22 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Nasa promove competição para incentivar aviões ‘verdes’

Silêncio e economia de energia serão valorizados no desafio.
Prêmio para o vencedor é o maior já oferecido, diz agência espacial.

Preocupada com o meio ambiente, a Nasa vai promover o Desafio do Voo Verde, um concurso para premiar aviadores dispostos a desenvolver tecnologias que não sejam agressivas. Devem competir aviões movidos a energia elétrica, a biocombustíveis ou que usem tecnologias híbridas.

As aeronaves serão avaliadas pelo consumo de combustível, pela velocidade atingida e pelo barulho produzido – quanto mais silenciosa, melhor. Os vencedores levarão um prêmio de US$ 1,65 milhão, o que, segundo a Nasa, é o maior já oferecido numa competição aérea.

O avião Seraph usa uma tecnologia experimental (Foto: IKE Aerospace)

O avião Seraph usa uma tecnologia experimental (Foto: IKE Aerospace)

O e-Genius é um modelo de avião que usa energia elétrica (Foto: e-Genius team/Eric Raymond)

O e-Genius é um modelo de avião que usa energia elétrica (Foto: e-Genius team/Eric Raymond)

 

Fonte: G1, São Paulo


2 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Brasil ganha prêmio no Dia Mundial das Zonas Úmidas

Em comemoração aos 40 anos da Convenção das Zonas Úmidas, foi anunciado nesta segunda-feira (31) o primeiro lugar para Gestão Sustentável de Sítios Ramsar nas Américas para a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas. O prêmio será entregue no dia 2 de fevereiro, em Huatulco, México, quando se comemora o Dia Mundial das Zonas Úmidas. Representantes dos países das Américas, entre eles o Ministério do Meio Ambiente, estão reunidos no México para simpósios temáticos, com a apresentação de atividades desenvolvidas nos Sítios Ramsar em cada país.

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O Secretariado da Convenção lançou também a publicação comemorativa “Valores Líquidos de Ramsar”, já disponível em espanhol na página eletrônica do MMA, com o histórico de implementação da Convenção de Ramsar e os desafios para o futuro, além de publicar em seu website (www.ramsar.org), durante todo o ano, as experiências que concorreram ao prêmio.

Zonas Úmidas e florestas - O tema deste ano do Dia Mundial das Zonas Úmidas é “Florestas para a Água e para as Zonas Úmidas”, motivado pelo Ano Internacional de Florestas comemorado em 2011, e uma referência à relação das zonas úmidas com os ambientes florestais.

Segundo a Convenção de Ramsar, zona úmida é uma área de pântano, charco, turfa ou água, natural ou artificial, permanente ou temporária, com água estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo área de água marítima com menos de seis metros de profundidade na maré baixa. A Convenção foi estabelecida em fevereiro de 1971, na cidade iraniana de Ramsar, por isso é também chamada Convenção de Ramsar. Hoje são 160 os países signatários e 1912 as Zonas Úmidas de Importância Internacional – os Sítios Ramsar -, que somam 186.963.216 hectares.

O Brasil assinou a Convenção de Ramsar em setembro de 1993, ratificando-a três anos depois, e hoje, por suas dimensões, acolhe uma grande variedade de zonas úmidas importantes, o que possibilita o acesso a benefícios como cooperação técnica e apoio financeiro para a promoção do uso sustentável dos recursos naturais das zonas úmidas, favorecendo a implantação de um modelo de desenvolvimento que proporcione qualidade de vida aos seus habitantes.

São onze os Sítios Ramsar brasileiros: Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense (MA), Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses (MA), Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (MT), Parque Nacional do Araguaia (TO), Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (BA), Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS), Parque Estadual do Rio Doce (MG), Parque Estadual Marinho do Parcel do Manoel Luíz (MA), Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (AM), Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda do Rio Negro (MS) e Reserva Particular do Patrimônio Natural do Sesc Pantanal (MT).

O segundo lugar ficou para a Laguna Conchali, no Chile. Os vencedores receberão o prêmio no dia 2 de fevereiro, durante a convenção comemorativa dos 40 anos da Convenção de Ramsar, que acontece em Huatulco, México. (Fonte: Ana Flora Caminha/ MMA)


12 de abril de 2009 | nenhum comentário »

Fogão solar ganha prêmio de melhor criação ecológica

Um fogão solar foi o vencedor de um concurso que premiou invenções que preservam o meio ambiente.

A Caixa Kyoto, como o fogão foi apelidado, é feita de papelão e pode ser usada para ferver água e cozinhar alimentos.

O criador do produto, Jon Bohmer, está baseado no Quênia e disse que espera espalhar sua idéia nos países em desenvolvimento, evitando que o uso da lenha continue devastando florestas em todo o mundo.

Organizado pelo Fórum para o Futuro, uma instituição beneficente que promove desenvolvimento sustentável, a competição concedeu ao vencedor um prêmio de US$ 75 mil (cerca de R$163 mil). A idéia do concurso foi apoiar conceitos que provaram sua realização, mas não ganharam o suporte do mundo corporativo.

Papelão e tinta – A Caixa de Kyoto é feita de duas caixas de papelão nas quais se cola uma folha de papel laminado no fundo. O papel laminado é pintado de preto para maximizar a absorção de calor.

Ao cobrir a caixa com uma tampa transparente, o calor é retido podendo elevar a temperatura dentro do objeto a até 80 C.

Os juízes dizem ter ficado impressionados com a capacidade de produção em larga escala do fogão solar.

“Nós podemos usar as fábricas de papelão e começar a construir milhares e milhares de fogões todo mês”, disse John Bohmer, que também é fundador da fábrica Kyoto Energy, no Quênia.

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Bohmer espera ganhar patrocínio do mercado internacional de carbono. Ao demonstrar que o uso da Caixa de Kyoto reduz as emissões de gás carbônico, ele poderá ganhar créditos de carbono de países e empresas ocidentais.

Entre outros finalistas da competição, estavam um acessório que diminui a resistência do ar em caminhões de carga, reduzindo o uso de combustível, um forno de microondas gigante que transforma madeira em carvão, e um painel que, acoplado ao teto, refresca ambientes fechados. (Fonte: Estadão Online)






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22 de setembro de 2011 | nenhum comentário »

Nasa promove competição para incentivar aviões ‘verdes’

Silêncio e economia de energia serão valorizados no desafio.
Prêmio para o vencedor é o maior já oferecido, diz agência espacial.

Preocupada com o meio ambiente, a Nasa vai promover o Desafio do Voo Verde, um concurso para premiar aviadores dispostos a desenvolver tecnologias que não sejam agressivas. Devem competir aviões movidos a energia elétrica, a biocombustíveis ou que usem tecnologias híbridas.

As aeronaves serão avaliadas pelo consumo de combustível, pela velocidade atingida e pelo barulho produzido – quanto mais silenciosa, melhor. Os vencedores levarão um prêmio de US$ 1,65 milhão, o que, segundo a Nasa, é o maior já oferecido numa competição aérea.

O avião Seraph usa uma tecnologia experimental (Foto: IKE Aerospace)

O avião Seraph usa uma tecnologia experimental (Foto: IKE Aerospace)

O e-Genius é um modelo de avião que usa energia elétrica (Foto: e-Genius team/Eric Raymond)

O e-Genius é um modelo de avião que usa energia elétrica (Foto: e-Genius team/Eric Raymond)

 

Fonte: G1, São Paulo


2 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Brasil ganha prêmio no Dia Mundial das Zonas Úmidas

Em comemoração aos 40 anos da Convenção das Zonas Úmidas, foi anunciado nesta segunda-feira (31) o primeiro lugar para Gestão Sustentável de Sítios Ramsar nas Américas para a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas. O prêmio será entregue no dia 2 de fevereiro, em Huatulco, México, quando se comemora o Dia Mundial das Zonas Úmidas. Representantes dos países das Américas, entre eles o Ministério do Meio Ambiente, estão reunidos no México para simpósios temáticos, com a apresentação de atividades desenvolvidas nos Sítios Ramsar em cada país.

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O Secretariado da Convenção lançou também a publicação comemorativa “Valores Líquidos de Ramsar”, já disponível em espanhol na página eletrônica do MMA, com o histórico de implementação da Convenção de Ramsar e os desafios para o futuro, além de publicar em seu website (www.ramsar.org), durante todo o ano, as experiências que concorreram ao prêmio.

Zonas Úmidas e florestas - O tema deste ano do Dia Mundial das Zonas Úmidas é “Florestas para a Água e para as Zonas Úmidas”, motivado pelo Ano Internacional de Florestas comemorado em 2011, e uma referência à relação das zonas úmidas com os ambientes florestais.

Segundo a Convenção de Ramsar, zona úmida é uma área de pântano, charco, turfa ou água, natural ou artificial, permanente ou temporária, com água estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo área de água marítima com menos de seis metros de profundidade na maré baixa. A Convenção foi estabelecida em fevereiro de 1971, na cidade iraniana de Ramsar, por isso é também chamada Convenção de Ramsar. Hoje são 160 os países signatários e 1912 as Zonas Úmidas de Importância Internacional – os Sítios Ramsar -, que somam 186.963.216 hectares.

O Brasil assinou a Convenção de Ramsar em setembro de 1993, ratificando-a três anos depois, e hoje, por suas dimensões, acolhe uma grande variedade de zonas úmidas importantes, o que possibilita o acesso a benefícios como cooperação técnica e apoio financeiro para a promoção do uso sustentável dos recursos naturais das zonas úmidas, favorecendo a implantação de um modelo de desenvolvimento que proporcione qualidade de vida aos seus habitantes.

São onze os Sítios Ramsar brasileiros: Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense (MA), Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses (MA), Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (MT), Parque Nacional do Araguaia (TO), Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (BA), Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS), Parque Estadual do Rio Doce (MG), Parque Estadual Marinho do Parcel do Manoel Luíz (MA), Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (AM), Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda do Rio Negro (MS) e Reserva Particular do Patrimônio Natural do Sesc Pantanal (MT).

O segundo lugar ficou para a Laguna Conchali, no Chile. Os vencedores receberão o prêmio no dia 2 de fevereiro, durante a convenção comemorativa dos 40 anos da Convenção de Ramsar, que acontece em Huatulco, México. (Fonte: Ana Flora Caminha/ MMA)


12 de abril de 2009 | nenhum comentário »

Fogão solar ganha prêmio de melhor criação ecológica

Um fogão solar foi o vencedor de um concurso que premiou invenções que preservam o meio ambiente.

A Caixa Kyoto, como o fogão foi apelidado, é feita de papelão e pode ser usada para ferver água e cozinhar alimentos.

O criador do produto, Jon Bohmer, está baseado no Quênia e disse que espera espalhar sua idéia nos países em desenvolvimento, evitando que o uso da lenha continue devastando florestas em todo o mundo.

Organizado pelo Fórum para o Futuro, uma instituição beneficente que promove desenvolvimento sustentável, a competição concedeu ao vencedor um prêmio de US$ 75 mil (cerca de R$163 mil). A idéia do concurso foi apoiar conceitos que provaram sua realização, mas não ganharam o suporte do mundo corporativo.

Papelão e tinta – A Caixa de Kyoto é feita de duas caixas de papelão nas quais se cola uma folha de papel laminado no fundo. O papel laminado é pintado de preto para maximizar a absorção de calor.

Ao cobrir a caixa com uma tampa transparente, o calor é retido podendo elevar a temperatura dentro do objeto a até 80 C.

Os juízes dizem ter ficado impressionados com a capacidade de produção em larga escala do fogão solar.

“Nós podemos usar as fábricas de papelão e começar a construir milhares e milhares de fogões todo mês”, disse John Bohmer, que também é fundador da fábrica Kyoto Energy, no Quênia.

full black swan film high quality

Bohmer espera ganhar patrocínio do mercado internacional de carbono. Ao demonstrar que o uso da Caixa de Kyoto reduz as emissões de gás carbônico, ele poderá ganhar créditos de carbono de países e empresas ocidentais.

Entre outros finalistas da competição, estavam um acessório que diminui a resistência do ar em caminhões de carga, reduzindo o uso de combustível, um forno de microondas gigante que transforma madeira em carvão, e um painel que, acoplado ao teto, refresca ambientes fechados. (Fonte: Estadão Online)