3 de junho de 2011 | nenhum comentário »

O que comemorar na Semana do Meio Ambiente?

Artigo do professor Heitor Scalambrini Costa, enviado pelo autor ao JCEmail.

No dia 5 de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia, A criação desta data foi estabelecida pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.

 

O meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em meados do século 20. Porém, foi ainda no séc. 19 que um biólogo alemão, Ernst Haeckel (1834-1919), criou formalmente a disciplina que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente, ao propor, em 1866, o nome ecologia para esse ramo da biologia. Haeckel foi um naturalista que ajudou a popularizar o trabalho de Charles Darwin.

 

Este ano a Semana do Meio Ambiente está inserida no contexto global do Ano Internacional das Florestas, declarado pela Organização das Nações Unidas, e a nível nacional em sintonia com a Campanha da Fraternidade realizada anualmente pela Igreja Católica Apostólica Romana.

 

O tema da Campanha da Fraternidade de 2011 é “Fraternidade e a Vida no Planeta” e está voltada para o meio ambiente. A Igreja propõe como objetivo geral: contribuir para a conscientização das comunidades sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta.

 

Nesta data estabelecida pela ONU, em comemoração ao primeiro grande encontro internacional dedicado à temática ambiental, Gaia não tem muito o que festejar.

 

No caso do Brasil há uma forte contradição do governo entre o que se prega nos debates internacionais e o que se pratica no dia-a-dia. Somos conhecidos mundialmente até pouco tempo, devido ao setor energético ter praticamente metade do seu atendimento por fontes renováveis de energia, possuindo um eficaz sistema de gestão integrada das usinas hidrelétricas e uso de biomassa. Após a desastrosa privatização desse setor, com seu desmantelamento, os planejadores atuais identificam agora a necessidade de instalação de mega-hidroelétricas na região Amazônica, a instalação de usinas nucleares e de termoelétricas a combustíveis fósseis para atender a demanda futura de energia elétrica em nosso país. Assim caminhamos na contra mão das ações que estão em desenvolvimento em outros países que tem privilegiado as fontes renováveis de energia em suas matrizes energéticas.

 

Em Pernambuco o momento vivido deve ser analisado criticamente, pois seu atual crescimento econômico obedece a uma mentalidade que tem base na visão do século passado do “crescimento a qualquer custo”, ignorando a dimensão sócio-ambiental. Pois então vejamos as ações propostas e em execução, e respondamos a pergunta “O que comemorar na Semana do Meio Ambiente?”.

 

Barragem de Morojozinho – Esta barragem a ser construída em Nazaré da Mata (50 km de Recife), prevê o corte de 6,24 ha de Mata Atlântica, no riacho Morojozinho, no Engenho Morojó. Lembrando que em Pernambuco a Mata Atlântica ocupa menos de 2,5% da cobertura original.

 

Implantação e pavimentação do contorno rodoviário do Cabo de Santo Agostinho

A chamada “Via Expressa” prevê a ligação viária entre a BR-101 e o distrito de Nossa Senhora do Ó. O principal impacto ambiental é representado pela supressão de vegetação de Mata Atlântica. Dos 11,8 hectares a serem suprimidos, 2,6 ha estão localizados nas margens de riachos, em Áreas de Preservação Permanente (APP).

 

Usina Termoelétrica Suape II – A construção da usina termelétrica Suape II, no Complexo Industrial e Portuário de Suape, localizado entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, há 40 km ao sul de Recife. A potência instalada será de 380 MW, e consumirá óleo combustível, uma sujeira só para o meio ambiente. O projeto pertence a um grupo formado pela Petrobras e a Nova Cibe Energia (Grupo Bertin), cujo início de operação comercial está prevista para janeiro de 2012. Estima-se a emissão anual de pelo menos 2 milhões de toneladas de CO², (considerando que para cada tonelada equivalente de petróleo-tep se produz 3,34 toneladas de CO², e que 1 m³ de óleo combustível é igual 0,946 tep).

Previsão de outra Termoelétrica em Suape III – Anunciada em julho de 2010 na reunião do Conselho Estadual de Políticas Industriais, Comerciais e de Serviços (Condic). Esta nova térmica a ser instalada também no Complexo Industrial e Portuário de Suape, consumindo óleo combustível, terá um potencia instalada de 1.450 MW. Estima-se preliminarmente que a emissão anual será de 8 milhões de toneladas de CO² .

 

Ampliação do Complexo Industrial e Portuário de Suape – Recentemente foi autorizado pela Assembléia Legislativa o desmatamento para a ampliação do Complexo Industrial e Portuário de Suape de 691 hectares (tamanho aproximado de 700 campos de futebol) de mata nativa, sendo 508 de mangue, 166 de restinga e 17 de Mata Atlântica. Inicialmente previsto o desmatamento de 1.076,49 hectares de vegetação nativa, mas foi reduzido devido a pressão de organizações da sociedade civil pelo absurdo proposto.

Governo estadual disputa instalação de usina nuclear – Anunciado que o Estado vai entrar na disputa para receber uma das duas centrais nucleares que o governo federal planeja instalar no Nordeste. É sabido que no artigo 216 a Constituição Estadual, proíbe a instalação de usinas nucleares enquanto não se esgotar toda a capacidade de produzir energia elétrica de outras fontes. Logo, terá que mudada a Constituição Estadual para instalar esta usina em Pernambuco.

 

Construção de Pequena Central Hidroelétrica (PCH) – Desmatamento de vegetação nativa autorizado pela Assembléia Legislativa de 7,4 hectares visando o alagamento de uma área para a formação do reservatório da PCH de 6,5 MW denominada Pedra Furada, localizada nos municípios de Ribeirão e Joaquim Nabuco, na Mata Sul, distante a 87 km do Recife.

 

Termope (Termoelétrica de Pernambuco) – Foi iniciada a construção a partir de 2001, como parte do Programa Prioritário de Termeletricidade (PPT) do Governo Federal. Entrou em operação em 2004, e esta localizada no Complexo Industrial e Portuário de Suape com potência instalada de 532 MW, e a plena carga consome 2 milhões de m³ de gás natural. Emissões anuais de CO² são estimadas em 1,8 milhões de toneladas (considerando que para cada tonelada equivalente de petróleo se produz 2,12 toneladas de CO², onde .1 m³ de gás é igual a 0,968 tep). O terreno ocupado possibilita a duplicação da usina podendo atingir a potência de 1.064 MW.

 

A construção de um estádio e da cidade da copa, para a Copa do Mundo de 2014

resultará no desmatamento de uma área considerável do fragmento da Mata Atlântica de São Lourenço da Mata, situada a 20 km de Recife. O projeto da Cidade da Copa prevê uma área de 239 hectares para construção de todos os equipamentos (previstos prédios residenciais e um hospital). O estádio ocupará cerca de 40 ha desse total.

 

A implantação do Estaleiro Construcap S.A. – Para a instalação desta planta naval, que irá ocupar 40 ha, a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) concedeu a licença de instalação autorizando a supressão de 28 ha de mangue (berçário natural de centenas de espécie) na ilha de Tatuoca. Sendo que as atividades típicas desse tipo de empreendimento poluem em todas suas formas, e a mão de obra necessária não é na sua grande maioria, oriunda da comunidade, e seu entorno, com vêm falando os interessados e o governador.

 

Heitor Scalambrini Costa é professor Associado da Universidade Federal de Pernambuco.

Fonte: Jornal da Ciência.


11 de maio de 2011 | nenhum comentário »

I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais

O evento foi realizado em Curitiba (PR) e contou com a presença de profissionais autônomos, estudantes, empresas e entidades que não participam ativamente deste Fórum, mas tem interesse em conhecer os princípios e critérios adotados para certificação florestal pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil) e pelo Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor), entre outros assuntos apresentados.

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Durante o dia 05 de maio de 2011, representantes das empresas florestais e ONGs, que compões o Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina, participaram do “I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais”, com o objetivo discutir os critérios socioambientais envolvidos nos processos de Certificação Florestal com ênfase nas “Relações Comunitárias e Direito dos Trabalhadores”.

 

Esses critérios foram apresentados por Fabíola Zerbini – Secretária Executiva do FSC e Maria Teresa Rezende – Secretária Executiva do Inmetro/Cerflor.

Durante o seminário foram apresentados exemplos de projetos que estão em andamento e envolvem o setor, e que tem como principais beneficiários as comunidades direta ou indiretamente envolvidas nos processos de produção. Entre as apresentações foram relatadas as ações socioambientais realizadas pela Rigesa; o programa “Semear –Responsabilidade Socioambiental”, desenvolvido pela Arauco e os mecanismos de comunicação, desenvolvidos pela Klabin que facilitam a comunicação com as comunidades e com a sociedade civil em geral.

Gisele Bolzani, Coordenadora de Gestão Socioambiental, da empresa Poyry silviconsult, através da palestra “Gestão social no contexto da sustentabilidade”, apresentou os principais caminhos que a empresa deve seguir para a gestão social, e que ações nesse sentido, devem ser planejadas, executadas, monitoradas e avaliadas constantemente.

Através dos debates e aproximação entre os participantes, foi possível levantar demandas externas relacionadas a questões sociais que deverão ser trabalhadas nos próximos meses, pelo GT Socioambiental, constituído no âmbito do Fórum Florestal PR e SC.

Fonte: www.dialogoflorestal.org.br


12 de abril de 2011 | nenhum comentário »

20 e 21/05/2011 IV CONGRESSO NACIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

cnrs
NOVOS PARADIGMAS PARA A SUSTENTABILIDADE
20 E 21 DE MAIO 2011 – TEATRO OURO VERDE | LONDRINA PR – BRASIL

MAIORES INFORMAÇÕES: www.cnrs.com.br


12 de abril de 2011 | nenhum comentário »

05/05/2011 I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais

Data: 05 de maio de 2011.

Local: Condomínio Business Offices – Av. Sete de Setembro, 4214 – Curitiba (PR).

Objetivo: Discutir critérios socioambientais envolvidos nos processos de Certificação Florestal com ênfase nas “Relações Comunitárias e Direito dos Trabalhadores”.

Programação:

08h45min: Inscrições.

09h15min: O Diálogo Florestal e o Fórum Florestal PR e SC.

Palestrante: Edilaine Dick (Secretária executiva do Fórum PR e SC).

09h40min: Iniciativas socioambientais desenvolvidas por empresas participantes do

Fórum Florestal PR e SC. Palestrantes:

Programa Semear de Responsabilidade Socioambiental – Maristela da Silva (Arauco).

Programas de Educação Ambiental – Antonio Tsunoda (Rigesa).

Mecanismos de Comunicação – Ivone Namikawa (Klabin).

10h40min: Intervalo

11:00h: Relações do setor florestal com os movimentos sociais e direitos dos atores

envolvidos.

Palestrante: Décio Zylbersztajn (Profº da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade e membro do Centro de Conhecimento em Agronegócios da USP – PENSA).

12:30h: Almoço

14:00h: Princípios e critérios socioambientais adotados pelo Cerflor.

Palestrante: Maria Tereza (Secretária executiva do Cerflor/Inmetro)

14h45min: Princípios e critérios socioambientais adotados pelo FSC.

Palestrante: Fabíola Zerbini (Secretária executiva do FSC Brasil)

15:30h: Encerramento

Observação: Confirmar presença até o dia 29 de abril de 2011, com Edilaine Dick, pelos telefones (47)35350119/88269859 ou email edilaine@apremavi.org.br

seminario-socioambiental_05_05_2011_1


17 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

MMA e Serviço Florestal iniciam atividades para o Inventário Florestal Nacional

17/12/2010

As florestas brasileiras terão uma atenção a mais a partir de agora. O Governo Federal vai começar a inventariar a qualidade, quantidade e as regiões florestais em todo o País, e os dados atualizados servirão como informações precisas para a elaboração de políticas públicas de uso e conservação destes recursos naturais.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Antônio Carlos Hummel, anunciaram nesta quinta-feira (16), no Jardim Botânico de Brasília, o ínicio das atividades para a realização do Inventário Florestal Nacional. A iniciativa vai levantar dados que vão subsidiar também as ações do Brasil em fóruns internacionais, em especial nos eventos sobre mudanças climáticas e conservação da biodiversidade.

De acordo com a ministra Izabella, o inventário será um instrumento de base técnica científica que fornecerá dados precisos nos processos de negociação e análise para um planejamento ambiental adequado e eficiente. ” A sociedade brasileira não tem informação suficiente sobre as florestas do País, e esse trabalho vai subsidiar também o debate sobre conservação da biodiversidade e mudanças climáticas. Com isso, poderemos convencer tomadores de decisão de diferentes setores a disponibilizar recursos permanentes para as florestas, entre outras medidas”, disse.

O Inventário Florestal contará com cerca de 20 mil pontos amostrais distribuídos por todo o País, que estarão localizados a 20 quilômetros uns dos outros. Em cada local, equipes buscarão informações como número, altura, diâmetro e espécies de árvores, tipo de solo, estoque de carbono e biomassa. Também será feito um levantamento socioambiental para conhecer a relação das populações locais com a floresta.

Para Antônio Carlos Hummel, esta será uma oportunidade única de mostrar o real estado das florestas nacionais. Ele ressaltou que, apesar de já haver um monitoramento via satélite, o trabalho de campo bem planejado e com metodologia integrada entre os estados da Federação permitirá que haja dados pertinentes. Assim, poderemos ter uma atuação mais consistente no que se refere à conservação destes recursos naturais”, afirma.

Números – As florestas brasileiras ocupam 516 milhões de hectares, cerca de 60% da áreas do País, mas ainda não existem informações amplas e sistematizadas sobre esse patrimônio natural. O Inventário Florestal Nacional será o marco zero deste levantamento e servirá como referência para analisar mudanças na distribuição e composição das florestas e na relação das populações que habitam nestas regiões.

As equipes responsáveis pela coleta de dados vão visitar todos os estados da federação e verificar também aspectos como a condição fitossanitária (saúde) das árvores, quantidade de matéria orgânica morta e vestígios de exploração florestal. O Amazonas terá o maior número de pontos amostrais (3.906), e o estado de Sergipe o menor (55).

UnB – Durante o evento, uma equipe da Universidade de Brasília (UnB) fez uma demonstração da medição de uma área do Jardim Botânico. A UnB será parceira do Serviço Florestal no levantamento de informações de 67 pontos amostrais do Distrito Federal.

No dia 17 de dezembro, o Serviço Florestal também vai promover o 1º Encontro do Sistema Nacional de Informações Florestais no Centro Nacional de Apoio ao Manejo Florestal (Cenaflor). Serão lançados ainda o Portal Nacional da Gestão Florestal e o livro de bolso “Florestas do Brasil em Resumo 2010?, e haverá a apresentação do status do Sistema Nacional de Informações Florestais.

Fonte: Carine Correa/ MMA


6 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Conferência vai debater futuro das cidades no contexto socioambiental

06/11/2010 

A décima primeira edição da Conferência das Cidades vai debater, este ano, o futuro das cidades no novo contexto socioambiental. O encontro, que começa nesta terça-feira (7), é promovido pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados, durante dois dias.

No painel Espaço Urbano – Realidade e Desafios será feito um diagnóstico da situação das cidades em âmbito mundial, com base em estudo recente da Organização das Nações Unidas (ONU), em paralelo à realidade brasileira.

O professor Oyebanji Oyeyinka, diretor da Divisão de Monitoramento e Pesquisa da ONU vai ministrar a palestra O Estado das Cidades no Mundo. Em seguida, será a vez da professora Maria do Carmo, da Universidade de Brasília, que vai abordar as causas e consequências da expansão urbana no Brasil. A professora Nadia Somekh, da Universidade Mackenzie vai tratar do impacto do Estatuto da Cidade e do plano diretor como elementos de modificação da realidade social. Na quarta-feira (8), a conferência vai ter a participação da senadora Marina Silva.

A abertura da 11ª Conferência das Cidades vai contar com as presenças dos presidentes da Câmara, deputado Michel Temer, e do Senado, José Sarney, e dos ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira e das Cidades, Marcio Fortes; da presidenta da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Coelho, além de outras autoridades.

Fonte: Lourenço Canuto/ Agência Brasil

animen: triton force the film

2 de abril de 2009 | nenhum comentário »

Dicionário Socioambiental Brasileiro é lançado na Câmara Federal

Danielle Jordan / AmbienteBrasil

Resíduos, carbono, mudanças climáticas, acordos, protocolos… termos que passaram a fazer parte do cotidiano de todos, criando a necessidade de informações mais direcionadas.

A coletânea com mais de oito mil verbetes foi lançada oficialmente nesta quarta-feira (01), em solenidade oficial na Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Michel Temer (PMDB-SP). Estiveram presentes representantes do setor ambientalista, ministérios, IBAMA e ICmbio.

Michel Temer destacou a importância da obra, para todos os setores e em especial para iniciar a organização de um setor que a cada dia possui mais normas e definições em vigor.

country strong dvd rip

Na ocasião foi lançado também o livro “Ambiencia, limites da verdade”, de autoria do engenheiro florestal e deputado federal Luciano Pizzatto (DEM-PR).

Organizado por Luciano e Raquel Pizzatto, o dicionário resume os principais termos da área ambiental. Fruto do trabalho de oito anos do portal AmbienteBrasil, com a colaboração de técnicos, engenheiros, jornalistas, biólogos e outros profissionais.

Resíduos, carbono, mudanças climáticas, acordos, protocolos… termos que passaram a fazer parte do cotidiano de todos, criando a necessidade de informações mais direcionadas.






Categorias

Tópicos recentes

Meta

 

dezembro 2018
S T Q Q S S D
« mar    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

3 de junho de 2011 | nenhum comentário »

O que comemorar na Semana do Meio Ambiente?

Artigo do professor Heitor Scalambrini Costa, enviado pelo autor ao JCEmail.

No dia 5 de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia, A criação desta data foi estabelecida pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.

 

O meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em meados do século 20. Porém, foi ainda no séc. 19 que um biólogo alemão, Ernst Haeckel (1834-1919), criou formalmente a disciplina que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente, ao propor, em 1866, o nome ecologia para esse ramo da biologia. Haeckel foi um naturalista que ajudou a popularizar o trabalho de Charles Darwin.

 

Este ano a Semana do Meio Ambiente está inserida no contexto global do Ano Internacional das Florestas, declarado pela Organização das Nações Unidas, e a nível nacional em sintonia com a Campanha da Fraternidade realizada anualmente pela Igreja Católica Apostólica Romana.

 

O tema da Campanha da Fraternidade de 2011 é “Fraternidade e a Vida no Planeta” e está voltada para o meio ambiente. A Igreja propõe como objetivo geral: contribuir para a conscientização das comunidades sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta.

 

Nesta data estabelecida pela ONU, em comemoração ao primeiro grande encontro internacional dedicado à temática ambiental, Gaia não tem muito o que festejar.

 

No caso do Brasil há uma forte contradição do governo entre o que se prega nos debates internacionais e o que se pratica no dia-a-dia. Somos conhecidos mundialmente até pouco tempo, devido ao setor energético ter praticamente metade do seu atendimento por fontes renováveis de energia, possuindo um eficaz sistema de gestão integrada das usinas hidrelétricas e uso de biomassa. Após a desastrosa privatização desse setor, com seu desmantelamento, os planejadores atuais identificam agora a necessidade de instalação de mega-hidroelétricas na região Amazônica, a instalação de usinas nucleares e de termoelétricas a combustíveis fósseis para atender a demanda futura de energia elétrica em nosso país. Assim caminhamos na contra mão das ações que estão em desenvolvimento em outros países que tem privilegiado as fontes renováveis de energia em suas matrizes energéticas.

 

Em Pernambuco o momento vivido deve ser analisado criticamente, pois seu atual crescimento econômico obedece a uma mentalidade que tem base na visão do século passado do “crescimento a qualquer custo”, ignorando a dimensão sócio-ambiental. Pois então vejamos as ações propostas e em execução, e respondamos a pergunta “O que comemorar na Semana do Meio Ambiente?”.

 

Barragem de Morojozinho – Esta barragem a ser construída em Nazaré da Mata (50 km de Recife), prevê o corte de 6,24 ha de Mata Atlântica, no riacho Morojozinho, no Engenho Morojó. Lembrando que em Pernambuco a Mata Atlântica ocupa menos de 2,5% da cobertura original.

 

Implantação e pavimentação do contorno rodoviário do Cabo de Santo Agostinho

A chamada “Via Expressa” prevê a ligação viária entre a BR-101 e o distrito de Nossa Senhora do Ó. O principal impacto ambiental é representado pela supressão de vegetação de Mata Atlântica. Dos 11,8 hectares a serem suprimidos, 2,6 ha estão localizados nas margens de riachos, em Áreas de Preservação Permanente (APP).

 

Usina Termoelétrica Suape II – A construção da usina termelétrica Suape II, no Complexo Industrial e Portuário de Suape, localizado entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, há 40 km ao sul de Recife. A potência instalada será de 380 MW, e consumirá óleo combustível, uma sujeira só para o meio ambiente. O projeto pertence a um grupo formado pela Petrobras e a Nova Cibe Energia (Grupo Bertin), cujo início de operação comercial está prevista para janeiro de 2012. Estima-se a emissão anual de pelo menos 2 milhões de toneladas de CO², (considerando que para cada tonelada equivalente de petróleo-tep se produz 3,34 toneladas de CO², e que 1 m³ de óleo combustível é igual 0,946 tep).

Previsão de outra Termoelétrica em Suape III – Anunciada em julho de 2010 na reunião do Conselho Estadual de Políticas Industriais, Comerciais e de Serviços (Condic). Esta nova térmica a ser instalada também no Complexo Industrial e Portuário de Suape, consumindo óleo combustível, terá um potencia instalada de 1.450 MW. Estima-se preliminarmente que a emissão anual será de 8 milhões de toneladas de CO² .

 

Ampliação do Complexo Industrial e Portuário de Suape – Recentemente foi autorizado pela Assembléia Legislativa o desmatamento para a ampliação do Complexo Industrial e Portuário de Suape de 691 hectares (tamanho aproximado de 700 campos de futebol) de mata nativa, sendo 508 de mangue, 166 de restinga e 17 de Mata Atlântica. Inicialmente previsto o desmatamento de 1.076,49 hectares de vegetação nativa, mas foi reduzido devido a pressão de organizações da sociedade civil pelo absurdo proposto.

Governo estadual disputa instalação de usina nuclear – Anunciado que o Estado vai entrar na disputa para receber uma das duas centrais nucleares que o governo federal planeja instalar no Nordeste. É sabido que no artigo 216 a Constituição Estadual, proíbe a instalação de usinas nucleares enquanto não se esgotar toda a capacidade de produzir energia elétrica de outras fontes. Logo, terá que mudada a Constituição Estadual para instalar esta usina em Pernambuco.

 

Construção de Pequena Central Hidroelétrica (PCH) – Desmatamento de vegetação nativa autorizado pela Assembléia Legislativa de 7,4 hectares visando o alagamento de uma área para a formação do reservatório da PCH de 6,5 MW denominada Pedra Furada, localizada nos municípios de Ribeirão e Joaquim Nabuco, na Mata Sul, distante a 87 km do Recife.

 

Termope (Termoelétrica de Pernambuco) – Foi iniciada a construção a partir de 2001, como parte do Programa Prioritário de Termeletricidade (PPT) do Governo Federal. Entrou em operação em 2004, e esta localizada no Complexo Industrial e Portuário de Suape com potência instalada de 532 MW, e a plena carga consome 2 milhões de m³ de gás natural. Emissões anuais de CO² são estimadas em 1,8 milhões de toneladas (considerando que para cada tonelada equivalente de petróleo se produz 2,12 toneladas de CO², onde .1 m³ de gás é igual a 0,968 tep). O terreno ocupado possibilita a duplicação da usina podendo atingir a potência de 1.064 MW.

 

A construção de um estádio e da cidade da copa, para a Copa do Mundo de 2014

resultará no desmatamento de uma área considerável do fragmento da Mata Atlântica de São Lourenço da Mata, situada a 20 km de Recife. O projeto da Cidade da Copa prevê uma área de 239 hectares para construção de todos os equipamentos (previstos prédios residenciais e um hospital). O estádio ocupará cerca de 40 ha desse total.

 

A implantação do Estaleiro Construcap S.A. – Para a instalação desta planta naval, que irá ocupar 40 ha, a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) concedeu a licença de instalação autorizando a supressão de 28 ha de mangue (berçário natural de centenas de espécie) na ilha de Tatuoca. Sendo que as atividades típicas desse tipo de empreendimento poluem em todas suas formas, e a mão de obra necessária não é na sua grande maioria, oriunda da comunidade, e seu entorno, com vêm falando os interessados e o governador.

 

Heitor Scalambrini Costa é professor Associado da Universidade Federal de Pernambuco.

Fonte: Jornal da Ciência.


11 de maio de 2011 | nenhum comentário »

I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais

O evento foi realizado em Curitiba (PR) e contou com a presença de profissionais autônomos, estudantes, empresas e entidades que não participam ativamente deste Fórum, mas tem interesse em conhecer os princípios e critérios adotados para certificação florestal pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil) e pelo Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor), entre outros assuntos apresentados.

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Participantes do seminário. Foto: Edilaine Dick

Durante o dia 05 de maio de 2011, representantes das empresas florestais e ONGs, que compões o Fórum Florestal Paraná e Santa Catarina, participaram do “I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais”, com o objetivo discutir os critérios socioambientais envolvidos nos processos de Certificação Florestal com ênfase nas “Relações Comunitárias e Direito dos Trabalhadores”.

 

Esses critérios foram apresentados por Fabíola Zerbini – Secretária Executiva do FSC e Maria Teresa Rezende – Secretária Executiva do Inmetro/Cerflor.

Durante o seminário foram apresentados exemplos de projetos que estão em andamento e envolvem o setor, e que tem como principais beneficiários as comunidades direta ou indiretamente envolvidas nos processos de produção. Entre as apresentações foram relatadas as ações socioambientais realizadas pela Rigesa; o programa “Semear –Responsabilidade Socioambiental”, desenvolvido pela Arauco e os mecanismos de comunicação, desenvolvidos pela Klabin que facilitam a comunicação com as comunidades e com a sociedade civil em geral.

Gisele Bolzani, Coordenadora de Gestão Socioambiental, da empresa Poyry silviconsult, através da palestra “Gestão social no contexto da sustentabilidade”, apresentou os principais caminhos que a empresa deve seguir para a gestão social, e que ações nesse sentido, devem ser planejadas, executadas, monitoradas e avaliadas constantemente.

Através dos debates e aproximação entre os participantes, foi possível levantar demandas externas relacionadas a questões sociais que deverão ser trabalhadas nos próximos meses, pelo GT Socioambiental, constituído no âmbito do Fórum Florestal PR e SC.

Fonte: www.dialogoflorestal.org.br


12 de abril de 2011 | nenhum comentário »

20 e 21/05/2011 IV CONGRESSO NACIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

cnrs
NOVOS PARADIGMAS PARA A SUSTENTABILIDADE
20 E 21 DE MAIO 2011 – TEATRO OURO VERDE | LONDRINA PR – BRASIL

MAIORES INFORMAÇÕES: www.cnrs.com.br


12 de abril de 2011 | nenhum comentário »

05/05/2011 I Seminário Sobre Florestas Plantadas e Critérios Socioambientais

Data: 05 de maio de 2011.

Local: Condomínio Business Offices – Av. Sete de Setembro, 4214 – Curitiba (PR).

Objetivo: Discutir critérios socioambientais envolvidos nos processos de Certificação Florestal com ênfase nas “Relações Comunitárias e Direito dos Trabalhadores”.

Programação:

08h45min: Inscrições.

09h15min: O Diálogo Florestal e o Fórum Florestal PR e SC.

Palestrante: Edilaine Dick (Secretária executiva do Fórum PR e SC).

09h40min: Iniciativas socioambientais desenvolvidas por empresas participantes do

Fórum Florestal PR e SC. Palestrantes:

Programa Semear de Responsabilidade Socioambiental – Maristela da Silva (Arauco).

Programas de Educação Ambiental – Antonio Tsunoda (Rigesa).

Mecanismos de Comunicação – Ivone Namikawa (Klabin).

10h40min: Intervalo

11:00h: Relações do setor florestal com os movimentos sociais e direitos dos atores

envolvidos.

Palestrante: Décio Zylbersztajn (Profº da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade e membro do Centro de Conhecimento em Agronegócios da USP – PENSA).

12:30h: Almoço

14:00h: Princípios e critérios socioambientais adotados pelo Cerflor.

Palestrante: Maria Tereza (Secretária executiva do Cerflor/Inmetro)

14h45min: Princípios e critérios socioambientais adotados pelo FSC.

Palestrante: Fabíola Zerbini (Secretária executiva do FSC Brasil)

15:30h: Encerramento

Observação: Confirmar presença até o dia 29 de abril de 2011, com Edilaine Dick, pelos telefones (47)35350119/88269859 ou email edilaine@apremavi.org.br

seminario-socioambiental_05_05_2011_1


17 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

MMA e Serviço Florestal iniciam atividades para o Inventário Florestal Nacional

17/12/2010

As florestas brasileiras terão uma atenção a mais a partir de agora. O Governo Federal vai começar a inventariar a qualidade, quantidade e as regiões florestais em todo o País, e os dados atualizados servirão como informações precisas para a elaboração de políticas públicas de uso e conservação destes recursos naturais.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Antônio Carlos Hummel, anunciaram nesta quinta-feira (16), no Jardim Botânico de Brasília, o ínicio das atividades para a realização do Inventário Florestal Nacional. A iniciativa vai levantar dados que vão subsidiar também as ações do Brasil em fóruns internacionais, em especial nos eventos sobre mudanças climáticas e conservação da biodiversidade.

De acordo com a ministra Izabella, o inventário será um instrumento de base técnica científica que fornecerá dados precisos nos processos de negociação e análise para um planejamento ambiental adequado e eficiente. ” A sociedade brasileira não tem informação suficiente sobre as florestas do País, e esse trabalho vai subsidiar também o debate sobre conservação da biodiversidade e mudanças climáticas. Com isso, poderemos convencer tomadores de decisão de diferentes setores a disponibilizar recursos permanentes para as florestas, entre outras medidas”, disse.

O Inventário Florestal contará com cerca de 20 mil pontos amostrais distribuídos por todo o País, que estarão localizados a 20 quilômetros uns dos outros. Em cada local, equipes buscarão informações como número, altura, diâmetro e espécies de árvores, tipo de solo, estoque de carbono e biomassa. Também será feito um levantamento socioambiental para conhecer a relação das populações locais com a floresta.

Para Antônio Carlos Hummel, esta será uma oportunidade única de mostrar o real estado das florestas nacionais. Ele ressaltou que, apesar de já haver um monitoramento via satélite, o trabalho de campo bem planejado e com metodologia integrada entre os estados da Federação permitirá que haja dados pertinentes. Assim, poderemos ter uma atuação mais consistente no que se refere à conservação destes recursos naturais”, afirma.

Números – As florestas brasileiras ocupam 516 milhões de hectares, cerca de 60% da áreas do País, mas ainda não existem informações amplas e sistematizadas sobre esse patrimônio natural. O Inventário Florestal Nacional será o marco zero deste levantamento e servirá como referência para analisar mudanças na distribuição e composição das florestas e na relação das populações que habitam nestas regiões.

As equipes responsáveis pela coleta de dados vão visitar todos os estados da federação e verificar também aspectos como a condição fitossanitária (saúde) das árvores, quantidade de matéria orgânica morta e vestígios de exploração florestal. O Amazonas terá o maior número de pontos amostrais (3.906), e o estado de Sergipe o menor (55).

UnB – Durante o evento, uma equipe da Universidade de Brasília (UnB) fez uma demonstração da medição de uma área do Jardim Botânico. A UnB será parceira do Serviço Florestal no levantamento de informações de 67 pontos amostrais do Distrito Federal.

No dia 17 de dezembro, o Serviço Florestal também vai promover o 1º Encontro do Sistema Nacional de Informações Florestais no Centro Nacional de Apoio ao Manejo Florestal (Cenaflor). Serão lançados ainda o Portal Nacional da Gestão Florestal e o livro de bolso “Florestas do Brasil em Resumo 2010?, e haverá a apresentação do status do Sistema Nacional de Informações Florestais.

Fonte: Carine Correa/ MMA


6 de dezembro de 2010 | nenhum comentário »

Conferência vai debater futuro das cidades no contexto socioambiental

06/11/2010 

A décima primeira edição da Conferência das Cidades vai debater, este ano, o futuro das cidades no novo contexto socioambiental. O encontro, que começa nesta terça-feira (7), é promovido pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados, durante dois dias.

No painel Espaço Urbano – Realidade e Desafios será feito um diagnóstico da situação das cidades em âmbito mundial, com base em estudo recente da Organização das Nações Unidas (ONU), em paralelo à realidade brasileira.

O professor Oyebanji Oyeyinka, diretor da Divisão de Monitoramento e Pesquisa da ONU vai ministrar a palestra O Estado das Cidades no Mundo. Em seguida, será a vez da professora Maria do Carmo, da Universidade de Brasília, que vai abordar as causas e consequências da expansão urbana no Brasil. A professora Nadia Somekh, da Universidade Mackenzie vai tratar do impacto do Estatuto da Cidade e do plano diretor como elementos de modificação da realidade social. Na quarta-feira (8), a conferência vai ter a participação da senadora Marina Silva.

A abertura da 11ª Conferência das Cidades vai contar com as presenças dos presidentes da Câmara, deputado Michel Temer, e do Senado, José Sarney, e dos ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira e das Cidades, Marcio Fortes; da presidenta da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Coelho, além de outras autoridades.

Fonte: Lourenço Canuto/ Agência Brasil

animen: triton force the film

2 de abril de 2009 | nenhum comentário »

Dicionário Socioambiental Brasileiro é lançado na Câmara Federal

Danielle Jordan / AmbienteBrasil

Resíduos, carbono, mudanças climáticas, acordos, protocolos… termos que passaram a fazer parte do cotidiano de todos, criando a necessidade de informações mais direcionadas.

A coletânea com mais de oito mil verbetes foi lançada oficialmente nesta quarta-feira (01), em solenidade oficial na Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Michel Temer (PMDB-SP). Estiveram presentes representantes do setor ambientalista, ministérios, IBAMA e ICmbio.

Michel Temer destacou a importância da obra, para todos os setores e em especial para iniciar a organização de um setor que a cada dia possui mais normas e definições em vigor.

country strong dvd rip

Na ocasião foi lançado também o livro “Ambiencia, limites da verdade”, de autoria do engenheiro florestal e deputado federal Luciano Pizzatto (DEM-PR).

Organizado por Luciano e Raquel Pizzatto, o dicionário resume os principais termos da área ambiental. Fruto do trabalho de oito anos do portal AmbienteBrasil, com a colaboração de técnicos, engenheiros, jornalistas, biólogos e outros profissionais.

Resíduos, carbono, mudanças climáticas, acordos, protocolos… termos que passaram a fazer parte do cotidiano de todos, criando a necessidade de informações mais direcionadas.