2 de abril de 2012 | nenhum comentário »

Nova espécie de crustáceo é encontrada na Nova Zelândia

Grande diversidade genética do gênero ‘Rhachotropis’, semelhante ao camarão, surpreende cientistas

Cientistas de diferentes países identificaram uma nova espécie de crustáceo do gênero chamado Rhachotropis, semelhante ao camarão. A descoberta foi feita em mares próximos a Nova Zelândia e publicada no periódico PLoS ONE.

A nova espécie recebeu o nome deRhachotropis novazealandica, em homenagem ao país em que foi descoberta. É o quinto membro da mesma família a aparecer no Hemisfério Sul nos últimos dois anos.

“Nós estamos indo a áreas para onde ninguém nunca olhou antes. Assim, encontrar uma espécie nova é até bastante esperado”, explica a Dra. Katrin Linse, uma das autoras do estudo.

Esta é a primeira vez que cientistas analisam o DNA de espécies deRhachotropis, em vez de apenas suas características físicas, a fim de tentar traçar relações de parentesco entre seus membros. A equipe encontrou mais diferenças entre as espécies do que o esperado, o que sugere que muitas espécies desconhecidas ainda podem ser descobertas.

A pesquisa chegou à conclusão de que nem todas as espécies deRhachotropis que vivem na Nova Zelândia têm um antepassado comum. Os animais que vivem em águas de profundidade média desta região são mais parecidos com os do outro lado do mundo, do Oceano Ártico, do que seus próprios vizinhos que vivem logo abaixo deles, em águas mais profundas. “Este é um padrão diferente do que esperávamos”, diz a pesquisadora.

Espécies do gênero Rhachotropis vivem praticamente ao redor de todo o mundo, dos polos aos trópicos e das águas costeiras rasas ao mar profundo. Os pesquisadores querem entender como as criaturas do fundo do mar se espalharam e se adaptaram a novos habitats, e a incrível distribuição dos Rhachotropis torna o gênero ideal para tal tipo de estudo.

Rhachotropis – Este grupo de espécies é bastante semelhante aos camarões, mas seu tamanho é bem menor – o mais novo membro descoberto mede apenas 17 milímetros de comprimento. As primeiras espécies foram identificadas ainda no século XVIII e, entre as 60 já descobertas até hoje, a maioria vive em águas rasas. Isso ocorre porque espécimes que vivem em águas profundas são mais difíceis de serem encontradas. “Há muito trabalho a ser feito. Nós sabemos mais sobre a Lua do que sobre águas profundas”, diz a bióloga marinha Linse.

Detalhes da nova espécie, Rhachotropis novazealandica

Detalhes da nova espécie, Rhachotropis novazealandica (Anne-Nina Lörz / Katrin Linse / Peter J. Smith / Dirk Steinke)

Fonte: Veja Ciência


29 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Cientistas usam fósseis para reconstruir ‘pinguim gigante’ de 25 milhões de anos

Espécie pré-histórica extinta tinha 1,2 metros de altura e vivia na Nova Zelândia.

Ilustração do pinguim gigante Kairuku (Foto: AFP/BBC)

Ilustração do pinguim gigante Kairuku (Foto: AFP/BBC)

Um pinguim enorme que está extinto há 25 milhões de anos foi ‘reconstruído’ a partir de fósseis encontrados na Nova Zelândia.

Os pesquisadores usaram ossos de dois grupos distintos de restos da ave pré-histórica. O esqueleto de pinguins-reis foi usado como modelos para a reconstrução.

Pinguins da espécie pré-histórica Kairuku chegavam a ter 1,2 metros de altura. Pinguins-reis têm, em média, 90 centímetros de altura. A espécie Kairuku possuía um bico alongado e nadadeiras grandes.

O trabalho da equipe de cientistas da Nova Zelândia foi publicado na revista científica ‘Journal of Vertebrate Paleontology’.

‘Elegante’
A reconstrução comprova que a espécie era a maior das cinco existentes na Nova Zelândia no Oligoceno — época entre 36 milhões de anos e cerca 23 milhões de anos atrás.

Os cientistas descobriram que o formato do corpo do animal é diferente de qualquer outro pinguim achado até hoje, sejam fósseis ou espécies ainda existentes.

‘O Kairuku era uma ave elegante para os padrões de pinguins, com um corpo mais esguio e longas nadadeiras, mas com membros inferiores curtos e grossos’, afirma um dos autores do trabalho, Dan Ksepka, da universidade americana da Carolina do Norte.

‘Se nossa reconstrução fosse feita extrapolando o tamanho das nadadeiras, o pinguim provavelmente teria quase dois metros de altura. Na verdade, ele tinha em torno de 1,2 metros.’

Há 25 milhões de anos, a Nova Zelândia era um lugar atraente para pinguins, por oferecer comida e abrigo adequados para a espécie.

A maior parte do país estava submersa na época, com apenas algumas ilhas rochosas acima da superfície, que protegiam os pinguins de possíveis predadores.

A palavra Kairuku vem do idioma maori, e pode ser traduzido como ‘mergulhador que retorna com comida’.

Fósseis de pinguins maiores já foram descobertos em outras ocasiões. Restos de duas espécies extintas achadas no Peru sugerem que os animais tinham mais de 1,5 metros.

Fonte: BBC


17 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Nova Zelândia tenta resgatar navio cargueiro que vaza óleo

Embarcação de bandeira liberiana está encalhada há nove dias.
Empresa de salvamento espera poder bombear combustível que resta.

Equipes de emergência se apressavam nesta sexta-feira (14) para retomar o bombeamento do petróleo do navio cargueiro danificado que quase se rompeu em dois próximo à costa da Nova Zelândia, enquanto empresas envolvidas começaram a avaliar os custos do pior desastre ambiental em décadas no país.

O navio Rena, de bandeira liberiana, está encalhado há nove dias em um recife, a 22 quilômetros de Tauranga, na costa leste da Ilha Norte da Nova Zelândia, vazando cerca de 300 toneladas de óleo pesado tóxico e perdendo alguns de suas centenas de contêineres, que caíram no mar.

Autoridades disseram que o navio de 236 metros de comprimento estava em uma posição precária, e equipes de salvamento estavam se preparando para abrir buracos na popa para chegar aos tanques que armazenam mais de mil toneladas de combustível.

“O que está mantendo o navio estável no momento é o fato de que ele está deitado sobre o recife, e também algumas estruturas internas, as escadas internas, os dutos e estruturas semelhantes dentro do navio”, disse o porta-voz da Marinha neozelandesa, Andrew Berry, durante reunião com os moradores locais.

As equipes estão trabalhando para instalar equipamentos e plataformas na parte superior da popa do navio de 47.230 toneladas, que está inclinado em até 25 graus, por isso há uma superfície nivelada para trabalharem.

“Ainda existe um pouco de esperança… talvez eles consigam começar a bombear o petróleo amanhã, mas não podemos determinar o tempo que levará para as coisas; esse navio é muito, muito perigoso”, disse Matthew Watson da empresa de salvamento Svitzer.

Segundo ele, os vazamentos de petróleo do navio diminuíram e havia “um nível razoável de confiança” de que os tanques na popa estavam intactos e que assim permaneceriam.

O petróleo chegou à costa, muito frequentada por surfistas e pescadores, afetando um trecho de 60 quilômetros ao longo do litoral do país.

As condições climáticas e do mar estavam favoráveis, mas a expectativa é que os ventos se intensifiquem e possam obrigar a saída das equipes que estão trabalhando no navio, que já perdeu 88 de seus 1.380 contêineres.

Estima-se que mil  trabalhadores, incluindo soldados, especialistas em fauna selvagem e moradores, estavam nas praias retirando petróleo que vazou do navio.

Contêiner do navio Rena chega a praia próxima de Tauranga. (Foto: AFP)

Contêiner do navio Rena chega a praia próxima de Tauranga. (Foto: AFP)

Fonte: Da Reuters


21 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Pinguim da Antártida se perde e é encontrado na Nova Zelândia

Um pinguim-imperador da Antártida errou o caminho e apareceu em uma praia na Nova Zelândia. Foi a primeira vez em 40 anos que um animal da espécie foi visto no país. O animal, que foi encontrado na costa de Kapiti, na ilha Norte, tem cerca de dez meses.

Ele foi encontrado na última segunda-feira por uma moradora da região ao norte da capital, Wellington, que passeava com seu cachorro pela praia de Peka Peka.

“Eu vi uma coisa branca e brilhante em pé e achei que estava vendo coisas”, disse a mulher, Christine Wilton, ao jornal New Zealand Herald.

Funcionários do Departamento de Conservação do país dizem que o pinguim parece saudável, mas que precisará voltar logo para a Antártida para sobreviver.

Visita inesperada
Segundo o New Zealand Herald, último registro de um pinguim imperador no país foi na praia de Oreti, na ilha Sul, em 1967.

“É incrível ver um destes pinguins na costa de Kapiti. Animais incomuns da Antártida visitam nossas praias às vezes, mas não sabemos bem o porquê”, disse o porta-voz de biodiversidade do Departamento de Conservação neozelandês, Peter Simpson, ao jornal.

Pinguins-imperadores são os maiores animais da espécie e podem chegar a mais de um metro de altura quando adultos.

Pinguim-imperador típico da Antártida 'perdido' na Nova Zelândia. (Foto: AP Photo / via BBC)

Pinguim-imperador típico da Antártida 'perdido' na Nova Zelândia. (Foto: AP Photo / via BBC)

Fonte: Da BBC






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Nova espécie de crustáceo é encontrada na Nova Zelândia

Grande diversidade genética do gênero ‘Rhachotropis’, semelhante ao camarão, surpreende cientistas

Cientistas de diferentes países identificaram uma nova espécie de crustáceo do gênero chamado Rhachotropis, semelhante ao camarão. A descoberta foi feita em mares próximos a Nova Zelândia e publicada no periódico PLoS ONE.

A nova espécie recebeu o nome deRhachotropis novazealandica, em homenagem ao país em que foi descoberta. É o quinto membro da mesma família a aparecer no Hemisfério Sul nos últimos dois anos.

“Nós estamos indo a áreas para onde ninguém nunca olhou antes. Assim, encontrar uma espécie nova é até bastante esperado”, explica a Dra. Katrin Linse, uma das autoras do estudo.

Esta é a primeira vez que cientistas analisam o DNA de espécies deRhachotropis, em vez de apenas suas características físicas, a fim de tentar traçar relações de parentesco entre seus membros. A equipe encontrou mais diferenças entre as espécies do que o esperado, o que sugere que muitas espécies desconhecidas ainda podem ser descobertas.

A pesquisa chegou à conclusão de que nem todas as espécies deRhachotropis que vivem na Nova Zelândia têm um antepassado comum. Os animais que vivem em águas de profundidade média desta região são mais parecidos com os do outro lado do mundo, do Oceano Ártico, do que seus próprios vizinhos que vivem logo abaixo deles, em águas mais profundas. “Este é um padrão diferente do que esperávamos”, diz a pesquisadora.

Espécies do gênero Rhachotropis vivem praticamente ao redor de todo o mundo, dos polos aos trópicos e das águas costeiras rasas ao mar profundo. Os pesquisadores querem entender como as criaturas do fundo do mar se espalharam e se adaptaram a novos habitats, e a incrível distribuição dos Rhachotropis torna o gênero ideal para tal tipo de estudo.

Rhachotropis – Este grupo de espécies é bastante semelhante aos camarões, mas seu tamanho é bem menor – o mais novo membro descoberto mede apenas 17 milímetros de comprimento. As primeiras espécies foram identificadas ainda no século XVIII e, entre as 60 já descobertas até hoje, a maioria vive em águas rasas. Isso ocorre porque espécimes que vivem em águas profundas são mais difíceis de serem encontradas. “Há muito trabalho a ser feito. Nós sabemos mais sobre a Lua do que sobre águas profundas”, diz a bióloga marinha Linse.

Detalhes da nova espécie, Rhachotropis novazealandica

Detalhes da nova espécie, Rhachotropis novazealandica (Anne-Nina Lörz / Katrin Linse / Peter J. Smith / Dirk Steinke)

Fonte: Veja Ciência


29 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Cientistas usam fósseis para reconstruir ‘pinguim gigante’ de 25 milhões de anos

Espécie pré-histórica extinta tinha 1,2 metros de altura e vivia na Nova Zelândia.

Ilustração do pinguim gigante Kairuku (Foto: AFP/BBC)

Ilustração do pinguim gigante Kairuku (Foto: AFP/BBC)

Um pinguim enorme que está extinto há 25 milhões de anos foi ‘reconstruído’ a partir de fósseis encontrados na Nova Zelândia.

Os pesquisadores usaram ossos de dois grupos distintos de restos da ave pré-histórica. O esqueleto de pinguins-reis foi usado como modelos para a reconstrução.

Pinguins da espécie pré-histórica Kairuku chegavam a ter 1,2 metros de altura. Pinguins-reis têm, em média, 90 centímetros de altura. A espécie Kairuku possuía um bico alongado e nadadeiras grandes.

O trabalho da equipe de cientistas da Nova Zelândia foi publicado na revista científica ‘Journal of Vertebrate Paleontology’.

‘Elegante’
A reconstrução comprova que a espécie era a maior das cinco existentes na Nova Zelândia no Oligoceno — época entre 36 milhões de anos e cerca 23 milhões de anos atrás.

Os cientistas descobriram que o formato do corpo do animal é diferente de qualquer outro pinguim achado até hoje, sejam fósseis ou espécies ainda existentes.

‘O Kairuku era uma ave elegante para os padrões de pinguins, com um corpo mais esguio e longas nadadeiras, mas com membros inferiores curtos e grossos’, afirma um dos autores do trabalho, Dan Ksepka, da universidade americana da Carolina do Norte.

‘Se nossa reconstrução fosse feita extrapolando o tamanho das nadadeiras, o pinguim provavelmente teria quase dois metros de altura. Na verdade, ele tinha em torno de 1,2 metros.’

Há 25 milhões de anos, a Nova Zelândia era um lugar atraente para pinguins, por oferecer comida e abrigo adequados para a espécie.

A maior parte do país estava submersa na época, com apenas algumas ilhas rochosas acima da superfície, que protegiam os pinguins de possíveis predadores.

A palavra Kairuku vem do idioma maori, e pode ser traduzido como ‘mergulhador que retorna com comida’.

Fósseis de pinguins maiores já foram descobertos em outras ocasiões. Restos de duas espécies extintas achadas no Peru sugerem que os animais tinham mais de 1,5 metros.

Fonte: BBC


17 de outubro de 2011 | nenhum comentário »

Nova Zelândia tenta resgatar navio cargueiro que vaza óleo

Embarcação de bandeira liberiana está encalhada há nove dias.
Empresa de salvamento espera poder bombear combustível que resta.

Equipes de emergência se apressavam nesta sexta-feira (14) para retomar o bombeamento do petróleo do navio cargueiro danificado que quase se rompeu em dois próximo à costa da Nova Zelândia, enquanto empresas envolvidas começaram a avaliar os custos do pior desastre ambiental em décadas no país.

O navio Rena, de bandeira liberiana, está encalhado há nove dias em um recife, a 22 quilômetros de Tauranga, na costa leste da Ilha Norte da Nova Zelândia, vazando cerca de 300 toneladas de óleo pesado tóxico e perdendo alguns de suas centenas de contêineres, que caíram no mar.

Autoridades disseram que o navio de 236 metros de comprimento estava em uma posição precária, e equipes de salvamento estavam se preparando para abrir buracos na popa para chegar aos tanques que armazenam mais de mil toneladas de combustível.

“O que está mantendo o navio estável no momento é o fato de que ele está deitado sobre o recife, e também algumas estruturas internas, as escadas internas, os dutos e estruturas semelhantes dentro do navio”, disse o porta-voz da Marinha neozelandesa, Andrew Berry, durante reunião com os moradores locais.

As equipes estão trabalhando para instalar equipamentos e plataformas na parte superior da popa do navio de 47.230 toneladas, que está inclinado em até 25 graus, por isso há uma superfície nivelada para trabalharem.

“Ainda existe um pouco de esperança… talvez eles consigam começar a bombear o petróleo amanhã, mas não podemos determinar o tempo que levará para as coisas; esse navio é muito, muito perigoso”, disse Matthew Watson da empresa de salvamento Svitzer.

Segundo ele, os vazamentos de petróleo do navio diminuíram e havia “um nível razoável de confiança” de que os tanques na popa estavam intactos e que assim permaneceriam.

O petróleo chegou à costa, muito frequentada por surfistas e pescadores, afetando um trecho de 60 quilômetros ao longo do litoral do país.

As condições climáticas e do mar estavam favoráveis, mas a expectativa é que os ventos se intensifiquem e possam obrigar a saída das equipes que estão trabalhando no navio, que já perdeu 88 de seus 1.380 contêineres.

Estima-se que mil  trabalhadores, incluindo soldados, especialistas em fauna selvagem e moradores, estavam nas praias retirando petróleo que vazou do navio.

Contêiner do navio Rena chega a praia próxima de Tauranga. (Foto: AFP)

Contêiner do navio Rena chega a praia próxima de Tauranga. (Foto: AFP)

Fonte: Da Reuters


21 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Pinguim da Antártida se perde e é encontrado na Nova Zelândia

Um pinguim-imperador da Antártida errou o caminho e apareceu em uma praia na Nova Zelândia. Foi a primeira vez em 40 anos que um animal da espécie foi visto no país. O animal, que foi encontrado na costa de Kapiti, na ilha Norte, tem cerca de dez meses.

Ele foi encontrado na última segunda-feira por uma moradora da região ao norte da capital, Wellington, que passeava com seu cachorro pela praia de Peka Peka.

“Eu vi uma coisa branca e brilhante em pé e achei que estava vendo coisas”, disse a mulher, Christine Wilton, ao jornal New Zealand Herald.

Funcionários do Departamento de Conservação do país dizem que o pinguim parece saudável, mas que precisará voltar logo para a Antártida para sobreviver.

Visita inesperada
Segundo o New Zealand Herald, último registro de um pinguim imperador no país foi na praia de Oreti, na ilha Sul, em 1967.

“É incrível ver um destes pinguins na costa de Kapiti. Animais incomuns da Antártida visitam nossas praias às vezes, mas não sabemos bem o porquê”, disse o porta-voz de biodiversidade do Departamento de Conservação neozelandês, Peter Simpson, ao jornal.

Pinguins-imperadores são os maiores animais da espécie e podem chegar a mais de um metro de altura quando adultos.

Pinguim-imperador típico da Antártida 'perdido' na Nova Zelândia. (Foto: AP Photo / via BBC)

Pinguim-imperador típico da Antártida 'perdido' na Nova Zelândia. (Foto: AP Photo / via BBC)

Fonte: Da BBC