19 de janeiro de 2011 | nenhum comentário »

Em Londrina, Sema notificou empresas sem comprovação do destino de resíduos

A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) notificou, até terça-feira, o mercado Guanabara e o restaurante Mr. Cuca, devido a não comprovação do destino dos resíduos produzidos. “O município não tem a responsabilidade de armazenar, em seus terrenos, o lixo produzido por empresas particulares”, afirmou o secretário municipal do Ambiente, José Novaes Faraco.

Segundo o secretário, essas empresas devem encaminhar à Sema um plano de gerenciamento dos resíduos, comprovando onde está sendo depositado o lixo produzido por seus estabelecimentos “Nós ficamos desconfiados de que eles estão depositando o lixo em terrenos públicos e fomos comprovar.” Após a visita aos locais, houve a comprovação da irregularidade, infringindo o código ambiental.

As empresas tiveram tempo para se adequarem, no entanto, continuaram praticando o crime, sendo então notificadas. “Agora, nós multaremos essas empresas.” O secretário completou, ainda que, além desses locais, outros estão sendo verificados e devem ser notificados nos próximos dias.

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Matéria da Prefeitura de Londrina


25 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

IAP divulga dados sobre qualidade da água nos rios de Londrina e RMC

SEMA 24/11/2010

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA), por meio do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), divulgou os resultados dos relatórios de monitoramento da qualidade da água nas bacias hidrográficas urbanas de Londrina. Os dados, obtidos entre 2007 e 2009, foram publicados na data em que se comemora o Dia do Rio, nesta quarta-feira (24). Foram monitorados 35 pontos localizados nas bacias do rio Jacutinga, bacia do Lindóia, bacia do Limoeiro, bacia do Cambe, bacia do Cafezal e bacia do rio Três Bocas.

‘Constatamos que a qualidade da água está, na maioria dos pontos, boa, mas as ações de plantio de mata ciliar, saneamento e educação ambiental e monitoramento devem ser reforçadas. Com planejamento e conscientização ambiental ainda é possível reverter o atual quadro de poluição dos rios’, declarou o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jorge Augusto Callado Afonso.

RESULTADO – Foram enquadrados como Classe 2 (boa) as estações de monitoramento localizadas acima do Lago Igapó, no Ribeirão Cambé e todas as estações das bacias dos rios Cafezal, Limoeiro, Jacutinga e Três Bocas. As estações localizadas a baixo da barragem do Lago Igapó estão na Classe 1 (muito boa). A situação mais crítica está nas estações de monitoramento do ribeirão Lindóia, enquadrado na Classe 3 (poluída).

De acordo com o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jorge Augusto Callado Afonso, o relatório tem o objetivo de subsidiar informações a respeito das águas para que todos conheçam a realidade hídrica paranaense.

‘As ações de preservação somente serão eficazes com uma participação todos. Por isso, disponibilizamos este relatório, procurando oferecer subsídios às entidades governamentais, não governamentais, acadêmicas e a todos os cidadãos, para que possam participar e colaborar com a solução dos conflitos de uso e preservação da água’, explicou.

Na bacia do Cambé foram monitorados em 13 pontos e na bacia do Lindóia, 6 pontos. Cinco pontos foram monitorados no Rio Cafezal e dois na bacia do Limoeiro. Também foram avaliados um ponto na Bacia do Três Bocas e quatro na bacia do Jacutinga.

No monitoramento, realizado com metodologia desenvolvida por técnicos da Diretoria de Estudos e Padrões Ambientais (Depam) do IAP, foram analisados 17 parâmetros, entre eles, nível de toxicidade, metais e biológico. A frequencia de amostragem foi feita a cada quatro meses e os resultados enquadrados conforme a resolução 357/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

O presidente do IAP, Volnei Bisognin, lembra que o monitoramento auxilia as ações de licenciamento e fiscalização, evidenciando o cumprimento ou não da legislação ambiental. ‘Além disso, possibilita o planejamento local e regional, avaliando os programas de saneamento e recuperação ambiental’, destaca Volnei.

O relatório constata que a poluição encontrada nos rios de Londrina é predominantemente de origem orgânica – coliformes fecais, matérias orgânicas que reduzem a concentração de oxigênio dissolvido na água. Além disso, os lixos domésticos e a ausência de vegetação também contribuem para reduzir a qualidade da água. O ribeirão Lindóia, por exemplo, é o rio que apresentou os menores índices de qualidade da água. As causas estão diretamente relacionadas com a ausência de mata ciliar em seus leitos e pelas ocupações irregulares em suas margens.

A área total ocupada pelas bacias hidrográficas no interior da área urbana é de 245,52 quilômetros quadrados, enquanto que a extensão total dos cursos de água é de cerca de 240 quilômetros.

A bióloga e liminóloga da diretoria de Estudos e Padrões Ambientais (Depam) do IAP, Christine Xavier, que se dedica ao estudo da água doce há cerca de 20 anos, avalia os resultados da região de Londrina como positivos, se comparado à Curitiba e RMC.

‘A situação em Curitiba é crítica e já requer um planejamento muito maior e investimentos altos para reverter o quadro de poluição. O sinal de poluição dos rios dá alerta roxo na capital Em Londrina as ações ainda estão ao alcance da população e dos administradores públicos. Estamos no sinal amarelo’, alerta a especialista.

Entre as medidas que devem ser adotadas para reverter a poluição dos rios estão a contenção da erosão nas margens, limpeza e assoreamento para renovação da água, além de ações de conscientização ambiental de jovens, adultos e crianças sobre a importância dos rios para a sobrevivência das comunidades e para garantir os usos múltiplos da água às futuras gerações.

O IAP monitora a qualidade da água em 38 rios da região Metropolitana de Curitiba e em 24 reservatórios paranaenses destinados ao abastecimento público. O relatório do monitoramento em Curitiba foi divulgado no último mês de março, no Dia da Água, e está disponível no site www.iap.pr.gov.br.

O diretor do IAP, Celso Bittencourt, lembra que o cuidado deve ser igual entre os reservatórios e rios. ‘Se as águas de um determinado rio estiverem poluídas, automaticamente o reservatório ligado também estará. Portanto, o cuidado deve ser igual’, finaliza.

Fonte: Agência Estadual de Notícias


22 de junho de 2010 | nenhum comentário »

Contra pombas, Sema propõe luz, som e poda

Sonorização, iluminação, poda de copas de árvores e o abate de pombas do Bosque central são algumas das propostas do Plano de Manejo que a Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) vai encaminhar nos próximos dias ao Ministério Público e ao Conselho Municipal de Meio Ambiente (Consemma). Se o documento for aprovado, ações seriam implementadas imediatamente e incluiriam o acompanhamento da migração das aves, cuja população é estimada em cerca de 300 mil, a grande maioria da espécie conhecida popularmente como “amargosinha”.

“Queremos fazer tudo isso de forma racional, mas temos que pensar que as pombas são uma ameaça real para a saúde pública”, enfatizou José Faraco, secretario do Ambiente. Segundo ele, a elaboração do Plano de Manejo foi discutido durante reunião realizada ontem à tarde com biólogos, engenheiros florestais e agrônomos da Sema. As atividades para erradicação ou diminuição de pombas seriam desenvolvidas durante aproximadamente uma semana. Esse período, segundo Faraco, seria o suficiente para se saber se as ações tiveram ou não êxito.

Pelo projeto, haveria a poda “racional” da copa de cerca de 20 árvores, entre elas perobas e paineiras. O passo seguinte seria a iluminação “intensa” e também a colocação de dispositivo sonoros para afugentar as aves. No final do dia, a partir das 17h30, os mecanismos seriam acionados. O secretário não soube especificar quais equipamentos seriam acoplados às árvores, mas adiantou que a sonorização duraria entre 20 e 30 minutos diariamente. “O barulho ficaria em torno de 100 decibéis, nada que possa ensurdecer ninguém”, avisa. Durante as ações, técnicos da Sema faria o acompanhamento nas ruas localizadas no entorno do Bosque, num raio de pouco mais de 400 metros, para constatar a possível migração de pombos e, possivelmente, aplicar as mesmas medidas.

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Procurada pela reportagem do JL, a promotora do Meio Ambiente, Solange Vicentim, disse que prefere analisar o Plano de Manejo antes de opinar. No entanto, ela frisou que até agora a superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), em Curitiba, ainda não se pronunciou sobre o pedido feito pela Sema, no ano passado, para o abate parcial de pombas. Se aprovado, cerca de 50 mil aves seriam extintas. “Todos os órgãos ligados ao meio ambiente são contrários ao abate se vier desacompanhado de medidas que contemplem ações a médio e longo prazos”, analisou

Já o presidente do Consemma, Fernando Barros, frisa que as ações propostas pela Sema “são louváveis”, porém podem não surtir bons resultados. Ele é enfático quanto ao que realmente deveria ser feito para combater a proliferação das amargosinhas. “Já se tentaram vários caminhos para resolver o problema, mas na minha opinião o Município deveria reiterar o pedido para o abate junto ao Ibama”, afirmou.

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9 de junho de 2010 | nenhum comentário »

Secretaria de Meio Ambiente de SP lança caderno sobre biodiversidade

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo lançou o caderno de educação ambiental “Biodiversidade”, o quarto de uma série que engloba os títulos anteriores “Águas subterrâneas”, “Ecocidadão” e “Unidades de conservação da natureza”

A publicação, com muitas fotos, ilustrações e gráficos, é redigida de maneira didática por pesquisadores do Instituto de Botânica e visa a atingir especialmente professores e estudantes de ensino fundamental e médio.

A publicação é dividida nos tópicos “O que é biodiversidade”, “Biomas do Estado de São Paulo”, “Como conhecer a biodiversidade”, “Efeitos de impactos ambientais na biodiversidade” e “Gestão da biodiversidade”.

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O lançamento marcou também as comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade declarado pela Organização das Nações Unidas para 2010.

O caderno sobre biodiversidade e os demais volumes da série são gratuitos e estão disponíveis para download no site da Secretaria do Meio Ambiente. Mais informações: www.ambiente.sp.gov.br/cadernos.php

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(Agência Fapesp)

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21 de abril de 2010 | nenhum comentário »

Governo e municípios cobram ações ambientais de grandes geradores de resíduos

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos reuniu na tarde desta quinta-feira (15), em Curitiba, os grandes geradores de resíduos, técnicos do Programa Desperdício Zero e representantes dos 22 municípios paranaenses que mais geram resíduos, o chamado G22. A reunião teve como principal objetivo a cobrança e soluções ambientais para a efetivação de uma política de recolhimento dos resíduos gerados no Estado.

Para o coordenador de recursos sólidos da Secretaria, Laerty Dudas, a Secretaria vem desenvolvendo um trabalho de chamamento com representantes de diversos setores para possa concretizar uma política de recolhimento eficaz nos municípios paranaenses.

“Conseguimos importantes avanços mas para a verdadeira efetivação dessas ações precisamos contar com o apoio das empresas responsáveis que geram esses resíduos no Estado”, destacou Dudas.

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Portanto, durante todo o dia os representantes das empresas receberam informações e reivindicações dos 22 municípios paranaenses – considerados os pólos responsáveis pelo maior volume de destinação de resíduos – quanto ao recolhimento de pneus, materiais de informática, isopor e vidros.

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“Essas são as principais dificuldades que temos enfrentado em nossos municípios, às vezes, os próprios revendedores de informática, por exemplo, nos procuram para saber a destinação correta e não sabemos informar” comentou o secretário municipal do meio ambiente de Maringá, Diniz Afonso.

Já o representante da Associação Técnica Brasileira da Indústria Eletro Eletrônica (Abinee), Denis Chequer Angher, comentou durante a reunião que já foi apresentado um plano onde constam os pontos de coletas para sucatas do setor de informática, mas reconhece que falta divulgação desses pontos.

“O interesse dos municípios e do Governo do Estado é o mesmo que o nosso, por isso devemos delinear algumas ações conjuntas para evitar que esses passivos comprometam o meio ambiente”, destaca o representante.

Um dos setores que foi mais discutido e que apresenta uma demanda maior é o da destinação dos pneus nos municípios paranaenses. Os representantes do G22 reclamaram sobre a falta de periodicidade no recolhimento dos resíduos nos municípios de Tamarana, Apucarana, Terra Rica, Paranavaí e Santa Cruz do Monte Castelo.

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O gerente geral da empresa responsável pelo recolhimento dos pneus, a Reciclanip, César Faccio, explica que o trabalho de recolhimento de pneus é realizado em todo o território nacional e que no estado do Paraná, principalmente, tiveram alguns problemas porque dependem do principal receptor desse material que é o Cimento Votorantim.

Segundo ele os maquinários da empresa que estão localizados no município de Rio Branco do Sul estão passando por constantes adequações e, conseqüentemente, param de funcionar.

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“O atraso neste recolhimento é devido a essas constantes paradas mas mesmo assim estamos efetuando o recolhimento e destinando para outros estados”, destaca Faccio.

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DADOS – O representante destaca ainda que só no Brasil, em 2009, foram destinados mais 250 mil toneladas e 70% deste valor são utilizados como matéria-prima nas indústrias cimenteiras. A expectativa é que este número chegue a 310 mil toneladas até dezembro de 2010.

No Paraná duas novas empresas passarão a utilizar os pneus inservíveis como matéria – prima. Em 2011 as empresas passarão a contar com o chip de borracha em suas produções onde serão triturados os pneus e utilizados.

Para o coordenador de recursos sólidos da Secretaria, Laerty Dudas, e todos os representantes do G22 a notícia foi muito bem aceita porque com isso irá contribuir para a redução no número de pneus destinados no meio ambiente.

A série de reuniões encerrou no final da tarde desta quinta-feira (15) com a participação do presidente da Associação Brasileira de Poliestireno Expandido – Isopor (EPS), Albano Schimidt, que avaliou como positivo o encontro e também acredita que foi dado o primeiro passo para solucionar os problemas.

“Saio da reunião extremamente feliz, pois percebi que a Secretaria está com um processo correto para solucionar o problema da destinação do isopor no Estado do Paraná”, finalizou Schimidt.

Fonte: SEMA – PR

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27 de maio de 2009 | nenhum comentário »

Secretaria do Meio Ambiente vai treinar 1,6 mil gestores municipais

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos capacitará 1,6 mil gestores ambientais municipais, nos 399 municípios do Paraná, até o final deste ano. O secretário do Meio Ambiente, Rasca Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (19), na Escola de Governo, que só 10% das prefeituras paranaenses têm uma pasta ou setor específico para tratar da preservação e uso sustentável dos recursos naturais.

O Programa Nacional de Capacitação de Gestores Municipais no Paraná (PNC) – adotado pelo Governo do Estado, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente – prevê que a elaboração de políticas públicas seja feita de forma compartilhada, envolvendo os Comitês de Bacias Hidrográficas, Movimentos Sociais e Associações Comunitárias.

Durante as atividades do PNC serão demonstrados para os gestores municipais os projetos ambientais desenvolvidos pelo Governo do Estado que podem ser implementados a nível municipal, além de propostas desenvolvidas de acordo com as necessidades e estrutura física e geográfica de cada região. Um dos programas citados como exemplo pelo secretário do Meio Ambiente é o Mata Ciliar, que em setembro deverá chegar a 100 milhões de mudas plantadas.

Entre os temas de interesse municipal que serão abordados durante as capacitações estão o cumprimento do código florestal, sustentabilidade ambiental e geração de renda, produção de mudas para reflorestamento, coleta seletiva de lixo visando à geração de emprego e renda, instalação de aterros sanitários consorciados, ações de educação ambiental nas escolas e propriedades rurais, criação de cooperativas, aumento da produção agrícola e preservação da fauna e flora.

As equipes de mediadores serão divididas por grupos de trabalho, com temas específicos como Sistema Municipal de Meio Ambiente, Plano Municipal de Meio Ambiente, Organização do Sistema de Meio Ambiente, Agenda 21, Licenciamento Ambiental, Mudanças Climáticas, Consórcio Público e Biodiversidade.

Segundo o superintendente regional do Ibama, José Álvaro Carneiro, depois de capacitados os agentes vão promover a gestão compartilhada e descentralizada. A Secretaria do Meio Ambiente será responsável por articular e mostrar aos municípios ações de sucesso que visam melhorar a economia local sem causar danos ao meio ambiente. Rasca Rodrigues citou o projeto do Iapar que integra pecuária e lavoura, demonstrando que no simples manejo da propriedade pode possibilitar o aumento da produção sem avançar em áreas de preservação.

O PNC é uma ferramenta para fortalecer os sistemas de Meio Ambiente nos municípios brasileiros e propiciar às prefeituras autonomia sobre as questões ambientais de impacto local. No Paraná, cada município poderá indicar até quatro membros para a capacitação, sendo um gestor municipal, um vereador e dois membros ligados a Comitês de Bacias Hidrográficas, Movimentos Sociais ou Associações Comunitárias.

O PNC é coordenado por uma comissão com integrantes dos governos federal, estadual e municipal. A fase presencial das capacitações será realizada entre os dias 25 e 29 de maio, em Faxinal do Céu, localizado no município de Pinhão. Depois disso, serão exibidos programas na TV Paulo Freire em escolas públicas, num total de 35 horas.

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31 de março de 2009 | nenhum comentário »

Paraná é classificado para a terceira fase do Programa Nacional de Meio Ambiente

O Paraná foi um dos quatros estados brasileiros classificados para a terceira fase do Programa Nacional de Meio Ambiente (PNMA) – desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, para ampliar as políticas públicas e aperfeiçoar a legislação ambiental nos estados.

Nesta semana, técnicos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) apresentaram ao Ministério do Meio Ambiente os resultados e as expectativas de ações para a terceira fase. A primeira e a segunda fase do PNMA no Paraná – feita de 1991 a 2008 – teve a água como foco principal.

PRIORIDADE – a nova fase, prevista para começar ainda neste semestre, priorizará os licenciamentos ambientais no Paraná. A determinação é do Banco Mundial, patrocinador do Programa junto ao Governo Federal. Segundo o Ministério, há informações importantes que são perdidas ao longo dos processos de licenciamento e, por isso, é necessário normatizar o fluxo de licenciamentos, incluindo o monitoramento pós-licença.

O Banco Mundial investirá U$$ 22,6 mil para o desenvolvimento da terceira fase do PNMA. Para garantir o recurso, os estados devem escolher, no mínimo, oito projetos, entre os 15 temas propostos pelo Ministério do Meio Ambiente. Planejamentos ambientais e gestão de biodiversidade estão entre as opções.

Além destes, o MMA criou a possibilidade para que os estados que concluíram as ações da fase I e II sugiram projetos que julguem importante para ter continuidade. Cada estado terá à disposição um consultor contratado pelo Ministério do Meio Ambiente para ajudar na aplicação do programa e dos licenciamentos ambientais.

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Desta vez, o PNMA também destinará recursos a instituições que estão envolvidas indiretamente com as questões ambientais, como é o caso do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

ETAPAS – De acordo com o secretário, Rasca Rodrigues, o Paraná começará imediatamente a sua participação no PNMA.

O Programa Mata Ciliar e a gestão das bacias hidrográficas no Paraná estão entre os projetos prioritários para o Paraná, de acordo com o secretário. Pelo programa foram plantadas 94 milhões de mudas de árvores às margens dos principais rios do Paraná, sendo que todas as mudas foram produzidas em viveiros do IAP.

A Secretaria do Meio Ambiente terá ações propostas por suas três autarquias: Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental e o Instituto de Terras, Cartografia e Geociências (ITCG).
Fonte: SEMA PR

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19 de janeiro de 2011 | nenhum comentário »

Em Londrina, Sema notificou empresas sem comprovação do destino de resíduos

A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) notificou, até terça-feira, o mercado Guanabara e o restaurante Mr. Cuca, devido a não comprovação do destino dos resíduos produzidos. “O município não tem a responsabilidade de armazenar, em seus terrenos, o lixo produzido por empresas particulares”, afirmou o secretário municipal do Ambiente, José Novaes Faraco.

Segundo o secretário, essas empresas devem encaminhar à Sema um plano de gerenciamento dos resíduos, comprovando onde está sendo depositado o lixo produzido por seus estabelecimentos “Nós ficamos desconfiados de que eles estão depositando o lixo em terrenos públicos e fomos comprovar.” Após a visita aos locais, houve a comprovação da irregularidade, infringindo o código ambiental.

As empresas tiveram tempo para se adequarem, no entanto, continuaram praticando o crime, sendo então notificadas. “Agora, nós multaremos essas empresas.” O secretário completou, ainda que, além desses locais, outros estão sendo verificados e devem ser notificados nos próximos dias.

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Matéria da Prefeitura de Londrina


25 de novembro de 2010 | nenhum comentário »

IAP divulga dados sobre qualidade da água nos rios de Londrina e RMC

SEMA 24/11/2010

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA), por meio do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), divulgou os resultados dos relatórios de monitoramento da qualidade da água nas bacias hidrográficas urbanas de Londrina. Os dados, obtidos entre 2007 e 2009, foram publicados na data em que se comemora o Dia do Rio, nesta quarta-feira (24). Foram monitorados 35 pontos localizados nas bacias do rio Jacutinga, bacia do Lindóia, bacia do Limoeiro, bacia do Cambe, bacia do Cafezal e bacia do rio Três Bocas.

‘Constatamos que a qualidade da água está, na maioria dos pontos, boa, mas as ações de plantio de mata ciliar, saneamento e educação ambiental e monitoramento devem ser reforçadas. Com planejamento e conscientização ambiental ainda é possível reverter o atual quadro de poluição dos rios’, declarou o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jorge Augusto Callado Afonso.

RESULTADO – Foram enquadrados como Classe 2 (boa) as estações de monitoramento localizadas acima do Lago Igapó, no Ribeirão Cambé e todas as estações das bacias dos rios Cafezal, Limoeiro, Jacutinga e Três Bocas. As estações localizadas a baixo da barragem do Lago Igapó estão na Classe 1 (muito boa). A situação mais crítica está nas estações de monitoramento do ribeirão Lindóia, enquadrado na Classe 3 (poluída).

De acordo com o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jorge Augusto Callado Afonso, o relatório tem o objetivo de subsidiar informações a respeito das águas para que todos conheçam a realidade hídrica paranaense.

‘As ações de preservação somente serão eficazes com uma participação todos. Por isso, disponibilizamos este relatório, procurando oferecer subsídios às entidades governamentais, não governamentais, acadêmicas e a todos os cidadãos, para que possam participar e colaborar com a solução dos conflitos de uso e preservação da água’, explicou.

Na bacia do Cambé foram monitorados em 13 pontos e na bacia do Lindóia, 6 pontos. Cinco pontos foram monitorados no Rio Cafezal e dois na bacia do Limoeiro. Também foram avaliados um ponto na Bacia do Três Bocas e quatro na bacia do Jacutinga.

No monitoramento, realizado com metodologia desenvolvida por técnicos da Diretoria de Estudos e Padrões Ambientais (Depam) do IAP, foram analisados 17 parâmetros, entre eles, nível de toxicidade, metais e biológico. A frequencia de amostragem foi feita a cada quatro meses e os resultados enquadrados conforme a resolução 357/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

O presidente do IAP, Volnei Bisognin, lembra que o monitoramento auxilia as ações de licenciamento e fiscalização, evidenciando o cumprimento ou não da legislação ambiental. ‘Além disso, possibilita o planejamento local e regional, avaliando os programas de saneamento e recuperação ambiental’, destaca Volnei.

O relatório constata que a poluição encontrada nos rios de Londrina é predominantemente de origem orgânica – coliformes fecais, matérias orgânicas que reduzem a concentração de oxigênio dissolvido na água. Além disso, os lixos domésticos e a ausência de vegetação também contribuem para reduzir a qualidade da água. O ribeirão Lindóia, por exemplo, é o rio que apresentou os menores índices de qualidade da água. As causas estão diretamente relacionadas com a ausência de mata ciliar em seus leitos e pelas ocupações irregulares em suas margens.

A área total ocupada pelas bacias hidrográficas no interior da área urbana é de 245,52 quilômetros quadrados, enquanto que a extensão total dos cursos de água é de cerca de 240 quilômetros.

A bióloga e liminóloga da diretoria de Estudos e Padrões Ambientais (Depam) do IAP, Christine Xavier, que se dedica ao estudo da água doce há cerca de 20 anos, avalia os resultados da região de Londrina como positivos, se comparado à Curitiba e RMC.

‘A situação em Curitiba é crítica e já requer um planejamento muito maior e investimentos altos para reverter o quadro de poluição. O sinal de poluição dos rios dá alerta roxo na capital Em Londrina as ações ainda estão ao alcance da população e dos administradores públicos. Estamos no sinal amarelo’, alerta a especialista.

Entre as medidas que devem ser adotadas para reverter a poluição dos rios estão a contenção da erosão nas margens, limpeza e assoreamento para renovação da água, além de ações de conscientização ambiental de jovens, adultos e crianças sobre a importância dos rios para a sobrevivência das comunidades e para garantir os usos múltiplos da água às futuras gerações.

O IAP monitora a qualidade da água em 38 rios da região Metropolitana de Curitiba e em 24 reservatórios paranaenses destinados ao abastecimento público. O relatório do monitoramento em Curitiba foi divulgado no último mês de março, no Dia da Água, e está disponível no site www.iap.pr.gov.br.

O diretor do IAP, Celso Bittencourt, lembra que o cuidado deve ser igual entre os reservatórios e rios. ‘Se as águas de um determinado rio estiverem poluídas, automaticamente o reservatório ligado também estará. Portanto, o cuidado deve ser igual’, finaliza.

Fonte: Agência Estadual de Notícias


22 de junho de 2010 | nenhum comentário »

Contra pombas, Sema propõe luz, som e poda

Sonorização, iluminação, poda de copas de árvores e o abate de pombas do Bosque central são algumas das propostas do Plano de Manejo que a Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) vai encaminhar nos próximos dias ao Ministério Público e ao Conselho Municipal de Meio Ambiente (Consemma). Se o documento for aprovado, ações seriam implementadas imediatamente e incluiriam o acompanhamento da migração das aves, cuja população é estimada em cerca de 300 mil, a grande maioria da espécie conhecida popularmente como “amargosinha”.

“Queremos fazer tudo isso de forma racional, mas temos que pensar que as pombas são uma ameaça real para a saúde pública”, enfatizou José Faraco, secretario do Ambiente. Segundo ele, a elaboração do Plano de Manejo foi discutido durante reunião realizada ontem à tarde com biólogos, engenheiros florestais e agrônomos da Sema. As atividades para erradicação ou diminuição de pombas seriam desenvolvidas durante aproximadamente uma semana. Esse período, segundo Faraco, seria o suficiente para se saber se as ações tiveram ou não êxito.

Pelo projeto, haveria a poda “racional” da copa de cerca de 20 árvores, entre elas perobas e paineiras. O passo seguinte seria a iluminação “intensa” e também a colocação de dispositivo sonoros para afugentar as aves. No final do dia, a partir das 17h30, os mecanismos seriam acionados. O secretário não soube especificar quais equipamentos seriam acoplados às árvores, mas adiantou que a sonorização duraria entre 20 e 30 minutos diariamente. “O barulho ficaria em torno de 100 decibéis, nada que possa ensurdecer ninguém”, avisa. Durante as ações, técnicos da Sema faria o acompanhamento nas ruas localizadas no entorno do Bosque, num raio de pouco mais de 400 metros, para constatar a possível migração de pombos e, possivelmente, aplicar as mesmas medidas.

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Procurada pela reportagem do JL, a promotora do Meio Ambiente, Solange Vicentim, disse que prefere analisar o Plano de Manejo antes de opinar. No entanto, ela frisou que até agora a superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), em Curitiba, ainda não se pronunciou sobre o pedido feito pela Sema, no ano passado, para o abate parcial de pombas. Se aprovado, cerca de 50 mil aves seriam extintas. “Todos os órgãos ligados ao meio ambiente são contrários ao abate se vier desacompanhado de medidas que contemplem ações a médio e longo prazos”, analisou

Já o presidente do Consemma, Fernando Barros, frisa que as ações propostas pela Sema “são louváveis”, porém podem não surtir bons resultados. Ele é enfático quanto ao que realmente deveria ser feito para combater a proliferação das amargosinhas. “Já se tentaram vários caminhos para resolver o problema, mas na minha opinião o Município deveria reiterar o pedido para o abate junto ao Ibama”, afirmou.

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9 de junho de 2010 | nenhum comentário »

Secretaria de Meio Ambiente de SP lança caderno sobre biodiversidade

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo lançou o caderno de educação ambiental “Biodiversidade”, o quarto de uma série que engloba os títulos anteriores “Águas subterrâneas”, “Ecocidadão” e “Unidades de conservação da natureza”

A publicação, com muitas fotos, ilustrações e gráficos, é redigida de maneira didática por pesquisadores do Instituto de Botânica e visa a atingir especialmente professores e estudantes de ensino fundamental e médio.

A publicação é dividida nos tópicos “O que é biodiversidade”, “Biomas do Estado de São Paulo”, “Como conhecer a biodiversidade”, “Efeitos de impactos ambientais na biodiversidade” e “Gestão da biodiversidade”.

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O lançamento marcou também as comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade declarado pela Organização das Nações Unidas para 2010.

O caderno sobre biodiversidade e os demais volumes da série são gratuitos e estão disponíveis para download no site da Secretaria do Meio Ambiente. Mais informações: www.ambiente.sp.gov.br/cadernos.php

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Governo e municípios cobram ações ambientais de grandes geradores de resíduos

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos reuniu na tarde desta quinta-feira (15), em Curitiba, os grandes geradores de resíduos, técnicos do Programa Desperdício Zero e representantes dos 22 municípios paranaenses que mais geram resíduos, o chamado G22. A reunião teve como principal objetivo a cobrança e soluções ambientais para a efetivação de uma política de recolhimento dos resíduos gerados no Estado.

Para o coordenador de recursos sólidos da Secretaria, Laerty Dudas, a Secretaria vem desenvolvendo um trabalho de chamamento com representantes de diversos setores para possa concretizar uma política de recolhimento eficaz nos municípios paranaenses.

“Conseguimos importantes avanços mas para a verdadeira efetivação dessas ações precisamos contar com o apoio das empresas responsáveis que geram esses resíduos no Estado”, destacou Dudas.

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“Essas são as principais dificuldades que temos enfrentado em nossos municípios, às vezes, os próprios revendedores de informática, por exemplo, nos procuram para saber a destinação correta e não sabemos informar” comentou o secretário municipal do meio ambiente de Maringá, Diniz Afonso.

Já o representante da Associação Técnica Brasileira da Indústria Eletro Eletrônica (Abinee), Denis Chequer Angher, comentou durante a reunião que já foi apresentado um plano onde constam os pontos de coletas para sucatas do setor de informática, mas reconhece que falta divulgação desses pontos.

“O interesse dos municípios e do Governo do Estado é o mesmo que o nosso, por isso devemos delinear algumas ações conjuntas para evitar que esses passivos comprometam o meio ambiente”, destaca o representante.

Um dos setores que foi mais discutido e que apresenta uma demanda maior é o da destinação dos pneus nos municípios paranaenses. Os representantes do G22 reclamaram sobre a falta de periodicidade no recolhimento dos resíduos nos municípios de Tamarana, Apucarana, Terra Rica, Paranavaí e Santa Cruz do Monte Castelo.

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O gerente geral da empresa responsável pelo recolhimento dos pneus, a Reciclanip, César Faccio, explica que o trabalho de recolhimento de pneus é realizado em todo o território nacional e que no estado do Paraná, principalmente, tiveram alguns problemas porque dependem do principal receptor desse material que é o Cimento Votorantim.

Segundo ele os maquinários da empresa que estão localizados no município de Rio Branco do Sul estão passando por constantes adequações e, conseqüentemente, param de funcionar.

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“O atraso neste recolhimento é devido a essas constantes paradas mas mesmo assim estamos efetuando o recolhimento e destinando para outros estados”, destaca Faccio.

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DADOS – O representante destaca ainda que só no Brasil, em 2009, foram destinados mais 250 mil toneladas e 70% deste valor são utilizados como matéria-prima nas indústrias cimenteiras. A expectativa é que este número chegue a 310 mil toneladas até dezembro de 2010.

No Paraná duas novas empresas passarão a utilizar os pneus inservíveis como matéria – prima. Em 2011 as empresas passarão a contar com o chip de borracha em suas produções onde serão triturados os pneus e utilizados.

Para o coordenador de recursos sólidos da Secretaria, Laerty Dudas, e todos os representantes do G22 a notícia foi muito bem aceita porque com isso irá contribuir para a redução no número de pneus destinados no meio ambiente.

A série de reuniões encerrou no final da tarde desta quinta-feira (15) com a participação do presidente da Associação Brasileira de Poliestireno Expandido – Isopor (EPS), Albano Schimidt, que avaliou como positivo o encontro e também acredita que foi dado o primeiro passo para solucionar os problemas.

“Saio da reunião extremamente feliz, pois percebi que a Secretaria está com um processo correto para solucionar o problema da destinação do isopor no Estado do Paraná”, finalizou Schimidt.

Fonte: SEMA – PR

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27 de maio de 2009 | nenhum comentário »

Secretaria do Meio Ambiente vai treinar 1,6 mil gestores municipais

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos capacitará 1,6 mil gestores ambientais municipais, nos 399 municípios do Paraná, até o final deste ano. O secretário do Meio Ambiente, Rasca Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (19), na Escola de Governo, que só 10% das prefeituras paranaenses têm uma pasta ou setor específico para tratar da preservação e uso sustentável dos recursos naturais.

O Programa Nacional de Capacitação de Gestores Municipais no Paraná (PNC) – adotado pelo Governo do Estado, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente – prevê que a elaboração de políticas públicas seja feita de forma compartilhada, envolvendo os Comitês de Bacias Hidrográficas, Movimentos Sociais e Associações Comunitárias.

Durante as atividades do PNC serão demonstrados para os gestores municipais os projetos ambientais desenvolvidos pelo Governo do Estado que podem ser implementados a nível municipal, além de propostas desenvolvidas de acordo com as necessidades e estrutura física e geográfica de cada região. Um dos programas citados como exemplo pelo secretário do Meio Ambiente é o Mata Ciliar, que em setembro deverá chegar a 100 milhões de mudas plantadas.

Entre os temas de interesse municipal que serão abordados durante as capacitações estão o cumprimento do código florestal, sustentabilidade ambiental e geração de renda, produção de mudas para reflorestamento, coleta seletiva de lixo visando à geração de emprego e renda, instalação de aterros sanitários consorciados, ações de educação ambiental nas escolas e propriedades rurais, criação de cooperativas, aumento da produção agrícola e preservação da fauna e flora.

As equipes de mediadores serão divididas por grupos de trabalho, com temas específicos como Sistema Municipal de Meio Ambiente, Plano Municipal de Meio Ambiente, Organização do Sistema de Meio Ambiente, Agenda 21, Licenciamento Ambiental, Mudanças Climáticas, Consórcio Público e Biodiversidade.

Segundo o superintendente regional do Ibama, José Álvaro Carneiro, depois de capacitados os agentes vão promover a gestão compartilhada e descentralizada. A Secretaria do Meio Ambiente será responsável por articular e mostrar aos municípios ações de sucesso que visam melhorar a economia local sem causar danos ao meio ambiente. Rasca Rodrigues citou o projeto do Iapar que integra pecuária e lavoura, demonstrando que no simples manejo da propriedade pode possibilitar o aumento da produção sem avançar em áreas de preservação.

O PNC é uma ferramenta para fortalecer os sistemas de Meio Ambiente nos municípios brasileiros e propiciar às prefeituras autonomia sobre as questões ambientais de impacto local. No Paraná, cada município poderá indicar até quatro membros para a capacitação, sendo um gestor municipal, um vereador e dois membros ligados a Comitês de Bacias Hidrográficas, Movimentos Sociais ou Associações Comunitárias.

O PNC é coordenado por uma comissão com integrantes dos governos federal, estadual e municipal. A fase presencial das capacitações será realizada entre os dias 25 e 29 de maio, em Faxinal do Céu, localizado no município de Pinhão. Depois disso, serão exibidos programas na TV Paulo Freire em escolas públicas, num total de 35 horas.

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31 de março de 2009 | nenhum comentário »

Paraná é classificado para a terceira fase do Programa Nacional de Meio Ambiente

O Paraná foi um dos quatros estados brasileiros classificados para a terceira fase do Programa Nacional de Meio Ambiente (PNMA) – desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, para ampliar as políticas públicas e aperfeiçoar a legislação ambiental nos estados.

Nesta semana, técnicos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) apresentaram ao Ministério do Meio Ambiente os resultados e as expectativas de ações para a terceira fase. A primeira e a segunda fase do PNMA no Paraná – feita de 1991 a 2008 – teve a água como foco principal.

PRIORIDADE – a nova fase, prevista para começar ainda neste semestre, priorizará os licenciamentos ambientais no Paraná. A determinação é do Banco Mundial, patrocinador do Programa junto ao Governo Federal. Segundo o Ministério, há informações importantes que são perdidas ao longo dos processos de licenciamento e, por isso, é necessário normatizar o fluxo de licenciamentos, incluindo o monitoramento pós-licença.

O Banco Mundial investirá U$$ 22,6 mil para o desenvolvimento da terceira fase do PNMA. Para garantir o recurso, os estados devem escolher, no mínimo, oito projetos, entre os 15 temas propostos pelo Ministério do Meio Ambiente. Planejamentos ambientais e gestão de biodiversidade estão entre as opções.

Além destes, o MMA criou a possibilidade para que os estados que concluíram as ações da fase I e II sugiram projetos que julguem importante para ter continuidade. Cada estado terá à disposição um consultor contratado pelo Ministério do Meio Ambiente para ajudar na aplicação do programa e dos licenciamentos ambientais.

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Desta vez, o PNMA também destinará recursos a instituições que estão envolvidas indiretamente com as questões ambientais, como é o caso do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

ETAPAS – De acordo com o secretário, Rasca Rodrigues, o Paraná começará imediatamente a sua participação no PNMA.

O Programa Mata Ciliar e a gestão das bacias hidrográficas no Paraná estão entre os projetos prioritários para o Paraná, de acordo com o secretário. Pelo programa foram plantadas 94 milhões de mudas de árvores às margens dos principais rios do Paraná, sendo que todas as mudas foram produzidas em viveiros do IAP.

A Secretaria do Meio Ambiente terá ações propostas por suas três autarquias: Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental e o Instituto de Terras, Cartografia e Geociências (ITCG).
Fonte: SEMA PR

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