5 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Brasil terá Pacto pelas Águas

Ministra Izabella Teixeira anuncia programa de gestão das principais bacias, que prevê monitoramento por satélite.

Nesta terça-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, será instituído o Pacto pelas Águas, reunindo governo federal, estados e municípios na área de recursos hídricos em todo o País. Estão previstos investimentos de R$ 20 milhões ao ano no financiamento da gestão nas principais bacias brasileiras, com monitoramento e apoio dos órgãos federais.

 

A reunião ordinária do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), realizada no dia 30 de maio, marcou a abertura da Semana Nacional do Meio Ambiente. Na ocasião, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, assinou convênios com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Está prevista a criação de um sistema de informações sobre recursos hídricos, com base no mapeamento por satélite dos rios e bacias brasileiras.

 

Pelo acordo, a AEB lança, a partir de novembro, uma família de satélites CBERS, construídos pelo Brasil em parceria com a China e utilizados para o monitoramento territorial. Com esse equipamento, será possível fazer o mapeamento completo dos rios brasileiros. “Estamos entrando em uma nova conjuntura hídrica no País”, avalia Izabella Teixeira.

 

Nova cartografia - De acordo com o presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, trata-se do primeiro passo para a elaboração da nova cartografia dos recursos hídricos do Brasil. “É um salto de qualidade na produção de informação e conhecimento sobre as águas”, destacou.  Ele anunciou, também, publicação de portaria criando o Comitê de Contas Ambientais da Água, encarregado de avaliar o consumo da água nas atividades econômicas. O levantamento vai alimentar banco de dados das Nações Unidas sobre a disponibilidade dos recursos hídricos no mundo.

 

O presidente da AEB, José Raimundo Braga, informou que está previsto para novembro desse ano o lançamento do primeiro satélite da família CBERS, que substituirá o atual, que já está fora de operação. Ele elogiou a política brasileira para os recursos hídricos e afirmou que será um instrumento essencial para a criação de um sistema de informações sobre os recursos hídricos no Brasil. “O modelo integrado de gestão das águas é exemplo em todo o mundo”, assegurou.

 

A ministra Izabella Teixeira anunciou, ainda, um conjunto de medidas de fortalecimento da área ambiental, resultado de entendimento com o Ministério do Planejamento e Gestão, com impactos no MMA, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio).  Segundo informou, haverá reforço nos quadros de analistas ambientais do Ibama e incentivos à capacitação dos servidores da área ambiental.

Fonte: Ascom do MMA


14 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Dnit promete lançar em fevereiro licitação para fazer uma radiografia dos rios

Pouco saiu do papel até agora, mas o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) promete, mais uma vez, tirar as hidrovias do mundo das ideias.

No próximo mês, diz Adão Marcondes Proença, diretor de infraestrutura aquaviária do Dnit, serão lançadas licitações para contratar os “Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental” (Evtea). A expectativa da autarquia vinculada ao Ministério dos Transportes é de que os estudos sejam concluídos em até dois anos. “Os estudos vão fornecer uma radiografia em alta resolução do sistema hidroviário brasileiro”, diz.

O plano do Dnit é verificar in loco, com dados primários, as condições de navegabilidade dos rios brasileiros, o potencial de transporte de cargas na sua área de abrangência e as condições ambientais envolvidas. “De forma concomitante, serão elaborados os projetos de dragagem, sinalização e balizamento das hidrovias, com licitação imediata para a execução dos serviços”, comenta Proença.

Com os estudos na mão, o Dnit quer definir os “corredores de desenvolvimento nacional” nas margens das hidrovias, integrando os diferentes meios de transporte. Os benefícios que transformam os rios num caminho mais atrativo para o transporte de carga não são poucos. Um comboio de soja, normalmente composto por quatro balsas, tem capacidade de transportar 6 mil toneladas de grão. Seriam necessários 240 caminhões carregados de grãos para fazer o mesmo serviço. Nas rodovias, mil toneladas de carga por quilômetro consomem 96 litros de combustível, enquanto nas hidrovias esse volume cai para apenas cinco litros, ou seja, os gastos com combustível nos rios costumam ser 20 vezes menores que nas estradas.

A preservação ambiental também ganha com as estradas d”água. No modal rodoviário, são lançados no ar 4,6 mil quilos de monóxido de carbono para transportar mil toneladas de carga por quilômetro. Nos rios, essa emissão cai para 254 quilos.

Apesar dos benefícios, as hidrovias continuam a ser marcadas pelo alto grau de informalidade que toma conta do setor, principalmente quando se trata de transporte de pessoas. Há mais de 500 portos fluviais, as chamadas instalações portuárias públicas de pequeno porte, em operação no país, das quais a maioria está localizada na região amazônica. Até um ano atrás, mais da metade dessas estruturas operava em situação irregular, sem autorização da Antaq. Segundo Adalberto Tokarski, superintendente de navegação interior da Antaq, foi iniciado um trabalho de regularização dessas estruturas, mas a situação atual permanece praticamente inalterada.

A informalidade dificulta a fiscalização dos serviços pelo governo e impede que seus proprietários busquem crédito público, por exemplo, para investir na melhoria das estruturas. Um estudo recente realizado entre a Antaq e a Universidade Federal do Pará revelou que 12 milhões de passageiros são transportados na região amazônica por ano, entre os estados do Pará, Amapá, Rondônia, Roraima e Amazonas.

Fonte: Valor Econômico


22 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Cidade de SP inicia mapeamento geográfico de áreas de rios

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Cubatão, na Baixada Santista, iniciou na quarta-feira o mapeamento geográfico e fotográfico de todas as trilhas e braços de rios do município, com o objetivo de aumentar a segurança e incentivar o ecoturismo e a pesquisa. O trabalho, que tem parceria com o Corpo de Bombeiros da região, deverá ser concluído em dois meses.

A intenção é coletar informações detalhadas dos locais para que, além de auxiliar no desenvolvimento de roteiros ecoturísticos monitorados pela prefeitura, facilitem o trabalho dos bombeiros na realização de resgates. Segundo registros, neste ano 20 pessoas já efetuaram ocorrências.

A prefeitura de Cubatão, que atualmente desconhece o número exato de quilômetros de trilhas existentes no município, pretende catalogar lugares que poderão ser utilizados em pesquisas científicas e em medições de índices de degradação ambiental.

Localizada na região metropolitana da Baixada Santista (microrregião de Santos), Cubatão tem aproximadamente 120 mil habitantes e ocupa uma área de 142,3 km². A cidade possui um grande parque industrial e, na década de 1980, foi considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a mais poluída do mundo. As indústrias, a comunidade e o governo tentam controlar o nível de poluentes. As trilhas turísticas mais utilizadas na região são as do Parque do Perequê, Itutinga Pilões, Parque do Quilombo e Trilha do Diabo.

Fonte: www.terra.com.br


20 de maio de 2010 | nenhum comentário »

Site Mapeia fenômenos naturais em tempo real

Terremotos, maremotos, erupções vulcânicas… Fenômenos naturais não só causam certo receio, como também instigam a curiosidade. Para mostrar o que está acontecendo ao redor do mundo, e matar a curiosidade de muita gente, o site Painel Global oferece informações em tempo real sobre eventos climáticos.

Por meio de uma representação do globo, o site mapeia acontecimentos naturais assim que são registrados por instituições científicas de monitoramento. Para localizar os fenômenos, símbolos gráficos são colocados nos locais específicos onde os fatos ocorreram. Embora o mapa apresente uma visualização um tanto poluída, o seu funcionamento é bastante prático. Ao colocar o cursor sobre o ponto marcado já é possível ter informações sobre o acontecimento. Clicando no texto, o site dá acesso a imagens de satélites e detalhes mais precisos.

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Mas a página vai além de simplesmente matar a curiosidade. O Painel Global disponibiliza diversas tabelas com informações climáticas e ainda inclui notícias relacionadas aos acontecimentos mostrados. Com detalhes como extremos climáticos do Brasil e do mundo atualizados diariamente, a página também é uma boa dica para quem quer viajar sem ser pego de surpresa.

O serviço é totalmente gratuito e dispensa qualquer download.

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5 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Brasil terá Pacto pelas Águas

Ministra Izabella Teixeira anuncia programa de gestão das principais bacias, que prevê monitoramento por satélite.

Nesta terça-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, será instituído o Pacto pelas Águas, reunindo governo federal, estados e municípios na área de recursos hídricos em todo o País. Estão previstos investimentos de R$ 20 milhões ao ano no financiamento da gestão nas principais bacias brasileiras, com monitoramento e apoio dos órgãos federais.

 

A reunião ordinária do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), realizada no dia 30 de maio, marcou a abertura da Semana Nacional do Meio Ambiente. Na ocasião, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, assinou convênios com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Está prevista a criação de um sistema de informações sobre recursos hídricos, com base no mapeamento por satélite dos rios e bacias brasileiras.

 

Pelo acordo, a AEB lança, a partir de novembro, uma família de satélites CBERS, construídos pelo Brasil em parceria com a China e utilizados para o monitoramento territorial. Com esse equipamento, será possível fazer o mapeamento completo dos rios brasileiros. “Estamos entrando em uma nova conjuntura hídrica no País”, avalia Izabella Teixeira.

 

Nova cartografia - De acordo com o presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, trata-se do primeiro passo para a elaboração da nova cartografia dos recursos hídricos do Brasil. “É um salto de qualidade na produção de informação e conhecimento sobre as águas”, destacou.  Ele anunciou, também, publicação de portaria criando o Comitê de Contas Ambientais da Água, encarregado de avaliar o consumo da água nas atividades econômicas. O levantamento vai alimentar banco de dados das Nações Unidas sobre a disponibilidade dos recursos hídricos no mundo.

 

O presidente da AEB, José Raimundo Braga, informou que está previsto para novembro desse ano o lançamento do primeiro satélite da família CBERS, que substituirá o atual, que já está fora de operação. Ele elogiou a política brasileira para os recursos hídricos e afirmou que será um instrumento essencial para a criação de um sistema de informações sobre os recursos hídricos no Brasil. “O modelo integrado de gestão das águas é exemplo em todo o mundo”, assegurou.

 

A ministra Izabella Teixeira anunciou, ainda, um conjunto de medidas de fortalecimento da área ambiental, resultado de entendimento com o Ministério do Planejamento e Gestão, com impactos no MMA, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio).  Segundo informou, haverá reforço nos quadros de analistas ambientais do Ibama e incentivos à capacitação dos servidores da área ambiental.

Fonte: Ascom do MMA


14 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Dnit promete lançar em fevereiro licitação para fazer uma radiografia dos rios

Pouco saiu do papel até agora, mas o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) promete, mais uma vez, tirar as hidrovias do mundo das ideias.

No próximo mês, diz Adão Marcondes Proença, diretor de infraestrutura aquaviária do Dnit, serão lançadas licitações para contratar os “Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental” (Evtea). A expectativa da autarquia vinculada ao Ministério dos Transportes é de que os estudos sejam concluídos em até dois anos. “Os estudos vão fornecer uma radiografia em alta resolução do sistema hidroviário brasileiro”, diz.

O plano do Dnit é verificar in loco, com dados primários, as condições de navegabilidade dos rios brasileiros, o potencial de transporte de cargas na sua área de abrangência e as condições ambientais envolvidas. “De forma concomitante, serão elaborados os projetos de dragagem, sinalização e balizamento das hidrovias, com licitação imediata para a execução dos serviços”, comenta Proença.

Com os estudos na mão, o Dnit quer definir os “corredores de desenvolvimento nacional” nas margens das hidrovias, integrando os diferentes meios de transporte. Os benefícios que transformam os rios num caminho mais atrativo para o transporte de carga não são poucos. Um comboio de soja, normalmente composto por quatro balsas, tem capacidade de transportar 6 mil toneladas de grão. Seriam necessários 240 caminhões carregados de grãos para fazer o mesmo serviço. Nas rodovias, mil toneladas de carga por quilômetro consomem 96 litros de combustível, enquanto nas hidrovias esse volume cai para apenas cinco litros, ou seja, os gastos com combustível nos rios costumam ser 20 vezes menores que nas estradas.

A preservação ambiental também ganha com as estradas d”água. No modal rodoviário, são lançados no ar 4,6 mil quilos de monóxido de carbono para transportar mil toneladas de carga por quilômetro. Nos rios, essa emissão cai para 254 quilos.

Apesar dos benefícios, as hidrovias continuam a ser marcadas pelo alto grau de informalidade que toma conta do setor, principalmente quando se trata de transporte de pessoas. Há mais de 500 portos fluviais, as chamadas instalações portuárias públicas de pequeno porte, em operação no país, das quais a maioria está localizada na região amazônica. Até um ano atrás, mais da metade dessas estruturas operava em situação irregular, sem autorização da Antaq. Segundo Adalberto Tokarski, superintendente de navegação interior da Antaq, foi iniciado um trabalho de regularização dessas estruturas, mas a situação atual permanece praticamente inalterada.

A informalidade dificulta a fiscalização dos serviços pelo governo e impede que seus proprietários busquem crédito público, por exemplo, para investir na melhoria das estruturas. Um estudo recente realizado entre a Antaq e a Universidade Federal do Pará revelou que 12 milhões de passageiros são transportados na região amazônica por ano, entre os estados do Pará, Amapá, Rondônia, Roraima e Amazonas.

Fonte: Valor Econômico


22 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Cidade de SP inicia mapeamento geográfico de áreas de rios

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Cubatão, na Baixada Santista, iniciou na quarta-feira o mapeamento geográfico e fotográfico de todas as trilhas e braços de rios do município, com o objetivo de aumentar a segurança e incentivar o ecoturismo e a pesquisa. O trabalho, que tem parceria com o Corpo de Bombeiros da região, deverá ser concluído em dois meses.

A intenção é coletar informações detalhadas dos locais para que, além de auxiliar no desenvolvimento de roteiros ecoturísticos monitorados pela prefeitura, facilitem o trabalho dos bombeiros na realização de resgates. Segundo registros, neste ano 20 pessoas já efetuaram ocorrências.

A prefeitura de Cubatão, que atualmente desconhece o número exato de quilômetros de trilhas existentes no município, pretende catalogar lugares que poderão ser utilizados em pesquisas científicas e em medições de índices de degradação ambiental.

Localizada na região metropolitana da Baixada Santista (microrregião de Santos), Cubatão tem aproximadamente 120 mil habitantes e ocupa uma área de 142,3 km². A cidade possui um grande parque industrial e, na década de 1980, foi considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a mais poluída do mundo. As indústrias, a comunidade e o governo tentam controlar o nível de poluentes. As trilhas turísticas mais utilizadas na região são as do Parque do Perequê, Itutinga Pilões, Parque do Quilombo e Trilha do Diabo.

Fonte: www.terra.com.br


20 de maio de 2010 | nenhum comentário »

Site Mapeia fenômenos naturais em tempo real

Terremotos, maremotos, erupções vulcânicas… Fenômenos naturais não só causam certo receio, como também instigam a curiosidade. Para mostrar o que está acontecendo ao redor do mundo, e matar a curiosidade de muita gente, o site Painel Global oferece informações em tempo real sobre eventos climáticos.

Por meio de uma representação do globo, o site mapeia acontecimentos naturais assim que são registrados por instituições científicas de monitoramento. Para localizar os fenômenos, símbolos gráficos são colocados nos locais específicos onde os fatos ocorreram. Embora o mapa apresente uma visualização um tanto poluída, o seu funcionamento é bastante prático. Ao colocar o cursor sobre o ponto marcado já é possível ter informações sobre o acontecimento. Clicando no texto, o site dá acesso a imagens de satélites e detalhes mais precisos.

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