos será feita pelas agências de águas, atendendo a decisões e orientações dos correspondentes comitês de bacias hidrográficas.

 

Os valores arrecadados passam a ser aplicados exclusivamente na mesma bacia hidrográfica em que foram gerados, e não mais apenas prioritariamente, como estabelece a lei atual.

 

Segundo Prado, esta mudança visa reforçar a gestão participativa e também o sentido pedagógico da cobrança, ressaltando, para o usuário, “o valor da água utilizada e a necessidade de enfrentar o problema da sua escassez”.

 

Tramitação – O projeto terá análise conclusivaRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário das comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara


17 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Grupo de 25 leões salvos de circos na Bolívia embarcam para santuário nos EUA

Um santuário para animais no Colorado, EUA, vai acolher o grupo de 25 leões que eram explorados por circos na Bolívia e que foram salvos pela organização não-governamental Animal Defenders International (ADI).

A ONG trabalhou em parceria com o governo boliviano que é o primeiro país no mundo a proibir por lei o uso de animais selvagens em performances ou atuações públicas nos circos.

A data marcada para a decolagem é nesta quarta-feira (16), os leões serão levados para um recinto de 80 acres (320 mil metros) construído no Colorado (EUA). Este será o maior resgate e viagem aérea com leões jamais vista.

Os animais resgatados eram maltratados, especialmente as leoas que tinham crias que lhes eram retiradas para posarem para fotografias com os visitantes.

A idade dos leões varia entre os três meses, o mais novo, e os 15 anos, o mais velho.

hall pass online

Quando estes leões foram resgatados estavam subnutridos, estressados e traumatizados, por todas as experiências vividas. A condição de saúde dos leões continua a melhorar, pois a reabilitação ainda não terminou.

A presidenta da ADI, Jan Creamer disse: “Nós resgatamos esses animais das condições mais deploráveis dos circos na Bolívia, assim que conseguirmos colocá-los em segurança em nosso complexo começamos um sério trabalho de reabilitação”.

A veterinária da ONG Mel Richardson declarou: “Nós estamos acompanhando esses leões desde o dia do seu dramático resgate e eu estou impressionada pela incrível recuperação desses animais, isso só demonstra a força e o desejo de viver.

E completa, “nossa prioridade foi assegurar o bem estar desses animais e depois prepará-los para a viagem, recuperando a saúde deles para o voo que os levará a liberdade. O objetivo foi alcançado e a Operação Arco dos Leões está pronta para partir”.

O espaço onde os leões estão sendo cuidados, foi gentilmente providenciado pelo prefeito de Santa Cruz, possuindo água, luz, perímetros, segurança 24 horas, veterinário e um time experiente em cuidados animais. Os animais têm recebido boa comida, vitaminas, suplementos minerais e água fresca.

Esta estação improvisada tem servido de clinica veterinária para o time de resgate da ADI, possibilitando agir diretamente nos resgates, e ao mesmo tempo providenciar o santuário para os leões, que estavam doentes e famintos, e se recuperam com tratamento veterinário 24 horas.

Resgate – O resgate dramático desses animais começou com conjunto de atuação da ADI que trabalhou com as autoridades bolivianas para exigir que a Lei boliviana 4040, que proíbe animais em circo, fosse cumprida, após a descoberta sobre abuso e negligência dos circos com animais no país.

A ONG resgatou 25 leões, seis macacos, um coati mundi, um veado e um cavalo. Os leões foram removidos rapidamente para o complexo e os outros animais foram levados para santuários na Bolívia e outros soltos na natureza. A operação removeu todos os animais de circo, acabando com a indústria de animais de circo – é a primeira vez que isto acontece no mundo.

Creamer disse: “A operação arco dos leões representou uma grande vitória para as atividades das campanhas dos últimos anos, e uma nova realidade para os animais de circo.

ADI lançou um especial “Apelo salve os leões” para arrecadar fundos para o resgate e cuidados com esses animais.

Fonte: Ambiente Brasil


1 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Derrubado veto que proíbe animais em circos

Por unanimidade, os deputados derrubaram nesta terça-feira (30), o veto aposto pelo governador Orlando Pessuti (PMDB) ao Projeto de Lei n.º 737/07 que proíbe a manutenção e o uso de animais selvagens e domésticos, sejam eles nativos ou exóticos, em espetáculos de circo. Ao todo, 41 parlamentares votaram a favor da proposição, que é de autoria do deputado Luiz Nishimori (PSDB) e que tramitou durante três anos na Casa até ser aprovada.

Com a derrubada do veto, o projeto fica mantido e será novamente enviado ao governador para promulgação. Se isso não acontecer dentro de 48 horas, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nelson Justus (DEM), deverá promulgar a lei no mesmo prazo.

“Considero este projeto bastante polêmico, tanto que precisou de três anos para ser aprovado na Assembleia. Tivemos todo o cuidado em sua formulação, usando como base as constituições estadual e federal, e mesmo assim ele recebeu muitas emendas. Mas esse veto é uma surpresa”, disse Nishimori.

Para o deputado, a assessoria do governador cometeu um engano ao considerar o projeto contrário ao interesse público. “Esse projeto tem apenas o objetivo de preservar o meio ambiente, os animais”, explicou. Nishimori comentou ainda não entender o porquê da resistência do Governo do Paraná e que leis semelhantes já existem em nove estados brasileiros, entre eles o Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro e Goiás.

A deputada Rosane Ferreira (PV), uma das articuladoras para que o projeto fosse aprovado na Assembléia, comemorou a derrubada do veto. “Não se concebe mais, em pleno século 21, termos esse tipo de relacionamento com a nossa fauna. Não se pode aceitar mais a escravização de animais”, comentou. Para ela, as formas como os animais de circo são alimentados, enjaulados e adestrados não podem ser aceitas. Rosane acredita que os avanços tecnológicos podem ser grandes aliados dos circos para levar cultura e arte à população.

Contrários ao veto aposto pelo governador, vários representantes de organizações não-governamentais (ONGs) acompanharam a sessão plenária. Entre elas a presidente da ONG SOS Bicho, Tosca Zamboni.

“Este projeto estadual vem consolidar um trabalho que as ONGs já realizam em vários municípios paranaenses para acabar com as humilhações e maus tratos sofridos por animais em circos”, disse. Ela destacou que essas organizações não são contra os circos, mas sim favoráveis a apresentações saudáveis que tenham apenas pessoas em seus espetáculos. “O mundo moderno não aceita mais tratar os bichos com subjugação”, comentou.

Ela disse ainda que as ONGs trabalham também com foco na educação da sociedade, para que haja uma relação de respeito, solidariedade e carinho com os animais, respeitando a sua condição de espécie.

O Projeto de Lei n.º 737/07 foi vetado pelo governador por ter sido considerado contrário ao interesse público. Isso porque a proposição determina sanções que, segundo o Governo do Estado, são de alçada federal e municipal, não cabendo a interferência de uma lei estadual.

Durante a tramitação na Assembléia, o projeto recebeu emendas que excluíram a proibição de uso dos animais em feiras agropecuárias e rodeios, desde que permaneçam em companhia de seus donos.

A desobediência à lei implicará na interdição imediata do espetáculo, cancelamento da licença de funcionamento da empresa promotora do espetáculo e pagamento de multa.

 

katt williams: it’s pimpin’ pimpin’

Fonte: Redação Bonde com ALEP


9 de agosto de 2010 | nenhum comentário »

Lula sanciona lei que cria Política Nacional dos Resíduos Sólidos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (2) a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, que tem o objetivo de incentivar a reciclagem de lixo e o correto manejo de produtos usados com alto potencial de contaminação. Entre as novidades na nova lei está a criação da “logística reversa”, que obriga os fabricantes, distribuidores e vendedores a recolher embalagens usadas. A medida vale para materiais agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos.

A legislação também determina que as pessoas façam a separação doméstico nas cidades onde há coleta seletiva. Catadores e a indústria de reciclagem receberão incentivos da União. Além disso, os municípios só receberão recursos do governo federal para projetos de limpeza pública e manejo de resíduos depois de aprovarem planos de gestão. A lei ainda precisa passar por regulamentação. Será necessário, por exemplo, estabelecer um prazo de adaptação para as empresas e disciplinar o tipo de tratamento que deve ser dado a cada tipo de material.

De acordo com Lula, a regulamentação deve sair em 90 dias. “Nós temos que ter cuidado para não demorar pare regulamentar. Não podemos passar de 90 dias”, afirmou ele durante cerimônia de sanção da lei.

O objetivo das novas regras é estabelecer a responsabilidade compartilhada entre a sociedade, empresas, governos estaduais, a união e prefeituras no manejo correto do lixo. “A adoção de uma lei nacional para disciplinar o manejo de resíduos é uma revolução em termos ambientais. O maior mérito, contudo, é a inclusão social de trabalhadores que durante anos foram esquecidos e maltratados pelo poder público”, disse o presidente.

A lei proíbe ainda a criação de lixões onde os resíduos são lançados a céu aberto. Todas as prefeituras terão que construir aterros sanitários ambientalmente sustentáveis, onde só poderão ser depositados resíduos sem qualquer possibilidade de reaproveitamento. Será vetado também catar lixo, morar ou criar animais nesses aterros. A legislação proíbe ainda a importação de qualquer tipo de lixo.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a produção diária de lixo nas cidades brasileiras chega a 150 mil toneladas. Deste total, 59% vão para lixões e apenas 13% são reaproveitados. O ministério informou ainda que Orçamento de 2011 prevê R$ 1 bilhão para financiamentos e incentivos do governo a reciclagem. Além disso, a Caixa Econômica Federal terá R$ 500 milhões disponíveis em crédito para cooperativas de catadores e projetos que tratam de manejo de resíduos.

Fonte: Nathalia Passarinho/ G1

download hd megamind: the button of doom

5 de julho de 2010 | nenhum comentário »

Deputado Aldo Rebelo recua em projeto de lei de florestas

A versão final do relatório será votada na próxima semana, na comissão da Câmara que debate as alterações na lei. Pelo texto do relator, as propriedades rurais com até quatro módulos fiscais estarão desobrigadas da necessidade de manter reserva legal. Essas áreas representam as florestas protegidas.

Os ambientalistas enxergaram na medida uma carta branca para o desmatamento. Na Amazônia, por exemplo, um módulo fiscal pode passar de 100 hectares.

Sob pressão, Rebelo recuou e afirmou na terça-feira (29) que mudará o texto para impedir novos desmates. “Os pequenos produtores não estarão autorizados a se desfazer da vegetação nativa, só não serão obrigados a recompor a reserva legal”, defendeu.

A proposta de alteração foi vista com ressalvas por Rafael Cruz, do Greenpeace. “É bom que o relator tenha recuado, esclarecido o que não está claro, mas precisamos ler o novo texto para saber de fato o que mudará.”

watching machete online

A versão final deverá ser apresentada pelo deputado nos dias 5 ou 6 de julho, segunda e terça-feira.

Rebelo afirmou que não irá alterar outros pontos polêmicos, como a transferência de poder aos Estados para que legislem sobre temas ambientais, a anistia de multa para os produtores que desmataram até julho de 2008 e a flexibilização nas regras das APPs (áreas de preservação permanente).

Sobre esse último ponto, o deputado negou que seu relatório aumente as áreas de risco em caso de enchentes e desastres naturais, como os que ocorreram em Alagoas e Pernambuco nas últimas semanas. A crítica foi feita pelo Ministério Público Federal, em nota técnica encaminhada ontem ao Congresso.

“As pessoas foram vítimas porque são pobres, não porque moram em APPs”, disse Rebelo. Tais áreas garantem a estabilidade das encostas.

the twilight saga: eclipse film download blogspot

Mesmo que seja aprovado na comissão especial, que conta com maioria de deputados ruralistas, o texto não deverá ser analisado pela Câmara antes das eleições.

Fonte: Nancy Dutra/ Folha.com

buy scott pilgrim vs. the world movie


29 de junho de 2010 | nenhum comentário »

Ministra teme que novo Código Florestal provoque disputa entre estados para atrair investimento

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, alertou nesta terça-feira (22) que existe o risco de se criar uma competição entre estados na tentativa de atrair investimentos caso não haja clareza no novo Código Florestal sobre o papel que cabe às unidades da Federação no cumprimento da nova lei.

full the expendables film high quality

“Temos que discutir com serenidade, discutir os requisitos da descentralização, dos recursos técnicos e verificar se cinco anos é pouco ou muito”, disse ela, referindo-se à proposta de reforma do Código Florestal, em discussão no Congresso Nacional, que prevê, entre outros pontos, uma moratória de cinco anos para autorização de novas áreas de desmatamento e trégua para multas como forma de propiciar a adaptação às novas regras..

watch full full metal jacket movie in hd

Para a ministra, é necessário levar em consideração as “especificidades regionais”, argumentando que, enquanto existem estados com boa infraestrutura e ferramentas para melhor gerir as questões ambientais, existem outros mais frágeis que carecem de investimentos nesse sentido. Ela observou que não se pode comparar a situação de quem vem desmatando na Amazônia há pouco tempo com aqueles agricultores que estão na terra há 50 anos.

“Não podemos achar que vamos continuar praticando uma agricultura com desmatamentos. O que devemos fazer é investir em tecnologia para recuperar as áreas degradadas”, defendeu ela. Teixeira, no entanto, informou que ainda está fazendo uma avaliação da proposta de mudança e que tem dialogado não só com o relator da matéria, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), como também com os membros da comissão de Meio Ambiente e da bancada ruralista da Câmara dos Deputados.

A ministra participou da solenidade de lançamento do inventário Registro Público de Emissões de Gases de Efeito Estufa, em São Paulo.

watch life as we know it movies
the legend of secret pass video
Tags:, ,

Próxima página »



Novidades por Email



Categorias

Tópicos recentes

Meta

 

setembro 2020
S T Q Q S S D
« mar    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930  

26 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Reino Unido estuda abate em massa de texugos

Legisladores britânicos estudam a aprovação de uma lei que permitiria, em dois anos, a eliminação de grandes quantidades de texugos, espécie popular e protegida no Reino Unido.

O objetivo é combater a tuberculose bovina, doença transmitida pelos texugos e que obrigou o sacrifício de milhares de animais nos últimos anos no país.

As indenizações pagas a fazendeiros atingidos custaram milhões de libras ao contribuinte britânico.

No entanto, mesmo que a lei seja aprovada, é provável que ela seja combatida nos tribunais, iniciando uma longa disputa legal.

Acesse  o vídeo: http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&t=video&r=1&p=/portuguese/meta/dps/2011/07/emp/110719_abate_texugos_rc.emp.xml

Texugos são exterminados por serem transmissores de tuberculose bovina; governo estuda morte em massa

Texugos são exterminados por serem transmissores de tuberculose bovina; governo estuda morte em massa. Foto BBC

Fonte: BBC, Brasil


13 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Fim dos lixões em 2014: meta factível

Artigo de Tadayuki Yoshimura publicado no Correio Braziliense sexta-feira(10).

Após discussões que se prolongaram por mais de 20 anos, foi aprovada em agosto e regulamentada em dezembro do ano passado a Lei nº 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A nova norma legal estabelece os princípios de responsabilidade compartilhada sobre a destinação dos produtos no fim de sua vida útil.

 

O objetivo da legislação é garantir uma eficiente gestão integrada dos resíduos sólidos, estabelecendo a responsabilidade compartilhada e fazendo com que toda a cadeia responsável pela produção de um bem ou produto de consumo se responsabilize pela destinação final do material, seja com o objetivo de reciclá-lo, reutilizá-lo ou rejeitá-lo, este último somente caso não haja mais como aproveitá-lo para uma finalidade produtiva. Assim, produtores, fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e os agentes de serviços e gestão da limpeza pública têm responsabilidade sobre o adequado encaminhamento dos produtos que tiveram seu período de utilização encerrado.

 

Foi e está sendo discutido o estabelecimento de metas para que o Brasil tenha uma política de destinação de resíduos sólidos ambientalmente responsável. Elas incluem prazos para reduzir o percentual de resíduos reutilizáveis e recicláveis enviados para os aterros sanitários, com o objetivo de diminuir o volume de material para ampliar a vida útil desses ambientes adequados de acomodação de resíduos e estimular o reaproveitamento de substâncias; para a adoção de sistemas de logística reversa, destinada a garantir o manejo e o destino de materiais de descarte delicado, como pilhas, lâmpadas e pneus; para a viabilização de sistemas eficazes de coleta seletiva; e para a adequação dos ambientes em que são depositados os rejeitos sólidos, isto é, os materiais que não têm mais como serem reutilizados ou reciclados.

 

Sobre o último item, decidiu-se como meta que, até agosto de 2014, todos os lixões (depósitos de lixo a céu aberto que não dispõem de sistemas de proteção ambiental) sejam erradicados do País e substituídos por aterros sanitários, instalações ambientalmente adequadas para o manejo e depósito de rejeitos.

 

Para contribuir na busca de soluções, a Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP) já apresentou aos ministérios do Meio Ambiente e das Cidades um plano técnico de erradicação dos lixões no País. O prazo é de quatro anos. Está prevista a implantação de 256 aterros sanitários regionais e 192 de pequeno porte, com investimento total de R$ 2 bilhões de recursos federais para a aquisição de terrenos, projetos, licenciamentos e instalação de células para acondicionamento de resíduos e rejeitos por cinco anos. Todos os investimentos necessários para a operação, manutenção e ampliação dos aterros por um período de 20 anos partiriam da iniciativa privada. O plano prevê a formação de consórcios de municípios e o regime de contratação por PPPs (parcerias público-privadas) para a gestão dos aterros.

 

A entidade trabalha atualmente na formulação de uma proposta de abordagem jurídica para viabilizar o projeto sugerido. Essa proposta deve ser encaminhada como sugestão ao governo nos próximos dias, para dar base ao plano inicial. O certo é que, havendo vontade política e recursos federais no montante mencionado, o plano é plenamente viável e permitirá que o Brasil entre em nova fase na gestão responsável de resíduos e rejeitos.

 

A erradicação dos lixões é um tema que julgamos de extrema relevância para elevar o nível do Brasil no cenário internacional em relação à destinação final de resíduos de forma ambientalmente correta. Portanto, é com convicção que afirmamos que a questão da gestão e destinação adequadas dos resíduos sólidos gerados no Brasil será bem equacionada com a participação conjunta e solidária dos vários representantes da sociedade. Com educação, conscientização crescente e investimentos adequados e viáveis para a formação das infraestruturas necessárias, em poucos anos poderemos afirmar decididamente que o País terá condições de ser classificado como desenvolvido no trato dos resíduos sólidos.

 

Tadayuki Yoshimura Engenheiro e presidente da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP).

Fonte: Jornal da Ciência.


23 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Kassab sanciona lei que proíbe venda e distribuição de sacolas

Entrou em vigor nesta quinta-feira (19) a lei 15.374, que proíbe a distribuição gratuita ou a venda de sacolas plásticas a consumidores em todos os estabelecimentos comerciais no município de São Paulo.

O texto sancionado pelo prefeito Gilberto Kassab havia sido aprovado na terça-feira (17) pela Câmara Municipal de São Paulo.

Substitutivo ao projeto de lei 496/2007, obteve 31 votos a favor, cinco contra e 12 abstenções.

As penalidades para quem descumprir a lei são as previstas na lei federal 9605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. O valor da multa varia de R$ 50 a R$ 50 milhões.

O vereador Aurélio Miguel (PR) contestou a tramitação do projeto e disse na terça-feira que vai recorrer à Justiça. Ele argumentou que o texto substitutivo não passou pela análise das comissões de Justiça, Política Urbana, Finanças e Transportes.

O presidente da Câmara, José Police Neto, mostrou outros três projetos que foram aprovados por meio do método utilizado nesta terça-feira, segundo o qual textos substitutivos lidos em plenário estão automaticamente aprovados para votação caso as comissões não se manifestem em 48 horas. Neste caso, segundo o vereador Cláudio Fonseca, o texto foi lido no dia 11

Os shoppings e supermercados terão até o dia 31 de dezembro deste ano para se adaptarem à lei. Durante este período, os supermercados terão de exibir cartazes, de 40 cm x 40 cm, com os dizeres “Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis.” A fiscalização caberá à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.

A lei náo se aplica às embalagens originais das mercadorias, às embalagens de produtos vendidos a granel e às embalagens de produtos alimentícios que vertam água. Também diz que os fabricantes ficam proibidos de inserir em sacolas plásticas a rotulagem degradáveis, assim como as terminologias oxidegradáveis, oxibiodegradáveis, fotodegradáveis e biodegradáveis. Também ficam proibidas mensagens que indiquem vantagens de tais produtos.

Na dia 9, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou um protocolo de intenções entre o governo e a Associação Paulista de Supermercados (Apas) para a realização de estudos e adoção de ações de substituição das sacolas à base de petróleo utilizadas nos supermercados do estado. A entidade apresentou um cronograma prevendo o fim da oferta das sacolinhas nos supermercados até 25 janeiro de 2012.

O texto substitutivo do projeto, que passou pelo crivo do colégio de líderes dos partidos, baseou-se em ao menos outros sete projetos de lei sobre o assunto que já tramitavam na Casa desde 2007. O projeto de lei 38/2009, do vereador Claudio Fonseca (PPS), por exemplo, já havia sido aprovado em primeira votação no dia 18 de novembro de 2009 e previa até multa para o supermercado que descumprisse a lei. O infrator será punido com base na lei federal 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

Votaram contra o projeto os vereadores Atila Russomanno (PP), Carlos Neder (PT), Francisco Chagas (PT) Zelão (PT) e Wadih Mutran (PP). Abstiveram-se os vereadores Antônio Carlos Rodrigues (PR) Agnaldo Timóteo, Alfredinho, Aurélio Miguel (PR), Chico Macena (PT), Antonio Donato (PT), Ítalo Cardoso (PT), José Américo (PT), Juliana Cardoso (PT), Milton Leite (DEM), Quito Formiga (PR) e Senival Moura (PT).

Fonte: G1, se São Paulo


1 de março de 2011 | nenhum comentário »

Bacia hidrográfica poderá determinar gestão de recursos hídricos

PL 29/11, que promove alterações na Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97, também conhecida como Lei das Águas), propõe descentralizar a gestão de acordo com a bacia hidrográfica.

O projeto do deputado Weliton Prado (PT-MG) é idêntico ao PL 3522/08, do ex-deputado José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG), arquivado ao final da última legislatura. No Brasil, a duração da legislatura é de quatro anos.

 

O autor pretende tornar a gestão menos dependente das decisões e da atuação dos órgãos públicos e com maior participação da sociedade – usuários da água e/ou pessoas e instituições com interesse no setor.

 

Pelo projeto serão necessários planos estaduais de recursos hídricos para o acesso das unidades da Federação a recursos e avais da União destinados ao setor.

 

Prado explica que tal condição foi a solução encontrada para corrigir um problema: apesar de haver consenso geral sobre a necessidade desses planos estaduais, eles não são legalmente obrigatórios, tendo em vista que lei federal não pode impor tal obrigação a outros entes federados.

 

Aplicação dos recursos

De acordo com a proposta, a arrecadação pela cobrança do uso dos recursos hídricos será feita pelas agências de águas, atendendo a decisões e orientações dos correspondentes comitês de bacias hidrográficas.

 

Os valores arrecadados passam a ser aplicados exclusivamente na mesma bacia hidrográfica em que foram gerados, e não mais apenas prioritariamente, como estabelece a lei atual.

 

Segundo Prado, esta mudança visa reforçar a gestão participativa e também o sentido pedagógico da cobrança, ressaltando, para o usuário, “o valor da água utilizada e a necessidade de enfrentar o problema da sua escassez”.

 

Tramitação – O projeto terá análise conclusivaRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário das comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara


17 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Grupo de 25 leões salvos de circos na Bolívia embarcam para santuário nos EUA

Um santuário para animais no Colorado, EUA, vai acolher o grupo de 25 leões que eram explorados por circos na Bolívia e que foram salvos pela organização não-governamental Animal Defenders International (ADI).

A ONG trabalhou em parceria com o governo boliviano que é o primeiro país no mundo a proibir por lei o uso de animais selvagens em performances ou atuações públicas nos circos.

A data marcada para a decolagem é nesta quarta-feira (16), os leões serão levados para um recinto de 80 acres (320 mil metros) construído no Colorado (EUA). Este será o maior resgate e viagem aérea com leões jamais vista.

Os animais resgatados eram maltratados, especialmente as leoas que tinham crias que lhes eram retiradas para posarem para fotografias com os visitantes.

A idade dos leões varia entre os três meses, o mais novo, e os 15 anos, o mais velho.

hall pass online

Quando estes leões foram resgatados estavam subnutridos, estressados e traumatizados, por todas as experiências vividas. A condição de saúde dos leões continua a melhorar, pois a reabilitação ainda não terminou.

A presidenta da ADI, Jan Creamer disse: “Nós resgatamos esses animais das condições mais deploráveis dos circos na Bolívia, assim que conseguirmos colocá-los em segurança em nosso complexo começamos um sério trabalho de reabilitação”.

A veterinária da ONG Mel Richardson declarou: “Nós estamos acompanhando esses leões desde o dia do seu dramático resgate e eu estou impressionada pela incrível recuperação desses animais, isso só demonstra a força e o desejo de viver.

E completa, “nossa prioridade foi assegurar o bem estar desses animais e depois prepará-los para a viagem, recuperando a saúde deles para o voo que os levará a liberdade. O objetivo foi alcançado e a Operação Arco dos Leões está pronta para partir”.

O espaço onde os leões estão sendo cuidados, foi gentilmente providenciado pelo prefeito de Santa Cruz, possuindo água, luz, perímetros, segurança 24 horas, veterinário e um time experiente em cuidados animais. Os animais têm recebido boa comida, vitaminas, suplementos minerais e água fresca.

Esta estação improvisada tem servido de clinica veterinária para o time de resgate da ADI, possibilitando agir diretamente nos resgates, e ao mesmo tempo providenciar o santuário para os leões, que estavam doentes e famintos, e se recuperam com tratamento veterinário 24 horas.

Resgate – O resgate dramático desses animais começou com conjunto de atuação da ADI que trabalhou com as autoridades bolivianas para exigir que a Lei boliviana 4040, que proíbe animais em circo, fosse cumprida, após a descoberta sobre abuso e negligência dos circos com animais no país.

A ONG resgatou 25 leões, seis macacos, um coati mundi, um veado e um cavalo. Os leões foram removidos rapidamente para o complexo e os outros animais foram levados para santuários na Bolívia e outros soltos na natureza. A operação removeu todos os animais de circo, acabando com a indústria de animais de circo – é a primeira vez que isto acontece no mundo.

Creamer disse: “A operação arco dos leões representou uma grande vitória para as atividades das campanhas dos últimos anos, e uma nova realidade para os animais de circo.

ADI lançou um especial “Apelo salve os leões” para arrecadar fundos para o resgate e cuidados com esses animais.

Fonte: Ambiente Brasil


1 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Derrubado veto que proíbe animais em circos

Por unanimidade, os deputados derrubaram nesta terça-feira (30), o veto aposto pelo governador Orlando Pessuti (PMDB) ao Projeto de Lei n.º 737/07 que proíbe a manutenção e o uso de animais selvagens e domésticos, sejam eles nativos ou exóticos, em espetáculos de circo. Ao todo, 41 parlamentares votaram a favor da proposição, que é de autoria do deputado Luiz Nishimori (PSDB) e que tramitou durante três anos na Casa até ser aprovada.

Com a derrubada do veto, o projeto fica mantido e será novamente enviado ao governador para promulgação. Se isso não acontecer dentro de 48 horas, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nelson Justus (DEM), deverá promulgar a lei no mesmo prazo.

“Considero este projeto bastante polêmico, tanto que precisou de três anos para ser aprovado na Assembleia. Tivemos todo o cuidado em sua formulação, usando como base as constituições estadual e federal, e mesmo assim ele recebeu muitas emendas. Mas esse veto é uma surpresa”, disse Nishimori.

Para o deputado, a assessoria do governador cometeu um engano ao considerar o projeto contrário ao interesse público. “Esse projeto tem apenas o objetivo de preservar o meio ambiente, os animais”, explicou. Nishimori comentou ainda não entender o porquê da resistência do Governo do Paraná e que leis semelhantes já existem em nove estados brasileiros, entre eles o Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro e Goiás.

A deputada Rosane Ferreira (PV), uma das articuladoras para que o projeto fosse aprovado na Assembléia, comemorou a derrubada do veto. “Não se concebe mais, em pleno século 21, termos esse tipo de relacionamento com a nossa fauna. Não se pode aceitar mais a escravização de animais”, comentou. Para ela, as formas como os animais de circo são alimentados, enjaulados e adestrados não podem ser aceitas. Rosane acredita que os avanços tecnológicos podem ser grandes aliados dos circos para levar cultura e arte à população.

Contrários ao veto aposto pelo governador, vários representantes de organizações não-governamentais (ONGs) acompanharam a sessão plenária. Entre elas a presidente da ONG SOS Bicho, Tosca Zamboni.

“Este projeto estadual vem consolidar um trabalho que as ONGs já realizam em vários municípios paranaenses para acabar com as humilhações e maus tratos sofridos por animais em circos”, disse. Ela destacou que essas organizações não são contra os circos, mas sim favoráveis a apresentações saudáveis que tenham apenas pessoas em seus espetáculos. “O mundo moderno não aceita mais tratar os bichos com subjugação”, comentou.

Ela disse ainda que as ONGs trabalham também com foco na educação da sociedade, para que haja uma relação de respeito, solidariedade e carinho com os animais, respeitando a sua condição de espécie.

O Projeto de Lei n.º 737/07 foi vetado pelo governador por ter sido considerado contrário ao interesse público. Isso porque a proposição determina sanções que, segundo o Governo do Estado, são de alçada federal e municipal, não cabendo a interferência de uma lei estadual.

Durante a tramitação na Assembléia, o projeto recebeu emendas que excluíram a proibição de uso dos animais em feiras agropecuárias e rodeios, desde que permaneçam em companhia de seus donos.

A desobediência à lei implicará na interdição imediata do espetáculo, cancelamento da licença de funcionamento da empresa promotora do espetáculo e pagamento de multa.

 

katt williams: it’s pimpin’ pimpin’

Fonte: Redação Bonde com ALEP


9 de agosto de 2010 | nenhum comentário »

Lula sanciona lei que cria Política Nacional dos Resíduos Sólidos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (2) a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, que tem o objetivo de incentivar a reciclagem de lixo e o correto manejo de produtos usados com alto potencial de contaminação. Entre as novidades na nova lei está a criação da “logística reversa”, que obriga os fabricantes, distribuidores e vendedores a recolher embalagens usadas. A medida vale para materiais agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos.

A legislação também determina que as pessoas façam a separação doméstico nas cidades onde há coleta seletiva. Catadores e a indústria de reciclagem receberão incentivos da União. Além disso, os municípios só receberão recursos do governo federal para projetos de limpeza pública e manejo de resíduos depois de aprovarem planos de gestão. A lei ainda precisa passar por regulamentação. Será necessário, por exemplo, estabelecer um prazo de adaptação para as empresas e disciplinar o tipo de tratamento que deve ser dado a cada tipo de material.

De acordo com Lula, a regulamentação deve sair em 90 dias. “Nós temos que ter cuidado para não demorar pare regulamentar. Não podemos passar de 90 dias”, afirmou ele durante cerimônia de sanção da lei.

O objetivo das novas regras é estabelecer a responsabilidade compartilhada entre a sociedade, empresas, governos estaduais, a união e prefeituras no manejo correto do lixo. “A adoção de uma lei nacional para disciplinar o manejo de resíduos é uma revolução em termos ambientais. O maior mérito, contudo, é a inclusão social de trabalhadores que durante anos foram esquecidos e maltratados pelo poder público”, disse o presidente.

A lei proíbe ainda a criação de lixões onde os resíduos são lançados a céu aberto. Todas as prefeituras terão que construir aterros sanitários ambientalmente sustentáveis, onde só poderão ser depositados resíduos sem qualquer possibilidade de reaproveitamento. Será vetado também catar lixo, morar ou criar animais nesses aterros. A legislação proíbe ainda a importação de qualquer tipo de lixo.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a produção diária de lixo nas cidades brasileiras chega a 150 mil toneladas. Deste total, 59% vão para lixões e apenas 13% são reaproveitados. O ministério informou ainda que Orçamento de 2011 prevê R$ 1 bilhão para financiamentos e incentivos do governo a reciclagem. Além disso, a Caixa Econômica Federal terá R$ 500 milhões disponíveis em crédito para cooperativas de catadores e projetos que tratam de manejo de resíduos.

Fonte: Nathalia Passarinho/ G1

download hd megamind: the button of doom

5 de julho de 2010 | nenhum comentário »

Deputado Aldo Rebelo recua em projeto de lei de florestas

A versão final do relatório será votada na próxima semana, na comissão da Câmara que debate as alterações na lei. Pelo texto do relator, as propriedades rurais com até quatro módulos fiscais estarão desobrigadas da necessidade de manter reserva legal. Essas áreas representam as florestas protegidas.

Os ambientalistas enxergaram na medida uma carta branca para o desmatamento. Na Amazônia, por exemplo, um módulo fiscal pode passar de 100 hectares.

Sob pressão, Rebelo recuou e afirmou na terça-feira (29) que mudará o texto para impedir novos desmates. “Os pequenos produtores não estarão autorizados a se desfazer da vegetação nativa, só não serão obrigados a recompor a reserva legal”, defendeu.

A proposta de alteração foi vista com ressalvas por Rafael Cruz, do Greenpeace. “É bom que o relator tenha recuado, esclarecido o que não está claro, mas precisamos ler o novo texto para saber de fato o que mudará.”

watching machete online

A versão final deverá ser apresentada pelo deputado nos dias 5 ou 6 de julho, segunda e terça-feira.

Rebelo afirmou que não irá alterar outros pontos polêmicos, como a transferência de poder aos Estados para que legislem sobre temas ambientais, a anistia de multa para os produtores que desmataram até julho de 2008 e a flexibilização nas regras das APPs (áreas de preservação permanente).

Sobre esse último ponto, o deputado negou que seu relatório aumente as áreas de risco em caso de enchentes e desastres naturais, como os que ocorreram em Alagoas e Pernambuco nas últimas semanas. A crítica foi feita pelo Ministério Público Federal, em nota técnica encaminhada ontem ao Congresso.

“As pessoas foram vítimas porque são pobres, não porque moram em APPs”, disse Rebelo. Tais áreas garantem a estabilidade das encostas.

the twilight saga: eclipse film download blogspot

Mesmo que seja aprovado na comissão especial, que conta com maioria de deputados ruralistas, o texto não deverá ser analisado pela Câmara antes das eleições.

Fonte: Nancy Dutra/ Folha.com

buy scott pilgrim vs. the world movie


29 de junho de 2010 | nenhum comentário »

Ministra teme que novo Código Florestal provoque disputa entre estados para atrair investimento

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, alertou nesta terça-feira (22) que existe o risco de se criar uma competição entre estados na tentativa de atrair investimentos caso não haja clareza no novo Código Florestal sobre o papel que cabe às unidades da Federação no cumprimento da nova lei.

full the expendables film high quality

“Temos que discutir com serenidade, discutir os requisitos da descentralização, dos recursos técnicos e verificar se cinco anos é pouco ou muito”, disse ela, referindo-se à proposta de reforma do Código Florestal, em discussão no Congresso Nacional, que prevê, entre outros pontos, uma moratória de cinco anos para autorização de novas áreas de desmatamento e trégua para multas como forma de propiciar a adaptação às novas regras..

watch full full metal jacket movie in hd

Para a ministra, é necessário levar em consideração as “especificidades regionais”, argumentando que, enquanto existem estados com boa infraestrutura e ferramentas para melhor gerir as questões ambientais, existem outros mais frágeis que carecem de investimentos nesse sentido. Ela observou que não se pode comparar a situação de quem vem desmatando na Amazônia há pouco tempo com aqueles agricultores que estão na terra há 50 anos.

“Não podemos achar que vamos continuar praticando uma agricultura com desmatamentos. O que devemos fazer é investir em tecnologia para recuperar as áreas degradadas”, defendeu ela. Teixeira, no entanto, informou que ainda está fazendo uma avaliação da proposta de mudança e que tem dialogado não só com o relator da matéria, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), como também com os membros da comissão de Meio Ambiente e da bancada ruralista da Câmara dos Deputados.

A ministra participou da solenidade de lançamento do inventário Registro Público de Emissões de Gases de Efeito Estufa, em São Paulo.

watch life as we know it movies
the legend of secret pass video
Tags:, ,

Próxima página »