3 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Emirados Árabes usam falcões para espantar pombos de cidades

Criado há séculos pelos beduínos, animal é um dos símbolos do país árabe.
Parte dos falcoeiros considera o controle de pragas pouco nobre para a ave.

Os falcões, há muito usados para a caça no Oriente Médio e um símbolo de status na região, agora estão sendo adaptados para um problema mais corriqueiro: o controle de pragas.

O aço e o vidro brilhantes dos arranha-céus de Abu Dhabi e Dubai, nos Emirados Árabes, onde apenas existia deserto há poucas décadas atrás, aliados à longa tradição de criação de aves de rapina, fez a falcoaria voltada ao controle de pragas um próspero negócio.

Os proprietários dos edifícios tentam impedir pombos de fazerem ninhos e sujarem suas fachadas. “Os pombos são ratos voadores, eles chegam e fazem seus ninhos”, diz o falcoeiro Richard Ellis.

“É uma maneira ecológica de usar falcões para controlar as populações de pombos”, diz ele, enquanto coloca capuzes sobre as cabeças de seus pássaros como parte dos preparativos para transportá-los para uma nova zona infestada.

Real Shaheen, uma empresa de falcoaria baseada no emirado de Ras al-Khaimah, faz até a metade de sua receita de controle de pragas na Ilha Sir Bani Yas, um destino turístico onde os animais selvagens importados passeiam por um parque de safári.

Alguns dos falcões são capazes de mergulhar a velocidades de mais de 320 km/h. Eles não matam os pombos, mas são usados para assustá-los e deixá-los longe de locais públicos.

Ainda assim, nem todos aprovam o uso de um pássaro que é tão amplamente reverenciado no Golfo para fins pouco nobres.

Há séculos, os beduínos da região usam falcões – “saqr”, em árabe – para caçar carne no inverno, quando os únicos alimentos disponíveis eram tâmaras, leite de camelo e pão. É o símbolo nacional dos sete Emirados Árabes Unidos, impresso em placas de trânsito e na moeda nacional.

O falcoeiro Mohammed Salem al-Kabi, que mantém 17 falcões na cidade oásis no deserto de Al Ain, acredita que usar falcões como controladores de pragas é algo desmerecedor para uma ave tão majestosa.

“Existem formas mais eficientes, tais como comprimidos paradeixar os pombos sonolentos, ou o ultrassom para afastá-los”, afirma Kabi. Ele se reúne com os seus amigos em uma tenda com ar condicionado e uma TV de tela plana na parede mostrando a caça de falcões.

Em todo o mundo, no entanto, como na Piazza San Marco, em Veneza, ou a Trafalgar Square, em Londres, famosas por suas grandes populações de pombos, falcões já foram implantados para controlar as aves indesejadas.

“Cerca de 25 empresas no Reino Unido usam falcões para controle de pragas, e há muitas em todo o mundo, então claramente isso funciona e é rentável”, diz Nick Fox, diretor da Wildlife Consultants International Limited, no País de Gales.

Negócio próspero
David Stead, proprietário da Al Hurr Falconry Services nos Emirados Árabes Unidos, diz que seu negócio está decolando: “O mercado é enorme, há espaço para mais. Não vamos pisar uns nos dedos dos outros.”

“Voamos em todos os seus hotéis, Burj Al Arab, Emirates Towers, Madinat Jumeirah”, diz ele a respeito de seu maior cliente, o um grupo hoteleiro de luxo de Dubai.

Nos Emirados Árabes, o Aeroporto Ras al-Khaimah, a Universidade de Al Ain, bem como hotéis em Fujairah, todos demonstraram interesse em empregar falcões, diz o diretor da Shaheen Real, Peter Bergh.

Por 40 falcões, os preços variam de 40 mil dirhams (US$ 10.890) até 70.000 dirhams por mês.

Comércio ilegal 
O crescente interesse em usar as aves para negócios, bem como um passatempo, tem criado um outro problema. Alguns falcoeiros preferem espécimes selvagens, o que impulsionou o comércio ilegal da espécie.

“Com o desmembramento da URSS em 1993, grandes áreas da Ásia foram abertas para captura, algumas das quais através de cotas legais, como na Mongólia, mas uma parte é ilegal”, Fox disse.

“A China e o Cazaquistão costumavam ter uma cota de exportação, mas pararam o comércio nos últimos anos. A falta de fontes legais fez com que grande parte fosse para a clandestinidade e por isso continua ilegalmente”, disse ele.

A caça de animais selvagens, incluindo falcões, nos Emirados Árabes Unidos, foi proibida em 1978, diz Hamiri. A declaração de uma nova lei em 2002 para regular o comércio de espécies ameaçadas e falcões tem diminuído drasticamente o comércio ilegal.

Falcão em cativeiro de empresa que treina as aves para caça, nos Emirados Árabes Unidos. (Foto: Reuters)

Falcão em cativeiro de empresa que treina as aves para caça, nos Emirados Árabes Unidos. (Foto: Reuters)

 

Fonte: Da Reuters


11 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Curitiba/PR aprova projeto que prevê controle de pombos

Os vereadores da Câmara de Curitiba aprovaram por unanimidade, na tarde desta quarta-feira (10), um projeto de lei que prevê o controle da população de pombos na cidade. De acordo com o autor da proposta, vereador Zé Maria (PPS), as aves devem ser capturadas, tratadas e soltas novamente. O objetivo é, em médio prazo, reduzir a circulação desses animais na área central e evitar a disseminação de doenças das quais os pombos são vetores. Para entrar em vigor, a lei precisa da sanção do prefeito Luciano Ducci.

O serviço deve ser realizado por uma empresa privada, que conte com equipe formada por zootecnista, biólogo e veterinário. Em locais onde há superpopulação de pombos, serão colocados contêineres especiais que funcionarão como grandes arapucas. As aves serão atraídas com água tratada e comida e, uma vez que entrem no dispositivo, ficarão presas.

“Os pombos serão recolhidos pela empresa e levados para uma chácara, onde receberão tratamento adequado, até serem soltos novamente”, diz o vereador. Segundo Zé Maria, as aves serão cadastradas e receberão um medicamento que inibe a postura de ovos. Ao serem postos em liberdade, os animais terão um anel de identificação afixado na pata.

De acordo com o projeto, a empresa responsável pelo serviço será escolhida por licitação pública. O vereador afirma que não haverá custos para a municipalidade. “O grupo que for realizar o trabalho, poderá explorar espaços publicitários nos contêineres”, explica.

Dentre as doenças transmitidas pelos pombos estão criptococose (doença do pombo) salmonelose, histoplasmose, toxicoplasmose, ornitose e alergias de maneira geral. As fezes desses animais também contêm fungos e bactérias nocivos à saúde humana.

Em Londrina – No ano passado, Londrina, no Norte do Estado, tentou uma série de medidas para reduzir a população de pombos no município. A pedido da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o Insituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) autorizou o abate de 50 mil aves, em julho do ano passado.

Neste ano, a cidade testou um gel repelente para afugentar as aves. Em 2009, a prefeitura instalou aparelhos que emitem frequências sonoras inaudíveis ao ouvido humano, mas que são percebidos pelos pombos e afugentam essas aves. Um estudo apontou o aparelho provocou a redução de 40% da população em locais onde o dispositivo era usado.

Fonte: Gazeta do Povo/PR


26 de julho de 2010 | nenhum comentário »

Ibama pode autorizar abate de pombos em Londrina

A resposta depende da análise de documentos enviados pela Prefeitura ao Ibama. A tendência é que o abate seja autorizado. Serviço será feito por uma empresa.

O abate de aproximadamente 50 mil pombos em Londrina pode ser autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na semana que vem. A informação foi confirmada ao JL pelo superintendente do órgão, Hélio Sydol, na última quinta-feira (15).

Se toda a documentação solicitada pelo IBAMA ao município estiver correta, a expectativa é que a licença para o abate seja concedida. Caso falte algum dado, a prefeitura terá de providenciá-lo. A análise dos documentos só termina na semana que vem, quando o órgão deve se pronunciar.

“Se as complementações solicitadas tiverem sido apresentadas satisfatoriamente, é muito provável que essa licença [para o abate] seja concedida. Depende do teor das informações [repassadas pela prefeitura]”, afirmou Sydol.

Ele explicou que o Ibama expediu, em dezembro de 2009, um parecer solicitando uma série de documentos e detalhes do projeto de abate. “Essas informações vieram somente no dia 29 de março de 2010”, informou o superintendente.

Segundo ele, em abril e maio, o órgão sofreu com a paralisação de funcionários. “A análise foi retomada e eu assumi um compromisso de dar a resposta na semana que vem.”

Entre os detalhes pedidos pelo Ibama, estão estudos relacionados à utilização de aparelhos sonoros, indivisíveis ao ser humano, mas que podem espantar os pombos; justificativa sobre o abate; quantidade de aves a ser abatidas; e estudos sobre árvores a serem utilizadas no município, que podem influir na questão das aves.

Autorização antecipada

O secretário municipal do Ambiente, José Faraco, havia confirmado ao JL a autorização do Ibama para o abate de pombos. “Vamos fazer licitação, chamar a empresa especializada”, disse o secretário. Segundo ele, a liberação havia ocorrido em uma conversa, por telefone, com o superintendente do órgão, no início da tarde desta quinta-feira. “Agora vou comunicar o prefeito para ele anunciar”, disse o secretário. Faraco disse que entraria em contato com uma empresa do Rio de Janeiro especializada no assunto, embora o processo seja licitatório.

O superintendente do Ibama confirmou que falou com Faraco por telefone, mas negou que tivesse autorizado o abate. “Em momento algum eu garanti que [a resposta] seria favorável. Mas, se estiver tudo de acordo, há a possibilidade de sair [a licença]”, disse.

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Emirados Árabes usam falcões para espantar pombos de cidades

Criado há séculos pelos beduínos, animal é um dos símbolos do país árabe.
Parte dos falcoeiros considera o controle de pragas pouco nobre para a ave.

Os falcões, há muito usados para a caça no Oriente Médio e um símbolo de status na região, agora estão sendo adaptados para um problema mais corriqueiro: o controle de pragas.

O aço e o vidro brilhantes dos arranha-céus de Abu Dhabi e Dubai, nos Emirados Árabes, onde apenas existia deserto há poucas décadas atrás, aliados à longa tradição de criação de aves de rapina, fez a falcoaria voltada ao controle de pragas um próspero negócio.

Os proprietários dos edifícios tentam impedir pombos de fazerem ninhos e sujarem suas fachadas. “Os pombos são ratos voadores, eles chegam e fazem seus ninhos”, diz o falcoeiro Richard Ellis.

“É uma maneira ecológica de usar falcões para controlar as populações de pombos”, diz ele, enquanto coloca capuzes sobre as cabeças de seus pássaros como parte dos preparativos para transportá-los para uma nova zona infestada.

Real Shaheen, uma empresa de falcoaria baseada no emirado de Ras al-Khaimah, faz até a metade de sua receita de controle de pragas na Ilha Sir Bani Yas, um destino turístico onde os animais selvagens importados passeiam por um parque de safári.

Alguns dos falcões são capazes de mergulhar a velocidades de mais de 320 km/h. Eles não matam os pombos, mas são usados para assustá-los e deixá-los longe de locais públicos.

Ainda assim, nem todos aprovam o uso de um pássaro que é tão amplamente reverenciado no Golfo para fins pouco nobres.

Há séculos, os beduínos da região usam falcões – “saqr”, em árabe – para caçar carne no inverno, quando os únicos alimentos disponíveis eram tâmaras, leite de camelo e pão. É o símbolo nacional dos sete Emirados Árabes Unidos, impresso em placas de trânsito e na moeda nacional.

O falcoeiro Mohammed Salem al-Kabi, que mantém 17 falcões na cidade oásis no deserto de Al Ain, acredita que usar falcões como controladores de pragas é algo desmerecedor para uma ave tão majestosa.

“Existem formas mais eficientes, tais como comprimidos paradeixar os pombos sonolentos, ou o ultrassom para afastá-los”, afirma Kabi. Ele se reúne com os seus amigos em uma tenda com ar condicionado e uma TV de tela plana na parede mostrando a caça de falcões.

Em todo o mundo, no entanto, como na Piazza San Marco, em Veneza, ou a Trafalgar Square, em Londres, famosas por suas grandes populações de pombos, falcões já foram implantados para controlar as aves indesejadas.

“Cerca de 25 empresas no Reino Unido usam falcões para controle de pragas, e há muitas em todo o mundo, então claramente isso funciona e é rentável”, diz Nick Fox, diretor da Wildlife Consultants International Limited, no País de Gales.

Negócio próspero
David Stead, proprietário da Al Hurr Falconry Services nos Emirados Árabes Unidos, diz que seu negócio está decolando: “O mercado é enorme, há espaço para mais. Não vamos pisar uns nos dedos dos outros.”

“Voamos em todos os seus hotéis, Burj Al Arab, Emirates Towers, Madinat Jumeirah”, diz ele a respeito de seu maior cliente, o um grupo hoteleiro de luxo de Dubai.

Nos Emirados Árabes, o Aeroporto Ras al-Khaimah, a Universidade de Al Ain, bem como hotéis em Fujairah, todos demonstraram interesse em empregar falcões, diz o diretor da Shaheen Real, Peter Bergh.

Por 40 falcões, os preços variam de 40 mil dirhams (US$ 10.890) até 70.000 dirhams por mês.

Comércio ilegal 
O crescente interesse em usar as aves para negócios, bem como um passatempo, tem criado um outro problema. Alguns falcoeiros preferem espécimes selvagens, o que impulsionou o comércio ilegal da espécie.

“Com o desmembramento da URSS em 1993, grandes áreas da Ásia foram abertas para captura, algumas das quais através de cotas legais, como na Mongólia, mas uma parte é ilegal”, Fox disse.

“A China e o Cazaquistão costumavam ter uma cota de exportação, mas pararam o comércio nos últimos anos. A falta de fontes legais fez com que grande parte fosse para a clandestinidade e por isso continua ilegalmente”, disse ele.

A caça de animais selvagens, incluindo falcões, nos Emirados Árabes Unidos, foi proibida em 1978, diz Hamiri. A declaração de uma nova lei em 2002 para regular o comércio de espécies ameaçadas e falcões tem diminuído drasticamente o comércio ilegal.

Falcão em cativeiro de empresa que treina as aves para caça, nos Emirados Árabes Unidos. (Foto: Reuters)

Falcão em cativeiro de empresa que treina as aves para caça, nos Emirados Árabes Unidos. (Foto: Reuters)

 

Fonte: Da Reuters


11 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

Curitiba/PR aprova projeto que prevê controle de pombos

Os vereadores da Câmara de Curitiba aprovaram por unanimidade, na tarde desta quarta-feira (10), um projeto de lei que prevê o controle da população de pombos na cidade. De acordo com o autor da proposta, vereador Zé Maria (PPS), as aves devem ser capturadas, tratadas e soltas novamente. O objetivo é, em médio prazo, reduzir a circulação desses animais na área central e evitar a disseminação de doenças das quais os pombos são vetores. Para entrar em vigor, a lei precisa da sanção do prefeito Luciano Ducci.

O serviço deve ser realizado por uma empresa privada, que conte com equipe formada por zootecnista, biólogo e veterinário. Em locais onde há superpopulação de pombos, serão colocados contêineres especiais que funcionarão como grandes arapucas. As aves serão atraídas com água tratada e comida e, uma vez que entrem no dispositivo, ficarão presas.

“Os pombos serão recolhidos pela empresa e levados para uma chácara, onde receberão tratamento adequado, até serem soltos novamente”, diz o vereador. Segundo Zé Maria, as aves serão cadastradas e receberão um medicamento que inibe a postura de ovos. Ao serem postos em liberdade, os animais terão um anel de identificação afixado na pata.

De acordo com o projeto, a empresa responsável pelo serviço será escolhida por licitação pública. O vereador afirma que não haverá custos para a municipalidade. “O grupo que for realizar o trabalho, poderá explorar espaços publicitários nos contêineres”, explica.

Dentre as doenças transmitidas pelos pombos estão criptococose (doença do pombo) salmonelose, histoplasmose, toxicoplasmose, ornitose e alergias de maneira geral. As fezes desses animais também contêm fungos e bactérias nocivos à saúde humana.

Em Londrina – No ano passado, Londrina, no Norte do Estado, tentou uma série de medidas para reduzir a população de pombos no município. A pedido da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o Insituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) autorizou o abate de 50 mil aves, em julho do ano passado.

Neste ano, a cidade testou um gel repelente para afugentar as aves. Em 2009, a prefeitura instalou aparelhos que emitem frequências sonoras inaudíveis ao ouvido humano, mas que são percebidos pelos pombos e afugentam essas aves. Um estudo apontou o aparelho provocou a redução de 40% da população em locais onde o dispositivo era usado.

Fonte: Gazeta do Povo/PR


26 de julho de 2010 | nenhum comentário »

Ibama pode autorizar abate de pombos em Londrina

A resposta depende da análise de documentos enviados pela Prefeitura ao Ibama. A tendência é que o abate seja autorizado. Serviço será feito por uma empresa.

O abate de aproximadamente 50 mil pombos em Londrina pode ser autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na semana que vem. A informação foi confirmada ao JL pelo superintendente do órgão, Hélio Sydol, na última quinta-feira (15).

Se toda a documentação solicitada pelo IBAMA ao município estiver correta, a expectativa é que a licença para o abate seja concedida. Caso falte algum dado, a prefeitura terá de providenciá-lo. A análise dos documentos só termina na semana que vem, quando o órgão deve se pronunciar.

“Se as complementações solicitadas tiverem sido apresentadas satisfatoriamente, é muito provável que essa licença [para o abate] seja concedida. Depende do teor das informações [repassadas pela prefeitura]”, afirmou Sydol.

Ele explicou que o Ibama expediu, em dezembro de 2009, um parecer solicitando uma série de documentos e detalhes do projeto de abate. “Essas informações vieram somente no dia 29 de março de 2010”, informou o superintendente.

Segundo ele, em abril e maio, o órgão sofreu com a paralisação de funcionários. “A análise foi retomada e eu assumi um compromisso de dar a resposta na semana que vem.”

Entre os detalhes pedidos pelo Ibama, estão estudos relacionados à utilização de aparelhos sonoros, indivisíveis ao ser humano, mas que podem espantar os pombos; justificativa sobre o abate; quantidade de aves a ser abatidas; e estudos sobre árvores a serem utilizadas no município, que podem influir na questão das aves.

Autorização antecipada

O secretário municipal do Ambiente, José Faraco, havia confirmado ao JL a autorização do Ibama para o abate de pombos. “Vamos fazer licitação, chamar a empresa especializada”, disse o secretário. Segundo ele, a liberação havia ocorrido em uma conversa, por telefone, com o superintendente do órgão, no início da tarde desta quinta-feira. “Agora vou comunicar o prefeito para ele anunciar”, disse o secretário. Faraco disse que entraria em contato com uma empresa do Rio de Janeiro especializada no assunto, embora o processo seja licitatório.

O superintendente do Ibama confirmou que falou com Faraco por telefone, mas negou que tivesse autorizado o abate. “Em momento algum eu garanti que [a resposta] seria favorável. Mas, se estiver tudo de acordo, há a possibilidade de sair [a licença]”, disse.

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