11 de julho de 2012 | nenhum comentário »

IAP assume autorização para manejo da fauna

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) assumiu as autorizações ambientais para manejo de fauna em processos de licenciamento ambiental. Mudança na legislação vai tornar mais rápida a emissão dos documentos, que antes também deviam ser autorizados pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.

Com a mudança, empreendimentos que causam impacto sobre a fauna silvestre e necessitam de Estudos do Impacto Ambiental e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/Rima) precisam se dirigir apenas ao IAP. O estudo deve prever formas de monitoramento, salvamento, resgate e destinação da fauna, além de ações em possíveis acidentes ambientais.

A portaria 097/2012, divulgada em 29 de maio, atende a Lei Complementar Federal 140/2011, que altera as atribuições dos órgãos ambientais nas instâncias Federal, Estadual e Municipal. Documentação necessária para o estudo da fauna ou outras informações podem ser lidas no site http://www.iap.pr.gov.br/arquivos/File/Portaria_097_2012.pdf

 

Fonte: IAP

 


20 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Rafael Haddad ministra mini-curso de Manejo e Reprodução de Répteis em Cativeiro

Sábado, dia 16 de junho o presidente do IPEVS Rafael Haddad esteve em Bandeirantes ministrando mini-curso sobre Manejo e Reprodução de Répteis em Cativeiro.

O curso encerrou a programação do evento realizado pelo IPEVS, GEAS – Grupo de Estudo de Animais Selvagens e Centro Acadêmico 3 de setembro. O curso de Herpetologia e Biologia de Aranhas ocorreram nos dias 15 e 16 de junho na UENP – Universidade Estadual do Norte do Paraná, Campus Bandeirantes.

Graduandos do Curso de Ciências Biológicas e Medicina Veterinária participaram do curso, além dos estudantes do Campus de Bandeirantes, também estiveram presentes alunos da UENP – Campus Cornélio Procópio, UENP – Campus Jacarezinho e da UEL – Universidade Estadual de Londrina.

Rafael parabenizou a iniciativa dos estudantes em organizarem o evento que permite complementar o aprendizado e despertar o interesse principalmente em áreas que não fazem parte do cotidiano de muitas instituições de ensino.

Mini-curso de Manejo e Reprodução de Répteis em Cativeiro na UENP - Bandeirantes. Foto: IPEVS

 

Rafael Haddad Médico Veterinário e presidente do IPEVS, em parte prática do mini-curso. Foto: IPEVS

 

Participante do Curso promovido pelo IPEVS, GEAS e CA 3 de Setembro. Foto: IPEVS

 

Fonte: Ascom IPEVS


4 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Embate entre conservacionistas define futuro de cavalos selvagens

Com a chegada do verão, as praias da ilha Corolla, na Carolina do Sul, Estados Unidos, ficarão repletas de carros e banhistas, mas na baixa estação o terreno é deixado para os cavalos selvagens. Pequenos, com uma coloração que varia entre o castanho e o preto, eles passeiam por entre as casas de veraneio em manadas de cinco ou seis.

Milhares desses cavalos já perambularam por todos os Outer Banks da Carolina do Norte, e eles são os prováveis descendentes das montarias que pertenceram aos exploradores espanhóis, cinco séculos atrás. Mas, agora, seu número diminuiu para umas poucas centenas de animais, das quais os mais conhecidos vivem na reserva federal de Shackleford Banks.

Contudo, a maior manada, que recentemente chegou a quase 140 garanhões, ocupa mais de 3.000 hectares de um terreno estreito que se estende do fim da Rodovia 12, em Corolla, até a divisa com a Virgínia, 11 quilômetros ao norte. Sem predadores naturais e presos pelas cercas que se lançam sobre o Atlântico agitado, o endocruzamento da manada é tão intenso que seus defensores temem que um colapso genético ocorra em questão de algumas gerações.

Seus apoiadores estão realizando uma campanha para salvar a manada de Corolla, e eles têm aliados poderosos no Congresso. Em fevereiro, a Câmara aprovou uma lei que mantêm a manada em cerca de 120 indivíduos e que permite a importação de novas éguas de Shackleford para introduzir genes frescos.

Conservacionistas da vida selvagem afirmam que a questão não é tão simples. As praias, pântanos, pradarias e florestas próximas de Corolla são uma parada para bandos de aves migratórias ameaçadas de extinção, e são o lugar onde as tartarugas marinhas põem seus ovos. Grande parte da área ocupada pelos cavalos pertence ao Refúgio Nacional de Vida Selvagem Currituck, e os defensores do habitat nativo temem que o atual tamanho das manadas sobrecarregue o ecossistema.

O futuro dos cavalos levanta questões mais amplas, como a de se um animal pode ser preservado em detrimento de outro – e quem deve decidir isso.

“Estamos falando sobre valores”, afirmou Michael Hutchins, diretor executivo da Wildlife Society, que representa biólogos e gestores da vida selvagem que se opõem à medida aprovada pela Câmara. “Eu gosto de cavalos; acredito que eles sejam animais fascinantes. Mas eu também valorizo profundamente o pouco que restou de nossas espécies nativas e de seus habitats.”

Ambos os lados invocam a ciência para defender sua causa. Mas os dados são esparsos e um estudo amplo sobre o impacto dos cavalos não deve ficar pronto antes do ano que vem.

Na arena dos sentimentos públicos e políticos, os cavalos ganham com facilidade. A ligação entre cavalos e seres humanos existe há séculos; esse é o animal que puxou os arados, que carregou os exércitos e os colonos em nome da civilização.

“Deus colocou essa coisa tão linda aqui – como podemos não querer protegê-la?”, afirmou Betty Lane, de 70 anos, que vive na região há mais de 40 anos, enquanto dirigia seu furgão como parte da patrulha civil que protege os cavalos. (Ela parou depois de confundir o repórter com um turista que tentava se aproximar demais dos cavalos, contrariando a lei da cidade.) Ela usava um colar com o nome Spec, em homenagem a um garanhão que foi atropelado por um motorista na praia.

A dedicação aos cavalos selvagens é algo tão arraigado nesta e em outras regiões, que muitos de seus apoiadores chegam a se irritar quando dizem que os animais “não são nativos”, citando fósseis que comprovam que cavalos viveram na América do Norte há mais de 11.000 anos, antes de serem extintos juntamente com outras criaturas do Pleistoceno, como os mastodontes.

Os cavalos selvagens de Corolla não surgiram aqui. Eles são animais domesticados que perderam sua domesticidade. Ainda que alguns céticos questionem se os cavalos são realmente espanhóis, uma pesquisa realizada pelo Grupo de Conservação das Raças Pecuárias dos Estados Unidos, além de outros grupos, observou as costas curtas dos cavalos, suas caudas baixas e outras características que os diferenciam dos demais animais norte-americanos. Uma análise de DNA, publicada em fevereiro na revista Animal Genetics, também aponta para uma origem comum entre esses cavalos, sugerindo que eles possam ser uma relíquia viva de uma variedade ibérica que não existe em nenhuma outra parte.

O estudo também confirma os medos de que o endocruzamento entre os cavalos esteja se tornando perigosamente grande. “Há manadas selvagens com pouca diversidade, mas não muitas”, afirmou Gus Cothran, especialista em genética equina na Universidade Texas A&M e principal autor do relatório. Ele afirma que uma manada de 60 animais seria capaz de sobreviver, desde que novas éguas fossem introduzidas no grupo a cada geração (cerca de oito anos). A lei federal estipula manadas de 110 a 130 animais, segundo Cothran, o número mínimo poderia diminuir a velocidade da erosão genética, caso os animais fossem mantidos isolados.

“Não estamos pedindo centenas de cavalos”, afirmou Karen McCalpin, diretora da Fundação Corolla de Cavalos Selvagens, que protege e cuida dos cavalos, realizando projetos de conscientização pública a seu respeito. O cerne do desentendimento com os conservacionistas da vida selvagem está no número de cavalos que o habitat é capaz de suportar. “Caso eles fossem prejudiciais ao meio ambiente”, afirmou, “isso já não seria evidente a essa altura?”.

Se não fosse pelas pessoas, essa questão seria mais fácil de responder. Outras manadas de cavalos dos Outer Banks vivem em áreas praticamente livres da presença humana. Mas os cavalos de Corolla vivem quase exclusivamente das terras e das paisagens humanas. Promotores de turismo gostam de mostrar cavalos brincando na areia e na arrebentação, com suas crinas balançando majestosamente ao vento. Contudo, é igualmente provável que esses animais sejam avistados pastando próximos às calçadas.

Além da genética, os turistas representam um perigo para as manadas: seja por colisões com motoristas distraídos, ou porque visitantes em busca de boas fotos burlam as regras do local, que criminalizam o ato de alimentar ou de se aproximar a menos de 15 metros de um cavalo, No último verão, um potro de duas semanas morreu por consequência de uma obstrução intestinal após comer cascas de melancia dadas a ele por visitantes.

Conforme Corolla se torna mais desenvolvida, os cavalos podem se afastar cada vez mais para terrenos dos santuários da vida selvagem. Preocupado com uma espécie de pássaro chamada açanã-preta, Mike Hoff, o diretor do refúgio, cercou uma faixa de 55 hectares de terreno pantanoso, no verão passado, depois de notar que o capim estava esgotado há diversas estações. “Isso não significa que queríamos excluir os cavalos porque não gostamos deles”, afirmou.

Um dos poucos estudos que examinam o impacto direto dos cavalos foi publicado em 2004 na revista The Journal of Range Management. Pesquisadores da Universidade da Carolina do Leste escreveram que, em geral, as plantas de Corolla se recuperaram no início do verão seguinte, após servirem de pasto por uma estação. Mas os dados foram colhidos em 1997, quando a população de cavalos estava estimada em 43 animais espalhados por 4.600 hectares. Atualmente, a área é quase 1.600 hectares menor, e a manada mais que triplicou de tamanho.

Os atuais estudos a respeito dos animais selvagens, financiados pelo Serviço de Peixes e Vida Selvagem e pela Universidade Estadual da Carolina do Norte, têm o objetivo de medir os efeitos causados por suínos e veados, além dos cavalos. Destacar o impacto dos cavalos “é uma questão difícil”, segundo o líder da pesquisa, Chris DePerno, mas ele acrescentou que “acreditamos que compusemos um estudo excepcional”.

Nesse caso, a política e a ciência podem estar funcionando em ritmos diferentes. O senado pode aprovar a lei antes que o estudo de DePerno esteja completo. McCalpin lamentou o fato de que os cavalos já estejam apresentando sinais de falência genética, com potros que nascem esporadicamente com um tamanho incrivelmente pequeno, ou com joelhos traseiros que travam, ao invés de dobrar.

“O tempo está se esgotando”, afirmou, acrescentando: “Eles estiveram aqui nos últimos cinco séculos. Eu fico triste em pensar que não estarão aqui nos próximos”.

Fonte: Portal iG


10 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Áreas degradadas serão recuperadas

O governo federal pretende implantar dois Centros de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas (CRADs) em cada bioma brasileiro até 2015. Como parte desta meta, o Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Ministério da Integração Nacional inaugurou, nesta quarta-feira (09/05), o Centro de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas (CRAD) unidade Mata Seca. A sede da unidade, localizada no município mineiro de Janaúba (MG), é gerenciada em conjunto pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes – campus Janaúba), pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM).

“Esse é o sétimo CRAD criado no país com objetivo de promover o desenvolvimento de conhecimento e tecnologias adequadas à recuperação de áreas degradadas”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. A formação de recursos humanos (treinamento para a coleta de sementes, produção de mudas, plantio, tratos silviculturais) e promoção de cursos de capacitação para profissionais extencionistas e agricultores são prioridades nas atividades dos CRADs.

O diretor do Departamento de Florestas MMA, Fernando Tatagiba, destaca que a atuação dos Centros, criados dentro de universidades, também busca o desenvolvimento de métodos adequados de recuperação de áreas degradadas de acordo com cada bioma e região brasileira. Para isso, a formação de professores, técnicos e extensionistas para atuar nessa área e a capacitação também de produtores rurais faz parte das atividades desenvolvidas pelos CRADs e seguem as orientações do Plano Nacional de Recuperação de Áreas Degradadas.

Demandas e gargalos – Após o início das atividades do CRAD Mata Seca, representantes dos ministérios do Meio Ambiente e Integração Nacional discutiram as perspectivas para os CRADs frente às novas demandas impostas pelas políticas públicas ambientais e dos gargalos, desafios e casos de sucesso das unidades já em funcionamento em outras regiões. “Assim, teremos subsídios para o desenho de padrões de criação desses centros”, diz Tatagiba.
O encontro, coordenado pelo Departamento de Florestas do MMA é realizado com recursos da Iniciativa Cerrado Sustenável, projeto com recursos do Global Environment Facility (GEF), que tem por objetivo geral promover o aumento da conservação da biodiversidade e melhorar o manejo dos recursos ambientais e naturais do bioma Cerrado, por meio do apoio a políticas e práticas apropriadas, fortalecendo as instituições públicas e da sociedade civil envolvidas com a conservação ambiental.

Atualmente, além do CRAD-Mata Seca, existem outros seis centros: o CRAD-UnB, gerido pela Universidade de Brasília (UnB); o CRAD-Alto São Francisco, coordenado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA); o CRAD da Caatinga, gerido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf); o CRAD-Baixo São Francisco, administrado pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e pela Universidade Federal de Sergipe (UFS); o CRAD-Serra Talhada, coordenado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), e o CRAD-Oeste Baiano, gerido pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Fonte: MMA


14 de março de 2012 | nenhum comentário »

MMA destaca importância de política florestal sustentável

A priorização do plantio de florestas de forma sustentável e integrada ao manejo adequado do solo e às necessidades locais foram defendidas pelo secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Roberto Vizentin. Ele participou da abertura do Seminário Terra Sustentável – Ideias para recuperar e preservar terras degradadas, na manhã desta terça-feira (13), em Cuiabá.

Para o representante do MMA, a política florestal deve ter um olhar mais amplo, buscando integrar sistemas agroflorestais que conciliem agricultura e floresta, com ampla diversificação de culturas na mesma terra. Algumas alternativas apresentadas por ele são o plantio direto na palha, a rotação de culturas e a alternância de outras variedades agroflorestais com o eucalipto, além da intensificação do plantio de espécies nativas com exóticas.

“Entre solo exposto e sem proteção, pastagens degradadas e regeneração de vegetação nativa sobre pastagens, o Estado de Mato Grosso tem algo em torno de 3 milhões de hectares de áreas degradadas”, destacou Vizentin. Segundo ele, esse número equivale praticamente à área utilizada hoje para o plantio de grãos no Estado. Portanto, com iniciativas de sustentabilidade ambiental e rural, a região pode aumentar razoável a sua área de produção sem a necessidade de novos desmatamentos.

Ao término do encontro, o secretário do MMA destacou a importância do fortalecimento das atividades ambientais de recuperação de áreas degradadas nos mais de 500 assentamentos que existem hoje no Mato Grosso. Vizentin destacou que tradicionalmente a região utiliza as práticas de reflorestamento por meio de eucalipto. Na sua avaliação, a prioridade, não só nesses assentamentos mas em todas as demais áreas do Estado, deve ser também a diversificação de sistemas agroflorestais com manejo sustentável da terra.

Fonte: Sophia Gebrim/ MMA


22 de junho de 2011 | nenhum comentário »

IPEVS ministra palestra no CICLOVET UEL 2011

Participantes atentos durante explanações

Participantes atentos durante explanações

Entre os dias 08/06 e 12/06/2011 aconteceu a XXVIII Semana Acadêmica e VI Mostra Acadêmica de Trabalhos Científico – CICLOVET 2011 – do curso de Medicina Veterinária da UEL.

Realizado pela equipe do VET Jr. UEL, o evento contou com a participação de renomados palestrantes de todo o Brasil e obteve uma enorme adesão por parte de alunos e profissionais da região.

O evento foi dividido em módulos: Animais de Companhia, Grandes Animais e Animais de Produção, Animais Silvestres e Medicina Veterinária Complementar, e permitiu a integração teoria/prática, através de módulos práticos iniciados na sexta-feira no período da tarde.

O IPEVS se fez presente em mais este evento, através do seu presidente, o Médico Veterinário e Biólogo, Rafael Haddad, que ministrou a palestra teórico/prática Manejo e Medicina de Répteis no dia 10/06 no período da tarde. A palestra contou com a presença de diversos acadêmicos e com a participação da Bióloga Lívea S. de Almeida, Diretora Administrativa do IPEVS, do M.V Igor de Andrade, da UEL e do Médico Veterinário, Msc. Carlos Roberto Abrahão, Analista Ambiental do RAN – ICMBio – Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios.

Participantes, palestrante e colaboradores

Participantes, palestrante e colaboradores

Durante a prática, os participantes puderam aprender técnicas de captura, contenção, marcação individual, sexagem e coleta de amostras biológicas. Após o evento, vários participantes procuraram o IPEVS para realização de estágio voluntário no período das férias.

Fonte: Assessoria de Comunicação do IPEVS

Carlos R. Abrahão coletando sangue de uma Cascavel
Carlos R. Abrahão coletando sangue de uma Cascavel
 
 
 

 


13 de setembro de 2008 | nenhum comentário »

IPEVS ministra mini-curso no II EBIC – UENP – FAFICP

Nos dias 11 e 12 de Setembro de 2008 os membros da equipe do IPEVS, Livea Samara de Almeida e Rafael Haddad, ministraram o mini-curso intitulado Manejo de Répteis em Cativeiro durante o II Encontro  de Biologia e Iniciação Científica promovido pela Universidade Estadual do Norte do Paraná – Campus FAFI – Cornélio Procópio – PR.

O encontro contou com a participação de diversos profissionais de instituições de ensino e pesquisa e de órgãos governamentais ligados as diferentes áreas da Biologia, além da presença de um grande número de acadêmicos do curso de Biologia.

O mini-curso foi dividido em duas partes, sendo a primeira teórica, ministrada pelo médico veterinário e biólogo Rafael Haddad, na qual foram abordados aspectos pertinentes ao correto manejo dos répteis em cativeiro, desde sua identificação, preparação do recinto, alimentação, reprodução e cuidados sanitários. A segunda parte, ministrada pela Bióloga Livea Samara de Almeida, foi totalmente prática, iniciando-se com uma visita dos participantes ao Centro de Educação Ambiental “Mundio Animal”, no qual puderam observar de perto diferentes tipos de recintos, com diferentes espécies de répteis, tendo o privilégio de acompanharem algumas serpentes sendo alimentadas. Na sequência os participantes puderam observar uma demonstração de diferentes métodos de captura, contenção e sexagem de serpentes, lagartos e quelônios.

Segundo os organizadores do II EBIC o mini-curso promovido pelo IPEVS foi o primeiro a esgotar as vagas disponíveis, totalizando mais de 30 participantes. A equipe de profissionais do IPEVS contou ainda com o auxílio dos estagiários (monitores) Raul, Amanda, Stefane e Renata.

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11 de julho de 2012 | nenhum comentário »

IAP assume autorização para manejo da fauna

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) assumiu as autorizações ambientais para manejo de fauna em processos de licenciamento ambiental. Mudança na legislação vai tornar mais rápida a emissão dos documentos, que antes também deviam ser autorizados pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.

Com a mudança, empreendimentos que causam impacto sobre a fauna silvestre e necessitam de Estudos do Impacto Ambiental e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/Rima) precisam se dirigir apenas ao IAP. O estudo deve prever formas de monitoramento, salvamento, resgate e destinação da fauna, além de ações em possíveis acidentes ambientais.

A portaria 097/2012, divulgada em 29 de maio, atende a Lei Complementar Federal 140/2011, que altera as atribuições dos órgãos ambientais nas instâncias Federal, Estadual e Municipal. Documentação necessária para o estudo da fauna ou outras informações podem ser lidas no site http://www.iap.pr.gov.br/arquivos/File/Portaria_097_2012.pdf

 

Fonte: IAP

 


20 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Rafael Haddad ministra mini-curso de Manejo e Reprodução de Répteis em Cativeiro

Sábado, dia 16 de junho o presidente do IPEVS Rafael Haddad esteve em Bandeirantes ministrando mini-curso sobre Manejo e Reprodução de Répteis em Cativeiro.

O curso encerrou a programação do evento realizado pelo IPEVS, GEAS – Grupo de Estudo de Animais Selvagens e Centro Acadêmico 3 de setembro. O curso de Herpetologia e Biologia de Aranhas ocorreram nos dias 15 e 16 de junho na UENP – Universidade Estadual do Norte do Paraná, Campus Bandeirantes.

Graduandos do Curso de Ciências Biológicas e Medicina Veterinária participaram do curso, além dos estudantes do Campus de Bandeirantes, também estiveram presentes alunos da UENP – Campus Cornélio Procópio, UENP – Campus Jacarezinho e da UEL – Universidade Estadual de Londrina.

Rafael parabenizou a iniciativa dos estudantes em organizarem o evento que permite complementar o aprendizado e despertar o interesse principalmente em áreas que não fazem parte do cotidiano de muitas instituições de ensino.

Mini-curso de Manejo e Reprodução de Répteis em Cativeiro na UENP - Bandeirantes. Foto: IPEVS

 

Rafael Haddad Médico Veterinário e presidente do IPEVS, em parte prática do mini-curso. Foto: IPEVS

 

Participante do Curso promovido pelo IPEVS, GEAS e CA 3 de Setembro. Foto: IPEVS

 

Fonte: Ascom IPEVS


4 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Embate entre conservacionistas define futuro de cavalos selvagens

Com a chegada do verão, as praias da ilha Corolla, na Carolina do Sul, Estados Unidos, ficarão repletas de carros e banhistas, mas na baixa estação o terreno é deixado para os cavalos selvagens. Pequenos, com uma coloração que varia entre o castanho e o preto, eles passeiam por entre as casas de veraneio em manadas de cinco ou seis.

Milhares desses cavalos já perambularam por todos os Outer Banks da Carolina do Norte, e eles são os prováveis descendentes das montarias que pertenceram aos exploradores espanhóis, cinco séculos atrás. Mas, agora, seu número diminuiu para umas poucas centenas de animais, das quais os mais conhecidos vivem na reserva federal de Shackleford Banks.

Contudo, a maior manada, que recentemente chegou a quase 140 garanhões, ocupa mais de 3.000 hectares de um terreno estreito que se estende do fim da Rodovia 12, em Corolla, até a divisa com a Virgínia, 11 quilômetros ao norte. Sem predadores naturais e presos pelas cercas que se lançam sobre o Atlântico agitado, o endocruzamento da manada é tão intenso que seus defensores temem que um colapso genético ocorra em questão de algumas gerações.

Seus apoiadores estão realizando uma campanha para salvar a manada de Corolla, e eles têm aliados poderosos no Congresso. Em fevereiro, a Câmara aprovou uma lei que mantêm a manada em cerca de 120 indivíduos e que permite a importação de novas éguas de Shackleford para introduzir genes frescos.

Conservacionistas da vida selvagem afirmam que a questão não é tão simples. As praias, pântanos, pradarias e florestas próximas de Corolla são uma parada para bandos de aves migratórias ameaçadas de extinção, e são o lugar onde as tartarugas marinhas põem seus ovos. Grande parte da área ocupada pelos cavalos pertence ao Refúgio Nacional de Vida Selvagem Currituck, e os defensores do habitat nativo temem que o atual tamanho das manadas sobrecarregue o ecossistema.

O futuro dos cavalos levanta questões mais amplas, como a de se um animal pode ser preservado em detrimento de outro – e quem deve decidir isso.

“Estamos falando sobre valores”, afirmou Michael Hutchins, diretor executivo da Wildlife Society, que representa biólogos e gestores da vida selvagem que se opõem à medida aprovada pela Câmara. “Eu gosto de cavalos; acredito que eles sejam animais fascinantes. Mas eu também valorizo profundamente o pouco que restou de nossas espécies nativas e de seus habitats.”

Ambos os lados invocam a ciência para defender sua causa. Mas os dados são esparsos e um estudo amplo sobre o impacto dos cavalos não deve ficar pronto antes do ano que vem.

Na arena dos sentimentos públicos e políticos, os cavalos ganham com facilidade. A ligação entre cavalos e seres humanos existe há séculos; esse é o animal que puxou os arados, que carregou os exércitos e os colonos em nome da civilização.

“Deus colocou essa coisa tão linda aqui – como podemos não querer protegê-la?”, afirmou Betty Lane, de 70 anos, que vive na região há mais de 40 anos, enquanto dirigia seu furgão como parte da patrulha civil que protege os cavalos. (Ela parou depois de confundir o repórter com um turista que tentava se aproximar demais dos cavalos, contrariando a lei da cidade.) Ela usava um colar com o nome Spec, em homenagem a um garanhão que foi atropelado por um motorista na praia.

A dedicação aos cavalos selvagens é algo tão arraigado nesta e em outras regiões, que muitos de seus apoiadores chegam a se irritar quando dizem que os animais “não são nativos”, citando fósseis que comprovam que cavalos viveram na América do Norte há mais de 11.000 anos, antes de serem extintos juntamente com outras criaturas do Pleistoceno, como os mastodontes.

Os cavalos selvagens de Corolla não surgiram aqui. Eles são animais domesticados que perderam sua domesticidade. Ainda que alguns céticos questionem se os cavalos são realmente espanhóis, uma pesquisa realizada pelo Grupo de Conservação das Raças Pecuárias dos Estados Unidos, além de outros grupos, observou as costas curtas dos cavalos, suas caudas baixas e outras características que os diferenciam dos demais animais norte-americanos. Uma análise de DNA, publicada em fevereiro na revista Animal Genetics, também aponta para uma origem comum entre esses cavalos, sugerindo que eles possam ser uma relíquia viva de uma variedade ibérica que não existe em nenhuma outra parte.

O estudo também confirma os medos de que o endocruzamento entre os cavalos esteja se tornando perigosamente grande. “Há manadas selvagens com pouca diversidade, mas não muitas”, afirmou Gus Cothran, especialista em genética equina na Universidade Texas A&M e principal autor do relatório. Ele afirma que uma manada de 60 animais seria capaz de sobreviver, desde que novas éguas fossem introduzidas no grupo a cada geração (cerca de oito anos). A lei federal estipula manadas de 110 a 130 animais, segundo Cothran, o número mínimo poderia diminuir a velocidade da erosão genética, caso os animais fossem mantidos isolados.

“Não estamos pedindo centenas de cavalos”, afirmou Karen McCalpin, diretora da Fundação Corolla de Cavalos Selvagens, que protege e cuida dos cavalos, realizando projetos de conscientização pública a seu respeito. O cerne do desentendimento com os conservacionistas da vida selvagem está no número de cavalos que o habitat é capaz de suportar. “Caso eles fossem prejudiciais ao meio ambiente”, afirmou, “isso já não seria evidente a essa altura?”.

Se não fosse pelas pessoas, essa questão seria mais fácil de responder. Outras manadas de cavalos dos Outer Banks vivem em áreas praticamente livres da presença humana. Mas os cavalos de Corolla vivem quase exclusivamente das terras e das paisagens humanas. Promotores de turismo gostam de mostrar cavalos brincando na areia e na arrebentação, com suas crinas balançando majestosamente ao vento. Contudo, é igualmente provável que esses animais sejam avistados pastando próximos às calçadas.

Além da genética, os turistas representam um perigo para as manadas: seja por colisões com motoristas distraídos, ou porque visitantes em busca de boas fotos burlam as regras do local, que criminalizam o ato de alimentar ou de se aproximar a menos de 15 metros de um cavalo, No último verão, um potro de duas semanas morreu por consequência de uma obstrução intestinal após comer cascas de melancia dadas a ele por visitantes.

Conforme Corolla se torna mais desenvolvida, os cavalos podem se afastar cada vez mais para terrenos dos santuários da vida selvagem. Preocupado com uma espécie de pássaro chamada açanã-preta, Mike Hoff, o diretor do refúgio, cercou uma faixa de 55 hectares de terreno pantanoso, no verão passado, depois de notar que o capim estava esgotado há diversas estações. “Isso não significa que queríamos excluir os cavalos porque não gostamos deles”, afirmou.

Um dos poucos estudos que examinam o impacto direto dos cavalos foi publicado em 2004 na revista The Journal of Range Management. Pesquisadores da Universidade da Carolina do Leste escreveram que, em geral, as plantas de Corolla se recuperaram no início do verão seguinte, após servirem de pasto por uma estação. Mas os dados foram colhidos em 1997, quando a população de cavalos estava estimada em 43 animais espalhados por 4.600 hectares. Atualmente, a área é quase 1.600 hectares menor, e a manada mais que triplicou de tamanho.

Os atuais estudos a respeito dos animais selvagens, financiados pelo Serviço de Peixes e Vida Selvagem e pela Universidade Estadual da Carolina do Norte, têm o objetivo de medir os efeitos causados por suínos e veados, além dos cavalos. Destacar o impacto dos cavalos “é uma questão difícil”, segundo o líder da pesquisa, Chris DePerno, mas ele acrescentou que “acreditamos que compusemos um estudo excepcional”.

Nesse caso, a política e a ciência podem estar funcionando em ritmos diferentes. O senado pode aprovar a lei antes que o estudo de DePerno esteja completo. McCalpin lamentou o fato de que os cavalos já estejam apresentando sinais de falência genética, com potros que nascem esporadicamente com um tamanho incrivelmente pequeno, ou com joelhos traseiros que travam, ao invés de dobrar.

“O tempo está se esgotando”, afirmou, acrescentando: “Eles estiveram aqui nos últimos cinco séculos. Eu fico triste em pensar que não estarão aqui nos próximos”.

Fonte: Portal iG


10 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Áreas degradadas serão recuperadas

O governo federal pretende implantar dois Centros de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas (CRADs) em cada bioma brasileiro até 2015. Como parte desta meta, o Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Ministério da Integração Nacional inaugurou, nesta quarta-feira (09/05), o Centro de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas (CRAD) unidade Mata Seca. A sede da unidade, localizada no município mineiro de Janaúba (MG), é gerenciada em conjunto pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes – campus Janaúba), pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM).

“Esse é o sétimo CRAD criado no país com objetivo de promover o desenvolvimento de conhecimento e tecnologias adequadas à recuperação de áreas degradadas”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. A formação de recursos humanos (treinamento para a coleta de sementes, produção de mudas, plantio, tratos silviculturais) e promoção de cursos de capacitação para profissionais extencionistas e agricultores são prioridades nas atividades dos CRADs.

O diretor do Departamento de Florestas MMA, Fernando Tatagiba, destaca que a atuação dos Centros, criados dentro de universidades, também busca o desenvolvimento de métodos adequados de recuperação de áreas degradadas de acordo com cada bioma e região brasileira. Para isso, a formação de professores, técnicos e extensionistas para atuar nessa área e a capacitação também de produtores rurais faz parte das atividades desenvolvidas pelos CRADs e seguem as orientações do Plano Nacional de Recuperação de Áreas Degradadas.

Demandas e gargalos – Após o início das atividades do CRAD Mata Seca, representantes dos ministérios do Meio Ambiente e Integração Nacional discutiram as perspectivas para os CRADs frente às novas demandas impostas pelas políticas públicas ambientais e dos gargalos, desafios e casos de sucesso das unidades já em funcionamento em outras regiões. “Assim, teremos subsídios para o desenho de padrões de criação desses centros”, diz Tatagiba.
O encontro, coordenado pelo Departamento de Florestas do MMA é realizado com recursos da Iniciativa Cerrado Sustenável, projeto com recursos do Global Environment Facility (GEF), que tem por objetivo geral promover o aumento da conservação da biodiversidade e melhorar o manejo dos recursos ambientais e naturais do bioma Cerrado, por meio do apoio a políticas e práticas apropriadas, fortalecendo as instituições públicas e da sociedade civil envolvidas com a conservação ambiental.

Atualmente, além do CRAD-Mata Seca, existem outros seis centros: o CRAD-UnB, gerido pela Universidade de Brasília (UnB); o CRAD-Alto São Francisco, coordenado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA); o CRAD da Caatinga, gerido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf); o CRAD-Baixo São Francisco, administrado pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e pela Universidade Federal de Sergipe (UFS); o CRAD-Serra Talhada, coordenado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), e o CRAD-Oeste Baiano, gerido pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Fonte: MMA


14 de março de 2012 | nenhum comentário »

MMA destaca importância de política florestal sustentável

A priorização do plantio de florestas de forma sustentável e integrada ao manejo adequado do solo e às necessidades locais foram defendidas pelo secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Roberto Vizentin. Ele participou da abertura do Seminário Terra Sustentável – Ideias para recuperar e preservar terras degradadas, na manhã desta terça-feira (13), em Cuiabá.

Para o representante do MMA, a política florestal deve ter um olhar mais amplo, buscando integrar sistemas agroflorestais que conciliem agricultura e floresta, com ampla diversificação de culturas na mesma terra. Algumas alternativas apresentadas por ele são o plantio direto na palha, a rotação de culturas e a alternância de outras variedades agroflorestais com o eucalipto, além da intensificação do plantio de espécies nativas com exóticas.

“Entre solo exposto e sem proteção, pastagens degradadas e regeneração de vegetação nativa sobre pastagens, o Estado de Mato Grosso tem algo em torno de 3 milhões de hectares de áreas degradadas”, destacou Vizentin. Segundo ele, esse número equivale praticamente à área utilizada hoje para o plantio de grãos no Estado. Portanto, com iniciativas de sustentabilidade ambiental e rural, a região pode aumentar razoável a sua área de produção sem a necessidade de novos desmatamentos.

Ao término do encontro, o secretário do MMA destacou a importância do fortalecimento das atividades ambientais de recuperação de áreas degradadas nos mais de 500 assentamentos que existem hoje no Mato Grosso. Vizentin destacou que tradicionalmente a região utiliza as práticas de reflorestamento por meio de eucalipto. Na sua avaliação, a prioridade, não só nesses assentamentos mas em todas as demais áreas do Estado, deve ser também a diversificação de sistemas agroflorestais com manejo sustentável da terra.

Fonte: Sophia Gebrim/ MMA


22 de junho de 2011 | nenhum comentário »

IPEVS ministra palestra no CICLOVET UEL 2011

Participantes atentos durante explanações

Participantes atentos durante explanações

Entre os dias 08/06 e 12/06/2011 aconteceu a XXVIII Semana Acadêmica e VI Mostra Acadêmica de Trabalhos Científico – CICLOVET 2011 – do curso de Medicina Veterinária da UEL.

Realizado pela equipe do VET Jr. UEL, o evento contou com a participação de renomados palestrantes de todo o Brasil e obteve uma enorme adesão por parte de alunos e profissionais da região.

O evento foi dividido em módulos: Animais de Companhia, Grandes Animais e Animais de Produção, Animais Silvestres e Medicina Veterinária Complementar, e permitiu a integração teoria/prática, através de módulos práticos iniciados na sexta-feira no período da tarde.

O IPEVS se fez presente em mais este evento, através do seu presidente, o Médico Veterinário e Biólogo, Rafael Haddad, que ministrou a palestra teórico/prática Manejo e Medicina de Répteis no dia 10/06 no período da tarde. A palestra contou com a presença de diversos acadêmicos e com a participação da Bióloga Lívea S. de Almeida, Diretora Administrativa do IPEVS, do M.V Igor de Andrade, da UEL e do Médico Veterinário, Msc. Carlos Roberto Abrahão, Analista Ambiental do RAN – ICMBio – Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios.

Participantes, palestrante e colaboradores

Participantes, palestrante e colaboradores

Durante a prática, os participantes puderam aprender técnicas de captura, contenção, marcação individual, sexagem e coleta de amostras biológicas. Após o evento, vários participantes procuraram o IPEVS para realização de estágio voluntário no período das férias.

Fonte: Assessoria de Comunicação do IPEVS

Carlos R. Abrahão coletando sangue de uma Cascavel
Carlos R. Abrahão coletando sangue de uma Cascavel
 
 
 

 


13 de setembro de 2008 | nenhum comentário »

IPEVS ministra mini-curso no II EBIC – UENP – FAFICP

Nos dias 11 e 12 de Setembro de 2008 os membros da equipe do IPEVS, Livea Samara de Almeida e Rafael Haddad, ministraram o mini-curso intitulado Manejo de Répteis em Cativeiro durante o II Encontro  de Biologia e Iniciação Científica promovido pela Universidade Estadual do Norte do Paraná – Campus FAFI – Cornélio Procópio – PR.

O encontro contou com a participação de diversos profissionais de instituições de ensino e pesquisa e de órgãos governamentais ligados as diferentes áreas da Biologia, além da presença de um grande número de acadêmicos do curso de Biologia.

O mini-curso foi dividido em duas partes, sendo a primeira teórica, ministrada pelo médico veterinário e biólogo Rafael Haddad, na qual foram abordados aspectos pertinentes ao correto manejo dos répteis em cativeiro, desde sua identificação, preparação do recinto, alimentação, reprodução e cuidados sanitários. A segunda parte, ministrada pela Bióloga Livea Samara de Almeida, foi totalmente prática, iniciando-se com uma visita dos participantes ao Centro de Educação Ambiental “Mundio Animal”, no qual puderam observar de perto diferentes tipos de recintos, com diferentes espécies de répteis, tendo o privilégio de acompanharem algumas serpentes sendo alimentadas. Na sequência os participantes puderam observar uma demonstração de diferentes métodos de captura, contenção e sexagem de serpentes, lagartos e quelônios.

Segundo os organizadores do II EBIC o mini-curso promovido pelo IPEVS foi o primeiro a esgotar as vagas disponíveis, totalizando mais de 30 participantes. A equipe de profissionais do IPEVS contou ainda com o auxílio dos estagiários (monitores) Raul, Amanda, Stefane e Renata.

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