20 de maio de 2013 | nenhum comentário »

Proposta de plantio de cana na Amazônia é aprovada em comissão do Senado

O Senado aprovou nesta terça-feira projeto que autoriza o plantio de cana-de-açúcar na Amazônia Legal, em áreas desmatadas. O objetivo da proposta, atacada por ambientalistas, é ampliar a produção de biocombustíveis no país –especialmente o etanol.

Além das terras desmatadas, o projeto também autoriza o plantio da cana nos biomas cerrado e campos gerais da Amazônia. Como foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Meio Ambiente do Senado, segue para votação na Câmara se não houver recurso para ser votado em plenário.

Autor do projeto, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) defende o plantio na Amazônia para estimular a produção de biocombustíveis. Ele diz que decreto editado em 2009 pelo governo federal aprovou o zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar no país, mas excluiu a Amazônia –área que, segundo ele, tem o potencial para o plantio por ter terras desmatadas e biomas de cerrado e campos gerais.

“A conseqüência para essas regiões foi imediata: o produtor não pode receber crédito rural para o plantio da cana-de-açúcar, não se pode implantar usinas de produção de açúcar e etanol nessas regiões e, tão maléfico quanto essa vedação, as mencionadas regiões ficarão alijadas da possibilidade de exportar etanol”, afirmou o senador.

O projeto determina que o plantio deve observar critérios como a proteção ao meio ambiente, a conservação da biodiversidade e uso de tecnologia apropriada. O texto também fixa como regra a utilização dos recursos naturais e a ocupação prioritária de áreas degradadas ou de pastagens —mas não fixa regras para fiscalização ou punições a quem desrespeitar o projeto.
A proposta também determina que o plantio considere as normas do Código Florestal, aprovado no ano passado pelo Congresso.

A única regulamentação mencionada no projeto é para a concessão de crédito rural e agroindustrial para o cultivo da cana, o que deve ser feito após a sua aprovação.

DIVISÃO

Relator do projeto na comissão, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) defendeu a sua aprovação por considerar que a expansão do cultivo da cana em bases “sustentáveis” vai permitir o aumento da produção de etanol. “É um importante biocombustível da matriz energética nacional e menos poluente que os combustíveis fósseis”, afirmou.

Contrário à aprovação do projeto, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) disse que a autorização do plantio da cana deveria ser mantida, já que a área foi excluída do zoneamento ecológico feito pela Embrapa.

 

Fonte: Folha.com


21 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Nova revista quer mudar publicação científica

Uma revista científica com acesso gratuito para o público, transparente quanto às condições de edição dos trabalhos e que cobra taxas de publicação até 90% menores que a concorrência pode sobreviver no bilionário mundo dos periódicos acadêmicos?

Tem muita gente apostando que sim. Parte do entusiasmo se deve a Peter Binfield, que capitaneia a empreitada. Ex-editor da revista científica “PLoS One” e entusiasta do livre acesso à pesquisa, ele ajudou a consolidar o periódico como uma das mais importantes e inovadoras publicações de leitura gratuita.

As novidades da revista, a “PeerJ”, começam pelos custos. Em muitos periódicos, em especial nos de acesso livre, os pesquisadores precisam pagar por cada artigo que fazem, e pagam caro. A “PLoS One” cobra US$ 1.350 (cerca de R$ 2.730) Esse valor chega a US$ 2.900 (R$ 5.870) na “PLoS Biology”.

CIÊNCIA TRANSPARENTE E DE BAIXO CUSTO A recém-anunciada revista PeerJ quer revolucionar as publicações acadêmicas

Imagem: Editoria de Arte/Folhapress

Na “PeerJ”, em vez da cobrança a cada novo artigo, basta pagar uma única taxa de publicação vitalícia. São três “planos” (veja gráfico). Quem desembolsa US$ 259 (R$ 524) pode publicar quantas vezes quiser. A primeira edição da revista sai em dezembro.

Em entrevista à Folha, Binfield disse que, apesar do modelo de “baixo custo”, seu projeto é sustentável. “Todos os coautores precisam pagar, e cada artigo tem, em geral, cinco ou seis coautores.”

Ele também chama atenção para a transparência no processo de revisão por pares, no qual cientistas independentes avaliam a qualidade de cada trabalho.

Na maioria dos periódicos, as etapas da publicação costumam ser fechadas, e os leitores não têm acesso às possíveis discussões e reavaliações dos artigos.

“Os revisores serão encorajados, mas não obrigados, a revelar sua identidade aos autores. Depois, os autores terão a opção de submeter o ‘histórico’ da revisão junto com o artigo”, afirma.

“É difícil dizer se a revista vai dar certo. Mas ela propõe um modelo novo, que merece ser estudado”, avalia o professor da USP e especialista em publicações científicas Rogerio Mugnaini.

O lançamento da publicação pega carona na crescente polêmica sobre os altos preços dos periódicos. A Elsevier, que publica cerca de 2.000 revistas, é alvo de um abaixo-assinado que já tem milhares de assinaturas.

Só em 2011, o governo brasileiro gastou R$ 133 milhões para que 326 instituições de pesquisa tivessem acesso a mais de 31 mil periódicos.

Fonte: Folha.com


20 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Metas de sustentabilidade ficaram indefinidas em rascunho da Rio+20

Texto foi aprovado pelas delegações nesta terça (19) e segue para líderes.
Entenda como foram propostos e como ficaram os principais pontos do texto.

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), metas de sustentabilidade para os países que poderiam ser definidas na Rio+20, acabaram não sendo detalhadas no rascunho aprovado pelas delegações nesta terça-feira (19) no Riocentro.

Era um dos principais resultados que a conferência poderia alcançar, mas foi lançado apenas um processo para definição futura dos objetivos. Veja abaixo os pontos mais importantes da Rio+20 que vinham sendo negociados e como ficaram neste último texto aprovado pelos diplomatas, mas que ainda pode sofrer alterações quando passar nas mãos dos líderes no segmento de alto nível da conferência:

O que vinha sendo negociado:

CBDR – sigla em inglês para Responsabilidades Comuns Mas Diferenciadas, princípio que norteia as negociações de desenvolvimento sustentável. O princípio oficializa que se espera dos países ricos maior empenho financeiro para implementação de ações, pelo fato de virem degradando o ambiente há mais tempo e de forma mais intensa.

Como ficou no rascunho aprovado:

Havia rumores de que os países ricos queriam tirar esse princípio do texto, mas ele permaneceu.

 

O que vinha sendo negociado:

Fortalecimento do Pnuma – cogitava-se transformar o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente em uma instituição com status de agência da ONU, como é a FAO (de Alimentação).

Como ficou no rascunho aprovado:

O texto prevê fortalecimento do Pnuma, mas não especifica exatamente como. O assunto deve ser resolvido na Assembleia Geral da ONU em setembro.

 

O que vinha sendo negociado:

Oceanos – Era uma das áreas em que se esperava mais avanço nas negociações, porque as águas internacionais carecem de regulamentação entre os países.

Como ficou no rascunho aprovado:

A negociação avançou e o texto adota um novo instrumento internacional sob a Convenção da ONU sobre os Direitos do Mar (Unclos), para uso sustentável da biodiversidade e conservação em alto mar.

O que vinha sendo negociado:

Meios de Implementação – questão-chave para os países com menos recursos, significa na prática o dinheiro para ações de desenvolvimento sustentável. Os países pobres propuseram a criação de um fundo de US$ 30 bilhões/ano a ser financiado pelos ricos.

Como ficou no rascunho aprovado:

Avançou pouco. O fundo de US$ 30 bilhões não virou realidade. “A crise influenciou a Rio+20”, admitiu o embaixador brasileiro André Corrêa do Lago.

O que vinha sendo negociado:

ODS – Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, metas a serem perseguidas pelos países para avançar ambiental, política e socialmente, eram uma das grandes cartadas para a Rio+20.

Como ficou no rascunho aprovado:

Os objetivos não foram definidos. Inicia-se apenas um processo para rascunhar quais devem ser as metas até 2013. Elas então devem ser definidas para entrarem em vigor em 2015, quando terminam os Objetivos do Milênio.

Fonte: Globo Natureza

 

 

 


17 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Brasil contesta organização ambiental mundial proposta pela Europa

País quer órgão que considere lado econômico e social do desenvolvimento.
Segundo diplomata, agência só ambiental pode representar um retrocesso.

Brasil se colocou contra a criação de uma organização mundial de meio ambiente, nesta quinta-feira (16). Ela é uma proposta europeia, que será discutida na Cúpula de Desenvolvimento Sustentável da ONU, a Rio+20, no Rio de Janeiro, em junho.

Um dos objetivos da Rio+20, que reunirá líderes de todo o mundo entre 20 e 22 de junho, é fortalecer a governança internacional para conseguir enfrentar a crise ambiental do planeta e impulsionar acordos mundiais para o desenvolvimento sustentável.

“O que a maioria dos países em desenvolvimento acredita é que, quando criarmos uma nova estrutura de governança [internacional], ela terá que se concentrar no desenvolvimento sustentável” do planeta, levando em conta suas vertentes econômicas e sociais, não apenas o meio ambiente, disse o chefe de negociação do Brasil, André Corrêa do Lago, por telefone.

“Achamos que isolar o meio ambiente com uma organização mundial do meio ambiente” que não leve em conta as vertentes econômica e social do desenvolvimento sustentável “é dar um passo atrás”, disse o brasileiro.

Os críticos argumentam que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), creado há 40 anos, carece de força e meios. Alguns propõe fortalecê-lo, enquanto outros propõem convertê-lo em agência.

A proposta de criar uma agência ou organização mundial do meio ambiente conta com o apoio de mais de 100 países, afirmou em janeiro Nathalie Kosciusko-Morizet, ministra do meio ambiente da França, país que lançou a ideia.

A Rio+20, destinada a obter consensos na luta contra a crise ambiental e impulsionar um crescimento econômico mais ‘verde’ e social, será a quarta cúpula mundial sobre o meio ambiente o o desenvolvimento sustentável, depois de Estocolmo, em 1972, do Rio de Janeiro, em 1992, e Joanesburgo, em 2002.

Fonte: AFP


26 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

MMA abre consulta pública para o plano sobre biodiversidade

O Ministério do Meio Ambiente está com consulta pública aberta pela internet para o Plano Estratégico da Convenção sobre Diversidade Biológica para 2020. O documento foi preparado e discutido ao longo deste ano em reuniões presenciais com os setores empresariais, sociedade civil ambientalista, academia, governo (federal e estadual) e povos indígenas e comunidades tradicionais. A fase atual busca obter mais contribuições da sociedade brasileira para a elaboração das metas nacionais de biodiversidade para 2020.

As propostas em consulta foram consolidadas um único documento chamado “Documento base da consulta pública” a partir das contribuições do encontro “Diálogos sobre Biodiversidade: construindo a estratégia brasileira para 2020?, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente este ano, em que reuniu cinco setores da sociedade.

O documento considera as 20 Metas Globais de Biodiversidade (Metas de Aichi) e as visões e necessidades específicas de cada um deles, tendo como orientação geral a necessidade de um conjunto de metas para maior efetividade no seu alcance e monitoramento.

Como resultado dos trabalhos das reuniões setoriais, foram gerados 25 documentos (5 para cada uma das 5 reuniões) contendo proposta de metas nacionais de biodiversidade para 2020 e de submetas intermediárias para serem alcançadas nos anos de 2013 a 2017.

A consulta pública fica aberta do dia 19 de dezembro de 2011 até o dia 31 de janeiro de 2012.

Fonte: MMA


6 de agosto de 2010 | nenhum comentário »

Ministro propõe políticas integradas para desenvolvimento rural sustentável

A importância de uma agricultura social, econômica e ambientalmente sustentável para um novo ciclo de desenvolvimento foi o tema debatido nesta quarta-feira (4) no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). A necessidade de políticas integradas foi um consenso entre o participantes.

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O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, destacou que é fundamental uma agricultura diversificada voltada para a exportação e outra para a agricultura familiar, além de se alterar a idéia de uma agricultura produtiva e outra atrasada.

“A gente descobriu que o Brasil não é um país dos grandes ou dos pequenos. Fomos capazes de tirar da invisibilidade populações como as extrativistas e incorporá-las à economia brasileira. Este setores não precisam de políticas sociais, mas econômicas. A renda média no campo cresceu 30% e a renda média nacional cresceu 11% entre 2002, e 2008, segundo a Pnad [Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios] ”, destacou o ministro.

Cassel ressaltou também que os desafios do século 21 passam pela resolução de três agendas: a da segurança alimentar, das mudanças climáticas e da mudança da matriz energética, que estão diretamente ligadas com o desenvolvimento rural sustentável.

“O Brasil tem um papel importante para contribuir com estes três temas. O mundo precisará produzir até 2025 70% mais alimentos. Apenas a África e o Brasil podem agregar alimentos, os demais países esgotaram sua capacidade e isto representa uma ampliação do mercado para o Brasil”, afirmou.

Fonte: Lisiane Wandscheer/ Agência Brasil


25 de maio de 2010 | nenhum comentário »

IPEVS elabora proposta para curso de capacitação do Corpo de Bombeiros de Cornélio Procópio-PR

Com o objetivo de capacitar os profissionais do Corpo de Bombeiros para atender de forma eficaz e segura as solicitações existentes para captura e transporte de animais domésticos e silvestres potencialmente agressivos, sob sugestão do Comitê de Proteção e Bem-Estar Animal, em sua última reunião, o IPEVS elaborou uma proposta para realização de um curso teórico-prático sobre Captura e Contenção de Animais.

No dia 10/05/2010, Rafael Haddad, presidente do IPEVS em reunião com o Comandante do Corpo de Bombeiros de Cornélio Procópio – PR, o Capitão Fábio Azevedo, apresentou a proposta para a realização do curso.

Segundo o Capitão Azevedo, a proposta é bem vinda e de extrema necessidade, já que muitas vezes o Corpo de bombeiros é chamado para atender situações em que animais e humanos encontram-se em conflito, mas depende de aprovação da Prefeitura Municipal.

Na reunião também estava presente Dougla Eugênio, estudante de Ciências Biológicas UENP Cornélio Procópio e membro do Comitê de Proteção e Bem-Estar Animal e Stefane Costa, estudante de Ciências Biológicas e estagiária do IPEVS.

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20 de maio de 2013 | nenhum comentário »

Proposta de plantio de cana na Amazônia é aprovada em comissão do Senado

O Senado aprovou nesta terça-feira projeto que autoriza o plantio de cana-de-açúcar na Amazônia Legal, em áreas desmatadas. O objetivo da proposta, atacada por ambientalistas, é ampliar a produção de biocombustíveis no país –especialmente o etanol.

Além das terras desmatadas, o projeto também autoriza o plantio da cana nos biomas cerrado e campos gerais da Amazônia. Como foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Meio Ambiente do Senado, segue para votação na Câmara se não houver recurso para ser votado em plenário.

Autor do projeto, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) defende o plantio na Amazônia para estimular a produção de biocombustíveis. Ele diz que decreto editado em 2009 pelo governo federal aprovou o zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar no país, mas excluiu a Amazônia –área que, segundo ele, tem o potencial para o plantio por ter terras desmatadas e biomas de cerrado e campos gerais.

“A conseqüência para essas regiões foi imediata: o produtor não pode receber crédito rural para o plantio da cana-de-açúcar, não se pode implantar usinas de produção de açúcar e etanol nessas regiões e, tão maléfico quanto essa vedação, as mencionadas regiões ficarão alijadas da possibilidade de exportar etanol”, afirmou o senador.

O projeto determina que o plantio deve observar critérios como a proteção ao meio ambiente, a conservação da biodiversidade e uso de tecnologia apropriada. O texto também fixa como regra a utilização dos recursos naturais e a ocupação prioritária de áreas degradadas ou de pastagens —mas não fixa regras para fiscalização ou punições a quem desrespeitar o projeto.
A proposta também determina que o plantio considere as normas do Código Florestal, aprovado no ano passado pelo Congresso.

A única regulamentação mencionada no projeto é para a concessão de crédito rural e agroindustrial para o cultivo da cana, o que deve ser feito após a sua aprovação.

DIVISÃO

Relator do projeto na comissão, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) defendeu a sua aprovação por considerar que a expansão do cultivo da cana em bases “sustentáveis” vai permitir o aumento da produção de etanol. “É um importante biocombustível da matriz energética nacional e menos poluente que os combustíveis fósseis”, afirmou.

Contrário à aprovação do projeto, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) disse que a autorização do plantio da cana deveria ser mantida, já que a área foi excluída do zoneamento ecológico feito pela Embrapa.

 

Fonte: Folha.com


21 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Nova revista quer mudar publicação científica

Uma revista científica com acesso gratuito para o público, transparente quanto às condições de edição dos trabalhos e que cobra taxas de publicação até 90% menores que a concorrência pode sobreviver no bilionário mundo dos periódicos acadêmicos?

Tem muita gente apostando que sim. Parte do entusiasmo se deve a Peter Binfield, que capitaneia a empreitada. Ex-editor da revista científica “PLoS One” e entusiasta do livre acesso à pesquisa, ele ajudou a consolidar o periódico como uma das mais importantes e inovadoras publicações de leitura gratuita.

As novidades da revista, a “PeerJ”, começam pelos custos. Em muitos periódicos, em especial nos de acesso livre, os pesquisadores precisam pagar por cada artigo que fazem, e pagam caro. A “PLoS One” cobra US$ 1.350 (cerca de R$ 2.730) Esse valor chega a US$ 2.900 (R$ 5.870) na “PLoS Biology”.

CIÊNCIA TRANSPARENTE E DE BAIXO CUSTO A recém-anunciada revista PeerJ quer revolucionar as publicações acadêmicas

Imagem: Editoria de Arte/Folhapress

Na “PeerJ”, em vez da cobrança a cada novo artigo, basta pagar uma única taxa de publicação vitalícia. São três “planos” (veja gráfico). Quem desembolsa US$ 259 (R$ 524) pode publicar quantas vezes quiser. A primeira edição da revista sai em dezembro.

Em entrevista à Folha, Binfield disse que, apesar do modelo de “baixo custo”, seu projeto é sustentável. “Todos os coautores precisam pagar, e cada artigo tem, em geral, cinco ou seis coautores.”

Ele também chama atenção para a transparência no processo de revisão por pares, no qual cientistas independentes avaliam a qualidade de cada trabalho.

Na maioria dos periódicos, as etapas da publicação costumam ser fechadas, e os leitores não têm acesso às possíveis discussões e reavaliações dos artigos.

“Os revisores serão encorajados, mas não obrigados, a revelar sua identidade aos autores. Depois, os autores terão a opção de submeter o ‘histórico’ da revisão junto com o artigo”, afirma.

“É difícil dizer se a revista vai dar certo. Mas ela propõe um modelo novo, que merece ser estudado”, avalia o professor da USP e especialista em publicações científicas Rogerio Mugnaini.

O lançamento da publicação pega carona na crescente polêmica sobre os altos preços dos periódicos. A Elsevier, que publica cerca de 2.000 revistas, é alvo de um abaixo-assinado que já tem milhares de assinaturas.

Só em 2011, o governo brasileiro gastou R$ 133 milhões para que 326 instituições de pesquisa tivessem acesso a mais de 31 mil periódicos.

Fonte: Folha.com


20 de junho de 2012 | nenhum comentário »

Metas de sustentabilidade ficaram indefinidas em rascunho da Rio+20

Texto foi aprovado pelas delegações nesta terça (19) e segue para líderes.
Entenda como foram propostos e como ficaram os principais pontos do texto.

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), metas de sustentabilidade para os países que poderiam ser definidas na Rio+20, acabaram não sendo detalhadas no rascunho aprovado pelas delegações nesta terça-feira (19) no Riocentro.

Era um dos principais resultados que a conferência poderia alcançar, mas foi lançado apenas um processo para definição futura dos objetivos. Veja abaixo os pontos mais importantes da Rio+20 que vinham sendo negociados e como ficaram neste último texto aprovado pelos diplomatas, mas que ainda pode sofrer alterações quando passar nas mãos dos líderes no segmento de alto nível da conferência:

O que vinha sendo negociado:

CBDR – sigla em inglês para Responsabilidades Comuns Mas Diferenciadas, princípio que norteia as negociações de desenvolvimento sustentável. O princípio oficializa que se espera dos países ricos maior empenho financeiro para implementação de ações, pelo fato de virem degradando o ambiente há mais tempo e de forma mais intensa.

Como ficou no rascunho aprovado:

Havia rumores de que os países ricos queriam tirar esse princípio do texto, mas ele permaneceu.

 

O que vinha sendo negociado:

Fortalecimento do Pnuma – cogitava-se transformar o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente em uma instituição com status de agência da ONU, como é a FAO (de Alimentação).

Como ficou no rascunho aprovado:

O texto prevê fortalecimento do Pnuma, mas não especifica exatamente como. O assunto deve ser resolvido na Assembleia Geral da ONU em setembro.

 

O que vinha sendo negociado:

Oceanos – Era uma das áreas em que se esperava mais avanço nas negociações, porque as águas internacionais carecem de regulamentação entre os países.

Como ficou no rascunho aprovado:

A negociação avançou e o texto adota um novo instrumento internacional sob a Convenção da ONU sobre os Direitos do Mar (Unclos), para uso sustentável da biodiversidade e conservação em alto mar.

O que vinha sendo negociado:

Meios de Implementação – questão-chave para os países com menos recursos, significa na prática o dinheiro para ações de desenvolvimento sustentável. Os países pobres propuseram a criação de um fundo de US$ 30 bilhões/ano a ser financiado pelos ricos.

Como ficou no rascunho aprovado:

Avançou pouco. O fundo de US$ 30 bilhões não virou realidade. “A crise influenciou a Rio+20”, admitiu o embaixador brasileiro André Corrêa do Lago.

O que vinha sendo negociado:

ODS – Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, metas a serem perseguidas pelos países para avançar ambiental, política e socialmente, eram uma das grandes cartadas para a Rio+20.

Como ficou no rascunho aprovado:

Os objetivos não foram definidos. Inicia-se apenas um processo para rascunhar quais devem ser as metas até 2013. Elas então devem ser definidas para entrarem em vigor em 2015, quando terminam os Objetivos do Milênio.

Fonte: Globo Natureza

 

 

 


17 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Brasil contesta organização ambiental mundial proposta pela Europa

País quer órgão que considere lado econômico e social do desenvolvimento.
Segundo diplomata, agência só ambiental pode representar um retrocesso.

Brasil se colocou contra a criação de uma organização mundial de meio ambiente, nesta quinta-feira (16). Ela é uma proposta europeia, que será discutida na Cúpula de Desenvolvimento Sustentável da ONU, a Rio+20, no Rio de Janeiro, em junho.

Um dos objetivos da Rio+20, que reunirá líderes de todo o mundo entre 20 e 22 de junho, é fortalecer a governança internacional para conseguir enfrentar a crise ambiental do planeta e impulsionar acordos mundiais para o desenvolvimento sustentável.

“O que a maioria dos países em desenvolvimento acredita é que, quando criarmos uma nova estrutura de governança [internacional], ela terá que se concentrar no desenvolvimento sustentável” do planeta, levando em conta suas vertentes econômicas e sociais, não apenas o meio ambiente, disse o chefe de negociação do Brasil, André Corrêa do Lago, por telefone.

“Achamos que isolar o meio ambiente com uma organização mundial do meio ambiente” que não leve em conta as vertentes econômica e social do desenvolvimento sustentável “é dar um passo atrás”, disse o brasileiro.

Os críticos argumentam que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), creado há 40 anos, carece de força e meios. Alguns propõe fortalecê-lo, enquanto outros propõem convertê-lo em agência.

A proposta de criar uma agência ou organização mundial do meio ambiente conta com o apoio de mais de 100 países, afirmou em janeiro Nathalie Kosciusko-Morizet, ministra do meio ambiente da França, país que lançou a ideia.

A Rio+20, destinada a obter consensos na luta contra a crise ambiental e impulsionar um crescimento econômico mais ‘verde’ e social, será a quarta cúpula mundial sobre o meio ambiente o o desenvolvimento sustentável, depois de Estocolmo, em 1972, do Rio de Janeiro, em 1992, e Joanesburgo, em 2002.

Fonte: AFP


26 de dezembro de 2011 | nenhum comentário »

MMA abre consulta pública para o plano sobre biodiversidade

O Ministério do Meio Ambiente está com consulta pública aberta pela internet para o Plano Estratégico da Convenção sobre Diversidade Biológica para 2020. O documento foi preparado e discutido ao longo deste ano em reuniões presenciais com os setores empresariais, sociedade civil ambientalista, academia, governo (federal e estadual) e povos indígenas e comunidades tradicionais. A fase atual busca obter mais contribuições da sociedade brasileira para a elaboração das metas nacionais de biodiversidade para 2020.

As propostas em consulta foram consolidadas um único documento chamado “Documento base da consulta pública” a partir das contribuições do encontro “Diálogos sobre Biodiversidade: construindo a estratégia brasileira para 2020?, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente este ano, em que reuniu cinco setores da sociedade.

O documento considera as 20 Metas Globais de Biodiversidade (Metas de Aichi) e as visões e necessidades específicas de cada um deles, tendo como orientação geral a necessidade de um conjunto de metas para maior efetividade no seu alcance e monitoramento.

Como resultado dos trabalhos das reuniões setoriais, foram gerados 25 documentos (5 para cada uma das 5 reuniões) contendo proposta de metas nacionais de biodiversidade para 2020 e de submetas intermediárias para serem alcançadas nos anos de 2013 a 2017.

A consulta pública fica aberta do dia 19 de dezembro de 2011 até o dia 31 de janeiro de 2012.

Fonte: MMA


6 de agosto de 2010 | nenhum comentário »

Ministro propõe políticas integradas para desenvolvimento rural sustentável

A importância de uma agricultura social, econômica e ambientalmente sustentável para um novo ciclo de desenvolvimento foi o tema debatido nesta quarta-feira (4) no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). A necessidade de políticas integradas foi um consenso entre o participantes.

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O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, destacou que é fundamental uma agricultura diversificada voltada para a exportação e outra para a agricultura familiar, além de se alterar a idéia de uma agricultura produtiva e outra atrasada.

“A gente descobriu que o Brasil não é um país dos grandes ou dos pequenos. Fomos capazes de tirar da invisibilidade populações como as extrativistas e incorporá-las à economia brasileira. Este setores não precisam de políticas sociais, mas econômicas. A renda média no campo cresceu 30% e a renda média nacional cresceu 11% entre 2002, e 2008, segundo a Pnad [Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios] ”, destacou o ministro.

Cassel ressaltou também que os desafios do século 21 passam pela resolução de três agendas: a da segurança alimentar, das mudanças climáticas e da mudança da matriz energética, que estão diretamente ligadas com o desenvolvimento rural sustentável.

“O Brasil tem um papel importante para contribuir com estes três temas. O mundo precisará produzir até 2025 70% mais alimentos. Apenas a África e o Brasil podem agregar alimentos, os demais países esgotaram sua capacidade e isto representa uma ampliação do mercado para o Brasil”, afirmou.

Fonte: Lisiane Wandscheer/ Agência Brasil


25 de maio de 2010 | nenhum comentário »

IPEVS elabora proposta para curso de capacitação do Corpo de Bombeiros de Cornélio Procópio-PR

Com o objetivo de capacitar os profissionais do Corpo de Bombeiros para atender de forma eficaz e segura as solicitações existentes para captura e transporte de animais domésticos e silvestres potencialmente agressivos, sob sugestão do Comitê de Proteção e Bem-Estar Animal, em sua última reunião, o IPEVS elaborou uma proposta para realização de um curso teórico-prático sobre Captura e Contenção de Animais.

No dia 10/05/2010, Rafael Haddad, presidente do IPEVS em reunião com o Comandante do Corpo de Bombeiros de Cornélio Procópio – PR, o Capitão Fábio Azevedo, apresentou a proposta para a realização do curso.

Segundo o Capitão Azevedo, a proposta é bem vinda e de extrema necessidade, já que muitas vezes o Corpo de bombeiros é chamado para atender situações em que animais e humanos encontram-se em conflito, mas depende de aprovação da Prefeitura Municipal.

Na reunião também estava presente Dougla Eugênio, estudante de Ciências Biológicas UENP Cornélio Procópio e membro do Comitê de Proteção e Bem-Estar Animal e Stefane Costa, estudante de Ciências Biológicas e estagiária do IPEVS.

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