20 de março de 2013 | nenhum comentário »

Filhote de condor é cuidado por ‘boneco’ para ser solto na natureza

Fantoche trata o animal para que não haja interferência direta de humanos.
Wesa tem só 2 semanas e uma fome voraz: come até 15 roedores por dia.

Um filhote de condor com apenas duas semanas de vida foi o primeiro do ano a nascer no Zoológico e Safári de San Diego, no estado americano da Califórnia. Chamado de Wesa, o animal veio ao mundo no dia 24 de fevereiro.

Na foto acima, o pequeno condor aparece ao lado de um fantoche que imita um espécime adulto. O boneco em forma de luva serve como preparação para o filhote ser liberado ao ambiente selvagem no futuro.

Dessa maneira, o animalzinho não recebe interferência direta dos funcionários do zoológico, já que é a “falsa mãe” que cuida dele. E, uma vez na floresta, essa ave de rapina não vai depender dos humanos para se alimentar. Wesa tem boa saúde e um apetite voraz: chega a comer até 15 roedores por dia.

Segundo o cuidador Ron Webb, o zoológico inaugurou seu programa para recuperação de condores em 1980, quando havia apenas 22 bichos da espécie restantes no mundo. Desde então, o parque já chocou 173 ovos e soltou 80 animais na natureza.

Atualmente, existem mais de 400 condores no planeta, metade dos quais voa livre em estados como Baixa Califórnia, no México, Califórnia e Arizona, nos EUA.

Filhote de condor Wesa é o 1º do ano a nascer em zoológico de San Diego (Foto: San Diego Zoo/Ken Bohn/AFP)

Filhote de condor Wesa é o 1º do ano a nascer em zoo de San Diego (Foto: San Diego Zoo/Ken Bohn/AFP)

Fonte: Globo Natureza


7 de agosto de 2012 | nenhum comentário »

Inseminação artificial gera o primeiro bebê elefante em zoológico francês

Fêmea de 18 dias se chama Rungwe e dá passos iniciais ao lado da mãe.
Animais vivem na comuna de Saint-Aignan-sur-Cher, região central do país.

Bebê elefante (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Primeiro bebê elefante gerado por inseminação artificial é apresentado no Zoológico e Aquário de Beauval, na comuna francesa de Saint-Aignan-sur-Cher, região central do país. Em 2009, foram coletadas amostras de sêmen de dez machos na África do Sul e distribuídas a zoos europeus (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Bebê elefante (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Filhote da espécie africana é uma fêmea chamada Rungwe (em homenagem a um vulcão da Tanzânia), e nasceu no dia 20 de julho. A gestação da mãe, N'Dala, durou 23 meses. A população de elefantes na Europa está em declínio pelo envelhecimento e consequente redução da fertilidade (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Bebê elefante 3 (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Aos 18 dias de vida, elefante come com a mãe e se diverte no feno. Na 1ª medição, Rungwe tinha 150 kg e 1 metro de altura. Ela deve tomar de 10 a 12 litros de leite por dia durante 2 anos, mas já aos 6 meses serão incluídos aos poucos alguns vegetais na dieta. A espécie africana está ameaçada pela caça, comércio ilegal de marfim, agricultura e urbanização. Há 15 anos, havia só 40 mil indivíduos (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Fonte: Globo Natureza


2 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Foca tem primeiro filhote aos 16 anos e surpreende aquário dos EUA

Bebê nasceu com nove quilos na última sexta-feira, na Califórnia.
Segundo especialista, focas adultas começam a ter filhotes aos quatro anos.

O Aquário do Pacífico, em Long Beach, na Califórnia, divulgou imagem que mostra Shelby, uma foca fêmea que vive no local e deu à luz seu primeiro bebê na última sexta-feira (27). O filhote nasceu com nove quilos.

Segundo Dudley Wigdahl, curador do aquário, localizado na Costa Oeste dos Estados Unidos, o nascimento surpreendeu a todos porque a foca tem idade avançada para ser mãe. O especialista diz que um espécime adulto começa a ter seus primeiros filhos aos quatro ou cinco anos de idade.

A foca Shelby, de 16 anos, faz carinho em seu filhote, que nasceu na última sexta-feira, nos Estados Unidos. (Foto: Terri Haines, Aquarium of the Pacific/AP)

A foca Shelby, de 16 anos, faz carinho em seu filhote, que nasceu na última sexta-feira, nos Estados Unidos. (Foto: Terri Haines, Aquarium of the Pacific/AP)

Fonte: Globo Natureza


13 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Filhote de anta brasileira ameaçada nasce em zoológico britânico

Animal foi o sétimo a nascer em zoo de Devon nos últimos 11 anos.

Um filhote de anta brasileira, animal considerado ameaçado no Brasil, é o mais novo recém-chegado em um zoológico em Devon, no sudoeste da Inglaterra.

Batizado de Dexter, o filhote nasceu no dia 5 de fevereiro no zoo de Paignton, que nos últimos 11 anos viu o nascimento de outros seis desses animais.

‘Há poucos filhotes tão fofos quanto os de anta’, disse o porta-voz do zoo, Neil Bemment. ‘É sempre uma boa notícia cruzar uma espécie tão popular e carismática.’

Dexter nasceu com pele rajada e algumas pintas, que desaparecerão após alguns meses para dar lugar à pele escura característica dos indivíduos adultos.

As antas brasileiras, nativas de quase todos os países sul-americanos, são consideradas em risco de extinção na maior parte dos ecossistemas onde existem no Brasil por causa da destruição de seus habitats naturais e pela prática da caça.

Estes animais vivem em áreas de florestas e savanas, alimentando-se de grama, folhagens, brotos, frutas e vegetação aquática. O período de gestação de um filhote de anta dura 13 meses.

‘O nariz da anta, curto, carnudo e em formato de tronco, ajuda o animal a farejar pela floresta, e funciona como um dedo sensível capaz de arrancar folhas e galhos’, disse o porta-voz do zoológico.

‘Além disso, é um ótimo tubo de respiração quando ela está tomando banho. As antas adoram a água e são excelente nadadoras.’

Dexter nasceu no dia 5 de fevereiro no zoo de Paignton (Foto: Zoológico de Paignton)

Dexter nasceu no dia 5 de fevereiro no zoo de Paignton (Foto: Zoológico de Paignton)

Fonte: BBC


3 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Após 11 anos, iguanas raras nascem em cativeiro

Depois de 11 anos de espera, dois filhotes das raras iguanas-das-antilhas-menores nasceram em cativeiro na ilha de Jersey, território autônomo britânico, anunciou a ONG Durrell Wildlife Conservation Trust.

A organização também seria a única no mundo a reproduzir com sucesso a espécie iguana-delicatissima, que está ameaçada de extinção em seu habitat, o Caribe, devido a diversos problemas que vão de cruzamentos com a iguana-verde, que não é natural do local, à introdução de predadores, além da destruição de seu ambiente.

Apenas alguns poucos zoológicos e parques no mundo têm espécimes das iguanas-das-antilhas-menores.

“Estamos muito felizes com a chegada destes novos filhotes. Eles estão se alimentando e crescendo bem. Vamos continuar a monitorá-los cuidadosamente em nosso departamento de herpetologia [estudo dos répteis e anfíbios]“, disse Mark Brayshaw, chefe da Coleção de Animais na sede da ONG, em Jersey.

A primeira vez que a organização conseguiu reproduzir as iguanas em cativeiro com sucesso foi em 1997.

Em 2000, mais oito iguanas nasceram, mas a partir desse ano todos os ovos colocados pelas iguanas eram não fertilizados.

Finalmente, em setembro de 2011, uma das fêmeas que foi colocada junto a um macho que chegou ao parque em 2003 produziu os dois ovos que deram origem às iguanas que nasceram após um período de incubação de 75 dias.

Os filhotes têm uma cor verde-limão, bem diferente dos adultos da espécie, que ganham um tom mais acinzentando no corpo e bege na cabeça.

“Vamos continuar nossos esforços para reproduzir as iguanas e estamos empolgados com este recente sucesso”, disse Brayshaw.

Um dos filhotes das iguanas-das-antilhas-menores que nasceu em cativeiro na ilha de Jersey, território britânico

Um dos filhotes das iguanas-das-antilhas-menores que nasceu em cativeiro na ilha de Jersey, território britânico

Fonte: Da BBC Brasil


27 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Após 11 anos, iguanas raras nascem em cativeiro

Um dos filhotes das iguanas-das-antilhas-menores que nasceu em cativeiro na ilha de Jersey, território britânico

Um dos filhotes das iguanas-das-antilhas-menores que nasceu em cativeiro na ilha de Jersey, território britânico (Durrell Wildlife Conservation Trust)

 

Depois de 11 anos de espera, dois filhotes das raras iguanas-das-antilhas-menores nasceram em cativeiro na ilha de Jersey, território autônomo britânico, anunciou a ONG Durrell Wildlife Conservation Trust.

A organização também seria a única no mundo a reproduzir com sucesso a espécie iguana-delicatissima, que está ameaçada de extinção em seu habitat, o Caribe, devido a diversos problemas que vão de cruzamentos com a iguana verde, que não é natural do local, à introdução de predadores, além da destruição de seu ambiente.

Apenas alguns poucos zoológicos e parques no mundo têm espécimes das iguanas-das-antilhas-menores.

“Estamos muito felizes com a chegada destes novos filhotes. Eles estão se alimentando e crescendo bem. Vamos continuar a monitorá-los cuidadosamente em nosso departamento de herpetologia [estudo dos répteis e anfíbios]“, disse Mark Brayshaw, chefe da Coleção de Animais na sede da ONG, em Jersey.

A primeira vez que a organização conseguiu reproduzir as iguanas em cativeiro com sucesso foi em 1997.

Em 2000, mais oito iguanas nasceram, mas a partir desse ano todos os ovos colocados pelas iguanas eram não fertilizados.

Finalmente, em setembro de 2011, uma das fêmeas que foi colocada junto a um macho que chegou ao parque em 2003 produziu os dois ovos que deram origem às iguanas que nasceram após um período de incubação de 75 dias.

Os filhotes têm uma cor verde-limão, bem diferente dos adultos da espécie, que ganham um tom mais acinzentando no corpo e bege na cabeça.

“Vamos continuar nossos esforços para reproduzir as iguanas e estamos empolgados com este recente sucesso”, disse Brayshaw.

Fonte: BBC Brasil


8 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Casamento ‘arranjado’ de gorilas em zoo tem fim trágico nos EUA

Morte de bebê gorila ilustra dificuldades enfrentadas por biólogos na luta para preservar espécies ameaçadas.

Biólogos que trabalham em zoológicos usam análise genética, dados demográficos e um conhecimento íntimo dos animais para planejar sua reprodução.

A ideia é evitar procriações consanguíneas e assegurar o nascimento de bebês saudáveis. Às vezes, no entanto, toda a ciência e o cuidado atento dos funcionários do zoológico não são suficientes para evitar uma tragédia.

O gorila Kwan, de 22 anos, e a fêmea Bana, de 16, foram apresentados um ao outro no Lincoln Park Zoo, em Chicago, e pareciam formar um bom par.

Kwan já tinha um filho pequeno. Bana, apesar de mais nova, parecia pronta para a maternidade.

Análises feitas por computador mostraram que o casal, cuja espécie é original das planícies ocidentais africanas, não possuía ancestrais recentes em comum – ou seja, do ponto de vista genético, os dois formavam um bom par.

Bana foi trazida do zoológico onde vivia, em Brookfield, no mesmo Estado de Illinois, a cerca de 30 km de distância. Meses depois, no dia 16 de novembro, ela teve um bebê fêmea. No entanto, pouco mais de uma semana depois, o bebê apareceu morto.

Casos de infanticídio não são raros entre gorilas. Em maio último, no London Zoo (o zoológico de Londres), um gorila de sete meses cujo pai havia morrido foi morto por um macho adulto introduzido no grupo pela equipe do zoológico.

Os especialistas do Lincoln Park Zoo não sabem ao certo o que aconteceu no caso da bebê gorila. Mas a diretora de comunicações do zoológico, Sharon Dewar, disse que a equipe não acredita que tenha havido infanticídio e, sim, um trágico acidente.

Controle sexual
A união de Kwan e Bana resultou de um sofisticado plano de reprodução criado por uma equipe de biólogos para assegurar a futura saúde genética da população de gorilas dos Estados Unidos.

Os gorilas das planícies ocidentais estão entre cerca de 300 espécies de animais em zoológicos nos Estados Unidos cujas vidas sexuais são cuidadosamente controladas pelo Population Management Center – centro de administração de populações – do Lincoln Park Zoo.

No centro, especialistas em diversas espécies assumem o papel de cupidos, formando casais de tamanduás, ocapis, papagaios e muitos outros animais. O centro tem mais de 80 mil criaturas sob seu controle.

A diretora do centro, Sarah Long, disse que o processo é parecido com sites que intermedeiam namoros, para pessoas que procuram parceiros pela internet.

‘Usamos computadores e bancos de dados para juntar um macho com uma fêmea – e às vezes produzir filhos’, disse Long.

Ela explicou que o objetivo dos zoológicos hoje em dia não é trazer animais selvagens para o cativeiro. ‘Hoje, os zoológicos estão mais focados em preservar o que já têm’.O programa de computador compara as linhagens dos machos e das fêmeas, muitas vezes traçando sua árvore genealógica até o tempo em que viviam livres, para determinar se formam um bom par do ponto de vista genético.

O que eles querem são dois animais cujos genes são raros naquela população – ou seja, que tenham poucos parentes vivendo nos zoológicos americanos.

Outros fatores considerados são idade, distância entre os zoológicos onde os animais vivem e se o zoológico tem recursos para cuidar de mais um animal.

‘Analisamos a idade daquela girafa. Ela é valiosa ou não?’, exemplificou Long.

‘Queremos que ela se reproduza? Ela está em idade de reproduzir? Existe um macho por aí, tão valioso quanto ela, com quem ela poderia se acasalar? Ele tem a idade correta?’

Bana e Kwan
No ano passado, havia 342 gorilas das planícies ocidentais distribuídos por 52 zoológicos nos Estados Unidos.

Kwan estava maduro do ponto de vista sexual e social, e Bana vivia a poucos quilômetros de distância.A equipe do Lincoln Park Zoo achava que Bana se encaixaria bem na irmandade de gorilas fêmeas que já vivia com Kwan e com seu filho Amare, de seis anos.A jovem gorila foi transportada para seu novo lar em um veículo com condições climáticas controladas.

Bana e Kwan foram apresentados e começou a paquera. Bana olhava insistentemente para Kwan, muitas vezes durante uma hora inteira.

‘Demos pílulas anticoncepcionais a ela para assegurar que estaria socialmente integrada no grupo antes de ficar grávida’, disse Long.

Embora estivesse tomando a pílula, Bana entrava no cio e o casal ‘convidava um ao outro para o acasalamento’, explicou Maureen Leahy, curadora de primatas do Lincoln Park Zoo.

Bebê saudável
Nesse meio-tempo, Bana ia se adaptando à sua posição baixa na hierarquia social do grupo.

Muitas vezes, isso requeria que ela mantivesse distância de Kwan, que na sua condição de macho de lombo prateado, ocupava o topo da hierarquia social. (Nessa espécie, a pelagem nas costas do macho dominante, no pico de sua maturidade sexual, ganha a cor prateada.)

Finalmente, os especialistas do zoológico decidiram que Bana estava pronta para ser mãe e pararam de lhe dar a pílula.

O bebê nasceu saudável.

Para se certificar de que tudo corria bem, a equipe manteve mãe e filha sob observação durante 24 horas por dia nos sete primeiros dias de vida da criança.

Bana aprendia rápido a cuidar da bebê. Seu status social se elevou. Ela começou a comer junto com Kwan, que reconheceu a filha como sua e a protegia quando outros gorilas brincavam nas redondezas.

Mas na manhã do dia 25 de novembro, nove dias após o nascimento, a equipe do zoológico notou que a bebê parecia sem vida nos braços da mãe. Logo, os especialistas se deram conta de que ela havia morrido durante a noite.

Investigações revelaram que a bebê havia morrido por causa de uma fratura no crânio.

A equipe enfatizou, no entanto, que não houve violência: uma autópsia constatou que não havia outros ferimentos, arranhões, pancadas ou sinais de pelos arrancados. O bebê estava em saúde perfeita.

‘A única coisa que parece ser causa determinante da morte parece ser um traumatismo na parte de trás da cabeça’, disse Leahy. ‘Foi um acidente’.

‘Não há sinais de que o grupo (tenha se comportado de forma) inapropriada’.

Luto
Leahy disse que a morte da bebê gorila não levou a equipe do Population Management Center a questionar sua decisão de emparelhar Kwan e Bana.

‘Bana vinha demonstrando comportamento maternal totalmente apropriado e o próprio grupo social vinha demonstrando comportamento apropriado (em relação) a um novo bebê’, disse. ‘No meu entendimento, esses eram sinais de sucesso’.

No momento, os gorilas aparentam estar de luto.

‘O grupo como um todo definitivamente reconheceu a perda dessa criança’, disse Leahy.

‘Houve muitas fungadas e contato físico (de) algumas das fêmeas que em outras situações não teriam necessariamente interagido com Bana. O grupo todo realmente deu atenção a ela durante vários dias após o bebê ter partido. Em termos de comportamento, o grupo estava um pouco apático’.

Kwan e Bana vêm passando tempo juntos e Leahy disse esperar que ainda possa haver um final feliz para essa história.

‘Vamos continuar a manter nossa recomendação de que ela se reproduza’, disse. ‘Vamos continuar a deixar que a natureza siga seu curso natural.’

Casamento 'arranjado' de gorilas em zoo tem fim trágico nos EUA (Foto: BBC)

Casamento 'arranjado' de gorilas em zoo tem fim trágico nos EUA (Foto: BBC)

Fonte: BBC


8 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Tubarão de espécie ameçada de extinção dá à luz em aquário

Ann, fêmea de tubarão-anjo, teve vinte filhotes em cativeiro no aquário da cidade de Fife, na Escócia.

Um tubarão de uma espécie ameaçada deu à luz 20 filhotes em um aquário da Escócia. Ann, a fêmea de tubarão-anjo deu à luz 16 filhotes até a quarta-feira (7). Na quinta (8), Ann deu à luz mais quatro. Os filhotes e a mãe estão no aquário Deep Sea World, em Fife.

Chris Smith, do Deep Sea World, acompanhou os nascimentos e conta que os filhotes de tubarão apresentam grande variedade nos tamanhos e características. Smith conta que o primeiro filhote a nascer, foi prematuro e nasceu há cerca de três semanas.

“Ele está sendo tratado em um local especial do aquário, um ambiente seguro, monitorado e calmo, para onde estes outros filhotes serão levados”, disse. O tubarão-anjo pode chegar a dois metros de comprimento e foi declarado extinto no Mar do Norte em 2006.

Desde então a União Internacional para Conservação da Natureza mudou o status do tubarão e o colocou na lista de espécies ameaçadas. Frequentemente este tubarão é capturado e fica preso em redes de pesca.

Filhotes de tubarão (Foto: Reprodução/BBC)

Nasceram 20 filhotes de tubarão-anjo em um aquário da Escócia (Foto: Reprodução/BBC)

Fonte: BBC Brasil


8 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Bebê elefante com dez dias de vida faz primeira aparição em zoo alemão

Ainda sem nome, o pequeno mamífero foi fotografado em Munique.
A fêmea de elefante aproveitou o dia para conhecer onde vive.

Nesta terça-feira (8), um filhote de elefante com dez dias de vida explora a área que vive com sua mãe, a fêmea Panang, no zoológico de Munique, na Alemanha (Foto: Matthias Schrader/AP)

Nesta terça-feira (8), uma fêmea de elefante com dez dias de vida explora a área onde vive com sua mãe, a fêmea Panang, no zoológico de Munique, na Alemanha (Foto: Matthias Schrader/AP)

Foi a primeira aparição em público do filhote, que ainda não recebeu nome. (Foto: Matthias Schrader/AP)

Foi a primeira aparição em público da filhote, que ainda não recebeu nome (Foto: Matthias Schrader/AP)

Fonte: Do Globo Natureza, São Paulo


27 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Filhote de macaco amazônico nasce em zoológico de Israel

Exemplar de caiarara tem apenas uma semana de vida.
Espécie habita o norte do Brasil e países vizinhos.

O filhote de caiarara aparece agarrado à sua mãe apenas uma semana após seu nascimento no zoológico Ramat Gan Safari, em Telavive (Israel). A espécie vive no norte da Amazônia brasileira, bem como em países vizinhos na região, como as Guianas e a Venezuela. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), essa espécie não se encontra ameaçada de extinção. (Foto: AFP)

Filhote de macaco caiarara (Cebus olivaceus) aparece agarrado à mãe apenas uma semana após seu nascimento no zoológico Ramat Gan Safari, em Telavive (Israel). A espécie vive no norte da Amazônia brasileira, bem como em países vizinhos na região, como as Guianas e a Venezuela. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), essa espécie não se encontra ameaçada de extinção. (Foto: AFP)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


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20 de março de 2013 | nenhum comentário »

Filhote de condor é cuidado por ‘boneco’ para ser solto na natureza

Fantoche trata o animal para que não haja interferência direta de humanos.
Wesa tem só 2 semanas e uma fome voraz: come até 15 roedores por dia.

Um filhote de condor com apenas duas semanas de vida foi o primeiro do ano a nascer no Zoológico e Safári de San Diego, no estado americano da Califórnia. Chamado de Wesa, o animal veio ao mundo no dia 24 de fevereiro.

Na foto acima, o pequeno condor aparece ao lado de um fantoche que imita um espécime adulto. O boneco em forma de luva serve como preparação para o filhote ser liberado ao ambiente selvagem no futuro.

Dessa maneira, o animalzinho não recebe interferência direta dos funcionários do zoológico, já que é a “falsa mãe” que cuida dele. E, uma vez na floresta, essa ave de rapina não vai depender dos humanos para se alimentar. Wesa tem boa saúde e um apetite voraz: chega a comer até 15 roedores por dia.

Segundo o cuidador Ron Webb, o zoológico inaugurou seu programa para recuperação de condores em 1980, quando havia apenas 22 bichos da espécie restantes no mundo. Desde então, o parque já chocou 173 ovos e soltou 80 animais na natureza.

Atualmente, existem mais de 400 condores no planeta, metade dos quais voa livre em estados como Baixa Califórnia, no México, Califórnia e Arizona, nos EUA.

Filhote de condor Wesa é o 1º do ano a nascer em zoológico de San Diego (Foto: San Diego Zoo/Ken Bohn/AFP)

Filhote de condor Wesa é o 1º do ano a nascer em zoo de San Diego (Foto: San Diego Zoo/Ken Bohn/AFP)

Fonte: Globo Natureza


7 de agosto de 2012 | nenhum comentário »

Inseminação artificial gera o primeiro bebê elefante em zoológico francês

Fêmea de 18 dias se chama Rungwe e dá passos iniciais ao lado da mãe.
Animais vivem na comuna de Saint-Aignan-sur-Cher, região central do país.

Bebê elefante (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Primeiro bebê elefante gerado por inseminação artificial é apresentado no Zoológico e Aquário de Beauval, na comuna francesa de Saint-Aignan-sur-Cher, região central do país. Em 2009, foram coletadas amostras de sêmen de dez machos na África do Sul e distribuídas a zoos europeus (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Bebê elefante (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Filhote da espécie africana é uma fêmea chamada Rungwe (em homenagem a um vulcão da Tanzânia), e nasceu no dia 20 de julho. A gestação da mãe, N'Dala, durou 23 meses. A população de elefantes na Europa está em declínio pelo envelhecimento e consequente redução da fertilidade (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Bebê elefante 3 (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Aos 18 dias de vida, elefante come com a mãe e se diverte no feno. Na 1ª medição, Rungwe tinha 150 kg e 1 metro de altura. Ela deve tomar de 10 a 12 litros de leite por dia durante 2 anos, mas já aos 6 meses serão incluídos aos poucos alguns vegetais na dieta. A espécie africana está ameaçada pela caça, comércio ilegal de marfim, agricultura e urbanização. Há 15 anos, havia só 40 mil indivíduos (Foto: Jean-François Monier/AFP)

Fonte: Globo Natureza


2 de maio de 2012 | nenhum comentário »

Foca tem primeiro filhote aos 16 anos e surpreende aquário dos EUA

Bebê nasceu com nove quilos na última sexta-feira, na Califórnia.
Segundo especialista, focas adultas começam a ter filhotes aos quatro anos.

O Aquário do Pacífico, em Long Beach, na Califórnia, divulgou imagem que mostra Shelby, uma foca fêmea que vive no local e deu à luz seu primeiro bebê na última sexta-feira (27). O filhote nasceu com nove quilos.

Segundo Dudley Wigdahl, curador do aquário, localizado na Costa Oeste dos Estados Unidos, o nascimento surpreendeu a todos porque a foca tem idade avançada para ser mãe. O especialista diz que um espécime adulto começa a ter seus primeiros filhos aos quatro ou cinco anos de idade.

A foca Shelby, de 16 anos, faz carinho em seu filhote, que nasceu na última sexta-feira, nos Estados Unidos. (Foto: Terri Haines, Aquarium of the Pacific/AP)

A foca Shelby, de 16 anos, faz carinho em seu filhote, que nasceu na última sexta-feira, nos Estados Unidos. (Foto: Terri Haines, Aquarium of the Pacific/AP)

Fonte: Globo Natureza


13 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Filhote de anta brasileira ameaçada nasce em zoológico britânico

Animal foi o sétimo a nascer em zoo de Devon nos últimos 11 anos.

Um filhote de anta brasileira, animal considerado ameaçado no Brasil, é o mais novo recém-chegado em um zoológico em Devon, no sudoeste da Inglaterra.

Batizado de Dexter, o filhote nasceu no dia 5 de fevereiro no zoo de Paignton, que nos últimos 11 anos viu o nascimento de outros seis desses animais.

‘Há poucos filhotes tão fofos quanto os de anta’, disse o porta-voz do zoo, Neil Bemment. ‘É sempre uma boa notícia cruzar uma espécie tão popular e carismática.’

Dexter nasceu com pele rajada e algumas pintas, que desaparecerão após alguns meses para dar lugar à pele escura característica dos indivíduos adultos.

As antas brasileiras, nativas de quase todos os países sul-americanos, são consideradas em risco de extinção na maior parte dos ecossistemas onde existem no Brasil por causa da destruição de seus habitats naturais e pela prática da caça.

Estes animais vivem em áreas de florestas e savanas, alimentando-se de grama, folhagens, brotos, frutas e vegetação aquática. O período de gestação de um filhote de anta dura 13 meses.

‘O nariz da anta, curto, carnudo e em formato de tronco, ajuda o animal a farejar pela floresta, e funciona como um dedo sensível capaz de arrancar folhas e galhos’, disse o porta-voz do zoológico.

‘Além disso, é um ótimo tubo de respiração quando ela está tomando banho. As antas adoram a água e são excelente nadadoras.’

Dexter nasceu no dia 5 de fevereiro no zoo de Paignton (Foto: Zoológico de Paignton)

Dexter nasceu no dia 5 de fevereiro no zoo de Paignton (Foto: Zoológico de Paignton)

Fonte: BBC


3 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Após 11 anos, iguanas raras nascem em cativeiro

Depois de 11 anos de espera, dois filhotes das raras iguanas-das-antilhas-menores nasceram em cativeiro na ilha de Jersey, território autônomo britânico, anunciou a ONG Durrell Wildlife Conservation Trust.

A organização também seria a única no mundo a reproduzir com sucesso a espécie iguana-delicatissima, que está ameaçada de extinção em seu habitat, o Caribe, devido a diversos problemas que vão de cruzamentos com a iguana-verde, que não é natural do local, à introdução de predadores, além da destruição de seu ambiente.

Apenas alguns poucos zoológicos e parques no mundo têm espécimes das iguanas-das-antilhas-menores.

“Estamos muito felizes com a chegada destes novos filhotes. Eles estão se alimentando e crescendo bem. Vamos continuar a monitorá-los cuidadosamente em nosso departamento de herpetologia [estudo dos répteis e anfíbios]“, disse Mark Brayshaw, chefe da Coleção de Animais na sede da ONG, em Jersey.

A primeira vez que a organização conseguiu reproduzir as iguanas em cativeiro com sucesso foi em 1997.

Em 2000, mais oito iguanas nasceram, mas a partir desse ano todos os ovos colocados pelas iguanas eram não fertilizados.

Finalmente, em setembro de 2011, uma das fêmeas que foi colocada junto a um macho que chegou ao parque em 2003 produziu os dois ovos que deram origem às iguanas que nasceram após um período de incubação de 75 dias.

Os filhotes têm uma cor verde-limão, bem diferente dos adultos da espécie, que ganham um tom mais acinzentando no corpo e bege na cabeça.

“Vamos continuar nossos esforços para reproduzir as iguanas e estamos empolgados com este recente sucesso”, disse Brayshaw.

Um dos filhotes das iguanas-das-antilhas-menores que nasceu em cativeiro na ilha de Jersey, território britânico

Um dos filhotes das iguanas-das-antilhas-menores que nasceu em cativeiro na ilha de Jersey, território britânico

Fonte: Da BBC Brasil


27 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Após 11 anos, iguanas raras nascem em cativeiro

Um dos filhotes das iguanas-das-antilhas-menores que nasceu em cativeiro na ilha de Jersey, território britânico

Um dos filhotes das iguanas-das-antilhas-menores que nasceu em cativeiro na ilha de Jersey, território britânico (Durrell Wildlife Conservation Trust)

 

Depois de 11 anos de espera, dois filhotes das raras iguanas-das-antilhas-menores nasceram em cativeiro na ilha de Jersey, território autônomo britânico, anunciou a ONG Durrell Wildlife Conservation Trust.

A organização também seria a única no mundo a reproduzir com sucesso a espécie iguana-delicatissima, que está ameaçada de extinção em seu habitat, o Caribe, devido a diversos problemas que vão de cruzamentos com a iguana verde, que não é natural do local, à introdução de predadores, além da destruição de seu ambiente.

Apenas alguns poucos zoológicos e parques no mundo têm espécimes das iguanas-das-antilhas-menores.

“Estamos muito felizes com a chegada destes novos filhotes. Eles estão se alimentando e crescendo bem. Vamos continuar a monitorá-los cuidadosamente em nosso departamento de herpetologia [estudo dos répteis e anfíbios]“, disse Mark Brayshaw, chefe da Coleção de Animais na sede da ONG, em Jersey.

A primeira vez que a organização conseguiu reproduzir as iguanas em cativeiro com sucesso foi em 1997.

Em 2000, mais oito iguanas nasceram, mas a partir desse ano todos os ovos colocados pelas iguanas eram não fertilizados.

Finalmente, em setembro de 2011, uma das fêmeas que foi colocada junto a um macho que chegou ao parque em 2003 produziu os dois ovos que deram origem às iguanas que nasceram após um período de incubação de 75 dias.

Os filhotes têm uma cor verde-limão, bem diferente dos adultos da espécie, que ganham um tom mais acinzentando no corpo e bege na cabeça.

“Vamos continuar nossos esforços para reproduzir as iguanas e estamos empolgados com este recente sucesso”, disse Brayshaw.

Fonte: BBC Brasil


8 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Casamento ‘arranjado’ de gorilas em zoo tem fim trágico nos EUA

Morte de bebê gorila ilustra dificuldades enfrentadas por biólogos na luta para preservar espécies ameaçadas.

Biólogos que trabalham em zoológicos usam análise genética, dados demográficos e um conhecimento íntimo dos animais para planejar sua reprodução.

A ideia é evitar procriações consanguíneas e assegurar o nascimento de bebês saudáveis. Às vezes, no entanto, toda a ciência e o cuidado atento dos funcionários do zoológico não são suficientes para evitar uma tragédia.

O gorila Kwan, de 22 anos, e a fêmea Bana, de 16, foram apresentados um ao outro no Lincoln Park Zoo, em Chicago, e pareciam formar um bom par.

Kwan já tinha um filho pequeno. Bana, apesar de mais nova, parecia pronta para a maternidade.

Análises feitas por computador mostraram que o casal, cuja espécie é original das planícies ocidentais africanas, não possuía ancestrais recentes em comum – ou seja, do ponto de vista genético, os dois formavam um bom par.

Bana foi trazida do zoológico onde vivia, em Brookfield, no mesmo Estado de Illinois, a cerca de 30 km de distância. Meses depois, no dia 16 de novembro, ela teve um bebê fêmea. No entanto, pouco mais de uma semana depois, o bebê apareceu morto.

Casos de infanticídio não são raros entre gorilas. Em maio último, no London Zoo (o zoológico de Londres), um gorila de sete meses cujo pai havia morrido foi morto por um macho adulto introduzido no grupo pela equipe do zoológico.

Os especialistas do Lincoln Park Zoo não sabem ao certo o que aconteceu no caso da bebê gorila. Mas a diretora de comunicações do zoológico, Sharon Dewar, disse que a equipe não acredita que tenha havido infanticídio e, sim, um trágico acidente.

Controle sexual
A união de Kwan e Bana resultou de um sofisticado plano de reprodução criado por uma equipe de biólogos para assegurar a futura saúde genética da população de gorilas dos Estados Unidos.

Os gorilas das planícies ocidentais estão entre cerca de 300 espécies de animais em zoológicos nos Estados Unidos cujas vidas sexuais são cuidadosamente controladas pelo Population Management Center – centro de administração de populações – do Lincoln Park Zoo.

No centro, especialistas em diversas espécies assumem o papel de cupidos, formando casais de tamanduás, ocapis, papagaios e muitos outros animais. O centro tem mais de 80 mil criaturas sob seu controle.

A diretora do centro, Sarah Long, disse que o processo é parecido com sites que intermedeiam namoros, para pessoas que procuram parceiros pela internet.

‘Usamos computadores e bancos de dados para juntar um macho com uma fêmea – e às vezes produzir filhos’, disse Long.

Ela explicou que o objetivo dos zoológicos hoje em dia não é trazer animais selvagens para o cativeiro. ‘Hoje, os zoológicos estão mais focados em preservar o que já têm’.O programa de computador compara as linhagens dos machos e das fêmeas, muitas vezes traçando sua árvore genealógica até o tempo em que viviam livres, para determinar se formam um bom par do ponto de vista genético.

O que eles querem são dois animais cujos genes são raros naquela população – ou seja, que tenham poucos parentes vivendo nos zoológicos americanos.

Outros fatores considerados são idade, distância entre os zoológicos onde os animais vivem e se o zoológico tem recursos para cuidar de mais um animal.

‘Analisamos a idade daquela girafa. Ela é valiosa ou não?’, exemplificou Long.

‘Queremos que ela se reproduza? Ela está em idade de reproduzir? Existe um macho por aí, tão valioso quanto ela, com quem ela poderia se acasalar? Ele tem a idade correta?’

Bana e Kwan
No ano passado, havia 342 gorilas das planícies ocidentais distribuídos por 52 zoológicos nos Estados Unidos.

Kwan estava maduro do ponto de vista sexual e social, e Bana vivia a poucos quilômetros de distância.A equipe do Lincoln Park Zoo achava que Bana se encaixaria bem na irmandade de gorilas fêmeas que já vivia com Kwan e com seu filho Amare, de seis anos.A jovem gorila foi transportada para seu novo lar em um veículo com condições climáticas controladas.

Bana e Kwan foram apresentados e começou a paquera. Bana olhava insistentemente para Kwan, muitas vezes durante uma hora inteira.

‘Demos pílulas anticoncepcionais a ela para assegurar que estaria socialmente integrada no grupo antes de ficar grávida’, disse Long.

Embora estivesse tomando a pílula, Bana entrava no cio e o casal ‘convidava um ao outro para o acasalamento’, explicou Maureen Leahy, curadora de primatas do Lincoln Park Zoo.

Bebê saudável
Nesse meio-tempo, Bana ia se adaptando à sua posição baixa na hierarquia social do grupo.

Muitas vezes, isso requeria que ela mantivesse distância de Kwan, que na sua condição de macho de lombo prateado, ocupava o topo da hierarquia social. (Nessa espécie, a pelagem nas costas do macho dominante, no pico de sua maturidade sexual, ganha a cor prateada.)

Finalmente, os especialistas do zoológico decidiram que Bana estava pronta para ser mãe e pararam de lhe dar a pílula.

O bebê nasceu saudável.

Para se certificar de que tudo corria bem, a equipe manteve mãe e filha sob observação durante 24 horas por dia nos sete primeiros dias de vida da criança.

Bana aprendia rápido a cuidar da bebê. Seu status social se elevou. Ela começou a comer junto com Kwan, que reconheceu a filha como sua e a protegia quando outros gorilas brincavam nas redondezas.

Mas na manhã do dia 25 de novembro, nove dias após o nascimento, a equipe do zoológico notou que a bebê parecia sem vida nos braços da mãe. Logo, os especialistas se deram conta de que ela havia morrido durante a noite.

Investigações revelaram que a bebê havia morrido por causa de uma fratura no crânio.

A equipe enfatizou, no entanto, que não houve violência: uma autópsia constatou que não havia outros ferimentos, arranhões, pancadas ou sinais de pelos arrancados. O bebê estava em saúde perfeita.

‘A única coisa que parece ser causa determinante da morte parece ser um traumatismo na parte de trás da cabeça’, disse Leahy. ‘Foi um acidente’.

‘Não há sinais de que o grupo (tenha se comportado de forma) inapropriada’.

Luto
Leahy disse que a morte da bebê gorila não levou a equipe do Population Management Center a questionar sua decisão de emparelhar Kwan e Bana.

‘Bana vinha demonstrando comportamento maternal totalmente apropriado e o próprio grupo social vinha demonstrando comportamento apropriado (em relação) a um novo bebê’, disse. ‘No meu entendimento, esses eram sinais de sucesso’.

No momento, os gorilas aparentam estar de luto.

‘O grupo como um todo definitivamente reconheceu a perda dessa criança’, disse Leahy.

‘Houve muitas fungadas e contato físico (de) algumas das fêmeas que em outras situações não teriam necessariamente interagido com Bana. O grupo todo realmente deu atenção a ela durante vários dias após o bebê ter partido. Em termos de comportamento, o grupo estava um pouco apático’.

Kwan e Bana vêm passando tempo juntos e Leahy disse esperar que ainda possa haver um final feliz para essa história.

‘Vamos continuar a manter nossa recomendação de que ela se reproduza’, disse. ‘Vamos continuar a deixar que a natureza siga seu curso natural.’

Casamento 'arranjado' de gorilas em zoo tem fim trágico nos EUA (Foto: BBC)

Casamento 'arranjado' de gorilas em zoo tem fim trágico nos EUA (Foto: BBC)

Fonte: BBC


8 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Tubarão de espécie ameçada de extinção dá à luz em aquário

Ann, fêmea de tubarão-anjo, teve vinte filhotes em cativeiro no aquário da cidade de Fife, na Escócia.

Um tubarão de uma espécie ameaçada deu à luz 20 filhotes em um aquário da Escócia. Ann, a fêmea de tubarão-anjo deu à luz 16 filhotes até a quarta-feira (7). Na quinta (8), Ann deu à luz mais quatro. Os filhotes e a mãe estão no aquário Deep Sea World, em Fife.

Chris Smith, do Deep Sea World, acompanhou os nascimentos e conta que os filhotes de tubarão apresentam grande variedade nos tamanhos e características. Smith conta que o primeiro filhote a nascer, foi prematuro e nasceu há cerca de três semanas.

“Ele está sendo tratado em um local especial do aquário, um ambiente seguro, monitorado e calmo, para onde estes outros filhotes serão levados”, disse. O tubarão-anjo pode chegar a dois metros de comprimento e foi declarado extinto no Mar do Norte em 2006.

Desde então a União Internacional para Conservação da Natureza mudou o status do tubarão e o colocou na lista de espécies ameaçadas. Frequentemente este tubarão é capturado e fica preso em redes de pesca.

Filhotes de tubarão (Foto: Reprodução/BBC)

Nasceram 20 filhotes de tubarão-anjo em um aquário da Escócia (Foto: Reprodução/BBC)

Fonte: BBC Brasil


8 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Bebê elefante com dez dias de vida faz primeira aparição em zoo alemão

Ainda sem nome, o pequeno mamífero foi fotografado em Munique.
A fêmea de elefante aproveitou o dia para conhecer onde vive.

Nesta terça-feira (8), um filhote de elefante com dez dias de vida explora a área que vive com sua mãe, a fêmea Panang, no zoológico de Munique, na Alemanha (Foto: Matthias Schrader/AP)

Nesta terça-feira (8), uma fêmea de elefante com dez dias de vida explora a área onde vive com sua mãe, a fêmea Panang, no zoológico de Munique, na Alemanha (Foto: Matthias Schrader/AP)

Foi a primeira aparição em público do filhote, que ainda não recebeu nome. (Foto: Matthias Schrader/AP)

Foi a primeira aparição em público da filhote, que ainda não recebeu nome (Foto: Matthias Schrader/AP)

Fonte: Do Globo Natureza, São Paulo


27 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Filhote de macaco amazônico nasce em zoológico de Israel

Exemplar de caiarara tem apenas uma semana de vida.
Espécie habita o norte do Brasil e países vizinhos.

O filhote de caiarara aparece agarrado à sua mãe apenas uma semana após seu nascimento no zoológico Ramat Gan Safari, em Telavive (Israel). A espécie vive no norte da Amazônia brasileira, bem como em países vizinhos na região, como as Guianas e a Venezuela. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), essa espécie não se encontra ameaçada de extinção. (Foto: AFP)

Filhote de macaco caiarara (Cebus olivaceus) aparece agarrado à mãe apenas uma semana após seu nascimento no zoológico Ramat Gan Safari, em Telavive (Israel). A espécie vive no norte da Amazônia brasileira, bem como em países vizinhos na região, como as Guianas e a Venezuela. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), essa espécie não se encontra ameaçada de extinção. (Foto: AFP)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


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