8 de março de 2011 | nenhum comentário »

Ministério do Meio Ambiente apresenta relatório sobre tragédia no Rio

Para ministra, violação de Código Florestal agravou a situação

O descumprimento do atual Código Florestal está diretamente ligado a grande parte das mais de 900 mortes na região serrana do Rio no começo deste ano. A conclusão é de um estudo Ministério do Meio Ambiente, apresentado pela ministra Izabella Teixeira anteontem na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

 

Cruzando imagens de satélite com dados de uma vistoria no local feita logo após a tragédia, técnicos do ministério concluíram que várias das casas destruídas estavam em áreas de preservação permanente (APPs). É o caso, por exemplo, do bairro de Campo Grande, em Teresópolis. Cerca de 70% das casas do bairro foram destruídas. Muitas delas estavam exatamente dentro da faixa de 30 metros de distância da margem do rio que, segundo o Código Florestal, deveriam ser mantidas com vegetação nativa.

 

Área Consolidada – O objetivo do ministério com o estudo é forçar o debate no Congresso contra a flexibilização excessiva da lei.
A área ambiental do governo é contra a aprovação do relatório do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), que a bancada ruralista quer votar ainda neste mês.

Izabella Teixeira tenta uma alternativa de mudança no código, que atenda às reivindicações dos agricultores sem abrir mão de manter as áreas protegidas.
O Código Florestal tem relação direta com as áreas de risco por regular a ocupação em zonas rurais -onde houve mortes no desastre do Rio e de SC, em 2008.

Depois, fixa os parâmetros mínimos de conservação de zonas frágeis em área urbana. Os planos diretores municipais não podem ser menos rígidos que a lei federal. “Mas nunca se vê isso. O tensionamento é sempre no sentido oposto”, disse à Folha João de Deus Medeiros, diretor de Florestas do Ministério do Meio Ambiente e coautor do relatório.

 

Embora não cite o texto de Rebelo, o documento lhe faz duas críticas veladas.

Uma diz respeito à proposta do deputado comunista de reduzir para 15 m as APPs em margens de rios de menos de 5 m de largura .

 

Mais grave, na visão do Meio Ambiente, é a adoção do conceito de “área rural consolidada”, onde ocupações anteriores a julho de 2008 ficam garantidas.

Já o deputado diz que seu texto oferece mais proteção às áreas frágeis, e que trabalha na Câmara por um novo relatório mais consensual.

 

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“Estou disposto a acolher entendimentos entre o Ministério do Meio Ambiente e o das Cidades”, disse. Para ele, o poder público já tem hoje o dever de remover populações de zonas de risco.

(Folha de São Paulo)


14 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Governo do Rio testa asfalto ecológico em estradas

O governo do Rio de Janeiro começou a testar asfalto sustentável como alternativa para aumentar a segurança nas estradas e espera adotar a iniciativa em todo o estado. O asfalto ecológico, como está sendo chamado, deixa a pista menos escorregadia em dias de chuva e tem maior durabilidade. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ) informou nesta segunda-feira (13) que, além do esforço ecológico, a ideia é ter uma produção de asfalto de melhor qualidade e com baixo custo.

Para testar o novo tipo de pavimentação que usa uma mistura com pneus triturados, a primeira estrada brasileira a receber 35 quilômetros desse tipo de asfalto será a RJ-122, conhecida como Rio-Friburgo, rodovia que liga os municípios de Guapimirim e Cachoeiras de Macacu, na região metropolitana do Rio. O diretor de Obras do DER-RJ, o engenheiro Ângelo Pinto, afirmou que cada metro quadrado de asfalto ecológico retira do meio ambiente o equivalente a um pneu usado.

“Além de conseguir gastar [na fabricação do asfalto] uma quantidade muito grande de pneus, esse pavimento com alta viscosidade, elevado percentual de borracha, permite uma redução de ruído muito grande”, explica o engenheiro. Ele destaca que a mistura garante uma massa asfáltica com alto coeficiente de atrito, aumentando a performance dos carros. Com isso, é possível reduzir o número de acidentes nas pistas.

O diretor afirma que a obra será concluída no segundo semestre do ano que vem e a expectativa é que o piso tenha a durabilidade de 20 anos, o dobro em relação a recapeamentos comuns. Segundo Ângelo Pinto, a utilização dessa tecnologia vai depender da conveniência, logística e disponibilidade de pneus em cada obra, que segue a orientação dos secretários municipais. Entretanto, ele afirma que “é uma tendência que [o asfalto ecológico] seja usado cada vez mais em rodovias”.

Segundo o DER-RJ, outras pesquisas com polímeros à base de borracha estão sendo feitas para aumentar a segurança e o conforto dos condutores nas estradas.

Uma usina móvel foi instalada em Cachoeiras de Macacu para produzir o material, que foi inventado em 1960, no Arizona (Estados Unidos), mas só foi liberado para uso em escala industrial após a quebra da patente do produto, em 1998.

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(Fonte: Agencia Brasil)


18 de junho de 2010 | nenhum comentário »

Eco Feira começa em Búzios

Búzios passa a realizar a partir da quarta-feira passada, uma Eco Feira, espaço alternativo de saúde, qualidade de vida e bem estar, cujo objetivo é valorizar o meio ambiente e os produtos da cidade. Quem comparecer ao local, poderá encontrar produtos como banana, acerola, couve, alface, rúcula, cebolinha, manjericão, couve-flor, mel, aipim, cana, entre outros. A Eco Feira vai funcionar às quartas e aos sábados, de 8h às 17h, na Praça do Profeta, em frente à Policlínica.

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• O que seria a Eco Feira?

• Quais os outros projetos ecológicos de Búzios?

Segue texto abaixo

Quem já foi a uma feira, sabe que elas sempre acontecem em determinado dia da semana e lá estão dispostos diversos produtos de origem vegetal e animal para as pessoas escolherem aquilo que querem. É batata! Com a Eco Feira não é muito diferente. Só que, em vez de frutas e legumes “comuns”, numa feira ecológica somente se pode encontrar vegetais totalmente livres de agrotóxicos.

Em Búzios, a Eco Feira é a primeira etapa de um grande projeto de produção agronômica, que pretende fazer com que os legumes, frutas e verduras de Búzios sejam consumidos na sua forma natural. Assim, a intenção é criar um espaço alternativo de saúde, qualidade de vida e bem estar da população buziana. A Secretaria do Meio Ambiente da cidade, então, está estimulando os produtores locais a plantarem alimentos de forma que fiquem o mais saudáveis possível. A Eco Feira passa a ser fixa em Búzios e acontece todas as quartas e sábados, das 8h às 17h.

Paralelamente a isso, estão acontecendo na cidade, grandes projetos ambientais. O maior deles é o Parque dos Corais. A cidade conta com uma incrível quantidade de corais raros que fazem com que a pesca seja possível. O problema é que, com a poluição ambiental, esses corais acabam não sobrevivendo. A criação do Parque dos Corais aconteceu nesse fim de semana e tem o objetivo de preservar essa vegetação marinha. Esse é um projeto a longo prazo. Foi feito um mapeamento que detectou os principais bancos de corais que precisam de proteção.

A intenção é que, em alguns anos, os corais em lugar de serem extintos, sejam multiplicados. Algumas escolas já foram fazer visitações a esse novo parque. No último fim de semana, a ONG Coral Vivo realizou uma limpeza no local. Foram retirados pneus, latas, garrafas e toda a espécie de lixo que degradava, destruía o ambiente e o tornava não-propício ao desenvolvimento dos corais. Além disso, essa ONG, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente disponibilizará, principalmente, entre escolas e pousadas.

Nesses mesmos lugares, já há campanhas de conscientização em relação à coleta seletiva, outro projeto da cidade. Com isso, o objetivo é sensibilizar as pessoas para que elas percebam a importância de se separar o lixo para a reciclagem. A longo prazo, isso pode causar um esvaziamento no aterro sanitário de São Pedro, que recebe quase todo o lixo de Búzios e no antigo lixão, que está em processo de revitalização para ser um destino adequado ao lixo.

Além desse projeto, ainda há o de capacitação de maricultores. A Secretaria do Meio Ambiente tem uma parceria com cursos de cidades vizinhas para educar os pescadores quanto ao cultivo adequado de ostras, mariscos e outros animais marinhos. E também há um outro projeto de Eco Turismo, em que alunos do Ensino Médio das escolas públicas de Búzios recebem um curso de turismo ecológico e podem trabalhar como monitores de trilhas na cidade.

Fonte: Ariane Rodrigues – Assessoria da Prefeitura de Búzios

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20 de maio de 2010 | nenhum comentário »

Sistema online reúne dados sobre mais de 41 mil espécies da flora brasileira

O Jardim Botânico do Rio de Janeiro lança amanhã, 21, uma lista das espécies da flora brasileira. O conteúdo poderá ser acessado pela internet e reunirá informações de mais de 41 mil espécies de plantas.

Os dados estarão disponíveis no site http://www.jbrj.gov.br/. O lançamento acontece às 16 horas, na sede do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

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A lista começou a ser elaborada em setembro de 2008. Um comitê foi formado e informações de outras listas parciais, oferecidas por diversas entidades, foram utilizadas e os dados foram migrados para o sistema desenvolvido pelo Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA. Em 2009 cerca de 400 especialistas, brasileiros e estrangeiros, trabalharam na realização da nova base de dados, fazendo a inclusão de informações inéditas e correção das que já estavam disponíveis.

O Ministério do Meio Ambiente designou o Jardim Botânico do Rio para a coordenação do projeto por meio do Centro Nacional de Conservação da Flora, CNCFlora.

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A lista é um dos compromissos assumidos pelo Brasil com a comunidade internacional. Como signatário da Convenção sobre a Diversidade Biológica, o país tem, ainda, outras 15 metas a serem alcançadas, que fazem parte da Estratégia Global para a Conservação de Plantas.

Segundo o Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a única compilação desse porte data do período de 1846 e 1906, quando foi editada a Flora brasiliensis, por von Martius, Eichler & Urban, com 22.767 espécies.

O sistema online apresenta 41.123 espécies da flora, sendo 3.633 de Fungos, 3.521 de Algas, 1.522 de Briófitas, 1.176 de Pteridófitas, 23 de Gimnospermas e 31.248 de Angiospermas. O usuário vai encontrar informações sobre a distribuição geográfica por região e vai poder consultar também sinônimos utilizados para cada espécie e quais são de ocorrência exclusiva no Brasil.

A coordenadora-geral do projeto, a botânica Rafaela Campostrini Forzza, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, defende a atualização constante do material. “A intenção é de que a lista seja dinâmica e atualizada periodicamente para incluir novas espécies e mudanças taxonômicas ao longo do tempo. Esperamos que esse site também disponibilize, num futuro próximo, muitas outras informações sobre a flora brasileira”, disse.

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*Com informações do JBRJ.

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Ministério do Meio Ambiente apresenta relatório sobre tragédia no Rio

Para ministra, violação de Código Florestal agravou a situação

O descumprimento do atual Código Florestal está diretamente ligado a grande parte das mais de 900 mortes na região serrana do Rio no começo deste ano. A conclusão é de um estudo Ministério do Meio Ambiente, apresentado pela ministra Izabella Teixeira anteontem na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

 

Cruzando imagens de satélite com dados de uma vistoria no local feita logo após a tragédia, técnicos do ministério concluíram que várias das casas destruídas estavam em áreas de preservação permanente (APPs). É o caso, por exemplo, do bairro de Campo Grande, em Teresópolis. Cerca de 70% das casas do bairro foram destruídas. Muitas delas estavam exatamente dentro da faixa de 30 metros de distância da margem do rio que, segundo o Código Florestal, deveriam ser mantidas com vegetação nativa.

 

Área Consolidada – O objetivo do ministério com o estudo é forçar o debate no Congresso contra a flexibilização excessiva da lei.
A área ambiental do governo é contra a aprovação do relatório do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), que a bancada ruralista quer votar ainda neste mês.

Izabella Teixeira tenta uma alternativa de mudança no código, que atenda às reivindicações dos agricultores sem abrir mão de manter as áreas protegidas.
O Código Florestal tem relação direta com as áreas de risco por regular a ocupação em zonas rurais -onde houve mortes no desastre do Rio e de SC, em 2008.

Depois, fixa os parâmetros mínimos de conservação de zonas frágeis em área urbana. Os planos diretores municipais não podem ser menos rígidos que a lei federal. “Mas nunca se vê isso. O tensionamento é sempre no sentido oposto”, disse à Folha João de Deus Medeiros, diretor de Florestas do Ministério do Meio Ambiente e coautor do relatório.

 

Embora não cite o texto de Rebelo, o documento lhe faz duas críticas veladas.

Uma diz respeito à proposta do deputado comunista de reduzir para 15 m as APPs em margens de rios de menos de 5 m de largura .

 

Mais grave, na visão do Meio Ambiente, é a adoção do conceito de “área rural consolidada”, onde ocupações anteriores a julho de 2008 ficam garantidas.

Já o deputado diz que seu texto oferece mais proteção às áreas frágeis, e que trabalha na Câmara por um novo relatório mais consensual.

 

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“Estou disposto a acolher entendimentos entre o Ministério do Meio Ambiente e o das Cidades”, disse. Para ele, o poder público já tem hoje o dever de remover populações de zonas de risco.

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Governo do Rio testa asfalto ecológico em estradas

O governo do Rio de Janeiro começou a testar asfalto sustentável como alternativa para aumentar a segurança nas estradas e espera adotar a iniciativa em todo o estado. O asfalto ecológico, como está sendo chamado, deixa a pista menos escorregadia em dias de chuva e tem maior durabilidade. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ) informou nesta segunda-feira (13) que, além do esforço ecológico, a ideia é ter uma produção de asfalto de melhor qualidade e com baixo custo.

Para testar o novo tipo de pavimentação que usa uma mistura com pneus triturados, a primeira estrada brasileira a receber 35 quilômetros desse tipo de asfalto será a RJ-122, conhecida como Rio-Friburgo, rodovia que liga os municípios de Guapimirim e Cachoeiras de Macacu, na região metropolitana do Rio. O diretor de Obras do DER-RJ, o engenheiro Ângelo Pinto, afirmou que cada metro quadrado de asfalto ecológico retira do meio ambiente o equivalente a um pneu usado.

“Além de conseguir gastar [na fabricação do asfalto] uma quantidade muito grande de pneus, esse pavimento com alta viscosidade, elevado percentual de borracha, permite uma redução de ruído muito grande”, explica o engenheiro. Ele destaca que a mistura garante uma massa asfáltica com alto coeficiente de atrito, aumentando a performance dos carros. Com isso, é possível reduzir o número de acidentes nas pistas.

O diretor afirma que a obra será concluída no segundo semestre do ano que vem e a expectativa é que o piso tenha a durabilidade de 20 anos, o dobro em relação a recapeamentos comuns. Segundo Ângelo Pinto, a utilização dessa tecnologia vai depender da conveniência, logística e disponibilidade de pneus em cada obra, que segue a orientação dos secretários municipais. Entretanto, ele afirma que “é uma tendência que [o asfalto ecológico] seja usado cada vez mais em rodovias”.

Segundo o DER-RJ, outras pesquisas com polímeros à base de borracha estão sendo feitas para aumentar a segurança e o conforto dos condutores nas estradas.

Uma usina móvel foi instalada em Cachoeiras de Macacu para produzir o material, que foi inventado em 1960, no Arizona (Estados Unidos), mas só foi liberado para uso em escala industrial após a quebra da patente do produto, em 1998.

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(Fonte: Agencia Brasil)


18 de junho de 2010 | nenhum comentário »

Eco Feira começa em Búzios

Búzios passa a realizar a partir da quarta-feira passada, uma Eco Feira, espaço alternativo de saúde, qualidade de vida e bem estar, cujo objetivo é valorizar o meio ambiente e os produtos da cidade. Quem comparecer ao local, poderá encontrar produtos como banana, acerola, couve, alface, rúcula, cebolinha, manjericão, couve-flor, mel, aipim, cana, entre outros. A Eco Feira vai funcionar às quartas e aos sábados, de 8h às 17h, na Praça do Profeta, em frente à Policlínica.

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• O que seria a Eco Feira?

• Quais os outros projetos ecológicos de Búzios?

Segue texto abaixo

Quem já foi a uma feira, sabe que elas sempre acontecem em determinado dia da semana e lá estão dispostos diversos produtos de origem vegetal e animal para as pessoas escolherem aquilo que querem. É batata! Com a Eco Feira não é muito diferente. Só que, em vez de frutas e legumes “comuns”, numa feira ecológica somente se pode encontrar vegetais totalmente livres de agrotóxicos.

Em Búzios, a Eco Feira é a primeira etapa de um grande projeto de produção agronômica, que pretende fazer com que os legumes, frutas e verduras de Búzios sejam consumidos na sua forma natural. Assim, a intenção é criar um espaço alternativo de saúde, qualidade de vida e bem estar da população buziana. A Secretaria do Meio Ambiente da cidade, então, está estimulando os produtores locais a plantarem alimentos de forma que fiquem o mais saudáveis possível. A Eco Feira passa a ser fixa em Búzios e acontece todas as quartas e sábados, das 8h às 17h.

Paralelamente a isso, estão acontecendo na cidade, grandes projetos ambientais. O maior deles é o Parque dos Corais. A cidade conta com uma incrível quantidade de corais raros que fazem com que a pesca seja possível. O problema é que, com a poluição ambiental, esses corais acabam não sobrevivendo. A criação do Parque dos Corais aconteceu nesse fim de semana e tem o objetivo de preservar essa vegetação marinha. Esse é um projeto a longo prazo. Foi feito um mapeamento que detectou os principais bancos de corais que precisam de proteção.

A intenção é que, em alguns anos, os corais em lugar de serem extintos, sejam multiplicados. Algumas escolas já foram fazer visitações a esse novo parque. No último fim de semana, a ONG Coral Vivo realizou uma limpeza no local. Foram retirados pneus, latas, garrafas e toda a espécie de lixo que degradava, destruía o ambiente e o tornava não-propício ao desenvolvimento dos corais. Além disso, essa ONG, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente disponibilizará, principalmente, entre escolas e pousadas.

Nesses mesmos lugares, já há campanhas de conscientização em relação à coleta seletiva, outro projeto da cidade. Com isso, o objetivo é sensibilizar as pessoas para que elas percebam a importância de se separar o lixo para a reciclagem. A longo prazo, isso pode causar um esvaziamento no aterro sanitário de São Pedro, que recebe quase todo o lixo de Búzios e no antigo lixão, que está em processo de revitalização para ser um destino adequado ao lixo.

Além desse projeto, ainda há o de capacitação de maricultores. A Secretaria do Meio Ambiente tem uma parceria com cursos de cidades vizinhas para educar os pescadores quanto ao cultivo adequado de ostras, mariscos e outros animais marinhos. E também há um outro projeto de Eco Turismo, em que alunos do Ensino Médio das escolas públicas de Búzios recebem um curso de turismo ecológico e podem trabalhar como monitores de trilhas na cidade.

Fonte: Ariane Rodrigues – Assessoria da Prefeitura de Búzios

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20 de maio de 2010 | nenhum comentário »

Sistema online reúne dados sobre mais de 41 mil espécies da flora brasileira

O Jardim Botânico do Rio de Janeiro lança amanhã, 21, uma lista das espécies da flora brasileira. O conteúdo poderá ser acessado pela internet e reunirá informações de mais de 41 mil espécies de plantas.

Os dados estarão disponíveis no site http://www.jbrj.gov.br/. O lançamento acontece às 16 horas, na sede do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

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A lista começou a ser elaborada em setembro de 2008. Um comitê foi formado e informações de outras listas parciais, oferecidas por diversas entidades, foram utilizadas e os dados foram migrados para o sistema desenvolvido pelo Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA. Em 2009 cerca de 400 especialistas, brasileiros e estrangeiros, trabalharam na realização da nova base de dados, fazendo a inclusão de informações inéditas e correção das que já estavam disponíveis.

O Ministério do Meio Ambiente designou o Jardim Botânico do Rio para a coordenação do projeto por meio do Centro Nacional de Conservação da Flora, CNCFlora.

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A lista é um dos compromissos assumidos pelo Brasil com a comunidade internacional. Como signatário da Convenção sobre a Diversidade Biológica, o país tem, ainda, outras 15 metas a serem alcançadas, que fazem parte da Estratégia Global para a Conservação de Plantas.

Segundo o Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a única compilação desse porte data do período de 1846 e 1906, quando foi editada a Flora brasiliensis, por von Martius, Eichler & Urban, com 22.767 espécies.

O sistema online apresenta 41.123 espécies da flora, sendo 3.633 de Fungos, 3.521 de Algas, 1.522 de Briófitas, 1.176 de Pteridófitas, 23 de Gimnospermas e 31.248 de Angiospermas. O usuário vai encontrar informações sobre a distribuição geográfica por região e vai poder consultar também sinônimos utilizados para cada espécie e quais são de ocorrência exclusiva no Brasil.

A coordenadora-geral do projeto, a botânica Rafaela Campostrini Forzza, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, defende a atualização constante do material. “A intenção é de que a lista seja dinâmica e atualizada periodicamente para incluir novas espécies e mudanças taxonômicas ao longo do tempo. Esperamos que esse site também disponibilize, num futuro próximo, muitas outras informações sobre a flora brasileira”, disse.

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*Com informações do JBRJ.

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