17 de maio de 2012 | nenhum comentário »

É ético atribuir preço a bens naturais? Pior é dar ‘valor zero’ à natureza, diz economista

O economista indiano Pavan Sukhdev , que tem dado sua contribuição ao conceito de economia verde, estará no Brasil para a Rio+20.

Antes da conferência, ele vai ministrar a palestra magna do simpósio do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente ) sobre construção sustentável, que ocorre no dia 13 de junho, no Sesc-Pinheiros, em São Paulo.

O tema principal de Sukhdev é a transição para um sistema econômico sustentável. Ele coordenou um estudo hoje conhecido como TEEB, a sigla em inglês para Teoria Econômica dos Ecossistemas e da Biodiversidade.

CEO da Gist, uma empresa de consultoria ambiental para empresas e governos, Sukhdev apregoa o fim da invisibilidade econômica do meio ambiente.

“Não se trata de colocar um preço sobre o valor da natureza, até porque a abelha não passa um recibo quando produz o mel, mas ampliar a consciência dos agentes econômicos para o custo dos impactos sobre o capital natural e social”, diz.

Muitos críticos da sua teoria consideram antiético atribuir um valor econômico aos bens da natureza. Mas Sukhdev diz que, na verdade, “já estamos monetizando a natureza, só que da pior maneira possível. Estamos atribuindo um valor igual a zero à natureza”, argumenta.

Para ele, a destruição ambiental e o fato de que muitas comunidades extraem a sobrevivência diretamente do meio ambiente explicam porque algumas populações sofrem com essa invisibilidade e passam a ser excluídas.

Tendo como tema a “Eficiência no Uso de Recursos e Economia Verde: Oportunidades para Edifícios e Cidades Sustentáveis”, o simpósio Unep-SBCI receberá palestrantes de diferentes partes do mundo para abordar temas relacionados ao setor de construção.

A organização brasileira do simpósio é uma iniciativa conjunta de Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Ministério das Cidades, Secretaria da Habitação do Estado de São Paulo, CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.

Reunião Anual da Unep-SBCI (United Nations Environment Programme-Sustainable Buildings and Climate Initiative)

tema: Eficiência no Uso de Recursos e Economia Verde: Oportunidades para Edifícios e Cidades Sustentáveis

site para inscrição com a grade dos painéis: http://www.unepsbci2012.com.br

data: dia 13 de junho de 2012, quarta-feira

cadastramento: 8h30

horário: das 9h às 18h30

local: Sesc Pinheiros, São Paulo

endereço: rua Paes Leme, 195

telefone: (11) 3095-9400

 

Fonte: Folha.com


7 de janeiro de 2011 | nenhum comentário »

Entrada para parques de Iguaçu, Noronha, Abrolhos e Tijuca sobe 10%

A tabela de preços para a cobrança de ingressos nos parques, florestas nacionais e outras unidades de conservação sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) foi reajustada em 10%. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União.

As unidades de conservação terão um prazo de 180 dias para iniciar a cobrança com novo valor e devem providenciar a divulgação dos novos valores para o público.

No Parque Nacional do Iguaçu (PR), o ingresso para estrangeiros custará R$ 33. Cairá a R$ 24,75 para turistas de países do Mercosul, a R$ 16,50 para brasileiros e a R$ 3,30 para moradores do entorno.

barbarossa buy

No Parque Nacional da Tijuca (RJ), o ingresso ao público em geral passará a custar R$ 16 e cairá para R$ 8 na baixa temporada. A alta temporada inclui os períodos de 1º de janeiro a 28 de fevereiro, de 1º a 4 e de 21 a 25 de abril, de 1º de julho a 15 de agosto, de 4 a 7 de setembro, de 9 a 12 de outubro, de 30 de outubro a 2 de novembro, de 13 a 15 de novembro, e de 1º a 31 de dezembro.

Noronha e Abrolhos - O ingresso do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha vale por dez dias e custará R$ 130 para estrangeiros. Brasileiros pagam metade. Ficam isentos moradores de Fernando de Noronha, parentes em primeiro grau de moradores e pessoas a serviço autorizadas.

No Parque Nacional Marinho dos Abrolhos o ingresso custará R$ 54, com desconto de 50% para brasileiros. O preço do ingresso para estrangeiros passará a ser R$ 22 nos parques nacionais de Caparão, Itatiaia, da Serra dos Órgãos e da Serra da Capivara. Para brasileiros custará R$ 11.

O ingresso para estrangeiros vai custar R$ 13 nos parques nacionais da Serra da Canastra, de Sete Cidades e de Brasília. Brasileiros pagam metade. Em todas as outras unidades de conservação, o ingresso custará R$ 5,50 e R$ 11 para quem quiser praticar atividades de mergulho.

No último grupo estão incluídas as trilhas de travessia e áreas de difícil acesso ou remotas. O ingresso para acesso a essas áreas custará R$ 33 para estrangeiros, com desconto de 50% para brasileiros.

O valor dos ingressos nos parques nacionais de Aparados da Serra, da Serra Geral, da Chapada dos Guimarães, da Chapada dos Veadeiros, de Ubajara, da Serra do Cipó e das Emas será ainda calculado e cobrado após a implantação do sistema de cobrança. (Fonte: Folha.com)






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17 de maio de 2012 | nenhum comentário »

É ético atribuir preço a bens naturais? Pior é dar ‘valor zero’ à natureza, diz economista

O economista indiano Pavan Sukhdev , que tem dado sua contribuição ao conceito de economia verde, estará no Brasil para a Rio+20.

Antes da conferência, ele vai ministrar a palestra magna do simpósio do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente ) sobre construção sustentável, que ocorre no dia 13 de junho, no Sesc-Pinheiros, em São Paulo.

O tema principal de Sukhdev é a transição para um sistema econômico sustentável. Ele coordenou um estudo hoje conhecido como TEEB, a sigla em inglês para Teoria Econômica dos Ecossistemas e da Biodiversidade.

CEO da Gist, uma empresa de consultoria ambiental para empresas e governos, Sukhdev apregoa o fim da invisibilidade econômica do meio ambiente.

“Não se trata de colocar um preço sobre o valor da natureza, até porque a abelha não passa um recibo quando produz o mel, mas ampliar a consciência dos agentes econômicos para o custo dos impactos sobre o capital natural e social”, diz.

Muitos críticos da sua teoria consideram antiético atribuir um valor econômico aos bens da natureza. Mas Sukhdev diz que, na verdade, “já estamos monetizando a natureza, só que da pior maneira possível. Estamos atribuindo um valor igual a zero à natureza”, argumenta.

Para ele, a destruição ambiental e o fato de que muitas comunidades extraem a sobrevivência diretamente do meio ambiente explicam porque algumas populações sofrem com essa invisibilidade e passam a ser excluídas.

Tendo como tema a “Eficiência no Uso de Recursos e Economia Verde: Oportunidades para Edifícios e Cidades Sustentáveis”, o simpósio Unep-SBCI receberá palestrantes de diferentes partes do mundo para abordar temas relacionados ao setor de construção.

A organização brasileira do simpósio é uma iniciativa conjunta de Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Ministério das Cidades, Secretaria da Habitação do Estado de São Paulo, CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.

Reunião Anual da Unep-SBCI (United Nations Environment Programme-Sustainable Buildings and Climate Initiative)

tema: Eficiência no Uso de Recursos e Economia Verde: Oportunidades para Edifícios e Cidades Sustentáveis

site para inscrição com a grade dos painéis: http://www.unepsbci2012.com.br

data: dia 13 de junho de 2012, quarta-feira

cadastramento: 8h30

horário: das 9h às 18h30

local: Sesc Pinheiros, São Paulo

endereço: rua Paes Leme, 195

telefone: (11) 3095-9400

 

Fonte: Folha.com


7 de janeiro de 2011 | nenhum comentário »

Entrada para parques de Iguaçu, Noronha, Abrolhos e Tijuca sobe 10%

A tabela de preços para a cobrança de ingressos nos parques, florestas nacionais e outras unidades de conservação sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) foi reajustada em 10%. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União.

As unidades de conservação terão um prazo de 180 dias para iniciar a cobrança com novo valor e devem providenciar a divulgação dos novos valores para o público.

No Parque Nacional do Iguaçu (PR), o ingresso para estrangeiros custará R$ 33. Cairá a R$ 24,75 para turistas de países do Mercosul, a R$ 16,50 para brasileiros e a R$ 3,30 para moradores do entorno.

barbarossa buy

No Parque Nacional da Tijuca (RJ), o ingresso ao público em geral passará a custar R$ 16 e cairá para R$ 8 na baixa temporada. A alta temporada inclui os períodos de 1º de janeiro a 28 de fevereiro, de 1º a 4 e de 21 a 25 de abril, de 1º de julho a 15 de agosto, de 4 a 7 de setembro, de 9 a 12 de outubro, de 30 de outubro a 2 de novembro, de 13 a 15 de novembro, e de 1º a 31 de dezembro.

Noronha e Abrolhos - O ingresso do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha vale por dez dias e custará R$ 130 para estrangeiros. Brasileiros pagam metade. Ficam isentos moradores de Fernando de Noronha, parentes em primeiro grau de moradores e pessoas a serviço autorizadas.

No Parque Nacional Marinho dos Abrolhos o ingresso custará R$ 54, com desconto de 50% para brasileiros. O preço do ingresso para estrangeiros passará a ser R$ 22 nos parques nacionais de Caparão, Itatiaia, da Serra dos Órgãos e da Serra da Capivara. Para brasileiros custará R$ 11.

O ingresso para estrangeiros vai custar R$ 13 nos parques nacionais da Serra da Canastra, de Sete Cidades e de Brasília. Brasileiros pagam metade. Em todas as outras unidades de conservação, o ingresso custará R$ 5,50 e R$ 11 para quem quiser praticar atividades de mergulho.

No último grupo estão incluídas as trilhas de travessia e áreas de difícil acesso ou remotas. O ingresso para acesso a essas áreas custará R$ 33 para estrangeiros, com desconto de 50% para brasileiros.

O valor dos ingressos nos parques nacionais de Aparados da Serra, da Serra Geral, da Chapada dos Guimarães, da Chapada dos Veadeiros, de Ubajara, da Serra do Cipó e das Emas será ainda calculado e cobrado após a implantação do sistema de cobrança. (Fonte: Folha.com)