14 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Batalhão Ambiental apreende caminhão com madeira no AM

O Batalhão de Policiamento Ambiental apreendeu dez metros cúbicos de madeira na madrugada desta sexta-feira (13) em Manacapuru (a 84 quilômetros de Manaus). A madeira era transportada em um caminhão.

Os policiais interceptaram a carga no bairro Terra Preta durante uma fiscalização de rotina. Segundo o Batalhão, o motorista do caminhão não informou para onde levaria o material.

O motorista será encaminhado ao Batalhão Ambiental em Manaus para prestar esclarecimentos. De acordo com o Artigo 46 da Lei de Crimes Ambientais, é proibido receber ou adquirir, para fins comerciais ou industriais, madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, sem exigir a exibição de licença do vendedor, autorizada, e sem munir-se da via que deverá acompanhar o produto até final beneficiamento. A legislação prevê pena de detenção, de seis meses a um ano, e multa.

O mesmo artigo também enquadra quem vende, expõe à venda, tem em depósito, transporta ou guarda madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, sem licença válida para todo o tempo da viagem ou do armazenamento, autorizada.

De acordo com o cabo Waldisney Lima da Silvam, Manacapuru está entre os municípios do Amazonas com altos índices de crimes ambientais.

Fonte: Portal Amazônia


8 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Polícia Ambiental captura tamanduá encontrado em casa em João Pessoa

Morador se surpreendeu ao achar animal em casa no bairro de Jaguaribe.
Tamanduá foi levado para o Jardim Botânico da capital.

Um tamanduá foi capturado pela Polícia Ambiental na manhã desta quinta-feira (8) em João Pessoa. O animal foi encontrado em uma casa no bairro de Jaguraribe, por um morador do local. A polícia informou que ele foi levado para o Jardim Botânico da capital  (Foto:  Walter Paparazzo/G1)

Um tamanduá foi capturado pela Polícia Ambiental na manhã desta quinta-feira (8) em João Pessoa. O animal foi encontrado em uma casa no bairro de Jaguraribe, por um morador do local. A polícia informou que ele foi levado para o Jardim Botânico da capital (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Fonte: Do G1, PB


1 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Lobo guará é encontrado em Angatuba, SP

Animal estava fraco e tinha ferimentos.
Lobo foi levado para parque em Sorocaba.

Um lobo guará foi encontrado em um sítio em Angatuba, a 150 km de São Paulo. O animal estava fraco e tinha alguns ferimentos. O lobo foi capturado pela Polícia Ambiental e foi levado para o Parque Quinzinho de Barros, em Sorocaba, também no interior paulista. Quando estiver melhor, ele será solto.

Click e veja o vídeo: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/10/lobo-guara-e-encontrado-em-alambari-sp.html

 

Fonte: G1, SP


9 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Queimadas ilegais em SP geram mais de R$ 10 milhões em multas

Em 48 municípios do noroeste do estado foram feitas 131 autuações.
Mais de 60% das queimadas registradas em agosto foram ilegais.

Fogo (Foto: AE)

Fogo atinge canavial em Ribeirão Preto (Foto: Célio Messias/AE)

A Polícia Ambiental já aplicou mais de R$ 10 milhões em multas por queimadas ilegais em pastos e canaviais em 48 municípios da região noroeste de São Paulo. Até a terça-feira (6), foram feitas 131 autuações em 242 ocorrências de incêndios registradas na zona rural desses municípios. Foram destruídos mais de 8 mil hectares de cana e pasto – e apenas 280 hectares formados por matas de reservas permanentes.

Das 131 autuações, 76 foram feitas depois de 1.º de julho, data em que passou a vigorar as proibições de queimadas à noite (total) e durante o dia (parcial, quando a umidade do ar fica abaixo de 28%). “Foram queimadas não autorizadas, fora de hora ou que ultrapassaram o perímetro estabelecido da queimada da lavoura da cana para colheita”, diz o tenente André Eduardo Trevisan, da Polícia Ambiental de São José do Rio Preto.

Em julho, 40% do total das queimadas registradas pela companhia foram autuadas. “Tivemos 82 ocorrências de queimadas, sendo que 32 destas foram motivo de autuação”, diz. Mas o pior aconteceu em agosto, mês em que mais de 60% das queimadas registradas pela Polícia Ambiental foram ilegais. “Das 68 ocorrências de incêndio, 42 eram ilegais, de cana ou pasto, cujos responsáveis foram autuados”, afirma Trevisan.

Segundo ele, as multas variam de R$ 1 mil a R$ 50 mil por hectare, dependendo da vegetação destruída. Um hectare de canavial queimado ilegalmente, por exemplo, gera R$ 1 mil de multa por hectare. O registro das queimadas é feito de três maneiras: pelos policiais em atividade no campo, por denúncias e por meio do rastreamento feito pelo satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Fonte: Agência do Estado


8 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

PM apreende 400 kg de pescado com 10 pessoas em rio de Mato Grosso

Pescadores foram multados em R$ 30 mil por conta do dano ambiental.
Segundo PM, pescado apreendido estava fora da medida recomendada.

Pescado Irregular São Lourenço (Foto: PM Ambiental de Rondonópolis)

Pescado estava fora da medida recomendada (Foto: Ailton de Lima)

A Polícia Militar Ambiental do município de Rondonópolis, a 213 quilômetros de Cuiabá, apreendeu com 10 pessoas cerca de 400 quilos de pescado irregular no rio São Lourenço, distante a 150 quilômetros da cidade nesta terça-feira (06).

Segundo informações da polícia, grande parte do pescado estava fora da medida recomendada e os pescadores sem documentação. Também foram apreendidos um freezer e duas caixas térmicas que serviam para transportar os peixes.

Apenas com um pescador profissional que estava em situação irregular os policiais militares apreenderam 80 quilos de pescado. Ao todo, foram expedidos R$ 30 mil em multas por conta das irregularidades ambientais. Ninguém chegou a ser preso. Todo o pescado apreendido foi doado para instituições beneficentes cadastradas na polícia.

Fonte: Dhiego Maia, G1, MT


5 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Instituto Chico Mendes vai decidir sobre onça resgatada em SP

Cris, como foi batizada, está sob os cuidados de uma faculdade.
O animal foi encontrado em um canavial em Miguelópolis.

O futuro de Cris, um filhote macho de onça-parda encontrado em um canavial no interior de São Paulo, vai ser decidido pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

“Eles fazem o estudo genético das onças no país e podem decidir para qual instituição o animal vai ser encaminhado seguindo parâmetros genéticos”, diz Cláudia Schaalmann, diretora do Centro de Fauna Silvestre da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

A onça-parda é um dos animais brasileiros em risco de extinção, segundo a lista vermelha da União para a Conservação da Natureza (IUCN),.

O animal, com menos de quinze dias de vida, foi levado para a  Faculdade de Medicina Veterinária de Ituverava. O filhote foi resgatado em um canavial, onde máquinas realizavam a colheita.

“Foi um milagre ela ter sobrevivido”, diz Valéria Fardin, médica veterinária do hospital veterinário da Fundação Educacional de Ituverava (Fafram). “ Provavelmente a mãe o abandonou para carregar outros filhotes, pois geralmente a onça-parda tem ninhadas de até três filhotes”.

A equipe da faculdade tem se revezado para cuidar da oncinha, que precisa ser amamentada a cada duas horas. “Quando recebemos o animal ele estava desidratado, mas com boa saúde. Já cresceu um pouco e precisamos encontrar logo um local adequado para recebê-lo”, explica Valéria.

O transporte do animal só pode ser feito após a notificação do Cenap. “Como se trata de um animal raro e que faz parte das espécies estudadas pelo centro de predadores, só podemos liberar a guia de transporte para uma instituição final”, diz Cláudia. “O risco de morrer por estresse é muito alto tratando-se de um filhote tão pequeno”.

O animal foi entregue à equipe veterinária da Frafam pela Polícia Ambiental , responsável pelo resgate da onça-parda.

Onça filhote (Foto: FAFRAM - Faculdade Francisco Maeda / Ituverava-SP)

Uma equipe de veterinários cuida do filhote de onça-parda que precisa ser amamentado a cada duas horas (Foto: FAFRAM - Faculdade Francisco Maeda / Ituverava-SP)

Onça filhote (Foto: FAFRAM - Faculdade Francisco Maeda / Ituverava-SP)

O filhote precisa encontrar um novo lar definitivo para ser removido do hospital veterinário (Foto: FAFRAM - Faculdade Francisco Maeda / Ituverava-SP)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


18 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Polícia investiga matança de jacarés no Pantanal de Mato Grosso do Sul

Pelo menos 14 animais foram mortos em julho, segundo Polícia Ambiental.
Cauda de jacarés é cortada para consumo, de acordo com ambientalistas.

Moradores da região denominada Passo do Lontra, localidade no interior do Pantanal do Mato Grosso do Sul e que está a 310 km de Campo Grande, denunciam a constante morte de jacarés no Rio Miranda, efeito da caça predatória e da falta de fiscalização.

Desde o fim do ano passado a população encontra carcaças espalhadas por uma estrada de terra que liga o distrito à cidade de Corumbá. Segundo ambientalistas, os animais da espécie jacaré-do-pantanal (Caiman Yacaré) são mortos a tiros e têm a cauda cortada com facão.

“Alguns exemplares são atingidos com pedaços de pau na cabeça e sofrem, ainda vivos, a mutilação na cauda. Depois são jogados agonizando na estrada e não sobrevivem ao ferimento”, afirmou Angelo Rabelo, da organização ambiental Instituto Homem Pantaneiro.

Pesca predatória
As ações de criminosos costumam acontecer no período noturno. “Não são moradores do distrito que cometem estes atos. São pessoas que vêm de fora e aproveitam a falta de fiscalização. Nós não sabemos quem comete isto, mas se continuar desta forma, essa espécie de jacaré poderá desaparecer”, afirmou Marcello Yndio, morador da região.

Profissional do turismo na região, Yndio e um grupo de turistas europeus viram no mês passado ao menos oito jacarés-do-pantanal mortos nas proximidades do Rio Miranda. “Já fizemos a denúncia à polícia, mas parece que nada adianta”, disse. A espécie não consta na lista brasileira de animais em risco de extinção.

Rabelo, que é ex-comandante da Polícia Ambiental na região de Corumbá, afirma que a mortalidade de jacarés é efeito da pesca predatória e do turismo ilegal na região pantaneira.

“São pessoas que vão até a região para pescar de forma ilegal. A caça dos jacarés é na verdade uma forma ‘de diversão’”, descreve Rabelo. Segundo ele a cauda do jacaré-do-pantanal é a única parte do corpo do animal aproveitada na culinária. “Quem não conhece, acha que está comendo peixe. Essa curiosidade fomenta a procura pelos animais”, disse.

Imagem de corpo de jacaré-do-pantanal encontrado sem a cauda no Rio Miranda, na região de Passo do Lontra (MS) (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

Imagem de corpo de jacaré-do-pantanal encontrado sem a cauda no Rio Miranda, na região de Passo do Lontra (MS) (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

De acordo com ambientalistas, a matança pode ser resultado da pesca predatória que ocorre no Pantanal (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

De acordo com ambientalistas, a matança pode ser resultado da pesca predatória que ocorre no Pantanal (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

Denúncia
Segundo o sargento Gesner Batista Ramos, responsável pela Companhia de Polícia Ambiental de Corumbá e que atua na região de Passo do Lontra, a mortalidade de jacarés tem ocorrido com frequência, apesar das poucas denúncias formais.

“Desde o início do ano só recebemos uma denúncia formal de que tem ocorrido caça ilegal de animais. Quando ficamos sabendo (dos jacarés mortos), normalmente já se passaram dias”, disse. Ramos afirma ainda que já foram realizadas operações para combater a prática criminosa na região.

“Nós já saímos para monitorar a área no período noturno, que é o momento que os crimes normalmente ocorrem. Entretanto, nunca encontramos vestígios dos criminosos”, afirma o sargento.

Imagem de carcaça de jacaré-do-pantanal vista em estrada na região do Passo do Lontra, distrito de Corumbá (MS) (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

Imagem de carcaça de jacaré-do-pantanal vista em estrada na região de Passo do Lontra, distrito de Corumbá (MS) (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

A estrada-parque, que liga Corumbá ao distrito de Passo do Lontra, tem cerca de 100 km e corta o Pantanal. Segundo a Polícia Ambiental, a dificuldade em combater a prática ilegal ocorre devido à falta de estrutura na corporação.

“São apenas dois homens para fiscalizar toda esta região. Queremos reforçar a equipe em mais cinco”, complementa o sargento Ramos.

G1 procurou por telefone o escritório regional do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) instalado em Corumbá.

De acordo com Gilberto Alves da Costa, responsável pelo escritório, denúncias sobre a matança são desconhecidas. “Nós nunca recebemos nada sobre isso”, disse.

Fonte: Eduardo Carvalho, Globo Natureza, São Paulo


19 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Assentados são multados em R$ 20,4 mil por extração de aroeira em MS

A Polícia Militar Ambiental (PMA) multou assentados em R$ 20,4 mil por exploração de madeira tipo aroeira sem autorização ambiental. As autuações foram feitas neste domingo (17), na área rural de Sidrolândia, distante 70 quilômetros de Campo Grande.

Foram autuados três assentados durante durante fiscalização aos lotes 27, 92 e 101, do assentamento Flórida. De acordo com informações da PMA, foram encontrados 15,7 metros cúbicos de aroeira cortadas em lascas e palanques, que segundo a polícia, é utilizado geralmente para a construção de cercas.

Ainda segundo a PMA, cada assentado foi multado em R$ 6,8 mil, totalizando uma multa de R$ 20,4 mil. Eles ainda responderão por crime ambiental e, se condenados, poderão pegar pena de um a dois anos de reclusão.

Portaria – A portaria normativa número 83, de 1991, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) proíbe o corte da aroeira, além de algumas outras espécies de madeiras nobres, sem plano de manejo aprovado pelos órgãos ambientais. Inclusive, em desmatamentos autorizados, essas espécies não podem ser cortadas. (Fonte: G1)


23 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Centenas de pombas mortas são encontradas em chácara do Paraná

Centenas de aves mortas foram encontradas em uma propriedade rural de Maringá, no Norte do Paraná, pela Polícia Ambiental na tarde da sexta-feira (20). A suspeita é de que a causa da morte seja envenenamento. A polícia tirou fotos e recolheu algumas aves, ainda vivas, para serem analisadas em laboratório.

Se o crime for confirmado, o responsável pode responder por crime ambiental e pagar multa de R$ 500 por cada ave. De acordo com o tenente da Polícia Ambiental, Fábio Ribeiro, essas aves prejudicam as lavouras e as vezes os produtores usam venenos para eliminá-las.

A polícia vai aguardar o resultado dos exames laboratoriais e, depois, investigar o causador da morte das aves.

Fonte: G1


18 de abril de 2011 | nenhum comentário »

Polícia encontra iguana que seria entregue pelo correio em SP

Uma iguana foi apreendida pela Polícia Ambiental dentro de uma agência dos Correios, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. O animal de 15 centímetros estava dentro de uma caixa remetida de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, e percorreu uma viagem de 2,7 mil quilômetros.

A presença do animal só foi detectada quando a encomenda chegou à cidade, assim que passou pelo equipamento de raios-X dos correios.

O destinatário negou ter comprado o bicho. Mesmo assim foi autuado em R$ 1,5 mil e deve responder processo por crime ambiental. A polícia vai investigar se outros animais também estariam sendo enviados para outras regiões do país. A iguana será devolvida à natureza.

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Fonte: G1






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14 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Batalhão Ambiental apreende caminhão com madeira no AM

O Batalhão de Policiamento Ambiental apreendeu dez metros cúbicos de madeira na madrugada desta sexta-feira (13) em Manacapuru (a 84 quilômetros de Manaus). A madeira era transportada em um caminhão.

Os policiais interceptaram a carga no bairro Terra Preta durante uma fiscalização de rotina. Segundo o Batalhão, o motorista do caminhão não informou para onde levaria o material.

O motorista será encaminhado ao Batalhão Ambiental em Manaus para prestar esclarecimentos. De acordo com o Artigo 46 da Lei de Crimes Ambientais, é proibido receber ou adquirir, para fins comerciais ou industriais, madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, sem exigir a exibição de licença do vendedor, autorizada, e sem munir-se da via que deverá acompanhar o produto até final beneficiamento. A legislação prevê pena de detenção, de seis meses a um ano, e multa.

O mesmo artigo também enquadra quem vende, expõe à venda, tem em depósito, transporta ou guarda madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, sem licença válida para todo o tempo da viagem ou do armazenamento, autorizada.

De acordo com o cabo Waldisney Lima da Silvam, Manacapuru está entre os municípios do Amazonas com altos índices de crimes ambientais.

Fonte: Portal Amazônia


8 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

Polícia Ambiental captura tamanduá encontrado em casa em João Pessoa

Morador se surpreendeu ao achar animal em casa no bairro de Jaguaribe.
Tamanduá foi levado para o Jardim Botânico da capital.

Um tamanduá foi capturado pela Polícia Ambiental na manhã desta quinta-feira (8) em João Pessoa. O animal foi encontrado em uma casa no bairro de Jaguraribe, por um morador do local. A polícia informou que ele foi levado para o Jardim Botânico da capital  (Foto:  Walter Paparazzo/G1)

Um tamanduá foi capturado pela Polícia Ambiental na manhã desta quinta-feira (8) em João Pessoa. O animal foi encontrado em uma casa no bairro de Jaguraribe, por um morador do local. A polícia informou que ele foi levado para o Jardim Botânico da capital (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Fonte: Do G1, PB


1 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Lobo guará é encontrado em Angatuba, SP

Animal estava fraco e tinha ferimentos.
Lobo foi levado para parque em Sorocaba.

Um lobo guará foi encontrado em um sítio em Angatuba, a 150 km de São Paulo. O animal estava fraco e tinha alguns ferimentos. O lobo foi capturado pela Polícia Ambiental e foi levado para o Parque Quinzinho de Barros, em Sorocaba, também no interior paulista. Quando estiver melhor, ele será solto.

Click e veja o vídeo: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/10/lobo-guara-e-encontrado-em-alambari-sp.html

 

Fonte: G1, SP


9 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Queimadas ilegais em SP geram mais de R$ 10 milhões em multas

Em 48 municípios do noroeste do estado foram feitas 131 autuações.
Mais de 60% das queimadas registradas em agosto foram ilegais.

Fogo (Foto: AE)

Fogo atinge canavial em Ribeirão Preto (Foto: Célio Messias/AE)

A Polícia Ambiental já aplicou mais de R$ 10 milhões em multas por queimadas ilegais em pastos e canaviais em 48 municípios da região noroeste de São Paulo. Até a terça-feira (6), foram feitas 131 autuações em 242 ocorrências de incêndios registradas na zona rural desses municípios. Foram destruídos mais de 8 mil hectares de cana e pasto – e apenas 280 hectares formados por matas de reservas permanentes.

Das 131 autuações, 76 foram feitas depois de 1.º de julho, data em que passou a vigorar as proibições de queimadas à noite (total) e durante o dia (parcial, quando a umidade do ar fica abaixo de 28%). “Foram queimadas não autorizadas, fora de hora ou que ultrapassaram o perímetro estabelecido da queimada da lavoura da cana para colheita”, diz o tenente André Eduardo Trevisan, da Polícia Ambiental de São José do Rio Preto.

Em julho, 40% do total das queimadas registradas pela companhia foram autuadas. “Tivemos 82 ocorrências de queimadas, sendo que 32 destas foram motivo de autuação”, diz. Mas o pior aconteceu em agosto, mês em que mais de 60% das queimadas registradas pela Polícia Ambiental foram ilegais. “Das 68 ocorrências de incêndio, 42 eram ilegais, de cana ou pasto, cujos responsáveis foram autuados”, afirma Trevisan.

Segundo ele, as multas variam de R$ 1 mil a R$ 50 mil por hectare, dependendo da vegetação destruída. Um hectare de canavial queimado ilegalmente, por exemplo, gera R$ 1 mil de multa por hectare. O registro das queimadas é feito de três maneiras: pelos policiais em atividade no campo, por denúncias e por meio do rastreamento feito pelo satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Fonte: Agência do Estado


8 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

PM apreende 400 kg de pescado com 10 pessoas em rio de Mato Grosso

Pescadores foram multados em R$ 30 mil por conta do dano ambiental.
Segundo PM, pescado apreendido estava fora da medida recomendada.

Pescado Irregular São Lourenço (Foto: PM Ambiental de Rondonópolis)

Pescado estava fora da medida recomendada (Foto: Ailton de Lima)

A Polícia Militar Ambiental do município de Rondonópolis, a 213 quilômetros de Cuiabá, apreendeu com 10 pessoas cerca de 400 quilos de pescado irregular no rio São Lourenço, distante a 150 quilômetros da cidade nesta terça-feira (06).

Segundo informações da polícia, grande parte do pescado estava fora da medida recomendada e os pescadores sem documentação. Também foram apreendidos um freezer e duas caixas térmicas que serviam para transportar os peixes.

Apenas com um pescador profissional que estava em situação irregular os policiais militares apreenderam 80 quilos de pescado. Ao todo, foram expedidos R$ 30 mil em multas por conta das irregularidades ambientais. Ninguém chegou a ser preso. Todo o pescado apreendido foi doado para instituições beneficentes cadastradas na polícia.

Fonte: Dhiego Maia, G1, MT


5 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Instituto Chico Mendes vai decidir sobre onça resgatada em SP

Cris, como foi batizada, está sob os cuidados de uma faculdade.
O animal foi encontrado em um canavial em Miguelópolis.

O futuro de Cris, um filhote macho de onça-parda encontrado em um canavial no interior de São Paulo, vai ser decidido pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

“Eles fazem o estudo genético das onças no país e podem decidir para qual instituição o animal vai ser encaminhado seguindo parâmetros genéticos”, diz Cláudia Schaalmann, diretora do Centro de Fauna Silvestre da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

A onça-parda é um dos animais brasileiros em risco de extinção, segundo a lista vermelha da União para a Conservação da Natureza (IUCN),.

O animal, com menos de quinze dias de vida, foi levado para a  Faculdade de Medicina Veterinária de Ituverava. O filhote foi resgatado em um canavial, onde máquinas realizavam a colheita.

“Foi um milagre ela ter sobrevivido”, diz Valéria Fardin, médica veterinária do hospital veterinário da Fundação Educacional de Ituverava (Fafram). “ Provavelmente a mãe o abandonou para carregar outros filhotes, pois geralmente a onça-parda tem ninhadas de até três filhotes”.

A equipe da faculdade tem se revezado para cuidar da oncinha, que precisa ser amamentada a cada duas horas. “Quando recebemos o animal ele estava desidratado, mas com boa saúde. Já cresceu um pouco e precisamos encontrar logo um local adequado para recebê-lo”, explica Valéria.

O transporte do animal só pode ser feito após a notificação do Cenap. “Como se trata de um animal raro e que faz parte das espécies estudadas pelo centro de predadores, só podemos liberar a guia de transporte para uma instituição final”, diz Cláudia. “O risco de morrer por estresse é muito alto tratando-se de um filhote tão pequeno”.

O animal foi entregue à equipe veterinária da Frafam pela Polícia Ambiental , responsável pelo resgate da onça-parda.

Onça filhote (Foto: FAFRAM - Faculdade Francisco Maeda / Ituverava-SP)

Uma equipe de veterinários cuida do filhote de onça-parda que precisa ser amamentado a cada duas horas (Foto: FAFRAM - Faculdade Francisco Maeda / Ituverava-SP)

Onça filhote (Foto: FAFRAM - Faculdade Francisco Maeda / Ituverava-SP)

O filhote precisa encontrar um novo lar definitivo para ser removido do hospital veterinário (Foto: FAFRAM - Faculdade Francisco Maeda / Ituverava-SP)

Fonte: Globo Natureza, São Paulo


18 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Polícia investiga matança de jacarés no Pantanal de Mato Grosso do Sul

Pelo menos 14 animais foram mortos em julho, segundo Polícia Ambiental.
Cauda de jacarés é cortada para consumo, de acordo com ambientalistas.

Moradores da região denominada Passo do Lontra, localidade no interior do Pantanal do Mato Grosso do Sul e que está a 310 km de Campo Grande, denunciam a constante morte de jacarés no Rio Miranda, efeito da caça predatória e da falta de fiscalização.

Desde o fim do ano passado a população encontra carcaças espalhadas por uma estrada de terra que liga o distrito à cidade de Corumbá. Segundo ambientalistas, os animais da espécie jacaré-do-pantanal (Caiman Yacaré) são mortos a tiros e têm a cauda cortada com facão.

“Alguns exemplares são atingidos com pedaços de pau na cabeça e sofrem, ainda vivos, a mutilação na cauda. Depois são jogados agonizando na estrada e não sobrevivem ao ferimento”, afirmou Angelo Rabelo, da organização ambiental Instituto Homem Pantaneiro.

Pesca predatória
As ações de criminosos costumam acontecer no período noturno. “Não são moradores do distrito que cometem estes atos. São pessoas que vêm de fora e aproveitam a falta de fiscalização. Nós não sabemos quem comete isto, mas se continuar desta forma, essa espécie de jacaré poderá desaparecer”, afirmou Marcello Yndio, morador da região.

Profissional do turismo na região, Yndio e um grupo de turistas europeus viram no mês passado ao menos oito jacarés-do-pantanal mortos nas proximidades do Rio Miranda. “Já fizemos a denúncia à polícia, mas parece que nada adianta”, disse. A espécie não consta na lista brasileira de animais em risco de extinção.

Rabelo, que é ex-comandante da Polícia Ambiental na região de Corumbá, afirma que a mortalidade de jacarés é efeito da pesca predatória e do turismo ilegal na região pantaneira.

“São pessoas que vão até a região para pescar de forma ilegal. A caça dos jacarés é na verdade uma forma ‘de diversão’”, descreve Rabelo. Segundo ele a cauda do jacaré-do-pantanal é a única parte do corpo do animal aproveitada na culinária. “Quem não conhece, acha que está comendo peixe. Essa curiosidade fomenta a procura pelos animais”, disse.

Imagem de corpo de jacaré-do-pantanal encontrado sem a cauda no Rio Miranda, na região de Passo do Lontra (MS) (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

Imagem de corpo de jacaré-do-pantanal encontrado sem a cauda no Rio Miranda, na região de Passo do Lontra (MS) (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

De acordo com ambientalistas, a matança pode ser resultado da pesca predatória que ocorre no Pantanal (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

De acordo com ambientalistas, a matança pode ser resultado da pesca predatória que ocorre no Pantanal (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

Denúncia
Segundo o sargento Gesner Batista Ramos, responsável pela Companhia de Polícia Ambiental de Corumbá e que atua na região de Passo do Lontra, a mortalidade de jacarés tem ocorrido com frequência, apesar das poucas denúncias formais.

“Desde o início do ano só recebemos uma denúncia formal de que tem ocorrido caça ilegal de animais. Quando ficamos sabendo (dos jacarés mortos), normalmente já se passaram dias”, disse. Ramos afirma ainda que já foram realizadas operações para combater a prática criminosa na região.

“Nós já saímos para monitorar a área no período noturno, que é o momento que os crimes normalmente ocorrem. Entretanto, nunca encontramos vestígios dos criminosos”, afirma o sargento.

Imagem de carcaça de jacaré-do-pantanal vista em estrada na região do Passo do Lontra, distrito de Corumbá (MS) (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

Imagem de carcaça de jacaré-do-pantanal vista em estrada na região de Passo do Lontra, distrito de Corumbá (MS) (Foto: Divulgação/Marcello Yndio)

A estrada-parque, que liga Corumbá ao distrito de Passo do Lontra, tem cerca de 100 km e corta o Pantanal. Segundo a Polícia Ambiental, a dificuldade em combater a prática ilegal ocorre devido à falta de estrutura na corporação.

“São apenas dois homens para fiscalizar toda esta região. Queremos reforçar a equipe em mais cinco”, complementa o sargento Ramos.

G1 procurou por telefone o escritório regional do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) instalado em Corumbá.

De acordo com Gilberto Alves da Costa, responsável pelo escritório, denúncias sobre a matança são desconhecidas. “Nós nunca recebemos nada sobre isso”, disse.

Fonte: Eduardo Carvalho, Globo Natureza, São Paulo


19 de julho de 2011 | nenhum comentário »

Assentados são multados em R$ 20,4 mil por extração de aroeira em MS

A Polícia Militar Ambiental (PMA) multou assentados em R$ 20,4 mil por exploração de madeira tipo aroeira sem autorização ambiental. As autuações foram feitas neste domingo (17), na área rural de Sidrolândia, distante 70 quilômetros de Campo Grande.

Foram autuados três assentados durante durante fiscalização aos lotes 27, 92 e 101, do assentamento Flórida. De acordo com informações da PMA, foram encontrados 15,7 metros cúbicos de aroeira cortadas em lascas e palanques, que segundo a polícia, é utilizado geralmente para a construção de cercas.

Ainda segundo a PMA, cada assentado foi multado em R$ 6,8 mil, totalizando uma multa de R$ 20,4 mil. Eles ainda responderão por crime ambiental e, se condenados, poderão pegar pena de um a dois anos de reclusão.

Portaria – A portaria normativa número 83, de 1991, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) proíbe o corte da aroeira, além de algumas outras espécies de madeiras nobres, sem plano de manejo aprovado pelos órgãos ambientais. Inclusive, em desmatamentos autorizados, essas espécies não podem ser cortadas. (Fonte: G1)


23 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Centenas de pombas mortas são encontradas em chácara do Paraná

Centenas de aves mortas foram encontradas em uma propriedade rural de Maringá, no Norte do Paraná, pela Polícia Ambiental na tarde da sexta-feira (20). A suspeita é de que a causa da morte seja envenenamento. A polícia tirou fotos e recolheu algumas aves, ainda vivas, para serem analisadas em laboratório.

Se o crime for confirmado, o responsável pode responder por crime ambiental e pagar multa de R$ 500 por cada ave. De acordo com o tenente da Polícia Ambiental, Fábio Ribeiro, essas aves prejudicam as lavouras e as vezes os produtores usam venenos para eliminá-las.

A polícia vai aguardar o resultado dos exames laboratoriais e, depois, investigar o causador da morte das aves.

Fonte: G1


18 de abril de 2011 | nenhum comentário »

Polícia encontra iguana que seria entregue pelo correio em SP

Uma iguana foi apreendida pela Polícia Ambiental dentro de uma agência dos Correios, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. O animal de 15 centímetros estava dentro de uma caixa remetida de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, e percorreu uma viagem de 2,7 mil quilômetros.

A presença do animal só foi detectada quando a encomenda chegou à cidade, assim que passou pelo equipamento de raios-X dos correios.

O destinatário negou ter comprado o bicho. Mesmo assim foi autuado em R$ 1,5 mil e deve responder processo por crime ambiental. A polícia vai investigar se outros animais também estariam sendo enviados para outras regiões do país. A iguana será devolvida à natureza.

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Fonte: G1