22 de março de 2012 | nenhum comentário »

Raros rinocerontes-brancos morrem misteriosamente em zoo da Austrália

Problema neurológico teria causado óbitos nas últimas semanas.
Investigação científica vai determinar o que provocou doença em animais.

Quatro exemplares de rinoceronte-branco (Ceratotherium simum), espécie considerada rara, morreram nas últimas semanas em um zoológico da Austrália.

Um misterioso problema neurológico seria a causa, afirmaram autoridades ambientais do país nesta quarta-feira (21).

Segundo a direção do zoológico Taronga Western, que fica próximo à cidade Dubbo, uma investigação científica foi iniciada para descobrir o que provocou a doença e conta com a ajuda de especialistas em rinocerontes da África e da América do Norte.

Os quatro animais, cujos nomes eram Izizi, Aluka, Intombi e sua filha Amira, começaram a apresentar problemas neurológicos há duas semanas. O primeiro rinoceronte morreu logo depois que os sintomas surgiram e o último óbito foi registrado no fim de semana passado, informaram oficiais.

Três outros espécimes sobreviveram, informou o porta-voz do zoológico, Mark Williams. De acordo com o gerente do zoológico, Matt Fuller, infecções bacterianas, veneno de cobra, toxinas e outros tipos de vírus foram considerados como hipóteses para as mortes. O resultado sai na próxima semana.

Ele complementou que nenhuma outra espécie do zoológico foi contaminada e que os rinocerontes sobreviventes, colocados em quarentena, estão saudáveis.

Segundo a organização ambiental WWF, os rinocerontes-brancos correm sério risco de desaparecer da natureza, já que existem apenas 20 mil exemplares da espécie na vida selvagem africana, encontrados principalmente na África do Sul e no Quênia.

Intombi e Aluka foram levados para a Oceania do Parque sul-africano Kruger em 2003. Já Amira e Izizi nasceram em cativeiro. Eles tinham entre 7 e 16 anos.

Imagem de arquivo mostra exemplar de rinoceronte-branco em parque do Quênia. Quatro exemplares da espécie morreram de forma misteriosa em um zoológico da Austrália. (Foto: Mary Schwalm/AP)

Imagem de arquivo mostra exemplar de rinoceronte-branco em parque do Quênia. Quatro exemplares da espécie morreram de forma misteriosa em um zoológico da Austrália. (Foto: Mary Schwalm/AP)

 

Fonte: Globo Natureza


27 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Fêmea de tubarão lixa de zoológico do Recife é encontrada morta

Tubarão chegou ao Parque Dois Irmãos em 2007, vindo de Natal.
Suspeita inicial é de falta de oxigenação na água do tanque.

Tubarão-lixa chegou em 2007 no Parque Dois Irmãos. (Foto: Silvino Pinto/Divulgação)

Tubarão lixa chegou em 2007 no Parque Dois Irmãos. (Foto: Silvino Pinto/Divulgação)

A fêmea de tubarão lixa, de pouco mais de dois metros de comprimento, que vivia no Aquário do zoológico do Parque Dois Irmãos, no Recife, foi encontrada morta neste sábado (25) por técnicos do zoo durante procedimentos de rotina. A suspeita inicial é de que a morte foi causada por falta de oxigenação da água no tanque que abrigava o animal.

A fêmea vivia no zoológico desde 2007, aonde chegou ainda filhote, com pouco mais de um metro. Ela veio transferida do Oceanário de Rendinha Nova, em Natal, no Rio Grande do Norte. Em setembro de 2011, o tanque tinha sido interditado por ser pequeno demais para o tubarão e o zoológico estava estudando uma solução para o animal.

Os técnicos do Parque estão investigando e realizando os protocolos de rotina em casos de morte de animais no zoológico, para só então ser divulgado o laudo conclusivo sobre o caso, mas a relação da morte com o tamanho do tanque já foi descartada.

 

Fonte: G1

 


14 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Orca é encontrada morta em praia dos Estados Unidos

Animal tinha entre 3 e 6 anos, de acordo com especialistas.
Amostras de DNA foram coletadas para investigação da causa da morte.

Imagem divulgada nesta segunda-feira (13) pela agência Associated Press mostra uma orca que foi encontrada morta no último sábado (11) na região de Long Beach, nos Estados Unidos.

O cetáceo tinha entre 3 anos e 6 anos. Investigadores ambientais fotografaram o animal e coletaram amostras de DNA, que vão contribuir nos testes para determinar a causa da morte.

Exemplar de orca, que tinha entre três e seis anos, encontrado morto nos Estados Unidos no último final de semana. (Foto: Seaside Aquarium/Tiffany Boothe/AP)

Exemplar de orca, que tinha entre três e seis anos, encontrado morto nos Estados Unidos no último final de semana. (Foto: Seaside Aquarium/Tiffany Boothe/AP)

Fonte: Globo Natureza


11 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Pelo menos 264 golfinhos aparecem mortos na costa norte do Peru

LIMA, 10 Fev 2012 (AFP) -Pelo menos 264 golfinhos apareceram mortos nos últimos três dias nas praias da região de Lambayeque, costa norte do Peru, informou nesta sexta-feira o Instituto do Mar do Peru (Imarpe), em meio a versões de que teriam morrido por contaminação de petróleo.

“Percorremos 103 quilômetros de praia arenosa e encontramos 264 golfinhos encalhados e mortos”, disse à AFP Edward Barriga, funcionário da Imarpe em Lambayeque (760 km ao norte de Lima).

“Estamos retirando mostras para determinar as causas da morte destes animais” disse o funcionário estatal, após destacar que também foram encontradas na região uma grande quantidade de anchovas mortas.

Carlos Yaipén, da Organização Científica para Conservação de Animais Marinhos, qualificou de “bastante grave” a grande mortalidade dos golfinhos que apareceram ao longo da costa norte do Peru.

“É possível que os golfinhos tenham morrido pela contaminação ou pelo impacto do estudo hídrico de empresas petrolíferas da região” disse à AFP Yaipen.

Segundo o presidente da Associação de Maricultores de Lambayeque, Jorge Cabrejos, as anchovas supostamente ingeriram plâncton descomposto e contaminado, o que teria causado a intoxicação dos golfinhos que se alimentam desses peixes.

Cabrejos descartou que os pescadores artesanais tenho causado a morte dos golfinhos.

O Peru registra 34 das 81 espécies de cetáceos do mundo, das quais 17 são golfinhos. A espécie mais comum de golfinho de águas marinhas no Peru é chamado de nariz de garrafa (Tursiops truncatus), o Mesoplodon peruvianus, de golfinho escuro.

O golfinho tropical é uma das novas espécies que emigrou para o mar peruano, ao abandonar as águas mais quentes que formavam seu hábitat comum e agora é possível observá-lo nas costas peruanas.

Fonte: France Presse / G1


11 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Rinoceronte morre durante apresentação à imprensa na África

Um rinoceronte sofreu convulsões e morreu na quinta-feira (9) depois que uma reserva na África do Sul convocou a mídia para demonstrar a implantação de um microchip no chifre do animal, que ajudaria no combate à caça. O acidente ocorreu em Joanesburgo. (Foto: Siphiwe Sibeko/Reuters)

Um rinoceronte sofreu convulsões e morreu na quinta-feira (9) depois que uma reserva na África do Sul convocou a mídia para demonstrar a implantação de um microchip no chifre do animal, que ajudaria no combate à caça. O acidente ocorreu em Joanesburgo. (Foto: Siphiwe Sibeko/Reuters)

 

Um rinoceronte morreu na quinta-feira (9) na África do Sul durante uma apresentação à imprensa de um dispositivo de rastreamento que deveria servir para coibir a caça do animal. Segundo os veterinários, o animal foi sedado para a apresentação e morreu após receber um medicamento para acordar.

O animal teria uma condição desconhecida que teria levado a uma parada cardíaca em resposta à aplicação do medicamento. “Ele respondeu muito bem ao tratamento e o procedimento é 100% seguro, mas sempre há grandes riscos quando um animal tão grande é sedado”, diz Lorinda Hern, dona da Reserva Natural de Rinocerontes e Leões. O animal morreu cerca de 20 s após a administração da substância.

O uso de equipamentos de rastreamento é uma das medidas que estão sendo testadas na África do Sul para evitar a caça de rinocerontes – no ano passado, 450 desses animais ameaçados de extinção foram mortos por caçadores. Os chifres do animal são utilizados na medicina tradicional asiática, apesar de não haver nenhuma evidência científica de seu valor.

Fonte: Portal Terra


30 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Baleia com mais de 20 toneladas é encontrada morta em praia da França

Exemplar pertencente à família das Balaenopteridae foi visto nesta terça.
Chegada do inverno na Europa faz baleias migrarem para Hemisfério Sul.

Um exemplar de baleia-de-bossa, pertencente à família das Balaenopteridae, com cerca de 20 toneladas foi encontrado nesta terça-feira (29) por surfistas em uma praia na região de Pointe de la Torche, próximo  à cidade de Brest, no oeste da França. (Foto: Fred Tanneau/AFP)

Um exemplar de baleia-de-bossa ou rorqual, pertencente à família das Balaenopteridae, com mais de 20 toneladas foi encontrado nesta terça-feira (29) por surfistas em uma praia na região de Pointe de la Torche, próximo à cidade de Brest, no oeste da França. (Foto: Fred Tanneau/AFP)

No início do inverno, as baleias começam a sua migração rumo a águas mais quentes do Hemisfério Sul e passam por áreas mais distantes da costa da Bretanha. (Foto: Fred Tanneau/AFP)

No início do inverno na Europa, as baleias começam a sua migração rumo a águas mais quentes do Hemisfério Sul e passam por áreas mais distantes da costa francesa. (Foto: Fred Tanneau/AFP)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


22 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Biólogos estudam misteriosas mortes de animais marinhos em SC

Pesquisadores do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) estudam o aparecimento de animais marinhos mortos na costa do litoral catarinense. Nos últimos 30 dias foram registrados o surgimento de 21 tartarugas verdes (Chelonia mydas), dois golfinhos cinza (Sotalia guianensis) e de oito botos (Tursiops truncatus) conhecidos como “boto flíper” ou “boto da tainha”.

O surgimento dos animais mortos está concentrado na região centro-norte do Estado. Segundo Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Univali, a situação é alarmante: “Algo está acontecendo. Estamos monitorando a orla e iremos averiguar a razão da alta concentração de mortes, mas podemos adiantar que tratam-se de mostras do quanto a ação do homem vem afetando nossos mares, seja por meio da pesca desenfreada ou da poluição”, aponta.

As tartarugas eram todas jovens, sendo que seis apresentavam marcas claras de interação com a pesca. Uma delas apresentava diversos tumores cutâneos denominados fibropapilomas. Todo o material foi recolhido por biólogos do Museu Oceanográfico da Univali para análise de contaminantes sólidos (ingestão de plástico). Uma expedição organizada por pesquisadores, juntamente com órgãos ambientais irá percorrer 350 km da costa catarinense à procura de novos registros e um laudo com a causa das mortes deverá ser divulgado em breve.

O surgimento dos animais mortos está concentrado na região centro-norte do Estado. Foto: Univali/Divulgação

O surgimento dos animais mortos está concentrado na região centro-norte do Estado Foto: Univali/Divulgação

Fonte: Portal Terra


1 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Libélulas ‘morrem’ de medo de peixes, diz estudo

Estresse causado pela presença de predadores pode ser letal aos insetos.
Trabalho sobre o tema foi divulgado na revista científica ‘Nature’.

A presença de peixes predadores pode levar à morte libélulas por conta do estresse, segundo um estudo divulgado por uma equipe de biólogos da Universidade de Toronto, no Canadá. Os pesquisadores descobriram que o medo toma conta das libélulas até mesmo quando os predadores aquáticos não consegue alcançar os insetos para matá-los. O trabalho foi divulgado na revista científica “Nature”.

Durante o estudo, os canadenses criaram larvas de libélulas da espécie Leucorrhinia intacta em tanques e aquários junto a seus predadores. Os animais foram separados de forma que as líbelulas pudessem ver e sentir o cheiro dos peixes, mas não podiam ser alcançadas por eles.

Rowe afirma que o resultado das pesquisas era inesperado. As taxas de sobrevivência das larvas colocadas próximas aos predadores eram de 2,5 a 4,3 vezes menores do que as de libélulas criadas longe das ameaças.

Outro experimento mostrou que 11% das larvas expostas a peixes morreram quando tentaram fazer a metamorfose para se tornarem líbelulas adultas. Esse percentual baixou para 2% entre os insetos criados longe dos predadores.

Para os cientistas, estas descobertas podem ser aplicadas para todo tipo de ser vivo que passe por estresse elevado. Eles defendem que este estudo publicado na “Nature” possa servir como um modelo para pesquisas futuras sobre a relação do estresse com a morte.

O estudo do medo é um tema importante entre as pesquisas em ecologia, segundo o professor Locke Rowe, um dos autores do artigo. Conforme avançam os estudos sobre como os animais respondem quando sentem a presença de predadores, os cientistas desvendam cada vez mais a ligação do estresse com o aumento do risco de morte. Infecções que normalmente não matariam os bichos, tornam-se perigosas quando o animal se sente em perigo.

 

Libélulas têm medo de peixes predadores, segundo estudo divulgado na revista 'Nature'. (Foto: Shannon J. McCauley)

Libélulas têm medo de peixes predadores e podem morrer por conta do estresse que sofrem, segundo estudo divulgado na revista 'Nature'. (Foto: Shannon J. McCauley / Divulgação)

Fonte: Do G1, São Paulo


17 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Doença misteriosa mata dezenas de focas no Alasca

Biólogos acreditam que mortes sejam causadas por um vírus.
Sintomas incluem perda de pelo, lesões nas barbatanas e pele irritada.

Uma doença misteriosa, possivelmente um vírus, matou dezenas de focas aneladas na costa do Alasca, nos EUA, de acordo com uma agência federal e uma local.

As focas doentes têm chegado à praia na costa do Ártico desde julho. O número de vítimas aumentou ao longo dos meses, afirmaram os biólogos do Departamento de Controle da Vida Selvagem e de outras agências na quinta-feira (13).

Cerca de cem animais doentes foram encontrados perto de Barrow, a comunidade mais ao norte do país. Metade deles morreu, disseram os biólogos locais.

Em outros locais do município, os moradores registraram ter visto 146 focas aneladas se arrastando pelas praias – muitas delas doentes, afirmaram biólogos.

As focas-aneladas raramente chegam até a praia e passam a maior parte do ano na água ou em pedaços de gelo, de acordo com o Serviço de Pesca da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica.

Biólogos disseram acreditar que a doença seja causada por um vírus. Os sintomas incluem lesões com sangue nas barbatanas traseiras, pele irritada ao redor do nariz e dos olhos, e perda de pelo.

Eles afirmaram que o surto misterioso pode não estar limitado às focas aneladas. Algumas morsas foram encontradas mortas na costa noroeste do Alasca com lesões similares. Caçadores locais também relataram ter encontrado lesões de pele em outro tipo de foca.

Não estava claro se as lesões encontradas nas morsas eram decorrentes da mesma doença das focas aneladas, disse Bruce Woods, porta-voz do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA.

“No momento, estamos no escuro”, afirmou ele.

As locações remotas e outras dificuldades de logística tornam impossível providenciar atendimento veterinário aos animais que estão doentes na praia, disse o biólogo Jason Herreman.

“As focas encontradas mortas são recolhidas para análise. As focas que estão doentes, mas permanecem vivas, são deixadas para que se recuperem sozinhas”, disse ele em um e-mail, acrescentando que os animais estão sendo enviados a diversos laboratórios de Anchorage e de outros locais.

Foca-anelada doente no Alasca. (Foto: Reuters)

Foca-anelada doente no Alasca. (Foto: Reuters)

Fonte: Da Reuters


5 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Onze tartarugas são encontradas mortas em Praia Grande/SP

Dez tartarugas-verde e uma tartaruga-de-pente foram encontradas mortas de domingo até esta terça-feira (3) nas praias do Canto do Forte, Guilhermina e Tupi, em Praia Grande, litoral de São Paulo.

Segundo o laudo da ONG Gremar (Resgate e Reabilitação de Animais Marinhos), para onde os animais foram encaminhados, no Guarujá, todas haviam ingerido lixo plástico, sendo essa a causa da morte de oito delas.

Das outras três tartarugas, duas morreram por ferimentos causados por redes de pesca e uma devido ao rompimento do casco após um choque com uma embarcação.

De acordo com o Grupamento de Guarda Costeira Municipal, neste ano já foram encontradas 60 tartarugas mortas nas praias da cidade.

“O principal motivo das mortes são a pesca acidental e a ingestão sacolas plásticas, que são confundidas com águas-vivas, principal alimento desses animais”, afirma Delfo Almeida Monsalvo, inspetor chefe da Guarda Costeira. 

Fonte: Felipe Caruso/ Folha.com


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22 de março de 2012 | nenhum comentário »

Raros rinocerontes-brancos morrem misteriosamente em zoo da Austrália

Problema neurológico teria causado óbitos nas últimas semanas.
Investigação científica vai determinar o que provocou doença em animais.

Quatro exemplares de rinoceronte-branco (Ceratotherium simum), espécie considerada rara, morreram nas últimas semanas em um zoológico da Austrália.

Um misterioso problema neurológico seria a causa, afirmaram autoridades ambientais do país nesta quarta-feira (21).

Segundo a direção do zoológico Taronga Western, que fica próximo à cidade Dubbo, uma investigação científica foi iniciada para descobrir o que provocou a doença e conta com a ajuda de especialistas em rinocerontes da África e da América do Norte.

Os quatro animais, cujos nomes eram Izizi, Aluka, Intombi e sua filha Amira, começaram a apresentar problemas neurológicos há duas semanas. O primeiro rinoceronte morreu logo depois que os sintomas surgiram e o último óbito foi registrado no fim de semana passado, informaram oficiais.

Três outros espécimes sobreviveram, informou o porta-voz do zoológico, Mark Williams. De acordo com o gerente do zoológico, Matt Fuller, infecções bacterianas, veneno de cobra, toxinas e outros tipos de vírus foram considerados como hipóteses para as mortes. O resultado sai na próxima semana.

Ele complementou que nenhuma outra espécie do zoológico foi contaminada e que os rinocerontes sobreviventes, colocados em quarentena, estão saudáveis.

Segundo a organização ambiental WWF, os rinocerontes-brancos correm sério risco de desaparecer da natureza, já que existem apenas 20 mil exemplares da espécie na vida selvagem africana, encontrados principalmente na África do Sul e no Quênia.

Intombi e Aluka foram levados para a Oceania do Parque sul-africano Kruger em 2003. Já Amira e Izizi nasceram em cativeiro. Eles tinham entre 7 e 16 anos.

Imagem de arquivo mostra exemplar de rinoceronte-branco em parque do Quênia. Quatro exemplares da espécie morreram de forma misteriosa em um zoológico da Austrália. (Foto: Mary Schwalm/AP)

Imagem de arquivo mostra exemplar de rinoceronte-branco em parque do Quênia. Quatro exemplares da espécie morreram de forma misteriosa em um zoológico da Austrália. (Foto: Mary Schwalm/AP)

 

Fonte: Globo Natureza


27 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Fêmea de tubarão lixa de zoológico do Recife é encontrada morta

Tubarão chegou ao Parque Dois Irmãos em 2007, vindo de Natal.
Suspeita inicial é de falta de oxigenação na água do tanque.

Tubarão-lixa chegou em 2007 no Parque Dois Irmãos. (Foto: Silvino Pinto/Divulgação)

Tubarão lixa chegou em 2007 no Parque Dois Irmãos. (Foto: Silvino Pinto/Divulgação)

A fêmea de tubarão lixa, de pouco mais de dois metros de comprimento, que vivia no Aquário do zoológico do Parque Dois Irmãos, no Recife, foi encontrada morta neste sábado (25) por técnicos do zoo durante procedimentos de rotina. A suspeita inicial é de que a morte foi causada por falta de oxigenação da água no tanque que abrigava o animal.

A fêmea vivia no zoológico desde 2007, aonde chegou ainda filhote, com pouco mais de um metro. Ela veio transferida do Oceanário de Rendinha Nova, em Natal, no Rio Grande do Norte. Em setembro de 2011, o tanque tinha sido interditado por ser pequeno demais para o tubarão e o zoológico estava estudando uma solução para o animal.

Os técnicos do Parque estão investigando e realizando os protocolos de rotina em casos de morte de animais no zoológico, para só então ser divulgado o laudo conclusivo sobre o caso, mas a relação da morte com o tamanho do tanque já foi descartada.

 

Fonte: G1

 


14 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Orca é encontrada morta em praia dos Estados Unidos

Animal tinha entre 3 e 6 anos, de acordo com especialistas.
Amostras de DNA foram coletadas para investigação da causa da morte.

Imagem divulgada nesta segunda-feira (13) pela agência Associated Press mostra uma orca que foi encontrada morta no último sábado (11) na região de Long Beach, nos Estados Unidos.

O cetáceo tinha entre 3 anos e 6 anos. Investigadores ambientais fotografaram o animal e coletaram amostras de DNA, que vão contribuir nos testes para determinar a causa da morte.

Exemplar de orca, que tinha entre três e seis anos, encontrado morto nos Estados Unidos no último final de semana. (Foto: Seaside Aquarium/Tiffany Boothe/AP)

Exemplar de orca, que tinha entre três e seis anos, encontrado morto nos Estados Unidos no último final de semana. (Foto: Seaside Aquarium/Tiffany Boothe/AP)

Fonte: Globo Natureza


11 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Pelo menos 264 golfinhos aparecem mortos na costa norte do Peru

LIMA, 10 Fev 2012 (AFP) -Pelo menos 264 golfinhos apareceram mortos nos últimos três dias nas praias da região de Lambayeque, costa norte do Peru, informou nesta sexta-feira o Instituto do Mar do Peru (Imarpe), em meio a versões de que teriam morrido por contaminação de petróleo.

“Percorremos 103 quilômetros de praia arenosa e encontramos 264 golfinhos encalhados e mortos”, disse à AFP Edward Barriga, funcionário da Imarpe em Lambayeque (760 km ao norte de Lima).

“Estamos retirando mostras para determinar as causas da morte destes animais” disse o funcionário estatal, após destacar que também foram encontradas na região uma grande quantidade de anchovas mortas.

Carlos Yaipén, da Organização Científica para Conservação de Animais Marinhos, qualificou de “bastante grave” a grande mortalidade dos golfinhos que apareceram ao longo da costa norte do Peru.

“É possível que os golfinhos tenham morrido pela contaminação ou pelo impacto do estudo hídrico de empresas petrolíferas da região” disse à AFP Yaipen.

Segundo o presidente da Associação de Maricultores de Lambayeque, Jorge Cabrejos, as anchovas supostamente ingeriram plâncton descomposto e contaminado, o que teria causado a intoxicação dos golfinhos que se alimentam desses peixes.

Cabrejos descartou que os pescadores artesanais tenho causado a morte dos golfinhos.

O Peru registra 34 das 81 espécies de cetáceos do mundo, das quais 17 são golfinhos. A espécie mais comum de golfinho de águas marinhas no Peru é chamado de nariz de garrafa (Tursiops truncatus), o Mesoplodon peruvianus, de golfinho escuro.

O golfinho tropical é uma das novas espécies que emigrou para o mar peruano, ao abandonar as águas mais quentes que formavam seu hábitat comum e agora é possível observá-lo nas costas peruanas.

Fonte: France Presse / G1


11 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Rinoceronte morre durante apresentação à imprensa na África

Um rinoceronte sofreu convulsões e morreu na quinta-feira (9) depois que uma reserva na África do Sul convocou a mídia para demonstrar a implantação de um microchip no chifre do animal, que ajudaria no combate à caça. O acidente ocorreu em Joanesburgo. (Foto: Siphiwe Sibeko/Reuters)

Um rinoceronte sofreu convulsões e morreu na quinta-feira (9) depois que uma reserva na África do Sul convocou a mídia para demonstrar a implantação de um microchip no chifre do animal, que ajudaria no combate à caça. O acidente ocorreu em Joanesburgo. (Foto: Siphiwe Sibeko/Reuters)

 

Um rinoceronte morreu na quinta-feira (9) na África do Sul durante uma apresentação à imprensa de um dispositivo de rastreamento que deveria servir para coibir a caça do animal. Segundo os veterinários, o animal foi sedado para a apresentação e morreu após receber um medicamento para acordar.

O animal teria uma condição desconhecida que teria levado a uma parada cardíaca em resposta à aplicação do medicamento. “Ele respondeu muito bem ao tratamento e o procedimento é 100% seguro, mas sempre há grandes riscos quando um animal tão grande é sedado”, diz Lorinda Hern, dona da Reserva Natural de Rinocerontes e Leões. O animal morreu cerca de 20 s após a administração da substância.

O uso de equipamentos de rastreamento é uma das medidas que estão sendo testadas na África do Sul para evitar a caça de rinocerontes – no ano passado, 450 desses animais ameaçados de extinção foram mortos por caçadores. Os chifres do animal são utilizados na medicina tradicional asiática, apesar de não haver nenhuma evidência científica de seu valor.

Fonte: Portal Terra


30 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Baleia com mais de 20 toneladas é encontrada morta em praia da França

Exemplar pertencente à família das Balaenopteridae foi visto nesta terça.
Chegada do inverno na Europa faz baleias migrarem para Hemisfério Sul.

Um exemplar de baleia-de-bossa, pertencente à família das Balaenopteridae, com cerca de 20 toneladas foi encontrado nesta terça-feira (29) por surfistas em uma praia na região de Pointe de la Torche, próximo  à cidade de Brest, no oeste da França. (Foto: Fred Tanneau/AFP)

Um exemplar de baleia-de-bossa ou rorqual, pertencente à família das Balaenopteridae, com mais de 20 toneladas foi encontrado nesta terça-feira (29) por surfistas em uma praia na região de Pointe de la Torche, próximo à cidade de Brest, no oeste da França. (Foto: Fred Tanneau/AFP)

No início do inverno, as baleias começam a sua migração rumo a águas mais quentes do Hemisfério Sul e passam por áreas mais distantes da costa da Bretanha. (Foto: Fred Tanneau/AFP)

No início do inverno na Europa, as baleias começam a sua migração rumo a águas mais quentes do Hemisfério Sul e passam por áreas mais distantes da costa francesa. (Foto: Fred Tanneau/AFP)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


22 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Biólogos estudam misteriosas mortes de animais marinhos em SC

Pesquisadores do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) estudam o aparecimento de animais marinhos mortos na costa do litoral catarinense. Nos últimos 30 dias foram registrados o surgimento de 21 tartarugas verdes (Chelonia mydas), dois golfinhos cinza (Sotalia guianensis) e de oito botos (Tursiops truncatus) conhecidos como “boto flíper” ou “boto da tainha”.

O surgimento dos animais mortos está concentrado na região centro-norte do Estado. Segundo Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Univali, a situação é alarmante: “Algo está acontecendo. Estamos monitorando a orla e iremos averiguar a razão da alta concentração de mortes, mas podemos adiantar que tratam-se de mostras do quanto a ação do homem vem afetando nossos mares, seja por meio da pesca desenfreada ou da poluição”, aponta.

As tartarugas eram todas jovens, sendo que seis apresentavam marcas claras de interação com a pesca. Uma delas apresentava diversos tumores cutâneos denominados fibropapilomas. Todo o material foi recolhido por biólogos do Museu Oceanográfico da Univali para análise de contaminantes sólidos (ingestão de plástico). Uma expedição organizada por pesquisadores, juntamente com órgãos ambientais irá percorrer 350 km da costa catarinense à procura de novos registros e um laudo com a causa das mortes deverá ser divulgado em breve.

O surgimento dos animais mortos está concentrado na região centro-norte do Estado. Foto: Univali/Divulgação

O surgimento dos animais mortos está concentrado na região centro-norte do Estado Foto: Univali/Divulgação

Fonte: Portal Terra


1 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Libélulas ‘morrem’ de medo de peixes, diz estudo

Estresse causado pela presença de predadores pode ser letal aos insetos.
Trabalho sobre o tema foi divulgado na revista científica ‘Nature’.

A presença de peixes predadores pode levar à morte libélulas por conta do estresse, segundo um estudo divulgado por uma equipe de biólogos da Universidade de Toronto, no Canadá. Os pesquisadores descobriram que o medo toma conta das libélulas até mesmo quando os predadores aquáticos não consegue alcançar os insetos para matá-los. O trabalho foi divulgado na revista científica “Nature”.

Durante o estudo, os canadenses criaram larvas de libélulas da espécie Leucorrhinia intacta em tanques e aquários junto a seus predadores. Os animais foram separados de forma que as líbelulas pudessem ver e sentir o cheiro dos peixes, mas não podiam ser alcançadas por eles.

Rowe afirma que o resultado das pesquisas era inesperado. As taxas de sobrevivência das larvas colocadas próximas aos predadores eram de 2,5 a 4,3 vezes menores do que as de libélulas criadas longe das ameaças.

Outro experimento mostrou que 11% das larvas expostas a peixes morreram quando tentaram fazer a metamorfose para se tornarem líbelulas adultas. Esse percentual baixou para 2% entre os insetos criados longe dos predadores.

Para os cientistas, estas descobertas podem ser aplicadas para todo tipo de ser vivo que passe por estresse elevado. Eles defendem que este estudo publicado na “Nature” possa servir como um modelo para pesquisas futuras sobre a relação do estresse com a morte.

O estudo do medo é um tema importante entre as pesquisas em ecologia, segundo o professor Locke Rowe, um dos autores do artigo. Conforme avançam os estudos sobre como os animais respondem quando sentem a presença de predadores, os cientistas desvendam cada vez mais a ligação do estresse com o aumento do risco de morte. Infecções que normalmente não matariam os bichos, tornam-se perigosas quando o animal se sente em perigo.

 

Libélulas têm medo de peixes predadores, segundo estudo divulgado na revista 'Nature'. (Foto: Shannon J. McCauley)

Libélulas têm medo de peixes predadores e podem morrer por conta do estresse que sofrem, segundo estudo divulgado na revista 'Nature'. (Foto: Shannon J. McCauley / Divulgação)

Fonte: Do G1, São Paulo


17 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Doença misteriosa mata dezenas de focas no Alasca

Biólogos acreditam que mortes sejam causadas por um vírus.
Sintomas incluem perda de pelo, lesões nas barbatanas e pele irritada.

Uma doença misteriosa, possivelmente um vírus, matou dezenas de focas aneladas na costa do Alasca, nos EUA, de acordo com uma agência federal e uma local.

As focas doentes têm chegado à praia na costa do Ártico desde julho. O número de vítimas aumentou ao longo dos meses, afirmaram os biólogos do Departamento de Controle da Vida Selvagem e de outras agências na quinta-feira (13).

Cerca de cem animais doentes foram encontrados perto de Barrow, a comunidade mais ao norte do país. Metade deles morreu, disseram os biólogos locais.

Em outros locais do município, os moradores registraram ter visto 146 focas aneladas se arrastando pelas praias – muitas delas doentes, afirmaram biólogos.

As focas-aneladas raramente chegam até a praia e passam a maior parte do ano na água ou em pedaços de gelo, de acordo com o Serviço de Pesca da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica.

Biólogos disseram acreditar que a doença seja causada por um vírus. Os sintomas incluem lesões com sangue nas barbatanas traseiras, pele irritada ao redor do nariz e dos olhos, e perda de pelo.

Eles afirmaram que o surto misterioso pode não estar limitado às focas aneladas. Algumas morsas foram encontradas mortas na costa noroeste do Alasca com lesões similares. Caçadores locais também relataram ter encontrado lesões de pele em outro tipo de foca.

Não estava claro se as lesões encontradas nas morsas eram decorrentes da mesma doença das focas aneladas, disse Bruce Woods, porta-voz do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA.

“No momento, estamos no escuro”, afirmou ele.

As locações remotas e outras dificuldades de logística tornam impossível providenciar atendimento veterinário aos animais que estão doentes na praia, disse o biólogo Jason Herreman.

“As focas encontradas mortas são recolhidas para análise. As focas que estão doentes, mas permanecem vivas, são deixadas para que se recuperem sozinhas”, disse ele em um e-mail, acrescentando que os animais estão sendo enviados a diversos laboratórios de Anchorage e de outros locais.

Foca-anelada doente no Alasca. (Foto: Reuters)

Foca-anelada doente no Alasca. (Foto: Reuters)

Fonte: Da Reuters


5 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Onze tartarugas são encontradas mortas em Praia Grande/SP

Dez tartarugas-verde e uma tartaruga-de-pente foram encontradas mortas de domingo até esta terça-feira (3) nas praias do Canto do Forte, Guilhermina e Tupi, em Praia Grande, litoral de São Paulo.

Segundo o laudo da ONG Gremar (Resgate e Reabilitação de Animais Marinhos), para onde os animais foram encaminhados, no Guarujá, todas haviam ingerido lixo plástico, sendo essa a causa da morte de oito delas.

Das outras três tartarugas, duas morreram por ferimentos causados por redes de pesca e uma devido ao rompimento do casco após um choque com uma embarcação.

De acordo com o Grupamento de Guarda Costeira Municipal, neste ano já foram encontradas 60 tartarugas mortas nas praias da cidade.

“O principal motivo das mortes são a pesca acidental e a ingestão sacolas plásticas, que são confundidas com águas-vivas, principal alimento desses animais”, afirma Delfo Almeida Monsalvo, inspetor chefe da Guarda Costeira. 

Fonte: Felipe Caruso/ Folha.com


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