11 de abril de 2012 | nenhum comentário »

Liberar desova do salmão beneficia ursos e pescadores, diz estudo

Densidade demográfica de ursos cresce se há mais alimento disponível.
Além disso, número de peixes pode aumentar e contribuir com a pesca.

Companhias de pesca de salmão no noroeste do Pacífico costumam liberar a passagem de apenas um pequeno número de peixes para permitir a desova. Segundo um novo estudo publicado na terça-feira (10) no jornal “PLoS Biology”, a liberação de mais peixes pode beneficiar ursos e pescadores.

Para medir os impactos, os pesquisadores verificaram hábitos alimentares de ursos cinzentos, uma variedade de urso pardo, em seis regiões do Alasca e do Canadá. Quando a disponibilidade de salmão era elevada, maior era a densidade de ursos. Assim, liberar a desova beneficiaria o mamífero, argumenta a pesquisa, conduzida por cientistas de universidades americanas e canadenses.

Além disso, quando poucos salmões são liberados para desovar, os ursos se alimentam do peixe inteiro. Já quando a disponibilidade de alimento é maior, os ursos comem apenas algumas partes, como o cérebro. Segundo a pesquisa, este hábito contribui para o ecossistema, já que outros animais podem se beneficiar da sobra do salmão.

Ainda de acordo com o estudo, a medida também poderia aumentar, em alguns casos, o número de peixes no oceano, o que beneficiaria a pesca comercial. Em outras situações, liberar a desova poderia trazer prejuízos para a pesca – mas os benefícios para o ecossistema seriam muito maiores que as perdas econômicas, argumentam os cientistas.

Urso-pardo pesca salmão no Alasca (Foto: Jon Cornforth / Barcroft Media / Getty Images)

Urso-pardo pesca salmão no Alasca (Foto: Jon Cornforth / Barcroft Media / Getty Images)

Fonte: Globo Natureza


23 de fevereiro de 2012 | nenhum comentário »

Ursos são presos em fazenda chinesa para a retirada da bile

Imagens divulgadas nesta quarta-feira mostram um grupo de ursos negros preso em uma fazenda de Hui’an, no sudoeste da China. Os animais são mantidos em cativeiro para a coleta da bile pela empresa Guizhentang, uma tradicional companhia de medicamentos chinesa.

A bile do urso é muito usada pela milenar medicina chinesa para tratar de problemas no fígado, infecções nos olhos, febre e outros sintomas, embora sua eficácia seja contestada. Ativistas criticam o procedimento, que segundo eles é extremamente doloroso para os animais.

Diversas entidades ligadas à proteção dos ursos trabalham para o fechamento das fazendas, que mantém os animais em pequenas jaulas improvisadas. O material coletado tem grande demanda na China, no Japão e na Coreia, mas atualmente, segundo ativistas, já existem substitutos naturais e sintéticos.

Imagens mostram uma fazenda na China onde os ursos são mantidos em cativeiro para a retirada da bile. Foto: AFP

Imagens mostram uma fazenda na China onde os ursos são mantidos em cativeiro para a retirada da bile Foto: AFP

Com informações das agências AFP e AP.


3 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Fotógrafo se arrisca em busca de close up de ursos

Igor Gushchin não poupa esforços para se aproximar e conseguir os melhores ângulos do animal.

O russo Igor Gushchin não poupa esforços para conseguir os melhores cliques de ursos selvagens.

O fotógrafo de 52 anos se arrisca para chegar perto dos animais.Os ursos parecem estar à vontade nas fotografias, feitas no parque natural Kronotsky, na Rússia.

Gushchin não usa qualquer tipo de proteção para fotografar os ursos (Foto: Igor Gushchin/Caters)

Gushchin não usa qualquer tipo de proteção para fotografar os ursos (Foto: Igor Gushchin/Caters)

‘É impossível eliminar o risco de ficar tão perto de ursos selvagens. Eu não recomendaria a ninguém tentar e repetir essa experiência’, diz o fotógrafo.

Gushchin e um fotógrafo assistente ficam a poucos metros dos animais.

Em uma das fotos, um dos ursos da espécie Kamchatka chega a encostar o focinho na lente da câmera.

Um dos animais chega a encostar na lente do fotógrafo (Foto: Igor Gushchin/Caters)

Um dos animais chega a encostar na lente do fotógrafo (Foto: Igor Gushchin/Caters)

‘Eu esperava fazer alguns cliques de ursos caçando peixes no lago, mas nunca pensei que um deles se aproximaria tanto assim de mim’, diz.

Gushchin fotografa animais selvagens desde 2005. Os ursos fotografados por ele, no entanto, quase entraram em extinção anos atrás.

Igor Gushchin e seu assistente se arriscam bem perto dos animais (Foto: Igor Gushchin/Caters)

Igor Gushchin e seu assistente se arriscam bem perto dos animais (Foto: Igor Gushchin/Caters)

 

Fonte: Da BBC


1 de agosto de 2011 | nenhum comentário »

País tem cerca de 100 leões e 20 ursos à espera de um lar

As irmãs Biná e Hera, 15, têm um lar. Em 2003, as leoas foram deixadas em uma jaula em praça de Sumaré (118 km de São Paulo). Tinham queimaduras e lesões. Após negociações com órgãos ambientais, foram para um santuário ecológico em Cotia (Grande São Paulo).

Outros animais não tiveram a mesma sorte. Entidades que defendem os bichos estimam haver cerca de cem leões e 20 ursos no país à espera de abrigo definitivo – a maioria originária de circos.

Muitos ficam provisoriamente nesses locais ou em espaços adaptados. O problema também afeta animais exóticos e silvestres abandonados ou apreendidos após denúncias de maus-tratos.

Em 2008, havia 150 leões abandonados no país, segundo o Ibama. Dois anos antes, eram apenas 68. O órgão não tem números atuais.

Achados em jaulas deixadas em estradas ou apreendidos por ordem judicial, os animais vão para centros de triagem ou zoológicos, em espaços isolados do público.

“Eles chegam sem garras, queimados, com feridas abertas e infecções”, conta Silvia Pompeu, do santuário Rancho dos Gnomos.

O presidente da Arca Brasil, Marco Ciampi, diz que a população está mais atenta e tende a denunciar os casos.

Segundo ele, a proibição de animais nos circos influencia esse processo – por um lado, força os circos a deixarem de usá-los; por outro, cria a necessidade de remanejá-los para outros locais.

O microbiologista Pedro Ynterian, 71, presidente do Great Ape Project, ONG que cuida de 300 animais, diz que o poder público não tem onde colocá-los. “Há pelo menos 20 ursos em circos, que têm vontade de entregá-los, já que não podem mais exibi-los. Mas o Ibama não tem para onde levá-los.”

Para Ynterian, os zoológicos não são adequados. “Os animais desenvolvem problemas psicológicos por causa do assédio do público ou ficam em aposentos separados, ainda menores que os espaços de exposição.”

Hoje, dos 111 zoos no país, 77 estão em situação irregular, segundo o Ibama. Entre os problemas encontrados estão más condições de infraestrutura, pendências documentais e falta de identificação dos bichos. Há também registros de falta de segurança e crimes ambientais, como tráfico de animais.

Segundo o presidente da Sociedade de Zoológicos Brasileiros, Luiz Pires, a maioria enfrenta dificuldades financeiras e não tem condições de receber mais animais.

O Ibama afirma que a falta de vagas para bichos abandonados é sazonal e ocorre quando há grandes apreensões. Enquanto não se tem um destino certo, eles ficam em centros de triagem.

Os últimos dados de entrada de animais nesses centros são de 2009 -18.676 casos.

Santuário - Cinco quilos de carne por dia. Uma área de 1.400 m2 de vegetação. E até um deque de madeira construído em cima de pedras. Esse é o cenário de um santuário ecológico de Cotia, onde vivem 11 leões que foram abandonados.

O local, chamado de Rancho dos Gnomos, é administrado por uma entidade sem fins lucrativos e abriga cerca de 300 animais, principalmente exóticos e silvestres.

A maioria desses bichos foi acolhida pelo santuário depois de ter sido resgatada de situações de risco.

É o caso de Darshã, um leão de 16 anos de idade que viveu 13 destes anos em uma câmara desativada de um frigorífico em Cariacica (ES).

Darshã chegou ao santuário de Cotia com problemas nas patas e magro após ter sido encontrado em decorrência de uma denúncia encaminhada a órgãos ambientais.

De acordo com Marcos Pompeu, que fundou o santuário com a mulher, Silvia, o animal foi abandonado no frigorífico por um circo. O fim da exploração dos bichos pelos circos, em decorrência de mudanças na legislação, é uma das principais causas de abandono de animais.

O leão se recuperou. Pesa agora cerca de 300 kg e divide seu habitat com duas leoas. Perto dele ficam Baru e Vanbana, encontradas dentro de uma carreta em estrada perto de Ribeirão Preto.

Pompeu afirma que o tempo de recuperação de cada leão encontrado em situação de abandono chega a até oito meses. Em “quarentena”, os animais passam por exames, têm uma alimentação controlada e são castrados.

Muitos têm sequelas que levarão ao longo da vida -que dura perto de 23 anos. “[Quando morrem], na necropsia, descobrem-se tumores no corpo todo, baço arrebentado. Eles aguentam até ultrapassar o limite do suportável”, conta Silvia.

Neste ano, o santuário também deve receber Simba, que vive sozinho no que restou de um zoológico desativado em Ivinhema (MS).

O leão ficou famoso na internet depois que internautas criaram uma comunidade no Facebook para ajudá-lo.

O objetivo é buscar recursos para custear o transporte e a manutenção do animal – cada um custa em torno de R$ 1.000 por mês. O valor é pago por meio de parcerias com pessoas e empresas.

Fonte: Folha.com






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Liberar desova do salmão beneficia ursos e pescadores, diz estudo

Densidade demográfica de ursos cresce se há mais alimento disponível.
Além disso, número de peixes pode aumentar e contribuir com a pesca.

Companhias de pesca de salmão no noroeste do Pacífico costumam liberar a passagem de apenas um pequeno número de peixes para permitir a desova. Segundo um novo estudo publicado na terça-feira (10) no jornal “PLoS Biology”, a liberação de mais peixes pode beneficiar ursos e pescadores.

Para medir os impactos, os pesquisadores verificaram hábitos alimentares de ursos cinzentos, uma variedade de urso pardo, em seis regiões do Alasca e do Canadá. Quando a disponibilidade de salmão era elevada, maior era a densidade de ursos. Assim, liberar a desova beneficiaria o mamífero, argumenta a pesquisa, conduzida por cientistas de universidades americanas e canadenses.

Além disso, quando poucos salmões são liberados para desovar, os ursos se alimentam do peixe inteiro. Já quando a disponibilidade de alimento é maior, os ursos comem apenas algumas partes, como o cérebro. Segundo a pesquisa, este hábito contribui para o ecossistema, já que outros animais podem se beneficiar da sobra do salmão.

Ainda de acordo com o estudo, a medida também poderia aumentar, em alguns casos, o número de peixes no oceano, o que beneficiaria a pesca comercial. Em outras situações, liberar a desova poderia trazer prejuízos para a pesca – mas os benefícios para o ecossistema seriam muito maiores que as perdas econômicas, argumentam os cientistas.

Urso-pardo pesca salmão no Alasca (Foto: Jon Cornforth / Barcroft Media / Getty Images)

Urso-pardo pesca salmão no Alasca (Foto: Jon Cornforth / Barcroft Media / Getty Images)

Fonte: Globo Natureza


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Ursos são presos em fazenda chinesa para a retirada da bile

Imagens divulgadas nesta quarta-feira mostram um grupo de ursos negros preso em uma fazenda de Hui’an, no sudoeste da China. Os animais são mantidos em cativeiro para a coleta da bile pela empresa Guizhentang, uma tradicional companhia de medicamentos chinesa.

A bile do urso é muito usada pela milenar medicina chinesa para tratar de problemas no fígado, infecções nos olhos, febre e outros sintomas, embora sua eficácia seja contestada. Ativistas criticam o procedimento, que segundo eles é extremamente doloroso para os animais.

Diversas entidades ligadas à proteção dos ursos trabalham para o fechamento das fazendas, que mantém os animais em pequenas jaulas improvisadas. O material coletado tem grande demanda na China, no Japão e na Coreia, mas atualmente, segundo ativistas, já existem substitutos naturais e sintéticos.

Imagens mostram uma fazenda na China onde os ursos são mantidos em cativeiro para a retirada da bile. Foto: AFP

Imagens mostram uma fazenda na China onde os ursos são mantidos em cativeiro para a retirada da bile Foto: AFP

Com informações das agências AFP e AP.


3 de novembro de 2011 | nenhum comentário »

Fotógrafo se arrisca em busca de close up de ursos

Igor Gushchin não poupa esforços para se aproximar e conseguir os melhores ângulos do animal.

O russo Igor Gushchin não poupa esforços para conseguir os melhores cliques de ursos selvagens.

O fotógrafo de 52 anos se arrisca para chegar perto dos animais.Os ursos parecem estar à vontade nas fotografias, feitas no parque natural Kronotsky, na Rússia.

Gushchin não usa qualquer tipo de proteção para fotografar os ursos (Foto: Igor Gushchin/Caters)

Gushchin não usa qualquer tipo de proteção para fotografar os ursos (Foto: Igor Gushchin/Caters)

‘É impossível eliminar o risco de ficar tão perto de ursos selvagens. Eu não recomendaria a ninguém tentar e repetir essa experiência’, diz o fotógrafo.

Gushchin e um fotógrafo assistente ficam a poucos metros dos animais.

Em uma das fotos, um dos ursos da espécie Kamchatka chega a encostar o focinho na lente da câmera.

Um dos animais chega a encostar na lente do fotógrafo (Foto: Igor Gushchin/Caters)

Um dos animais chega a encostar na lente do fotógrafo (Foto: Igor Gushchin/Caters)

‘Eu esperava fazer alguns cliques de ursos caçando peixes no lago, mas nunca pensei que um deles se aproximaria tanto assim de mim’, diz.

Gushchin fotografa animais selvagens desde 2005. Os ursos fotografados por ele, no entanto, quase entraram em extinção anos atrás.

Igor Gushchin e seu assistente se arriscam bem perto dos animais (Foto: Igor Gushchin/Caters)

Igor Gushchin e seu assistente se arriscam bem perto dos animais (Foto: Igor Gushchin/Caters)

 

Fonte: Da BBC


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País tem cerca de 100 leões e 20 ursos à espera de um lar

As irmãs Biná e Hera, 15, têm um lar. Em 2003, as leoas foram deixadas em uma jaula em praça de Sumaré (118 km de São Paulo). Tinham queimaduras e lesões. Após negociações com órgãos ambientais, foram para um santuário ecológico em Cotia (Grande São Paulo).

Outros animais não tiveram a mesma sorte. Entidades que defendem os bichos estimam haver cerca de cem leões e 20 ursos no país à espera de abrigo definitivo – a maioria originária de circos.

Muitos ficam provisoriamente nesses locais ou em espaços adaptados. O problema também afeta animais exóticos e silvestres abandonados ou apreendidos após denúncias de maus-tratos.

Em 2008, havia 150 leões abandonados no país, segundo o Ibama. Dois anos antes, eram apenas 68. O órgão não tem números atuais.

Achados em jaulas deixadas em estradas ou apreendidos por ordem judicial, os animais vão para centros de triagem ou zoológicos, em espaços isolados do público.

“Eles chegam sem garras, queimados, com feridas abertas e infecções”, conta Silvia Pompeu, do santuário Rancho dos Gnomos.

O presidente da Arca Brasil, Marco Ciampi, diz que a população está mais atenta e tende a denunciar os casos.

Segundo ele, a proibição de animais nos circos influencia esse processo – por um lado, força os circos a deixarem de usá-los; por outro, cria a necessidade de remanejá-los para outros locais.

O microbiologista Pedro Ynterian, 71, presidente do Great Ape Project, ONG que cuida de 300 animais, diz que o poder público não tem onde colocá-los. “Há pelo menos 20 ursos em circos, que têm vontade de entregá-los, já que não podem mais exibi-los. Mas o Ibama não tem para onde levá-los.”

Para Ynterian, os zoológicos não são adequados. “Os animais desenvolvem problemas psicológicos por causa do assédio do público ou ficam em aposentos separados, ainda menores que os espaços de exposição.”

Hoje, dos 111 zoos no país, 77 estão em situação irregular, segundo o Ibama. Entre os problemas encontrados estão más condições de infraestrutura, pendências documentais e falta de identificação dos bichos. Há também registros de falta de segurança e crimes ambientais, como tráfico de animais.

Segundo o presidente da Sociedade de Zoológicos Brasileiros, Luiz Pires, a maioria enfrenta dificuldades financeiras e não tem condições de receber mais animais.

O Ibama afirma que a falta de vagas para bichos abandonados é sazonal e ocorre quando há grandes apreensões. Enquanto não se tem um destino certo, eles ficam em centros de triagem.

Os últimos dados de entrada de animais nesses centros são de 2009 -18.676 casos.

Santuário - Cinco quilos de carne por dia. Uma área de 1.400 m2 de vegetação. E até um deque de madeira construído em cima de pedras. Esse é o cenário de um santuário ecológico de Cotia, onde vivem 11 leões que foram abandonados.

O local, chamado de Rancho dos Gnomos, é administrado por uma entidade sem fins lucrativos e abriga cerca de 300 animais, principalmente exóticos e silvestres.

A maioria desses bichos foi acolhida pelo santuário depois de ter sido resgatada de situações de risco.

É o caso de Darshã, um leão de 16 anos de idade que viveu 13 destes anos em uma câmara desativada de um frigorífico em Cariacica (ES).

Darshã chegou ao santuário de Cotia com problemas nas patas e magro após ter sido encontrado em decorrência de uma denúncia encaminhada a órgãos ambientais.

De acordo com Marcos Pompeu, que fundou o santuário com a mulher, Silvia, o animal foi abandonado no frigorífico por um circo. O fim da exploração dos bichos pelos circos, em decorrência de mudanças na legislação, é uma das principais causas de abandono de animais.

O leão se recuperou. Pesa agora cerca de 300 kg e divide seu habitat com duas leoas. Perto dele ficam Baru e Vanbana, encontradas dentro de uma carreta em estrada perto de Ribeirão Preto.

Pompeu afirma que o tempo de recuperação de cada leão encontrado em situação de abandono chega a até oito meses. Em “quarentena”, os animais passam por exames, têm uma alimentação controlada e são castrados.

Muitos têm sequelas que levarão ao longo da vida -que dura perto de 23 anos. “[Quando morrem], na necropsia, descobrem-se tumores no corpo todo, baço arrebentado. Eles aguentam até ultrapassar o limite do suportável”, conta Silvia.

Neste ano, o santuário também deve receber Simba, que vive sozinho no que restou de um zoológico desativado em Ivinhema (MS).

O leão ficou famoso na internet depois que internautas criaram uma comunidade no Facebook para ajudá-lo.

O objetivo é buscar recursos para custear o transporte e a manutenção do animal – cada um custa em torno de R$ 1.000 por mês. O valor é pago por meio de parcerias com pessoas e empresas.

Fonte: Folha.com