18 de fevereiro de 2011 | nenhum comentário »

Fundação desenvolve carvão “limpo”

Além de reduzir em mais de 60% as emissões de gases de efeito estufa em relação às técnicas hoje empregadas, o novo sistema permite o reaproveitamento dos resíduos do processo

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A Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FTDE), instituto de pesquisa aplicada fundado por professores da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP), desenvolveu um sistema de produção de carvão vegetal mais limpo, em circuito fechado.

 

Além de reduzir em mais de 60% as emissões de gases de efeito estufa em relação às técnicas hoje empregadas, o novo sistema permite o reaproveitamento dos resíduos do processo, que podem ser refinados e dar origem a produtos químicos com amplo uso na indústria, como alcatrão, ácido acético e metanol.

 

A unidade-piloto que testará o sistema em escala comercial está prevista para ser construída na região do Vale do Ribeira (SP). Mas faltam recursos para colocá-la em operação, pois o projeto está desde o ano passado em análise pelo BNDES.

Fonte: Jornal da Ciência


5 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Brasil reciclou 98,2% das latas de alumínio durante 2009

No ano passado, o processo de reaproveitamento movimentou R$ 1,3 bilhão

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O Brasil atingiu, em 2009, mais um recorde de reciclagem de latas de alumínio. Foram reutilizadas 98,2% das latinhas vendidas. Ou seja: das 202,5 mil toneladas de alumínio vendidas, foram recicladas 198,8 mil toneladas. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (28/10) pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas).
Na comparação entre 2009 e 2008, a quantidade de latas recicladas aumentou 19,9%. Em 2008, foram reutilizadas 91,6% das latas vendidas pela indústria (cerca de 165 mil toneladas). É possível que esse movimento acompanhe o crescimento das vendas de latinhas, já que, de acordo com a Abralatas, o índice de comercialização desse tipo de embalagem não parou de crescer nos últimos cinco anos. No primeiro semestre de 2010, com o estímulo da transmissão da Copa do Mundo, foram compradas 21,8% a mais de latinhas que no mesmo período de 2009 — e, no segundo semestre, a previsão é que haja um aumento de mais dez pontos percentuais.
“Se toda coleta de latas fosse feita por uma empresa só, ela estaria entre as mil maiores do país”, complementou Henio de Nicola, presidente da Abal. Em 2009, a reciclagem das latas de alumínio movimentou R$ 1,3 bilhão ; desse total, R$ 382 milhões foram gerados só com o trabalho de coleta do material.
Com a reciclagem do alumínio das latas, também foram economizados 2,9 mil gigawatts-hora (GWh), quantidade de energia capaz de atender à demanda anual de uma cidade como Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, que tem 1,2 milhão de habitantes.
Fonte: por Globo Rural Online, com informações da Agência Brasil

16 de março de 2009 | nenhum comentário »

Lâmpadas fluorescentes são preocupação para o meio ambiente

Os brasileiros aderiram às lâmpadas fluorescentes, mais econômicas do que as convencionais. Mas um problema segue sem solução. O que fazer quando elas não funcionam mais?

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Ela surgiu como uma luz no fim do túnel quando o brasileiro foi obrigado a economizar energia, em 2001. Capaz de reduzir o consumo em até 80%, a lâmpada fluorescente caiu no gosto no consumidor. Antes do racionamento, eram vendidas três milhões por ano no Brasil. Hoje, são 150 milhões.

Mas o que chegou como solução para a economia virou problema para o meio ambiente. É que um dos componentes principais da lâmpada fluorescente é o mercúrio, um metal pesado extremamente tóxico.

“O mercúrio tem o efeito danoso sobre a saúde porque causa até o câncer, problemas no sangue, problemas no sistema nervoso central e pode levar até a morte”, explica o consultor ambiental Sabetai Calderoni.

Preocupação mundial – O descarte desse tipo de lâmpada é uma preocupação mundial. Vários países da Europa já desenvolveram sistemas específicos de coleta e reciclagem desse tipo de produto. Consumidor vai até a loja, entrega a lâmpada queimada e recebe um desconto no preço da lâmpada nova.

Aquelas que já não servem mais são coletadas e mandadas de volta para as fábricas. De lá vão para a reciclagem. Quem paga a conta é quem fabricou: a indústria.

No Brasil, ainda não há consenso sobre quem vai pagar a conta, já que todas as lâmpadas fluorescentes compactas são importadas. O assunto está há anos em discussão.

“Acho que é uma política que vai sendo formada aos poucos. Estimular o surgimento de muitas pequenas indústrias em todo o Brasil. Aí, se faz reciclagem no local”, afirma Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação.

Por enquanto, existem apenas três empresas em São Paulo fazem a separação do mercúrio. Em vez de poluir e colocar a vida em risco, o que sai da reciclagem é reaproveitado.

“Todo esse mercúrio é destinado para centros de pesquisa, mas ele também pode ser destinado ou vendido para indústrias que utilizam esse mercúrio”, explica o engenheiro Roberson Neri. (Fonte: G1)






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Fundação desenvolve carvão “limpo”

Além de reduzir em mais de 60% as emissões de gases de efeito estufa em relação às técnicas hoje empregadas, o novo sistema permite o reaproveitamento dos resíduos do processo

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A Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FTDE), instituto de pesquisa aplicada fundado por professores da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP), desenvolveu um sistema de produção de carvão vegetal mais limpo, em circuito fechado.

 

Além de reduzir em mais de 60% as emissões de gases de efeito estufa em relação às técnicas hoje empregadas, o novo sistema permite o reaproveitamento dos resíduos do processo, que podem ser refinados e dar origem a produtos químicos com amplo uso na indústria, como alcatrão, ácido acético e metanol.

 

A unidade-piloto que testará o sistema em escala comercial está prevista para ser construída na região do Vale do Ribeira (SP). Mas faltam recursos para colocá-la em operação, pois o projeto está desde o ano passado em análise pelo BNDES.

Fonte: Jornal da Ciência


5 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

Brasil reciclou 98,2% das latas de alumínio durante 2009

No ano passado, o processo de reaproveitamento movimentou R$ 1,3 bilhão

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O Brasil atingiu, em 2009, mais um recorde de reciclagem de latas de alumínio. Foram reutilizadas 98,2% das latinhas vendidas. Ou seja: das 202,5 mil toneladas de alumínio vendidas, foram recicladas 198,8 mil toneladas. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (28/10) pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas).
Na comparação entre 2009 e 2008, a quantidade de latas recicladas aumentou 19,9%. Em 2008, foram reutilizadas 91,6% das latas vendidas pela indústria (cerca de 165 mil toneladas). É possível que esse movimento acompanhe o crescimento das vendas de latinhas, já que, de acordo com a Abralatas, o índice de comercialização desse tipo de embalagem não parou de crescer nos últimos cinco anos. No primeiro semestre de 2010, com o estímulo da transmissão da Copa do Mundo, foram compradas 21,8% a mais de latinhas que no mesmo período de 2009 — e, no segundo semestre, a previsão é que haja um aumento de mais dez pontos percentuais.
“Se toda coleta de latas fosse feita por uma empresa só, ela estaria entre as mil maiores do país”, complementou Henio de Nicola, presidente da Abal. Em 2009, a reciclagem das latas de alumínio movimentou R$ 1,3 bilhão ; desse total, R$ 382 milhões foram gerados só com o trabalho de coleta do material.
Com a reciclagem do alumínio das latas, também foram economizados 2,9 mil gigawatts-hora (GWh), quantidade de energia capaz de atender à demanda anual de uma cidade como Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, que tem 1,2 milhão de habitantes.
Fonte: por Globo Rural Online, com informações da Agência Brasil

16 de março de 2009 | nenhum comentário »

Lâmpadas fluorescentes são preocupação para o meio ambiente

Os brasileiros aderiram às lâmpadas fluorescentes, mais econômicas do que as convencionais. Mas um problema segue sem solução. O que fazer quando elas não funcionam mais?

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Ela surgiu como uma luz no fim do túnel quando o brasileiro foi obrigado a economizar energia, em 2001. Capaz de reduzir o consumo em até 80%, a lâmpada fluorescente caiu no gosto no consumidor. Antes do racionamento, eram vendidas três milhões por ano no Brasil. Hoje, são 150 milhões.

Mas o que chegou como solução para a economia virou problema para o meio ambiente. É que um dos componentes principais da lâmpada fluorescente é o mercúrio, um metal pesado extremamente tóxico.

“O mercúrio tem o efeito danoso sobre a saúde porque causa até o câncer, problemas no sangue, problemas no sistema nervoso central e pode levar até a morte”, explica o consultor ambiental Sabetai Calderoni.

Preocupação mundial – O descarte desse tipo de lâmpada é uma preocupação mundial. Vários países da Europa já desenvolveram sistemas específicos de coleta e reciclagem desse tipo de produto. Consumidor vai até a loja, entrega a lâmpada queimada e recebe um desconto no preço da lâmpada nova.

Aquelas que já não servem mais são coletadas e mandadas de volta para as fábricas. De lá vão para a reciclagem. Quem paga a conta é quem fabricou: a indústria.

No Brasil, ainda não há consenso sobre quem vai pagar a conta, já que todas as lâmpadas fluorescentes compactas são importadas. O assunto está há anos em discussão.

“Acho que é uma política que vai sendo formada aos poucos. Estimular o surgimento de muitas pequenas indústrias em todo o Brasil. Aí, se faz reciclagem no local”, afirma Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação.

Por enquanto, existem apenas três empresas em São Paulo fazem a separação do mercúrio. Em vez de poluir e colocar a vida em risco, o que sai da reciclagem é reaproveitado.

“Todo esse mercúrio é destinado para centros de pesquisa, mas ele também pode ser destinado ou vendido para indústrias que utilizam esse mercúrio”, explica o engenheiro Roberson Neri. (Fonte: G1)