31 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e seus (bons) resultados

Carta-resposta da secretaria-executiva do Pacto
30 de Maio de 2011

O movimento Pacto pela Restauração da Mata Atlântica vem a público lamentar a publicação do artigo “Salve o Planeta e fique também milionário,” de autoria do sr. Germano Woehl, publicado no dia 19 de maio de 2011 no site ((o))eco, que trata de forma não recomendável os projetos de restauração florestal na Mata Atlântica.

Por isso, se faz necessária a apresentação e divulgação de alguns esclarecimentos.

O Pacto pela Restauração da Mata Atlântica conta, atualmente, com 184 membros que participam do que é o maior movimento do Brasil para restauração florestal de áreas degradadas com espécies nativas. Reunir organizações e profissionais em torno de um mesmo propósito é algo desafiador e o Pacto vem conquistando resultados cada vez mais sólidos.

O movimento já contribuiu e continuará contribuindo para aperfeiçoar as atuais e criar novas técnicas de campo e mecanismos de financiamento para as atividades de restauração.

O Pacto atua entre as esferas pública e privada, articulando o diálogo entre governo, empresas e proprietários de terra para impulsionar resultados em restauração e conservação da biodiversidade. O Pacto não é uma empresa, não tem fins lucrativos e não visa beneficiar nenhum ator específico. Quem se beneficia de seu sucesso é a biodiversidade, o clima e toda a sociedade brasileira.

Apoiamos a primeira edição da Iniciativa BNDES Mata Atlântica que está investindo mais de R$ 70 milhões de reais na restauração de mais de quatro mil hectares de restauração – não apenas R$ 2,5 milhões. Esses recursos viabilizarão a restauração de áreas que vão propiciar qualidade de vida, água em quantidade e qualidade, além de equilíbrio climático para milhares de pessoas em zonas rurais e urbanas.

O Pacto reforça a importância das estratégias e políticas de conservação e muitos dos seus membros atuam também nessa área. Os signatários entendem que a restauração do bioma Mata Atlântica é a melhor solução para proporcionar segurança ambiental e qualidade de vida para as populações, gerando também trabalho e renda em atividades de restauração.

Como informado no site do movimento, o Pacto vem cadastrando as iniciativas de todos os membros. Nos primeiros dois anos, o movimento cadastrou mais de 90 iniciativas no site, somando mais de 40 mil hectares em processo de restauração florestal. As áreas se encontram em diferentes estágios de restauração, variando entre inicial e médio, principalmente.

No intuito de contribuir para a estruturação da cadeia produtiva da restauração, o Pacto publicou em 2009 (com versões atualizadas em 2010 e 2011) dois documentos referenciais que são distribuídos gratuitamente para todos os membros e demais interessados, por exemplo: pesquisadores, empresas, universidades e ONGs que atuam em restauração.

Além disso, em fevereiro de 2011, o Pacto reuniu, em Campinas-SP, mais de 60 instituições de todo o Brasil, entre universidades, governos, empresas e ONGs, para a construção de um Protocolo de Monitoramento de Projetos de Restauração, que já foi aprovado e será oferecido, sem custo, para todos os membros e a toda a sociedade brasileira.

Trata-se de um conjunto de indicadores ecológicos, sociais, econômicos e de gestão para os projetos de restauração na Mata Atlântica. Este importante instrumento possibilitará a padronização do processo de monitoramento dos plantios executados por seus membros, permitindo a comparação de desempenhos com a utilização de diferentes técnicas e métodos de restauração e a melhoria da eficiência dos projetos. O Pacto é um movimento agregador, transparente em suas atuações e os interessados podem se informar através do nosso site e das publicações acima mencionadas.

A Secretaria Executiva atua em conjunto com diversos profissionais extremamente capacitados na execução e gestão de todas as iniciativas do Pacto, e todos estão sempre à disposição para atender aos interessados em conhecer mais sobre o movimento e sobre restauração.

O Pacto agradece a oportunidade de esclarecer as estratégias do movimento. A contribuição de cada membro é fundamental para manter o caráter aberto, participativo, produtivo e transparente.

Neste espírito, o Pacto convida todas as organizações que atuam na Mata Atlântica a contribuir para o alcance da meta de viabilizar a restauração de 15 milhões de hectares até 2050 e transformar a Mata Atlântica em um lugar seguro e saudável para mais de 120 milhões de brasileiros.

Fonte: Secretaria-Executiva do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica


15 de outubro de 2010 | nenhum comentário »

Simpósio sobre recuperação de áreas degradadas discute biomas brasileiros

A 8ª edição do Simpósio Nacional sobre Recuperação de Áreas Degradadas acontecerá de 30 de outubro a 2 de novembro na cidade de Guarapari (ES)

Especialistas brasileiros discutirão, em conferencias e mesas redondas,  os princípios, técnicas, perspectivas e desafios da reabilitação e restauração de biomas brasileiros, sua biodiversidade, riqueza, serviços que  prestam  e valores em risco.

 

Temas como recuperação de voçorocas, nascentes e ambientes fluviais estarão na pauta, além da apresentação de aproximadamente 170 trabalhos técnico-científicos na forma oral e em pôsters sobre recuperação de áreas degradadas pela mineração, agropecuária, estradas, barragens e outras grandes obras.

 

Inscrições e outras informações no site: www.sobrade.com.br

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Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e seus (bons) resultados

Carta-resposta da secretaria-executiva do Pacto
30 de Maio de 2011

O movimento Pacto pela Restauração da Mata Atlântica vem a público lamentar a publicação do artigo “Salve o Planeta e fique também milionário,” de autoria do sr. Germano Woehl, publicado no dia 19 de maio de 2011 no site ((o))eco, que trata de forma não recomendável os projetos de restauração florestal na Mata Atlântica.

Por isso, se faz necessária a apresentação e divulgação de alguns esclarecimentos.

O Pacto pela Restauração da Mata Atlântica conta, atualmente, com 184 membros que participam do que é o maior movimento do Brasil para restauração florestal de áreas degradadas com espécies nativas. Reunir organizações e profissionais em torno de um mesmo propósito é algo desafiador e o Pacto vem conquistando resultados cada vez mais sólidos.

O movimento já contribuiu e continuará contribuindo para aperfeiçoar as atuais e criar novas técnicas de campo e mecanismos de financiamento para as atividades de restauração.

O Pacto atua entre as esferas pública e privada, articulando o diálogo entre governo, empresas e proprietários de terra para impulsionar resultados em restauração e conservação da biodiversidade. O Pacto não é uma empresa, não tem fins lucrativos e não visa beneficiar nenhum ator específico. Quem se beneficia de seu sucesso é a biodiversidade, o clima e toda a sociedade brasileira.

Apoiamos a primeira edição da Iniciativa BNDES Mata Atlântica que está investindo mais de R$ 70 milhões de reais na restauração de mais de quatro mil hectares de restauração – não apenas R$ 2,5 milhões. Esses recursos viabilizarão a restauração de áreas que vão propiciar qualidade de vida, água em quantidade e qualidade, além de equilíbrio climático para milhares de pessoas em zonas rurais e urbanas.

O Pacto reforça a importância das estratégias e políticas de conservação e muitos dos seus membros atuam também nessa área. Os signatários entendem que a restauração do bioma Mata Atlântica é a melhor solução para proporcionar segurança ambiental e qualidade de vida para as populações, gerando também trabalho e renda em atividades de restauração.

Como informado no site do movimento, o Pacto vem cadastrando as iniciativas de todos os membros. Nos primeiros dois anos, o movimento cadastrou mais de 90 iniciativas no site, somando mais de 40 mil hectares em processo de restauração florestal. As áreas se encontram em diferentes estágios de restauração, variando entre inicial e médio, principalmente.

No intuito de contribuir para a estruturação da cadeia produtiva da restauração, o Pacto publicou em 2009 (com versões atualizadas em 2010 e 2011) dois documentos referenciais que são distribuídos gratuitamente para todos os membros e demais interessados, por exemplo: pesquisadores, empresas, universidades e ONGs que atuam em restauração.

Além disso, em fevereiro de 2011, o Pacto reuniu, em Campinas-SP, mais de 60 instituições de todo o Brasil, entre universidades, governos, empresas e ONGs, para a construção de um Protocolo de Monitoramento de Projetos de Restauração, que já foi aprovado e será oferecido, sem custo, para todos os membros e a toda a sociedade brasileira.

Trata-se de um conjunto de indicadores ecológicos, sociais, econômicos e de gestão para os projetos de restauração na Mata Atlântica. Este importante instrumento possibilitará a padronização do processo de monitoramento dos plantios executados por seus membros, permitindo a comparação de desempenhos com a utilização de diferentes técnicas e métodos de restauração e a melhoria da eficiência dos projetos. O Pacto é um movimento agregador, transparente em suas atuações e os interessados podem se informar através do nosso site e das publicações acima mencionadas.

A Secretaria Executiva atua em conjunto com diversos profissionais extremamente capacitados na execução e gestão de todas as iniciativas do Pacto, e todos estão sempre à disposição para atender aos interessados em conhecer mais sobre o movimento e sobre restauração.

O Pacto agradece a oportunidade de esclarecer as estratégias do movimento. A contribuição de cada membro é fundamental para manter o caráter aberto, participativo, produtivo e transparente.

Neste espírito, o Pacto convida todas as organizações que atuam na Mata Atlântica a contribuir para o alcance da meta de viabilizar a restauração de 15 milhões de hectares até 2050 e transformar a Mata Atlântica em um lugar seguro e saudável para mais de 120 milhões de brasileiros.

Fonte: Secretaria-Executiva do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica


15 de outubro de 2010 | nenhum comentário »

Simpósio sobre recuperação de áreas degradadas discute biomas brasileiros

A 8ª edição do Simpósio Nacional sobre Recuperação de Áreas Degradadas acontecerá de 30 de outubro a 2 de novembro na cidade de Guarapari (ES)

Especialistas brasileiros discutirão, em conferencias e mesas redondas,  os princípios, técnicas, perspectivas e desafios da reabilitação e restauração de biomas brasileiros, sua biodiversidade, riqueza, serviços que  prestam  e valores em risco.

 

Temas como recuperação de voçorocas, nascentes e ambientes fluviais estarão na pauta, além da apresentação de aproximadamente 170 trabalhos técnico-científicos na forma oral e em pôsters sobre recuperação de áreas degradadas pela mineração, agropecuária, estradas, barragens e outras grandes obras.

 

Inscrições e outras informações no site: www.sobrade.com.br

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