20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

ONG Peta pede que encantadores de serpentes usem répteis falsos na Índia

Festival hindu que começa semana que vem registra maus tratos a animais.
Desrespeito a serpentes é crime no país desde 1972, mas prática continua.

A organização internacional de proteção aos animais Peta (sigla para Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais) pediu nesta sexta-feira (20) que os encantadores de serpentes na Índia usem répteis de mentira em suas atuações durante um festival que começará na semana que vem.

Em comunicado, a organização não governamental (ONG) denunciou que as serpentes costumam ser maltratadas no festival hindu Naag Panchami, feito em homenagem à espécie e celebrado em vários pontos do país.

“Não há lugar em uma sociedade civilizada para arrancar os dentes das serpentes ou costurar suas bocas”, criticou o coordenador da Peta na Índia, Chani Singh.

Segundo a organização, os encantadores também obrigam frequentemente os répteis a beberem leite, o que provoca desidratação e às vezes leva os animais à morte semanas depois. Além disso, as glândulas que contêm o veneno das serpentes são perfuradas com uma agulha quente.

A Peta fez um pedido à instituição que representa os encantadores na Índia para que sejam usados répteis falsos. “Não caçamos serpentes nem organizamos o festival. Somos contra a crueldade”, disse à Agência Efe o porta-voz da instituição, Sandeep Mukherjee.

O porta-voz acrescentou que os encantadores de serpentes “não têm outra maneira de ganhar a vida” e pediu que o governo ajude a categoria, composta de milhares de pessoas.

Desde 1972, é crime na Índia capturar, maltratar ou matar serpentes, embora a legislação do país não tenha sido respeitada nos últimos anos e seja possível encontrar encantadores em diversos lugares.

Fonte: Globo Natureza


3 de junho de 2011 | nenhum comentário »

SBPC nega financiamento de cientistas por ONGs, citada por Rebelo

A SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) divulgou na quarta-feira (1º) uma nota rebatendo as acusações do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sobre o financiamento de cientistas no debate do Código Florestal.

Conforme mostrou uma matéria da Folha, Rebelo acusou parte dos cientistas da SBPC de serem financiados pelo “lobby ambientalista” formado por ONGs como Greenpeace e WWF.

“A SBPC, quando foi convocada pela comissão especial da Câmara, negou-se a comparecer dizendo que não tinha posição”, disse o deputado, em evento sobre sustentabilidade para empresários em São Paulo, em 26 de maio.

“Quando foi procurada pelo lobby ambientalista, que paga a alguns dos pesquisadores — paga, porque eu sei–, a SPBC resolveu manifestar-se”, completou Rebelo.

De acordo com o deputado, esses pesquisadores receberam recursos para elaborar sua colaboração técnica-científica ao debate sobre a revisão do Código Florestal.

Em resposta, a SBPC afirmou que as ONGs não participaram do grupo de trabalho criado para estudar o Código Florestal de 1965 e que os cientistas trabalharam de maneira “voluntária”.

“Tratava de trabalho técnico-científico e que, portanto, só deveria ser realizado por pesquisadores de instituições nacionais de ensino e ou pesquisa”, destaca a nota.

“O deputado falta com a verdade perante a opinião pública brasileira e os seus eleitores nas suas recentes declarações à imprensa.”

A SBPC destacou ainda que o deputado “faltou com a verdade” ao afirmar que a SBPC se negou a participar de um encontro da bancada ruralista e só se manifestar quando foi convidada pela bancada ambientalista.

“Melhor faria o deputado em ater-se objetivamente aos argumentos substanciais colocados pela ciência no debate, porque é isto que interessa à nação e é o que se espera de um legislador”, conclui.

Fonte: Sabine Righetti, Folha.com, De São Paulo.


1 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Em nota, ONGs apontam 19 falhas no Código Florestal

Uma nota técnica assinada pelo movimento SOS Florestas, que reúne sete ONGs (entre as quais Greenpeace e WWF Brasil) aponta 19 falhas na proposta do novo Código Florestal e afirma que o texto “incentiva novos desmatamentos” e permite uma “isenção quase generalizada” aos infratores ambientais.

O movimento diz que, nos termos aprovados pela Câmara, o novo código abrirá brechas para a intensificação das ameaças sobre florestas, nascentes, morros, beiras de rio e manguezais.

“A lei dificultará o controle por parte dos órgãos ambientais”, diz a nota.

Ao considerar como área rural consolidada desmatamentos ocorridos até julho de 2008, o código abrirá caminho para legalizar mais de 40 milhões de hectares derrubados na Amazônia e no Cerrado após 1998, segundo o documento.

Entre as brechas está o caso das propriedades com até quatro módulos fiscais (20 a 400 hectares, de acordo com a região), que ficarão dispensadas de recompor áreas de reserva legal desmatadas.

A proposta, apontam os ambientalistas, não prevê “limites temporais” para impedir que agricultores se enquadrem nos critérios da isenção.

O deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator do projeto na Câmara, disse que a proposta prevê critérios “claros” para a dispensa de recomposição de reserva legal –entre elas, a impossibilidade de obtenção do benefício por meio do fracionamento de áreas maiores.

Sobre a polêmica “anistia”, Rebelo disse que a “suspensão condicionada” das multas já estava prevista em decreto assinado em 2008 pelo então presidente Lula.

Fonte: Folha.com, Rodrigo Vargas, De Cuiabá


8 de março de 2011 | nenhum comentário »

ONG tenta devolver papagaios ao habitat natural

Os 68 papagaios-verdadeiros abrigados em Juquitiba (72 km a sudoeste de SP) não conhecem sua mata natal. Eles foram retirados com poucos dias de vida dos ninhos em que nasceram, em setembro de 2006, em Mato Grosso do Sul. Fruto da ação de traficantes de animais.

A volta desses bichos para o local em que nasceram, consequência de uma operação inédita em todo o país, conduzida por uma ONG (Organização Não-Governamental), deve ocorrer em meados deste ano.
O que falta são recursos financeiros para o transporte.

“Poucas operações como essa ocorreram até agora no país. Pouca gente sabe o que ocorre depois das notícias de grandes apreensões”, diz Marcelo Rocha, presidente da SOS Fauna.

As cenas a seguir são fortes. Os 68 papagaios (Amazona aestiva) que sobreviveram estavam ao lado de outros 124 filhotinhos. Deste grupo, cinco morreram depois que estavam sendo cuidados pela equipe da ONG. Dos demais, distribuídos para alguns criadores com anuência do Ibama, não se têm mais notícias.
“Eles devem ter morrido”, afirma Rocha.

A um custo de R$ 1 por dia com cada papagaio -a conta, portanto, passa dos R$ 100 mil- uma verdadeira operação de guerra precisou ser montada para que esses bichos pudessem, quem sabe, voltar para casa.
De acordo com Rocha, várias instituições e pessoas físicas já ajudaram durante esse tempo. Ele diz ter recebido exclusivamente dinheiro privado. “As esferas de Estado nunca nos ajudaram.”

Retorno – Ainda no final de 2006, os 68 papagaios que continuavam vivos estavam com saúde, voando em viveiros no interior de São Paulo. Após, inclusive, a realização de estudos genéticos com os animais, que ajudaram a precisar de onde eles vieram, começou a se desenhar a operação de retorno.

“Eles serão recolocados na região de Nova Andradina, na propriedade de um fazendeiro que está sensibilizado pelo trabalho”, diz a bióloga Juliana Ferreira, que também está colaborando com a organização ambientalista paulista. “Durante todos estes anos, um dos trabalhos feitos foi o de ensinar eles a obterem alimento sozinhos.”

Tráfico intenso – Ao contrário do que pode parecer, a soltura dos bichos em Mato Grosso do Sul não é um momento que deve ser exaltado, dizem os ambientalistas. “É importante, claro, essa volta, mas esses papagaios nunca deveriam ter sido retirados dos locais onde eles estavam vivendo”, diz. Para Rocha, muito mais do que os papagaios, quem ganha é a biodiversidade do país. “Existe uma série de relações ecológicas que podem estar sendo perdidas sem esses animais na mata. Nem sabemos precisar quantas.”

Os 192 papagaios apreendidos, em 2006, na rodovia Castello Branco, pela polícia, são apenas uma pequena mostra do que é retirado das florestas de todo o país, estima Rocha. “Apenas 10% dos animais traficados são apreendidos. Se este número está na casa dos 700 por ano, só em São Paulo, mais de 6.000 animais devem entrar de forma ilegal na região metropolitana de São Paulo, o grande polo consumidor nacional.

Quando ocorrer, a volta dos papagaios para a mata é voluntária. Um grande viveiro é montado na mata, para uma ambientação. Depois ele é aberto e quem se sentir seguro para voar, voa.

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Fonte: Eduardo Geraque/ Folha.com


7 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Estudo indica dez florestas mais ameaçadas do mundo

Mata Atlântica está na lista, feita pela ONG Conservação Internacional.
Nações Unidas lançam 2011 como o ‘Ano Internacional das Florestas’.

A organização não governamental (ONG) Conservação Internacional (CI) lançou nesta quarta-feira (2) uma pesquisa que lista as dez florestas mais ameaçadas em todo o mundo. A divulgação do estudo ocorre na mesma data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) promove oficialmente 2011 como o “Ano Internacional das Florestas”.

Todas as florestas consideradas como as mais ameaçadas pela CI já perderam 90% ou mais de sua cobertura vegetal e cada uma abriga pelo menos 1.500 espécies que só existem em nível local. De acordo com a ONG, as áreas têm espécies que estão sob o risco de extinção.

O bioma brasileiro da Mata Atlântica aparece como a quinta vegetação mais ameaçada do mundo, das quais restam apenas 8% da cobertura original, segundo a ONG. Já a floresta com maior risco de extinção fica na Indo-Birmânia, na Ásia, e já teve 95% de sua vegetação original destruída.

A lista da CI segue com a segunda vegetação mais ameaçada, que está em florestas tropicais da Nova Zelândia, também com 5% de cobertura original, seguida da floresta de sunda, na Indonésia, Malásia e Brunei (7% de cobertura original), a de Filipinas (7%), a Mata Atlântica no Brasil (8%), as montanhas das regiões central e sul da China (8%) e florestas da Califórnia, nos EUA (10%).

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De acordo com a ONG, a oitava floresta mais ameaçada do mundo fica na costa oriental da África e tem 10% da vegetação original, seguida de florestas em Madagascar e em ilhas do Oceano Índico, ainda na África (10% de cobertura original) e das florestas de Afromontane, no mesmo continente, com 11% da vegetação original.

As ONU escolheu 2011 como o “Ano Internacional das Florestas” para chamar a atenção sobre a necessidade de preservação desses locais pelo mundo. De acordo com o órgão, as florestas cobrem 30% da área do Planeta, mas abrigam 80% da biodiversidade mundial.

Fonte: Globo Natureza


29 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

EXCLUSIVO: Campanha estimula a adoção de cães com necessidades especiais

29/11/2010

Por Danielle Jordan/Ambientebrasil

A ONG Vira-Lata Vira-Vida lançou recentemente a campanha “Cães especiais – Pessoas legais”, dedicada à adoção de cães com deficiência.

O abrigo da ONG, localizado na Rodovia Piracicaba/Rio Claro, em São Paulo, cuida de 420 animais retirados das ruas, sendo que 30 possuem alguma deficiência como cegueira, sequelas de doenças ou atropelamentos, ou amputações.

Para adotar um animal nessas condições é preciso ser uma “pessoa legal” e de coração aberto, de acordo com a presidente da ONG, Miriam Miranda. “É um exemplo de humanidade. Se a vida de um animal abandonado não é fácil, imagina com limitações físicas. Essa solidariedade com certeza levará outras pessoas à reflexão”, disse.

“A ideia da campanha é quebrar o preconceito. Ao contrário do que muitos pensam, os animais deficientes levam uma vida normal e podem nos fazer muito felizes com a sua companhia”, afirmou, lembrando que os animais estão castrados, vacinados e recebendo cuidados por veterinários.

Os interessados devem entrar em contato com a ONG Vira-Lata Vira-Vida pelo telefone (19) 9831-1929. Uma psicóloga está disponível para auxiliar os interessados na adoção.
*Com informações da ascom.

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25 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Comitiva polonesa conhece projetos na área florestal

SEMA 22/11/2010

O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jorge Augusto Callado Afonso, recebeu nesta segunda-feira (22), em Curitiba, representantes das universidades polonesas Poznan University of Technology e Poznan University of Life Sciences. A comitiva veio conhecer os projetos ambientais do Paraná e propor acordo de cooperação técnica na área de monitoramento florestal.

O secretário explicou as ações desenvolvidas pelo Governo do Estado que contribuem para o equilíbrio ambiental. ‘Ao monitorar as florestas, nós monitoramos a biodiversidade como um todo e que, embora tenhamos uma diferença de ecossistemas e de clima, as bases utilizadas são as mesmas’ destacou o secretário. Ele ainda disse, que a troca de experiências com a Polônia também poderá resultar em importantes estudos acadêmicos na área ambiental.

Técnicos e diretores da Secretaria do Meio Ambiente, Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Instituto de Terras, Cartografia e Geociências (ITCG) promoveram para a comitiva polonesa um workshop sobre as possibilidades de aplicação e cooperação para implantar um sistema avançado de monitoramento de florestas no Paraná. Também participaram do Seminário, representantes da Embrapa Florestas e de organizações não governamentais (ONG) como a Mater Natura e The Nature Conservancy – TNC. Todas estas instituições já desenvolvem o monitoramento das Áreas Estratégicas para a Conservação e Recuperação da Biodiversidade do Paraná.

ESTRATÉGIA – As margens dos rios Ivaí, Piquiri, Cinzas e Iguaçu, em toda a sua extensão, são algumas das áreas apontadas como estratégicas para conservação. Também foram incluídas no levantamento áreas de remanescentes de floresta nativa existentes na região central do Paraná, nascentes de rios importantes, locais onde há grande diversidade de fauna e flora e áreas de floresta que podem ser conectadas a outros remanescentes florestais para construção de corredores de biodiversidade.

A primeira fase do programa identificou os principais remanescentes de vegetação do Paraná (áreas consideradas estratégicas para conservação) a partir do qual foram definidas as áreas necessárias para recomposição da vegetação. O mapeamento utilizou imagens de satélites (INPE 2008) considerando estudos do Ministério do Meio Ambiente sobre as áreas prioritárias para a biodiversidade; Projeto rede da biodiversidade; o sistema estadual e federal de Unidades de Conservação, Estações Ecológicas e áreas prioritárias definidas pelo Sisleg

‘Apresentamos aos nossos visitantes projetos que estão trazendo resultados positivos e toda a experiência dos nossos técnicos, contribuindo para o acordo de cooperação’, conta o engenheiro e técnico da Secretaria Sérgio Mudrovitsch de Bittencourt.

Integram a comitiva da Polônia Mikolaj Sobczak, PhD e chefe dos laboratórios de pesquisa sobre Sistemas Móveis; Andrzej Labedzki, PhD e entomologista florestal; Maciej Ulatowski, da área de Desenvolvimento de Negócios e Comercialização; o chefe de pesquisa dos Laboratórios sobre Sistemas Móveis, Szymon Wasik, e o pesquisador sênior Kamil Sedlak. 

Fonte: Agência de Notícias do Estado do Paraná – AEN

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10 de agosto de 2010 | nenhum comentário »

Cientistas procuram 100 espécies de anfíbios “perdidos”

O grupo ambientalista Conservação Internacional anunciou nesta segunda (9) o início de um programa de busca inédita para tentar redescobrir cem espécies de anfíbios considerados perdidos.

A busca é o primeiro esforço coordenado já realizado para encontrar um número tão grande de criaturas “perdidas” e ocorre em um momento em que as populações mundiais de anfíbios sofrem grande declínio. Mais de 30% de todas as espécies de anfíbios encontram-se ameaçadas, segundo informe da ONG. Muitos dos anfíbios que estão sendo procurados não são vistos há várias décadas.

Os anfíbios ajudam a controlar insetos que espalham doenças e destroem plantações agrícolas. A pele desses animais também contém componentes químicos importantes, incluindo um analgésico 200 vezes mais potente do que a morfina.

Os anfíbios são particularmente sensíveis às mudanças no meio ambiente, por isso são geralmente um indicador do dano que tem sido causado aos ecossistemas, informou a Conservação Internacional, que organiza a busca para o Grupo de Especialistas em Anfíbios da IUCN (União Mundial para a Conservação da Natureza).

Fonte: Folha.com


19 de maio de 2010 | nenhum comentário »

Rede Pró Fauna e Made in Forest

Como o IPEVS acredita que as entidades ambientalistas não governamentais desempenham importante papel na gestão democrática dos recursos naturais, aceitou o convite a ingressar na Rede Pró Fauna, um sistema computadorizado de informações sobre fauna silvestre no Estado do Paraná, baseado na organização de dados disponíveis.

Seus objetivos são:
* Gerenciamento eficiente de informações: organizar e unificar em um sistema informações disponíveis;

* Disponibilizar informações sobre fauna;

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* Incentivar o estabelecimento de parcerias, bem como a interação e intercâmbio de informações.

Ainda nesta mesma linha o IPEVS também foi convidado a fazer seu cadastro na rede Made in Forest, rede esta formada por: ONGs, eco-empresas, prestadores de eco-serviços, instituições, universidades e pessoas focadas nas causas da sustentabilidade e meio-ambiente do planeta.

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20 de julho de 2012 | nenhum comentário »

ONG Peta pede que encantadores de serpentes usem répteis falsos na Índia

Festival hindu que começa semana que vem registra maus tratos a animais.
Desrespeito a serpentes é crime no país desde 1972, mas prática continua.

A organização internacional de proteção aos animais Peta (sigla para Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais) pediu nesta sexta-feira (20) que os encantadores de serpentes na Índia usem répteis de mentira em suas atuações durante um festival que começará na semana que vem.

Em comunicado, a organização não governamental (ONG) denunciou que as serpentes costumam ser maltratadas no festival hindu Naag Panchami, feito em homenagem à espécie e celebrado em vários pontos do país.

“Não há lugar em uma sociedade civilizada para arrancar os dentes das serpentes ou costurar suas bocas”, criticou o coordenador da Peta na Índia, Chani Singh.

Segundo a organização, os encantadores também obrigam frequentemente os répteis a beberem leite, o que provoca desidratação e às vezes leva os animais à morte semanas depois. Além disso, as glândulas que contêm o veneno das serpentes são perfuradas com uma agulha quente.

A Peta fez um pedido à instituição que representa os encantadores na Índia para que sejam usados répteis falsos. “Não caçamos serpentes nem organizamos o festival. Somos contra a crueldade”, disse à Agência Efe o porta-voz da instituição, Sandeep Mukherjee.

O porta-voz acrescentou que os encantadores de serpentes “não têm outra maneira de ganhar a vida” e pediu que o governo ajude a categoria, composta de milhares de pessoas.

Desde 1972, é crime na Índia capturar, maltratar ou matar serpentes, embora a legislação do país não tenha sido respeitada nos últimos anos e seja possível encontrar encantadores em diversos lugares.

Fonte: Globo Natureza


3 de junho de 2011 | nenhum comentário »

SBPC nega financiamento de cientistas por ONGs, citada por Rebelo

A SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) divulgou na quarta-feira (1º) uma nota rebatendo as acusações do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sobre o financiamento de cientistas no debate do Código Florestal.

Conforme mostrou uma matéria da Folha, Rebelo acusou parte dos cientistas da SBPC de serem financiados pelo “lobby ambientalista” formado por ONGs como Greenpeace e WWF.

“A SBPC, quando foi convocada pela comissão especial da Câmara, negou-se a comparecer dizendo que não tinha posição”, disse o deputado, em evento sobre sustentabilidade para empresários em São Paulo, em 26 de maio.

“Quando foi procurada pelo lobby ambientalista, que paga a alguns dos pesquisadores — paga, porque eu sei–, a SPBC resolveu manifestar-se”, completou Rebelo.

De acordo com o deputado, esses pesquisadores receberam recursos para elaborar sua colaboração técnica-científica ao debate sobre a revisão do Código Florestal.

Em resposta, a SBPC afirmou que as ONGs não participaram do grupo de trabalho criado para estudar o Código Florestal de 1965 e que os cientistas trabalharam de maneira “voluntária”.

“Tratava de trabalho técnico-científico e que, portanto, só deveria ser realizado por pesquisadores de instituições nacionais de ensino e ou pesquisa”, destaca a nota.

“O deputado falta com a verdade perante a opinião pública brasileira e os seus eleitores nas suas recentes declarações à imprensa.”

A SBPC destacou ainda que o deputado “faltou com a verdade” ao afirmar que a SBPC se negou a participar de um encontro da bancada ruralista e só se manifestar quando foi convidada pela bancada ambientalista.

“Melhor faria o deputado em ater-se objetivamente aos argumentos substanciais colocados pela ciência no debate, porque é isto que interessa à nação e é o que se espera de um legislador”, conclui.

Fonte: Sabine Righetti, Folha.com, De São Paulo.


1 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Em nota, ONGs apontam 19 falhas no Código Florestal

Uma nota técnica assinada pelo movimento SOS Florestas, que reúne sete ONGs (entre as quais Greenpeace e WWF Brasil) aponta 19 falhas na proposta do novo Código Florestal e afirma que o texto “incentiva novos desmatamentos” e permite uma “isenção quase generalizada” aos infratores ambientais.

O movimento diz que, nos termos aprovados pela Câmara, o novo código abrirá brechas para a intensificação das ameaças sobre florestas, nascentes, morros, beiras de rio e manguezais.

“A lei dificultará o controle por parte dos órgãos ambientais”, diz a nota.

Ao considerar como área rural consolidada desmatamentos ocorridos até julho de 2008, o código abrirá caminho para legalizar mais de 40 milhões de hectares derrubados na Amazônia e no Cerrado após 1998, segundo o documento.

Entre as brechas está o caso das propriedades com até quatro módulos fiscais (20 a 400 hectares, de acordo com a região), que ficarão dispensadas de recompor áreas de reserva legal desmatadas.

A proposta, apontam os ambientalistas, não prevê “limites temporais” para impedir que agricultores se enquadrem nos critérios da isenção.

O deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator do projeto na Câmara, disse que a proposta prevê critérios “claros” para a dispensa de recomposição de reserva legal –entre elas, a impossibilidade de obtenção do benefício por meio do fracionamento de áreas maiores.

Sobre a polêmica “anistia”, Rebelo disse que a “suspensão condicionada” das multas já estava prevista em decreto assinado em 2008 pelo então presidente Lula.

Fonte: Folha.com, Rodrigo Vargas, De Cuiabá


8 de março de 2011 | nenhum comentário »

ONG tenta devolver papagaios ao habitat natural

Os 68 papagaios-verdadeiros abrigados em Juquitiba (72 km a sudoeste de SP) não conhecem sua mata natal. Eles foram retirados com poucos dias de vida dos ninhos em que nasceram, em setembro de 2006, em Mato Grosso do Sul. Fruto da ação de traficantes de animais.

A volta desses bichos para o local em que nasceram, consequência de uma operação inédita em todo o país, conduzida por uma ONG (Organização Não-Governamental), deve ocorrer em meados deste ano.
O que falta são recursos financeiros para o transporte.

“Poucas operações como essa ocorreram até agora no país. Pouca gente sabe o que ocorre depois das notícias de grandes apreensões”, diz Marcelo Rocha, presidente da SOS Fauna.

As cenas a seguir são fortes. Os 68 papagaios (Amazona aestiva) que sobreviveram estavam ao lado de outros 124 filhotinhos. Deste grupo, cinco morreram depois que estavam sendo cuidados pela equipe da ONG. Dos demais, distribuídos para alguns criadores com anuência do Ibama, não se têm mais notícias.
“Eles devem ter morrido”, afirma Rocha.

A um custo de R$ 1 por dia com cada papagaio -a conta, portanto, passa dos R$ 100 mil- uma verdadeira operação de guerra precisou ser montada para que esses bichos pudessem, quem sabe, voltar para casa.
De acordo com Rocha, várias instituições e pessoas físicas já ajudaram durante esse tempo. Ele diz ter recebido exclusivamente dinheiro privado. “As esferas de Estado nunca nos ajudaram.”

Retorno – Ainda no final de 2006, os 68 papagaios que continuavam vivos estavam com saúde, voando em viveiros no interior de São Paulo. Após, inclusive, a realização de estudos genéticos com os animais, que ajudaram a precisar de onde eles vieram, começou a se desenhar a operação de retorno.

“Eles serão recolocados na região de Nova Andradina, na propriedade de um fazendeiro que está sensibilizado pelo trabalho”, diz a bióloga Juliana Ferreira, que também está colaborando com a organização ambientalista paulista. “Durante todos estes anos, um dos trabalhos feitos foi o de ensinar eles a obterem alimento sozinhos.”

Tráfico intenso – Ao contrário do que pode parecer, a soltura dos bichos em Mato Grosso do Sul não é um momento que deve ser exaltado, dizem os ambientalistas. “É importante, claro, essa volta, mas esses papagaios nunca deveriam ter sido retirados dos locais onde eles estavam vivendo”, diz. Para Rocha, muito mais do que os papagaios, quem ganha é a biodiversidade do país. “Existe uma série de relações ecológicas que podem estar sendo perdidas sem esses animais na mata. Nem sabemos precisar quantas.”

Os 192 papagaios apreendidos, em 2006, na rodovia Castello Branco, pela polícia, são apenas uma pequena mostra do que é retirado das florestas de todo o país, estima Rocha. “Apenas 10% dos animais traficados são apreendidos. Se este número está na casa dos 700 por ano, só em São Paulo, mais de 6.000 animais devem entrar de forma ilegal na região metropolitana de São Paulo, o grande polo consumidor nacional.

Quando ocorrer, a volta dos papagaios para a mata é voluntária. Um grande viveiro é montado na mata, para uma ambientação. Depois ele é aberto e quem se sentir seguro para voar, voa.

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Fonte: Eduardo Geraque/ Folha.com


7 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Estudo indica dez florestas mais ameaçadas do mundo

Mata Atlântica está na lista, feita pela ONG Conservação Internacional.
Nações Unidas lançam 2011 como o ‘Ano Internacional das Florestas’.

A organização não governamental (ONG) Conservação Internacional (CI) lançou nesta quarta-feira (2) uma pesquisa que lista as dez florestas mais ameaçadas em todo o mundo. A divulgação do estudo ocorre na mesma data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) promove oficialmente 2011 como o “Ano Internacional das Florestas”.

Todas as florestas consideradas como as mais ameaçadas pela CI já perderam 90% ou mais de sua cobertura vegetal e cada uma abriga pelo menos 1.500 espécies que só existem em nível local. De acordo com a ONG, as áreas têm espécies que estão sob o risco de extinção.

O bioma brasileiro da Mata Atlântica aparece como a quinta vegetação mais ameaçada do mundo, das quais restam apenas 8% da cobertura original, segundo a ONG. Já a floresta com maior risco de extinção fica na Indo-Birmânia, na Ásia, e já teve 95% de sua vegetação original destruída.

A lista da CI segue com a segunda vegetação mais ameaçada, que está em florestas tropicais da Nova Zelândia, também com 5% de cobertura original, seguida da floresta de sunda, na Indonésia, Malásia e Brunei (7% de cobertura original), a de Filipinas (7%), a Mata Atlântica no Brasil (8%), as montanhas das regiões central e sul da China (8%) e florestas da Califórnia, nos EUA (10%).

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De acordo com a ONG, a oitava floresta mais ameaçada do mundo fica na costa oriental da África e tem 10% da vegetação original, seguida de florestas em Madagascar e em ilhas do Oceano Índico, ainda na África (10% de cobertura original) e das florestas de Afromontane, no mesmo continente, com 11% da vegetação original.

As ONU escolheu 2011 como o “Ano Internacional das Florestas” para chamar a atenção sobre a necessidade de preservação desses locais pelo mundo. De acordo com o órgão, as florestas cobrem 30% da área do Planeta, mas abrigam 80% da biodiversidade mundial.

Fonte: Globo Natureza


29 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

EXCLUSIVO: Campanha estimula a adoção de cães com necessidades especiais

29/11/2010

Por Danielle Jordan/Ambientebrasil

A ONG Vira-Lata Vira-Vida lançou recentemente a campanha “Cães especiais – Pessoas legais”, dedicada à adoção de cães com deficiência.

O abrigo da ONG, localizado na Rodovia Piracicaba/Rio Claro, em São Paulo, cuida de 420 animais retirados das ruas, sendo que 30 possuem alguma deficiência como cegueira, sequelas de doenças ou atropelamentos, ou amputações.

Para adotar um animal nessas condições é preciso ser uma “pessoa legal” e de coração aberto, de acordo com a presidente da ONG, Miriam Miranda. “É um exemplo de humanidade. Se a vida de um animal abandonado não é fácil, imagina com limitações físicas. Essa solidariedade com certeza levará outras pessoas à reflexão”, disse.

“A ideia da campanha é quebrar o preconceito. Ao contrário do que muitos pensam, os animais deficientes levam uma vida normal e podem nos fazer muito felizes com a sua companhia”, afirmou, lembrando que os animais estão castrados, vacinados e recebendo cuidados por veterinários.

Os interessados devem entrar em contato com a ONG Vira-Lata Vira-Vida pelo telefone (19) 9831-1929. Uma psicóloga está disponível para auxiliar os interessados na adoção.
*Com informações da ascom.

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25 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Comitiva polonesa conhece projetos na área florestal

SEMA 22/11/2010

O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jorge Augusto Callado Afonso, recebeu nesta segunda-feira (22), em Curitiba, representantes das universidades polonesas Poznan University of Technology e Poznan University of Life Sciences. A comitiva veio conhecer os projetos ambientais do Paraná e propor acordo de cooperação técnica na área de monitoramento florestal.

O secretário explicou as ações desenvolvidas pelo Governo do Estado que contribuem para o equilíbrio ambiental. ‘Ao monitorar as florestas, nós monitoramos a biodiversidade como um todo e que, embora tenhamos uma diferença de ecossistemas e de clima, as bases utilizadas são as mesmas’ destacou o secretário. Ele ainda disse, que a troca de experiências com a Polônia também poderá resultar em importantes estudos acadêmicos na área ambiental.

Técnicos e diretores da Secretaria do Meio Ambiente, Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Instituto de Terras, Cartografia e Geociências (ITCG) promoveram para a comitiva polonesa um workshop sobre as possibilidades de aplicação e cooperação para implantar um sistema avançado de monitoramento de florestas no Paraná. Também participaram do Seminário, representantes da Embrapa Florestas e de organizações não governamentais (ONG) como a Mater Natura e The Nature Conservancy – TNC. Todas estas instituições já desenvolvem o monitoramento das Áreas Estratégicas para a Conservação e Recuperação da Biodiversidade do Paraná.

ESTRATÉGIA – As margens dos rios Ivaí, Piquiri, Cinzas e Iguaçu, em toda a sua extensão, são algumas das áreas apontadas como estratégicas para conservação. Também foram incluídas no levantamento áreas de remanescentes de floresta nativa existentes na região central do Paraná, nascentes de rios importantes, locais onde há grande diversidade de fauna e flora e áreas de floresta que podem ser conectadas a outros remanescentes florestais para construção de corredores de biodiversidade.

A primeira fase do programa identificou os principais remanescentes de vegetação do Paraná (áreas consideradas estratégicas para conservação) a partir do qual foram definidas as áreas necessárias para recomposição da vegetação. O mapeamento utilizou imagens de satélites (INPE 2008) considerando estudos do Ministério do Meio Ambiente sobre as áreas prioritárias para a biodiversidade; Projeto rede da biodiversidade; o sistema estadual e federal de Unidades de Conservação, Estações Ecológicas e áreas prioritárias definidas pelo Sisleg

‘Apresentamos aos nossos visitantes projetos que estão trazendo resultados positivos e toda a experiência dos nossos técnicos, contribuindo para o acordo de cooperação’, conta o engenheiro e técnico da Secretaria Sérgio Mudrovitsch de Bittencourt.

Integram a comitiva da Polônia Mikolaj Sobczak, PhD e chefe dos laboratórios de pesquisa sobre Sistemas Móveis; Andrzej Labedzki, PhD e entomologista florestal; Maciej Ulatowski, da área de Desenvolvimento de Negócios e Comercialização; o chefe de pesquisa dos Laboratórios sobre Sistemas Móveis, Szymon Wasik, e o pesquisador sênior Kamil Sedlak. 

Fonte: Agência de Notícias do Estado do Paraná – AEN

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10 de agosto de 2010 | nenhum comentário »

Cientistas procuram 100 espécies de anfíbios “perdidos”

O grupo ambientalista Conservação Internacional anunciou nesta segunda (9) o início de um programa de busca inédita para tentar redescobrir cem espécies de anfíbios considerados perdidos.

A busca é o primeiro esforço coordenado já realizado para encontrar um número tão grande de criaturas “perdidas” e ocorre em um momento em que as populações mundiais de anfíbios sofrem grande declínio. Mais de 30% de todas as espécies de anfíbios encontram-se ameaçadas, segundo informe da ONG. Muitos dos anfíbios que estão sendo procurados não são vistos há várias décadas.

Os anfíbios ajudam a controlar insetos que espalham doenças e destroem plantações agrícolas. A pele desses animais também contém componentes químicos importantes, incluindo um analgésico 200 vezes mais potente do que a morfina.

Os anfíbios são particularmente sensíveis às mudanças no meio ambiente, por isso são geralmente um indicador do dano que tem sido causado aos ecossistemas, informou a Conservação Internacional, que organiza a busca para o Grupo de Especialistas em Anfíbios da IUCN (União Mundial para a Conservação da Natureza).

Fonte: Folha.com


19 de maio de 2010 | nenhum comentário »

Rede Pró Fauna e Made in Forest

Como o IPEVS acredita que as entidades ambientalistas não governamentais desempenham importante papel na gestão democrática dos recursos naturais, aceitou o convite a ingressar na Rede Pró Fauna, um sistema computadorizado de informações sobre fauna silvestre no Estado do Paraná, baseado na organização de dados disponíveis.

Seus objetivos são:
* Gerenciamento eficiente de informações: organizar e unificar em um sistema informações disponíveis;

* Disponibilizar informações sobre fauna;

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* Incentivar o estabelecimento de parcerias, bem como a interação e intercâmbio de informações.

Ainda nesta mesma linha o IPEVS também foi convidado a fazer seu cadastro na rede Made in Forest, rede esta formada por: ONGs, eco-empresas, prestadores de eco-serviços, instituições, universidades e pessoas focadas nas causas da sustentabilidade e meio-ambiente do planeta.

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