27 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Nova sacolinha biodegradável reduz impacto do plástico, diz Greenpeace

A partir de 25 de janeiro, com a entrada em vigor da substituição das sacolas plásticas na cidade de São Paulo, os consumidores vão precisar se acostumar com novas opções para carregar as compras do mercado. Uma delas são os próprios sacos de plástico, mas feitos com material renovável, como milho, e que degradam mais rápido que a sacola regular, feita com derivados de petróleo. Eles serão vendidos nas cadeias de supermercado que optaram por substituir o saco comum.

Enquanto o tempo de decomposição de uma sacola regular é de mais de 100 anos, as biodegradáveis duram apenas dois anos, segundo fabricantes. Caso sejam tratadas em usinas de compostagem, elas podem degradar em 180 dias, afirmam os produtores.

Em uma pesquisa do IPT, quatro tipos de sacola são expostas a chuva, luz e vento para testar seu tempo de degradação (Foto: Divulgação/IPT)

Em uma pesquisa do IPT, quatro tipos de sacola são expostas a chuva, luz e vento para testar seu tempo de degradação (Foto: Divulgação/IPT)

 

“São duas possibilidades infinitamente melhores que a sacola convencional, que leva centenas de anos para se decompor. Além disso, a produção dessas sacolas vai usar menos combustível fóssil, ou seja, vai ser menos poluente”, avalia Sérgio Leitão, diretor de campanhas do Greenpeace Brasil.

A diferença pode gerar um impacto considerável, avalia Leitão, já que as sacolas plásticas são responsáveis pela morte de um milhão de aves marinhas e de 100 mil tartarugas por ano, que confundem o material com alimento. Os dados são do Greenpeace. Além disso, elas geram impermeabilização do solo dos lixões, dificultando o processo de decomposição do lixo, de acordo com dados da campanha Saco é um Saco, do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Atualmente, são distribuídas 1,5 milhão de sacolas plásticas por hora no Brasil, ou cerca de 13 bilhões por ano, segundo a campanha do MMA.

Estudo
A diferença no tempo de degradação das sacolas está sendo estudada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), ligado à Universidade de São Paulo. Desde outubro de 2011, estão sendo avaliados quatro tipos diferentes de embalagem: polietileno comum (a sacola tradicional de plástico), polietileno com aditivo para degradação, papel e TNT (um tipo de saco retornável).

Elas ficarão expostas a sol, chuva e vento durante um ano, simulando condições de abandono das sacolas no meio urbano. “Embora existam muitos artigos sobre isso, não há muitas pesquisas nas condições brasileiras. Nós vimos a necessidade de fazer esse estudo para tentar ajudar a esclarecer um pouco esse assunto”, diz Mara Dantas, pesquisadora do laboratório de Embalagens do IPT.

Os resultados da pesquisa serão divulgados após o período de exposição dos materiais, que termina em outubro de 2012. Uma das questões que o estudo pretende responder é sobre a eficácia de aditivos para tornar o plástico degradável, já que não há consenso científico sobre o tema.

Polêmica
Já a Plastivida, Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, entidade que representa fabricantes do setor, defende que a sacola que será abolida dos supermercados paulistas é a opção mais sustentável.

Para o instituto, o problema está na destinação final inadequada do material. “Com a coleta da sacola para a reciclagem, seria bom que [o processo de decomposição] demorasse 100 anos. Assim, ela viraria outro produto e não seria preciso extrair mais matéria prima [para produzi-lo]”, diz o presidente da Plastivida, Miguel Bahiense.

Outro problema, segundo a Plastivida, é o abuso do uso da embalagem. Em 2007, foi iniciada uma campanha para reduzir o desperdício de sacolinhas. O consumo atual, de cerca 13 bilhões por ano, representa uma queda de 30% em relação aos números do começo da campanha, de em torno de 18 milhões.

Além disso, uma pesquisa realizada no Reino Unido e divulgada pela Plastivida aponta que as chamadas ecobags precisam ser reutilizadas por mais de 100 vezes para provocarem menos danos ambientais que o plástico, devido à maior quantidade de matéria-prima empregue na sua confecção.

Um ponto de consenso em diferentes pesquisas é que o impacto das diferentes sacolas não é fixo, mas depende do tipo de consumo que é feito delas — por exemplo, o tempo de uso — e das condições de destinação final da embalagem — como o encaminhamento para reciclagem.

Assim, vale seguir a recomendação de Mara, do IPT: “O consumidor tem que reutilizar o que tiver em casa e procurar fazer a destinação correta do material. Mas não pode deixar que a embalagem fique exposta na natureza”, provocando danos ambientais.

Fonte: G1 -Natureza


7 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Ecoeficiência de sacolas depende do comportamento do consumidor

Em tempos de ecoeficiência, há quem acredite que as sacolas retornáveis são a melhor opção na hora de fazer compras.

Mas, de acordo com um estudo inédito, realizado pela Fundação Espaço ECO e Instituto Akatu, não é tão simples assim dizer que as sacolas retornáveis são melhores para o meio ambiente.

O estudo concluiu que a a ecoeficiência de cada tipo de sacola depende do hábito do consumidor.

Ciclo de vida das sacolas plásticas – Os pesquisadores analisaram o chamado “ciclo de vida” de oito opções de sacolas disponíveis no mercado brasileiro.

Isso incluiu sacolas descartáveis (de polietileno tradicional, de polietileno de cana-de-açúcar e as aditivadas com promotor de oxibiodegradação) e algumas retornáveis (papel, ráfia, tecido e TNT – tecido não-tecido). Todas foram avaliadas para um período de um ano.

Foram considerados vários cenários, envolvendo maior ou menor volume de compras, maior ou menor frequência de idas ao supermercado e de descarte do lixo, matéria-prima utilizada na produção das sacolas, capacidade de carga, custo de cada uma, número de vezes em que é utilizada, reutilização ou não da sacola como saco de lixo e envio ou não para reciclagem.

“Percebemos que cada material tem um desempenho mais adequado dependendo da função e da maneira como é empregado”, explica o gerente de ecoeficiência da Fundação Espaço ECO, Emiliano Graziano.

Vantagens e desvantagens de cada tipo de sacola – Segundo o pesquisador, a relação entre o número de idas do consumidor ao supermercado, o número de vezes que ele dispõe seu lixo em sacolas plásticas e o tamanho de sua compra definem quais sacolas são mais eficientes do ponto de vista da preservação ambiental.

Segundo os pesquisadores, as sacolas descartáveis são vantajosas em um cenário considerado de poucas compras (até duas idas ao supermercado por semana).

Já em situações de mais compras (mais de três visitas semanais ao supermercado), as sacolas descartáveis só seriam vantajosas se usadas no descarte de lixo ao menos três vezes por semana.

As sacolas de papel não se mostraram vantajosas em relação às demais em nenhum tipo de cenário. O motivo é a baixa capacidade de carga, reúso e reciclagem.

“O papel, por ter ficado como alternativa mais impactante no caso base do estudo, não significa que será sempre pior nas situações em que pode ser substituído pelo plástico. Ou seja, o desempenho da sacola de papel, como também ocorre nas outras alternativas, está diretamente ligada ao seu eco design (forma, estrutura, quantidade de matéria-prima empregada) e à sua condição de uso e durabilidade,” esclarece Graziano.

A sacola oxidegradável também não apresentou desempenho ambiental melhor do que a sacola descartável tradicional.

Polêmicas – O resultado é contrário ao que tem sido apregoado pela mídia, mas é coerente com outras pesquisas.

Este estudo, foi financiado pela Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, portanto, com interesses na questão.

Por outro lado, a empresa já fabrica também plásticos à base de cana-de-açúcar e teve o primeiro plástico verde certificado do mundo.

Outra crítica é que o trabalho não incluiu entre os fatores de impacto ambiental o tempo de decomposição de cada um dos materiais, principal preocupação daqueles que se opõem às sacolas plásticas.

Ou seja, perdeu-se uma boa oportunidade para um parecer científico sobre o assunto.

Hoje a população recebe como informação apenas boatos e mitos: é possível encontrar na imprensa estimativas de degradação das sacolas plásticas que variam de 50 a 1.000 anos, sem a citação de nenhum estudo científico para embasar as afirmações.

Fonte: Site Inovação Tecnológica


3 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Congo aprova lei que proíbe a produção e uso de sacos plásticos

Decreto é uma tentativa de reduzir a poluição ambiental no país.
Apesar da aprovação, ainda não há data para início da proibição.

Na tentativa de combater a poluição ambiental no país, a República do Congo aprovou nesta quarta-feira (1º) um decreto que proíbe a produção, importação, venda e uso de sacolas plásticas para embalar alimentos, mantimentos, água e outras bebidas.

Segundo porta-voz do governo, Bienvenu Okiemy, o Congo presenciou a poluição ambiental causada por grandes sacolas de plástico há alguns anos, principalmente nas zonas urbanas.

“Esses sacos bloqueiam os sistemas de drenagem, causando inundações e deslizamentos de terra”, afirmou Okiemy. Ainda não há previsão de quando a proibição começa a vigorar.

Assim como outros países em desenvolvimento, o Congo sofre com a falta de gerenciamento adequado dos resíduos sólidos e dos materiais recicláveis. As sacolas denominadas biodegradáveis são amplamente utilizadas e causam danos ao ambiente local.

A luta contra a utilização destes artefatos é liderada no continente africano por Ruanda, que há cinco anos proibiu sua utilização. Outros países tentam ao menos limitar o seu uso. Em dezembro, a Itália informou que vai restringir os sacos plásticos, enquanto não houver uma definição da Comissão Europeia sobre o assunto.

Fonte: Do Globo Natureza, com informações da Reuters.


27 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Fim das Sacolas Plásticas em Cornélio Procópio

O Vereador Ricardo Leite reuniu na última segunda-feira (23/05/11) representantes do comércio, representantes de bairros, Universidades, IAP, imprensa, entidades ambientalistas e catadores de material reciclável no plenário da Câmara Municipal da Cidade no intuito de delinear e discutir a elaboração de projeto de lei ambiental com relação a utilização de sacolas plásticas.

Na segunda pauta da reunião, o projeto do Vereador prevê a proibição total do uso de sacolinhas plásticas, porém não sendo descartada na discussão, a proibição da distribuição, mas com autorização de comercialização.

O vereador apresentou alternativas para substituição das sacolas plásticas lembrando como era no passado, sacos de papel, caixas de papelão, sacolas ecobags (produzidas de algodão cru, lona e outros materiais) e sacolas de plástico biodegradável. Comentando que a necessidade de diminuir o consumo é essencial para preservação do meio ambiente, pois sacolas têm um alto custo para reciclagem, o que não é viável para as empresas, principalmente quando comparadas as garrafas pet comumente recicladas.

Questionado sobre onde armazenar o lixo orgânico o qual geralmente utilizamos as sacolinhas como recipiente, o vereador esclareceu que os sacos de lixo continuariam sendo vendidos.

 Lívea Samara Bióloga e Diretora Administrativa do IPEVS, esclareceu sobre uso das sacolas oxibiodegradáveis que usa como degradadores agentes químicos, sendo estes contaminantes. Abordoou que o uso de sacolas biodegradáveis provenientes de material vegetal (amido de milho, entre outros) seria uma opção menos poluente o qual os consumidores teriam a opção de compra, além das ecobags, e caixas desmontáveis, que ocupam menor espaço dentro dos automóveis quando não estão sendo utilizadas. Ressaltou também a necessidade de alinhar o bem estar humano, com a comodidade e o meio ambiente, trabalhando de forma benéfica para ambos.

Inúmeros são os motivos para elaboração de projetos de lei relacionados com a abolição das sacolas plásticas. Atualmente, a sacola é distribuída gratuitamente, o que gera a sensação de custo zero para o consumidor. Porém mascara a realidade do alto custo ambiental.

Muitas sacolas depois de descartadas, acabam em rios, lagos e oceanos, onde são confundidas com alimento e ingeridas por animais, causando a morte de mais de 100 mil por ano, em todo mundo. Quando descartadas de maneira incorreta, as sacolas plásticas poluem cidades e entopem bueiros, agravando situações de desastres como alagamentos e enchentes. Para sua confecção são utilizados recursos naturais não renováveis como o petróleo e gás natural, além da água e energia, e ocorre a liberação de efluentes e gases tóxicos, alguns dos quais contribuem para o efeito estufa.

Sacolas plásticas levam de 100 a 400 anos para se degradarem, tornando os lixões e aterros impermeáveis, dificultando a biodegradação de recursos orgânicos. Atualmente no mundo são distribuídas de 500 bilhões a 1 trilhão de sacolas plásticas por ano. No Brasil, estima-se um consumo de 41 milhões de sacolas plásticas por dia, 15 bilhões por ano.

Ricardo Leite destacou que será de extrema necessidade novos encontros com as entidades para delineação do projeto, pois se tratam de assuntos polêmicos os quais exigem estudos e discussões.

 

UTFPR, representantes do comércio, representantes do Vida Verde e representantes dos bairros

UTFPR, representantes do comércio, representantes do Vida Verde e representantes dos bairros

 

Participantes da reunião

Participantes reunidos no plenário da Câmara


23 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Kassab sanciona lei que proíbe venda e distribuição de sacolas

Entrou em vigor nesta quinta-feira (19) a lei 15.374, que proíbe a distribuição gratuita ou a venda de sacolas plásticas a consumidores em todos os estabelecimentos comerciais no município de São Paulo.

O texto sancionado pelo prefeito Gilberto Kassab havia sido aprovado na terça-feira (17) pela Câmara Municipal de São Paulo.

Substitutivo ao projeto de lei 496/2007, obteve 31 votos a favor, cinco contra e 12 abstenções.

As penalidades para quem descumprir a lei são as previstas na lei federal 9605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. O valor da multa varia de R$ 50 a R$ 50 milhões.

O vereador Aurélio Miguel (PR) contestou a tramitação do projeto e disse na terça-feira que vai recorrer à Justiça. Ele argumentou que o texto substitutivo não passou pela análise das comissões de Justiça, Política Urbana, Finanças e Transportes.

O presidente da Câmara, José Police Neto, mostrou outros três projetos que foram aprovados por meio do método utilizado nesta terça-feira, segundo o qual textos substitutivos lidos em plenário estão automaticamente aprovados para votação caso as comissões não se manifestem em 48 horas. Neste caso, segundo o vereador Cláudio Fonseca, o texto foi lido no dia 11

Os shoppings e supermercados terão até o dia 31 de dezembro deste ano para se adaptarem à lei. Durante este período, os supermercados terão de exibir cartazes, de 40 cm x 40 cm, com os dizeres “Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis.” A fiscalização caberá à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.

A lei náo se aplica às embalagens originais das mercadorias, às embalagens de produtos vendidos a granel e às embalagens de produtos alimentícios que vertam água. Também diz que os fabricantes ficam proibidos de inserir em sacolas plásticas a rotulagem degradáveis, assim como as terminologias oxidegradáveis, oxibiodegradáveis, fotodegradáveis e biodegradáveis. Também ficam proibidas mensagens que indiquem vantagens de tais produtos.

Na dia 9, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou um protocolo de intenções entre o governo e a Associação Paulista de Supermercados (Apas) para a realização de estudos e adoção de ações de substituição das sacolas à base de petróleo utilizadas nos supermercados do estado. A entidade apresentou um cronograma prevendo o fim da oferta das sacolinhas nos supermercados até 25 janeiro de 2012.

O texto substitutivo do projeto, que passou pelo crivo do colégio de líderes dos partidos, baseou-se em ao menos outros sete projetos de lei sobre o assunto que já tramitavam na Casa desde 2007. O projeto de lei 38/2009, do vereador Claudio Fonseca (PPS), por exemplo, já havia sido aprovado em primeira votação no dia 18 de novembro de 2009 e previa até multa para o supermercado que descumprisse a lei. O infrator será punido com base na lei federal 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

Votaram contra o projeto os vereadores Atila Russomanno (PP), Carlos Neder (PT), Francisco Chagas (PT) Zelão (PT) e Wadih Mutran (PP). Abstiveram-se os vereadores Antônio Carlos Rodrigues (PR) Agnaldo Timóteo, Alfredinho, Aurélio Miguel (PR), Chico Macena (PT), Antonio Donato (PT), Ítalo Cardoso (PT), José Américo (PT), Juliana Cardoso (PT), Milton Leite (DEM), Quito Formiga (PR) e Senival Moura (PT).

Fonte: G1, se São Paulo


2 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Ambientalistas dão sugestões de alternativas às sacolas plásticas

Se o acordo entre os supermercados e o governo paulista para o fim do uso das sacolinhas plásticas até o final do ano vingar, os “puxa-sacos” das casas ficarão vazios. Sem as sacolinhas, como recolher o lixo doméstico?

De acordo com o Instituto Akatu, que defende o consumo ambientalmente consciente, uma opção é comprar sacos plásticos recicláveis de lixo. Aqueles de cor preta, à venda em todo o comércio.

Quanto maior o tamanho, melhor, já que o que importa é reduzir a quantidade de plástico nas casas, diz Estanislau Maria, do Akatu.

“De início, não existe consumo 100% sustentável, mas é possível adotar práticas que diminuam o impacto ao ambiente”, diz Maria.

Como o plástico demora séculos para parar de poluir o ambiente, jogar plástico dentro de plástico, prática comum, é uma espécie de crime ambiental, segundo os especialistas.

Nesse caso, a solução é usar sacos feitos com dobradura de jornal, diz Maria. “No caso de lixo orgânico, basta colocar dois ou três sacos de papel para fazer com que o lixo não vaze”, explica.

Há três meses, a dona de casa Rita Mismetti, 59, se tornou adepta das sacolas de jornal. Aprendeu a fazê-las pela internet e, hoje, aboliu o uso das sacolinhas plásticas de mercado na sua casa.

Gostou tanto da novidade que diversificou seus origamis. Faz um modelo grande, que coloca na cozinha e no banheiro, e um menor, para retirar as fezes do gato.

Quando os saquinhos estão cheios, ela os retira e joga num lixo maior, com saco plástico reciclável, claro.

Para ir ao mercado, Rita usa ecobags. São ao todo dez, que usa, reutiliza, remenda e lava, quando necessário. “É prático e eu fico com a consciência tranquila”, diz.

Acesse http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/2764-sacola-de-jornal e veja como fazer sacolas de jornal.

Fonte: Eduardo Geraque, Patrícia Gomes, de São Paulo


17 de março de 2011 | nenhum comentário »

MMA e supermercados ampliam campanha Saco é um Saco

A indústria brasileira deixou de produzir 5 bilhões de sacolas plásticas entre 2009 e 2010, desde o início da campanha Saco é um Saco, do Ministério do Meio Ambiente em parceria com instituições como a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Nesta terça-feira (15), Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, o MMA lançou, em São Paulo (SP), três cartilhas para orientar gestores, consumidores, instituições públicas e empresas privadas a atingirem metas de redução no uso de sacolas.

“Podemos celebrar esse dia emblemático. O Governo faz a campanha, mas sem a parceria com a Abras não chegaríamos a resultados tão significativos”, disse a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA, Samyra Crespo, que representou a ministra Izabella Teixeira no evento realizado na sede da associação, na capital paulista. Para Samyra, o encontro foi “uma convocação para a adesão de outras empresas” ao movimento nacional. Ela ainda lembrou que a aliança entre o MMA e Abras é um exemplo da responsabilidade compartilhada prevista pela Política Nacional dos Resíduos Sólidos e pelo Plano Nacional de Produção e Consumo.

Harmonia – A combinação harmônica entre consumo e meio ambiente foi o principal enfoque do evento. O presidente da Abras, Sussumo Honda, comentou a importância do consumidor no avanço progressivo dos resultados da campanha: “Hoje vendemos muito mais, e ao mesmo tempo conseguimos reduzir em quase 22% o uso de sacolas, se comparados os índices de 2007 e 2010?. Ele mostrou estudos que indicam que em 2007 foram usadas 17,9 milhões de sacolas e, em 2010, o número chegou a 14 milhões.

A meta do pacto setorial firmado em dezembro com o MMA é ampliar os percentuais de redução em 30%, até 2013, e 40% até 2015, com referência ao uso em 2010. Honda enfatizou que as projeções têm caráter sustentável, com apoio da indústria de embalagens, e que compete à sociedade a discussão sobre o melhor material a ser usado futuramente. Ele citou a cidade de Xanxerê (SC), com 44 mil habitantes, como exemplo de cidade que conseguiu banir as sacolas plásticas, substituindo-as por retornáveis – “com adesão voluntária de 93% da população”.

Objetivos - Além das metas gerais da campanha, algumas redes de supermercados estabeleceram objetivos próprios, como o Walmart, que pretende reduzir em 50% o uso das sacolas, até 2013, e o Carrefour, que deseja bani-las de suas lojas até 2014. O pacto setorial com a Abras é uma iniciativa que segue as diretrizes da proposta do Plano de Ação para a Produção e o Consumo Sustentáveis (PPCS) do MMA, que esteve sob consulta pública até o final de 2010.

Riscos – As sacolas plásticas causam grandes impactos no meio ambiente, poluindo mares, rios e se acumulando nas cidades e na natureza. Uns dos mais graves danos são causados aos animais que habitam os oceanos: eles as ingerem, confundido-as com algas. Assim, acabam sufocados ou deixam de se alimentar devido à sensação de estômago cheio que o material causa.

Um estudo realizado pelo Projeto Tamar mostra que é crescente o percentual do material em mortes de tartarugas. Nos meses de janeiro a agosto de 2009, entre 192 tartarugas mortas coletadas no litoral dos estados do Ceará, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Santa Catarina, 80 tinham sido vítimas da ingestão de objetos descartados que chegaram ao ambiente marinho. Em 2008, de 266 necropsiadas, o lixo foi encontrado no organismo de 65. E, em 2007, de 156 analisadas, 60 tinham lixo no aparelho digestivo. E o mais evidente era o plástico.

Cartilhas - As cartilhas lançadas pelo MMA na sede da Abras nesta manhã foram editadas a partir do sucesso da experiência da campanha Saco é um Saco e de outras iniciativas surgidas no País para a solução do problema. Cada uma tem três volumes, destinados a públicos específicos: gestores municipais, instituições públicas e privadas e consumidores.

O primeiro volume traz orientações para municípios; são apresentadas ideias, sugestões e ferramentas úteis que possibilitam a municipalização da campanha Saco é um Saco, estimulando gestores públicos municipais a tornarem-se os catalisadores desse processo. São orientações sobre a importância de estabelecer parcerias relevantes, de envolver os segmentos afins, como cooperativas de catadores e associações de consumidores, e do uso de diferentes mídias para favorecer a divulgação da campanha municipal.

No segundo volume, há orientações para instituições públicas ou privadas, apresentamos a experiência da campanha em promover articulações entre os setores envolvidos, de maneira a viabilizar sua realização.

No terceiro volume, são expostas orientações para consumidores. A intenção é mostrar ao cidadão-consumidor que está em suas mãos o poder de mudar a atual realidade e, de fato, reduzir a quantidade de sacolas plásticas circulando em seu município, no Brasil e no mundo. A cartilha oferece dicas para facilitar a mudança de hábitos do consumidor, apresentando alternativas para o acondicionamento de compras e de lixo. Também propõe formas de envolver a família e a comunidade neste movimento.

Em todas as cartilhas são encontrados exemplos de experiências internacionais e nacionais, assim como fatos e impactos ambientais que justificam a ação do Governo e da sociedade para reduzir a quantidade de sacolas plásticas consumidas no Brasil.

As cartilhas contam com o apoio da Abras e da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMMA). A primeira tiragem é de 15 mil exemplares, sendo cinco mil de cada volume. 150 kits com as três cartilhas foram distribuídas no evento de lançamento. As demais serão divididas entre as três entidades para distribuição.

No MMA, as cartilhas serão distribuídas pela Coordenação de Consumo Sustentável com apoio do CID Ambiental, podendo ser solicitadas pelo e-mail: consumosustentável@mma.gov.br.

As cartilhas também estarão disponíveis em meio eletrônico (PDF) nos sites das entidades e no blog da campanha Saco é um Saco (www.sacoeumsaco.com.br/blog). Outros apoiadores da campanha poderão disponibilizar o download.

Fonte: Cristina Ávila/ MMA


31 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Itália vai banir sacos plásticos em compras a partir de janeiro

A Itália, um dos países que mais usam sacos plásticos nas compras em toda a Europa, vai proibir o uso das sacolas a partir de 1o de janeiro. Os vendedores advertem que será o caos, mas muitas lojas estão apoiando a mudança.

 

Os críticos italianos afirmam que as sacolas de polietileno gastam muito petróleo ao serem fabricadas, levam tempo demais para se desintegrarem, entopem canos de esgoto e se espalham facilmente tornando-se perigos ambientais.

 

Os italianos usam cerca de 20 bilhões de sacos por ano – mais de 330 por pessoa – ou cerca de um quinto do total usado na Europa, de acordo com o grupo ambientalista italiano Legambiente.

A partir de sábado, os vendedores estão proibidos de dar sacolas de polietileno aos compradores. Eles podem usar sacos de outros materiais, como plástico biodegradável, tecido ou papel.

 

Outros países europeus tentaram esquemas voluntários para cortar o uso de sacolas plásticas, como a promoção de sacos com algodão reutilizável. Em 2002, a Irlanda impôs uma taxa de 15 centavos de euro por sacola, cortando o uso em 90 por cento em uma semana.

 

‘Fala-se de uma revolução que já está acontecendo’, disse o chefe científico do Legambiente, Stefano Ciafani, sobre a mudança para sacolas biodegradáveis.

 

Duas centenas de municípios entre os 8 mil da Itália já introduziram proibições próprias contras os sacos plásticos, incluindo as cidades de Turin e Veneza, afirmou Ciafani.

 

Muitas cadeias de supermercado começaram a usar sacolas biodegradáveis para os consumidores, mesmo que não em todo o país, diz o Legambiente em seu site.

 

(Fonte: G1)


27 de agosto de 2009 | nenhum comentário »

Campanha “Saco é um Saco” ganha nova parceria

A secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (Saic) do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Samyra Crespo, participa nesta sexta-feira (28), às 11h, da cerimônia de adesão da empresa CPFL Energia à campanha “Saco é um Saco”, lançada pelo Ministério em junho deste ano com o objetivo de conscientizar o cidadão a recusar o uso de sacolas plásticas.

A adesão da empresa ocorrerá durante um evento que debaterá “A Comunicação para a Sustentabilidade e o Consumo Consciente”, a partir das 8h45, no Café filosófico da CPFL Cultura, Rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1.632, Chácara Primavera – Campinas – SP. Na ocasião, a secretária será uma das expositoras do encontro.

A CPFL Energia, empresa privada do Setor Elétrico com 6,4 milhões de clientes em 568 municípios nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, distribuirá cerca de 10 mil sacolas reutilizáveis para os colaboradores e parceiros e divulgará mensagens nas contas de luz de todos os clientes atendidos em baixa tensão no período de agosto a outubro deste ano.

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Desde o lançamento da campanha, com apoio da rede de supermercados Wal-Mart, em São Paulo, o MMA trabalha no sentido de buscar novas parcerias e ampliar a divulgação em estabelecimentos que utilizam sacolas plásticas para o transporte de produtos, além de apostar na mudança de hábitos dos consumidores. (Fonte: MMA)

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27 de janeiro de 2012 | nenhum comentário »

Nova sacolinha biodegradável reduz impacto do plástico, diz Greenpeace

A partir de 25 de janeiro, com a entrada em vigor da substituição das sacolas plásticas na cidade de São Paulo, os consumidores vão precisar se acostumar com novas opções para carregar as compras do mercado. Uma delas são os próprios sacos de plástico, mas feitos com material renovável, como milho, e que degradam mais rápido que a sacola regular, feita com derivados de petróleo. Eles serão vendidos nas cadeias de supermercado que optaram por substituir o saco comum.

Enquanto o tempo de decomposição de uma sacola regular é de mais de 100 anos, as biodegradáveis duram apenas dois anos, segundo fabricantes. Caso sejam tratadas em usinas de compostagem, elas podem degradar em 180 dias, afirmam os produtores.

Em uma pesquisa do IPT, quatro tipos de sacola são expostas a chuva, luz e vento para testar seu tempo de degradação (Foto: Divulgação/IPT)

Em uma pesquisa do IPT, quatro tipos de sacola são expostas a chuva, luz e vento para testar seu tempo de degradação (Foto: Divulgação/IPT)

 

“São duas possibilidades infinitamente melhores que a sacola convencional, que leva centenas de anos para se decompor. Além disso, a produção dessas sacolas vai usar menos combustível fóssil, ou seja, vai ser menos poluente”, avalia Sérgio Leitão, diretor de campanhas do Greenpeace Brasil.

A diferença pode gerar um impacto considerável, avalia Leitão, já que as sacolas plásticas são responsáveis pela morte de um milhão de aves marinhas e de 100 mil tartarugas por ano, que confundem o material com alimento. Os dados são do Greenpeace. Além disso, elas geram impermeabilização do solo dos lixões, dificultando o processo de decomposição do lixo, de acordo com dados da campanha Saco é um Saco, do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Atualmente, são distribuídas 1,5 milhão de sacolas plásticas por hora no Brasil, ou cerca de 13 bilhões por ano, segundo a campanha do MMA.

Estudo
A diferença no tempo de degradação das sacolas está sendo estudada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), ligado à Universidade de São Paulo. Desde outubro de 2011, estão sendo avaliados quatro tipos diferentes de embalagem: polietileno comum (a sacola tradicional de plástico), polietileno com aditivo para degradação, papel e TNT (um tipo de saco retornável).

Elas ficarão expostas a sol, chuva e vento durante um ano, simulando condições de abandono das sacolas no meio urbano. “Embora existam muitos artigos sobre isso, não há muitas pesquisas nas condições brasileiras. Nós vimos a necessidade de fazer esse estudo para tentar ajudar a esclarecer um pouco esse assunto”, diz Mara Dantas, pesquisadora do laboratório de Embalagens do IPT.

Os resultados da pesquisa serão divulgados após o período de exposição dos materiais, que termina em outubro de 2012. Uma das questões que o estudo pretende responder é sobre a eficácia de aditivos para tornar o plástico degradável, já que não há consenso científico sobre o tema.

Polêmica
Já a Plastivida, Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, entidade que representa fabricantes do setor, defende que a sacola que será abolida dos supermercados paulistas é a opção mais sustentável.

Para o instituto, o problema está na destinação final inadequada do material. “Com a coleta da sacola para a reciclagem, seria bom que [o processo de decomposição] demorasse 100 anos. Assim, ela viraria outro produto e não seria preciso extrair mais matéria prima [para produzi-lo]”, diz o presidente da Plastivida, Miguel Bahiense.

Outro problema, segundo a Plastivida, é o abuso do uso da embalagem. Em 2007, foi iniciada uma campanha para reduzir o desperdício de sacolinhas. O consumo atual, de cerca 13 bilhões por ano, representa uma queda de 30% em relação aos números do começo da campanha, de em torno de 18 milhões.

Além disso, uma pesquisa realizada no Reino Unido e divulgada pela Plastivida aponta que as chamadas ecobags precisam ser reutilizadas por mais de 100 vezes para provocarem menos danos ambientais que o plástico, devido à maior quantidade de matéria-prima empregue na sua confecção.

Um ponto de consenso em diferentes pesquisas é que o impacto das diferentes sacolas não é fixo, mas depende do tipo de consumo que é feito delas — por exemplo, o tempo de uso — e das condições de destinação final da embalagem — como o encaminhamento para reciclagem.

Assim, vale seguir a recomendação de Mara, do IPT: “O consumidor tem que reutilizar o que tiver em casa e procurar fazer a destinação correta do material. Mas não pode deixar que a embalagem fique exposta na natureza”, provocando danos ambientais.

Fonte: G1 -Natureza


7 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Ecoeficiência de sacolas depende do comportamento do consumidor

Em tempos de ecoeficiência, há quem acredite que as sacolas retornáveis são a melhor opção na hora de fazer compras.

Mas, de acordo com um estudo inédito, realizado pela Fundação Espaço ECO e Instituto Akatu, não é tão simples assim dizer que as sacolas retornáveis são melhores para o meio ambiente.

O estudo concluiu que a a ecoeficiência de cada tipo de sacola depende do hábito do consumidor.

Ciclo de vida das sacolas plásticas – Os pesquisadores analisaram o chamado “ciclo de vida” de oito opções de sacolas disponíveis no mercado brasileiro.

Isso incluiu sacolas descartáveis (de polietileno tradicional, de polietileno de cana-de-açúcar e as aditivadas com promotor de oxibiodegradação) e algumas retornáveis (papel, ráfia, tecido e TNT – tecido não-tecido). Todas foram avaliadas para um período de um ano.

Foram considerados vários cenários, envolvendo maior ou menor volume de compras, maior ou menor frequência de idas ao supermercado e de descarte do lixo, matéria-prima utilizada na produção das sacolas, capacidade de carga, custo de cada uma, número de vezes em que é utilizada, reutilização ou não da sacola como saco de lixo e envio ou não para reciclagem.

“Percebemos que cada material tem um desempenho mais adequado dependendo da função e da maneira como é empregado”, explica o gerente de ecoeficiência da Fundação Espaço ECO, Emiliano Graziano.

Vantagens e desvantagens de cada tipo de sacola – Segundo o pesquisador, a relação entre o número de idas do consumidor ao supermercado, o número de vezes que ele dispõe seu lixo em sacolas plásticas e o tamanho de sua compra definem quais sacolas são mais eficientes do ponto de vista da preservação ambiental.

Segundo os pesquisadores, as sacolas descartáveis são vantajosas em um cenário considerado de poucas compras (até duas idas ao supermercado por semana).

Já em situações de mais compras (mais de três visitas semanais ao supermercado), as sacolas descartáveis só seriam vantajosas se usadas no descarte de lixo ao menos três vezes por semana.

As sacolas de papel não se mostraram vantajosas em relação às demais em nenhum tipo de cenário. O motivo é a baixa capacidade de carga, reúso e reciclagem.

“O papel, por ter ficado como alternativa mais impactante no caso base do estudo, não significa que será sempre pior nas situações em que pode ser substituído pelo plástico. Ou seja, o desempenho da sacola de papel, como também ocorre nas outras alternativas, está diretamente ligada ao seu eco design (forma, estrutura, quantidade de matéria-prima empregada) e à sua condição de uso e durabilidade,” esclarece Graziano.

A sacola oxidegradável também não apresentou desempenho ambiental melhor do que a sacola descartável tradicional.

Polêmicas – O resultado é contrário ao que tem sido apregoado pela mídia, mas é coerente com outras pesquisas.

Este estudo, foi financiado pela Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, portanto, com interesses na questão.

Por outro lado, a empresa já fabrica também plásticos à base de cana-de-açúcar e teve o primeiro plástico verde certificado do mundo.

Outra crítica é que o trabalho não incluiu entre os fatores de impacto ambiental o tempo de decomposição de cada um dos materiais, principal preocupação daqueles que se opõem às sacolas plásticas.

Ou seja, perdeu-se uma boa oportunidade para um parecer científico sobre o assunto.

Hoje a população recebe como informação apenas boatos e mitos: é possível encontrar na imprensa estimativas de degradação das sacolas plásticas que variam de 50 a 1.000 anos, sem a citação de nenhum estudo científico para embasar as afirmações.

Fonte: Site Inovação Tecnológica


3 de junho de 2011 | nenhum comentário »

Congo aprova lei que proíbe a produção e uso de sacos plásticos

Decreto é uma tentativa de reduzir a poluição ambiental no país.
Apesar da aprovação, ainda não há data para início da proibição.

Na tentativa de combater a poluição ambiental no país, a República do Congo aprovou nesta quarta-feira (1º) um decreto que proíbe a produção, importação, venda e uso de sacolas plásticas para embalar alimentos, mantimentos, água e outras bebidas.

Segundo porta-voz do governo, Bienvenu Okiemy, o Congo presenciou a poluição ambiental causada por grandes sacolas de plástico há alguns anos, principalmente nas zonas urbanas.

“Esses sacos bloqueiam os sistemas de drenagem, causando inundações e deslizamentos de terra”, afirmou Okiemy. Ainda não há previsão de quando a proibição começa a vigorar.

Assim como outros países em desenvolvimento, o Congo sofre com a falta de gerenciamento adequado dos resíduos sólidos e dos materiais recicláveis. As sacolas denominadas biodegradáveis são amplamente utilizadas e causam danos ao ambiente local.

A luta contra a utilização destes artefatos é liderada no continente africano por Ruanda, que há cinco anos proibiu sua utilização. Outros países tentam ao menos limitar o seu uso. Em dezembro, a Itália informou que vai restringir os sacos plásticos, enquanto não houver uma definição da Comissão Europeia sobre o assunto.

Fonte: Do Globo Natureza, com informações da Reuters.


27 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Fim das Sacolas Plásticas em Cornélio Procópio

O Vereador Ricardo Leite reuniu na última segunda-feira (23/05/11) representantes do comércio, representantes de bairros, Universidades, IAP, imprensa, entidades ambientalistas e catadores de material reciclável no plenário da Câmara Municipal da Cidade no intuito de delinear e discutir a elaboração de projeto de lei ambiental com relação a utilização de sacolas plásticas.

Na segunda pauta da reunião, o projeto do Vereador prevê a proibição total do uso de sacolinhas plásticas, porém não sendo descartada na discussão, a proibição da distribuição, mas com autorização de comercialização.

O vereador apresentou alternativas para substituição das sacolas plásticas lembrando como era no passado, sacos de papel, caixas de papelão, sacolas ecobags (produzidas de algodão cru, lona e outros materiais) e sacolas de plástico biodegradável. Comentando que a necessidade de diminuir o consumo é essencial para preservação do meio ambiente, pois sacolas têm um alto custo para reciclagem, o que não é viável para as empresas, principalmente quando comparadas as garrafas pet comumente recicladas.

Questionado sobre onde armazenar o lixo orgânico o qual geralmente utilizamos as sacolinhas como recipiente, o vereador esclareceu que os sacos de lixo continuariam sendo vendidos.

 Lívea Samara Bióloga e Diretora Administrativa do IPEVS, esclareceu sobre uso das sacolas oxibiodegradáveis que usa como degradadores agentes químicos, sendo estes contaminantes. Abordoou que o uso de sacolas biodegradáveis provenientes de material vegetal (amido de milho, entre outros) seria uma opção menos poluente o qual os consumidores teriam a opção de compra, além das ecobags, e caixas desmontáveis, que ocupam menor espaço dentro dos automóveis quando não estão sendo utilizadas. Ressaltou também a necessidade de alinhar o bem estar humano, com a comodidade e o meio ambiente, trabalhando de forma benéfica para ambos.

Inúmeros são os motivos para elaboração de projetos de lei relacionados com a abolição das sacolas plásticas. Atualmente, a sacola é distribuída gratuitamente, o que gera a sensação de custo zero para o consumidor. Porém mascara a realidade do alto custo ambiental.

Muitas sacolas depois de descartadas, acabam em rios, lagos e oceanos, onde são confundidas com alimento e ingeridas por animais, causando a morte de mais de 100 mil por ano, em todo mundo. Quando descartadas de maneira incorreta, as sacolas plásticas poluem cidades e entopem bueiros, agravando situações de desastres como alagamentos e enchentes. Para sua confecção são utilizados recursos naturais não renováveis como o petróleo e gás natural, além da água e energia, e ocorre a liberação de efluentes e gases tóxicos, alguns dos quais contribuem para o efeito estufa.

Sacolas plásticas levam de 100 a 400 anos para se degradarem, tornando os lixões e aterros impermeáveis, dificultando a biodegradação de recursos orgânicos. Atualmente no mundo são distribuídas de 500 bilhões a 1 trilhão de sacolas plásticas por ano. No Brasil, estima-se um consumo de 41 milhões de sacolas plásticas por dia, 15 bilhões por ano.

Ricardo Leite destacou que será de extrema necessidade novos encontros com as entidades para delineação do projeto, pois se tratam de assuntos polêmicos os quais exigem estudos e discussões.

 

UTFPR, representantes do comércio, representantes do Vida Verde e representantes dos bairros

UTFPR, representantes do comércio, representantes do Vida Verde e representantes dos bairros

 

Participantes da reunião

Participantes reunidos no plenário da Câmara


23 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Kassab sanciona lei que proíbe venda e distribuição de sacolas

Entrou em vigor nesta quinta-feira (19) a lei 15.374, que proíbe a distribuição gratuita ou a venda de sacolas plásticas a consumidores em todos os estabelecimentos comerciais no município de São Paulo.

O texto sancionado pelo prefeito Gilberto Kassab havia sido aprovado na terça-feira (17) pela Câmara Municipal de São Paulo.

Substitutivo ao projeto de lei 496/2007, obteve 31 votos a favor, cinco contra e 12 abstenções.

As penalidades para quem descumprir a lei são as previstas na lei federal 9605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. O valor da multa varia de R$ 50 a R$ 50 milhões.

O vereador Aurélio Miguel (PR) contestou a tramitação do projeto e disse na terça-feira que vai recorrer à Justiça. Ele argumentou que o texto substitutivo não passou pela análise das comissões de Justiça, Política Urbana, Finanças e Transportes.

O presidente da Câmara, José Police Neto, mostrou outros três projetos que foram aprovados por meio do método utilizado nesta terça-feira, segundo o qual textos substitutivos lidos em plenário estão automaticamente aprovados para votação caso as comissões não se manifestem em 48 horas. Neste caso, segundo o vereador Cláudio Fonseca, o texto foi lido no dia 11

Os shoppings e supermercados terão até o dia 31 de dezembro deste ano para se adaptarem à lei. Durante este período, os supermercados terão de exibir cartazes, de 40 cm x 40 cm, com os dizeres “Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis.” A fiscalização caberá à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.

A lei náo se aplica às embalagens originais das mercadorias, às embalagens de produtos vendidos a granel e às embalagens de produtos alimentícios que vertam água. Também diz que os fabricantes ficam proibidos de inserir em sacolas plásticas a rotulagem degradáveis, assim como as terminologias oxidegradáveis, oxibiodegradáveis, fotodegradáveis e biodegradáveis. Também ficam proibidas mensagens que indiquem vantagens de tais produtos.

Na dia 9, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou um protocolo de intenções entre o governo e a Associação Paulista de Supermercados (Apas) para a realização de estudos e adoção de ações de substituição das sacolas à base de petróleo utilizadas nos supermercados do estado. A entidade apresentou um cronograma prevendo o fim da oferta das sacolinhas nos supermercados até 25 janeiro de 2012.

O texto substitutivo do projeto, que passou pelo crivo do colégio de líderes dos partidos, baseou-se em ao menos outros sete projetos de lei sobre o assunto que já tramitavam na Casa desde 2007. O projeto de lei 38/2009, do vereador Claudio Fonseca (PPS), por exemplo, já havia sido aprovado em primeira votação no dia 18 de novembro de 2009 e previa até multa para o supermercado que descumprisse a lei. O infrator será punido com base na lei federal 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

Votaram contra o projeto os vereadores Atila Russomanno (PP), Carlos Neder (PT), Francisco Chagas (PT) Zelão (PT) e Wadih Mutran (PP). Abstiveram-se os vereadores Antônio Carlos Rodrigues (PR) Agnaldo Timóteo, Alfredinho, Aurélio Miguel (PR), Chico Macena (PT), Antonio Donato (PT), Ítalo Cardoso (PT), José Américo (PT), Juliana Cardoso (PT), Milton Leite (DEM), Quito Formiga (PR) e Senival Moura (PT).

Fonte: G1, se São Paulo


2 de maio de 2011 | nenhum comentário »

Ambientalistas dão sugestões de alternativas às sacolas plásticas

Se o acordo entre os supermercados e o governo paulista para o fim do uso das sacolinhas plásticas até o final do ano vingar, os “puxa-sacos” das casas ficarão vazios. Sem as sacolinhas, como recolher o lixo doméstico?

De acordo com o Instituto Akatu, que defende o consumo ambientalmente consciente, uma opção é comprar sacos plásticos recicláveis de lixo. Aqueles de cor preta, à venda em todo o comércio.

Quanto maior o tamanho, melhor, já que o que importa é reduzir a quantidade de plástico nas casas, diz Estanislau Maria, do Akatu.

“De início, não existe consumo 100% sustentável, mas é possível adotar práticas que diminuam o impacto ao ambiente”, diz Maria.

Como o plástico demora séculos para parar de poluir o ambiente, jogar plástico dentro de plástico, prática comum, é uma espécie de crime ambiental, segundo os especialistas.

Nesse caso, a solução é usar sacos feitos com dobradura de jornal, diz Maria. “No caso de lixo orgânico, basta colocar dois ou três sacos de papel para fazer com que o lixo não vaze”, explica.

Há três meses, a dona de casa Rita Mismetti, 59, se tornou adepta das sacolas de jornal. Aprendeu a fazê-las pela internet e, hoje, aboliu o uso das sacolinhas plásticas de mercado na sua casa.

Gostou tanto da novidade que diversificou seus origamis. Faz um modelo grande, que coloca na cozinha e no banheiro, e um menor, para retirar as fezes do gato.

Quando os saquinhos estão cheios, ela os retira e joga num lixo maior, com saco plástico reciclável, claro.

Para ir ao mercado, Rita usa ecobags. São ao todo dez, que usa, reutiliza, remenda e lava, quando necessário. “É prático e eu fico com a consciência tranquila”, diz.

Acesse http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/2764-sacola-de-jornal e veja como fazer sacolas de jornal.

Fonte: Eduardo Geraque, Patrícia Gomes, de São Paulo


17 de março de 2011 | nenhum comentário »

MMA e supermercados ampliam campanha Saco é um Saco

A indústria brasileira deixou de produzir 5 bilhões de sacolas plásticas entre 2009 e 2010, desde o início da campanha Saco é um Saco, do Ministério do Meio Ambiente em parceria com instituições como a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Nesta terça-feira (15), Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, o MMA lançou, em São Paulo (SP), três cartilhas para orientar gestores, consumidores, instituições públicas e empresas privadas a atingirem metas de redução no uso de sacolas.

“Podemos celebrar esse dia emblemático. O Governo faz a campanha, mas sem a parceria com a Abras não chegaríamos a resultados tão significativos”, disse a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA, Samyra Crespo, que representou a ministra Izabella Teixeira no evento realizado na sede da associação, na capital paulista. Para Samyra, o encontro foi “uma convocação para a adesão de outras empresas” ao movimento nacional. Ela ainda lembrou que a aliança entre o MMA e Abras é um exemplo da responsabilidade compartilhada prevista pela Política Nacional dos Resíduos Sólidos e pelo Plano Nacional de Produção e Consumo.

Harmonia – A combinação harmônica entre consumo e meio ambiente foi o principal enfoque do evento. O presidente da Abras, Sussumo Honda, comentou a importância do consumidor no avanço progressivo dos resultados da campanha: “Hoje vendemos muito mais, e ao mesmo tempo conseguimos reduzir em quase 22% o uso de sacolas, se comparados os índices de 2007 e 2010?. Ele mostrou estudos que indicam que em 2007 foram usadas 17,9 milhões de sacolas e, em 2010, o número chegou a 14 milhões.

A meta do pacto setorial firmado em dezembro com o MMA é ampliar os percentuais de redução em 30%, até 2013, e 40% até 2015, com referência ao uso em 2010. Honda enfatizou que as projeções têm caráter sustentável, com apoio da indústria de embalagens, e que compete à sociedade a discussão sobre o melhor material a ser usado futuramente. Ele citou a cidade de Xanxerê (SC), com 44 mil habitantes, como exemplo de cidade que conseguiu banir as sacolas plásticas, substituindo-as por retornáveis – “com adesão voluntária de 93% da população”.

Objetivos - Além das metas gerais da campanha, algumas redes de supermercados estabeleceram objetivos próprios, como o Walmart, que pretende reduzir em 50% o uso das sacolas, até 2013, e o Carrefour, que deseja bani-las de suas lojas até 2014. O pacto setorial com a Abras é uma iniciativa que segue as diretrizes da proposta do Plano de Ação para a Produção e o Consumo Sustentáveis (PPCS) do MMA, que esteve sob consulta pública até o final de 2010.

Riscos – As sacolas plásticas causam grandes impactos no meio ambiente, poluindo mares, rios e se acumulando nas cidades e na natureza. Uns dos mais graves danos são causados aos animais que habitam os oceanos: eles as ingerem, confundido-as com algas. Assim, acabam sufocados ou deixam de se alimentar devido à sensação de estômago cheio que o material causa.

Um estudo realizado pelo Projeto Tamar mostra que é crescente o percentual do material em mortes de tartarugas. Nos meses de janeiro a agosto de 2009, entre 192 tartarugas mortas coletadas no litoral dos estados do Ceará, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Santa Catarina, 80 tinham sido vítimas da ingestão de objetos descartados que chegaram ao ambiente marinho. Em 2008, de 266 necropsiadas, o lixo foi encontrado no organismo de 65. E, em 2007, de 156 analisadas, 60 tinham lixo no aparelho digestivo. E o mais evidente era o plástico.

Cartilhas - As cartilhas lançadas pelo MMA na sede da Abras nesta manhã foram editadas a partir do sucesso da experiência da campanha Saco é um Saco e de outras iniciativas surgidas no País para a solução do problema. Cada uma tem três volumes, destinados a públicos específicos: gestores municipais, instituições públicas e privadas e consumidores.

O primeiro volume traz orientações para municípios; são apresentadas ideias, sugestões e ferramentas úteis que possibilitam a municipalização da campanha Saco é um Saco, estimulando gestores públicos municipais a tornarem-se os catalisadores desse processo. São orientações sobre a importância de estabelecer parcerias relevantes, de envolver os segmentos afins, como cooperativas de catadores e associações de consumidores, e do uso de diferentes mídias para favorecer a divulgação da campanha municipal.

No segundo volume, há orientações para instituições públicas ou privadas, apresentamos a experiência da campanha em promover articulações entre os setores envolvidos, de maneira a viabilizar sua realização.

No terceiro volume, são expostas orientações para consumidores. A intenção é mostrar ao cidadão-consumidor que está em suas mãos o poder de mudar a atual realidade e, de fato, reduzir a quantidade de sacolas plásticas circulando em seu município, no Brasil e no mundo. A cartilha oferece dicas para facilitar a mudança de hábitos do consumidor, apresentando alternativas para o acondicionamento de compras e de lixo. Também propõe formas de envolver a família e a comunidade neste movimento.

Em todas as cartilhas são encontrados exemplos de experiências internacionais e nacionais, assim como fatos e impactos ambientais que justificam a ação do Governo e da sociedade para reduzir a quantidade de sacolas plásticas consumidas no Brasil.

As cartilhas contam com o apoio da Abras e da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMMA). A primeira tiragem é de 15 mil exemplares, sendo cinco mil de cada volume. 150 kits com as três cartilhas foram distribuídas no evento de lançamento. As demais serão divididas entre as três entidades para distribuição.

No MMA, as cartilhas serão distribuídas pela Coordenação de Consumo Sustentável com apoio do CID Ambiental, podendo ser solicitadas pelo e-mail: consumosustentável@mma.gov.br.

As cartilhas também estarão disponíveis em meio eletrônico (PDF) nos sites das entidades e no blog da campanha Saco é um Saco (www.sacoeumsaco.com.br/blog). Outros apoiadores da campanha poderão disponibilizar o download.

Fonte: Cristina Ávila/ MMA


31 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Itália vai banir sacos plásticos em compras a partir de janeiro

A Itália, um dos países que mais usam sacos plásticos nas compras em toda a Europa, vai proibir o uso das sacolas a partir de 1o de janeiro. Os vendedores advertem que será o caos, mas muitas lojas estão apoiando a mudança.

 

Os críticos italianos afirmam que as sacolas de polietileno gastam muito petróleo ao serem fabricadas, levam tempo demais para se desintegrarem, entopem canos de esgoto e se espalham facilmente tornando-se perigos ambientais.

 

Os italianos usam cerca de 20 bilhões de sacos por ano – mais de 330 por pessoa – ou cerca de um quinto do total usado na Europa, de acordo com o grupo ambientalista italiano Legambiente.

A partir de sábado, os vendedores estão proibidos de dar sacolas de polietileno aos compradores. Eles podem usar sacos de outros materiais, como plástico biodegradável, tecido ou papel.

 

Outros países europeus tentaram esquemas voluntários para cortar o uso de sacolas plásticas, como a promoção de sacos com algodão reutilizável. Em 2002, a Irlanda impôs uma taxa de 15 centavos de euro por sacola, cortando o uso em 90 por cento em uma semana.

 

‘Fala-se de uma revolução que já está acontecendo’, disse o chefe científico do Legambiente, Stefano Ciafani, sobre a mudança para sacolas biodegradáveis.

 

Duas centenas de municípios entre os 8 mil da Itália já introduziram proibições próprias contras os sacos plásticos, incluindo as cidades de Turin e Veneza, afirmou Ciafani.

 

Muitas cadeias de supermercado começaram a usar sacolas biodegradáveis para os consumidores, mesmo que não em todo o país, diz o Legambiente em seu site.

 

(Fonte: G1)


27 de agosto de 2009 | nenhum comentário »

Campanha “Saco é um Saco” ganha nova parceria

A secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (Saic) do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Samyra Crespo, participa nesta sexta-feira (28), às 11h, da cerimônia de adesão da empresa CPFL Energia à campanha “Saco é um Saco”, lançada pelo Ministério em junho deste ano com o objetivo de conscientizar o cidadão a recusar o uso de sacolas plásticas.

A adesão da empresa ocorrerá durante um evento que debaterá “A Comunicação para a Sustentabilidade e o Consumo Consciente”, a partir das 8h45, no Café filosófico da CPFL Cultura, Rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1.632, Chácara Primavera – Campinas – SP. Na ocasião, a secretária será uma das expositoras do encontro.

A CPFL Energia, empresa privada do Setor Elétrico com 6,4 milhões de clientes em 568 municípios nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, distribuirá cerca de 10 mil sacolas reutilizáveis para os colaboradores e parceiros e divulgará mensagens nas contas de luz de todos os clientes atendidos em baixa tensão no período de agosto a outubro deste ano.

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Desde o lançamento da campanha, com apoio da rede de supermercados Wal-Mart, em São Paulo, o MMA trabalha no sentido de buscar novas parcerias e ampliar a divulgação em estabelecimentos que utilizam sacolas plásticas para o transporte de produtos, além de apostar na mudança de hábitos dos consumidores. (Fonte: MMA)

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