21 de setembro de 2012 | nenhum comentário »

Seminário “Certificação e Fomento Florestal”

Promovido pelo Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina, entidade ligada ao Diálogo Florestal, o Seminário sobre Certificação e Fomento florestal acontece no próximo dia 3 de outubro, na cidade de Três Barras, Santa Catarina. O evento visa à atualização de técnicos de empresas florestais, associações, sindicatos e produtores florestais quanto ao desenvolvimento da certificação florestal em áreas fomentadas, sempre pensando na melhoria socioambiental da propriedade.

O seminário será dividido em paineis e mesas de discussão que abordarão, entre outros assuntos, conservação ambiental, oportunidades e desafios para a certificação, boas práticas, e possibilidades de financiamento.

Programação:

08h30min: Inscrição dos participantes.

08h45min: O Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina: Objetivos e Perspectivas.
Palestrante: Edilaine Dick – Secretária Executiva do fórum.

09h00min: Mesa – Redonda: Entendendo a Certificação e o Fomento Florestal.
- Conservação Ambiental, Certificação e Fomento Florestal: Princípios e Critérios.
Palestrante: Ivone Namikawa – Coordenadora de Sustentabilidade Florestal da Klabin.

10h00min: Intervalo.

10h20min: Continuação da Mesa – Redonda: Entendendo a Certificação e o
Fomento Florestal.
- Certificação Florestal para Pequenos e Médios Produtores: Caracterização, Desafios e
Oportunidades. Palestrante: Vanessa Maria Basso – Doutoranda em Ciências Florestais
na Universidade Federal de Viçosa.
- Diretrizes do Fomento Florestal e o Fórum Florestal PR e SC – Palestrante: Giovana
Baggio – Coordenadora de Conservação em Terras Privadas da The Nature
Conservancy.

12h00min: Almoço.

13h30min: Mesa – Redonda: Experiências de Fomento Florestal
- O Fomento Florestal da Klabin. Palestrante: Paulo Vicente Angelo – Técnico Superior
do Fomento Florestal da Klabin.
- O Fomento Florestal da Rigesa. Palestrante: Fábio Henrique Ferlin – Supervisor do
Fomento Florestal da Rigesa.

- O Fomento Florestal da Suzano. Palestrante: Marcio Caliari – Gerente de Meio

Ambiente e Sustentabilidade da Suzano Papel e Celulose.

15h00min: Mecanismos e possibilidades de financiamento para o Fomento
Florestal. Palestrante: Luiz Alberto Troula – Repasses Governamentais, Banco
Votorantim S.A

16h00min: Desafios e Oportunidades na Melhoria de Práticas Sustentáveis para o
Fomento Florestal. Moderação: Edilaine Dick

16h30min: Encerramento e Café.

Para participar é preciso confirmar presença até o dia 24 de setembro, via email edilaine@apremavi.org.br ou pelo telefone (47) 88269859 ou 35350119. Para mais informações sobre o evento, contate diretamente a secretária executiva do Fórum, Edilaine Dick.

 

Fonte: Ascom IPEVS


16 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

IPEVS tem participação importante no Seminário de Integração do Paranapanema

Nos dias 07 a 09 de Novembro de 2011, cerca de 170 pessoas de diversos segmentos reuniram-se nas dependências do Hotel Aguativa Resort, em Cornélio Procópio, para a realização do Seminário de Integração do Paranapanema.

O Seminário de Integração do Paranapanema visou articular e promover o diálogo entre os representantes dos poderes públicos, municípios, usuários e sociedade civil sediados na Bacia Hidrográfica para o processo de composição e instalação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema.

O evento contou com a participação de Membros dos Comitês de Bacias Hidrográficas dos Estados de São Paulo e Paraná, representantes dos usuários, da sociedade civil, dos municípios e dos órgãos governamentais com atuação na bacia hidrográfica do Rio Paranapanema.

A participação do IPEVS

O IPEVS esteve presente em todo o evento através dos membros de sua diretoria, Rafael Haddad e Livea Almeida. Devido às contribuições para o desenvolvimento dos trabalhos, Rafael Haddad foi escolhido como representante da Sociedade Civil no Estado do Paraná para apresentar as propostas deste segmento durante o Seminário, e também para articular futuras reuniões com os representantes das ONGS ambientalistas paranaenses inseridas na Bacia Hidrográfica do Paranapanema.

Bióloga Livea Almeida durante o evento.

Rafael Haddad durante apresentação no Seminário

Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema

A Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema é composta por 247 municípios em uma área de 105.921 Km2. Estão instalados na Bacia 06 Comitês de Bacias Hidrográficas, sendo:

03 no Estado do Paraná:

Comitê do Norte Pioneiro

Comitê do Piraponema

Comitê do Rio Tibagi

03 no Estado de São Paulo:

Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Paranapanema

Comitê da Bacia Hidrográfica do Médio Paranapanema

Comitê da Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema

O Rio Paranapanema tem comprimento  de 929 Km, sendo  sua Nascente na cota 900 m na Serra Agudos Grande e a Foz – na cota 239 m no Rio Paraná. Separa, a partir da Foz do Rio Itararé, os Estados de São Paulo e Paraná; O Rio Paranapanema, mais do que uma divisa estadual, é um eixo de integração entre duas regiões muito homogêneas. As vertentes Paulista e Paranaense deste Rio apresentam grande identidade, tanto social, quanto cultural e principalmente econômica.

Destacam-se como características regionais:

1. Considerada Região de Conservação por possuir importante acervo ambiental preservado, sobretudo nas porções de cabeceiras (Alto Paranapanema Paulista e  Itararé, Cinzas e Paranapanema 1 e Paranapanema 2 , no Estado do Paraná);

2. Agricultura de ponta e um extraordinário potencial para a agricultura irrigada, tanto pela excelência de seus solos, quanto pelo enorme disponibilidade hídrica. (Alto e Médio Paranapanema Paulista e Bacia dos Rios Cinzas e Tibagi, no Paraná);

3. Grande produção agropecuária nas porções finais da Bacia Hidrográfica do Paranapanema (Pontal do Paranapanema Paulista, Bacia do Pirapó, Paranapanema 3 e 4 no Paraná);

4. Grande avanço na Industrias Sucro-Alcooleira e aumento no plantio de cana de açúcar;

5. Grande disponibilidade de Recursos Hídricos (superficiais e subterrâneos);

6. Grande geradora de hidroeletricidade ao longo do Paranapanema e seus tributários;

7. Dispõe de relevante potencial turístico.

Curiosidade: Em São Paulo, a Lei Estadual 10.488/99, designa o dia 27 de agosto o dia do Rio Paranapanema.

Fonte: www.paranapanema.org/Ascom IPEVS

 


11 de maio de 2011 | nenhum comentário »

I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais

O evento foi realizado em Curitiba (PR) e contou com a presença de profissionais autônomos, estudantes, empresas e entidades que não participam ativamente deste Fórum, mas tem interesse em conhecer os princípios e critérios adotados para certificação florestal pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil) e pelo Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor), entre outros assuntos apresentados.

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Durante o dia 05 de maio de 2011, representantes das empresas florestais e ONGs, que compões o Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina, participaram do “I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais”, com o objetivo discutir os critérios socioambientais envolvidos nos processos de Certificação Florestal com ênfase nas “Relações Comunitárias e Direito dos Trabalhadores”.

 

Esses critérios foram apresentados por Fabíola Zerbini – Secretária Executiva do FSC e Maria Teresa Rezende – Secretária Executiva do Inmetro/Cerflor.

Durante o seminário foram apresentados exemplos de projetos que estão em andamento e envolvem o setor, e que tem como principais beneficiários as comunidades direta ou indiretamente envolvidas nos processos de produção. Entre as apresentações foram relatadas as ações socioambientais realizadas pela Rigesa; o programa “Semear –Responsabilidade Socioambiental”, desenvolvido pela Arauco e os mecanismos de comunicação, desenvolvidos pela Klabin que facilitam a comunicação com as comunidades e com a sociedade civil em geral.

Gisele Bolzani, Coordenadora de Gestão Socioambiental, da empresa Poyry silviconsult, através da palestra “Gestão social no contexto da sustentabilidade”, apresentou os principais caminhos que a empresa deve seguir para a gestão social, e que ações nesse sentido, devem ser planejadas, executadas, monitoradas e avaliadas constantemente.

Através dos debates e aproximação entre os participantes, foi possível levantar demandas externas relacionadas a questões sociais que deverão ser trabalhadas nos próximos meses, pelo GT Socioambiental, constituído no âmbito do Fórum Florestal PR e SC.

Fonte: www.dialogoflorestal.org.br


22 de julho de 2010 | nenhum comentário »

Seminário mostra a importância da restinga para áreas litorâneas

Políticas públicas, ações e projetos para conservação e manutenção dos remanescentes de restinga no Litoral paranaense foram discutidos nesta quinta-feira (15) em Matinhos, no Seminário “Restinga – Que ‘matinho’ é esse?”. Representantes dos sete municípios litorâneos (Guaratuba, Matinhos, Pontal do Paraná, Antonina, Morretes, Guaraqueçaba e Paranaguá) compareceram ao evento promovido para mostrar à população o que é o bioma restinga, vegetação que, entre outros benefícios, forma uma barreira natural contra as ressacas e controla o avanço das dunas evitando que seus movimentos provoquem prejuízos urbanos.

A programação incluiu palestras de biólogos sobre as espécies de fauna e flora encontradas na restinga; apresentação do projeto Restinga Viva; visita a campo; a experiência do município de Itapema, em Santa Catarina para proteção da restinga; conservação e manejo da restinga no Espírito Santo e técnicas de compostagem. Ao final, os participantes discutiram propostas e ações para proteção da restinga que deverão ser realizadas nos próximos meses que antecedem a temporada de verão.

A iniciativa é uma parceria entre a Prefeitura de Matinhos e o Governo do Estado – por meio da Sanepar, Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Secretaria de Agricultura e Abastecimento, Emater e Batalhão de Polícia Ambiental-Força Verde.

Participaram do Seminário estudantes e professores universitários, técnicos, comerciantes, surfistas, pescadores e coletores de materiais recicláveis.

IMPORTÂNCIA – Restingas são formações vegetais costeiras, extremamente adaptadas a condições adversas como ventos, terrenos arenosos, baixos níveis de fertilidade do solo e elevado grau de salinidade. Tudo isso se deve à sua proximidade com o mar.

Associadas à restinga estão as dunas, formadas pela areia e depositada nas praias pelas marés altas e transportadas pelos ventos, gerando elevações em constante mudança.

Durante o seminário, a Prefeitura de Matinhos apresentou o projeto de engordamento da orla do município, prejudicado pelo avanço do mar e, em muitos casos, pela degradação das áreas de dunas e restinga. O projeto – com investimentos de R$ 22 milhões – consiste em aumentar 50 metros a faixa de areia na orla do município, recuperando áreas de erosão e a paisagem local. Será necessária a utilização de 1,3 milhão de metros cúbicos de areia retiradas de jazidas localizadas a 13 metros de profundidade em mar aberto. O prefeito Eduardo Dalmoura contou que sempre foi defensor da preservação do ecossistema.

“É com muita alegria que Matinhos faz o primeiro seminário sobre a restinga. Eu sempre defendi a proteção desta vegetação e hoje o município terá que gastar para fazer a recuperação da nossa praia, devido à falta da restinga”, mencionou Dalmoura. Segundo ele, a primeira fase do projeto é o engordamento da orla e o segundo a revitalização da praia e que inclui o plantio de espécies nativas da restinga.

“Vamos construir um grande viveiro que vai aliar a produção de mudas de espécies nativas da restinga com e reciclagem do coco verde. A ideia é cortar o coco ao meio e utilizá-lo para o plantio de mudas, tendo em vista que o coco segura a umidade por até 30 dias, o que permite o plantio na areia”, antecipa Dalmoura.

A construção do viveiro será uma parceria entre a prefeitura, IAP e Sanepar – idealizadora do projeto piloto Restinga Viva. As mudas produzidas no viveiro, localizado no Parque Estadual Rio da Onça, contribuirão para acelerar a recuperação das áreas degradadas no litoral paranaense.

O presidente do IAP, Volnei Bisgnin, elogiou a iniciativa do Seminário e disse que o órgão ambiental continuará trabalhando em defesa dos ecossistemas naturais do Paraná. “Ações como esta, capitaneadas por moradores do litoral, são fundamentais para conscientizar os turistas durante a temporada de verão quando a vegetação corre maior risco de degradação”, declarou Volnei.

As ações de educação foi um dos pontos mencionados como fundamentais para o tema. O coordenador de biodiversidade e florestas da Secretaria, Leverci Silveira Filho, lembrou que as ações da Secretaria do Meio Ambiente tem sido focadas na orientação de turistas e veranistas. “Com o trabalho conjunto entre o IAP e a Força Verde garantimos a proteção integral das áreas de restinga em Pontal do Sul e Guaratuba, por exemplo, onde os turistas entravam com veículos na faixa de areia em temporadas anteriores”, relatou. Leverci também coordenou a publicação da Série “Ecossistemas do Paraná”, recém-finalizada pela SEMA e que inclui um volume inteiro dedicado a Restinga.

“Precisamos agregar mais e avançar nesta política importante de recuperação e cuidado do nosso litoral. Quanto mais protegida, maior será o porte da vegetação e mais protegida estará a nossa orla”, destacou.

HISTÓRICO – O Governo do Paraná apoia ações em torno da preservação da restinga. Os resultados são inéditos e podem ser comprovados nos municípios de Guaratuba e Pontal do Paraná, onde o isolamento da orla foi coordenado por Associações de Surfe e Bodyboard. O trabalho despertou o interesse das crianças e dos comerciantes que já estão ‘adotando’ áreas de restinga em frente aos seus estabelecimentos.

watch the the search for santa paws film

“Além do aumento da vegetação e das dunas também estamos constatando o aumento da participação social. Neste final sábado (17) vamos promover na praia Brava de Guaratuba um novo mutirão para recolhimento do lixo da restinga e que contará com a participação de moradores e veranistas”, anunciou o presidente da Associação de Surfe de Guaratuba, Márcio Odevagen.

Fonte: SEMA






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Seminário “Certificação e Fomento Florestal”

Promovido pelo Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina, entidade ligada ao Diálogo Florestal, o Seminário sobre Certificação e Fomento florestal acontece no próximo dia 3 de outubro, na cidade de Três Barras, Santa Catarina. O evento visa à atualização de técnicos de empresas florestais, associações, sindicatos e produtores florestais quanto ao desenvolvimento da certificação florestal em áreas fomentadas, sempre pensando na melhoria socioambiental da propriedade.

O seminário será dividido em paineis e mesas de discussão que abordarão, entre outros assuntos, conservação ambiental, oportunidades e desafios para a certificação, boas práticas, e possibilidades de financiamento.

Programação:

08h30min: Inscrição dos participantes.

08h45min: O Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina: Objetivos e Perspectivas.
Palestrante: Edilaine Dick – Secretária Executiva do fórum.

09h00min: Mesa – Redonda: Entendendo a Certificação e o Fomento Florestal.
- Conservação Ambiental, Certificação e Fomento Florestal: Princípios e Critérios.
Palestrante: Ivone Namikawa – Coordenadora de Sustentabilidade Florestal da Klabin.

10h00min: Intervalo.

10h20min: Continuação da Mesa – Redonda: Entendendo a Certificação e o
Fomento Florestal.
- Certificação Florestal para Pequenos e Médios Produtores: Caracterização, Desafios e
Oportunidades. Palestrante: Vanessa Maria Basso – Doutoranda em Ciências Florestais
na Universidade Federal de Viçosa.
- Diretrizes do Fomento Florestal e o Fórum Florestal PR e SC – Palestrante: Giovana
Baggio – Coordenadora de Conservação em Terras Privadas da The Nature
Conservancy.

12h00min: Almoço.

13h30min: Mesa – Redonda: Experiências de Fomento Florestal
- O Fomento Florestal da Klabin. Palestrante: Paulo Vicente Angelo – Técnico Superior
do Fomento Florestal da Klabin.
- O Fomento Florestal da Rigesa. Palestrante: Fábio Henrique Ferlin – Supervisor do
Fomento Florestal da Rigesa.

- O Fomento Florestal da Suzano. Palestrante: Marcio Caliari – Gerente de Meio

Ambiente e Sustentabilidade da Suzano Papel e Celulose.

15h00min: Mecanismos e possibilidades de financiamento para o Fomento
Florestal. Palestrante: Luiz Alberto Troula – Repasses Governamentais, Banco
Votorantim S.A

16h00min: Desafios e Oportunidades na Melhoria de Práticas Sustentáveis para o
Fomento Florestal. Moderação: Edilaine Dick

16h30min: Encerramento e Café.

Para participar é preciso confirmar presença até o dia 24 de setembro, via email edilaine@apremavi.org.br ou pelo telefone (47) 88269859 ou 35350119. Para mais informações sobre o evento, contate diretamente a secretária executiva do Fórum, Edilaine Dick.

 

Fonte: Ascom IPEVS


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IPEVS tem participação importante no Seminário de Integração do Paranapanema

Nos dias 07 a 09 de Novembro de 2011, cerca de 170 pessoas de diversos segmentos reuniram-se nas dependências do Hotel Aguativa Resort, em Cornélio Procópio, para a realização do Seminário de Integração do Paranapanema.

O Seminário de Integração do Paranapanema visou articular e promover o diálogo entre os representantes dos poderes públicos, municípios, usuários e sociedade civil sediados na Bacia Hidrográfica para o processo de composição e instalação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema.

O evento contou com a participação de Membros dos Comitês de Bacias Hidrográficas dos Estados de São Paulo e Paraná, representantes dos usuários, da sociedade civil, dos municípios e dos órgãos governamentais com atuação na bacia hidrográfica do Rio Paranapanema.

A participação do IPEVS

O IPEVS esteve presente em todo o evento através dos membros de sua diretoria, Rafael Haddad e Livea Almeida. Devido às contribuições para o desenvolvimento dos trabalhos, Rafael Haddad foi escolhido como representante da Sociedade Civil no Estado do Paraná para apresentar as propostas deste segmento durante o Seminário, e também para articular futuras reuniões com os representantes das ONGS ambientalistas paranaenses inseridas na Bacia Hidrográfica do Paranapanema.

Bióloga Livea Almeida durante o evento.

Rafael Haddad durante apresentação no Seminário

Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema

A Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema é composta por 247 municípios em uma área de 105.921 Km2. Estão instalados na Bacia 06 Comitês de Bacias Hidrográficas, sendo:

03 no Estado do Paraná:

Comitê do Norte Pioneiro

Comitê do Piraponema

Comitê do Rio Tibagi

03 no Estado de São Paulo:

Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Paranapanema

Comitê da Bacia Hidrográfica do Médio Paranapanema

Comitê da Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema

O Rio Paranapanema tem comprimento  de 929 Km, sendo  sua Nascente na cota 900 m na Serra Agudos Grande e a Foz – na cota 239 m no Rio Paraná. Separa, a partir da Foz do Rio Itararé, os Estados de São Paulo e Paraná; O Rio Paranapanema, mais do que uma divisa estadual, é um eixo de integração entre duas regiões muito homogêneas. As vertentes Paulista e Paranaense deste Rio apresentam grande identidade, tanto social, quanto cultural e principalmente econômica.

Destacam-se como características regionais:

1. Considerada Região de Conservação por possuir importante acervo ambiental preservado, sobretudo nas porções de cabeceiras (Alto Paranapanema Paulista e  Itararé, Cinzas e Paranapanema 1 e Paranapanema 2 , no Estado do Paraná);

2. Agricultura de ponta e um extraordinário potencial para a agricultura irrigada, tanto pela excelência de seus solos, quanto pelo enorme disponibilidade hídrica. (Alto e Médio Paranapanema Paulista e Bacia dos Rios Cinzas e Tibagi, no Paraná);

3. Grande produção agropecuária nas porções finais da Bacia Hidrográfica do Paranapanema (Pontal do Paranapanema Paulista, Bacia do Pirapó, Paranapanema 3 e 4 no Paraná);

4. Grande avanço na Industrias Sucro-Alcooleira e aumento no plantio de cana de açúcar;

5. Grande disponibilidade de Recursos Hídricos (superficiais e subterrâneos);

6. Grande geradora de hidroeletricidade ao longo do Paranapanema e seus tributários;

7. Dispõe de relevante potencial turístico.

Curiosidade: Em São Paulo, a Lei Estadual 10.488/99, designa o dia 27 de agosto o dia do Rio Paranapanema.

Fonte: www.paranapanema.org/Ascom IPEVS

 


11 de maio de 2011 | nenhum comentário »

I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais

O evento foi realizado em Curitiba (PR) e contou com a presença de profissionais autônomos, estudantes, empresas e entidades que não participam ativamente deste Fórum, mas tem interesse em conhecer os princípios e critérios adotados para certificação florestal pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil) e pelo Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor), entre outros assuntos apresentados.

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Durante o dia 05 de maio de 2011, representantes das empresas florestais e ONGs, que compões o Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina, participaram do “I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais”, com o objetivo discutir os critérios socioambientais envolvidos nos processos de Certificação Florestal com ênfase nas “Relações Comunitárias e Direito dos Trabalhadores”.

 

Esses critérios foram apresentados por Fabíola Zerbini – Secretária Executiva do FSC e Maria Teresa Rezende – Secretária Executiva do Inmetro/Cerflor.

Durante o seminário foram apresentados exemplos de projetos que estão em andamento e envolvem o setor, e que tem como principais beneficiários as comunidades direta ou indiretamente envolvidas nos processos de produção. Entre as apresentações foram relatadas as ações socioambientais realizadas pela Rigesa; o programa “Semear –Responsabilidade Socioambiental”, desenvolvido pela Arauco e os mecanismos de comunicação, desenvolvidos pela Klabin que facilitam a comunicação com as comunidades e com a sociedade civil em geral.

Gisele Bolzani, Coordenadora de Gestão Socioambiental, da empresa Poyry silviconsult, através da palestra “Gestão social no contexto da sustentabilidade”, apresentou os principais caminhos que a empresa deve seguir para a gestão social, e que ações nesse sentido, devem ser planejadas, executadas, monitoradas e avaliadas constantemente.

Através dos debates e aproximação entre os participantes, foi possível levantar demandas externas relacionadas a questões sociais que deverão ser trabalhadas nos próximos meses, pelo GT Socioambiental, constituído no âmbito do Fórum Florestal PR e SC.

Fonte: www.dialogoflorestal.org.br


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Seminário mostra a importância da restinga para áreas litorâneas

Políticas públicas, ações e projetos para conservação e manutenção dos remanescentes de restinga no Litoral paranaense foram discutidos nesta quinta-feira (15) em Matinhos, no Seminário “Restinga – Que ‘matinho’ é esse?”. Representantes dos sete municípios litorâneos (Guaratuba, Matinhos, Pontal do Paraná, Antonina, Morretes, Guaraqueçaba e Paranaguá) compareceram ao evento promovido para mostrar à população o que é o bioma restinga, vegetação que, entre outros benefícios, forma uma barreira natural contra as ressacas e controla o avanço das dunas evitando que seus movimentos provoquem prejuízos urbanos.

A programação incluiu palestras de biólogos sobre as espécies de fauna e flora encontradas na restinga; apresentação do projeto Restinga Viva; visita a campo; a experiência do município de Itapema, em Santa Catarina para proteção da restinga; conservação e manejo da restinga no Espírito Santo e técnicas de compostagem. Ao final, os participantes discutiram propostas e ações para proteção da restinga que deverão ser realizadas nos próximos meses que antecedem a temporada de verão.

A iniciativa é uma parceria entre a Prefeitura de Matinhos e o Governo do Estado – por meio da Sanepar, Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Secretaria de Agricultura e Abastecimento, Emater e Batalhão de Polícia Ambiental-Força Verde.

Participaram do Seminário estudantes e professores universitários, técnicos, comerciantes, surfistas, pescadores e coletores de materiais recicláveis.

IMPORTÂNCIA – Restingas são formações vegetais costeiras, extremamente adaptadas a condições adversas como ventos, terrenos arenosos, baixos níveis de fertilidade do solo e elevado grau de salinidade. Tudo isso se deve à sua proximidade com o mar.

Associadas à restinga estão as dunas, formadas pela areia e depositada nas praias pelas marés altas e transportadas pelos ventos, gerando elevações em constante mudança.

Durante o seminário, a Prefeitura de Matinhos apresentou o projeto de engordamento da orla do município, prejudicado pelo avanço do mar e, em muitos casos, pela degradação das áreas de dunas e restinga. O projeto – com investimentos de R$ 22 milhões – consiste em aumentar 50 metros a faixa de areia na orla do município, recuperando áreas de erosão e a paisagem local. Será necessária a utilização de 1,3 milhão de metros cúbicos de areia retiradas de jazidas localizadas a 13 metros de profundidade em mar aberto. O prefeito Eduardo Dalmoura contou que sempre foi defensor da preservação do ecossistema.

“É com muita alegria que Matinhos faz o primeiro seminário sobre a restinga. Eu sempre defendi a proteção desta vegetação e hoje o município terá que gastar para fazer a recuperação da nossa praia, devido à falta da restinga”, mencionou Dalmoura. Segundo ele, a primeira fase do projeto é o engordamento da orla e o segundo a revitalização da praia e que inclui o plantio de espécies nativas da restinga.

“Vamos construir um grande viveiro que vai aliar a produção de mudas de espécies nativas da restinga com e reciclagem do coco verde. A ideia é cortar o coco ao meio e utilizá-lo para o plantio de mudas, tendo em vista que o coco segura a umidade por até 30 dias, o que permite o plantio na areia”, antecipa Dalmoura.

A construção do viveiro será uma parceria entre a prefeitura, IAP e Sanepar – idealizadora do projeto piloto Restinga Viva. As mudas produzidas no viveiro, localizado no Parque Estadual Rio da Onça, contribuirão para acelerar a recuperação das áreas degradadas no litoral paranaense.

O presidente do IAP, Volnei Bisgnin, elogiou a iniciativa do Seminário e disse que o órgão ambiental continuará trabalhando em defesa dos ecossistemas naturais do Paraná. “Ações como esta, capitaneadas por moradores do litoral, são fundamentais para conscientizar os turistas durante a temporada de verão quando a vegetação corre maior risco de degradação”, declarou Volnei.

As ações de educação foi um dos pontos mencionados como fundamentais para o tema. O coordenador de biodiversidade e florestas da Secretaria, Leverci Silveira Filho, lembrou que as ações da Secretaria do Meio Ambiente tem sido focadas na orientação de turistas e veranistas. “Com o trabalho conjunto entre o IAP e a Força Verde garantimos a proteção integral das áreas de restinga em Pontal do Sul e Guaratuba, por exemplo, onde os turistas entravam com veículos na faixa de areia em temporadas anteriores”, relatou. Leverci também coordenou a publicação da Série “Ecossistemas do Paraná”, recém-finalizada pela SEMA e que inclui um volume inteiro dedicado a Restinga.

“Precisamos agregar mais e avançar nesta política importante de recuperação e cuidado do nosso litoral. Quanto mais protegida, maior será o porte da vegetação e mais protegida estará a nossa orla”, destacou.

HISTÓRICO – O Governo do Paraná apoia ações em torno da preservação da restinga. Os resultados são inéditos e podem ser comprovados nos municípios de Guaratuba e Pontal do Paraná, onde o isolamento da orla foi coordenado por Associações de Surfe e Bodyboard. O trabalho despertou o interesse das crianças e dos comerciantes que já estão ‘adotando’ áreas de restinga em frente aos seus estabelecimentos.

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“Além do aumento da vegetação e das dunas também estamos constatando o aumento da participação social. Neste final sábado (17) vamos promover na praia Brava de Guaratuba um novo mutirão para recolhimento do lixo da restinga e que contará com a participação de moradores e veranistas”, anunciou o presidente da Associação de Surfe de Guaratuba, Márcio Odevagen.

Fonte: SEMA